Gentes de Almeirim – Associação Cultural e Etnográfica
Folclore em Almeirim

Tradições, atividades e grupos do Concelho

  • Gentes de Almeirim – Associação Cultural e Etnográfica
  • Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo
  • Rancho Folclórico de Fazendas de Almeirim
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almeirim
Gentes de Almeirim – Associação Cultural e Etnográfica

Gentes de Almeirim – Associação Cultural e Etnográfica é uma coletividade que preserva e divulga o património material e imaterial do concelho de Almeirim.

Gentes de Almeirim – Associação Cultural e Etnográfica

Gentes de Almeirim – Associação Cultural e Etnográfica

Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo

O Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo é um grupo que desenvolve pesquisa no âmbito da cultura popular. Fundado por Celestino Graça nos anos 50, atravessou uma período de pausa até 1979. Está federado na F.P.C.C.R: (Federação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio e é membro da Federação do Folclore Português desde a sua fundação.

Está sediado em Benfica do Ribatejo, concelho de Almeirim e distrito de Santarém, na zona centro de Portugal, numa zona rural eminentemente agrícola e piscatória do Tejo com paisagens tradicionalmente ribatejanas de lezíria e charneca. Além da bela vista de um ambiente levemente tocado pela mão do Homem, é uma zona conhecida pela sua gastronomia e pelas suas gentes.

No início da década de 1950, a zona de Benfica do Ribatejo vivia principalmente das atividades piscatórias. Quando a Feira do Ribatejo começava a ganhar forma e força, surgiu um agrupamento muito “sui-generis” para a época e que retratava uma das figuras tradicionais do Ribatejo: o pescador. Chamava-se este agrupamento o Rancho Folclórico dos Pescadores de Benfica do Ribatejo.

Celestino Graça grande impulsionador do folclore ribatejano, foi o seu fundador. Inicialmente, as danças e trajes retratavam principalmente a figura do pescador. Celestino Graça, teve o cuidado de efetuar minuciosas recolhas junto dos pescadores mais antigos, especialmente na zona dos Cucos e das Faias, identificando os usos e costumes desta gente então tão característica da zona, dando animação e vida a estes usos e costumes em danças como a “Valsa Danada”, “Cor Tão Bela”, “A Cigana”.

O Rancho comporta um repertório de 42 danças e é composto por perto de 40 elementos que vão desde músicos a dançarinos.  O Rancho apresenta um novo figurino com a adição das danças e cantares das margens do Tejo, da lezíria e das charnecas. As suas características vincadamente regionais fazem deste rancho um dos embaixadores do folclore do Ribatejo o que para além das presenças nos maiores e mais prestigiados festivais nacionais de Norte a Sul do País, bem como atuações televisivas e em programas de rádio em Portugal e no Estrangeiro. Participou nos seguintes festivais:

  • Festival Internacional de Billingham 1983 (Inglaterra) (Festival CIOFF)
  • Festival de Chanteu Gombert – Marselha – Grenoble 1982 (França)
  • Festival Internacional de Apiro 1985 (Itália)
  • IV e V Festival Mundial de Folclore 1991 e 1993 (Palma de Maiorca) 3º Lugar (Musical))
  • Festival Agrigento “ Saga do Mandorlo in Fiore” 1996 Sicília (Itália)
  • 3d International Culture and Art Festival of Büyükçekmece –Istanbul – (Turquia) 3º Lugar (Dança) Julho de 2002 (Festival CIOFF)
  • X Festival Mundial de Danças Folclóricas 2003 Palma de Maiorca 1º Lugar Especial de Dança 3º Lugar Musical e Vocal

RFBR

Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, Almeirim

Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, Almeirim

RFBR

Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, Almeirim

Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, Almeirim

RFFA

Rancho Folclórico de Fazendas de Almeirim

Rancho Folclórico de Fazendas de Almeirim

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almeirim

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almeirim ao longo da sua vida gravou, para várias editoras, temas do seu repertório, recolhido no concelho nos anos 50. Amália Rodrigues gravou o Fadinho da Tia Maria Benta e os Caracóis; Tonicha, Vai de Ruz Truz Truz; Roberto Leal, Fadinho da Tia Maria Benta.

O seu prestígio é atestado por numerosas atuações internacionais e distinções: 1º Prémio do Vira (Vira de Seis) na Figueira da Foz, em 1957; Medalha da Cidade de Paris, em 1958; 1º Prémio (Tempio di Dioscuri) em 1960; Medalha do Município de Marselha (França), em 1963; 1964 – 1º Prémio “Fêtes de la Mirabelle” e Prémio da Imprensa – Nancy (França), em 1964; Medalha de honra do Concelho da Câmara Municipal de Almeirim, pelas Bodas de Prata, em 1981; 1º Prémio Amizade dos Povos – IX Duna Menti Folkiofesztivfal – Kalosca (Hungria), em 1987; Medalha de Mérito da Região de Turismo do Ribatejo pelos seus 35 anos de atividade, 1991; Troféu Figuras Mais – Ribatejo/92; Prémio Especial da Crítica – Agrigento (Sicília – Itália), 2004; Medalha de Honra do Concelho de Almeirim, grau Ouro, atribuído pela Câmara Municipal de Almeirim, pelas Bodas de Ouro, em 2006.

RFCPA

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almeirim

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almeirim

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