Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Vocal Art Ensemble
Coros de Paços de Ferreira

Agrupamentos vocais no Concelho

Vocal Art Ensemble

O Vocal Art Ensemble é um projeto de música coral nascido em 2018, após os elementos e o maestro do grupo Ensemble Vocal de Freamunde terem decidido seguir um novo rumo.

A este projeto, os vários membros emprestam, não só a sua vontade de espalhar a música coral nacional e internacionalmente, mas também a sua experiência e um vasto e consolidado repertório de grande qualidade e dificuldade.

O repertório do grupo, multifacetado e cuidadosamente selecionado pelo maestro, baseia-se, primeiramente, no género musical folk, embora a música sacra goze, também, de grande importância na atividade do grupo.

Enquanto parte do grupo Ensemble Vocal de Freamunde, os elementos deste projeto tiveram a oportunidade de participar em diversas competições e festivais nacionais e internacionais, das quais se destacam: Festival Internacional de Coros de Preveza, Grécia (Julho de 2006) – onde ganharam uma medalha de Bronze no Concurso de Música Sacra; Festival Internacional de Cantonigrós – Barcelona (Julho de 2008), onde obtiveram um honroso 6.º lugar, e Vivace Internacional Choir Festival – Hungria (Agosto de 2008), onde foram vencedores na categoria Folk.

Do repertório apresentado em concerto, destacam-se, ainda, as obras Carmina Burana, de Carl Orff, Requiem de Fauré e Missa Solemnis de Beethoven, no concerto de abertura dos Dias da Música 2013, no Centro Cultural de Belém.

O coro é dirigido pelo maestro Sílvio Cortez

Vocal Art Ensemble

Vocal Art Ensemble, de Paços de Ferreira

Coro Feminino do Conservatório do Vale do Sousa, 2016
Coros de Lousada

Agrupamentos vocais no Concelho

Coro Feminino do Conservatório do Vale do Sousa

Coro Feminino do Conservatório do Vale do Sousa vem granjeando públicos e oferecendo uma inegável contribuição para a qualificação cultural da região, elevando o nome da Vila de Lousada assim como o Conservatório que representa.

Apesar da sua história recente e evidente jovialidade (fundado em 2007), apresentou-se já, nos mais variados espaços de concerto nacionais, destacando-se o Teatro da Trindade, CCB-Centro Cultural de Belém, Lisboa; Casa da Música, Porto; Universidade de Aveiro, Conservatório Calouste Gulbenkian de Braga, Festival Internacional de Coros em Albufeira. Apresentou-se em Beja, Miranda do Douro, Salreu, Crestuma, Melres, Paços de Ferreira, Porto, Gaia, entre outras localidades.

Em 2010, venceu o concurso nacional de música, evento promovido pelo INATEL.

Internacionalmente destacam-se as presenças no “10èmes Rencontres Internationales de Choeurs d’Enfants” – França, Festival Internacional de Música de Cantonigrós, Barcelona – Espanha, “Florence International Choir Competition” (1º prémio na categoria “Youth Choirs” e o 3º prémio na categoria “Sacred”); “Festival Choral International Neuchatel” (2º prémio na sua categoria); Summer Choir Festival Lisboa (2º prémio “Sacred music” e “Folk music” e 1º Prémio “Female Choirs” ), Concurso de Habaneras em Torrevieja, Rimini International Choir Competition-Itália (1º prémio na categoria “Female Choirs” e o 2º prémio na categoria “Sacred”) e Derry International Choir Competition.

O Coro Feminino CVS é dirigido desde a sua fundação, pelo maestro Sílvio Cortez, tendo como pianista acompanhador Ricardo Fráguas.

Coro Feminino do Conservatório do Vale do Sousa, 2016

Coro Feminino do Conservatório do Vale do Sousa, 2016

Coro Feminino do Conservatório de Música de Paredes
Coros de Paredes

Agrupamentos vocais no Concelho

Coro Feminino do Conservatório de Música de Paredes

O Coro Feminino do Conservatório de Música de Paredes é um projeto musical criado
em 2016. É constituído por elementos que por vontade própria, em prol da
cultura e da música coral, se entregam com seriedade e sentido de compromisso a um
projeto que valoriza a excelência e a qualidade artística.

O seu reportório é diversificado contemplando obras de carácter sacro desde o séc. XVI,
de compositores como Claudio Monteverdi e Giovanni Pierluigi da Palestrina, até
compositores da atualidade como Ivo Antognini e Ola Gjeilo.

Apresenta ainda reportório não sacro, com temas tradicionais de diversos países e de compositores portugueses e internacionais.

O coro é dirigido pelo maestro Ricardo Sousa.

Coro Feminino do Conservatório de Música de Paredes

Coro Feminino do Conservatório de Música de Paredes

Marialis Grupo Coral
Coros de Gondomar

Agrupamentos vocais no Concelho

Marialis Grupo Coral

Fundado por pais de alunos do Externato de Santa Margarida, em Gondomar, o Marialis Grupo Coral iniciou a atividade vocal em 2005, sob a orientação do Maestro Professor Miguel Teixeira.

Na sua criação foi determinante o empenho de um grupo de entusiastas do canto que, solicitados pelas Irmãs Franciscanas Missionárias de Nossa Senhora, animavam a liturgia em dias mais festivos e participavam noutras atividades do colégio.

O grupo adota preferencialmente o estilo “a cappella” e tenta, desta forma, divulgar o canto em português, as tradições e os costumes do nosso país. Nos últimos anos tem apresentado também alguns temas internacionais, em inglês.

Apresentou-se publicamente, pela primeira vez, em 2005, na Festa de Natal do Externato de Santa Margarida e desde essa data tem participado em vários momentos festivos de entre os quais se destacam:

  • Concerto de Natal, na Biblioteca Municipal de Gondomar;
  • “Gondomar a Cantar em Português”, na Sala de Teatro Gil Vicente;
  • “Corais na Festa” – II Encontro Internacional de Coros, integrado nas Festas do Concelho de Gondomar;
  • “32 Encontro de Janeiras” organizado pelo corpo Nacional de Escutas — Agrupamento 96;
  • edições do “Cantar Portugal”, do qual é fundador e promove anualmente em parceria com outros Grupos de Gondomar, cujo Movimento congrega cerca de 150 coralistas e 5 maestros e numa dezena de espetáculos realizados na cidade do Porto, na cidade da Maia e em Gondomar;
  • edições dos Corais D’Ouro cuja organização pertence ao Grupo Coral da Igreja Senhor dos Aflitos;
  • certames da Feira Etnográfica de Valbom;
  • espetáculos de cariz social e cultural e de intercâmbio com várias instituições e associações no distrito do Porto.

Em 2014 em parceria com o Madrigal, fundou mais um movimento que congrega os dois corais denominado “MChorus”.

O seu repertório variado inclui algumas dezenas de temas que vão desde a música popular, passando pela música litúrgica, até à música ligeira.

Atualmente o cargo de maestro do Marialis Grupo Coral é da responsabilidade do Adriano Sabença, profissional da música, com Curso de Prática Orquestral pela Escola Profissional de Música de Espinho e Licenciatura em Flauta Transversal pela Universidade de Aveiro.

Marialis Grupo Coral

Marialis Grupo Coral, de Gondomar

Homenagem ao Cante e à Viola Campaniça ©Pedro Mestre
Música à vista

Património edificado sobre música em Ourique

Homenagem ao Cante e à Viola Campaniça

Em 2015, a Câmara Municipal de Ourique celebrou a 27 de Novembro, o primeiro aniversário da elevação do cante alentejano a Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.

Os festejos arrancaram com a inauguração da “rotunda da Viola Campaniça e do Cante Alentejano”, na antiga estrada nacional 123. A cerimónia contou com a presença dos grupos corais do concelho e do grupo “Campaniça Trio”.

Homenagem ao Cante e à Viola Campaniça ©Pedro Mestre

Homenagem ao Cante e à Viola Campaniça ©Pedro Mestre

Música à vista

Música e escultura no Concelho de Ponte da Barca

O monumento em homenagem às rusgas populares de Ponte da Barca, de Rogério Timóteo, foi inaugurado em 2016. A marca capital das rusgas populares, lançada em 2015 por Ponte da Barca, inspirou o monumento de homenagem aos grupos que de forma espontânea ou organizada perpetuam as danças e cantares tradicionais.

É uma “peça de arte urbana composta por três figuras em bronze, com cerca de dois metros de altura, da autoria do escultor Rogério Timóteo”.

O conjunto, composto por três estátuas, “representa os elementos de uma típica rusga do Alto Minho – o tocador de concertina, a tocadora de cavaquinho e a cantadeira – envergando os trajes locais”.

O monumento está instalado na Praça da República, em pleno centro da vila do Alto Minho e “palco das maiores concentrações de rusgas populares do Alto Minho”.

“Esta peça artística pretende homenagear os movimentos populares que, com a música e dança, dinamizam e dignificam a Romaria de S. Bartolomeu. Ponte da Barca tem vindo a afirmar-se, nos últimos anos, como a capital das Rusgas Populares dada a genuinidade, qualidade e número das Rusgas que participam na romaria” sustentou o autarca Vassalo Abreu.

Aquela tradição, com mais de cem anos, cumpre-se sempre a 23 de agosto. As rusgas populares são o número emblemático das festas de São Bartolomeu, numa noite dedicada às danças e cantares populares.

“Em Ponte da Barca, a forma como as rusgas surgiram, de forma espontânea, é motivo de orgulho e, por isso, o município quer elevar a bandeira de Ponte da Barca como capital das rusgas populares”, sustentou.

Através das concertinas, dos bombos, dos cavaquinhos e outros instrumentos tradicionais, as rusgas, que contam com a participação de mais de 80 grupos vindos de todo o país, desfilam e formam rodas de tocadores.

“Dança-se o vira, canta-se à desgarrada em plena rua, com uma passagem por um palco instalado na Praça da República”, explicou.

Além das rusgas populares, a romaria de São Bartolomeu inclui atuações de todos os grupos folclóricos do concelho, o cortejo etnográfico, concurso do melão casca de carvalho, jogo da malha, bandas de música, tasquinhas, alvorada com salva de morteiros, cantares ao desafio, espetáculos de música popular, desfile de linho, entre outros eventos.

Fonte: Rádio Alto Minho

Monumento de homenagem às rusgas populares de Ponte da Barca, de Rogério Timóteo

Monumento de homenagem às rusgas populares de Ponte da Barca, de Rogério Timóteo

Orquestra Orff GNA – Escola de Música
Orquestras de Fafe

Orquestra Orff GNA – Escola de Música

A Orquestra Orff GNA – Escola de Música, iniciou a sua atividade em 2013 com o objetivo de proporcionar a aprendizagem de música a todos os fafenses, independentemente da idade ou da condição social.

Em 2023 tem cerca de cento e cinquenta alunos dos quatro aos oitenta anos e onze professores/colaboradores, todos de Fafe, que compõem a sua orquestra e/ou a sua Tuna.

Nesta escola de música pode-se aprender todos os instrumentos de orquestra, instrumentos tradicionais e técnicas vocais.

Não tem fins lucrativos, o seu propósito é contribuir para o desenvolvimento cultural do concelho e também proporcionar às suas crianças e jovens um crescimento saudável, equilibrado e melhorar a qualidade de vida dos nossos adultos e idosos através da música.

Tendo como base a identidade cultural e as tradições do nosso concelho e utilizando métodos indicados para estas faixas etárias, inspirados em vários musicólogos e pedagogos, com Carl Orff como principal fonte, desenvolveu um curriculum adaptado à necessidade e expetativa de cada aluno.

Fonte: Orquestra Orff GNA – Escola de Música

23 de julho de 2023

Orquestra Orff GNA – Escola de Música, créditos Ivo Borges

Orquestra Orff GNA – Escola de Música, créditos Ivo Borges

Museu de Etnomúsica da Bairrada
Museus de Oliveira do Bairro

Museus de música do Concelho

Museu de Etnomúsica da Bairrada

Situado no Troviscal, o Museu de Etnomúsica da Bairrada estuda e preserva o património cultural produzido na área musical, construído e vivido ao longo de gerações pela comunidade bairradina, contribuindo para o desenvolvimento do conhecimento sobre a música etnográfica da região.

Maestro e compositor, Joaquim Pleno escreveu centenas de composições destinadas a filarmónicas, orquestras, tunas e até mesmo a ranchos folclóricos. Foi, durante muito tempo, maestro da Banda Filarmónica Pampilhosense, estando ainda a sua vida profissional ligada à Casa Olímpio Medina, em Coimbra. Grande parte da obra do maestro Pleno encontra-se à guarda do Museu de Etnomúsica da Bairrada. Em 2015, o museu editou uma brochura da coleção “Figuras da Música da Bairrada”, dedicada a Joaquim Pleno. A obra está disponível no Museu de Etnomúsica da Bairrada, na Biblioteca Municipal e nos polos de leitura do concelho.

Inaugurado em 2005, o Museu de Etnomúsica da Bairrada é um projeto da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, que tem por objetivo preservar o património cultural produzido na área musical, construído e vivido ao longo de gerações por toda a comunidade bairradina.

O Museu leva a efeito, durante todo o ano, uma série de iniciativas dirigidas a vários segmentos de públicos, desde as crianças a adultos e população sénior, não só do Concelho de Oliveira do Bairro mas de toda a região bairradina, contribuindo para um crescente conhecimento da música e das raízes culturais do território, eternizando as tradições, a história e a identidade do Concelho.

O Museu de Etnomúsica da Bairrada é um espaço moderno, dotado de todos os serviços essenciais ao cumprimento das suas funções museológicas, como sejam a Oficina de Restauro, Limpeza e Tratamento de Peças, Centro de Investigação Documental e Zona de Reservas, áreas que podem ser visitadas. Dispõe igualmente de uma sala para a realização de conferências, palestras e outros eventos, bem como de uma área reservada a atividades educativas, vocacionada para o público infantil.

Composto por dois espaços expositivos distintos, este equipamento museológico alberga importantes coleções divididas em Instrumentos Musicais, Documentos Manuscritos (partituras, diários, publicações periódicas e monografias, entre outros), Registos de Imagem, Depoimentos de História Oral, Têxteis (destacando-se o núcleo do traje regional), Equipamento de Gravação, Reprodução, Emissão e Tratamento de Som (gravadores de bobines, gira-discos, grafonolas, gramofones, vitrolas, recetores de rádio, entre outros) e Mobiliário de Armazenamento de Documentação Sonora, todas elas provenientes dos cinco concelhos bairradinos (Águeda, Anadia, Cantanhede, Mealhada e Oliveira do Bairro).

Para além do vasto espólio que possui, o Museu conta ainda com duas exposições abertas ao público. A exposição permanente “A Arte dos Sons”, um conjunto expositivo que descreve uma narrativa introdutória ao papel histórico que a música e o associativismo a ela ligado desempenham na cultura da região da Bairrada, numa viagem feita através de instrumentos musicais e trajes regionais, e a exposição temporária “Banda Filarmónica da Mamarrosa: 100 Anos ao Serviço da Cultura”, inaugurada em 2016, que assenta em documentos e objetos físicos do Museu, celebrando o percurso secular da instituição, desde os tempos do seu fundador, Jaime de Oliveira, até aos dias de hoje.

Contactos:

Telefone: 234 757 005
E-mail: memb@cm-olb.pt
Sítio: mmolb.cm-olb.pt
Rua Jaime Pato
3770 – 410 Troviscal – Oliveira do Bairro

Museu de Etnomúsica da Bairrada

Museu de Etnomúsica da Bairrada, Oliveira do Bairro

Música à vista

Em 2022, a Câmara Municipal de Amarante apresentou as esculturas de homenagem aos Ranchos Folclóricos e às personalidades amarantinas Agustina Bessa-Luís, Amadeo de Souza-Cardoso e Acácio Lino, em duas rotundas de Vila Meã.

Fruto de uma parceria com a Árvore – Cooperativa de Atividades Artísticas CRL., as esculturas foram apresentadas a 19 de novembro.

Da autoria do Mestre José Emídio, a escultura de homenagem aos Ranchos Folclóricos do concelho, junto à Avenida Jorge Magalhães Mendes, demonstra o reconhecimento aos 11 coletividades do concelho e enaltece a importância do Folclore no seio da comunidade.

“Somos uma terra de tradições culturais e o folclore é parte integrante, importante e consolidada pelo tempo da nossa tradição cultural”, afirmou o presidente da Câmara de Amarante. José Luís Gaspar partilhou ainda a vontade de que “esta peça perpetue o reconhecimento da nossa comunidade à dedicação de tantos e tão bons homens e mulheres na preservação do folclore e, portanto, das nossas raízes culturais”.

Na rotunda da Avenida dos Bombeiros faz-se uma evocação a três personalidades oriundas de Vila Meã, Travanca e Mancelos, respetivamente: a Agustina Bessa-Luís, com uma escultura de Paulo Neves; a Acácio Lino, por Rui Matos; e a Amadeo de Souza-Cardoso, pelo escultor alemão Volker Schnuttgen.

Fonte: CMA, 23 de novembro, 2022

Créditos: António José Ferreira, 2023

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, junto à Avenida Jorge Magalhães Mendes

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, créditos: António José Ferreira

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, junto à Avenida Jorge Magalhães Mendes

Coro Polifónico da Banda Musical de Paço de Sousa
Coros de Penafiel

Agrupamentos vocais do Concelho num projeto em desenvolvimento

Coro Polifónico da BMPS

O Coro Polifónico da Banda Musical de Paço de Sousa (Coro Polifónico da BMPS) começou por ser uma disciplina de Classe de Conjunto da escola de música da mesma banda. Iniciou a atividade em outubro de 2017 e, desde então, é dirigido por Joaquim Dias.

No início da atividade, as apresentações públicas reservaram-se apenas às atividades da escola de música. Em 2019, começou a participar em atividades exteriores à escola da banda e mesmo à associação, realizando concertos com bandas filarmónicas, outros ensembles ou junções com outros coros. Desde 2021, o Coro Polifónico começou a participar também em atividades litúrgicas públicas e privadas, como casamentos ou eucaristias festivas.

O Coro Polifónico da BMPS foi acompanhado por grupos instrumentais como Ensemble Egas Moniz, Ensemble Nyckelharpas Sem Fronteiras, Ensemble de professores da Escola de Música da BMPS, Banda Musical de Paço de Sousa (Penafiel) e Banda União Juventude e Amizade da Sobreira (Oliveira de Frades). Colaborou, também, em concertos com os coros Amicitia Chorus e o Coral da Senhora da Hora. Nas diversas atividades, o coro foi dirigido por maestros como Joaquim Dias, Ricardo Soares, José Ventura, Ricardo Leão e Filipe Ferreira.

Ao nível de repertório, o Coro Polifónico da BMPS tem realizado obras dos mais variados estilos e épocas, desde música sacra e erudita a música tradicional e comercial. Já interpretou obras de compositores tais como Giovanni Pierluigi da Palestrina, Thomas Tallis, William Byrd, D. Pedro de Cristo, Johann Sebastian Bach, Wolfgang Amadeus Mozart, Fernando Lopes Graça, John Rutter, Oscar Navarro, Jacob de Haan, Fernando Lapa, entre outros.

Em 2021, participou na gravação do CD “80 anos” da Banda Musical e Cultural de Paço de Sousa, onde gravou o “Hino de Paço de Sousa” e “Os Putos – Homenagem a Carlos do Carmo” com arranjos de Joaquim Dias, pela editora Afinaudio.

Coro Polifónico da Banda Musical de Paço de Sousa

Coro Polifónico da Banda Musical de Paço de Sousa, Penafiel