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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Gabrielle Silva, flautista, de Amares
Músicas no Concelho

Amares e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Amares

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • António Variações (cantautor, 1944-1984)
  • Francisco Barbosa (flauta transversal)
  • Gabrielle Silva (flauta transversal)
António Variações

Em 1994 foi editado um disco de homenagem a António Variações que reúne, em torno de versões do cantor, os nomes de Mão Morta, Três Tristes Tigres, Resistência, Sitiados, Madredeus, Sérgio Godinho, Santos e Pecadores, Delfins, Isabel Silvestre e Ritual Tejo. Isabel Silvestre incluiu no seu disco de 1996 A Portuguesa o tema Deolinda de Jesus de Variações. O tema é uma sentida homenagem de Variações à sua mãe (chamada exatamente Deolinda de Jesus). Em 1997 foi editado o CD O Melhor de António Variações, que recupera material editado em todos os seus discos. Em 2006 foi editada a compilação A História de António Variações – Entre Braga e Nova Iorque.

Em 2019, esteve em cartaz nos cinemas o filme Variações, com realização de João Maia e os atores Sérgio Praia, Filipe Duarte, Victória Guerra, Augusto Madeira, Teresa Madruga.

Leia AQUI a biografia completa.

António Variações, cantor, de Amares

António Variações, cantor, de Amares

Francisco Barbosa

Francisco Barbosa iniciou os estudos musicais com José Matos. Em 2000, ingressou no Conservatório de Braga, onde estudou com João Marinho, Teresa Paracana e Adriano Sabença e em 2005, continuou os estudos na Academia de Música de Guimarães, na classe de Gil Magalhães.

Colaborou com a Orquestra de Guimarães, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra XXI, Orquestra Metropolitana de Lisboa e Madrid Festival Orchestra.

Trabalhou os maestros Krzysztof Penderecki, Vitor Matos, Placido Domingo, Juanjo Mena, German Caceres, Stefan Asbury, Mike Steurenthaler, Michael Zilm, Cesario Costa, entre outros.

Tocou e gravou para a Antena 1, Antena 2 e TSF.

Leia AQUI a biografia completa.

Francisco Barbosa, flauta transversal, de Amares

Francisco Barbosa, flauta transversal, de Amares

Gabrielle Silva

Gabrielle Silva licenciou-se em Flauta Transversal pela Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco (ESART) sob orientação de Katharine Rawdon e Paulo Barros, onde terminou igualmente Flauta Transversal com 18 valores.

Finalizou o Mestrado em Interpretação Artística, área de especialização Flauta Transversal na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE) com 17 valores na classe de Ana Raquel Lima e ainda finalizou o Mestrado em Ensino de Música na área de especialização Flauta Transversal e Música de Conjunto na ESART na classe de Katharine Rawdon onde terminou Flauta Transversal com 18 valores e o Estágio Profissional com 20 Valores.

Frequenta o 3º ano de Doutoramento em Música e Musicologia – Especialidade Interpretação Flauta Transversal com Monika Streitová na Escola de Artes da Universidade de Évora e já finalizou o 1º Ano que equivale ao “Curso de Programa de Doutoramento em Música e Musicologia”.

Leia AQUI a biografia completa.

Gabrielle Silva

Gabrielle Silva, flautista e pedagoga

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/gabrielle-silva-flauta-amares.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:16:192022-05-20 18:57:07Amares e os seus músicos
Sara Costa, clarinete, natural de Amarante
Músicas no Concelho

Amarante e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Amarante

Amarante é uma cidade portuguesa do Distrito do Porto, região Norte e sub-região do Tâmega e Sousa, com cerca de 11261 habitantes. É sede de um município com 301,33 km² de área e cerca de 56264 habitantes, subdividido em 26 freguesias. Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • Fernando Marinho (maestro)
  • José Coelho dos Santos (compositor, 1861-1915)
  • Manuel de Almeida Carvalhais (musicógrafo, 1856-1922)
  • Nuno Penetro
  • Rui Andrade (cantor)
  • Sara Rocha (trompete)
Fernando Marinho

Natural de Amarante, onde iniciou os estudos musicais, Fernando Marinho é diplomado com os cursos de Flauta do Conservatório de Música do Porto, licenciado pela Escola Superior de Música de Lisboa e mestrando pela Academia Nacional Superior de Orquestra.

Licenciado em Ensino Básico, foi bolseiro do Programa Erasmus ao abrigo do qual estudou pedagogia musical na Paedagogische Akademie der Dioseze Linz (Áustria). Paralelemente, frequentou aulas como aluno externo no BrucknerKonservatorium Linz.

Como flautista desenvolve uma atividade intensa, como solista ou em orquestra, tendo tocado com a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra do Algarve, Orquestra do Norte, Remix Ensemble, Orchestre d’Harmonie de Jeunes de l’Union Européenne, entre muitas outras, e foi solista da Banda Sinfónica da Polícia de Segurança Pública.

Teve oportunidade de trabalhar com reputados maestros, entre os quais Esa-Pekka Salonen, Lawrence Foster, Simone Young, Paavo Jarvi, François Xavier Roth, Michael Zilm e Peter Rundel.

Apresentou-se várias vezes a solo com orquestra e foi laureado em concursos a nível nacional e internacional, nomeadamente o Prémio Jovens Músicos da RDP, Prémio Jovens Instrumentistas do Marão, Concurso de Bandas Ateneu Artístico Vilafranquense, Certamen Internacional de Bandes de Música Vila de La Sénia (Espanha), World Music Contest Kerkrade (Holanda), Concurso Internacional de Bandas Filarmonia D’Ouro e Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga, no qual venceu por duas vezes o prémio “Batuta de Prata”, atribuído ao maestro com a maior pontuação.

A sua diversificada atividade musical permitiu-lhe atuar nas principais salas portuguesas e no estrangeiro: Espanha, França, Alemanha, Luxemburgo, Áustria, Inglaterra, Holanda e China.

Concluiu o Mestrado em Direcção de Orquestra na Escola Superior de Música de Lisboa, com Jean-Marc Burfin, e estudou, durante três anos, com o maestro Jan Cober, na Zuid-Nederlandse Hogeschool voor Muziek — Conservatorium Maastricht (Holanda), onde se diplomou com o Mestrado em Direcção de Banda.

Frequentou masterclasses de direcção com Jean-Sebastien Béreau, Douglas Bostock, Roberto Montenegro, José Rafael Pascual-Vilaplana, Baldur Brönnimann, Timothy Reynish, Peter Rundel, Eugene Migliaro Corporon e Ernst Schelle, entre muitos outros.

Foi professor da Academia de Música de Santa Cecília e assistente convidado de Direcção na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto e na Escola Superior de Educação Jean Piaget. Desde 2009 é professor do Conservatório de Música do Porto, onde desempenha as funções de maestro e foi responsável pela reestruturação das orquestras, nomeadamente a criação das orquestras juvenis e do Grupo de Música Contemporânea do Conservatório de Música do Porto. Foi maestro da Orquestra Sinfónica do Conservatório Nacional.

Dirigiu a Orquestra do Norte, Orquestra de Câmara da Guarda Nacional Republicana, Orquestra de Câmara de Sintra, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra Filarmonia das Beiras, Portuguese Brass, Banda Sinfónica Portuguesa, Remix Ensemble, Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, Orquestra da Academia de Música de Santa Cecília, Orquestra Sinfónica do Conservatório de Música do Porto, Banda de Música de Pontevedra, Artística de Merza, Banda de Música Municipal de Silleda e Orquestra de Câmara Ibérica (Espanha), Symphonisches Blasorchester Muzikkorps der Bundeswehr (Alemanha). Dirigiu ainda diversos cursos e estágios de orquestra, nomeadamente na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, Artave, Escola de Artes da Bairrada, Conservatório de Música do Vale do Sousa, Academia de Música de Costa Cabral, OJ.Com, entre muitos outros.

Entre 2005 e 2018 foi diretor artístico do Grupo Recreativo e Musical — Banda de Famalicão.

É, desde outubro de 2018, diretor artístico da Orquestra do Norte.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Nuno Penetro

Nuno Miguel Soares Penetro nasceu em Mancelos, Amarante, em 07 de outubro de 1982. Iniciou os estudos musicais aos 10 anos na Escola de Música da Banda Musical S. Martinho de Mancelos, na classe de Isidério Fonseca e António Fonseca. Entrou para a Banda 2 anos depois onde tocou clarinete até 2004. Prosseguiu os estudos Musicais no Conservatório do Vale do Sousa (Academia de Música de Lousada), onde frequentou as disciplinas de Formação Musical, Classe de Conjunto, Música de Câmara e Clarinete, na classe de Alberto Vieira.

Enquanto Músico tocou com diversas bandas filarmónicas, fez parte da Orquestra de Clarinetes do Conservatório Regional de Vila Real, foi músico convidado da banda residente do “Douro Jazz Marching Band”.

Em 2003 ingressou no Ensino Superior onde concluiu a Licenciatura em Educação Musical, na Escola Superior de Educação Jean Piaget Nordeste.

Aos 21 anos, assumiu a direção da Banda Musical S. Martinho de Mancelos, onde desempenha as funções de diretor Artístico desde 2004. É professor e diretor pedagógico da Escola de Música da Banda Musical S. Martinho de Mancelos desde o mesmo ano.

Lecionou a disciplina de Educação Musical no centro D. Abílio em Macedo de Cavaleiros (2006), na escola EB 2, 3 Luciano Cordeiro em Mirandela (2007), nas Escolas do Bairro, Timpeira, Torneiros e Quinchosos, em Vila Real (2008), na Escola EB 2 Pedras Salgadas (2010) e no Centro Escolar de Alijó (2011). Lecionou a disciplina de Iniciação Musical no Conservatório Regional de Música de Vila Real (2007 a 2009). Participou em vários workshops com pedagogos portugueses e estrangeiros como: Fernando Fraga de Azevedo, Amadeu Ferreira, Hélder Gonçalves, Jos Wuytack, Jan Van der Roost, entre outros.

Em 2012 frequentou o Estágio de Orquestração com o Maestro Teo Aparicio-Barbarán. Participou no 1º Estágio da APB (Academia Portuguesa de Banda) tendo dirigido em Concerto uma banda composta por 128 músicos no Europarque a 26/07/2013. Frequentou o curso de Direção de Banda da APB (Academia Portuguesa de Banda), sob a orientação do Maestro Paulo Martins.

Sara Costa

Sara Costa nasceu a 5 de dezembro de 1993, em Amarante. Iniciou os estudos musicais de clarinete com onze anos na escola da banda de S. Martinho de Mancelos, em Amarante. Aos catorze anos ingressou no Conservatório do Vale do Sousa, em Lousada, na classe dos professores Alberto Vieira e Nuno Sousa, com quem terminou o curso secundário de música. Enquanto aluna do Conservatório do Vale do Sousa apresentou-se a solo com a Orquestra de Sopros e Percussão do CVS em diversos concertos. Integrou o Coro Feminino do Conservatório do Vale do Sousa, de 2012 a 2015, participando em festivais e concursos de renome internacional em: Barcelona (Espanha), Florença (Itália) e Neuchâtel (Suíça). Participou na gravação do CD Nunc Dimittis do Coro Feminino do Conservatório do Vale do Sousa, lançado em 2016.

Prosseguiu os estudos musicais, desde 2014, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo – ESMAE, na classe de Nuno Pinto. Completou na mesma instituição os graus de Licenciatura em Música (2017), Mestrado em Interpretação Artística (2019) e o Mestrado em Ensino da Música ESMAE-ESE (2020).

Participou em vários cursos e classes de aperfeiçoamento com clarinetistas de renome nacional e internacional, com destaque para António Saiote, Arek Adamski, Carlos Ferreira, Florent Héau, Gabor Varga, Hélder Gonçalves, Horácio Ferreira, Hugo Queirós, Jerôme Comte, Jordi Pons, Luís Carvalho, Mariano Rey, Michel Arrignon, Nicholas Cox, Nuno Pinto, Paolo Ravaglia, Piero Vincenti, Shirley Brill, Tiago Abrantes, Victor Pereira e Vítor Fernandes.

Conquistou prémios e distinções enquanto clarinetista e concorrente de várias competições nacionais e internacionais: 1º prémio no Concurso Interno de sopros do Conservatório do Vale do Sousa (2013), menção honrosa no Concurso LusoEspanhol de Fafe (2013), 1º Prémio no Concurso Internacional “Terras de La Salette”, categoria nível superior (2018), Semifinalista “Premier Concours des Anches Simples” de Toulouse-França (2019) e, no mesmo ano, Semifinalista no Primeiro Concurso IberoAmericano do Clarinete em Castelo de Paiva.

Participou em diversos festivais, cursos de aperfeiçoamento e palestras, como: Sonópolis – CDM (2011), Estágios de Verão e Curso de Aperfeiçoamento de Sopros e Percussão de Amarante (2008, 2009, 2010, 2013 e 2014), Workshop de Improvisação Jazz no Conservatório do Vale do Sousa (2013), Workshop de “Técnica Alexander” no Conservatório do Vale do Sousa (2014), Estágios de Orquestra de Sopros e Percussão do Conservatório do Vale do Sousa (2011, 2012, 2013, 2014, 2015), Festival “Atlantikandia” Errenteria (2015), Workshop “A Acústica do Clarinete” com o especialista da Buffet Crampon Eric Baret (2016), Festival “Clarmeet” Porto (2016, 2017), Cistermúsica – Festival de Música de Alcobaça (2017), Festival BSPjúnior (2018, 2019), 46º Certamen Internacional de Bandas de Música Vila D’Altea (Espanha, 2019), Mesa Redonda “II currículo à mesa” Escola Superior de Educação (2019), Festival Internacional de Música de Marvão (2019) e 61º Flharmonia Podkarpacka Muzyczny Festival w Lancucie (Polónia, 2022).

Como músico pertencente a um coletivo trabalhou com os seguintes maestros de renome: Alberto Roque, André Granjo, Andreas Stoehr, António Saiote, Artur Maria Pinho, Baldur Bronnimann, David Fiuza, Diogo Costa, Douglas Bostock, Fernando Marinho, Filipe Fonseca, Francisco Ferreira, Jan Cober, Jan Wierzba, José Eduardo Gomes, José Ferreira Lobo, Lior Shambadal, Nuno Côrte-Real, Osvaldo Ferreira, Paulo Martins, Rafael Albors, Rafael Vilaplana, Sílvio Cortez, Tiago Abrantes e Thomas Hauschild.

Apresentou-se em vários concertos, concursos e provas académicas em formações variadas de Música de Câmara, como: Duo clarinete e piano; Duo de clarinetes; Trio clarinete, flauta e piano; Trio clarinete, violino e piano; Trio de clarinete, viola e piano; Quarteto de clarinetes; Quarteto de Sopros (clarinete, flauta, trompa e fagote); Quinteto de sopros (clarinete, flauta, oboé, trompa e fagote); Octeto de Sopros (2 clarinetes, 2 oboés, 2 trompas e 2 fagotes), Ensemble de clarinetes e Ensemble da Câmara.

Colaborou, com regularidade, com as seguintes orquestras: Orquestra de Sopros e Percussão do Conservatório do Vale do Sousa, Orquestra de Sopros e Percussão da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo – ESMAE, Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE),Orquestra de Clarinetes da ESMAE, Orquestra Sinfónica de Fundação A’Lord, MMC-Movimento Musical Cooperativo, BSP-Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra de Clarinetes da BSP e OFP-Orquestra Filarmónica Portuguesa.

Participou na gravação dos discos “The Ghost Ship”, “Night and Day” e “In the Pocket” com a Banda Sinfónica Portuguesa.

Em 2018, foi selecionada como Concertino de Orquesta Sénior do II Festival BSPjúnior, sob a direção do maestro Douglas Bostok. No ano seguinte, 2019, foi convidada pelo III Festival BSPjúnior a integrar o Ensemble da Câmara da Banda Sinfónica Portuguesa.

Teve oportunidade de se apresentar como Concertino de Orquestra do Estágio de Verão e Curso de Aperfeiçoamento de Sopros e Percussão de Amarante (2013), Estágio da Orquestra de Sopros e Percussão do Conservatório do Vale do Sousa (2013 e 2014), II Festival BSPjúnior, direção do maestro Douglas Bostock (2018) e International Conducting Masterclass Mira, com a direção do maestro Douglas Bostock(2018).

No âmbito do projeto artístico do Mestrado em Interpretação Artística, estreou a obra “Inversus”, do compositor Paulo Jorge Ferreira, dedicada ao clarinetista Nuno Pinto e à pianista Elsa Silva. Este recital final de mestrado foi inteiramente dedicado à música portuguesa para clarinete e piano, tema de investigação.

Em 2020 realizou o seu estágio profissionalizante, no âmbito do Mestrado em Ensino da Música ESMAE-ESE, no Conservatório de Música de Paredes sob orientação do professor cooperante Frederic Cardoso. A temática do projeto de intervenção incidiu, uma vez mais, na disseminação da música portuguesa para clarinete e piano, desta vez em contexto de sala de aula.

É professora de Clarinete (M04) e música de conjunto (M32) no projeto de inclusão social – Orquestra Ad Libitum de Lousada do Agrupamento de Escolas de Lousada Oeste, professora das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) no Conservatório do Vale do Sousa e, professora de clarinete da escola de Música da Casa do Povo de Santa Marinha do Zêzere (Baião).

Paralelamente mantém atividade assídua como músico clarinetista e colaboradora de várias Orquestras.

Sara Costa, clarinete, natural de Amarante

Sara Costa, clarinete, natural de Amarante

HISTÓRIA

José Coelho dos Santos

José Coelho dos Santos, compositor, de Amarante

José Coelho dos Santos, compositor, de Amarante

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/sara-costa-clarinete-2023-amarante.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:15:262024-10-30 07:21:33Amarante e os seus músicos
Maria José Valério, cantora, da Amadora
Músicas no Concelho

Amadora e os seus músicos

Músicos do Concelho da Amadora

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Elsa Saque (soprano, 1946)
  • Maria José Valério (cantora, 1933-2021)
Elsa Saque

Elsa Saque nasceu na Amadora em 1946. Iniciou os estudos de Piano na Academia de Amadores de Música e de Canto no Conservatório Nacional, com Arminda Correia e Francine Benoit, prosseguindo mais tarde a sua formação artística na Companhia Portuguesa de Ópera, do Teatro da Trindade, com Tomás Alcaide e Giovanni Voyer.

Posteriormente, como bolseira do Instituto de Alta Cultura, aperfeiçoou-se em Palermo e Florença (Itália), com Gino Bechi. Em 1963, fez a sua estreia em ópera, na Companhia Portuguesa de Ópera do Teatro da Trindade, onde permaneceu até 1975.

Participou nos Festivais de Música de Figueira da Foz, Fundação Calouste Gulbenkian, Capuchos, Leiria, Algarve, Coimbra, Póvoa de Varzim, Açores, Costa do Estoril, Almada, INATEL e nos anos de 1989, 1990, 1993, 1995 e 1997, nos Festivais Internacionais de Música de Macau. Ainda em Macau, em Março de 1999, foi a artista convidada para a inauguração do Centro Cultural de Macau, acompanhada pela Orquestra Sinfónica de Pequim.

No campo operístico, Elsa Saque interpretou mais de 40 papeis principais, das óperas do repertório clássico. Foi cantora residente do Teatro Nacional de São Carlos, desde 1975 até à extinção deste, como EP, em 1992.

Leia AQUI a biografia completa.

Elsa Saque

Elsa Saque, cantora lírica, da Amadora

Elsa Saque, cantora lírica, da Amadora

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

HISTÓRIA DA MÚSICA

Maria José Valério

Maria José Valério (Amadora, 6 de maio de 1933 – Lisboa, 03 de março de 2021) foi uma cantora portuguesa. Começou a cantar em 1950, no Liceu D. João de Castro onde era colega da atriz Lurdes Norberto. Frequentou o Centro de Preparação de Artistas da Rádio, na então Emissora Nacional, ficando a fazer parte do elenco.

Estreou-se em 1952 na Emissora Nacional. Era sobrinha do maestro Frederico Valério, de quem gravou muitas canções.

O seu nome foi ganhando projeção com o sucesso de temas como O Polícia Sinaleiro e ao atuar, por exemplo, no programa Serões para Trabalhadores ao lado de nomes como Rui de Mascarenhas, Gina Maria ou Paula Ribas.

O seu maior sucesso foi “Menina dos Telefones”, de 1962, da autoria de Manuel Paião e Eduardo Damas.

Entre finais de 1972 e meados de 1973, Maria José Valério fez uma temporada no Brasil.

Presença regular na televisão, Maria José Valério tornou-se mais conhecida das novas gerações por ser a intérprete da “Marcha do Sporting”, o Hino do Sporting Clube de Portugal. O tema foi reeditado em single quando o Sporting conquistou o Campeonato de Portugal de futebol de primeira divisão 1999/2000, tendo chegado ao primeiro lugar na tabela nacional de vendas.

Leia AQUI a biografia completa.

Maria José Valério

Maria José Valério, cantora, da Amadora

Maria José Valério, cantora, da Amadora

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/amadora-maria-jose-valerio-cantora.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:15:042024-10-28 10:27:43Amadora e os seus músicos
Sociedade Filarmónica Alpiarcense "1º de Dezembro"
Músicas no Concelho

Alpiarça e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Alpiarça

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica Alpiarcense “1º de Dezembro”

A Sociedade Filarmónica Alpiarcense “1º de Dezembro” surgiu da união das vontades de músicos oriundos de duas Bandas existentes em Alpiarça (a “música velha” e a “música nova”) e que, em 1931, formaram uma única Banda. com cerca de 35 elementos, a Banda Filarmónica da SFA “1º de Dezembro” tem vindo a animar, ao longo dos anos, as realizações oficiais da Autarquia (Feira do Vinho, 25 de Abril, ALPIAGRA), festividades de caráter religioso (procissões) e profano (festivais, feiras e festas), no concelho, na região e um pouco por todo o País.

O seu instrumental foi totalmente renovado em 1998. Sob a direção do maestro Bruno Ramiro a banda da SFA empenha-se em atualizar e aperfeiçoar o seu repertório. Tem a sua escola de música com aulas de iniciação, formação musical e instrumento.

SFA1D

Sociedade Filarmónica Alpiarcense "1º de Dezembro"

Sociedade Filarmónica Alpiarcense “1º de Dezembro”

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/alpiarca-sfa1d.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-07 14:18:142024-11-14 12:44:34Alpiarça e as suas filarmónicas
Fernanda Guerra, acordeonista, de Alpiarça
Músicas no Concelho

Alpiarça e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Alpiarça

Alpiarça é uma vila portuguesa no Ribatejo, pertencente ao Distrito de Santarém, Ribatejo, sub-região da Lezíria do Tejo, com cerca de 6000 habitantes. Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Fernanda Guerra (acordeonista, 1935)
Fernanda Guerra
Maria Fernanda Marques Guerra Ribeiro (n. Alpiarça, 3 de fevereiro de 1935) é uma acordeonista portuguesa. “Aprendeu acordeão aos oito anos, com o pai, Anselmo Guerra, que tocava acordeão em bailes e casamentos na década de 40 do século XX) e Teoria Musical com o mestre da Banda Filarmónica de Alpiarça. Começou a atuar em bailes aos onze anos acompanhando o pai e, a partir dos 14 anos, sozinha, atividade que manteve até aos 20 anos. Em 1951 ingressou na Orquestra Típica Scalabitana, onde se manteve até 1953.” (Carla Nunes, EMPXX. Em 1948, Fernando Ribeiro e Fernanda Guerra conheceram-se, e começou então “uma colaboração artística que configurou o percurso artístico de ambos. Contraíram matrimónio em 1955 e começaram a apresentar-se como Duo Fernando Ribeiro e Fernanda Guerra, tendo atingido grande projeção nacional e internacional. Fernanda Guerra executava a melodia enquanto Fernando Ribeiro tocava variações e contracanto. Ainda em 1955 atuaram em Goa, Damão e Diu, a convite do Ministério da Defesa, e no Médio Oriente (Líbano, Síria, Jordânia e Egipto).

Um importante ponto de viragem na carreira de ambos, deu-se em 1961, quando começaram a atuar no Restaurante Folclore, em Lisboa, tendo aí desenvolvido uma atividade profissional durante 11 anos, acompanhando cantores de maior relevo no panorama musical da altura, como Tony de Matos, Francisco José, Paula Ribas, Maria José Valério, Maria de Lourdes Resende e Carlos do Carmo.

Leia AQUI a biografia completa.

Fernanda Guerra com Fernando Ribeiro

Fernanda Guerra, acordeonista, de Alpiarça

Fernanda Guerra, acordeonista, de Alpiarça

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/alpiarca-fernanda-guerra-com-fernando-ribeiro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:14:262024-12-13 20:49:52Alpiarça e os seus músicos
Cristina Branco, fadista, de Almeirim
Músicas no Concelho

Almeirim e os seus músicos

Musicos naturais do Concelho de Almeirim

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Cristina Branco (fadista, 1972)
  • Custódio Castelo (guitarrista, 1966)
  • José Marques (violeiro)

Cristina Branco

Cristina Branco, fadista, de Almeirim

Cristina Branco, fadista, de Almeirim

Custódio Castelo

Custódio Castelo, guitarra portuguesa, de Almeirim

Custódio Castelo, guitarra portuguesa, de Almeirim

José Marques

José Marques, violeiro, nasceu em Almeirim, distrito de Santarém, Portugal. Interessou-se desde tenra idade pela música, pelas guitarras e outros instrumentos de corda. No entanto, como era necessário para muitos em Portugal na época, aos 14 anos, José iniciou sua carreira como carpinteiro, que ele continuou por muitos anos com sucesso, ganhando muita experiência e habilidade neste campo.

Enquanto morava no Alentejo, Portugal, José teve a sorte de ser apresentado a um construtor de instrumentos tradicionais de cordas, o luthier Daniel Luz, e logo encontrou a felicidade de poder aprender a arte de fazer instrumentos. José Marques aprendeu durante dois anos com Daniel Luz a arte de construir guitarra portuguesa, viola campaniça, ukulele, guitarra clássico e vários outros instrumentos, tudo construído à mão.

Após esse período de aprendizagem com Daniel Luz, tomou a decisão de aumentar seu conhecimento e compreensão de vários violeiros do passado e do presente, estabelecidos e respeitados no mundo, aprendendo as suas técnicas e muito mais sobre materiais. Durante mais de 5 anos José morou no Reino Unido em Bury, St Edmunds – Suffolk, onde trabalhou na sua pequena oficina construindo guitarras de concerto e acústica corda de aço, e guitarras elétricas que desenvolveu segundo o seu próprio modelo e desenho.

Neste momento José Marques vive no Concelho de Almeirim, Portugal, mais focado na construção da guitarra clássica.

As principais influências de José na construção de guitarra clássica são os grandes mestres mais antigos e que constroem os modelos mais tradicionais mas também as novas vertentes dos chamados mais modernos, como é o caso das guitarra double top e lattice. Algumas das suas influências são: Antonio de Torres, José Romanillos, Hermann Hauser e Daniel Friederich, Matthias Dammann, Gernot Wagner, entre outros.

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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António José Ferreira
962 942 759

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Ercília Costa, fadista, de Almada
Músicas no Concelho

Almada e os seus músicos

Músicos naturais do concelho de Almada

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • Agostinho Sequeira (percussionista, 1998)
  • Ercília Costa (fadista, 1902-1985)
  • Leonel Duarte Ferreira (maestro)
  • Vasco Morgado (promotor, 1924-1978)

Ercília Costa

Ercília Costa, fadista, de Almada

Ercília Costa, fadista, de Almada

Vasco Morgado

Vasco Morgado, promotor, de Almada

Vasco Morgado, promotor, de Almada

BANDAS ROCK

FOI NOTÍCIA

“Quando chegou a Portugal em 1963, vindo de Moçambique e Angola, Victor Gomes procurava uma banda de rock’n’roll para o acompanhar. Foi logo à Trafaria encontrar-se com os Gatos Negros, sobre os quais o músico e apresentador João Maria Tudela lhe tinha falado. Não foi à toa que um dos reis do rock português, um fenómeno que passou pela rádio, pelos palcos, tanto da música quanto da revista, e pelo cinema, rumou à Margem Sul do Tejo.

A cidade de Almada tem sido, ao longo dos anos, pródiga em bandas rock.

Em 2019 esteve patente no Museu da Cidade de Almada, na Cova da Piedade, Na Margem: Uma história do rock. Dividida em dois pisos e centrada em três períodos diferentes — de 1961 a 1977, de 1978 a 1989, e de 1990 a 2004 —, a exposição reunia artefactos de cinco décadas de rock ali nascido, dos tempos do Gatos Negros, dos bailes, das festas associativas e das influências dos Shadows, até ao hardcore, com psicadelismo e punk pelo meio.

A divisão acontece porque “são três períodos distintos, mesmo em contextos sociais, económicos e políticos”, explicou ao Público Ana Costa, coordenadora-geral da exposição, garantindo que se tratava de uma das mais visitadas deste museu inaugurado em 2003.

Puderam ver-se em Na Margem discos, sejam da música da terra ou de inspiração, revistas, posters, bilhetes, guitarras — muitas da marca italiana Eko ou réplicas, algumas artesanais —, roupa, maquetas, cadernos de poemas, bonecos, fotografias e até um documentário de uma hora com depoimentos de alguns notáveis da cena musical almadense.

A preparação da exposição começou em 2017. Ana Costa trabalhou em parceria com Ângela Luzia e Margarida Nunes neste projeto em que estiveram envolvidas ao todo 130 pessoas. Ela própria almadense, teve uma adolescência que passou pelo Ponto de Encontro, um lugar-chave da cena musical da cidade nos anos 1990. “O rock é um fenómeno muito associado a Almada. Noutras exposições que temos preparado, era recorrente haver referências a isso ou a algum músico que pertenceu a uma banda.” Como o Museu da Cidade traça a história da localidade, acharam “interessante tentar perceber onde é que isto começou em Almada” e explorar “a ideia que as pessoas de fora têm de uma certa especificidade suburbana, com um som mais escuro e pesado”.

Para preparar tudo, fizeram entrevistas propectivas sobre histórias que já conheciam, como a de Victor Gomes na Trafaria. “Os Gatos Negros foram a banda que, com o som que se fazia e que era muito consumido aqui, conseguiu fazer a passagem de banda de baile para um conjunto de rock’n’roll. Nos jornais da época, a primeira vez que é apresentada uma banda de rock’n’roll são eles.”

Feitas essas primeiras entrevistas, começam a procurar mais material na imprensa e nos “arquivos de colectividades, que é onde as bandas acabavam por se apresentar”, e a falar com pessoas para encontrarem testemunhos orais. “As próprias pessoas foram-nos dando folhetos, documentos, contratos com editoras”, disse. Fizeram 64 entrevistas a músicos de várias gerações, entre os quais Filipe Mendes, ou seja Phil Mendrix, que morreu recentemente. Também estão incluídos, entre outros, Tim, dos Xutos & Pontapés, Carlão, de Da Weasel, António Manuel Ribeiro, dos UHF, João Miguel Fonseca, de Bizarra Locomotiva, Thormentor, Plastica ou Mofo.

Em termos das fontes, afiançou, tentaram “ter um equilíbrio entre mulheres e homens e também entre gerações. A pessoa mais nova, Sara Cunha, dos SpeedCristal, tem 24 anos”. Esse tal equilíbrio de género começa a surgir mais, conta, “nos anos 1990”, dando o exemplo das Black Widows, banda de metal gótico feminina formada nessa década. Na exposição é mencionado o exemplo de Nela Ribeiro, dos Atlantes, que também cantou com os Falcões em algumas actuações e, até à década de 1980, era a única mulher proeminente na música da cidade.

A ideia era perceber as mudanças pelas quais o rock tinha passado ao longo dos anos. “A cultura juvenil mudou, hoje é tão diferente”, comenta a organizadora. Foram 507 as bandas de originais identificadas durante a pesquisa. Dessas 507, 277 foram formadas nos anos 1990. Hoje existem 100 em actividade, “a maior parte projectos efémeros e maioritariamente masculinos”, sintetizava uma das legendas da exposição.

No presente, em Almada, existem também mais locais para aprender música, facilidade de acesso a instrumentos, a espaços de ensaio e a estruturas técnicas. Ainda assim, resumia Ana Costa, “a expressão colectiva, territorializada e com mais impacto, é o hip-hop”. E isso daria facilmente outra exposição. Por enquanto, ainda não há planos formalizados para isso avançar, mas, garante, a equipa foi-se cruzando com muito material sobre o assunto.”

Fonte: Rodrigo Nogueira, Público,  27 de Fevereiro de 2019

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Tiago Videira, compositor e musicólogo, de Lisboa/Alijó
Músicas no Concelho

Alijó e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Alijó

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • António Cartageno (compositor, 1946)
  • José Maria Nóbrega (guitarrista, 1926-2018)
  • Rui Sampaio (regente de banda)
  • Tiago Videira (Alijó/Lisboa, musicólogo, compositor)

António Cartageno

Pe. António Cartageno, compositor, de Alijó

Pe. António Cartageno, compositor, de Alijó

José Maria Nóbrega

José Maria Nóbrega Teixeira nasceu a 19 de novembro de 1926 em Alijó, Portugal, e morreu em Lisboa a 9 de outubro de 2018, com 91 anos.

Por volta dos dez anos estabelece-se no Porto onde, por influência do pai, aprendeu o ofício de alfaiate. Desde a infância, nas horas de lazer, ficava a ver o pai a tocar violão (designação em Trás-os-Montes) com um vizinho. Atraído por aquele instrumento, pediu ao vizinho que lhe ensinasse a tocar viola. Na adolescência, formou com um violinista um conjunto musical que iria evoluir para sexteto (violino, bandolim, viola, bateria, saxofone e acordeão), com o qual percorreu e animou festas nas coletividades e romarias.

Dispensado do serviço militar, com o fruto do seu trabalho, estabeleceu-se com um atelier de alfaiate em Padrão da Légua, concelho de Matosinhos. Com 22 anos, resolveu casar, afastando-se do conjunto musical. O mesmo acontece aos restantes elementos que, a pouco e pouco, se dispersaram e e o grupo acabou por desaparecer. Casado e com dois filhos, foi convidado pelo guitarrista Álvaro Martins, barbeiro de profissão, para começar a aprender a tocar viola de Fado. Nóbrega estreia-se no Tamariz, onde tocaria com Martins durante cerca de dez anos.

Nesta época, o intercâmbio entre fadistas de Lisboa e Porto era grande e por esta uma casa de fados da Invicta passaram os grandes nomes do Fado da altura. Em 1957 a dupla foi convidada por Moniz Trindade para atuar durante um mês na Pam-Pam, uma casa que ia abrir perto da Praça do Chile, em Lisboa. Findo o contrato, ambos os músicos regressaram ao Porto, mas, depois de um mal-entendido, José Maria Nóbrega regressou à capital para se estabelecer como alfaiate e tentar aliar a sua profissão ao Fado. Fechou a alfaiataria, no Largo da Misericórdia, e passou a acompanhar, por convite, vários fadistas, ao mesmo tempo que se inscreveu na Escola de Guitarra Duarte Costa. José Maria Nóbrega passou a apresentar-se, com o guitarrista Jorge Fontes, no Restaurante O Folclore.

Neste período, além da oportunidade de viajar para acompanhar artistas como Ada de Castro e Lídia Ribeiro e de atuar em programas de Fado transmitidos pela Emissora Nacional, Nóbrega conheceu e passa a trabalhar com António Chaínho. Após a saída de O Folclore, continua a acompanhar artistas do meio e vai, entretanto, tornar-se um assíduo colaborador de Carlos do Carmo.

José Maria Nóbrega viria a receber em conjunto com António Chaínho, Prémio da Imprensa (1981), ou Prémio Bordalo, como “Guitarristas” na categoria “Fado”. O galardão foi entregue pela Casa da Imprensa em 1982, entidade que também distinguiu na ocasião e nesta categoria os “Intérpretes” Amália Rodrigues e Carlos do Carmo. Com o novo milénio foi convidado para substituir um colega na casa de fados “A Severa”, onde acaba por passar a colaborar após a diminuição do fluxo de trabalho com Carlos do Carmo, após os problemas de saúde deste em 2001. Em 2004, no âmbito da Grande Noite do Fado, no Teatro São Luiz, recebeu o Prémio Carreira.

Rui Sampaio

Natural da aldeia de Carlão, concelho de Alijó, Rui Miguel Serangonha Sampaio iniciou os estudos musicais aos doze anos, na Banda de Música de Mateus, Vila Real, pela mão do então Maestro Diamantino Dias na classe de Trombone.

O seu interesse em aperfeiçoar a técnica levou-o a frequentar o Conservatório Regional de Gaia, no ano de 1995, na classe de Zeferino Pinto e posteriormente na Escola Profissional de Artes de Mirandela onde concluiu o curso de Trombone, na classe do professor Nuno Scarpa.

No ano de 2000 ingressou na Universidade de Aveiro na Classe de Trombone.

Em 2001 ingressou nas fileiras do Exército e frequentou nos anos de 2004 e 2005 o 32.º Curso de Formação de Sargentos Músicos, onde conclui o Curso de Trombone na Classe do Professor Reinaldo Guerreiro.

Foi Maestro da Banda Lira do Norte, de 2008 a 2010.

Tirou o seu cursou de Direção com vários maestros portugueses e estrangeiros destacando-se Jacinto Montezo, Paulo Martins, Carlos Marques, José Brito, Délio Gonçalves, Ignacio Petit, Douglas Bostok e António Saiote. Fez uma classe de aperfeiçoamento em direção coral com o maestro italiano Adriano Martinolli.

Foi reforço da Orquestra Nacional do Porto nos anos de 1999 e 2000, na qual trabalhou com vários maestros de renome internacional e tocou nas principais salas do País.

Tocou, também, com várias orquestras e bandas, das quais se destacam: Orquestra Nacional do Porto, Orquestra do Algarve, Orquestra do Norte, Orquestra Nacional de Sopros dos Templários, Orquestra Clássica Juvenil “Bracara Augusta”, Orquestra “Sine Nomine”, Orquestra das Escolas Particulares, Orquestra Lacerda, Banda Sinfónica do Exército, Banda Militar dos Açores, Orquestra Ligeira do Exército, entre outras.

Estas experiências, permitiram-lhe trabalhar com um grande número de maestros, nomeadamente António Saiote, Cristhopher Bochmann, Jean-Marc Burfin, Joana Carneiro, Roberto Perez, Pedro Moreira, César Viana, Reinaldo Guerreiro, José Brito, Rui Massena, Rui Carreiro, Nuno Machado, Leonardo de Barros, José Ferreira Lobo, entre outros.
Frequentou várias Master Classes de Trombone evidenciando-se com os Professores Emídio Coutinho, Hugo Assunção, Nuno Scarpa, Zeferino Pinto, Gilles Milliére, Oyestein Baadsvik e Reinaldo Guerreiro.

Foi Professor da Classe de Trombones do Conservatório Regional de Ponta Delgada de 2006 a 2011. Desempenha as funcões de Sargento Músico na Orquestra Ligeira do Exército onde detêm o posto de 1º Sargento. Tem a seu cargo a direção musical da Banda Marcial de Bairros.

Tiago Videira

Tiago Videira é um Polímato dos tempos modernos: um cientista com uma grande paixão pela criação artística e literária. Na vida, consoante as necessidades e contextos, tem assumido diversos papéis: cuidador, musicólogo, cancionista, produtor musical, editor de partituras, escritor, artista, professor, cozinheiro, burocrata, programador… Licenciado em Musicologia, Mestre em Filosofia (Estética) e Doutor em Media Digitais, no âmbito do Programa UT Austin-Portugal, com uma tese ligada aos Fados e à Inteligência Artificial.

Tiago Videira

Tiago Videira, compositor e musicólogo, de Lisboa/Alijó

Tiago Videira, compositor e musicólogo, de Lisboa/Alijó

Viveu dois anos, no meio do Texas, sem automóvel, o que foi um desafio gigante! Afiliado aos Centros de Investigação em Música da Universidade Nova de Lisboa (INET-MD e CESEM), foi investigador num projecto de Edição Crítica de repertório de compositores Luso-Brasileiros (c. 1750-1930), e tem-se dedicado ao estudo das práticas interpretativas ligadas às canções, em diversas vertentes, desde estilos de fadistas, a processos de criação e transmissão dos reportórios, às ligações às indústrias e negócios. Criou, produziu e gravou dezenas de obras musicais que vão desde canções, peças para piano solo, música de filme e animação e obras para várias conjuntos de câmara. A sua canção “Ansiedade” ganhou o Prémio de Melhor Letra no concurso “O Meu Fado” 4ª ed. – Rádio SIM/SPA/Museu do Fado/Universal Music Portugal (2019).

Estreou a sua primeira Ópera “Não sei quantas almas tenho” no Festival OperaFest 2020. Tiago Videira teve aulas de cancionismo com Alan Roy Scott, Randy Klein, Michelle Vice-Maslin, Bob Dellaposta, Tiago Torres da Silva, Aldina Duarte, Maria do Rosário Pedreira, entre outros. Também participou em muitos workshops e Escolas de Verão e desenvolveu trabalhos sob a supervisão de personalidades como Bruce Pennycook (Universidade do Texas em Austin), Tomás Henriques ou Jaime Reis nos domínios da Interactividade, Cinema e Música Electroacústica.

Tiago Videira é também um escritor, tendo ganho o Prémio “Jovens Escritores 2006” com a obra “Contos Galácticos”, que foi posteriormente publicada. Também teve aulas com Alberto Pimenta e, desde então, foram criados dezenas de textos criativos. Colaborou com o DN Jovem desde 2005 até à extinção do suplemento literário. Publicou também dois outros livros de ficção.

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Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Daniel Oliveira, organista, de Alenquer
Músicas no Concelho

Alenquer e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Alenquer

Serviço público sem financiamento público, o Musorbis foi lançado em  2020.

  • Catarina Brilha (acordeonista)
  • Daniel Oliveira (organista)
  • Daniela Vicente (oboísta)
  • Dinis Carvalho (saxofonista)
  • Diogo Gomes (trompetista)
  • Ivo Lucas (ator, cantor)
  • Luís Ferreira (maestro)
  • Palmira Bastos (atriz, cantora, 1875-1967)
  • Paulo Santana (maestro)
  • Pedro Parreira (clarinetista)
  • Ricardo Nascimento (saxofonista)
Daniel Oliveira

Natural de Alenquer, Daniel Oliveira iniciou os seus estudos na Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo em Linda a Velha, onde estudou órgão e cravo com João Paulo Janeiro.

Prosseguindo os estudos musicais, diplomou-se em órgão pela Escola Superior de Música de Lisboa, sob orientação de João Vaz, licenciando-se também em cravo, pela mesma instituição sob orientação de Ana Mafalda Castro.

Realizou o mestrado em Pedagogia do Órgão na Escola Superior de Música de Lisboa.

É ainda licenciado em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa.

[ Saiba mais AQUI. ]

Daniel Oliveira

Daniel Oliveira, organista, de Alenquer

Daniel Oliveira, organista, de Alenquer

Dinis Carvalho

Natural de Alenquer, o saxofonista Dinis Carvalho é licenciado em Saxofone pela Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de José Massarrão, e frequenta o Mestrado em Ensino da Música (Saxofone) na mesma Escola. Iniciou os estudos musicais na Escola de Música da Sociedade União Musical Alenquerense, com o professor José Santos (saxofone) e o Maestro Vasco da Cruz Flamino (formação musical); posteriormente frequentou a Escola de Música do Conservatório Nacional, na classe de Rita Nunes e no curso profissional da mesma escola na classe de Hélder Alves.

Concluiu a Licenciatura em Instrumentos de Sopro, Arco e Percussão – Variante de Execução – Saxofone, na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de José Massarrão, onde teve ainda oportunidade de trabalhar com os professores Alberto Roque, Vasco Pierce de Azevedo, Luís Correia, Fernando Fontes, Ricardo Pinheiro, Cristina Brito Da Cruz, entre outros. Participou ainda na gravação do disco Reflections, integrado na Orquestra de sopros desta escola.

Integrado no Exército Português desempenhou funções de saxofonista na Banda Sinfónica e maioritariamente na Orquestra Ligeira (OLE) tendo neste contexto contactado com diversos maestros e músicos de nível nacional e internacional, entre eles o Capitão CBM Ferreira da Costa,o Major CBM João Botelho, o Capitão CBM João Oliveira, o Sch. Luis Silva, o Capitão CBM Alexandre Coelho, o Major CBM João Basílio, o Smor. Fernando Vidal, o Tenente CBM Artur Cardoso, com o maestro italiano Marco Renzi e com o clarinetista internacional Beppi Damatto.

Dinis Carvalho

Dinis Carvalho, saxofonista, de Alenquer

Dinis Carvalho, saxofonista, de Alenquer

Nos últimos anos tem lecionado a disciplina de Saxofone, Ensemble de Saxofones e Quarteto de Saxofones no Conservatório de Música de Santarém, Conservatório de Música da Física de Torres Vedras, Academia de Música de Alcobaça, Orquestra Geração, Escola de Música da Sociedade Filarmónica Olhalvense, Escola de Música da Sociedade Musical e Recreativa Obidense, na Escola de Música da Sociedade Filarmónica de Alvorninha e na Escola de Música da Sociedade Filarmónica de Santo Estevão.

Foi organizador da masterclass de Saxofones do Conservatório de Música de Santarém em cooperação com Ruben Neves (Ourearte) e Diana da Rama. Foi professor orientador da classe de Saxofone no Estágio de Sopros e Percussão” da banda da Sociedade Filarmónica Lajense (Lajes do Pico, Açores) em colaboração com a maestrina Catarina Paixão e no “I Estágio de Sopros e Percussão do Município de Benavente” em colaboração com o maestro João Raquel. Dirigiu ainda o “Ensemble de Sopros” da Sociedade União Musical Alenquerense. Integrado no projeto “Orquestra Geração” teve oportunidade de ter formações de âmbito sociopedagógico e de trabalhar e participar em concertos dirigidos por vários maestros de destaque a nível nacional e internacional, entre eles: Ulysses Ascanio, José Jesus Olivetti, Juan Magioranni, Mitchell James Fennell, entre outros. Participou ainda em estágios e concertos com a “Orquestra Geração + Orquestra Gulbenkian” com os maestros Pedro Neves e José Eduardo Gomes.

Tem participado em vários projetos, entre os quais: o musical Orgulho e Preconceito no Teatro da Malaposta, com direção musical de Cândido Fernandes, O Achamento do Brasil e A Floresta d’ Água, com a orquestra da Foco Musical sob a direção de Jorge Salgueiro; foi ainda saxofonista do “Circo de Natal” do Coliseu de Lisboa sob a direção musical do compositor e maestro Telmo Lopes. Destaca-se também a participação no “Festival ao Largo” integrado na Orquestra Sinfónica Portuguesa, executando a obra Wonderfull Town de Leonard Bernstein sob a direção da maestrina Joana Carneiro.

Colabora frequentemente com vários agrupamentos musicais, como bandas filarmónicas, orquestras ligeiras, “big-bands”, grupos de música tradicional, popular, de animação de rua, bandas de rock, entre outras formações, destacando-se em 2019 a participação com a Banda de Música da Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de Alcochete de 1898, no Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga, em que obtiveram o 1.º lugar.

Executou a solo com diversos agrupamentos musicais obras originais para saxofone e transcrições para este instrumento destacando-se o Concerto para saxofone alto e orquestra de A. Glazunov e A. Petiot, Concerto de Aranjuez, de J. Rodrigo, transcrito para Sax Alto e Barítono, Fantasia para Saxofone Alto e Orquestra de Claude T. Smith, Palindromia Flamenca de António Ruda, Meditation da Ópera Thais, entre outras.

Frequentou classes de aperfeiçoamento com vários saxofonistas de nível nacional e internacional e continua a aprofundar os seus estudos musicais através da frequência do Mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Música de Lisboa.

Fontes: Daniel Oliveira sugeriu os nomes de Dinis Carvalho (saxofone) e Paulo Santana (maestro). Dinis Carvalho deu a informação relativa a Ricardo Nascimento (saxofone), Daniela Vicente (oboé), Pedro Parreira (clarinete). José Fernando Gomes forneceu a informação relativa a Diogo Gomes (trompete), Luís Ferreira (direção) e Catarina Brilha (acordeão).

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Destaca-te no Musorbis

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HISTÓRIA DA MÚSICA

Palmira Bastos

Palmira Bastos, atriz e cantora, de Alenquer

Palmira Bastos, atriz e cantora, de Alenquer

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/alenquer-daniel-oliveira-organista.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:12:092026-07-19 13:37:02Alenquer e os seus músicos
António Menino, clarinetista, maestro
Músicas no Concelho

Alcochete e os seus músicos

Músicos naturais do concelho de Alcochete

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • António Menino (maestro)
  • Armando Crispim (contrabaixo)
  • Fernando Ramos (maestro)
  • Jorge Taneco (maestro)
  • José Redinha (etnólogo, 1905-1983)
  • Manuel Gomes da Mestra (1906-1986)
  • Tiago Menino (clarinete, 1987)
António Menino

António Menino iniciou os estudos musicais aos 10 anos, com o seu pai. Mais tarde fez o curso de Clarinete na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional e posteriormente estudou na Escola Superior de Música de Lisboa.
Entre 1981 e 2015 fez parte dos quadros da Banda da Armada, onde desde 1983 desempenhou funções de solista, coordenador de naipe e professor.

Da sua discografia fazem parte vários CD da Banda da Armada e da Orquestra Sinfonia B, tendo ainda colaborado como Solista no CD “The Art of Duo” do Clarinetista Paulo Gaspar, seu colega de naipe na Banda da Armada. Como Maestro gravou três CD com a Banda da Sociedade Imparcial 15 de janeiros de 1898 e um com a Banda da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense.

Foi ARTISTA SELMER, tocando clarinetes Selmer, modelos Muse (Sib) e Signature (Lá). A sua carreira foi recheada de momentos importantes. Foi concertista em várias ocasiões, tanto em Portugal, como no estrangeiro. Todo o seu percurso enquanto músico e professor foi sempre reconhecido entre os seus pares e em janeiro de 2024, a Câmara Municipal de Alcochete reconheceu a excelência de António Menino, como músico, maestro e professor, com a atribuição da medalha Municipal de Mérito.

Enquanto Maestro, António Menino conquistou vários prémios em concursos nacionais e internacionais. Todos estes prémios foram alcançados com as bandas que superiormente dirigiu, nomeadamente a Banda da Sociedade Imparcial 15 de janeiro de 1898 de Alcochete e a Banda da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense de Reguengos de Monsaraz.

O Maestro António Menino foi uma figura incontornável no que respeita ao fomento da cultura musical em Alcochete. Foi diretor artístico da Banda da Sociedade Imparcial de Alcochete (Banda de Alcochete) desde 1998, até à sua morte em 2024. Foi diretor artístico do FICA – Festival Internacional de Clarinete de Alcochete desde 2021, evento realizado no Fórum Cultural de Alcochete e que ganhou uma dimensão nacional e internacional, muito pelo empenho e dedicação de António Menino.

Em 2025, a Câmara Municipal de Alcochete aprovou por unanimidade a atribuição do nome do “Maestro António Menino” ao auditório do Fórum Cultural de Alcochete.

António Menino, clarinetista, maestro

António Menino, clarinetista, maestro

Armando Crispim

Armando José Crispim, contrabaixista, nasceu em Alcochete em 1931 e morreu em 2022. Primo direito do Padre Crispim, Armando fez a instrução primária na escola do Rossio com o professor João Santos Nunes. Recebeu as primeiras noções de música do músico e alcochetano Manuel Gomes da Mestra (1906-1986) no antigo edifício da Sociedade que Armando considerava a sua segunda casa. Colaborou com a Banda de Alcochete dos 13 aos 40 anos. O seu primeiro instrumento foi trompete (solista). Depois tocou trombone e também bombardino. Foi mestre da banda da Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense.

Aos 21 anos, Armando Crispim ingressou na Banda do Regimento de Infantaria n.º 1 de Lisboa, onde permaneceu até aos 23 anos. Em seguida, concorreu à banda da Guarda Nacional Republicana (Lisboa) que o admitiu e reteve durante 28 anos. Cumulativamente às actividades profissionais, Armando Crispim estudou 10 anos no Conservatório, finalizando o seu curso de contrabaixo de cordas com 18 valores e acabando por ser convidado para professor do mesmo instrumento na referida instituição (1970).

Armando Crispim fez parte da Orquestra Filarmónica de Lisboa na qualidade de convidado para o cargo de solista A. Com esta mesma categoria, mais tarde, também fez parte da Orquestra Sinfónica do Teatro Nacional de São Carlos. Colaborou várias vezes com a Orquestra Gulbenkian.

Trabalhou vários anos, em cursos separados, com o mestre austríaco contrabaixista Ludwig Streicher (1920-2003). Em Estocolmo, no dia 8 de Dezembro de 1985, «Armando Crispim, contrabaixista da Orquestra Sinfónica do Teatro Nacional de São Carlos, e Carlos Alberto Fontes, violinista da Orquestra Sinfónica da RTP, são os […] dois embaixadores [de Portugal] na Filarmónica Mundial» (“Telestar”, n.º 3, Nov., 1985). Segundo o testemunho de Armando Crispim, eram 110 músicos de 55 países.

Armando Crispim, contrabaixista, de Alcochete

Armando Crispim, contrabaixista, de Alcochete

José Redinha

José Redinha (1905-1983) foi etnógrafo e funcionário da administração colonial portuguesa em Angola. Não teve formação universitária durante a juventude e trabalhou como funcionário no Posto Administrativo do governo colonial português na localidade de Chitato (Angola).

Leia AQUI a biografia completa.

José Redinha, etnólogo, de Alcochete

José Redinha, etnólogo, de Alcochete

Tiago Menino

Tiago Menino nasceu a 18 de Junho de 1987 e iniciou os estudos musicais aos 10 anos, com o seu pai, António Menino, na banda da Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898. Aos 15 anos ingressou no Conservatório Nacional de Lisboa na classe de Luís Gomes.

Foi solista da Orquestra Sinfónica Juvenil e da Orquestra de Sopros do Conservatório Nacional de Lisboa. Colabora regularmente com diversas orquestras, como a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra Ibérica, Orquestra de Câmara do Alentejo, Tetraktis Ensemble, entre outras.

Trabalhou com maestros como Jean-Sebastien Béreau, Mitchell Fennel, Jo Conjaerts, Felix Hauswirth, Christopher Bochmann, Pedro Carneiro e Délio Goncalves.

Frequentou várias classes de aperfeiçoamento com Karl Leister, Guy Deplus, Walter Boeykens, Antony Pay, Philippe Cuper, Philippe Berrod, Fabrizio Meloni, Justo Sanz, Yehuda Gilad, Romain Guyot, Dominique Vidal, Ronald Van Spaendonck, Pascual Martinez, Jerome Vehaeghe, Radovan Cavallin, Paolo Beltramini, Antonio Salguero, António Saiote Luís Gomes, Nuno Silva, Joaquim Ribeiro, Rui Martins entre outros.

Como solista Selmer tocou a solo com o Ensemble de Clarinetes Selmer no Europarque em Santa Maria da Feira. Em 2013, sob a regência do maestro norte-americano Mitchell Fennell, executou a peça “Black Dog” de Scott McAllister para clarinete e banda sinfónica, com algumas das melhores bandas portuguesas. No ano de 2015 estreou a obra “Em Trânsito” para clarinete, sax-alto e banda sinfónica do compositor português Helder Bettencourt, obra que o mesmo lhe dedicou, assim como ao saxofonista Hélder Alves. No ano de 2018 estreou em Portugak a obra “Concerto for Clarinet and Wind Ensemble”, do compositor norte-amercicano Frank Tichelli, e mais tarde teve a oportunidade de o interpretar com a Banda da Força Aérea Portuguesa.Foi laureado com o 1.º prémio no concurso “1.º Concurso Internacional de Clarinete, Gran Canaria Internacional Clarinet Festival” (Espanha), 3.º prémio no concurso “Prémio José Augusto Alegria” em Évora (Portugal) e foi finalista e semi-finalista de vários outros Concursos Internacionais tais como: “Classic Winds” (Alemanha), “Czech Clarinet Art” (República Checa)“Marco Fiorindo” (Itália), “Saverio Mercadante” (Itália), “Gheorghe Dima” (Roménia), entre outros.

É licenciado em Música pelo Instituto Piaget de Almada, na classe dos professores Luís Gomes, Rui Martins e Filipe Dias. No seu último ano de licenciatura frequentou o Real Conservatório Superior de Música de Madrid, no programa Erasmus, na classe do professor catedrático Justo Sanz, terminando com nota máxima a clarinete.

Frequentou o Mestrado em Clarinete na Academia Nacional Superior de Orquestra, na classe de Nuno Silva. Faz o Mestrado em Ensino da Música na ESML, na classe de Manuel Jerónimo.

Leciona no Conservatório Regional de Artes do Montijo, e faz parte da Orquestra de Câmara do Alentejo.

Tiago Menino é ARTISTA SELMER, toca com clarinetes Selmer e palhetas Marca Reeds.

Tiago Menino, clarinete

Tiago Menino, clarinete

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/antonio-menino-2023-maestro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:10:592025-03-23 22:12:06Alcochete e os seus músicos
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