Vila Real e os seus festivais

Teatro de Vila Real
Festivais em Vila Real

Cursos, concursos, jornadas, festivais e outros eventos musicais no Concelho

Órgão Mascioni (2016) da de Vila Real

O grande órgão (dito sinfónico) da Catedral de Vila Real foi construído pelo organeiro Mascioni em 2016 e tem desde a sua inauguração a sua “programação organística permanente”.

Temporada do Órgão Mascioni (2016) da Catedral de Vila Real

Temporada do Órgão Mascioni (2016) da Catedral de Vila Real

Ponto de Guitarra – Festival de Guitarra em Trás-os-Montes e Alto Douro

O Ponto de Guitarra – Festival de Guitarra em Trás-os-Montes e Alto Douro (8 edições já realizadas) tem como director artístico Paulo Vaz de Carvalho.  A 23 de novembro, o duo João Pereira Coutinho e Paulo Amorim apresentou obras de Carlos Seixas (1704-1742), António Victorino D’Almeida (1940-), Fernando Lapa (1950-), Paulo Amorim (1963-). A 28 de dezembro de 2023, Aires Pinheiro apresentou, no Teatro de Vila Real, CD “Homenagem a José Duarte Costa”, integrado na programação do Ponto de Guitarra VIII – Festival de Guitarra em Trás-Os-Montes e Alto Douro. Júlio Guerreiro apresentou no mesmo dia 25 Bagatelas de Sérgio Azevedo, Vidlunnya de Nuno Peixoto de Pinho e Figuração VII de Filipe Pires. Pelo festival passou ainda o argentino Roberto Aussel. Tiago Matias encerra o festival no dia 14 de janeiro, às 17:30, no Teatro Ribeiro Conceição, em Lamego, com obras de Tavares Lamecense. O festival incluiu também uma conferência sobre e uma classe de aperfeiçoamento sobre a Sonata 47 de Alberto Ginastera, e uma conferência de João Pedro Duarte sobre “Tavares Lamecense e a música para guitarra de setecentos”.

Ponto de Guitarra - Festival de Guitarra em Trás-os-Montes e Alto Douro

Ponto de Guitarra – Festival de Guitarra em Trás-os-Montes e Alto Douro

Festival Internacional Douro Jazz

Em 2023 acontece em Vila Real a 18.ª edição do Festival Internacional Douro Jazz. De 4 a 14 de Outubro, o festival apresenta no Teatro de Vila Real seis concertos, com artistas locais, nacionais e internacionais.

O pianista Tord Gustavsen, uma das figuras de maior relevo do jazz escandinavo, é o cabeça de cartaz internacional. Com uma carreira de 20 anos distinguida com múltiplos prémios, incluindo o Prémio Bell para o Melhor Álbum de Jazz Internacional, Tord apresenta-se em trio com Jarle Vespestad na bateria e Steinar Raknes no contrabaixo. A abertura do programa ocorre com a apresentação de “Serpente”, o mais recente disco do vila-realense Carlos Azevedo que, enquanto director da Orquestra Jazz de Matosinhos ou compositor, tem uma carreira notável a nível nacional e internacional.

De Espanha, participa o duo de guitarra e bateria Rotan2 Project, baseado na técnica “fingerstyle” de Tanausú Luis.

Segue-se GUME, um quinteto de músicos sediados em Lisboa que explora a síncope, a palavra e a melodia em diálogo com a cultura urbana e as tradições rítmicas originárias de África e da sua diáspora, como a rumba cubana, o maracatu brasileiro, o rara haitiano, o jazz e o rap norte-americanos.

Na segunda semana reunimos a Orquestra de Jazz do Douro e Luísa Sobral (uma das compositoras e cantoras mais importantes da nova geração de músicos portugueses) para interpretarem um repertório planeado propositadamente para este concerto.

O Douro Jazz fecha com um concerto do quarteto que junta o trompetista português Luís Vicente com o renomado contrabaixista americano William Parker, o saxofonista John Dikeman, também americano, e o baterista britânico Mark Sanders.

A 18.ª edição do Douro Jazz conta com uma programação complementar no Café-Concerto, numa parceria com o Café-Concerto Maus Hábitos e Os putos do jazz.

Fonte: Putos do jazz

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