Filarmónica de Góis
Filarmónicas de Góis

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Filarmónica de Góis

A Filarmónica de Góis remonta, segundo a tradição, a 1834. Terão existido em Góis duas Filarmónicas, uma afeta ao Partido Progressista, outra ao Partido Regenerador, designadas por “Chata” e “Cachimbana”. Em documento arquivado na Associação, documento em papel selado e datado de 09 de março de 1887, consta a realização de uma Assembleia, na Casa de Ensaio, de antigos filarmónicos cujos nomes se encontram inscritos. A finalidade da Assembleia foi a de discutir e aprovar os Estatutos, compostos por 25 artigos. Os mesmos foram aprovados com a presença do respetivo tabelião, com testemunhas que assinaram juntamente com aquele tabelião. É provável que tenha sido nesta data a fusão das duas Filarmónicas, fusão esta de que resultou a Filarmónica Recreativa Goiense cujo estandarte ainda hoje guarda.

Nos primeiros anos do século XX a Filarmónica encontrava-se inativa, vindo a ser reorganizada nos anos trinta e ressurgindo finalmente em 09 de abril de 1933. Em 1939 foi fundada a Associação Educativa e Recreativa de Góis e aqui integrada a Filarmónica, hoje a sua secção de maior destaque. Conta com trinta e cinco executantes. Mantém uma pequena Escola de Música. A Filarmónica tem mantido grande atividade cultural, atuando não só no concelho de Góis e concelhos limítrofes como ainda em diversas zonas do País. Conta com várias deslocações a Coimbra, ao Porto e a Lisboa.

A Filarmónica da Associação Educativa e Recreativa de Góis foi distinguida com “Diploma” e “Medalha de Mérito” concedidos por deliberação da Câmara Municipal de Góis “Pelo seu longo e vasto trabalho ao serviço da Música e da Cultura, e pelo alto serviço prestado à comunidade goiense”.

Filarmónica de Góis

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