Tag Archive for: música em Pinhel

Hawk Festival, Pinhel
Festivais de Música em Pinhel

Ciclos, encontros, temporadas e festivais de música no Concelho

CIMfonia

Sítio: cimfonia.org

O projeto CIMfonia resulta de uma simples aglutinação da sigla CIM – Comunidade InterMunicipal – e da palavra fonia que pode significar som ou voz, e pretende traduzir isso mesmo, a voz da região, o apelo do interior. O ciclo de concertos e eventos do programa CIMfonia pretende seduzir toda a comunidade a intervir de forma criativa e proativa, na candidatura de Guarda Capital Europeia da Cultura, em 2027. (Osvaldo Ferreira)

O projeto engloba os municípios de Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Covilhã, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão, Gouveia, Guarda, Manteigas, Mêda, Pinhel, Sabugal, Seia, Trancoso.

Hawk Festival

Hawk Festival’17 realizou-se em Pinhel em 2017. Bispo, GrogNation, Rizzo, KEVU, Fucking Bastards, Jimmy Clash, Kappa Jotta, Alienn e Kilimanjaro subiriam ao palco da 1ª edição do Hawk Festival.

O Hawk Festival’ 17 surgiu pela mão da Associação Juvenil Falcões da Europa – EUROHAWK, que tem como fim “a promoção da mobilidade europeia, para a aprendizagem, cidadania, diálogo, e troca de valores da União Europeia (UE) entre jovens nacionais e de outros países da comunidade europeia e seus parceiros; promoção dos valores políticos da UE no plano local e nacional; promoção dos interesses locais de juventude”.

O principal propósito deste festival passa por acrescentar valor e diversidade à dinâmica cultural e juvenil do Concelho de Pinhel, sendo um festival organizado por jovens para todos, mas essencialmente para os primeiros.

Hawk Festival, Pinhel

Hawk Festival, Pinhel

Rancho Folclórico "A Flor do Campo"
Folclore em Pinhel

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

Rancho Folclórico “A Flor do Campo”

O Rancho Folclórico “A Flor do Campo” é uma associação de natureza cultural e etnográfica sediada em Souropires.

Em 2019, foi anunciado que o Jardim 5 de Outubro, em Pinhel, acolheria, mais uma edição do Festival de Folclore das Vindimas. Estavam previstas as participações do Rancho Folclórico “A Flor do Campo” (Souropires, Pinhel), o Rancho Folclórico e Etnográfico “As Ceifeiras” da Fanadia (Caldas da Rainha), o Rancho Folclórico e Etnográfico de Vilarinho (Lousã) e o Rancho Folclórico do Centro Social e Cultural da Coriscada (Mêda).

O Festival de Folclore das Vindimas de Pinhel é organizado pelo Rancho Folclórico “A Flor do Campo”, de Souropires, em parceria com o município.

Rancho Folclórico "A Flor do Campo"

Rancho Folclórico “A Flor do Campo”

Morada:

Souropires
6400-100 Pinhel

Rogério Pires, guitarrista, de Pinhel
Músicos naturais do Concelho de Pinhel

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Cláudia Madeira

A fagotista Cláudia Madeira é natural de Pinhel, distrito da Guarda. Em 2010 ingressou na Escola Profissional de Artes da Beira Interior, na classe de Fagote de Cidália Torres.  Prosseguiu os estudos no Curso Instrumentista de Sopros e Percussão, com Ricardo Santos.

Em 2016 iniciou a licenciatura na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, na classe de Carolino Carreira, concluindo o curso em 2019.

Em 2023 concluiu o Mestrado em Ensino da Música, variante Instrumento (Fagote) e Música de Conjunto na mesma instituição.

Durante o seu percurso participou em classes de aperfeiçoamento com os professores Robert Glassburner, Arlindo Santos, Johan Steinnmann, Ricardo Ramos, Renée Knigge e
Roberto Erculiani.

Em 2022, participou no Simpósio Nacional dos Professores de Fagote.

Frequentou estágios de orquestra sinfónica com os maestros António Saiote, Frank Zielhorst, Jean Sébastien Béreau, Jan Wierzba, Charles Roussin, Osvaldo Ferreira, Rui Pinheiro, Peter Stark, Julien Benichou e Tobias Gossmann. Com a orquestra de sopros, realizou estágios com os maestros José Eduardo Gomes, Francisco Sequeira, Luís Clemente, Francisco Ferreira e Tiago Oliveira.

Como membro integrante da Orquestra de Sopros da EPABI, participou no I e II concurso Internacional Filarmonia D’Ouro. Participou ainda como músico no I Workshop de Direção de Banda, sob orientação do maestro Javier Viceiro.

Apresenta-se regularmente com a Sinfonietta de Castelo Branco e exerce funções de docente no Conservatório de Música e Artes do Centro.

Rogério Pires

Rogério Pires nasceu em Pinhel, cresceu na Guarda, ama cada uma delas e também Lisboa, para onde foi estudar Filosofia e acabou por ficar.

Tem 55 anos e há muito tempo que é guitarrista acompanhador – de músicos como Michel, João Afonso ou Zeca Medeiros, Rodrigo Leão, de bailarinos nas aulas de dança do Conservatório de Lisboa. Bagatelas é o seu primeiro CD de originais.

Saiu desta espécie de sombra para enfrentar o palco com a guitarra: “não é nada fácil. Já corri o mundo com o Luís Guerra, um bailarino brutal, e está toda gente a olhar para ele. Ou para o Zeca Medeiros, ou para o Michel, ou para o João Afonso. Mas estas músicas aqui são minhas e vou ter de as defender. Dentro de mim alguma coisa me lança para isto.” – disse ao Diário de Notícias a 22 de março de 2016. Há anos que compunha músicas e os amigos ouviam-nas e diziam-lhe para gravar. Nunca o fez, “não tinha urgência de gravar”. Foi escrevendo o mundo nas 15 canções que se alinham no Bagatelas, saídas da “guitarra acústica de seis cordas de nylon” numa edição de autor. Um desses amigos, com quem nunca tocou, é Sérgio Godinho, que descreve o disco como “uma viagem numa barca de águas tranquilas”. Rodrigo Leão destaca a “delicadeza e a sensibilidade” das composições.

Este guitarrista juntou as notas de chula numa resposta ao Sr. João (e ele ainda não sabe…), que resmungava com ele e os amigos, adolescentes, quando tocavam músicas mais da pesada no Centro Cultural da Guarda – e no andar de baixo ensaiavam os grupos tradicionais. Já lá vão 30 anos. Ilha Terceira leva-nos ao meio do Atlântico, Depois da Chuva a saltitar nas poças -, aquilo que Rogério fará, de quando em vez, caminhando pela cidade com a guitarra às costas. Mantém o termóstato beirão que o faz andar de calções em dezembro e sorri quando conta que toda a gente se recolhe nos dias de chuva e Lisboa é “toda” dele.

As músicas que foi compondo chegaram ao CD praticamente iguais. “Mudei uma nota ou duas, no máximo.” Diz-se “um humilde guitarrista”. Aprendeu a tocar com o pai e o avô. Fez o Conservatório, em Lisboa, onde ficou, depois, como “professor acompanhador de aulas de dança no Conservatório de Dança”.

Rogério Pires, guitarrista, de Pinhel

Rogério Pires, guitarrista, de Pinhel

Igreja de São Luís Matriz de Pinhel
Órgãos de tubos do concelho de Pinhel [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de Pinhel

Igreja de São Luís Matriz de Pinhel

Igreja de São Luís Matriz de Pinhel

Contígua à Igreja da Misericórdia de Pinhel, a Igreja Paroquial de São Luís (matriz de Pinhel) está localizada no Largo D. Cristóvão de Almeida Soares, na cidade de Pinhel. A fundação da Igreja e Convento de São Luís remonta a 1596. É uma igreja eclética de planta longitudinal, sendo constituída por elementos seiscentistas (portal e nave única), por elementos oitocentistas (portal em arco, torre sineira e as janelas em arco) e por elementos atuais, como o coro-alto. Foi edificada no século XVI, como Capela do antigo convento das Clarissas de S. Francisco fundado por Luís de Figueiredo Falcão, e era a de Pinhel. Apresenta talha barroca no altar-mor, teto em caixotões e paredes forradas a azulejos seiscentistas policromados. Tem um púlpito artístico. Foi classificada como Imóvel de Interesse Público por despacho de agosto de 1980.

Localizado no coro alto da Igreja de São Luís de Pinhel está o órgão de dois teclados manuais e pedaleira, com acoplamentos. De origem francesa, foi montado por Augusto Joaquim Claro, em 1904, em construção pneumática tubular, e restaurado pelo organeiro António Simões em 1989. Esta técnica que antecede a aplicação de sistemas elétricos, muito usada na época em França e na Alemanha. De acordo com António Simões, “este sistema permitia usar o instrumento com muita facilidade, no que diz respeito à combinação de jogos, embora a sua complexidade desse origem a diversas avarias.”

coro alto

Órgão da igreja de São Luís, Pinhel

Órgão da igreja de São Luís, Pinhel

Montra do órgão

Órgão da igreja de São Luís, Pinhel

Órgão da igreja de São Luís, Pinhel