Évora e os seus festivais

Festival Imaterial, Évora
Festivais de Música em Évora

Ciclos, encontros, temporadas e festivais de música no Concelho

Ciclo de Concertos “Música e outras Artes nos Claustros”

O Ciclo de Concertos “Música e outras Artes nos Claustros”, já com 20 edições, é uma atividade organizada pela Associação Eborae Mvsica. A sua originalidade está em articular a música com diferentes formas de expressão artística, com qualidade artística e relevância cultural.

Ciclo de Concertos “Música no Inverno”

Organizado pela Associação Eborae Mvsica, o Ciclo de Concertos “Música no Inverno” (XIII em 2020) visa promover eventos musicais que possam contribuir para qualificar a oferta cultural a nível do Turismo Cultural. Pretende aprofundar a relação entre o património construído em Évora, e a adequação de uma oferta musical regular à fruição pelo público e à participação de grupos musicais regionais, nacionais e estrangeiros.

Ciclo de Concertos “Musicando”

O Ciclo de Concertos “Musicando – Animação de Sítios Históricos Classificados” (7ª edição em 2021, abrangendo os Concelhos de Évora, Arraiolos e Mora) é um programa de animação de sítios históricos classificados valorizando simultaneamente o património material e imaterial. Pretende-se manter um circuito que leve com regularidade atividades musicais e culturais a estes locais aumentando os fluxos turísticos e a sua fruição cultural em articulação com uma oferta de animação artística. A criação de novos públicos para a música a partir de ações de descentralização que conjuguem a sensibilidade das Câmaras Municipais com repertórios adequados aos espaços e gostos musicais. Integram estes programas intérpretes nacionais e da região oferecendo a música coral, a música de câmara, o acordeão, o dixie e os instrumentos de sopro, num leque que percorre os vários períodos e as várias estéticas musicais.

Festival Imaterial

Sítio: festivalimaterial.pt

Em 2014, a Unesco acolheu o cante alentejano na sua rigorosa e preciosa listagem de expressões locais elevadas a Património Imaterial da Humanidade. Ao fazê-lo, colocava a música mais profundamente enraizada no Alentejo na companhia do fado, do flamenco e de vários outros géneros musicais planetários que devem ser protegidos e valorizados. Músicas, afinal, que fazem parte da História dos povos, que os definem e identificam, que ajudam a contar as suas vidas e a fixá-las naquilo que têm de único. Músicas que sobrevivem através da transmissão direta entre gerações e fornecem a novas gerações uma cartografia que sinaliza de onde vêm e a herança identitária que lhes é passada.

No caso do cante alentejano encontramos, com facilidade, a representação da vida comunitária e social da região, a relação com o trabalho, o imenso respeito pela terra e pela Natureza, a partilha dos afetos, a celebração dos costumes ou o temor à morte. E este é um exemplo flagrante de como a música acontece, na sua expressão popular, em direta relação com o espaço. Espelha-o, imita-o, prolonga-o.

O Imaterial parte dessa noção aguda de que a música existe no espaço e dialoga com ele. De que as culturas se relacionam mesmo quando podem ignorá-lo. A pretexto deste lugar, que é Évora, em que o Património Imaterial se encontra de forma tão clara com o Património Material que a UNESCO também reconheceu em 1986, a cidade, a sua envolvência e toda a região do Alentejo Central tornam-se o palco perfeito para que as músicas que são património da humanidade se apresentem em lugares carregados de História e possam com cada um deles encetar um diálogo único que nos será dado a escutar. Um diálogo entre culturas distintas, entre passado e presente, entre património edificado e património que só existe dentro dos seus intérpretes, em busca de um reconhecimento do outro e de valorização das diferenças.

Imaterial conta, a partir da sua primeira edição, com uma Conferência sobre Património Imaterial da Humanidade que juntará vários dos maiores especialistas mundiais nesta matéria, acolhendo ainda uma série de conferências paralelas que debaterá o património tanto imaterial quanto edificado, e a relação contemporânea com as heranças regionais.

Ao longo de três dias, preenchidos por conferências, mesas redondas, oficinas, speedmeetings e showcases, as músicas de raiz e expressão ibérica mostram-se a um amplo conjunto de programadores, agentes, promotores, produtores, editoras, técnicos e jornalistas de todo o mundo.

Festival Imaterial, Évora

Festival Imaterial, Évora

Festival Internacional de Percussão de Évora

Facebook: ConservatorioRegionalEvora

O Festival Internacional de Percussão de Évora é um evento promovido pela Associação e o Conservatório Regional de Évora “Eborae Mvsica”, com A direção Artística de Vasco Ramalho. A 4ª edição do FIPE está agendada para 5, 6 e 7 de novembro de 2021, no Convento dos Remédios.

Festival Música Contemporânea Évora

A programação deste festival reflete o carácter abrangente da música erudita contemporânea cujas raízes mais próximas se encontram na música do séc. XX.

Em 2021, o Festival de Música Contemporânea de Évora decorreu de 15 a 17 de outubro, com 4 concertos, 1 Teatro Musical Comunitário, 1 Residência Artística e momentos musicais pela cidade. O programa foi levado a cabo por cerca de duas dezenas de músicos de elevado reconhecimento nacional e internacional.

Festival de Música Contemporânea de Évora

Festival de Música Contemporânea de Évora

Jornadas Internacionais Escola de Música da de Évora

Sítio: jornadaseborae.com

Com oficinas de música coral, palestras e concertos, as Jornadas Internacionais Escola de Música da de Évora são um evento organizado pela Eborae Mvsica – Associação Musical de Évora, com o intuito de divulgar a Obra dos Mestres da Escola de Música da de Évora. As JIEMSE contam em 2021 com 23 edições.