Festival Mimo, Amarante
Festivais em Amarante

Eventos musicais relevantes no Concelho

Band’Arte

Em 2018, pelo quarto ano consecutivo, o Município de Amarante promoveu o Festival de Bandas, Band’Arte!. Este certame pretende promover a cultura musical no seio da comunidade amarantina, impulsionando o trabalho desenvolvido pelos músicos do concelho. Assenta ainda na promoção do espírito de competitividade, convívio e partilha de experiências entre os participantes.

Band'Arte, Amarante

Band’Arte, Amarante

O Festival pretende divulgar novos talentos do concelho e reunir uma mostra de projetos musicais desenvolvidos por intérpretes individuais, bandas ou DJ’s, residentes e/ou naturais do concelho de Amarante e com a idade mínima de 16 anos.

Festival Mimo

O festival Mimo aconteceu pela primeira vez em 2004 no município brasileiro de Olinda. Tinha como intenção sensibilizar a comunidade para a importância do património através de eventos culturais de entrada gratuita, com a música a assumir um papel principal. Expandiu-se por diversas cidades brasileiras (Recife, João Pessoa, Ouro Preto, Tiradentes, Paraty e Rio de Janeiro).

Em 2016, chegou a Amarante, distrito do Porto, onde se realiza anualmente desde então, tendo já recebido nomes como Herbie Hancock, Rodrigo Amarante ou Tom Zé.

Apesar de não descurar, musicalmente, as suas raízes brasileiras, a quarta edição do Mimo amarantino, em 2019 ofereceu (literalmente, já que a política de gratuitidade se mantém) uma programação eclética, combinando géneros musicais de todo o mundo.

Festival Mimo, Amarante

Festival Mimo, Amarante

No entanto, foi forte a aposta na música africana, com nomes icónicos do passado até talentos mais contemporâneos: um dos maiores destaques do cartaz foi o maliano Salif Keita, reconhecido como “a voz dourada de África”, que aos 69 anos veio ao festival apresentar o seu 14.º álbum de estúdio, Un Autre Blanc (“Um outro branco”, numa referência ao seu albinismo). Atuariam também a dupla portuguesa Miramar, projeto que junta Frankie Chavez e Peixe (ex-Ornatos Violeta) e que procura explorar as possibilidades de casamento entre a guitarra portuguesa e a guitarra elétrica; os palestinianos 47Soul, uma das mais promissoras bandas do Médio Oriente, parte do movimento shamstep (cruzamento de eletrónica com o dabke, género de música e de dança tradicional daquele território); os brasileiros Bixiga 70, combo de São Paulo que mistura música brasileira com funk, samba-jazz, reggae e afrobeat; e ainda a dupla constituída por Fred Ferreira e Lívia Nestrovski, apontada pela organização “como uma das maiores e mais versáteis vozes da música brasileira da atualidade”.

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