João Domingos Bomtempo (1775-1842), óleo sobre tela

MÚSICA À VISTA

Música na Pintura em Portugal

Adriano de Sousa Lopes

Retrato de um gaiteiro

Retrato de um gaiteiro, do pintor Adriano de Sousa Lopes (Vidigal, Leiria, 13 de fevereiro de 1879 — Lisboa, 21 de abril de 1944)

Retrato de um gaiteiro, Adriano de Sousa Lopes

Retrato de um gaiteiro, do pintor Adriano de Sousa Lopes (Vidigal, Leiria, 13 de fevereiro de 1879 — Lisboa, 21 de abril de 1944)

Almada Negreiros (São Tomé e Príncipe, 1893-Lisboa, 1970)

Bar de marinheiros

Almada Negreiros, Bar de Marinheiros

Almada Negreiros, Bar de Marinheiros

Almada Negreiros, Bar de Marinheiros, 1929. Painel para decoração interior do Cine San Carlos, Madrid. Baixo-relevo em gesso pintado. Lisboa, Museu Calouste Gulbenkian.

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Álvaro Pires de Évora
Iconografia Musical em Álvaro Pires de Évora

Iconografia Musical em Álvaro Pires de Évora

Pormenor, órgão portativo

Iconografia Musical em Álvaro Pires de Évora

Órgão portativo em Álvaro Pires de Évora

Alvaro Pires d’Évora, também conhecido por Álvaro Pietro di Portugallo, foi um pintor português do começo do século XV. Tem duas assinaturas conhecidas: Alvarvs Petri de Portogallo, em italiano, e Álvaro Pirez Devora, em português (pelo menos num quadro); de onde se pode deduzir que foi para Itália em adulto uma vez que sabia escrever em português. Apresenta como estilo dominante a chamada Pintura Florentina do Primo Quatrocento.

Amadeo de Souza Cardoso (Amarante, 1887-Espinho, 1918)

Canção popular A russa e o fígaro

Canção popular A russa e o fígaro, c. 1916

Canção popular A russa e o fígaro, c. 1916, de Amadeo de Souza Cardoso

Canção popular A russa e o fígaro, c. 1916, óleo sobre tela, 80 x 60 cm; Lisboa; Centro de Arte Moderna

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António Teixeira Carneyro Júnior (Amarante, 1872-Porto, 1930)

Cláudio Carneyro

Cláudio Carneyro, por António Carneyro, seu pai

Cláudio Carneyro, por António Carneyro, seu pai

Cláudio Carneyro

Cláudio Carneyro, por António Carneyro, seu pai

Cláudio Carneyro, por António Carneyro

Cláudio Carneyro, compositor, por António Carneyro, seu pai

Armando de Basto (Porto, 1889 – Braga, 1923)

O meu violão não tem cordas

O meu violão não tem cordas, de Armando Basto

O meu violão não tem cordas, de Armando Basto

O meu violão não tem cordas, só serve para isto (retrato do Dr. Pimentel), 1918, óleo sobre tela, 104,5 x 104,5 cm, Lisboa, Centro de Arte Moderna.

Balbina Mendes (Miranda do Douro, 1955-)

Música de um povo

Balbina Mendes, Música de um povo

Balbina Mendes, Música de um povo

  • Música de um povo, 2005, 70×60.
  • Pauliteiros, 2005, 70×60.
Bento Coelho da Silveira (1620?-1708?)
  • Adoração do Cordeiro Místico pelas Santas Virgens, c. 1683, óleo sobre tela, 140 x 215 cm; Lisboa, Museu de São Roque.
  • Adoração do Cordeiro Místico pelos Santos Mártires, c. 1683, óleo sobre tela, 140 x 267 cm; Lisboa, Museu de São Roque.
Carlos António Rodrigues dos Reis (Torres Novas, 1863-Coimbra, 1940)

Aspecto de jardim com tocador de guitarra, não datado, óleo sobre tela, 48,3 x 66 cm. Porto, Museu Nacional Soares dos Reis.

Carlos Botelho (Lisboa, 1899-Lisboa, 1982)

Quarteto

Carlos Botelho, Quarteto, 1962

Carlos Botelho, Quarteto, 1962

Carlos Botelho, Quarteto, 1962, Museu Calouste Gulbenkian, Lisboa

Carlos Carneyro (Porto, 1900-1971)

Cláudio Carneiro

Cláudio Carneyro, por Carlos Carneyro

Cláudio Carneyro, por Carlos Carneyro

Cláudio Carneyro, compositor, por Carlos Carneyro, pintor, seu irmão

Columbano Bordalo Pinheiro (Almada, 1857-Lisboa, 1929)

José Viana da Mota

José Viana da Mota (1868-1948), óleo sobre tela, 72,5 x 91 cm. Lisboa: Museu do Chiado.

José Viana da Mota (1868-1948), de Columbano Bordalo Pinheiro

José Viana da Mota (1868-1948), óleo sobre tela, de Columbano Bordalo Pinheiro, 72,5 x 91 cm. Lisboa, Museu do Chiado.

  • Um concerto de amadores, 1882
Domingos António Sequeira (1768-1837)

Reunião familiar com música, pintura portuguesa séc. XIX, óleo sobre tela, 20 x 21,5 cm; Lisboa, Museu Nacional de Arte Antiga.

Maria Benedita de Sequeira

Maria Benedita de Sequeira, retrato por Domingos António de Sequeira

Maria Benedita de Sequeira, retrato por Domingos António de Sequeira

Eduardo Moura (. XX)

Interior de uma taberna de aldeia, óleo sobre madeira, 34 x 28,6 cm; Porto, Museu Nacional Soares dos Reis.

Eduardo Viana (Lisboa, 1881 -Lisboa, 1967)

Kquatro, quadro do azul, c. 1916, óleo sobre tela, 45 x 56 cm; Lisboa, Centro de Arte Moderna.

Fernão Gomes (séc. XVI)

Ascensão de Cristo, 1599

Francis Smith (Lisboa, 1881-Paris, 1961)
  • Sem título [Baile] (c. 1952)
  • Sem título [Bailado/Teatro]
Francisco de Campos

Adoração dos Pastores

Francisco de Campos, Adoração dos Pastores

Francisco de Campos, Adoração dos Pastores, pormenor

Adoração dos Pastores,  circa 1560-65,  Francisco de Campos (atribuído); óleo sobre madeira de nogueira; A. 662 x L. 432 cm; Nasher Museum of Art, Duke University, Durham (inv. 1979.51.2). Fotografia Nasher Museum of Art, 2014. (Sónia Duarte)

Francisco de Campos foi um pintor maneirista flamengo ativo em Portugal no século XVI. É possível que tenha sido aluno de Martin van Hemeesckerk, e mostrou possuir um estilo de grande segurança, desenvoltura e originalidade, sem precedentes em Portugal.

Gregório Lopes (séc. XVI)

Madonna col Bambino e angeli

Gregório Lopes, Madonna col Bambino e angeli

Gregório Lopes, Madonna col Bambino e angeli, 1536

Assunção da Virgem (pormenor), óleo sobre tela, A. 116,5; L. 105 cm, Museu da Música, inv. n.º MM 1085

Pintor régio de D. Manuel I e D. João III, Gregório Lopes (Portugal, c. 1490 – 1550) foi uma das personalidades mais marcantes na pintura portuguesa da primeira metade do século XVI.

Henrique José da Silva (séc. XIX)

João Domingos Bomtempo

João Domingos Bomtempo (1775-1842), óleo sobre tela

João Domingos Bomtempo (1775-1842), óleo sobre tela de Henrique José da Silva

João Domingos Bomtempo (1775-1842), óleo sobre tela, 87 x 65 cm, datado de 1814; Lisboa, Museu Nacional de Arte Antiga.

Henrique Pousão (Vila Viçosa, 1859-Vila Viçosa, 1884)

Daphnis e Chloé, óleo sobre tela, 114 x 74 cm; Porto, Museu Nacional Soares dos Reis.

Jorge Pinheiro (Coimbra, 1931-)
  • A Anton Webern (Série Finobacci), 1978, tinta da china e lápis sobre papel, 55 x 76 cm. Colecção EDP/Electricidade de Portugal.
  • Variazione para Luigi Nono I (Série Finobacci), 1978, tinta da china e lápis sobre papel, 55 x 76 cm. Coleção EDP/Electricidade de Portugal.
  • Variazione para Luigi Nono II (Série Finobacci), 1978, tinta da china e lápis sobre papel, 55 x 76 cm. Coleção EDP/Electricidade de Portugal.
José de Brito (Viana do Castelo, 1855 – 1946)

Dançarina (ou Mulher de Preto)

Dançarina (ou Mulher de Preto), José de Brito

Dançarina (ou Mulher de Preto), José de Brito

Dançarina (ou Mulher de Preto), c. 1891, óleo sobre tela, 65 x 46 cm; Vila Viçosa, Fundação da Casa de Bragança.

José Júlio Sousa Pinto (1853-1939)

Cego bretão, óleo sobre tela, 91 x 72,5 cm, CMFC.

José Malhoa (1855 – 1933)

Espantando dos pardais da seara

Espantando dos pardais da seara, José Malhoa, 1904, Coleção particular.

Espantando dos pardais da seara, José Malhoa

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José Stuart Carvalhais (Vila Real, 1887-Lisboa, 1961)
  • Capa da Revista ABC, 1920, técnica mista sobre papel; Lisboa, Centro de Arte Moderna.
  • Jazz, c. 1925, guache sobre cartão, 66 x 80 cm; Coleção particular (Portugal).

Mercúrio adormecendo Argos

Mercúrio adormecendo Argos

Mercúrio adormecendo Argos, de José Stuart Carvalhais

Tela a óleo de José Teixeira Barreto Pintura Portuguesa (séculos XVIII-XIX) 110×91,5 cm Inventario nº402, Museu Soares dos Reis

José Teixeira Barreto, filho de Domingos Teixeira Barreto, pintor, dourador e riscador de talha, nasceu no Porto a 19 de março de 1763, iniciando a sua aprendizagem na oficina de seu pai, frequentando depois a Escola da Porta do Olival. Tomou o hábito beneditino no Mosteiro de S. Martinho de Tibães em 1782, adotando o nome de Fr. José da Apresentação. Durante esta fase inicial da sua vida fez várias pinturas para os mosteiros de Tibães e de Santo Tirso. Quando foi para Lisboa estudar Desenho na aula do professor Joaquim Manuel da Rocha passou a residir no Mosteiro de S. Bento da Saúde. Em 1790 viajou para Roma, para aperfeiçoar a sua arte, frequentando os museus de arte italianos e estudar com os mestres pintores italianos. Através do embaixador D. Alexandre de Sousa de Calhariz e Holstein, obteve a secularização. De regresso a Portugal, trouxe uma coleção de pintura que veio a constituir um museu no Mosteiro de Tibães, designado A Casa das Pinturas, que viria a ser o primeiro museu de pintura em Portugal. No final da vida o pintor pediu o seu reingresso na Ordem Beneditina. Porém, veio a falecer no dia 6 de novembro de 1810. Foi sepultado no cruzeiro da igreja do Mosteiro de S. Bento da Vitória, no Porto. A coleção de Teixeira Barreto encontra-se atualmente no Mosteiro de Tibães. Integra o espólio do Museu Nacional de Soares dos Reis, fundado no Porto em tempos conturbados do liberalismo português, que recebeu os bens pertencentes aos conventos e mosteiros como Santa Cruz de Coimbra e S. Martinho de Tibães.

Júlio (Vila do Conde, 1902-1983)
  • Música sobre a vila, 1929, óleo sobre cartão, 80 x 65 cm. Coleção Particular (Private collection).
  • O circo
Júlio Pomar (Lisboa, 1926-Lisboa, 2018)

Os pezinhos (1991-92)

Júlio Resende (Porto, 1917-Gondomar, 2011)

Rapaz do tambor, 1944, Tinta da China e pincel, 61,0 x 46,0

“A verdade é que os analistas afirmam que a minha obra deixa transparecer um expressionismo lírico. Quem primeiro o disse foi um crítico flamengo, já vai para 36 anos. Se o expressionismo em mim, não é deliberado, o lirismo talvez aconteça por razões subjacentes a todo um povo, tido como absorto na neblina Atlântica, como parece ser o caso português.” (Júlio Resende)

O rapaz do tambor, 1964, óleo sobre platex, 100 x 81 cm. Coleção particular.

Natureza-morta com viola, c. 1940.

Leonel Marques Pereira (1828-1892)
  • Pastor a tocar flauta, óleo sobre cobre, 10,5 x 8 cm; Porto: Museu Nacional Soares dos Reis.
  • Festa na Aldeia, sem data, óleo sobre tela; Lisboa, Museu do Chiado.
Manuel Trindade d’Assumpção (Lisboa, 1926-Lisboa, 1969)

Homenagem a Tchaikovsky

Manuel d'Assumpção, Homenagem a Tchaikovsky

Manuel d’Assumpção, Homenagem a Tchaikovsky

Homenagem a Tchaikovsky, 1963, óleo sobre tela, 140 x 173 cm; Lisboa, Museu Calouste Gulbenkian

Mário Eloy (Oeiras, 1950-Lisboa, 1951)

Bailarico no Bairro

Mário Eloy, Bailarico no Bairro

Mário Eloy, Bailarico no Bairro

Bailarico no Bairro, óleo sobre tela, c. 1936, Museu Nacional de Arte Contemporânea

O desenvolvimento de grandes superfícies e atmosferas monocromáticas, presente ao longo da obra do artista, atinge neste quadro o auge, por via dos violentíssimos azuis ultramarinos. Tal facto poderá constituir fonte arqueológica de subsequentes atitudes na moderna pintura portuguesa. (Pedro Lapa)

Paula Rego

Olga

A temática musical na pintura de Paula Rego: ukulelé

O ukulelé na pintura de Paula Rego: Olga, 2003

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Rolando Sá Nogueira (Lisboa, 1921-Lisboa, 2002)

Fá-los ouvir a tua corneta, negro (1972)

Sarah Affonso (Lisboa, 1899-Lisboa, 1987)

Coreto

Sarah Afonso e as bandas de música

Sarah Afonso, Coreto, 1937.

Sarah Affonso, «Coreto», 1937, óleo sobre tela, Coleção Jorge de Brito

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Vasco Pereira Lusitano (1535-1609)

Coroação da Virgem, 1604

Vieira da Silva (Lisboa, 1908-Paris, 1992)

O harmónio, 1945

CARICATURAS DE MÚSICOS

por António

Maria João Pires por António

Maria João Pires por António

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BIBLIOGRAFIA

Arte e Música. Iconografia musical na pintura do século XV ao séc. XX. Lisboa 1999.

Música para olhar. Instrumentos Musicais na Pintura Portuguesa, de Maria Luisa Amado e Isabel Monteiro. Lisboa: Caminho 2005.