Jorge Salgueiro, compositor, de Palmela
Músicos naturais do Concelho de Palmela

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

Abílio Coelho

Abílio Manuel dos Santos Silva Coelho nasceu em Palmela em 1964. Iniciou os estudos musicais aos 9 anos na Sociedade Filarmónica Humanitária com Leonel Camolas. Ingressou na respetiva banda um ano mais tarde, onde se mantêm em atividade até ao presente. Fez parte das extintas Orquestra Humanitária e da Orquestra de Variedades Melodias de Sempre.

Aos 18 anos ingressou na Banda de Música da Força Aérea Portuguesa, onde desempenhou as funções de executante de trompete, chefe de naipe, solista e professor nos cursos de formação de sargentes e praças, tendo passado à situação de reserva em 2019 com o posto de Sargento-Chefe. Ao serviço desta instituição foi condecorado com as Medalhas de Ouro de Comportamento Exemplar e de Mérito Aeronáutico.

Estudou com José Augusto Carneiro, na Academia de Música Luísa Todi e no Conservatório Regional de Setúbal, e Música de Câmara com Bruno Pizamiglo.

Como membro do Grupo de Metais do Seixal participou e organizou classes de aperfeiçoamento com os professores Phillip Legris, Bruno Nouvion, David Taylor, Allen Vizzutti, Philip Myers, Joseph Alessi e Thomas Stevens. (…)

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António Quítalo

António Quítalo nasceu em Palmela em 1974. Iniciou os estudos musicais aos 5 anos com o seu avô na Sociedade Filarmónica Humanitária de Palmela.

Foram seus professores José Augusto Carneiro (Academia Luísa Tody), Kevin Wauldrom (Escola Superior de Música do Porto) e Steve Mason (Escola Superior de Música de Lisboa).

Foi 1º premiado nos mais prestigiados concursos Nacionais – Juventude Musical Portuguesa (1988) e Prémio Jovens Músicos (1989).

Foi bolseiro da Academia de Música e Belas Artes Luísa Tody (Setúbal) de 1989 a 1992, da Fundação Calouste Gulbenkian de 1987 a 1991 e da Fundação Eng. Mesquita de Araújo (Porto) de 1993 a 1995. (…)

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Armando Martins

Armando Martins nasceu em Palmela no ano de 1978. Iniciou os estudos musicais na Sociedade Filarmónica Humanitária (Palmela). Aos 16 anos, ingressou no Conservatório Regional de Música de Setúbal, tendo como professor Adácio Pestana. No ano de 1996 entra na Escola Profissional de Música de Almada, onde estudou sob orientação de Paulo Guerreiro.

Ingressou, em 1999, na Academia Nacional Superior de Orquestra, onde estudou com os professores Bruno Hiron e Abel Pereira, tendo concluído o curso no ano de 2005.

Durante o seu percurso académico apresentou-se a solo com a Orquestra Sinfónica Juvenil e a Orquestra Académica Metropolitana. Participou em diversas masterclasses, Cursos e Workshops, com trompistas e agrupamentos de renome tais como Paulo Guerreiro, Abel Pereira, Sexteto da Orquestra Sinfónica Portuguesa, Philip Myers, André Cazalet, Radovan Vlatkovic e Javier Bonet.

É membro efetivo da Banda Sinfónica da PSP, como Solista. Colabora frequentemente com diversas orquestras, tais como a Orquestra Filarmonia das BeirasOrquestra do Algarve, Orquestra Foco Musical, Orquestra do Tejo, Orquestra Sinfónica de Leiria, Orquestra Sinfonieta de Lisboa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra Sinfónica Portuguesa e com o Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian. (…)

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Armando Martins, trompa, de Palmela

Armando Martins, trompa, de Palmela

Jorge Salgueiro

Jorge Salgueiro, natural de Palmela, compõe desde os 14 anos e conta com uma obra vastíssima, onde se contam óperas, sinfonias, música para orquestra, banda, coro, teatro e cinema. Compositor residente da Banda da Armada Portuguesa entre 2000 e 2010, é, atualmente, compositor residente da Foco Musical e membro da direção artística do Teatro O Bando.

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Jorge Salgueiro, compositor, de Palmela

Jorge Salgueiro, compositor, de Palmela

FOI NOTÍCIA

Em 2016, no âmbito das comemorações do Dia do Concelho, o Cine-teatro S. João foi palco, a 4 de junho, às 22 horas, da “Sinfonia Palmela”, obra musical da autoria de Jorge Salgueiro. Além de procurar refletir a identidade do território, o compositor encontrou, também, inspiração na realidade musical do concelho, marcada pelo grande dinamismo das filarmónicas, e nas características únicas da sala de espetáculos.

Depois de, em 2015, terem sido apresentados os quatro primeiros andamentos – “Do mar até cá”, “Os sinos de Santiago”, “O lugar dos anjos” e “A viagem da máquina de ferro” – este ano, junta-se-lhes o 5.º andamento, dedicado à freguesia de Poceirão. Participaram as bandas da Sociedade Filarmónica Humanitária, da Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”, da Sociedade Filarmónica União Agrícola e da Sociedade de Instrução Musical, a Orquestra Nova de Guitarras e a Orquestra de Cordas do Conservatório Regional de Palmela.

No total, seriam 150 músicos em palco, acompanhados pelas sopranos Isabel Biu e Lucina Morais. O projeto fica concluído em 2017, com a inclusão de coros e a estreia do andamento final. A organização foi da responsabilidade do Município de Palmela, com o apoio das empresas Casa Ermelinda Freitas, Vinhos, lda. e SLEM – Sociedade Luso Espanhola de Metais, Lda., ao abrigo do programa “Mecenas de Palmela”, e da Associação da Rota de Vinhos da Península de Setúbal/Costa Azul.