Músicos naturais do Concelho de Estarreja

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Angelina Rodrigues (flauta)
  • Aurélio da Silva e Pinho (direção)
  • Big Band Estarrejazz
  • Carlos Canhoto (saxofone)
  • Fernando Daniel (voz, 1996)
  • Gabriel Antão (trombone)
  • Inês Pinto (flauta)
  • João Mortágua (saxofone)
  • Luzia Vieira (contrabaixo)
  • Magna Ferreira (soprano)
  • Martinho Rodrigues (direção)
  • Miguel Valente (saxofone jazz)
  • Paulo Bandeira (bateria jazz)
  • Pedro Silva (saxofone)
  • Renata Oliveira (maestrina)
  • Ricardo Antão (eufónio)
  • Ricardo Rosas (saxofone jazz)
  • Ricardo Silva (trompa)
  • Samuel Marques (clarinete)
  • Sandro Andrade (marimba)
  • Tomás Marques (saxofone)
  • Vasco Valente (clarinete, composição)
Big Band Estarrejazz

Composta por jovens músicos de Estarreja e da região, a Orquestra de Jazz de Estarreja é o resultado da vertente formativa do Festival Estarrejazz. Com um crescimento consistente desde 2012, a Big Band Estarrejazz tem vindo a dividir o palco com grandes nomes do panorama musical português.

Fernando Daniel

Fernando Daniel é um cantor e autor português que se tornou conhecido ao participar no Factor X Portugal e ao vencer a 4.ª edição do concurso de talentos The Voice Portugal. Nasceu a 11 de maio de 1996 em Salreu, Estarreja, Portugal. Em 2017, deu início à sua carreira, lançando no dia 11 de julho desse mesmo ano o seu primeiro single, “Espera”. Fernando Daniel tem duas irmãs mais velhas que cantavam num grupo coral. Começou a cantar numa festa de escola e foi dai que num palco de pouca dimensão começou a sonhar em pisar palcos maiores.

Fernando Daniel

Fernando Daniel, cantor, de Estarreja

Fernando Daniel, cantor, de Estarreja

Teve uma banda juntamente com o amigo Fernando Mendoza. Saints of May era o nome da banda que atuava frequentemente em bares. Participou duas vezes no Factor X (Portugal). Ganhou o The Voice Portugal 2016. Concorreu ao Festival RTP da Canção 2017. O seu primeiro álbum foi lançado a 16 de março de 2018.

Gabriel Antão

Gabriel Antão nasceu em Estarreja e na Banda Visconde de Salreu conheceu o trombone. Mais tarde ingressou no Conservatório de Música de Aveiro na classe de Luís Castro. Seguiram-se os estudos na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) com Severo Martinez e na Universidade de Artes de Berlim, na qualidade de Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, com o professor Stefan Schulz.

Com apenas 23 anos é trombone solista na Tonkünstler-Orchester em Viena. Tem colaborado com outras orquestras como a Wiener Philharmoniker, Wiener Staatsoper, Deutsches-Sinfonieorchester Berlin, Rundfunk Sinfonieorchester Berlin, Orchestra of Europe, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Nacional do Porto, Orquesta Ciudad de Granada, entre outras. Trabalhou com maestros como Sir Colin Davis, Herbert Blomstedt, Zubin Mehta, Marek Janowsky, András Schiff, Franz-Welser Möst, Vladimir Fedoseyev, Andrés Orozco-Estrada, Yutaka Sado. Foi galardoado com o Prémio Helena Sá e Costa, o Prémio dos Rotários do Porto, nos concursos Terras de La Salette e Prémio Jovens Músicos.

Gabriel Antão

Gabriel Antão, trombone, de Estarreja

Gabriel Antão, trombone, de Estarreja

Colaborou com diversos agrupamentos, o Ensemble “Les Dissonances”, o grupo de metais da Filarmónica de Viena “PhilBlech”, o ensemble de metais da Orquestra da Rádio de Berlim “RSBrass” e o quarteto de trombones “Trombone Attraction”. Apresentou-se como solista com a Das Sinfonie Orchester Berlin na Philharmonie da mesma cidade e com a Orquestra Sinfonieta da ESMAE e a Banda Sinfónica do Conservatório de Música de Aveiro.

João Mortágua

Saxofonista, compositor e improvisador, natural de Estarreja e residente em Coimbra, João Mortágua (1987-) leciona as disciplinas de Saxofone e Combo no Curso de Jazz do Conservatório de Música da cidade.

Gravou cinco álbuns em nome próprio: “Janela” (2014), “Mirrors”, “AXES” (2017), “Dentro da Janela” (2019) e “MAZAM: Land” (2020), todos através do carimbo Porta Jazz.

João Mortágua

João Mortágua, créditos Paulo Pacheco/CCVF

João Mortágua, saxofonista, de Estarreja, créditos Paulo Pacheco/CCVF

Toca regularmente com Nuno Ferreira, André Fernandes, Carlos Bica, André Santos, Filipe Teixeira, Hugo Raro, Nelson Cascais, Paulo Santo, Bruno Pernadas, Jeffery Davis, Alexandre Coelho, Miguel Calhaz, Gonçalo Moreira e Bernardo Moreira, entre outros. Co-lidera os duos Kintsugi (com Luís Figueiredo, cujo disco foi recentemente lançado) e STAU (com Diogo Alexandre), o trio Quang Ny Lys (com Mané Fernandes e Rita Maria), e o Ensemble Mondego (com Ricardo Formoso). Tem ainda na manga os álbuns de estreia do seu Math Trio (com Diogo Dinis e Pedro Vasconcelos) e do seu projeto a solo – HOLI.

Leia AQUI a biografia completa.

Magna Ferreira

Natural de Estarreja, Magna Ferreira é licenciada em Canto pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo e Mestre em Estudos da Criança, especialização em Educação Musical, pela Universidade do Minho, onde defendeu a tese sobre o tema “Contributos para um Cânone da Ópera Infantil Portuguesa“.

Foi membro do Estúdio de Ópera da Casa da Música onde trabalhou com Peter Harrison (Técnica Vocal), Jeff Cohen, Giuseppe Frigeni, Cornelia Geiser, Graziela Galvanni, Lorna Marshall, entre outros.

Frequentou diversas classes de aperfeiçoamento de Canto (Dalton Baldwin, Rudolf Knoll, Gundula Janowitz), Música Antiga, Direcção Coral e/ou Orquestral (Gerald Kegelman, Ernst Shnell, Jos Vermunt, Cesário Costa). Trabalha regularmente com Jill Feldman, Richard Levitt e Ana Mafalda Castro (Música Antiga).

Apresentou-se em diversos festivais, com destaque para: Festival Internacional de Música de Gaia (2000), Festival Internacional de Coros de Puebla – México (2002), Festival Internacional de Música de Mafra (2002, 2003, 2004), Festival Obra Aberta da Casa da Música (2003), Festival de Paços de Brandão (2004).

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Magna Ferreira

Magna Ferreira, soprano, de Estarreja

Magna Ferreira, soprano, de Estarreja

Martinho Rodrigues

Martinho Miguel Matos Rodrigues nasceu em Pardilhó, a 27 de Julho de 1979 onde iniciou, em 1989, os estudos musicais na Banda Club Pardilhoense sendo aluno do Maestro José Lopes. Depois de ter completado o solfejo, em 1991 começou por aprender Clarinete tendo sempre o referido maestro como professor. Em 1996, é admitido na classe de Fagote de Fernando Ribeiro Lopes no Conservatório de Música de Aveiro. Durante o Curso Básico Supletivo frequenta um Seminário de Improvisação sob a orientação de Helena Caspurro e participou na orquestra de Câmara do Conservatório sob a regência de Duarte Neves. Em 2000/2001 terminou o Curso Básico Supletivo com 17 valores. Frequentou duas classes de aperfeiçoamento de Fagote com Pascal Gallois e com o fagotista húngaro Giorgios Lakatos. Fez parte do Octeto de Sopros do Conservatório de Música de Aveiro. Durante o seu percurso no Conservatório de Música de Aveiro participou em audições e projetos musicais. Em 2004/2005 frequentou o 3º Ano do Curso Complementar Supletivo variante de Fagote, tendo alcançado 18 valores no Exame Final de 8º Grau de Instrumento.

Martinho Rodrigues

Martinho Rodrigues, maestro, de Estarreja

Martinho Rodrigues, maestro, de Estarreja

Assumiu em 2002 a direção artística da Orquestra Ligeira Pardilhó Jazz e tornou-se maestro adjunto da Banda Club Pardilhoense, assumindo em 2009 a sua direção artística e a Direção Pedagógica da Escola de Música. Compôs numerosas obras registadas na Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2006, frequentou um curso de direção de bandas Filarmónicas com o Maestro Tenente-Coronel Jacinto Montezo. Em 2012, frequentou novo curso de Direção com o Maestro João Paulo Fernandes, no âmbito da iniciativa BRASSFEST. Tem trabalhado com os maestros Carlos Marques, José Pedro Figueiredo, Vasco Flamino, Luís Cardoso, Duarte Neves, Jacinto Montezo, Valdemar Sequeira, João Paulo Fernandes, José Ribeiro, Francisco Pinto, entre outros.

Em 2014 inicia a Licenciatura em Fagote com Luís Correia na Escola Superior de Música de Lisboa. É elemento da Banda de Música da Guarda Nacional Republicana tendo ingressado nesta força de segurança em 2006 mediante concurso público.

Nelson Manuel Cruz Aguiar

Nelson Aguiar nasceu a 2 de outubro de 1966 em Caracas, Venezuela. Iniciou os estudos musicais na Escola de Música da Banda Bingre Canelense. Aos 13 anos ingressou no Conservatório de Música de Aveiro, onde passou a frequentar o curso de clarinete na classe de Fernando Artur Raínho Valente. Professor do quadro do referido conservatório desde 1989, ali continua a exercer docência musical na classe de Clarinete, tendo sido maestro da sua Banda Sinfónica desde a fundação e até 2014.

Foi diretor pedagógico da Academia de Música de Vale de Cambra onde é docente na classe de Clarinete. Tem orientado classes de aperfeiçoamento em Clarinete e integrado vários júris escolares, regionais e nacionais, em concursos para jovens instrumentistas. Vem frequentando cursos de direção para bandas. Foi fundador e responsável artístico da Orquestra Ligeira do Grupo Desportivo e Cultural de Ribeira de Fráguas, Albergaria-a-Velha.

Nélson Aguiar

Nélson Aguiar, maestro, de Estarreja

Nélson Aguiar, maestro, de Estarreja

Desde 2000 é o maestro da Banda Bingre Canelense, com a qual gravou os CD “Sons Reais” e “Alma de Maestro”. É também o coordenador pedagógico da sua Escola de Música onde formou o “Grupo Jovem” com o qual promoveu o Festival Jovem de Música Filarmónica Francisco Bingre. Foi diretor artístico das duas edições (2017 e 2018) do FIMFAB – Festival Internacional de Música Filarmónica Francisco Bingre.

Ricardo Antão

Ricardo Rodrigues Antão (eufónio) nasceu em março de 1991, em Estarreja. É professor na Universidade de Aveiro, Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) e no Conservatório de Música da Jobra. É membro fundador dos grupos: Ensemble português de tubas “How Low Can You Go?”, Trítono, DualSim, BlindDuo e Dual Soundway. É convidado para orientar classes de aperfeiçoamento um pouco por todo o país, tendo igualmente sido professor convidado no Festival SliderAsia 2017, em Hong Kong, onde também se apresentou como solista. Estreou obras de André M. Santos, Marco Alves, Matthew Murchison, Daniel Moreira, Bruno Ferreira e Samuel Pascoal, encontrando-se atualmente a desenvolver um projeto de eufónio com eletrónica. Iniciou os estudos musicais na Banda Visconde de Salreu, tendo posteriormente ingressado no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian.

Após os estudos na ESMAE, com Sérgio Carolino, rumou à Suíça, onde estudou com Thomas Rüedi na Hochschuleder Künste Bern, onde concluiu o Mestrado em Eufónio. Em seguida retorna a Portugal, e realizou o Mestrado em Música – Interpretação Artística com Severo Martinez (na ESMAE) e paralelamente o Mestrado em Ensino de Música, em Eufónio, na Universidade de Aveiro. Posteriormente ingressou na Universidade de Évora, onde está a concluir o Doutoramento em Música e Musicologia, variante Interpretação.

Ricardo Antão

Ricardo Antão, eufónio, de Estarreja

Ricardo Antão, eufónio, de Estarreja

Colaborou com várias orquestras e formações, entre as quais Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Gulbenkian, Orchestre Philharmonique de Nice, 21st Century Orchestra, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Filarmónica Portuguesa, Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional de Jovens da Holanda, European Union Youth Wind Orchestra, European Youth Brass Band, Camerata Nov’Arte, Tubophonia, Projecto Sonópolis, Mr. SC and the Wild Bones Gang, Big Band de Estarreja, entre outras. Obteve o 3º Prémio no International Tuba and Euphonium Competition, Artist Euphonium Division, em Linz, Áustria, em 2012.

Sandro Andrade

Sandro Andrade (marimba) nasceu em Canelas. Iniciou os estudos musicais aos 9 anos na escola de música da Banda Bingre Canelense. Aos 15 anos foi admitido no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Aveiro na classe de Trompete, orientada por Rui Alves. No ano seguinte é admitido na Escola Profissional de Música de Espinho, na classe de percussão. Mais tarde prosseguiu os estudos na Academia Nacional Superior de Orquestra da Metropolitana onde concluiu o curso de instrumentista de orquestra, especialidade de percussão.

No seu percurso musical contam-se colaborações com as principais orquestras nacionais e maestros mundiais. Foi percussionista fundador do quarteto de clarinetes KBG e do Ensemble Mpmp. Foi membro da orquestra de jovens portuguesa “Momentum Perpetuum”. É timpaneiro da Banda Sinfónica Portuguesa.

Tomás Marques

Tomás Marques (n. 1999) é natural de Estarreja. Iniciou os estudos musicais aos 3 anos na Banda de Música de Loureiro, começando com o piano e requinta posteriormente. Mais tarde mudou-se para a Banda Visconde de Salreu, optando pelo saxofone soprano. Com 9 anos entrou para o Conservatório de Aveiro. Estuda jazz na Escola Superior de Música de Lisboa. Atualmente pertence à Big Band Estarrejazz, onde já trabalhou com músicos como Maria João, Mário Laginha, Carlos Azevedo, José Eduardo; à Orquestra Hot Clube de Portugal, onde também já tocou com Joe Lovano, Miguel Zenón, Julian Argüelles e Perico Sambeat. Integra ainda o sexteto do Bernardo Moreira, Pedro Moreira Sax Ensemble, LAB, Paula Oliveira 5tet, Fanfarra Kaustika e o seu próprio quarteto.

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Vasco Valente

Vasco Valente (clarinete) nasceu em Pardilhó, em 1985, e iniciou os estudos musicais em Clarinete, na Banda Club Pardilhoense. Ingressou no Conservatório de Aveiro Calouste Gulbenkian na classe de clarinete de Arménio Pinto. Posteriormente estudou com Luís Carvalho, no Departamento de Música da Universidade de Aveiro, e Rui Martins, na Escola Superior de Música de Lisboa. Em 2009, ingressou nos quadros da Banda da Guarda Nacional Republicana.

Vasco Valente

Vasco Valente, compositor e clarinetista, de Estarreja

Vasco Valente, compositor e clarinetista, de Estarreja

Tem composto obras para diversos tipos de formações, instrumentos a solo, música de câmara, orquestra de cordas e orquestra de sopros, tais como a Banda Sinfónica da G.N.R., Camerata Amicis, Camerata Silva Dionísio, Grupo de Música Contemporânea de Lisboa.

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TRÍtono

TRItono, de Estarreja

TRItono, de Estarreja

COROS

Coral da Associação Cultural de Salreu

Criado há em 1990, o Coral de Salreu conta com cerca de 30 coralistas e ensaia duas vezes por semana. Interpreta obras clássicas, ligeiras e populares, preferencialmente portuguesas, “a capella” ou acompanhadas pela orquestra, sob a orientação do maestro Daniel Sousa.