Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis
Órgãos de tubos do concelho de Oliveira de Azeméis

De acordo com as informações disponíveis, existem no Concelho os seguintes órgãos:

Igreja Matriz de Madaíl

[ Igreja Paroquial ] [ São Mamede ]

Igreja Matriz de Madaíl

Igreja Matriz de Madaíl

A porta principal do templo é encimada por uma mísula que segura o Santo Padroeiro – São Mamede, apoiado sobre as cabeças de um casal de leões. A imagem do orago (S. Mamede) é de granito, majestosa e sobressai por o ornato arquitetónico do frontispício ostentar, com magnificência, uma rosácea. Com a igreja matriz antiga desmoronada em 1938, o padre Manuel Soares de Albergaria, fez diligências a fim de conseguir terreno e verbas para arrancar com as obras de construção da atual matriz. Tantas outras obras impulsionou este padre que a terra de Madaíl lhe prestou homenagem: “Ao Benemérito Fundador desta Igreja de Madaíl Revmo. Sr. Padre Manuel S. Albergaria. Homenagem de Gratidão (1943)”.

Fonte: CMOA

Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

[ Igreja Paroquial ] [ São Miguel ]

Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

A Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis é um edifício de arquitetura religiosa tardo-maneirista, de planta longitudinal, composto por nave única flanqueada por duas torres sineiras e capela-mor retangular a que se adossam duas sacristias também retangulares. De linhas sóbrias mas elegantes, demonstrando a grande capacidade dos construtores rurais do início do séc. XVIII, todo em cantaria lavrada entre 1719 e 1729, ostenta uma frontaria austera, revestida de azulejo artístico e voltada para nascente. Sobressai desta frontaria um grande nicho, sobre o frontão da portada, em que se expõe uma movimentada composição escultórica do padroeiro, S. Miguel, obra do século XVIII, representando o padroeiro, em atitude esbelta, derrubando o Espírito do Mal, homúnculo de feições hediondas e pés de bode. Apresentam-se ainda, nesta frontaria seis janelas de lintel e cornija, sendo duas de vidros coloridos; e um óculo na empena, sobre o qual se ergue uma Cruz de Cristo, entre duas solenes torres sineiras. Na fachada lateral rasgam-se, de cada lado, um portal de frontão semicircular interrompido no primeiro piso e 4 janelões chanfrados. O seu interior é composto por uma nave única, coro-alto assente em arco abatido onde se rasgam dois pequenos batistérios, lambril de azulejos, dois púlpitos quadrangulares com sanefa e duas capelas colaterais com frontões semicirculares e retábulos de talha dourada. O arco triunfal está enquadrado por uma estrutura de cantaria, com pilastras colossais rematadas por pináculos e frontão triangular interrompido, tendo capelas laterais anexas, com retábulos de talha dourada. A cobertura é em abóbada de berço sobre cornija corrida. A capela-mor apresenta um retábulo joanino em talha dourada, da autoria do portuense Luís Pereira da Costa, um trono central e estatuária nos intercolúnios laterais e finalizando este conjunto, uma imponente tela, representando a Ressurreição, do portuense Marques da Silva.

Fonte: CMOA

Enquadramento do órgão

Órgão do coro alto  Órgão da Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

Órgão da Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

Órgão no coro alto

Órgão da Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

Órgão da Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

Consola do órgão

Consola do órgão da Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

Órgão da Matriz de Oliveira de Azeméis

Existe na igreja um órgão Augusto Joaquim Claro (Braga), de dois teclados manuais e pedaleira com 12 registos [ II+P; 12], construído em 1905, reparado pela Oficina e Escola de Organaria em 1993, opus 4.

Igreja Matriz [ de Pinheiro ] da Bemposta

[ Igreja Paroquial ] [ São Paio ]

Igreja Matriz de Pinheiro da Bemposta

Igreja Matriz de Pinheiro da Bemposta

Sob o Orago de São Paio, este templo religioso foi edificado provavelmente no ano de 1701. Certo é que um documento refere que a igreja atual já existia em 1708. Situa-se a poucos metros do cruzeiro, numa pequena elevação. Os alicerces da igreja antiga forram arrancados para a construção do cemitério em 1867.

Igreja Matriz de Ul

[ Igreja Paroquial ] [ Santa Maria Maior ]

Igreja Matriz de Ul

Igreja Matriz de Ul

Situada na confluência dos rios Ul e Antuã e fronteira ao Castro, a Igreja Paroquial, ou de Santa Maria, foi edificada em 1790. O templo assenta sobre plataforma de um raro monumento romano ou romanizado, de onde foram exumados dois preciosos padrões: o marco miliário da milha XII e o Terminus Augustalis, o qual se encontra embutido na parede exterior da sacristia.

Coro alto e órgão

Órgão da Igreja Matriz de Ul

Órgão da Igreja Matriz de Ul

Montra do órgão

Órgão da Igreja Matriz de Ul

Órgão da Igreja Matriz de Ul

Órgão Grenzing da igreja matriz de Ul

De acordo com notícia da Agência Lusa, a freguesia de Ul, em Oliveira de Azeméis, começava a 14 de agosto de 2013 os festejos de Nossa Senhora Maior inaugurando a renovada Igreja Matriz e o seu novo órgão de tubos graças a uma doação de um milhão de euros.

O pároco Nuno Pereira explicou que a renovação sucedeu-se à aquisição do novo órgão de tubos: “como não tinha jeito nenhum ter um órgão tão valioso numa igreja com altares velhos e talha dourada estragada, decidimos restaurá-la. Depois, como tínhamos altares novos mas o resto da igreja não condizia, também quisemos recuperar o edifício e avançámos então com mais essas obras”.

O clérigo sublinhou que as obras, uma “aspiração antiga da comunidade” e só se tornou possível graças ao donativo de um milhão de euros por António da Silva Rodrigues – um empresário que, natural de Ul, “há 60 anos andava de carro de bois” e entretanto criou um dos maiores fabricantes de moldes da Europa.

Na recuperação do edifício da igreja terão sido gastos mais de 500.000 euros, aplicados sobretudo na recuperação das características primitivas do imóvel que, embora datado de finais do século XVIII, sofreu há cerca de 30 anos uma remodelação “com materiais muito pobres, que na época eram considerados uma boa opção mas se revelaram depois uma grande asneira”.

O pároco de Ul afirma que o objetivo da empreitada atual foi, por isso, “recuperar a beleza original da igreja”, o que não invalida que essa “mantenha as características contemporâneas exigidas pela mudança dos tempos e até pela evolução da liturgia”.

O restauro dos cinco altares do templo foi, por sua vez, conduzido pela Universidade Católica do Porto e implicou outros cerca de 300.000 euros, a que há que acrescentar ainda idêntico valor para pagamento do órgão de tubos concebido em Barcelona pelo mestre Gerhard Grenzing.

“O órgão tem um valor que era inatingível para a freguesia, se ela o quisesse financiar por si”, admite Nuno Pereira, sobre o instrumento com dois teclados e 13 registos de timbre.

No respetivo concerto de estreia, a execução estará a cargo do francês Nicholas Roger, que é o organista titular do Mosteiro de Arouca e ficará responsável pela vigilância do novo órgão de Ul. O músico já começou, contudo, a preparar a sua sucessão, na medida em que vem dirigindo em Loureiro a escola de organistas de onde deverão sair os próximos intérpretes da paróquia vizinha.

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