Fábio Moreira, trombonista, de Castelo de Paiva
Músicos naturais do Concelho de Castelo de Paiva

[ Serviço público sem financiamento público, o Musorbis foi lançado em dezembro de 2020. O processo de inserção de dados pode ser acelerado com a cooperação dos músicos no que se refere a currículos e fotografias em falta. ]

  • Fábio Moreira (trombone)
  • Flávio Oliveira (trompa)
  • Jorge Pereira (percussão)
  • Jorge Teixeira (violino)
Fábio Moreira

Fábio Moreira, natural de Castelo de Paiva, iniciou os estudos musicais na Banda Marcial de Bairros aos 10 anos. Em 2007 ingressou na Academia de Música de Castelo de Paiva na classe de Trombone de Pedro Mendes e, no ano seguinte, na classe de David Silva, com quem terminou o curso Secundário de Música em 2014 com classificação máxima na disciplina de Trombone. Nesse mesmo ano, ingressou na ESMAE, na classe dos professores David Silva e Severo Martinez, tendo terminado a licenciatura em 2017.

Ao longo da sua carreira tem colaborado com várias orquestras, entre elas a Orquestra Sinfónica da ESMAE, Orquestra Clássica da FEUP, Orquestra das Instituições Superiores de Ensino, Orquestra Filarmónica Portuguesa, Orquestra Sine Nomine, Orquestra do Atlântico, Orquestra de Guimarães e Orquestra Gulbenkian. Foi membro do ensemble de metais Massive Brass Attack e colaborou com o grupo Wild Bones Gang, ambos sob a direção artística de Sérgio Carolino.

Fábio Martins

Fábio Moreira, trombonista, de Castelo de Paiva

Fábio Moreira, trombonista, de Castelo de Paiva

Frequentou classes de aperfeiçoamento, cursos e festivais com Stefan Schulz, Ian Bousfield, Nathan Zgonc, Andreas Klein, Jamie Williams, David Brouchez, Bill Thomas, Justin Clark, Hakan Bjorkman, Csaba Wagner, Francisco Rosario Vega, entre outros. Trabalhou com os maestros José Rafael Pascual Vilaplana, Douglas Bostock, Jan Cober, Giancarlo Guerrero, Baldur Brönimann, Pedro Neves, Joana Carneiro, entre outros.

Em 2013 obteve o 2.º prémio no Concurso “Terras de la Salette”, em 2014 o 1.º prémio nas Olimpíadas Musicais na Academia de Música de Castelo de Paiva e em 2018 o 2.º prémio no Concurso Internacional de Trombone em Castelo de Paiva.

Lecionou as disciplinas de Trombone e Classe de Conjunto na Escola de Artes do Norte Alentejano entre 2017 e 2018. Leciona a disciplina de Trombone no Colégio Didálvi, em Barcelos e na Escola de Música da Banda de Música de Cête. É membro do grupo de trombones Slide Bones Symbiosis e colabora regularmente com a Banda Sinfónica Portuguesa.

Flávio Oliveira

Natural de Castelo de Paiva (Feitoria – Bairros), Flávio Oliveira iniciou os estudos musicais em 2007 na Academia de Música de Castelo de Paiva na classe de Trompa com Marco Costa. Fez os estudos superiores na Escola Superior de Artes Aplicadas com os professores Luís Vieira e Paulo Guerreiro onde terminou em 2021 o Mestrado em ensino da música variante trompa.

Realizou classes de aperfeiçoamento Manolo Ortega, Abel Pereira, Hélder Vales, Froydis Ree Wekre, David Fernandez Alonso, Paulo Guerreiro, Bohdan Sebestik, Flávio Barbosa, Luís Vieira, Nuno Vaz e Ricardo Silva. Participou em estágios de orquestra com os maestros Joel Monteiro, Cesário Costa, José Eduardo Gomes, Maestro Rui Pinheiro, Osvaldo Ferreira, Fuad Ibrahimov, Oksana Lyniv, Fergus McWilliam e Paulo Martins, com as orquestras: Orquestra Académica Portuguesa, Orquetra Sinfónica “Ensemble”, Orquestra de Vigo 403, Orquestra Filarmónica de Braga, Ceuta International Symphony Orchestra, EUYWO, Banda Sinfónica Portuguesa. Tocou com a Orquestra Sem Fronteiras, Deutsch-Skandinavische Jugend-Philharmonie, Internationale Junge Orchesterakademie. Em 2013, participou no Encontro Nacional de Jovens Músicos com o Maestro José Eduardo Gomes. Em 2007 2º Prémio nas Olimpíadas da Academia de Música de Castelo de Paiva.

É professor de instrumento Trompa na Escola de Música da Banda Marcial de Bairros e professor de Expressão Musical e Outras Expressões na Artâmega.

Flávio Oliveira

Flávio Oliveira, trompista, de Castelo de Paiva

Flávio Oliveira, trompista, de Castelo de Paiva

Jorge Pereira

Natural da freguesia de Fornos, concelho de Castelo de Paiva, Jorge Pereira iniciou os estudos musicais aos 5 anos na Banda Musical de Fornos. Prosseguiu os estudos, na Academia de Música de Castelo de Paiva, na classe de piano com os professores Jorge Moreira e Eliana Veríssimo, tendo participado numa classe de aperfeiçoamento de piano com a professora Rosa Gondar. No ano de 2007 transitou para o Conservatório do Vale do Sousa, em Lousada, onde iniciou os  estudos na classe de percussão, com o professor João Cunha. Em 2009 prosseguiu os seus estudos na Escola Profissional de Música de Espinho onde estudou com os professores Joaquim Alves, Pedro Oliveira, Rui Rodrigues e Nuno Aroso.

Em 2012 foi admitido na Escola Superior de Música de Lisboa na classe dos professores Richard Buckley, Jeffery Davis e Pedro Carneiro. Participou em classes de aperfeiçoamento de percussão com Mário Teixeira, Markus Leoson, Rui Sul Gomes, Pedro Carneiro, Paulo Oliveira, Anders Astrand, Daniel Berg, Ney Rosauro, Bart Quartier, Peter Vulperhorst, num masterclass de timbilas Moçambicanas com Matchume Zango e num workshop de Adufe com Rui Silva.

Colaborou com a Orquestra Clássica de Espinho, Orquestra Sinfónica Juvenil, Lisbon Film Orchestra, Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa, Orquestra de Sopros da ESML, Banda Sinfónica de Santa Maria da Feira, Orquestra Nacional de Sopros dos Templários e participou também na orquestra APROARTE, entre outras.

Jorge Pereira

Jorge Pereira, percussionista, de Castelo de Paiva

Jorge Pereira, percussionista, de Castelo de Paiva

Tocou sob a direção de Christopher Bochmann, Délio Gonçalves, Paulo Martins, Alberto Roque, Pedro Neves, Felix Hauswirth, Hardy Mertens, Rui Massena, Jorge Salgueiro, Paulo Lourenço, Vasco Pearce de Azevedo, Andrew Swinnerton, Nuno de Sá, Ernst Schelle, entre outros De 2014 a 2017 pertenceu ao naipe de percussão da Banda Sinfónica do Exército Português. Desde 2017 pertence aos quadros da Guarda Nacional Republicana.

Jorge Teixeira

Natural de Castelo de Paiva, Jorge Teixeira iniciou os estudos musicais com o seu pai, Joaquim Teixeira. Aos onze anos começou a estudar violino, na Escola de Música e Bailado de Linda-a-Velha, onde foi aluno de Vasco Broco e José Ferreira. Em 1987 concluiu o Curso Superior de Violino, na classe de Leonor Prado, no Conservatório Nacional de Lisboa. Licenciou-se em Violino, pela Escola Superior de Música de Lisboa, em 2000.

Jorge Teixeira

Jorge Teixeira, violinista, de Castelo de Paiva

Jorge Teixeira, violinista, de Castelo de Paiva

Integrou várias orquestras juvenis nacionais (foi solista e concertino do Collegium Musicum, da Orquestra Sinfónica Juvenil e da Orquestra das Escolas de Música Particulares), e estrangeiras (Orchestre des Jeunes de la Méditerranée, Orquestra Filarmónica da Europa, Orchestre de l’Académie des Archets e Orchestre des Pays de Savoie). Apresentou-se a solo com a Orquestra Sinfónica da RDP e com a Orquestra D. Pedro V. Desenvolve atividade regular na área da música de câmara, tendo sido violinista do Quarteto Capela.

Foi professor de música de câmara na Orquestra das Escolas de Música Particulares e professor de orquestra na Orquestra Metropolitana. Leciona violino na Escola de Música Nossa Senhora do Cabo, em Linda-a-Velha, e é diretor musical da Orquestra D. Pedro V. Ingressou na Orquestra Gulbenkian em 1991.

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ESCOLAS

Academia de Música de Castelo de Paiva

A Academia de Música de Castelo de Paiva é um estabelecimento do ensino especializado de música que leciona cursos básicos e secundários de música de acordo com os normativos em vigor e a autorização concedida pelo ministério da educação. Funcionando em regime de paralelismo pedagógico durante vários anos, a academia viu reconhecido em 2011 o seu mérito artístico e educativo através da atribuição da Autonomia Pedagógica pelo Ministério da Educação e ciência, aos cursos que leciona. Nesta medida, a academia enquadra-se nos objetivos do sistema educativo e, por conseguinte, os estudos que leciona são equiparados aos ministrados nas escolas públicas.

Tem acedido à Academia um número cada vez maior de crianças e jovens, oriundos não só de Castelo de Paiva, mas também de concelhos vizinhos que procuram obter uma formação artística de mérito. Frequentam a Academia mais de 450 alunos, nos mais diversos cursos do currículo e lecionam cerca de 40 docentes devidamente especializados.

O desempenho da academia não se limita à ação educativa. Conforme o Plano Anual de Atividades que elabora, promove inúmeros concertos com os seus alunos, nos mais diversos locais. Salienta-se o elevado nível artístico dos agrupamentos que oferece, nomeadamente a Orquestra de sopros, a Orquestra Clássica, a Orquestra Ligeira, o Ensemble de Clarinetes, o ensemble de metais, o ensemble de guitarras, o ensemble de saxofones e os coros. A Academia celebrou 25 anos em 2013.

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