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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Gisela João, cantora, de Barcelos
Músicas no Concelho

Barcelos e os seus músicos

Músicos do Concelho de Barcelos

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Álvaro Cortez (marimba)
  • Ana Isabel Carvalho (soprano)
  • Ana Sofia Vintena (França/Barcelos, soprano)
  • Gabriela Peixoto (violinista)
  • Gisela João (fadista)
  • Helena Ressurreição (mezzo-soprano)
  • Helena Silva (violinista)
  • João Dias (guitarrista)
  • João Garcia de Guilhade (trovador)
  • José Carlos Vilas Boas (pianista)
  • José Fernandes da Silva (compositor litúrgico)
  • Luís Costa (compositor, 1879-1960)
  • Miguel Ângelo Pereira (compositor)
  • Nuno Areia (pianista)
  • Paula Miranda (clarinetista)
  • Samuel Bastos (oboísta)
  • Tiago Rodrigues (contrabaixista)

Ana Sofia Vintena

Ana Sofia Vintena, soprano, de Barcelos

Ana Sofia Vintena, cantora, de Barcelos

Ana Isabel Carvalho

Ana Isabel Carvalho, soprano, de Barcelos

Ana Isabel Carvalho, soprano, de Barcelos

Gabriela Peixoto

Gabriela Peixoto, violinista, de Barcelos

Gabriela Peixoto, violinista, de Barcelos

Gisela João

Gisela João, cantora, de Barcelos

Gisela João, cantora, de Barcelos

Helena Silva

Helena Silva, violinista, de Barcelos

Helena Silva, violinista, de Barcelos

Helena Ressurreição

Helena Ressurreição, cantora, de Barcelos

Helena Ressurreição, cantora, de Barcelos

João Dias

João Dias, guitarrista, de Barcelos

João Dias, guitarrista, de Barcelos

João Carlos Vilas Boas

José Carlos Vilas Boas, pianista, de Barcelos

José Carlos Vilas Boas, pianista, de Barcelos

Nuno Areia

Nuno Areia, pianista, de Barcelos

Nuno Areia, pianista, de Barcelos

Paula Miranda

Paula Miranda, clarinete, de Barcelos

Paula Miranda, clarinete, de Barcelos

Tiago Rodrigues

Tiago Rodrigues, contrabaixo, de Barcelos

Tiago Rodrigues, contrabaixo, de Barcelos

Samuel Bastos

Samuel Bastos, oboé, de Barcelos

Samuel Bastos, oboé, de Barcelos

Luiz Costa

Luiz Costa, compositor, de Barcelos

Luiz Costa, compositor, de Barcelos

Miguel Ângelo Pereira

Miguel Ângelo Pereira, compositor, de Barcelos

Miguel Ângelo Pereira, compositor, de Barcelos

Banda Plástica de Barcelos

A Banda Plástica de Barcelos, parte integrante do Centro Cultural de Barcelos, é um agrupamento musical, artístico e recreativo, que tem como finalidade a divulgação da música de cariz mais popular e tradicional, de Portugal e do Mundo.

Nasceu em 1976, com o intuito de participar nos saraus artísticos promovidos pelo Centro Cultural de Barcelos e para complementar o Coral de Barcelos. Inicialmente foi pensada com o objetivo de animar a segunda parte dos espetáculos promovidos pelo Coral de Barcelos, ou naqueles em que este participava. No entanto, e desde cedo, a Banda mostrou que tinha alma própria e pernas para andar. A sua primeira aparição pública, e de carácter oficial, teve lugar na freguesia de Orca, concelho do Fundão, nesse mesmo ano.

Emancipada, trilhou o seu próprio caminho, mas jamais permitiu que se quebrasse a união umbilical com o Centro Cultural de Barcelos, do qual ainda hoje é parte integrante, e ao qual pertencem a maioria dos seus elementos. A ideia da Banda, talvez porque genuína e espontânea, é de facto uma ideia de sucesso. Ela resulta de uma reação natural e instintiva do Homem; a necessidade deste se associar, de partilhar em conjunto as suas emoções, as suas alegrias e tristezas; a vontade de se manifestar publicamente e comunicar com o mundo através da música. A imagem plástica da Banda catapulta-nos para um ambiente de sonho e fantasia. As suas fardas multicolores, casaco azul com botões de fantasia, calças brancas com risca vermelha ou azul, boné de fantasia, papillon (laço), inspiradas no “Músico de Barro de Barcelos”, são uma consequência feliz da atenção do Homem para com o meio que o rodeia. É mais um dos fatores que liga o grupo às suas raízes culturais e lhe confere substância e autenticidade.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Diogo Carlos

Diogo Carlos nasceu no dia 4 de julho de 1999 em Barcelos. Iniciou os estudos musicais no Conservatório de Música de Barcelos, em 2009, tendo concluído em 2018, na Classe de Guitarra de Francisco Gomes. Frequentou classes de aperfeiçoamento de Guitarra com David Russell, Dejan Ivanovic, Fábio Zanon, Hugo Sanches, José Pina, Michel Sadanowsky, Alfred Melichar, Friederich, Lipz e Stephen Goss.

Apresenta-se regularmente em público, nomeadamente em recitais de guitarra para jovens guitarristas. Em abril de 2019 foi convidado para um recital a solo no Festival Internacional de Música de Almada.

Em 2016, foi admitido na Guildhall School of Music & Drama, Universidade de Londres tendo sido, no ano seguinte, admitido na Royal Academy of Music, Universidade de Londres, com bolsa de mérito. Obteve diversos prémios em concursos nacionais e internacionais de Guitarra dos quais se destacam: 2º Prémio no III Festival Internacional de Guitarra de Guimarães (2016); 2° Prémio no Concurso de Guitarra LusoEspanhol (2016); 1º Prémio no Concurso Internacional de Música “Cidade de Almada” (2018); 1º Prémio Ilda Moura 3ª Edição (2018); 2º Prémio XII Concurso de Guitarra Luso-Espanhol (2018); 1º Prémio no Concurso Internacional de Guitarra V.N. Cerveira (2018). Frequenta o 2º ano da Licenciatura em Performance na Royal Academy of Music sendo bolseiro pela Julian Bream Trust.

Bárbara Carvalho

Bárbara Carvalho é licenciada em Produção e Tecnologias da Música na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo. Por gosto e profissão, Bárbara dedica-se ao violino. Ao longo do tempo, esteve envolvida em diversos projetos como bandas e gravações de diversos álbuns. É ainda professora de violino e maestrina na vertente rock na Arts Academy – Barcelos, estando envolvida em diversas produções de espetáculos.

Bruno Lopes

Músico nascido em Lisboa no ano de 1978, tendo-se mudado pouco tempo depois para a cidade de Barcelos. Desde cedo se começou a interessar principalmente pela literatura, influências que acompanharam na área do Folk, Rock e Blues.

Em 1995, forma os “The Pisces”, grupo onde grava dois trabalhos: “Oceans”, editado em 1998, e “Inner Truth”, editado em 2001. Em 2001, lança doze poemas na obra gravada em disco no álbum “Escritos”, em 2007. Em 2003, dá inicia ao projeto a solo High Flying Bird, tendo lançado: “Songs of freedom” (2003); “Autumn” (2004); “Backyard Desert” (2005); “Escritos” (2007); “Ruas” (2010); “O desassossego” (2013).

Em 2010, com o apoio da junta de Freguesia e da Associação Desportiva e Cultural de Manhente cria o projeto “Guitarras de Manhente: Escola de Rock”, com o objetivo de promover o ensino da música na nossa região e junto das pessoas de todas as faixas etárias e de diferentes classes sociais. A escola rapidamente se tornou uma referência em Barcelos, onde são efetuados concertos regulares, workshops e várias apresentações de cariz social nas escolas do conselho. Em 2016, criou, com alunos formados nas Guitarras de Manhente, a banda L-Blues. O CD de estreia “L-Blues” foi editado em 2016, o que permitiu à banda percorrer o país durante dois anos. Em 2018, a banda lançou o novo disco “Vol.2” que foi gravado no AMP Studio com a produção do Paulo Miranda.

Carla Cortez

Carla Cortez é uma fadista barcelense e estudante de Engenharia de Materiais da Universidade do Minho. Começou a cantar o Fado na cidade de Barcelos através das iniciativas propostas pelo Pelouro da Juventude, em 2008. Desde então nunca mais deixou de cantar, obtendo várias distinções importantes: em 2010 venceu a Grande Noite do Fado de Braga, tendo conquistado no ano anterior o 2º lugar no mesmo evento. Venceu a Grande Gala de Fado do Porto.

Partilhou o palco com grandes figuras carismáticas do Fado.  Carla Cortez define-se como intérprete e defensora do Fado Tradicional e tem como principais referências Amália Rodrigues, Maria Teresa de Noronha, João Ferreira Rosa e Fernando Maurício. Do panorama fadista atual admira Carlos Zel, Ana Moura e Camané.

António Godinho

Pianista e artista barcelense, António Godinho nasceu em Oliveira de Azeméis, em 1955 mas está radicado em Barcelos, desde agosto de 2013. Iniciou os estudos de piano aos 5 anos em S. João da Madeira, com Marília Rocha, docente do Conservatório de Música do Porto. Fez o Curso Geral de Solfejo e 3º Ano de Piano e, aos 19 anos, formou a primeira banda. Foi nessa altura que conheceu o órgão Hammond. Experimentou a música eletrónica com o “MiniMoog D” e o piano elétrico Rhodes 73 Mk1, instrumento que manteve durante mais de 30 anos.

Participou em vários projetos musicais, tendo tocado na Feira do Livro de Barcelos, no Teatro Gil Vicente, na Casa das Artes de Arcos de Valdevez, entre outros locais. Como solista, tem tocado no auditório da Biblioteca Municipal de Barcelos e no Salão Nobre da Câmara Municipal, a convite da autarquia.

Nuno Calçada Loureiro

Nuno Calçada Loureiro nasceu no Porto em 1976 e reside em Barcelos desde 2009. Licenciou-se em Engenharia Mecânica pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, onde obteve também o grau de Mestre em Design Industrial. Atualmente, é docente do Instituto Superior de Entre Douro e Vouga (ISVOUGA). Desde novo, iniciou o estudo de música. Primeiro, na escola de música LAMIRÉ, onde estudou piano, flauta de bisel e percussão Orff, prosseguindo os seus estudos no Conservatório de Música do Porto, onde estudou Flauta Transversal, Piano, História da Música e Acústica Musical. No Conservatório, integrou a Big Band de Jazz e a Orquestra Clássica, onde chegou a ser solista. Prosseguiu os estudos de música, ingressando na Escola Diocesana de Ministérios Litúrgicos. Fez o III Curso Nacional de Música Litúrgica, onde estudou Direção Coral.

Participou em várias classes de aperfeiçoamento, de Flauta Transversal, Direção de Orquestra, Canto Gregoriano e Direção Coral. Pertenceu ao Orfeão Universitário do Porto, à Tuna de Engenharia da Universidade do Porto e ao Coral de Engenharia da Universidade do Porto. Foi diretor fundador do Coro da Catequese da Igreja Paroquial de Santo Ildefonso e diretor do Coro da Igreja de Santo Ildefonso. Foi também o Diretor Artístico dos Jovens Flautistas do Porto. É o diretor do Coro da Colegiada de Barcelos desde a sua fundação, em 2016.

João Henrique Correia

Também conhecido como Art Breaker, João Henrique Garcia tem 29 anos e nasceu em Barcelos. Técnico de Planeamento de profissão e apaixonado pela música. Na música, trabalhou com alguns dos nomes mais representativos do Rap em Portugal, tendo já pisado os maiores palcos da música portuguesa.

Filipe Miranda

Filipe Miranda, músico e artista plástico, é conhecido por ter integrado bandas como os Kafka e seu projeto a solo The Partisan Seed.

João Dias

João Dias, de Barcelos, é um intérprete de guitarra clássica, licenciado em Performance pelo Conservatório Superior de música de Vigo.

Victor Rodrigues

Victor Rodrigues é cantor, músico e compositor. O acordeão é o instrumento que o fascina desde a mais tenra idade: em 1998, com apenas 9 anos, iniciou a aprendizagem de acordeão na escola de musica Masof na cidade de Barcelos, e faz a sua integração no Grupo Folclórico Infanto-Juvenil de S. Miguel da Carreira.

Com uma grande capacidade de aprendizagem foi crescendo no mundo da música e em 2008 gravou o seu primeiro álbum com o titulo “Cheguei aos 18 anos”, dando ainda início a varias animações em casamentos, festas de família, jantares de empresas, entre outros. Pelos corredores da vida nasceu o desejo de formar a sua primeira banda e consequentemente a concretização de um segundo trabalho discográfico, com o título “Matei o gato”. Desde então tem vindo a percorrer o pais de norte a sul, dando a conhecer a sua música, e atuando ainda para as comunidades portuguesas no estrangeiro.

Fontes: Ana Sofia Vintena facultou as informações relativas a Nuno Areia (pianista), Gabriela Peixoto (violinista), Ana Isabel Carvalho (soprano), José Carlos Vilas Boas (pianista), Helena Silva (violinista), Tiago Rodrigues (contrabaixista), Paula Miranda (clarinetista), João Dias (guitarrista)

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/barcelos-gisela-joao-cantora.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:21:472024-10-28 18:02:38Barcelos e os seus músicos
Gonçalo Pratas no Teatro Aberto
Músicas no Concelho

Azambuja e os seus músicos

Músicos de Azambuja

Naturais do Concelho

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Délio Gonçalves (maestro)
  • Gonçalo Pratas (músico, compositor, produtor)
  • Paulo Gaspar (clarinetista)

Délio Gonçalves

Capitão-de-fragata músico, chefe da Banda da Armada, Délio Gonçalves nasceu em Azambuja, onde iniciou os estudos musicais, inicialmente em Clarinete com o Maestro João Teófilo, e mais tarde em Fagote com Carolino Carreira.

A sua atividade está centrada na direção, trabalhando não só com músicos e agrupamentos profissionais, mas também no meio amador onde desenvolve uma atividade intensa, não só na direção, mas também lecionando em estágios e workshops de música, e colaborando com os mais diversificados acontecimentos musicais, tanto em Portugal como no estrangeiro. É mentor e organizador de alguns eventos musicais de destaque no país.

O Comandante Délio Gonçalves recebeu vários louvores e condecorações ao longo da carreira: duas Medalhas Militares de Serviços Distintos – Grau Prata, a Medalha Militar de Mérito Militar de 2ª Classe, uma Medalha da Cruz de São Jorge de 2ª Classe, quatro Medalhas da Cruz Naval – 2ª e 3ª Classes, e a Medalha Militar de Comportamento Exemplar – Grau Prata.

Clique AQUI para ler a bio completa.

Gonçalo Pratas

Gonçalo Pratas (28 de setembro de 1976, Aveiras de Cima, Azambuja, Portugal) é um músico, compositor e produtor português. Tem vários trabalhos publicados na área da música e da literatura para a Infância, em coautoria com a escritora Inês Pupo. São conhecidos pelos livros, Buscapólos – Trocadilhar, pela colecção “Galo Gordo” e “A Casa Sincronizada”, prémio SPA de melhor livro Infanto-Juvenil de 2012.

Biografia

Na infância fez parte da Filarmónica Recreativa de Aveiras de Cima e do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aveiras de Cima. Frequentou o curso de Áudio da Orquestra Metropolitana de Lisboa. Vive em Lisboa onde já desenvolveu vários projetos de ensino no Centro Helen Keller, no Gabinete de Reconversão do Casal Ventoso, na Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo (EPOAE) – Chapitô e como professor no Jardim Infantil Pestalozzi.

Foi compositor para teatro e cinema, trabalhou com José Carretas, Companhia Teatral do Chiado, a Companhia do Chapitô e A.S. Produções (‘Ao fundo do túnel’, João Pupo, 2006).

Foi autor, diretor e produtor musical do projeto Buscapólos (música para poemas de José Jorge Letria) e dos projetos para crianças do Jornal Expresso de 2005 a 2007.

Em 2012 foi distinguido com o prémio de Melhor Livro Infanto-Juvenil atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores.

Gonçalo Pratas no Teatro Aberto

Gonçalo Pratas no Teatro Aberto

Realizações

Buscapólos

O livro e CD Buscapólos – Trocadilhar, Música para poemas de José Jorge Letria, com prefácio de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, foi lançado em 2002 e reeditado em 2010. É um projeto de música e poesia para crianças, em que os poemas de José Jorge Letria foram musicados, recorrendo a diferentes estilos e instrumentos musicais, por Inês Pupo, Gonçalo Pratas e Francisco Lemos.

Em 2010, os Buscapólos voltaram a juntar-se para um espetáculo inserido na comemoração do Dia Mundial da Poesia, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, numa iniciativa do Plano Nacional de Leitura e do CCB com o apoio financeiro do Ministério da Educação.

A música “Tito Troca-Tintas”, também deste álbum, faz parte da compilação “Putumayo Kids Presents European Playground”, de 2009, produzida pela editora discográfica Putumayo World Music. A Putumayo World Music é uma editora de Nova York que se tem especializado em compilações de música do mundo.

Fonte: Wikipédia

Reciclanda

Reciclanda, livros, instalações, formações e oficinas

A Reciclanda tem vindo a criar conteúdos de apoio a Educação para a Cidadania, Educação Ambiental e animação dos recreios. Promove a criação de objetos sonoros, brinquedos, jogos e instrumentos a partir de objetos em fim de ciclo. Desenvolve projetos que destacam a inclusão e a literacia, contribuindo para o sucesso escolar. O livro “Brincar Azul”, editado em 2026, contém 700 ideias de jogos divertidos e sustentáveis. Já a “Semana Azul” é um conceito de instalação promotora do brincar sustentável que envolve escolas de concelhos.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Paulo Gaspar

Paulo Gaspar nasceu em Azambuja em 1970. Iniciou os estudos musicais no Centro Cultural Azambujense. Estudou no Conservatório Nacional e na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal. É licenciado em Clarinete pela Escola Superior de Música de Lisboa e mestrado em Artes Musicais na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

É co-fundador do grupo “Dixie Gang” e tem colaborado com músicos como Sérgio Azevedo, Vitorino, Paco Bandeira, José Mário Branco, Jorge Palma, António Chaínho, Laurent Filipe, Tomás Pimentel, Sérgio Godinho, Luís Bragança Gil, Daniel Schvetz, Rui Veloso, Ala dos Namorados e Rodrigo leão.

Leia AQUI a biografia completa.

Paulo Gaspar

Paulo Gaspar, clarinetista, de Azambuja

Paulo Gaspar, clarinetista, de Azambuja

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/goncalo-pratas_canta-galo-gordo_teatro-aberto.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:21:202026-03-19 18:10:53Azambuja e os seus músicos
Pedro Mendes, cantor, de Avis
Músicas no Concelho

Avis e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Avis

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Pedro Mendes (cantor)
  • Vitorino Matono (acordeonista, 1921-2019)
Pedro Mendes

Pedro Mendes é um jovem cantor e professor, natural de Avis, distrito de Portalegre, Alentejo. Apresentou em 2020 o seu primeiro single: “Só te sei Amar”. Este single antecipa o seu primeiro disco, “Voltar”, a ser editado em 2021. Em entrevista a Infocul, a 22 de dezembro de 2020, afirmou:

A minha mãe costuma dizer que eu comecei primeiro a cantar do que a falar (corretamente). Como fui sempre muito acelerado (hiperativo), ela conta que eu dizia tudo tão rápido que, por vezes, mais parecia uma cantiga. Mas, fora de brincadeiras… cantar, cantar devia ter cerca de 4 anos. Fi-lo numa festa de aniversário da minha irmã mais velha. Lembro-me porque ficou gravada na memória a expressão na cara das pessoas à minha volta. Certamente, porque deviam estar a achar piada àquela “amostra” de gente. Mas sei que gostei daquela sensação e daí para a frente sempre que surgiam oportunidades, não me fazia rogado.

À questão “O Cante foi a primeira expressão musical com a qual teve contacto?”, Pedro Mendes respondeu:

Não, por acaso não foi. Mas, certamente, deve ter sido música popular portuguesa, pois era aquilo que os meus pais e os meus avós mais ouviam. O Cante é mais característico do Baixo Alentejo. O Alentejo tem a particularidade de ser muito grande e rico a nível cultural. Na minha zona, Alto Alentejo, o tipo de canção característico, culturalmente, são as “Modas de Saias”. Lembro-me de ser miúdo e quando havia, esporadicamente, aquelas festas dos grupos folclóricos e etnográficos, escutar a forma como cantavam, com muita atenção. O sentimento e a forma como expressavam as palavras cativava e prendia-me a atenção.

Pedro Mendes

Pedro Mendes, cantor, de Avis

Pedro Mendes, cantor, de Avis

Vitorino Matono

Vitorino Matono, acordeonista, de Avis

Vitorino Matono, acordeonista, de Avis

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/avis-pedro-mendes-infocul.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:20:492021-06-22 10:43:09Avis e os seus músicos
Inês Margaça, cantora lírica, de Aveiro
Músicas no Concelho

Aveiro e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Aveiro

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • António Andias (guitarrista, n. 1946)
  • Carla Moreira (trompete, n. 1998)
  • David Bento (violino)
  • Diana Ferreira (compositora, n. 1976)
  • Fernando Correia Martins (violinista, maestro)
  • Francisca Martins (composição, n. 1988)
  • Inês Margaça (cantora lírica, n. 2000)
  • José Afonso (cantautor, n. 1929 – m. 1987)
  • Mariana Barros (violinista)
  • Nóbrega e Sousa (compositor, n. 1913 – m. 2001)
  • Óscar Marcelino da Graça (composição, n. 1980)
  • Ricardo Ribeiro (composição, n. 1971)
  • Rossana Valente (flauta)
  • Tiago Cassola (guitarra, n. 1978)
Carla Moreira

Carla Moreira nasceu em Aveiro a 20 de janeiro de 1998.

Frequenta o Mestrado em Ensino da Música na Universidade de Aveiro. Licenciada em Música pela Universidade de Aveiro, na classe de Trompete de Luís Granjo, fez programas na Orquestra de Sopros do DeCA, na BigBand e colaborou em estágios sinfónicos.

Ao longo dos anos investiu na participação em classes de aperfeiçoamento com trompetistas de renome internacional. Iniciou os estudos na Associação Escola de Música da Quinta do Picado (Aveiro), onde atualmente leciona as aulas de Trompete e Formação Musical. No ano 2013 ingressou no Conservatório de Música de Águeda, na classe de Nuno Silva, e no ano seguinte ingressou na Escola Profissional de Música de Espinho, tendo tido aqui como professores Ivan Crespo e Luís Granjo.

A par da sua paixão pela música, está o seu interesse por adquirir e partilhar ferramentas que possibilitem o suporte emocional dos seus alunos, acreditando que o mesmo pode ser explorado através da arte. Foi nesta perspetiva que frequentou uma formação de meditação e suporte emocional para crianças e, ainda uma formação de instrutora de Yoga para idades compreendidas entre os 2 e os 16 anos.

É professora na Academia de Música da Quinta do Picado, desde o ano de 2014, onde leciona aulas de Trompete e de Iniciação e Formação Musical. É coordenadora do projeto MEU, dedicado a ensinar a música desde tenra idade. É vice coordenadora do projeto AMA, vencedor do concurso da Fundação Auchan, sendo pensado para crianças e jovens dos 5 aos 25 anos. Criou um projeto a solo que pretende criar uma aliança entre a Música, Yoga, Mindfulness e Meditação, promovendo uma visão do aluno como um todo, onde ferramentas, para além das musicais, possibilitam maior eficácia na aprendizagem e desenvolvimento através da Música. Leciona aulas de Música e Expressão Musical no Município de Ílhavo desde o ano letivo 2019/2020.

Carla Moreira

Carla Moreira, trompetista, de Aveiro

Carla Moreira, trompetista, de Aveiro

David Bento

Apresentando-se como um dos mais ativos violinistas da sua geração, o violinista português David Bento iniciou os estudos no Conservatório de Música de Águeda e posteriormente no Curso profissional na Jobra Educação.

É licenciado pela Escola Superior de Artes Aplicadas, tendo terminado ambos os cursos com a mais elevada classificação. Atualmente frequenta o Masterstudium em performance na Universität fur Darstellende Kunst Graz na classe de Eszter Haffner.

Leia AQUI a bio completa.

Fernando Correia Martins

Fernando Domingos Marques Correia Martins nasceu a 23 de novembro de 1936 em Aveiro e foi um dos maiores nomes da música portuguesa, sendo violinista, guitarrista, letrista, compositor, orquestrador e maestro. Esteve inserido em inúmeras orquestras ligeiras e conjuntos aos quais deu o seu cunho tão pessoal. Começou por estudar violino mas o gosto pela música levou-o a conhecer outras facetas musicais. Criou inúmeros temas para nomes destaque da música portuguesa e foi orquestrador de mais de 500 discos de nomes tão díspares como Simone de Oliveira, Deolinda Rodrigues, Marco Paulo, Clemente, Marina Mota, Carlos do Carmo, Dulce Pontes, Manuela Bravo, Dora, Alexandra, Paulo Alexandre ou Olívia.

Outra das suas notáveis características foi como compositor de temas para peças de teatro, tendo começado pelo teatro infantil no início da década de 70 e em 1975 fundou com várias pessoas o Teatro Adóque. Outras peças em que esteve envolvido e que foram enormes sucesso foram a opereta Invasão, nos anos 80 e A Severa, no início da década de 90. Depois disso já nos anos 2000 foi autor e maestro em várias revistas no Teatro Maria Vitória, onde em 2009 recebeu o Prémio Máscaras do Teatro, durante uma das exibições de Piratada À Portuguesa.

Fernando Correia Martins foi diretor e regente da Orquestra da Emissora Nacional a partir de 1990 e até à sua extinção em 1994. Foi também ele um notável compositor de marchas. Venceu a Grande Marcha de Lisboa em 1989, como compositor, num tema com letra de Rosa Lobato Faria, com quem fez várias parcerias depois disso. Ganhou o Prémio Musicalidade das marchas Populares de Lisboa de 2003 a 2007, um feito nunca conseguido por nenhum compositor. Compõe em 2005 e 2006 a Grande Marcha de Almada e em 2009 foi compositor das marchas dos Mercados e do Bairro Alto.

Na década de 90, o maestro Fernando Correia Martins foi convidado para dirigir o Festival de Israel, numa altura em que era autor e orquestrador da canção portuguesa, dado que os chefes de orquestra e maestros israelitas fizeram greve e entre os 40 chefes de orquestra foi ele o convidado pelo governo israelita. Esse feito valeu-lhe posteriormente uma condecoração estatal. Foi também ele o maestro do espetáculo dos 50 anos de carreira de Anita Guerreiro e de Maria José Valério, bem como do concerto dos 60 anos de carreira de Deolinda Rodrigues.

Fernando Correia Martins foi um dos grandes nomes dos Festivais da Canção. A sua primeira participação foi no Festival da Canção 1975, como orquestrador e maestro do tema Canção Acesa (9º lugar), interpretado por Vítor Leitão. Voltou ao certame em 1979 como orquestrador de três dos temas desse Festival: Zé Brasileiro Português de Braga (4º lugar na 2ª semifinal), interpretado por Alexandra; Canção do Realejo (5º lugar na 2ª semifinal), defendido por Valério Silva e do tema vencedor Sobe, Sobe, Balão Sobe, que Manuela Bravo cantou e representou Portugal no Festival Eurovisão da Canção desse ano. No Festival da Canção 1980 foi orquestrador dos temas Concerto Maior (7º lugar), interpretado por Manuel José Soares, Uma Razão de Ser (4º lugar na 3ª semifinal), que Alexandra e António Sala cantaram e Agosto Em Lisboa (9º lugar), defendida por Zélia Rodrigues. No certame do ano seguinte voltou a ser orquestrador e maestro desta vez de Daqui Deste País (5º lugar) interpretado pelos Bric-À-Brac e de Um Adeus, Um Recomeço (3º lugar), que Maria Guinot cantou.

Correia Martins participou no Festival da Canção 1982 como orquestrador e maestro do tema Até Amanhecer (3º lugar), interpretado por Alexandra e de É O Fim do Mundo (11º lugar), cantado por Marco Paulo. No ano seguinte concorreu pela primeira vez como autor e compositor, para além de assumir as funções de orquestrador e maestro dos temas Mal d’ Amores (11º lugar), interpretado por Xico Jorge e Rosa, Flor Mulher (5º lugar), defendido por Alexandra. Na seleção interna levada a cabo pela RTP em 1988 para escolher o nosso representante para a Eurovisão, Correia Martins foi orquestrador do tema Quando A Noite Se Faz Certa, que Luís Duarte cantou. Em 1989 a RTP convidou-o para ser o diretor musical de todo o Festival da Canção, assumindo toda a parte musical do mesmo que teve lugar no Teatro Garcia de Resende em Évora e a mesma função teve no Festival da Canção 1991, na antiga FIL em Lisboa. Em 1989 foi ainda maestro do tema Canção de Roda e Fantasia (5º lugar) interpretado por Lenita Gentil.

No Festival da Canção 1990 dirigiu a orquestra nos temas Uma Rainha (6º lugar), interpretado pelos Onda Média, Na Ilha do Tesouro (8º lugar), que João Paulo cantou, Via Aérea (7º lugar), defendida por Jorge Fernando, Jujú e a sua Banda (9º lugar) cantado pelos Afonsinhos do Condado e Terceiro Milénio (10º lugar), que Kika interpretou. No ano seguinte foi orquestrador do tema Fazer Uma Canção (2º lugar), com interpretação dos Blocco e posteriormente foi convidado para ser o maestro do tema vencedor, Lusitana Paixão, interpretado por Dulce Pontes, no Festival Eurovisão da Canção desse ano em Roma. No Festival da Canção 1992 foi compositor, orquestrador e elemento do coro do tema Chão de Dança (10º lugar nas semifinais), que a sua esposa Olívia interpretou e também na grande final foi maestro dos temas Amo O Sol (5º lugar), defendido pelo grupo Safari, e A Tua Cor Café (6º lugar), cantado por Cristina Roque. A sua última participação foi em 1993 como orquestrador do tema Lembrar os Anos Sessenta (12º lugar nas semifinais), que Olívia interpretou.

Fernando Correia Martins foi um dos grandes nomes da música portuguesa que merece ser sempre recordado e homenageado por todos nós. Faleceu de forma inesperada aos 72 anos, a 28 de março de 2009 em Lisboa, depois de se sentir mal em casa após uma sessão da revista que estava a dirigir e de não ter sido socorrido de imediato conforme foi divulgado na altura, tendo a médica sido acusada de negligência no decorrer do processo.

Fernando Correia Martins

Fernando Correia Martins, maestro e arranjador, de Aveiro

Fernando Correia Martins, maestro e arranjador, de Aveiro

A 13 de junho de 2019, no sítio Festivais da Canção, foi anunciado que o maestro Fernando Correia Martins seria alvo de uma grande homenagem no Jardim António Sardinha, um evento promovido pela Junta de Freguesia de Penha de França, onde morou durante muitos anos. Seria promovido no dia seguinte um encontro, apresentado por Carlos Jorge Español, que relembraria a obra do maestro em que estaria presente Olívia Correia Martins, mulher do maestro e companheira de toda uma vida, também Manuela Bravo, que iria interpretar o tema Sobe, Sobe, Balão Sobe, com que representou o nosso país em Israel no Festival Eurovisão da Canção 1979, com orquestração de Correia Martins. Serão também relembradas algumas das inúmeras marchas Populares feitas pelo homenageado ao longo dos anos pela fadista Ana Margarida e também Clemente interpretaria o seu tema mais icónico, Vais Partir, que teve orquestração do maestro. No referido Jardim António Sardinha seria colocado um busto do maestro em sua homenagem, onde ele tantas vezes passeava com o seu cão.

Francisca Martins

Francisca Martins conclui o 8º grau de violino no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, em 2016. No mesmo ano, ingressou na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE), no curso de composição. Participou em workshops com Michael Edwards, Pierce Warnecke e Harrison Birtwistle, estudando atualmente com José Alberto Gomes, Carlos Azevedo, Eugénio Amorim e Ângela da Ponte. Trabalha regularmente com eletrónica e artes visuais.

Em junho de 2016, a sua obra Twisted Mind, para percussão, eletrónica e vídeo, foi estreada no festival Australian Percussion Gathering, pelo percussionista Brent Miller. No mês seguinte, a sua A Distorted Past, para violoncelo e eletrónica, recebe uma menção honrosa no concurso Prémio de Composição Século XXI. Twisted Mind foi novamente tocada em dezembro de 2016, no Queensland Conservatorium Griffith University, pelo músico que a estreou.

Inês Margaça

Inês Margarida Pereira Margaça nasceu em Aveiro, em 2000. Em 2018, concluiu o Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian em canto, na classe de Ana Fleming, com 19 valores. Nesse mesmo ano, entrou em Canto, com 19 valores, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo. Participou em várias classes de aperfeiçoamento de canto orientadas por Filipa Lã, Cristina Gonçalves, Ricardo Panela, Kelvin Grout, Connie De Jongh, Brigitte Stradiot, Lisa Herger, Bárbara Barradas, Cátia Moreso, Vasco Dantas e Sónia Aragão.

Inês Margaça

Inês Margaça, cantora lírica, de Aveiro

Inês Margaça, cantora lírica, de Aveiro

Em abril de 2017, ganhou o London Grand Prize Virtuoso International Music Competition, na categoria Advanced. E foi convidada para cantar no Concerto de Laureados, Award Ceremony’s Concert, na sala Elgar do Royal Albert Hall, em Londres. E obteve o 3º prémio na Categoria B, no X Concurso Nacional de Canto de Conservatórios Oficiais.

Em dezembro de 2017 e em janeiro de 2018 foi convidada para cantar a solo com a Orquestra do Conservatório de Música de Aveiro, o “Magnificat” de Antonio Vivaldi. E em março de 2018 cantou a “Fantasie” de Ludwig van Beethoven com a Orquestra e com o coro do Conservatório de Aveiro.

Também nesse mesmo mês, ganhou o 2º prémio na Categoria A e o prémio de melhor música portuguesa, no XI Concurso Nacional de Canto de Conservatórios Oficiais de Música.

Em maio de 2019, realizou três récitas da Ópera Real: “1755 seguido de O Tio Mário vai ao Cinema”, reencarnando a personagem Zézinha Paupério, no Teatro Helena Sá e Costa, no Porto.

Desde 2014 faz atuações a solo, dentro e fora do país, com a Orquestra da Sociedade Musical de Santa Cecília, de São Bernardo.

Frequenta a Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, no 3º ano de licenciatura, na classe do Professor Rui Taveira.

Óscar Marcelino da Graça

Óscar Marcelino da Graça nasceu em Aveiro a 26 de janeiro de 1980. Incitado pelo avô materno, começou por estudar solfejo e piano com uma professora particular aos seis anos. Concluiu o curso complementar de Piano do Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian em 1998, aluno de Emília Gonçalves.

No mesmo ano ingressou na Licenciatura em Composição da Escola Superior de Música de Lisboa. Estudou com António Pinho Vargas, Carlos Caires, Luís Tinoco, Roberto Perez, António Sousa Dias, Sérgio Azevedo, entre outros.

Participou em diversos workshops e seminários com Emmanuel Nunes, Salvatore Sciarrino, Edwin Roxburgh, Wolfgang Niessner, Zsolt Gardonyi, Godfried William-Raes, Leo Verheyen, Ivan Fedele, Jorge Moyano, Álvaro Teixeira Lopes e Henk van Twillert. Foi pianista do Estágio de Interpretação nas 1ª e 3ª edições das Jornadas Nova Música. Desde 1997 estuda também jazz. Frequentou aulas na Escola de Jazz do Porto e no Hot Clube de Lisboa. Trabalhou com Zé Eduardo, Paulo Gomes, Bernardo Moreira, Greg Osby, Dieter von Glawischnig e Henry Martin.

Ricardo Ribeiro

Ricardo Ribeiro nasceu em Calvão (Aveiro), em 1971. Depois de ter concluído o curso superior de Composição na Escola Superior de Música de Lisboa, sob a orientação de Christopher Bochmann e António Pinho Vargas, Ricardo Ribeiro realizou, nos dois anos seguintes, o curso de Alto Perfezionamento Musicale (Mestrado em composição) em Itália, com o compositor Franco Donatoni.

Entre 1998 e 2002, o compositor viveu em Paris, onde prosseguiu, sob a orientação de Emmanuel Nunes, o seu trabalho de composição e de investigação. Emmanuel Nunes surge, desde então– depois dos ensinamentos de Franco Donatoni e de Tristan Murail– como influência determinante no percurso criativo do compositor. Paralelamente às formações já referidas, frequentou ainda diferentes cursos e seminários de composição, dirigidos por compositores como Magnus Lindberg, Philippe Manoury, Salvatore Sciarrino e Brian Ferneyhough, entre outros.

Em 2003, na Universidade de Nice-Sophia Antipolis, obteve o grau de Mestre em Esthétique et Pratique des Arts, sob a orientação de Antoine Bonnet, com a tese Invention et développement mélodique dans l’oeuvre Einspielung I (1979) d’Emmanuel Nunes. Prepara, na Universidade de Rennes 2, com o mesmo orientador, a Tese de Doutoramento intitulada Dimensions complémentaires constitutives du temps. Prepara ainda outra tese de doutoramento na Universidade Católica do Porto, intitulada Da Linha à Mancha – Timbre e Técnicas Estendidas na Música de Câmara Ocidental – Evolução e Situação Actual.

Para a realização dos seus estudos, têm sido atribuídas ao compositor diferentes bolsas, das quais se destacam a Bolsa de Aperfeiçoamento Artístico da Fundação Calouste Gulbenkian (1997 a 2001) e a Bolsa de Doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (2002 a 2006).

As obras de Ricardo Ribeiro têm sido apresentadas e encomendadas por diferentes agrupamentos e instituições europeias nomeadamente em França, Itália, Dinamarca e Portugal, dirigidas pelos maestros Cesário Costa, Pedro Neves, Guillaume Bourgogne, Jean-Sébastien Béreau, Franck Ollu e Peter Sundkvist. De 2011 ao presente, as técnicas estendidas passaram a ocupar um lugar de destaque como meio de construção do discurso musical do compositor, direcionando deste modo a sua criação para a exploração de sons complexos nas suas características fisico-acústicas. Foi Prémio Nova Música de Composição em 2001, com a obra Sem título.

HISTÓRIA DA MÚSICA

José Afonso

José Afonso, cantautor, de Aveiro

José Afonso, cantautor, de Aveiro

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Destaca-te no Musorbis

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/ines-margaca-cantora-lirica-aveiro-ft-pedro-monteiro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:20:152022-02-22 19:27:41Aveiro e os seus músicos
Rui Correia, flautista, de Arouca
Músicas no Concelho

Arouca e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Arouca

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • Ângelo Martingo (piano)
  • António Costa (trompa)
  • Fernando Valente (composição, 1952)
  • Rui Correia (flauta, 1977)
Ângelo Martingo

Natural de Moldes, Ângelo Martingo é Doutor em Filosofia (Sheffield); Mestre em Music in performance (Reading); e  tem a Licenciatura em Música (École Normale de Musique, Paris). É Professor Auxiliar da Universidade do Minho, onde leciona Sociologia da Música. Os seus interesses de investigação centram-se na dimensão social e comunicativa da produção, interpretação e receção musical (teoria crítica, expressão, cognição). As suas publicações mais recentes incluem Razão, Expressão e Cognição nas Práticas Musicais: Composição, Interpretação, Receção (Húmus, 2018), A Música e o corpo (Co-ed., Letras&Coisas, 2018), e Musica Instrumentalis (Co-ed., Húmus, 2019), Musica Humana (Ed., Húmus, 2020).

Fernando Valente

Natural de Moldes, Fernando Valente diplomou-se em Composição no Conservatório de Música do Porto, fez formação complementar em Organização e Desenvolvimento Curricular na ESE do IPP, assim como outras formações na área musical.

Como compositor, tem tido uma produção diversificada, com músicas escritas para instrumentos solistas, para grupos de câmara variados (duos, trios, quartetos, quintetos) e para orquestra; obras para canto e piano; obras para coro a capella e com acompanhamento instrumental em diversas formações, incluindo orquestra; música de cena.

Tem um amplo conjunto de composições para grupos infanto-juvenis. Presta particular atenção ao património musical português, com dezenas de arranjos sobre melodias tradicionais.

Tem colaborado em iniciativas de relevo ao longo dos anos. São de assinalar as composições recentes para apresentação da obra de Antonio Tabucchi, nos dez anos da sua morte; a composição de um conjunto de obras para a comemoração dos 700 anos da morte de Dante, com diversas apresentações no Porto, em Roma (Società Dante Alighieri), Madrid e Vigo; a composição de obra coral-sinfónica para o Cabido Portucalense.

Leia AQUI a biografia completa.

Rui Correia

Rui Correia nasceu em Arouca. É professor convidado do I.S.E.I.T-Viseu, Instituto Piaget (Portugal), da Universidade Federal de Alagoas (Brasil) e docente do quadro do Ministério da Educação (Portugal). É profissionalizado em Ensino da Música pela Universidade de Aveiro em 2005. Concluiu o Master of Arte in Music, em 2007.

Estudou com os professores, Valdemar Noites, Maurício Noites, Estvan Matuz,Patrick Gallois ,Estvan Matuz, Felix Rengli, Iwone Saiotte, Olavo Barros, Jorge Correia, Angelina Rodrigues, Luis Meireles, Jorge Caryevschi. Possui o Certificado Profissional de Formador nas áreas de música e formação de professores, acreditado pelo conselho científico da Universidade do Minho.

Como instrumentista tem-se apresentado em várias formações orquestrais em Portugal, Espanha, França e Brasil.

É Fundador da (APF) Associação Portuguesa de Flauta.

Desempenhou funções de Coordenador da Área da Música no Ministério da Cultura do XVII e XVIII, Governo Constitucional de Portugal.

Leia AQUI a biografia completa.

Rui Correia, flautista, de Arouca

Rui Correia, flautista, de Arouca

HISTÓRIA

Frei Manuel de São Bento

Filho da terra é o organeiro Frei Manuel de São Bento (1683 – 1757). “Foi irmão donato beneditino, natural de Fermelo (Arouca) e veio a falecer no mosteiro de Paço de Sousa (Penafiel), em 1757.

Entrou para a Ordem de São Bento pela “prenda de fazer órgãos”, como consta a sua memória necrológica. Manuel Valença identifica-o como morador na rua dos Biscainhos (Braga), em 1709, com o nome de Manuel da Costa Pinto, nascido em 1683, tendo depois ingressado na Ordem Beneditina. Não podemos precisar que se trate da mesma pessoa.

Exerceu o ofício de organeiro, embora nos Estados da Congregação se refiram a ele como “organista”. Trabalhou no órgão de São Bento da Vitória (Porto), entre 1716 e 1719, e fez outros órgãos “em diversas partes deste Reino, para onde era chamado pelo bom nome”. A Braga, desloca-se a casa-mãe da Ordem (Tibães), em 1729, para fazer o “concerto dos foles do orgam”, onde se refere que se deu “ao Irmão Fr. Manuel organista que veio do Porto para consertar os foles e afinar o órgão: pera seis peles de carneira”.

Em 1732, a Irmandade da Misericórdia do Porto decide mandar fazer um novo órgão, entregando a obra a Frei Manuel, por 280$000. Atribuídos a este religioso beneditino são também os órgãos do Mosteiro de Santo André de Rendufe (Amares), dourados em 1755, que substituíram um anterior ao qual o Abade Geral, na visita que fez ao mosteiro, afirma ser o melhor de toda a Ordem. Também lhe é atribuído o órgão da Colegiada de Barcelos, de 1725, profundamente alterado e deslocado para uma Capela lateral do corpo da igreja.”

(José Alberto Rodrigues)

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/arouca-rui-paiva-correia-flauta.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:19:502023-07-10 18:18:46Arouca e os seus músicos
Manuel Monteiro, fadista, de Armamar
Músicas no Concelho

Armamar e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Armamar

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Alcino Correia Ferreira, conhecido por Ratinho (compositor)
  • Duarte Ferreira Pestana (compositor, 1911-1979)
  • Manuel Monteiro (fadista)

Manuel Monteiro

Manuel Monteiro, fadista, de Armamar

Manuel Monteiro, fadista, de Armamar

Ratinho (Alcino Correia Ferreira)

Ratinho, compositor, de Armamar

Ratinho, compositor, de Armamar

Ratinho (Alcino Correia Ferreira)

Alcino Correia Ferreira, conhecido como Ratinho, nasceu em Armamar, distrito de Viseu, Portugal, a 5 de março de 1948 e morreu no Rio de Janeiro, Brasil, a 10 de outubro de 2010, onde se estabelecera aos 4 anos de idade. Compositor de “Coração em Desalinho” e “Vai Vadiar”, sucessos na voz de Zeca Pagodinho, era sambista da Caprichosos de Pilares, onde venceu sete vezes a disputa de samba-enredo na escola. Faleceu a 10 de outubro de 2010 depois de sofrer um AVC.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/armamar-manuel-monteiro-fadista.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:19:212024-12-19 19:36:51Armamar e os seus músicos
Alves Coelho, maestro, de Arganil
Músicas no Concelho

Arganil e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Arganil

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Alves Coelho (compositor, 1882-1931)
  • Antero da Veiga (1866-1960)
  • Luís Filipe (violista, 1940)
  • Simões Dias (padre, regente)
Alves Coelho
João Rodrigues Alves Coelho, conhecido por Alves Coelho, filho de João Rodrigues Alves (natural da povoação de Cabeçadas) e D. Libânia Pereira Coelho, nasceu em Arganil no dia 27 de janeiro de 1882.
Alves Coelho, maestro, de Arganil

Alves Coelho, maestro, de Arganil

Alves Coelho casou com D. Anália da Conceição Henriques Alves Coelho e teve dois filhos: João Sérgio Alves e Alberto dos Anjos Alves Coelho. Alves Coelho, logo nos seus tempos de meninice, começou por mostrar vislumbres de uma bela e sã inteligência, distinguindo-se entre os seus condiscípulos, o que o tornou querido dos mestres.

Frequentou a aula do reitor Luís Caetano Lobo, que foi um excelente professor de música e logo se tornou um dos mais diletos discípulos do mestre.

Porém, o pai faleceu em 1898 o que o levou a abandonar os estudos. Alves Coelho partiu então para Lisboa onde frequentou a Escola Normal Primária de Lisboa. Concluídos os exames finais, foi considerado habilitado para exercer o magistério primário e nomeado para a escola oficial de Mafra. Passado algum tempo demitiu-se do cargo de professor e foi nomeado para um cargo do Ministério de Instrução. Sendo mais tarde, reintegrado no seu cargo de professor e nomeado regente da Escola Municipal nº 78 em Lisboa.

Em 1893 Alves Coelho partiu para Coimbra matriculando-se no Seminário, onde ainda realizou os exames preparatórios.

“Foi um professor sempre considerado, mas (…), a celebridade que veio a conhecer foi devida à música. Com efeito, não obstante as suas funções de mestre-escola lhe absorverem a maior parte do tempo, não se esquecia da arte que trazia na alma desde criança. Em rigor, era essa a sua grande paixão e não tardou que começasse a
compor.”

(Amândio Galvão in Figuras notáveis de Arganil. Arganil: Câmara Municipal, 1991)

Alves Coelho estreou-se no teatro ligeiro em 1902, com a música de uma opereta chamada Visões de Rabi, de autoria de Raimundo Alves. “Esta peça foi apresentada ao público em Lisboa numa academia de recreio da Travessa do Despacho, a Santa Marta, e, como tivesse agradado bastante, foi mais tarde exibida várias vezes no antigo Teatro da Rua de S. Bento. Isto passava-se em 1902. Era a sua estreia de compositor no teatro musicado.”

(Amândio Galvão in Figuras notáveis de Arganil. Arganil: Câmara Municipal, 1991)

Entre 1902 e 1905 fez o seu primeiro trabalho para teatro de revista: foi para Saúde e Fraternidade, espectáculo estreado num teatro do Porto. Mas havia de ser só em 1911 que iniciaria uma colaboração assídua neste género de teatro, visto até 1931, ano da sua morte, só em 1923 e 1924 se não terem estreado revistas com música da sua autoria.

Em 1911 Alves Coelho foi o único compositor da revista Está Certo, escrita por Júlio Dumont, estreada no Teatro Chalet. No mesmo ano compôs em colaboração com Tomás Del Negro os temas musicais da revista Peço a Palavra, escrita por João Bastos e Álvaro Cabral.

Neste ano Alves Coelho colabora em mais duas revistas levadas à cena na cidade do Porto: em colaboração com Bernardo Ferreira musicou Cigarro Brejeiro, em 2 actos e 14 quadros; e em colaboração com Raul Portela e António Lopes compôs para a revista Pica-Pau, em 2 actos e 9 quadros. Ambas as revistas da autoria de Ascensão Barbosa e Abreu e Sousa.

“Independentemente do êxito do trabalho alcançado em 1922, principalmente no Teatro Maria Vitória, em 1923 e 1924 não se conhece nenhum trabalho de Alves Coelho, quer a nível de operetas, quer no campo do teatro de revista, a não ser o que musicou para as produções levadas a cabo pelo grupo de teatro de empregados do Banco Nacional Ultramarino.”

(Luciano Reis in Maestro Alves Coelho. Lisboa: Sete Caminhos, 2009)

Neste ano Alves Coelho colabora em mais duas revistas levadas à cena na cidade do Porto: em colaboração com Bernardo Ferreira musicou Cigarro Brejeiro, em 2 actos e 14 quadros; e em colaboração com Raul Portela e António Lopes compôs para a revista Pica-Pau, em 2 actos e 9 quadros. Ambas as revistas da autoria de Ascensão Barbosa e Abreu e Sousa.

A Gitana, uma das peças musicadas por Alves Coelho para a Revista Cigarro Brejeiro e interpretada pela actriz Julieta Soares.

Para este grupo musicou a revista Era uma vez, Tristezas… Não pagam dívidas e Furta-Côres, produções em que desempenhou também o cargo de director musical.

Em Fevereiro de 1924, promovido pelo “Diário de Notícias”, o Dr. Augusto de Castro, jornalista e um dos fundadores da Sociedade de Escritores e compositores, organizou um grande espectáculo a favor dos pobres no Coliseu dos Recreios. Alves Coelho foi o director musical deste espectáculo.

Em 1925, em colaboração com Raul Portela, Alves Coelho foi autor da música para a revista Frei Tomás ou o Mistério da Rua Saraiva de Carvalho, estreada nesse mesmo ano no Éden Teatro.

Alves Coelho alcançou em 1926 um grande triunfo junto do público com a revista Cabaz de Morangos da autoria de Lino Ferreira, Silva Tavares, Luna de Oliveira, Acúrcio Pereira e Lopo Lauer.

“Da composição musical foi encarregada uma parceria formada por três verdadeiros «monstros sagrados» da música ligeira: Wenceslau Pinto, Raul Portela e Alves Coelho (…) de todos os seus quadros o que obteve maior adesão foi sem dúvida o «Dia da Espiga», que havia sido musicado pelo maestro arganilense..”

(Amândio Galvão in Figuras notáveis de Arganil. Arganil: Câmara Municipal, 1991)

Ainda em 1926, Alves Coelho colaborou na revista Fungagá, Tarifa I e Sempre fixe.

“No ano seguinte, 1927, aparece em cena, também no Éden-Teatro, a revista Rosas de Portugal em perfeito alinhamento ideológico com cabaz de morangos. Aí José Clímaco era mesmo um dos seus autores, sob o pseudónimo de José Romano; os restantes foram: Silva Tavares, António Carneiro e Feliciano Santos. Da música encarregaram-se de novo Wenceslau Pinto, Raul Portela e Alves Coelho. A este último compositor coube musicar uma canção de Silva Tavares, intitulada «Giestas» (…)
provavelmente o trabalho mais inspirado do seu autor (…)”

(Amândio Galvão in Figuras notáveis de Arganil. Arganil: Câmara Municipal, 1991)

Para além do êxito alcançado com Giestas, outras obtiveram igual sorte, nomeadamente Capicua, Rapazes Cuidado e Rancho da Azeitona.

Ainda em 1927 Alves Coelho entrou na produção da revista Aldeia dos Macacos e colaborou na produção da opereta de costumes populares Bairro Alto e na opereta A Madragoa.

Em 1928 Alves Coelho colaborou em duas revistas no Éden-Teatro: O Manjerico e Terras
de Cantigas. Para além destas duas produções, colaborou ainda em Carapinhada, A Pilha d’Alcantara, A Gandaia e Gomes Freire-Avenida.

Em 1929 participa na revista Chá de Parreira, estreada no Teatro Variedades e, levada também à cena, no Teatro da Trindade. Escrita por José Galhardo, Alberto Barbosa e Santos Carvalho, foi musicada pelo arganilense Alves Coelho em colaboração com Frederico de Freitas.

Neste mesmo ano Alves Coelho colaborou com Raul Ferrão e L. Costa na revista Sol de Portugal, da autoria de Álvaro Leal e Lourenço Rodrigues. Também colaborou com Venceslau Pinto e Raul Portela na revista Pó de Maio, escrita por Félix Bermudes, João Bastos e Pereira Coelho. Desta produção dois temas tiveram o privilégio da edição musical: a canção dueto Branquinha e Farrusca e a canção Dona Chica e Senhor Pires.

Em 1930, um ano antes da sua morte, Alves Coelho que se encontrava no auge do seu potencial criativo, então com 48 anos, participou na produção de 5 revistas e uma opereta, todas elas em parceria com os colegas Raul Portela e Venceslau Pinto: Biscaia Lambida, A Bola, A Cigarra e a Formiga, Marcha Atrás, Salada de Alface e a opereta História do Fado.

No ano da sua morte Alves Coelho ainda colabora em mais 5 revistas: A Greve do Amor, A Lei do Inquilino, Revista Sonora, Toma Teresa e Vamos ao vira. Também nesse ano em parceria com Raul Portela musicou a adaptação para Portugal da peça El Nino d’Oro do espanhol José Maria Granada.

O compositor e maestro Alves Coelho faleceu a 23 de Outubro de 1931 vítima de congestão cerebral.

“Vale a pena sublinharmos a dificuldade com que trabalhou Alves Coelho, pois tinha que conciliar a sua vida musical com a de professor. Mas, a sua excepcional capacidade de improvisação, permitiu-lhe atingir os seus objectivos. Dizia-se, na época, que a música para o Dia da Espiga, foi escrita em meia hora.(…)

(…) Organizou e dirigiu um agrupamento musical, denominado “Troupe Portugal”, que actuou com grande êxito, com músicas suas, em Portugal, Espanha e Marrocos. O governo português conferiu-lhe o grau de cavaleiro de São Tiago da Torre e Espada.(…)

A vila de Arganil nunca o esqueceu. O seu nome dá nome a uma rua e, no dia 9 de Maio de 1954, num gesto de grande solidariedade à memória deste arganilense, inaugurou-se um teatro com o seu nome (…)”

(Amândio Galvão in Figuras notáveis de Arganil. Arganil: Câmara Municipal, 1991)

“Morreu cedo, apenas com 49 anos de idade. O seu falecimento causou a maior consternação na capital, principalmente no meio teatral, em que era estimadíssimo. O funeral realizou-se para o cemitério dos prazeres. O seu talento e paixão pela música ligeira ainda tinham muito para dar, independentemente de ter atingido inolvidáveis e merecidos triunfos e de conseguir ser alguém no meio musical.

Integrou as melhores parceiras de compositores na cidade de Lisboa, criando músicas que trouxeram aos teatros da capital, multidões de pessoas, sequiosas de assistir a bons espectáculos, onde a sátira social e política, era um ponto forte. (…) As suas obras triunfaram em Lisboa, na cidade do Porto, nas digressões por todo o país, por Angola, Moçambique, Brasil e Espanha. (…) Um dos nossos melhores talentos da composição, criou imensos êxitos que alcançaram a edição discográfica e folha de música. (…)”

(Amândio Galvão in Figuras notáveis de Arganil. Arganil: Câmara Municipal, 1991)

Antero da Veiga

Antero da Veiga, guitarrista, de Arganil

Antero da Veiga, guitarrista, de Arganil

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/arganil-alves-coelho-maestro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:18:232025-05-05 20:05:25Arganil e os seus músicos
Virgílio Caseiro, maestro, de Ansião
Músicas no Concelho

Ansião e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Ansião

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Acílio Mendes (compositor litúrgico, 1943)
  • António Simões (organeiro, 1952)
  • Jorge Fontes (pianista)
  • Manuel Simões (compositor litúrgico, 1924-1995)
  • Virgílio Caseiro (maestro, musicólogo)

Frei Acílio Mendes

Frei Acílio Mendes, compositor, de Ansião

Frei Acílio Mendes, compositor, de Ansião

António Simões

António Simões, organeiro, de Ansião

António Simões, organeiro, de Ansião

Jorge Fontes

Jorge Fontes nasceu em Avelar, concelho de Ansião, onde iniciou os estudos musicais na escola de música da Filarmónica local. Mais tarde, prosseguiu-os no Conservatório de Música de Coimbra, concluindo aqui o curso secundário de Piano na classe de Fernanda Casais, e depois na Escola Superior de Música de Lisboa, como aluno de Miguel Henriques, onde terminou a licenciatura em Piano.

Foi igualmente aluno do professor Constantin Sandu no âmbito do Mestrado de Interpretação Artística na ESMAE.

Realizou como pianista concertista inúmeros recitais em Portugal e Espanha, dos quais se destacam os seguintes: recital no Museu Nogueira da Silva em Braga; recital no Salão Nobre do Palácio Foz em Lisboa; recital no Consulado de Portugal em Sevilha; dois ciclos de concertos comentados “Sonatas de Primavera” na Casa-Museu Bissaya Barreto em Coimbra; os vários recitais incluídos na programação artística de 2018 do Parque das Artes na Curia, onde colaborou com músicos de renome tais como Carla Bernardino, o Quarteto de Saxofones de Coimbra, e António Victorino d’Almeida. Digno de nota também foi a realização em julho de 2021 de um recital de piano celebrativo dos 250 anos de Beethoven na Igreja do Convento de São Francisco em Coimbra, para além da colaboração desde 2010 com a associação cultural Nova Acrópole, realizando inúmeros concertos e conferências nos seus polos de Coimbra, Porto, Lisboa e Oeiras-Cascais.

Clique AQUI para ler a biografia completa.

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Virgílio Caseiro

Maestro, professor, musicólogo, “figura cultural, Virgílio Caseiro iniciou a aprendizagem em música ainda muito novo, com o barbeiro da terra onde nasceu, Ansião. Aos 16 anos mudou-se para Coimbra com dois objetivos: “um, continuar a estudar música, que era o que mais me agradava, e outro, estudar Engenharia Mecânica, porque o meu pai era industrial de automóveis”. Simultaneamente, inscreveu-se no Orfeon Académico onde foi 1.º tenor, iniciou também a sua prestação na Tuna académica e fez ainda parte do grupo de danças regionais G.E.F.A.C. (Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra).

Virgílio Caseiro

Virgílio Caseiro, maestro, de Ansião

Virgílio Caseiro, maestro, de Ansião

Em 1969 ingressou no serviço militar e optou, definitivamente, pela carreira musical. Com as modificações académicas decorrentes do 25 de Abril, e já a cantar no Orfeon desde 1972, teve oportunidade de dar aulas de matemática e ciências, aproveitando os conhecimentos adquiridos no curso de Engenharia Mecânica. Em 1978 terminou o Curso Superior de Canto, no Conservatório de Música de Coimbra, e licenciou-se em 1988 em Ciências Musicais na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa completando depois o mestrado na mesma área pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Por esta altura começou a dar aulas de música como profissional livre: “Comecei a dar aulas na ACM – Associação Cristã da Mocidade de Coimbra.  Entre a década de 80 a 90 foi Maestro do Coro de Professores de Coimbra, criou e dirigiu a Orquestra da Câmara de Coimbra e o Grupo de Música medieval e renascentista “Ars Musicae”. Foi também maestro do Coro do Hospital Pediátrico de Coimbra e da Orquestra Clássica do Centro (além de co-fundador deste projeto nascido em 2003), e ainda professor adjunto na Escola Superior de Educação de Coimbra durante vários anos.

Esteve 16 anos no comando do Orfeon Académico de Coimbra. Hoje além de professor de música na ACM, é ainda o maestro titular do Coro dos Antigos Orfeonistas, onde cessará funções no dia 8 de Julho do ano corrente, concluídos, assim, 15 anos com essa responsabilidade artística, precisamente no dia em que celebra 70 anos.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/ansiao-virgilio-caseiro-maestro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:18:022024-11-13 22:29:37Ansião e os seus músicos
Miguel Maduro Dias, baixo-barítono, de Angra do Heroísmo© Operar|te/NVstudio
Músicas no Concelho

Angra do Heroísmo e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Angra do Heroísmo

Angra do Heroísmo é uma cidade açoriana localizada na costa sul da ilha Terceira, com cerca de 10800 habitantes na sua zona central e 21300 habitantes na área urbana, sede de um município com 239 km² de área e 35402 habitantes, subdividido em 19 freguesias.

O Musorbis, em desenvolvimento, tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical do Concelho.

  • Carlos Alberto Moniz (cantautor, 1948)
  • Luís da Silva Ribeiro (etnógrafo, 1882-1955)
  • Marina Dewander Gabriel (meio-soprano, 1898-1969)
  • Miguel Maduro-Dias (baixo-barítono)
  • Tomás Borba (pedagogo, 1867-1950)
  • Zé da Lata (cantor, 1898-1965)

Carlos Alberto Moniz

Carlos Alberto Moniz, cantautor

Carlos Alberto Moniz, cantautor

Miguel Maduro-Dias

Miguel Maduro Dias, baixo-barítono, de Angra do Heroísmo

Miguel Maduro Dias, baixo-barítono, de Angra do Heroísmo © Operar|te/NVstudio

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Destaca-te no Musorbis

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Miguel Maduro-Dias

Miguel Maduro-Dias, baixo-barítono, natural de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, ingressou, em 2009, no Departamento de Música da EBS Tomás de Borba, com Luísa Alcobia Leal (Canto), Antero Ávila (Composição) e José Sousa (Guitarra). No ano letivo de 2013/14, transferiu-se para Aveiro onde prosseguiu os estudos musicais na Universidade de Aveiro com Isabel Alcobia, com quem completa a Licenciatura e o Mestrado em Ensino de Música, vertente Canto.

Procura diversificar a sua actividade entre o Canto a solo, em ensemble e em coro, destacando-se alguns projectos como: Die Zauberflöte e Don Giovanni de W. A. Mozart; a Matthäuspassion e Johannespassion de J. S. Bach; The Creation de J. Haydn; História Trágico-Marítima de Fernando Lopes-Graça.

Através do workshop Preparing Stage Singing (2016), apresentou-se na Fundação Calouste Gulbenkian no papel de Simone na ópera Gianni Schicchi de G. Puccini. Participou na Berlin Opera Academy 2019, onde preparou o papel de Bartolo na ópera Le nozze di Figaro de W. A. Mozart, que já havia interpretado (também como Antonio) no Festival Zêzere Arts 2018. Em colaboração com a all’Opera, apresentou-se como Norton na ópera La cambiale di matrimonio de G. Rossini (2019) e integrou o coro em L’Elisir d’amore de G. Donizetti (2019). É membro fundador e residente da companhia Operar|te desde 2019, com a qual já interpretou o papel de Basilio em Il barbiere di Siviglia de G. Rossini.

Estreou, em 2019: o ciclo de canções Frédéric Chopin no Inverno de Maiorca de Miguel Vasconcelos; a ópera Geraldo e Samira de Amílcar Vasques-Dias (Artes à Rua, Évora); e duas óperas de um ato de Marco Benetti e Nuno Costa em La Biennale di Venezia 2019.

Nos XXVIII Cursos Internacionais de Música da Casa de Mateus, teve a oportunidade de trabalhar com María Cristina Kiehr. Participa também em várias classes de aperfeiçoamento com Pierre Mak, Susan Waters, João Paulo Santos, Helen Lawson e Ulrike Sonntag.

Além de ter interpretado papéis de Teatro Musical, partilha um gosto pelo canto coral, tendo já sido membro do Coro Gulbenkian, e membro fundador dos Moços do Coro e da associação homónima, na qual partilha a direção com Nuno Miguel de Almeida, maestro do ensemble.

HISTÓRIA DA MÚSICA

Pe. Tomás Borba

Tomás Borga, pedagogo e musicógrafo

Tomás Borga, pedagogo e musicógrafo

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/miguel-maduro-dias-baixo-baritono-angra.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:17:322021-06-22 10:44:41Angra do Heroísmo e os seus músicos
Órgão Machado e Cerveira da Bemposta, LisboaRick Morais
Músicas no Concelho

Anadia e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Anadia
  • António Xavier Machado e Cerveira (organeiro, 1756-1828)
Ernesto Vieira, em Diccionario Biographico dos Músicos Portuguezes, 1900, apresenta António Xavier Machado e Cerveira como:

O mais notável organeiro português e que maior quantidade de trabalho produziu. Era irmão consanguíneo do grande escultor Joaquim Machado de Castro e filho de outro organeiro e escultor em madeira, Manuel Machado Teixeira ou Manuel Machado Teixeira de Miranda.

Machado Cerveira nasceu em 1 de Setembro de 1756 na Freguesia de Tamengos, pequena povoação pertencente ao concelho de Anadia, diocese de Coimbra. Seu pai, natural de Braga, tinha casado em primeiras núpcias com D. Teresa Angélica Taborda que foi mãe de Machado de Castro, e em segundas núpcias casou com Josefa Cerveira, natural de Arguim, a qual veio a ser mãe de Machado e Cerveira.

O nome do pai dos Machados figura no grande órgão que existia no coro do Mosteiro dos Jerónimos do lado do Evangelho, o qual tinha esta inscrição: “Manuel Machado Teixeira de Miranda o fez e acabou no anno de 1781.”Esse orgão tinha 4:010 tubos, 74 registros e 12 pedais de combinações; os foles eram em número de sete. É uma fabrica majestosa, ocupando lateralmente todo o comprimento do coro que é extensíssimo, tendo no interior uma escadaria que vai até à abobada do templo para se poder limpar e consertar todas as peças do instrumento.

Diz a tradição que o fabricante tinha deixado um volumoso livro manuscrito com minuciosa descrição da sua obra, mas esse livro desapareceu. Teixeira Machado, porém, se planeou e dirigiu os trabalhos desse magnifico instrumento, teve seguramente um ajudante activo e vigoroso que inteligentemente lhe secundasse a direcção, porque ele em 1781 estava já decrépito devendo contar mais de oitenta anos de idade, visto que o seu primeiro filho nasceu em 1721. E esse ajudante não podia ser outro senão o filho mais novo, que com o pai aprendeu a arte de construir órgãos.

Órgão Machado e Cerveira da Bemposta, Lisboa

Órgão Machado e Cerveira da Bemposta, Lisboa, 1792, ft Rick Morais

O último trabalho do mestre foi ao mesmo tempo o primeiro do discípulo, que ao tempo contava vinte e cinco anos de idade. Em face do orgão precedentemente nomeado, estava outro de igual construção, mas que não chegou a ficar concluído; tinha esta inscrição: “O Ex.mo D. Fr. Diogo de Jesus Jordão sendo bispo de Pernanbuco mandou fazez este orgão no anno de 1789.” Foi construído por Machado filho, porque o pai já a esse tempo era falecido.

O primeiro orgão completo que Machado e Cerveira construiu e hoje existe em perfeito estado, é o da Igreja dos Mártires. Tem na inscrição a data de 1785 e o número 3 indicando os instrumentos construídos pelo autor até essa data. Talvez ele contasse como números 1 e 2 os do Mosteiro dos Jerónimos. É um bom instrumento, não de grande fabrica interna mas de vozes fortes e estridentes segundo o gosto da época. O seu frontispício tem um belo aspecto ornamental, perfeitamente em harmonia com o local em que foi posto e produzindo óptimo efeito olhado do corpo da Igreja.

Leia AQUI a biografia completa.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/orgao-machado-e-cerveira-da-bemposta-1792-ft-rick-morais.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:17:002024-11-10 11:51:10Anadia e os seus músicos
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