Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Museu de Etnomúsica da Bairrada
Museus de Oliveira do Bairro

Museus de música do Concelho

Museu de Etnomúsica da Bairrada

Situado no Troviscal, o Museu de Etnomúsica da Bairrada estuda e preserva o património cultural produzido na área musical, construído e vivido ao longo de gerações pela comunidade bairradina, contribuindo para o desenvolvimento do conhecimento sobre a música etnográfica da região.

Maestro e compositor, Joaquim Pleno escreveu centenas de composições destinadas a filarmónicas, orquestras, tunas e até mesmo a ranchos folclóricos. Foi, durante muito tempo, maestro da Banda Filarmónica Pampilhosense, estando ainda a sua vida profissional ligada à Casa Olímpio Medina, em Coimbra. Grande parte da obra do maestro Pleno encontra-se à guarda do Museu de Etnomúsica da Bairrada. Em 2015, o museu editou uma brochura da coleção “Figuras da Música da Bairrada”, dedicada a Joaquim Pleno. A obra está disponível no Museu de Etnomúsica da Bairrada, na Biblioteca Municipal e nos polos de leitura do concelho.

Inaugurado em 2005, o Museu de Etnomúsica da Bairrada é um projeto da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, que tem por objetivo preservar o património cultural produzido na área musical, construído e vivido ao longo de gerações por toda a comunidade bairradina.

O Museu leva a efeito, durante todo o ano, uma série de iniciativas dirigidas a vários segmentos de públicos, desde as crianças a adultos e população sénior, não só do Concelho de Oliveira do Bairro mas de toda a região bairradina, contribuindo para um crescente conhecimento da música e das raízes culturais do território, eternizando as tradições, a história e a identidade do Concelho.

O Museu de Etnomúsica da Bairrada é um espaço moderno, dotado de todos os serviços essenciais ao cumprimento das suas funções museológicas, como sejam a Oficina de Restauro, Limpeza e Tratamento de Peças, Centro de Investigação Documental e Zona de Reservas, áreas que podem ser visitadas. Dispõe igualmente de uma sala para a realização de conferências, palestras e outros eventos, bem como de uma área reservada a atividades educativas, vocacionada para o público infantil.

Composto por dois espaços expositivos distintos, este equipamento museológico alberga importantes coleções divididas em Instrumentos Musicais, Documentos Manuscritos (partituras, diários, publicações periódicas e monografias, entre outros), Registos de Imagem, Depoimentos de História Oral, Têxteis (destacando-se o núcleo do traje regional), Equipamento de Gravação, Reprodução, Emissão e Tratamento de Som (gravadores de bobines, gira-discos, grafonolas, gramofones, vitrolas, recetores de rádio, entre outros) e Mobiliário de Armazenamento de Documentação Sonora, todas elas provenientes dos cinco concelhos bairradinos (Águeda, Anadia, Cantanhede, Mealhada e Oliveira do Bairro).

Para além do vasto espólio que possui, o Museu conta ainda com duas exposições abertas ao público. A exposição permanente “A Arte dos Sons”, um conjunto expositivo que descreve uma narrativa introdutória ao papel histórico que a música e o associativismo a ela ligado desempenham na cultura da região da Bairrada, numa viagem feita através de instrumentos musicais e trajes regionais, e a exposição temporária “Banda Filarmónica da Mamarrosa: 100 Anos ao Serviço da Cultura”, inaugurada em 2016, que assenta em documentos e objetos físicos do Museu, celebrando o percurso secular da instituição, desde os tempos do seu fundador, Jaime de Oliveira, até aos dias de hoje.

Contactos:

Telefone: 234 757 005
E-mail: memb@cm-olb.pt
Sítio: mmolb.cm-olb.pt
Rua Jaime Pato
3770 – 410 Troviscal – Oliveira do Bairro

Museu de Etnomúsica da Bairrada

Museu de Etnomúsica da Bairrada, Oliveira do Bairro

Música à vista

Em 2022, a Câmara Municipal de Amarante apresentou as esculturas de homenagem aos Ranchos Folclóricos e às personalidades amarantinas Agustina Bessa-Luís, Amadeo de Souza-Cardoso e Acácio Lino, em duas rotundas de Vila Meã.

Fruto de uma parceria com a Árvore – Cooperativa de Atividades Artísticas CRL., as esculturas foram apresentadas a 19 de novembro.

Da autoria do Mestre José Emídio, a escultura de homenagem aos Ranchos Folclóricos do concelho, junto à Avenida Jorge Magalhães Mendes, demonstra o reconhecimento aos 11 coletividades do concelho e enaltece a importância do Folclore no seio da comunidade.

“Somos uma terra de tradições culturais e o folclore é parte integrante, importante e consolidada pelo tempo da nossa tradição cultural”, afirmou o presidente da Câmara de Amarante. José Luís Gaspar partilhou ainda a vontade de que “esta peça perpetue o reconhecimento da nossa comunidade à dedicação de tantos e tão bons homens e mulheres na preservação do folclore e, portanto, das nossas raízes culturais”.

Na rotunda da Avenida dos Bombeiros faz-se uma evocação a três personalidades oriundas de Vila Meã, Travanca e Mancelos, respetivamente: a Agustina Bessa-Luís, com uma escultura de Paulo Neves; a Acácio Lino, por Rui Matos; e a Amadeo de Souza-Cardoso, pelo escultor alemão Volker Schnuttgen.

Fonte: CMA, 23 de novembro, 2022

Créditos: António José Ferreira, 2023

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, junto à Avenida Jorge Magalhães Mendes

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, créditos: António José Ferreira

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Homenagem aos Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, Amarante

Ranchos Folclóricos, de José Emídio, Vila Meã, junto à Avenida Jorge Magalhães Mendes

Coro Polifónico da Banda Musical de Paço de Sousa
Coros de Penafiel

Agrupamentos vocais do Concelho num projeto em desenvolvimento

Coro Polifónico da BMPS

O Coro Polifónico da Banda Musical de Paço de Sousa (Coro Polifónico da BMPS) começou por ser uma disciplina de Classe de Conjunto da escola de música da mesma banda. Iniciou a atividade em outubro de 2017 e, desde então, é dirigido por Joaquim Dias.

No início da atividade, as apresentações públicas reservaram-se apenas às atividades da escola de música. Em 2019, começou a participar em atividades exteriores à escola da banda e mesmo à associação, realizando concertos com bandas filarmónicas, outros ensembles ou junções com outros coros. Desde 2021, o Coro Polifónico começou a participar também em atividades litúrgicas públicas e privadas, como casamentos ou eucaristias festivas.

O Coro Polifónico da BMPS foi acompanhado por grupos instrumentais como Ensemble Egas Moniz, Ensemble Nyckelharpas Sem Fronteiras, Ensemble de professores da Escola de Música da BMPS, Banda Musical de Paço de Sousa (Penafiel) e Banda União Juventude e Amizade da Sobreira (Oliveira de Frades). Colaborou, também, em concertos com os coros Amicitia Chorus e o Coral da Senhora da Hora. Nas diversas atividades, o coro foi dirigido por maestros como Joaquim Dias, Ricardo Soares, José Ventura, Ricardo Leão e Filipe Ferreira.

Ao nível de repertório, o Coro Polifónico da BMPS tem realizado obras dos mais variados estilos e épocas, desde música sacra e erudita a música tradicional e comercial. Já interpretou obras de compositores tais como Giovanni Pierluigi da Palestrina, Thomas Tallis, William Byrd, D. Pedro de Cristo, Johann Sebastian Bach, Wolfgang Amadeus Mozart, Fernando Lopes Graça, John Rutter, Oscar Navarro, Jacob de Haan, Fernando Lapa, entre outros.

Em 2021, participou na gravação do CD “80 anos” da Banda Musical e Cultural de Paço de Sousa, onde gravou o “Hino de Paço de Sousa” e “Os Putos – Homenagem a Carlos do Carmo” com arranjos de Joaquim Dias, pela editora Afinaudio.

Coro Polifónico da Banda Musical de Paço de Sousa

Coro Polifónico da Banda Musical de Paço de Sousa, Penafiel

Mauro Ribeiro, guitarrista de Condeixa-a-Nova
Músicos de Condeixa-a-Nova

Músicos naturais do Concelho

  • Mauro Ribeiro (guitarrista jazz)
Mauro Ribeiro

Natural de Condeixa-a-nova, Mauro Ribeiro iniciou os estudos musicais aos 8 anos com o professor João Paulo Devesa, ingressando aos 11 anos no curso de guitarra clássica no Conservatório de Música de Coimbra.

Ao frequentar um workshop de jazz, ministrado pelo guitarrista Luis Lapa, demonstrou um gosto especial pelo estilo. Foi aí que, além das aulas de Classe de Conjunto no Conservatório dadas pelo professor Daniel Romeiro, que começou a frequentar aulas com João Paulo Vieira e Serafim Lopes. Mais tarde, foi estudar para o Hot Clube de Portugal com Vasco Agostinho, Bruno Santos, Vasco Mendonça, Eng. Bernardo Moreira, entre outros.

Participou em workshops com o “Trio Azul” (Carlos Bica, Frank Mobus e Jim Black), Mário Delgado, Federico Casagrande, Stefano Senni, entre outros. Além de lecionar Guitarra Jazz, Harmonia e Combo no curso de jazz da escola Sítio de Sons em Coimbra, partilhou o cargo de direção pedagógica da escola.

Depois de dois anos de aulas com Jeffery Davis ingressou na Licenciatura de Música em Guitarra Jazz na Universidade de Évora onde estudou com com Mário Delgado, José Menezes, Filipe Melo, Juan Galiardo, Johannes Krieger, Christopher Bochmann, entre outros.

Em 2011 representou a Universidade de Évora na 9a edição da Festa do Jazz do S. Luiz. Desde de 2012 que é professor de Guitarra Jazz e também de disciplinas como Técnicas de Improvisação, Combo, Teoria e Análise Musical e Secção Rítmica no Curso Profissional de Instrumentista de Jazz da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra.

Em 2019 concluiu o Mestrado em Ensino de Música na Universidade de Aveiro onde teve aulas de instrumento com Miguel Amado, Mário Delgado e Bruno Pedroso.

Faz parte de alguns projectos como Vértice Trio, Inquiet’Ensemble, Dixie Gringos Jazz Band, marcando presença em Festivais como os Bons Sons, Noites Ritual, Festivais de Jazz de Loulé, Tomar, Águeda, Mealhada, Barcelos, e em salas emblemáticas como o Hot Clube de Portugal, Convento São Francisco, Theatro Circo de Braga, entre outras.

Discografia

The Casino Royal – From Portugal with love – 2012
The Casino Royal – Life is waiting for you – 2014
Ensemble Portugal em Jazz – Prémio de Composição Bernardo Sassetti – Vasco Miranda – 2016
Inquiet Ensemble – Que dia é hoje? – 2022
Vértice Trio – A Longa Marcha – 2022

Mauro Ribeiro, guitarrista de Condeixa-a-Nova

Mauro Ribeiro, guitarrista de Condeixa-a-Nova

Miguel Calhaz, contrabaixista natural da Sertã
Músicos da Sertã

Músicos naturais do Concelho

Miguel Calhaz

Músico, professor, freelancer, cantautor e contrabaixista, Miguel Calhaz (nome artístico de Miguel Luís da Cunha Reis Calhaz) mantém vários projectos musicais nas áreas do Jazz, da World Music e da Música Portuguesa.

Lançou em nome próprio o seu álbum de estreia “Estas Palavras” (Disco Antena1) em 2012. O seu segundo disco saiu em 2017 com o título “vozCONTRAbaixo”, e o terceiro em 2023 “Contemporânea Tradição” (Edição JACC Records).

Frequentou classes de aperfeiçoamento e workshop’s de Jazz e de contrabaixo com Carlos Bica, Carlos Barreto, Ruffus Reid, Omer Avital, Bernardo Moreira, Aaron Goldberg, John Ellis, Peter Erskine, entre outros.

Venceu em âmbito de concursos os seguintes prémios:

  • Prémio José Afonso (tema original) no 3º Festival Cantar Abril – Teatro Municipal de Almada, 2011
  • Prémio Ary dos Santos (melhor letra) no 4º Festival Cantar Abril – Teatro Municipal de Almada, 2013; e Prémio Adriano Correia de Oliveira (melhor recriação) no mesma edição com o grupo ContraCorrente.
  • Prémio Ary dos Santos (melhor letra) no 5º Festival Cantar Abril – Teatro Municipal de Almada, 2015
  • Autor do tema “Ponte Romana”, que obteve o 1º lugar na categoria Música na 1ªedição do concurso “conte connosco Santander-totta” com o grupo Trilhos.

Miguel Calhaz nasceu na Sertã em 1973. Iniciou os estudos musicais aos nove anos na Filarmónica União Sertaginense.

Licenciou-se em Educação Musical pela Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico da Guarda, e em Contrabaixo/Jazz da Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE/IPP). É Mestre em Ensino da Música Jazz pela ESMAE/IPP.

É Professor do Curso Profissional de Jazz e da Orquestra Geração na Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra. Nasceu na Sertã em 1973.

Citações

“…sei da sua música e da forma delicada como a aborda e traz até nós, que ela envolve e convida, tanto à reflexão como à esperança. Sei ainda que as canções que imagina são pontes que lança ao encontro da nossa sensibilidade…”
(Armando Carvalheda in “Viva a Música” Antena1)

“… Não há dúvida quanto à família musical de Miguel Calhaz (…): a música popular portuguesa no seu melhor. Com um toque de novidade no instrumento escolhido por este cantautor para o acompanhar em palco: o contrabaixo.”
(Pedro Dias de Almeida in “Visão”)

Veja AQUI a discografia de Miguel Calhaz.

Miguel Calhaz, contrabaixista natural da Sertã

Miguel Calhaz, contrabaixista natural da Sertã

Capela de Nossa Senhora da Penha, créditos Sónia Duarte
Música e artes em Portalegre

Elementos para um roteiro artístico musical em desenvolvimento

Capela de Nossa Senhora da Penha, créditos Sónia Duarte

Capela de Nossa Senhora da Penha, créditos Sónia Duarte

Capela de Nossa Senhora da Penha, créditos Sónia Duarte

Capela de Nossa Senhora da Penha, créditos Sónia Duarte

Temática mariana alusiva à Coroação com anjos músicos, na cúpula da Capela de Nossa Senhora da Penha, Portalegre. (Sónia Duarte)

Academia de Música Cabeceiras de Basto
Escolas de Música de Cabeceiras de Basto

Ensino especializado

Academia de Música Cabeceiras de Basto

Associação Academia Clave de Basto

Rua Antunes Basto, 476

4860-353 Cabeceiras de Basto

Correio eletrónico: amcbasto@gmail.com

Academia de Música Cabeceiras de Basto

Academia de Música Cabeceiras de Basto

Academia de Música de Basto
Escolas de Música de Celorico

A Academia de Musica de Basto tem como entidade gestora a Cooperartes, Cooperativa de Ensino Artistico de Basto, Crl
Sítio: www.amb.edu.pt
Correio eletrónico: direcao.amb@cooperartes.pt
Correio eletrónico: secretaria.amb@cooperartes.pt

Fundada em 1999 e reconhecida pelo Ministério da Educação em 2005 a Academia de Música de Basto é uma escola de música localizada no concelho de Celorico de Basto. Desde a sua fundação têm passado pela Academia centenas de crianças que desejam adquirir uma base sólida de conhecimento musical. Para isso a Academia disponibiliza um corpo docente especializado em diversos instrumentos. A AMB procura estar o mais próximo da comunidade participando em diversas atividas e celebrações ao longo do ano letivo.

A Instituição tem como objetivo levar ao interior do País um Ensino Vocacional de qualidade através da dinamização de vários grupos sejam eles, instrumentais ou corais. Estas classes têm participado em diversos concertos e outras iniciativas de índole cultural, quer nacional quer internacional. Destacam-se concertos no Centro Cultural de Belém; Casa da Música da Cidade do Porto e participações em encontros musicais em França, Houille – Paris.

Promove, com a colaboração da Câmara Municipal de Celorico de Basto, atividades culturais que fazem parte da oferta cultural do Município. Além disso, participa em grande parte das atividades promovidas por este, estabelecendo assim uma estreita e forte relação entre a Academia de Música de Basto e o Município de Celorico de Basto.

Desde a sua fundação, a Academia tem sido pedagogicamente orientada no sentido de, através de uma interação ativa e criativa, possibilitar a formação dos cursos oficiais em vigor e dotar os seus alunos de competências para as exigências da sociedade e do mercado de trabalho atual, tendo sempre em consideração o seu meio sócio cultural, fazendo sempre um esforço para adaptar os conteúdos programáticos ao mesmo.

Integra a rede de escolas de ensino particular e cooperativo (Decreto-Lei 152/2013, de 4 de novembro) e os cursos artísticos especializados são financiados pelo Ministério de Educação, através de Contrato de Patrocínio (Portaria 140/2018, de 16 de maio).

Fonte: AMB

Academia de Música de Basto

Academia de Música de Basto

Spline GuitarWorks, Marinha Grande
Oficinas de instrumentos

Construção e reparação

SPLINE GUITARWORKS

Oficina de construção, restauro e reparação de instrumentos de cordas na Marinha Grande, distrito de Leiria

Rua da Charnequinha, 8

Moita

2445-588 Marinha Grande

Spline GuitarWorks, Marinha Grande

Spline GuitarWorks, Marinha Grande

Coral de São Domingos
Coros de Montemor-o-Novo

Agrupamentos vocais do Concelho

Coral de São Domingos

O Coral de S. Domingos foi fundado por João Luís Nabo em 1987.

Realizou digressões pela Bélgica (1992); Itália (1993); Espanha (1993, 1994, 1996, 1998 1999, 2000 e 2005); França (1996 e 2004); Bulgária (1998); Madeira (1999); Polónia (2000) e Suécia (2001).

Em 1995 participou nos “31ères Rencontres Chorales Internationales de Montreux” (Suíça), um dos mais prestigiados e aplaudidos concursos de música coral a nível europeu e mundial.

Recebeu em Montemor corais vindos da Bélgica, Itália, Espanha, Bulgária, Madeira, Polónia, Suécia, França e Brasil.

Gravou, a convite da Editora Strauss, SA, de Lisboa, “Da Pacem Domine” (1996), “Mare Fatum Est” (1998) e “Viagens” (2001).

Participou em vários programas de Rádio e Televisão, designadamente a RTP e RDP Internacional (1992). Em 1996, o Concerto de Natal, transmitido foi em directo, pela RDP 1 e RDP Internacional, a partir da Igreja da Misericórdia, em Montemor-o-Novo (1996). Participou no programa “Natal dos Hospitais”, na RTP Canal 1 (1992 e 1996); no Programa Praça da Alegria, da RTP1 (1996); no “Jardim das Estrelas” RTP (1999) e no “Amigo Público” RTP (2000). A Missa de Inauguração do Monumento ao Bombeiro, em Montemor-o-Novo, foi transmitida pela TVI (2005).

Coral de São Domingos

Coral de São Domingos, dir. João Luís Nabo

Em 2002, o Coral de S. Domingos e a pianista Maria João Pires foram propostos como candidatos portugueses ao Prémio da UNESCO e do International Music Council.

Em 2004 participou na I e II Feiras Medievais de Montemor-o-Novo e, em 2004, no V Encontro Internacional de Coros de Mafra.

Organizou, de 1999 a 2003, no mês de Outubro, em parceria com a Câmara Municipal de Montemor, as Musicalidades, uma iniciativa no âmbito da música clássica.

Em 2004 apresentou, em estreia mundial, na cidade de Montemor-o-Novo, a peça Noise of Waters do compositor norte-americano Jonathan Adams.

Em 2005 a música Señor me cansa la vida, do compositor espanhol Juan-Alfonso Garcia, interpretada pelo Coral de S. Domingos no álbum Viagens, foi escolhida pelo realizador escocês Lee Hutcheon para integrar a banda sonora do filme In a man’s world.

Em 2007, foi novamente seleccionado para participar, desta vez, na 43.ª edição do Montreux Choral Festival.

A convite do coreógrafo Rui Horta, actuou, em 2009, no Convento da Saudação, em Montemor-o-Novo, durante a visita do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, ao Espaço do Tempo.

Tem participado em dezenas de Encontros de Coros e Festivais um pouco por todo o País.

Participou com a Orquestra da Escola de Música de Évora em variados concertos, interpretando conjuntamente obras de Verdi, Mozart, Saint-Säens e Karl Orff.

Promove, anualmente, o Encontro de Coros da Cidade, o Concerto de Aniversário, o Concerto de Outono e o Concerto de Natal.

O Coral de S. Domingos é Instituição de Utilidade Pública, por despacho de 27 de Setembro de 2000.