Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Órgãos de tubos de Mora, créditos Joaquim Silva
Órgãos de tubos do Concelho

A 1 de maio de 2022 o organeiro Joaquim Silva (JMS Organaria) publicou no seu Perfil fotos sobre a Bênção do órgão, pelo Arcebispo de Évora, inserido nas Festas de Nossa Senhora da Graça, na Vila de Mora. A JMS ORGANARIA agradece ao Sr. Padre Nelson Fernandes, pela confiança depositada na equipa. Não foram dadas informações sobre o organeiro, ano de construção e composição do órgão.

A JMS Organaria integra o mini-cluster de indústrias especializadas em construção de componentes para órgão de Vila Nova de Famalicão, único do género no mundo, colaborando estreitamente com as renomadas empresas Bom Organum e JF Organpipes. É uma empresa altamente especializada na construção de tubos de palheta, contando com uma ampla experiência e reconhecimento profissional no setor. Tem-se dedicado à realização de restauros de órgãos, bem como à avaliação técnica, manutenção e afinação periódica de órgãos, tanto modernos como históricos.

Órgãos de tubos de Mora, créditos Joaquim Silva

Órgãos de tubos de Mora, créditos Joaquim Silva

Mário Pinto, trompetista do Porto Moniz
Músicos naturais do Concelho

Mário Pinto (n. 1991) é natural de Porto Moniz, Madeira. Iniciou os estudos musicais aos sete anos com o avô. Em 2003 ingressou na Academia de Música de Lamego de Eliseu Correia. Em 2006 entrou na Escola Profissional Artística do Vale do Ave (ARTAVE) no Curso de Instrumentista de sopro na classe de Vasco de Faria e, um ano mais tarde, de Helder Fernandes.

Em 2012/13 foi aceite no programa Erasmus na Universitat der Kunste Berlin na classe do professor Konradin Groth.

Em 2013/14 conclui a licenciatura em Música, variante trompete, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo. Em 2017 terminou o mestrado em Orquestra na Universität der Kunst Berlin na classe de Konradin Groth.

Realizou cursos de aperfeiçoamento musical com os professores Kevin Wauldron, Pirre Dutôt, Stephen Mason, Vasco de Faria, John Aigi, James Thompson, Reinhold Friedrich e Jeroen Berwaerts.

Como instrumentista realizou várias audições a solo, concertos de Música de Câmara e estágios de Orquestra em Portugal, Espanha, Alemanha e Holanda.

Entre as orquestras onde trabalhou destacam-se Harmus Festival Orchestra, Orquestra do Algarve, Orquestra Sinfonica de la Galicia, Orquestra joven Sinfonica de la Galicia, Banda Sinfonica Portuguesa, Camerata NovNorte, Universitat der Kunste Orkester, Orquestra Jovem de Brandenburgo, Sinfonieorchester des Collegium Musicum Berlin, Orquestra Nacional do Porto – Casa da Música, Orquestra Gulbenkian, musicAeterna orchestra.

Trabalhou com os maestros Dirk Vermeulen, Harry Lyth, Antonio Saiote, Gilbert Varga, Ernest Schelle, Cesário Costa, Emilio de Cesar, Dejan Savic, Harry Curtis, Steven Sloane Teodor Currentzis, entre outros.

Em concursos obteve o 1º lugar no Concurso Nacional de Música “Terras de la Salette” na categoria Júnior em 2009; em 2011 o 1º lugar no concurso Nacional da Póvoa de Varzim e em 2012 obteve o 2º lugar no segundo Concurso Internacional “Terras de la Salette”.

Foi professor orientador em classes de aperfeiçoamento em Salcedas de Caselas (Espanha), 1º Festival de Trompetes de Ponte de Lima e 1º Estágio de Orquestra de Sopros de S. Cipriano.

É primeiro trompete Solista A da Orquestra Clássica da Madeira, Chefe de naipe da Banda Sinfónica Transmontana e membro da Orquestra de Jazz do Funchal.

Fonte: Festival Internacional de Trompete do Algarve 2024

Mário Pinto, trompetista do Porto Moniz

Mário Pinto, trompetista do Porto Moniz

Ponto & Alto, Alcáçovas
Festivais de Música em Viana do Alentejo

Ponto & Alto

Ponto & Alto, com terceira edição em 2024, é um festival que se propõe contribuir para a renovação do cancioneiro alentejano. A 3 edição ocorre no dia 15 de junho de 2024 em Alcáçovas, concelho de Viana do Alentejo.

Ponto & Alto, Alcáçovas

Ponto & Alto, Alcáçovas

Alcáçovas com História

O Tratado das Alcáçovas (também conhecido como Paz de Alcáçovas) foi um diploma assinado pelos representantes dos Reis Católicos, Isabel de Castela e Fernando de Aragão, por um lado, e o rei Afonso V de Portugal e seu filho João II pelo outro, colocando fim à Guerra de sucessão de Castela (1475-1479). O tratado, assinado no Paço dos Henriques, na vila portuguesa de Alcáçovas, no Alentejo, em 4 de setembro de 1479, foi ratificado pelo rei de Portugal em 8 de setembro de 1479 e pelos Reis Católicos em 6 de março de 1480, na cidade de Toledo, pelo que também ficou conhecido como Tratado das Alcáçovas-Toledo. No entanto, este acordo teve que ser revogado devido aos inúmeros incumprimentos por parte de Espanha. Foi por isso que a 7 de Junho de 1494 se assinou um novo tratado, em Tordesilhas.

Fonte: Wikipédia

Tomba Lobos - Projeto de Percussão Tradicional Portuguesa
Grupos de Bombos do Concelho

Tomba Lobos – Projeto de Percussão Tradicional Portuguesa é um projecto de formação artística e cultural. Promove a percussão tradicional portuguesa e do bombo. Coloca a cultura portuguesa, o conhecimento e a arte em posição privilegiada como fonte de valor, de desenvolvimento e de contemporaneidade; e pretende torná-los acessíveis a todos os indivíduos.

Tomba Lobos - Projeto de Percussão Tradicional Portuguesa

Tomba Lobos – Projeto de Percussão Tradicional Portuguesa

CAUM - Coro Académico da Universidade do Minho
CAUM

Fundado em 1989, o CAUM regista 800 atuações e seis álbuns gravados. Actuou em 10 países. Por ele passaram mais de 800 coralistas e seis maestros. É uma associação cultural sem fins lucrativos reconhecida como Pessoa Coletiva de Utilidade Pública em 2004.

Desde 1989 (na altura, com o nome de Grupo Coral da Associação Académica da Universidade do Minho) tem desenvolvido um trabalho de prática e divulgação da música de todas as épocas, em especial da música portuguesa.

Teve estreia televisiva do CAUM em direto pela RTP 1 durante a cerimónia do Estádio Municipal de Braga (2003), na qual interpretou o Hino Nacional perante 30 mil pessoas. No âmbito da comemoração dos seus 15 anos, atuou em direto no programa Praça da Alegria da RTP 1 (2004).
Em 2005 viu o seu trabalho em prol da cultura reconhecido na cerimónia dos galardões “A Nossa Terra” ao ser distinguido com o galardão “Associação Cultural e Recreativa”.

Desde a sua fundação até agosto 2004, o CAUM foi dirigido de forma exemplar por Fernando Lapa, que deixou no coro a distinção das suas qualidades musicais e humanas. Entre abril e dezembro de 2005 a regência do CAUM foi assumida por Magna Ferreira tendo, em janeiro de 2006, sido assegurada por Rui Paulo Teixeira (que já tinha desempenhado as mesmas funções entre outubro de 2004 e março de 2005), até dezembro de 2017. Na mesma data, Sílvio Cortez assumiu a direção musical do CAUM, tendo permanecido até setembro de 2022, quando o cargo foi assumido por Cosme Campinho. É hoje dirigido por César Freitas.

O CAUM iniciou a sua discografia com algumas interpretações no CD “Estes anos são viagem”, editado pela RUM – Rádio Universitária do Minho (1995) sendo também um dos coros representados na coletânea “Os Melhores Coros Amadores da Região Norte” (1997).

O seu primeiro CD tem como título “Vozes e Espaços” e foi gravado em Braga, na e no Salão Medieval do Largo de Paço, e em Guimarães, no Paço dos Duques de Bragança (2001).

Como grupo convidado participou na gravação dos álbuns “Al rescate del alma” da cantora galaico-portuguesa María do Ceo (2002) e “Se as capas falassem” da Azeituna (2002). Da natural sintonia das vozes do CAUM e dos instrumentos da Azeituna, surgiu uma realidade que transcende a dimensão de cada um dos grupos, sob a forma de uma série de espetáculos conjuntos e da gravação de um CD “Coro Sobre Azul” (2003).

Na celebração dos 15 anos de atividade o CAUM editou um CD multimédia intitulado “Hino da Universidade do Minho” (2004). O sonho de gravar um CD de Natal foi concretizado no projecto “Dormindo está o Menino” (2006), que contém um espólio riquíssimo de músicas de Natal com acompanhamento de órgão. O CD “Homenagem a Fernando C. Lapa” (2008) contém as mais importantes peças da história coral do CAUM da autoria deste maestro. Esta edição especial pretende ser uma singela homenagem à obra coral do compositor e inclui um livro único que contém as partituras de todas as peças gravadas.

Dando seguimento ao cultivo de uma partilha de cultura musical e da arte coral, o CAUM lançou, em 2017, um novo álbum, “Na promessa de uma canção”, uma coletânea de arranjos do Maestro Rui Paulo Teixeira, onde se comemora, acima de tudo, a amizade.

Fonte: Wikipédia (adapt. Meloteca)

CAUM - Coro Académico da Universidade do Minho

CAUM – Coro Académico da Universidade do Minho

Discografia

Vozes e Espaços, 2001
Coro sobre Azul, com Azeituna, 2003
Hino da Universidade do Minho, 2004
Dormindo está um menino, 2006
Homenagem a Fernando C. Lapa, 2008
Na Promessa de uma Canção, 2017

Sopro do Alentejo, escultura de Cristina Maria, Casa das Artes de Gavião, 2023, foto CMG
MÚSICA À VISTA

Elementos para um roteiro musicoturístico no concelho do Gavião

Sopro do Alentejo

Em frente da Casa das Artes de Gavião existe o Monumento de homenagem dos Gavionenses à Banda Juvenil do Município do Gavião, que contém um saxofone, mas também um sobreiro, símbolo do Alentejo. É constituído por pedra mármore corrente do Alentejo e inox com cerca de 2,90 metros de altura.

A obra resultou de uma encomenda do Município do Gavião à escultora e fadista Cristina Maria que, na inauguração cantou o fado de Amália Rodrigues, “Estranha Forma de Vida”, acompanhada por João Vaz na guitarra portuguesa.

Casa das Artes

Inaugurada em 2023, a nova Casa das Artes alberga o posto de turismo, uma loja de produtos regionais, o Museu da Música de homenagem à Banda Juvenil e uma galeria de arte. Nas traseiras descobre-se a Eco Laguna, uma piscina com fundo de areia, dispondo de bar de apoio, esplanada e espaços relvados.

O complexo da vila resulta da obra de requalificação da antiga Casa de João Ascensão e arranjo paisagístico envolvente.

Sopro do Alentejo, escultura de Cristina Maria, Casa das Artes de Gavião, 2023, foto CMG

Sopro do Alentejo, escultura de Cristina Maria, Casa das Artes de Gavião, 2023, foto CMG

Coro Padre Tomás Borba
Coros de Angra do Heroísmo

Agrupamentos vocais, sua história e atividade

Coro Padre Tomás Borba

O Coro Padre Tomás Borba, nome que adotou a partir de 1990 em homenagem ao grande músico e pedagogo terceirense, Tomás de Borba, é um coro misto criado em 1981, por iniciativa da Academia Musical da Ilha Terceira, com o objetivo de divulgar a música coral clássica e popular, nomeadamente a açoriana.

Fez a sua primeira atuação em 22 de julho de 1983 e desde então são inúmeros os concertos que realizou nos Açores, Madeira, continente português e estrangeiro.

Em 1990 foi agraciado pela Casa da Cultura de Ponta Delgada com o Diploma de Mérito Cultural.
Teve como maestros Luísa Alcobia Leal, Luís Soares, Duarte Rosa e Anabela Albuquerque a qual partilhou a direção do Coro nos anos 2001 e 2002 com maestrina Alla Lanova, que se manteve até 2022.

Ao longo de 20 anos ela contribuiu para a formação vocal e coral do grupo, acumulando a responsabilidade de introduzir grande parte do repertório de base que o coro mantém. Foi também durante a sua passagem que se criou, em Outubro de 2004, o Coro Juvenil da AMIT com o intuito de promover o enriquecimento cultural e musical dos jovens.

A partir de 2022, passou a ser dirigido por Miriam Homem, cuja passagem, apesar de efémera foi para todos enriquecedora. A partir do Encontro de Coros deste ano foi já dirigido pelo jovem maestro Gualter Silva, que assumiu, a partir desta data a titularidade da regência do coro.

Coro Padre Tomás Borba

Coro Padre Tomás Borba

Teatro de Vila Real
Festivais em Vila Real

Cursos, concursos, jornadas, festivais e outros eventos musicais no Concelho

Órgão Mascioni (2016) da de Vila Real

O grande órgão (dito sinfónico) da Catedral de Vila Real foi construído pelo organeiro Mascioni em 2016 e tem desde a sua inauguração a sua “programação organística permanente”.

Temporada do Órgão Mascioni (2016) da Catedral de Vila Real

Temporada do Órgão Mascioni (2016) da Catedral de Vila Real

Ponto de Guitarra – Festival de Guitarra em Trás-os-Montes e Alto Douro

O Ponto de Guitarra – Festival de Guitarra em Trás-os-Montes e Alto Douro (8 edições já realizadas) tem como director artístico Paulo Vaz de Carvalho.  A 23 de novembro, o duo João Pereira Coutinho e Paulo Amorim apresentou obras de Carlos Seixas (1704-1742), António Victorino D’Almeida (1940-), Fernando Lapa (1950-), Paulo Amorim (1963-). A 28 de dezembro de 2023, Aires Pinheiro apresentou, no Teatro de Vila Real, CD “Homenagem a José Duarte Costa”, integrado na programação do Ponto de Guitarra VIII – Festival de Guitarra em Trás-Os-Montes e Alto Douro. Júlio Guerreiro apresentou no mesmo dia 25 Bagatelas de Sérgio Azevedo, Vidlunnya de Nuno Peixoto de Pinho e Figuração VII de Filipe Pires. Pelo festival passou ainda o argentino Roberto Aussel. Tiago Matias encerra o festival no dia 14 de janeiro, às 17:30, no Teatro Ribeiro Conceição, em Lamego, com obras de Tavares Lamecense. O festival incluiu também uma conferência sobre e uma classe de aperfeiçoamento sobre a Sonata 47 de Alberto Ginastera, e uma conferência de João Pedro Duarte sobre “Tavares Lamecense e a música para guitarra de setecentos”.

Ponto de Guitarra - Festival de Guitarra em Trás-os-Montes e Alto Douro

Ponto de Guitarra – Festival de Guitarra em Trás-os-Montes e Alto Douro

Festival Internacional Douro Jazz

Em 2023 acontece em Vila Real a 18.ª edição do Festival Internacional Douro Jazz. De 4 a 14 de Outubro, o festival apresenta no Teatro de Vila Real seis concertos, com artistas locais, nacionais e internacionais.

O pianista Tord Gustavsen, uma das figuras de maior relevo do jazz escandinavo, é o cabeça de cartaz internacional. Com uma carreira de 20 anos distinguida com múltiplos prémios, incluindo o Prémio Bell para o Melhor Álbum de Jazz Internacional, Tord apresenta-se em trio com Jarle Vespestad na bateria e Steinar Raknes no contrabaixo. A abertura do programa ocorre com a apresentação de “Serpente”, o mais recente disco do vila-realense Carlos Azevedo que, enquanto director da Orquestra Jazz de Matosinhos ou compositor, tem uma carreira notável a nível nacional e internacional.

De Espanha, participa o duo de guitarra e bateria Rotan2 Project, baseado na técnica “fingerstyle” de Tanausú Luis.

Segue-se GUME, um quinteto de músicos sediados em Lisboa que explora a síncope, a palavra e a melodia em diálogo com a cultura urbana e as tradições rítmicas originárias de África e da sua diáspora, como a rumba cubana, o maracatu brasileiro, o rara haitiano, o jazz e o rap norte-americanos.

Na segunda semana reunimos a Orquestra de Jazz do Douro e Luísa Sobral (uma das compositoras e cantoras mais importantes da nova geração de músicos portugueses) para interpretarem um repertório planeado propositadamente para este concerto.

O Douro Jazz fecha com um concerto do quarteto que junta o trompetista português Luís Vicente com o renomado contrabaixista americano William Parker, o saxofonista John Dikeman, também americano, e o baterista britânico Mark Sanders.

A 18.ª edição do Douro Jazz conta com uma programação complementar no Café-Concerto, numa parceria com o Café-Concerto Maus Hábitos e Os putos do jazz.

Fonte: Putos do jazz

Teatro de Vila Real

Teatro de Vila Real

Igreja Matriz de Redinha
Música à vista

Elementos para um roteiro de Iconografia, pintura e escultura de temática musical no Concelho

Igreja Matriz de Redinha

A Igreja Matriz de Redinha, Pombal, é uma igreja manuelina, repetindo a tipologia da Igreja Paroquial de nave e Capela-mor rectangulares cobertas de madeira. Ostenta portal manuelino de arco policêntrico. Tem Capela lateral renascentista e torre sineira tardia.

Fonte: SIPA

Igreja Matriz da Redinha

Igreja Matriz de Redinha, créditos Rodrigo Teodoro de Paula

Academia de Música de Vila Verde
Escolas de música no Concelho

Ensino especializado de música

Academia de Música de Vila Verde

A Academia de Música de Vila Verde (AMVV) é o principal pilar da Associação Cultural e Musical de Vila Verde (ACMVV), que tem vindo a desenvolver projetos no âmbito da Música, da Formação Profissional e do Desporto.

Em 1982, foi fundada sob a alçada da Câmara Municipal de Vila Verde a única Escola de Música do Concelho, que, na altura, abriu as portas com mais de seiscentas inscrições.

Em 1995, para tornar independente a Escola de Música, foi constituída a Associação Cultural e Musical de Vila Verde, que assumiu a continuidade do ensino da música com aulas de variados instrumentos e formação musical. Graças ao trabalho desenvolvido, rapidamente, este ensino proliferou em todo o Concelho, garantindo o acesso a todos os habitantes, através de polos em Pico S. Cristóvão, Goães, Covas de Aboim, Ponte, Atães, Lage e Freiriz. Posteriormente, estes polos tornaram-se autónomos e, consequentemente, o número de alunos na sede reduziu.

A Escola de Música foi sofrendo, desde o seu início, diversas alterações orgânicas e funcionais, conducentes ao seu processo de maturação, tendo assumido em 2005, através da atribuição da autorização definitiva DREN/ nº 186, por parte do Ministério da Educação, a denominação de Academia de Música de Vila Verde.

Durante o ano de 2005 e 2006, na sequência da oficialização, a profissionalização e o rigor de funcionamento de todos os serviços nos três regimes de ensino articulado, supletivo e livre, impôs a criação de um corpo administrativo e pedagógico sólido, constituído por dezasseis professores e cinco colaboradores com contratos de Prestação de Serviços.

Fonte: AMVV

Academia de Música de Vila Verde

Academia de Música de Vila Verde