Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo
Folclore de Braga

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Minho (Baixo Minho)
  • Distrito: Braga
  • Concelho: Braga

08 grupos

  • Associação Cultural “Os Sinos da
  • Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo
  • Grupo Folclórico da Universidade do Minho
  • Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda
  • Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio
  • Rancho Folclórico de Santa Maria de Adaúfe
  • Rancho Folclórico S. João Baptista de Nogueira
  • Rancho Folclórico Santa Cecília Vilaça
Associação Cultural e Festiva “Os Sinos da

Sediada na Rua D. Pedro V, nº 1 Braga, A Associação Cultural e Festiva “Os Sinos da ”, assumiu a história do Grupo Folclórico de Professores de Braga, fundado no ano letivo de 1978/79 na Escola Francisco Sanches, com a finalidade de desenvolver unidades de estudo e recreio no âmbito das manifestações musicais e coreográficas que configuram aspetos da cultura popular minhota.

Associação Cultural e Festiva "Os Sinos da Sé"

Associação Cultural e Festiva “Os Sinos da

Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo

Filiado na Federação de Folclore Português, o Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo foi fundado a 05-12-1984.

GFACRHF

Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo

Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo

Grupo Folclórico da Universidade do Minho

O Grupo Folclórico da Universidade do Minho, defensor do enriquecimento da esfera cultural da academia minhota, teve a sua estreia no dia 22 de junho de 1993, nas festas Sanjoaninas da cidade de Braga. A sua criação prende-se com os objetivos de recolher, preservar e divulgar toda a cultura do Baixo Minho tão rica e tão diversa em tradições.

GFUM

Grupo Folclórico da Universidade do Minho

Grupo Folclórico da Universidade do Minho

O GFUM é um legítimo defensor deste património cultural e, assim dá a conhecer as mais variadas manifestações típicas da cultura do povo Minhoto: o trajar, o cantar e o dançar nos finais do séc. XIX inícios do séc. XX, procurando despertar na juventude da academia o respeito e a valorização desta Cultura porque «Um povo que renega o seu passado, é um povo sem futuro».

Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda

O Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda teve a sua origem nas rusgas que as freguesias rurais do concelho de Braga organizavam para participarem na romaria de S. João de Braga em meados do século passado, no ano de 1963.

Teve um êxito até então nunca alcançado, em que os seus participantes, com ajuda de João Pereira arrancam com um rancho folclórico. Apresentou-se pela primeira vez em público nas festas de Nossa Senhora do Parto desse ano. Em 1964, atuou no festival do jardim nas Festas Gualterianas de Guimarães.

GFSMA

Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda

Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda

Iniciou um trabalho de recolha junto das pessoas da freguesia de Aveleda e freguesias vizinhas, recolha que hoje faz parte do seu reportório. Tem procurado ser um digno representante do Baixo Minho, em particular da sub-região etnográfica vale D’Este e das gentes de Aveleda. Tem atuado de norte a sul do país, e no estrangeiro (Espanha, França e Alemanha). Tem presenças na RTP e gravações em cassetes, discos, CD e vídeo. Realiza no primeiro sábado de agosto de cada ano o festival de folclore do Vale D’Este.

Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio

No dia 24 de junho de 1936 o Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio teve a sua primeira atuação em público. Viviam-se as festas sanjoaninas na cidade de Braga que ficaram para sempre ligadas à génese do grupo. O Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio é uma das coletividades mais antigas do país, sendo o mais antigo da região do Baixo Minho.

Grupo Regional do Minho foi a primeira designação da coletividade, “mas, passado um ano e após muita insistência, o doutor Gonçalo Sampaio aceitou ceder o seu próprio nome na condição de que fossem respeitadas todas as regras de rigorosidade no que respeita às tradições”, referiu Manuela Sá Fernandes, presidente da Direção.

Três eventos estiveram na origem da criação do grupo: o mais remoto foi o Cortejo Etnográfico de Barcelos, ocorrido no ano de 1932. Os outros dois mais diretamente ligados foram a a Romagem Nacional à Batalha e o espetáculo comemorativo do 20.º aniversário do Theatro Circo, ocorridos em 1935. Uma parte deste espetáculo ocorrido no Theatro Circo, ao qual assistiram vários membros do governo e outras ilustres personalidades, foi preenchida com cantares populares confiada à orientação do Dr. Gonçalo Sampaio que, devido à sua idade avançada e à sua precária saúde, contou com a colaboração do professor Mota Leite.

O sucesso da iniciativa acalentou ainda mais o sonho de Gonçalo Sampaio em formar um grupo folclórico. Foi ele próprio que incentivou o professor Mota Leite a proceder à recolha de danças, cantares, trajes e quaisquer outros motivos tradicionais de toda a região do Baixo Minho com interesse para a futura constituição do desejado grupo folclórico.

A preservação das tradições da região está hoje bem espelhada em todo o trabalho desenvolvido pelo Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio. Depois da criação do Museu do Traje, onde podem ser apreciadas peças que constituem hoje uma verdadeira relíquia e um retrato fiel dos nossos antepassados e suas tradições, a coletividade tem também em funcionamento Oficinas de Cavaquinho, Bordados e Concertina.

“Gostaríamos de expandir também para a Viola Braguesa”, afirmou Manuela Sá Fernandes em 2015 ao Correio do Minho, esclarecendo que estas oficinas são dirigidas a todos os interessados, que não têm de integrar o grupo. “As pessoas integram o grupo somente se quiserem. Gostaríamos que isso acontecesse, particularmente no que diz respeito ao cavaquinho, por causa do nosso grupo”, continua a responsável, acrescentando que atualmente estão em funcionamento duas turmas, uma de crianças e outra de adultos.

Cada área tem o seu formador. No caso dos ateliês do cavaquinho e da concertina, os formadores são membros do grupo folclórico que ficaram encarregues de transmitir todos os conhecimentos aos formados. Ao longo de vários anos o Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio tem também assumido a primordial missão de divulgar as danças, cantares e trajos da Região do Baixo Minho por todo o país e por vários países, nomeadamente Espanha, França, Inglaterra, Bélgica, Alemanha, Suíça e Brasil.

Além das canções populares, o grupo apresenta trajes de há 150 anos em uso na região de Braga. Elas, com o trajo de Capotilha, de Encosta, da Ribeira e do Valdeste, com a sua variante de Sequeira. Eles, com o generalizado trajo masculino. A sua ‘ronda’, das mais típicas, é constituída por uma ou mais concertinas, cavaquinhos, violas braguesas e violões, bombo e ferrinhos.

Em 2011 celebrou 75 anos de existência com a realização de uma gala no Theatro Circo, sala de espetáculos onde o grupo esteve sediado nos primeiros anos. Nessa altura foi preparada uma monografia que registou os momentos mais marcantes dos 75 anos da sua história.

Rancho Folclórico S. João Baptista de Nogueira

RFSJBN

Rancho Folclórico S. João Baptista de Nogueira

Rancho Folclórico S. João Baptista de Nogueira

Rancho Folclórico Santa Cecília de Vilaça

Fundado em Janeiro de 2013, o Rancho Folclórico de Santa Cecília de Vilaça, que integra a Associação Desportiva e Cultural de Vilaça, no concelho de Braga, é o mais jovem grupo do Baixo Minho, mas tem tanto de juventude como de empenho. “Levamos isto a sério” garante o presidente da direção, Agostinho Oliveira, que ‘lidera’ uma ‘família’ que já integra seis dezenas de elementos, desde os três aos 70 anos de idade.

RFSCV

Rancho Folclórico Santa Cecília Vilaça

Rancho Folclórico Santa Cecília Vilaça

Havia um grupo empenhado e Agostinho Oliveira, de 70 anos de idade, regressado de uma vida de 40 anos de emigração à terra onde construiu casa, aceitou o desafio de presidir à direcção, até porque também ele quer ajudar a freguesia. Com gosto pela concertina e sem resistir a um ‘vira’, o presidente abraçou o projeto e está, hoje, “muito contente” que tem tido boa recetividade na freguesia e em todos os locais por onde o Rancho Folclórico de Santa Cecília de Vilaça já passou.

Conta com atuações em vários locais. Em 2015, as tradições folclóricas de três concelhos desfilaram no 1.º Festival de Folclore de Vilaça, o primeiro organizado pelo Rancho Folclórico de Santa Cecília de Vilaça, que fica na história por ser o primeiro, e por ajudar a angariar verbas para a construção de uma nova igreja, projeto que mobiliza toda a comunidade.

Além do grupo anfitrião, subiram ao palco do 1.º Festival de Folclore de Vilaça o Grupo Etnográfico da Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Paredes de Coura; o Rancho Folclórico das Carvalheiras de Argivai, do concelho da Póvoa de Varzim, e o Grupo Folclórico sa Casa do Povo de Lomar, também do concelho de Braga.
Centenas de pessoas fizeram questão de assistir ao festival.

Em nome dos párocos de Vilaça, o Padre Marcelino Ferreira realçou que “há uma colaboração e uma comunhão entre o Rancho e a Paróquia” e “tirou o chapéu’ ao grupo que “em pouco tempo se afirmou e está aqui a organizar um festival”. O presidente da Junta da União de Freguesias de Vilaça e Fradelos, José Manuel Martins, que é também cantador no Rancho e foi um dos impulsionadores da coletividade, destacou o “muito trabalho” do grupo para realizar o 1.º festival de folclore.

Um dos anseios manifestados pelo presidente da direção do Rancho, Agostinho Oliveira, é vir a instalar o grupo na antiga escola do 1.º ciclo de Vilaça, encerrada o ano passado. Reconhecendo as boas condições que o Rancho tem atualmente na sede da Junta, onde ensaia todas as quintas-feiras, Agostinho Oliveira manifesta a vontade de ter um espaço próprio e de dar uso à antiga escola.

Fonte: Teresa M. Costa, Correio do Minho, 14 de julho de 2015

Rancho Folclórico de Santa Maria de Adaúfe

RFSMA

Rancho Folclórico de Santa Maria de Adaúfe

Rancho Folclórico de Santa Maria de Adaúfe