Mara, cantora de Arraiolos
Músicos do Concelho de Arraiolos

Música e músicos no Concelho

  • Francisco Teles (maestro)
  • Mara
  • Rayos
Francisco Teles

Francisco Teles, maestro, iniciou os estudos musicais aos 11 anos de idade na S.M.U. Vimieirense (Arraiolos) a sua terra natal. Aos 20 anos ingressou na Banda do Regimento de Infantaria 16 de Évora, sendo promovido a 1º Cabo Músico. De 1966 a 1997 foi músico na Banda da Companhia dos Caminhos de Ferro de Lisboa, onde foi seu Subchefe. Frequentou o Conservatório de Lisboa nos anos de 1968 a 1969, no curso de Clarinete Especial.

Foi regente da Banda Filarmónica da sua terra durante 13 anos, e atualmente é regente do Grupo de Canto Coral da Associação de Reformados e Pensionistas de S. João de Brito e Alvalade (Lisboa) e regente da Banda Filarmónica do Grupo de Solidariedade Musical e Desportiva de Talaíde, da freguesia de S. Domingos de Rana, Concelho de Cascais, cargo que desempenha desde 1995. Mais recentemente criou a Orquestra Ligeira, do mesmo grupo.

Mara

Mara é uma cantora natural de Arraiolos. A arte de cantar começa a fitá-la desde a sua infância em que o fado era uma predominância no seio familiar. Ao longo do seu percurso, envolve-se em diversos projetos onde canta bossa nova, música portuguesa, faz formação de voz na escola Jb Jazz, integra o projeto Música nos Hospitais e compõe o seu primeiro original, em 2003 ainda em Lisboa.

Em 2009 regressou às suas raízes, o Alentejo. No encontro com Carlos Menezes (baixista e diretor musical) que a incentivou a “tirar as músicas da gaveta” “revisita os temas mais antigos dando-lhes uma nova roupagem, e compõe ainda novas canções, surgindo assim o álbum “Folha de Rosto”. No disco de estreia, conta ainda com a colaboração de Daniel da Silva (guitarra flamenca), Henrique Leitão (Guitarra Portuguesa) e Rui Gonçalves (percussão), músicos com os quais já tinha colaborado em outras ocasiões.

Mara foi convidada em 2011 para integrar e gravar com o grupo de música folk [Aqui Há Baile], em 2012 criou a banda sonora para uma curta metragem [A Linha, de Adriana Martins da Silva], em 2013 para um filme promocional e em 2014 criou a banda sonora para diferentes espetáculos de dança.

No ano de 2014 destaca-se a sua participação com o pianista Amílcar Vasques-Dias, o concerto no Festival Bons Sons, o convite e participação no concerto da Ronda dos Quatro Caminhos com a Orquestra Sinfonietta de Lisboa, e a nomeação para o prémio Mais Música da Revista Mais Alentejo.

Participou no concerto do Mestre António Chainho, no pré-lançamento do seu álbum comemorativo dos seus 50 anos de carreira.

Rayos

Rayos é um projeto natural de Arraiolos que recolhe influências da música celta, medieval e tradicional portuguesa. A banda prepara-se para editar o seu primeiro EP, “Terras de Rayos”, já disponível em pré-venda, com a chancela da Music in My Soul – noticiava o portal Cardápio em 2016.

Resultado de uma fusão entre música Celta, Medieval e Tradicional Portuguesa, este projeto tenta criar um ambiente único ao vivo, levando o espectador por uma viagem sem fronteiras, onde se pode mergulhar em mágicos momentos instrumentais, suaves melodias de flauta e momentos únicos de profunda reflexão.

Rayos, projeto musical de Arraiolos

Rayos, projeto musical de Arraiolos

Andreia Carmo, a voz dos Rayos, iniciou o seu percurso musical aos 15 anos na Escola de Música do Município de Arraiolos, onde estudou canto. Já integrou projetos de música tradicional, pop/rock e bossa nova. O fado fez parte da sua vida desde pequena e continua a estar presente em projetos como “Notas ao Vento” e “Zanguizarra”. Na vertente medieval e celta integra “Trovadores de Arraiolos” e “Rayos”.

António Luís Valente iniciou os estudos musicais aos 8 anos de idade com o acordeão. Entre os 9 e os 11 dedicou-se também ao piano e aos 11 anos descobriu a sua paixão pela bateria. Em 1998, dedicou-se ao ensino musical, carreira que desenvolve até aos dias de hoje. Nos “Rayos” toca piano, sintetizadores e percussão.

David Espingardeiro é o guitarrista dos Rayos. Desde os 12 anos que estuda guitarra clássica e guitarra elétrica. Juntou ao seu percurso estudos em guitarra portuguesa e guitarra jazz, o que lhe permite participar em vários projetos dos mais variados estilos musicais.

Ângela Fortes começou o seu caminho musical aos 7 anos, quando entrou na “Academia de Música de Évora” para estudos musicais. Toca em vários grupos de música com as mais diferentes sonoridades desde a música clássica, passando pela música celta e medieval. Terminou a Licenciatura em Estudos Teatrais na Universidade de Évora e atualmente é professora na Escola Secundária Eça de Queirós e encenadora no grupo de teatro amador de Arraiolos – “Dupla Identidade”.

Paulo Travelas é um músico autodidata, que descobriu a sua vocação aos 4 anos quando lhe oferecem uma pianola e, mais tarde, um acordeão. Na adolescência a guitarra assume um papel principal na sua carreira musical. Atualmente, participa em alguns projetos musicais no Alentejo nas minhas diferentes sonoridades: música tradicional, medieval, celta, anglo-saxónica e latino americana.

Augusto Graça é o instrumentista deste grupo, que traz consigo uma influência jazz em fusão com música tradicional. Tó Zé Caeiro é o baterista e percussionista, que iniciou o seu trajeto musical aos 13 anos à semelhança de vários elementos deste grupo alentejano.