Sé de Portalegre
Portalegre [2]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Paroquial de São Lourenço

Igreja Matriz de São Lourenço

Igreja Paroquial de São Lourenço

A Igreja Paroquial de São Lourenço é um edifício de arquitetura religiosa, maneirista e barroca, de uma nave e capela-mor totalmente abobadada. Apresenta-se com uma fachada harmónica, com o corpo central enquadrado por duas torres sineiras. O corpo central remata em empena contracurva. O retábulo-mor e os retábulos da nave são quase todos em estilo nacional, com colunas torsas e arquivoltas no remate.

Fonte: Monumentos

[ Catedral ] de Portalegre

[ Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Assunção ]

Sé de Portalegre

de Portalegre

As obras de construção da de Portalegre foram iniciadas em 1556 e a última pedra, o remate da abóbada, foi colocada em 1575. Criado num estilo renascentista tardio, o templo sofreu alterações entre 1737 e 1798, já em estilo barroco, como se observa no trabalho da pedra dos pórticos na fachada e nas torres sineiras. No interior, iluminado por 28 janelas, há painéis de azulejo seiscentistas e um notável conjunto de pinturas maneiristas, único no país. Os retábulos do altar-mor e das capelas laterais integram noventa e seis pinturas e neles participaram vários artistas portugueses durante os séculos XVI e XVII. À direita do altar fica a Capela do Santíssimo e à esquerda a de São Pedro. Os púlpitos são em mármore, bem como as grades postadas diante da capela-mor, onde pode admirar-se o trabalho do escultor e entalhador Gaspar Coelho e dos pintores Francisco Venegas, Fernão Gomes e Simão Rodrigues. As restantes pinturas da igreja estão atribuídas à Oficina de Portalegre. Nas abóbadas podem admirar-se diversos motivos grotescos maneiristas, cartelas, mascarões, florões e seres híbridos. Pode ainda visitar-se a sacristia revestida a azulejos setecentistas (que representam a «Fuga para o Egipto») e o claustro, concluído no século XVIII. Do lado norte, encontra-se o antigo Paço Episcopal, que foi residência dos Bispos até 1910 e comunicava interiormente com a .

Fonte: VisitPortugal

Possui um órgão histórico da autoria de D. Pascoal Caetano Oldovini (Oldoni, Oldovino ou Olduvini), de data desconhecida.

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