Amarante e os seus festivais

Festival Internacional de Percussão de Amarante
Festivais em Amarante

Cursos, concursos, jornadas, temporadas, ciclos e festivais de música e dança no Concelho

Festival Internacional de Guitarra de Amarante

Organizado pelo CCA, o Festival Internacional de Guitarra de Amarante inclui concertos, conferência, classes de aperfeiçoamento e concurso. Tem em 2022 a 6ª edição.

Festival Internacional de Guitarra de Amarante

Festival Internacional de Guitarra de Amarante

Festival Internacional de Percussão de Amarante

O Festival Internacional de Percussão de Amarante (2ª edição em 2021) é um evento promovido pelo Centro Cultural de Amarante Maria Amélia Laranjeira. O Festival pretende promover a partilha de conhecimento através de profissionais do ramo da percussão e, ainda, a troca de experiências entre alunos de diferentes Escolas de Música do país, através de workshops, oficinas, apresentações e concertos.

Festival Internacional de Percussão de Amarante

Festival Internacional de Percussão de Amarante

Band’Arte

Em 2018, pelo quarto ano consecutivo, o Município de Amarante promoveu o Festival de Bandas, Band’Arte!. O certame pretende promover a cultura musical no seio da comunidade amarantina, impulsionando o trabalho desenvolvido pelos músicos do concelho. Assenta ainda na promoção do espírito de competitividade, convívio e partilha de experiências entre os participantes.

Band'Arte, Amarante

Band’Arte, Amarante

O Festival pretende divulgar novos talentos do concelho e reunir uma mostra de projetos musicais desenvolvidos por intérpretes individuais, bandas ou DJ’s, residentes e/ou naturais do concelho de Amarante e com a idade mínima de 16 anos.

Ciclo de Música ao Luar do Festival Inventa

Sítio: www.festivalinventa.pt

O Ciclo de Música Ao Luar, no âmbito do Festival Inventa, 2021/2022, é um ciclo em que projetos emergentes da música nacional se associam às paisagens naturais nos concelhos de Cabeceiras de Basto, Paredes, Cinfães, Felgueiras, Celorico de Basto, Paços de Ferreira, Resende, Marco de Canaveses, Mondim de Basto, Penafiel, Amarante, Castelo de Paiva, Baião, Lousada. Parques naturais, paisagens protegidas, espaços envolventes a áreas arqueológicas e outras edificações classificadas servem de cenário para concertos intimistas ao luar, para ver, ouvir e sentir.

Ciclo de Órgão de Tubos do Festival Inventa

Sítio: www.festivalinventa.pt

Organistas de todo o mundo reconhecem Portugal pela sua diversidade de órgãos de tubos funcionais, especialmente em espaços de culto religioso. Valorizando os órgãos instalados no território do Douro, Tâmega e Sousa, o Festival Inventa propõe em 2021 um ciclo de programação específico, com dimensão internacional, em itinerância por igrejas e mosteiros: Amarante (igreja de São Pedro), Felgueiras (mosteiros de Pombeiro e de Caramos), Marco de Canaveses (igreja de São Martinho de Soalhães), Cabeceiras de Basto (mosteiro de São Miguel de Refojos).

Festival Mimo

Sítio: mimofestival.com

O festival Mimo aconteceu pela primeira vez em 2004 no município brasileiro de Olinda. Tinha como intenção sensibilizar a comunidade para a importância do património através de eventos culturais de entrada gratuita, com a música a assumir um papel principal. Expandiu-se por diversas cidades brasileiras (Recife, João Pessoa, Ouro Preto, Tiradentes, Paraty e Rio de Janeiro).

Em 2016, chegou a Amarante, distrito do Porto, onde se realiza anualmente desde então, tendo já recebido nomes como Herbie Hancock, Rodrigo Amarante ou Tom Zé.

Apesar de não descurar, musicalmente, as suas raízes brasileiras, a quarta edição do Mimo amarantino, em 2019 ofereceu (literalmente, já que a política de gratuitidade se mantém) uma programação eclética, combinando géneros musicais de todo o mundo.

Festival Mimo, Amarante

Festival Mimo, Amarante

No entanto, foi forte a aposta na música africana, com nomes icónicos do passado até talentos mais contemporâneos: um dos maiores destaques do cartaz foi o maliano Salif Keita, reconhecido como “a voz dourada de África”, que aos 69 anos veio ao festival apresentar o seu 14.º álbum de estúdio, Un Autre Blanc (“Um outro branco”, numa referência ao seu albinismo). Atuariam também a dupla portuguesa Miramar, projeto que junta Frankie Chavez e Peixe (ex-Ornatos Violeta) e que procura explorar as possibilidades de casamento entre a guitarra portuguesa e a guitarra elétrica; os palestinianos 47Soul, uma das mais promissoras bandas do Médio Oriente, parte do movimento shamstep (cruzamento de eletrónica com o dabke, género de música e de dança tradicional daquele território); os brasileiros Bixiga 70, combo de São Paulo que mistura música brasileira com funk, samba-jazz, reggae e afrobeat; e ainda a dupla constituída por Fred Ferreira e Lívia Nestrovski, apontada pela organização “como uma das maiores e mais versáteis vozes da música brasileira da atualidade”.