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Tocador de flauta, em azulejo colorido, Viseu

MÚSICA À VISTA

Pormenores de Iconografia Musical no Concelho de Viseu

Para rotas de cultura em musicoturismo

Tocador de flauta, em azulejo colorido, Viseu

Tocador de flauta, de Joaquim Lopes

Tocador de flauta, em painel de azulejo colorido, de Joaquim Lopes, Rossio, Viseu

A 17 de maio de 2019, o Executivo Municipal aprovou a proposta de classificação do Painel de Azulejos do Rossio. Esta aprovação final da classificação do Painel, inaugurado a 13 de dezembro de 1931, como “Património de Interesse Municipal” é o culminar de um processo de reconhecimento, salvaguarda e proteção iniciado há um ano pelo Município de Viseu, e que foi sujeito com sucesso ao crivo legal devido. Esta proteção legal reforça as garantias de salvaguarda deste importante património cultural de Viseu, isenta de qualquer arbitrariedade. O Painel de Azulejos do Rossio constitui hoje, e desde há muito, um dos mais importantes ícones de Viseu. Ocupa, assim, um lugar marcante e insubstituível na paisagem urbana e na representação imagética e simbólica da “cidade-jardim” e do Rossio (em que se insere), das tradições da Beira Alta e da cidade da Feira de São Mateus. Se no plano urbanístico adquiriu forte singularidade paisagística, nos planos identitário e turístico conquistou o estatuto de um símbolo. Assinada por um dos mais reputados nomes da primeira geração de artistas modernistas portugueses, o pintor portuense Joaquim Lopes, a obra configura a criação de maior dimensão do seu autor, uma das mais marcantes e notáveis criações de arte pública em mural azulejar do seu período e, simultaneamente, um património que testemunha um momento histórico de reforma urbanística e estética de Viseu cidade moderna, mas também uma consciência à época de um discurso de autorrepresentação, inspirada por um nome maior da história local: o Capitão Almeida Moreira, fundador e diretor do Museu Grão Vasco, administrador-delegado da Comissão de Iniciativa e Turismo de Viseu, Vereador da Câmara, professor, mecenas de artes e, ele próprio, artista.

Rua Augusta Cruz, cantora viseense

Rua Augusta Cruz, cantora viseense

Rua Augusta Cruz, cantora viseense (1869-1901)

Órgãos de tubos do concelho de Viseu [6]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja da Misericórdia 

Igreja da Misericórdia 

Igreja da Misericórdia

A Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Viseu possui em tribuna do lado da Epístola um órgão da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 53, de 1797, restaurado em 1990 por António Simões e reconstruído em 2012 pelo mesmo organeiro.

O Museu da Misericórdia de Viseu possui o órgão memorial de homenagem a Júlia d’Almendra, uma das primeiras pessoas privadas a ter órgão de tubos em Portugal.

Igreja de Santa Maria Madalena do Campo

Bênção e concerto inaugural a 20 de novembro de 2021, por André Ferreira e Ensemble São Tomás de Aquino e, no dia 21, concerto de órgão (Liliana Duarte) e flauta (Alexandre Andrade), na comemoração do Dia da Paróquia.

Órgão da Igreja de Santa Maria Madalena do Campo, Viseu

Órgão da Igreja de Santa Maria Madalena do Campo, Viseu

Órgão da Igreja de Santa Maria Madalena do Campo, inaugurado em 2021

Órgão da Igreja de Santa Maria Madalena do Campo, inaugurado em 2021

Igreja de São Francisco

Igreja da Ordem Terceira de São Francisco

Igreja da Ordem Terceira de São Francisco

A Igreja da Ordem Terceira de São Francisco possui órgão de tubos.

Igreja do Carmo

Igreja do Carmo

Igreja do Carmo, Viseu

A Igreja de Nossa Senhora do Carmo possui órgão de tubos em mau estado de conservação.

Igreja do Seminário Maior

Igreja do Seminário Maior

Igreja do Seminário Maior

A Igreja do Seminário Maior de Viseu possui da autoria de Luís António dos Santos, 1808, nº 8, reparado por António Simões a expensas da Fundação Calouste Gulbenkian.

de Viseu

Sé de Viseu

de Viseu

A (Catedral) de Viseu possui no coro alto um órgão positivo histórico.

Segundo Manuel Valença e Wesley Jordan teve um órgão da autoria de Manuel Benito Gomes, 1721-22, que desapareceu.