Santa Comba Dão e os seus músicos
Músicos de Santa Comba Dão
Naturais do Concelho
Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.
- António Neves (saxofone)
- Horácio Ferreira (clarinete)
- Igor Varela (clarinete)
- Maria Gomes (clarinete)
- João Neves (clarinete)
- José Pedro Morais (composição/ percussão)
- João Sequeira (percussão)
- Mário Cruz (piano/direção)
- Nuno Figueiredo (composição, 1982)
- Rafael Mota (trombone)
- Rafaela Monteiro (canto, The Voice 2020)
- Ricardo Monteiro (percussão)
Horácio Ferreira
Horário Ferreira é natural de Pinheiro de Ázere. Afirmou-se como um dos mais promissores clarinetistas da sua geração, tendo vindo a desenvolver uma carreira em franca ascensão. Iniciou o percurso musical aos oito anos de idade na Sociedade Filarmónica Lealdade Pinheirense e estudou posteriormente no Conservatório de Música de Coimbra e na Escola Profissional de Música de Espinho.
Licenciou-se na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo, no Porto, na classe de António Saiote. Frequentou posteriormente a Escuela Superior de Musica Reina Sofía, em Madrid, onde foi aluno de Enrique Pérez Piquer e Michel Arrignon. Estuda em Paris com Nicolas Baldeyrou. Como bolseiro, recebeu o generoso apoio da Fundación Albéniz, da Fundación Carolina e da Fundação Calouste Gulbenkian.
Obteve diversos primeiros prémios em concursos em Portugal, incluindo o Concurso da Costa Azul – Classe B (2004), o Prémio Jovens Músicos – Nível Médio (2007) e o concurso Terras de La Salette (2009). Foi finalista no Young Artists Competition (Kansas City) e no Concurso Internacional para Clarinete Giuseppe Tassis, em Milão. No Concurso Internacional de Clarinete Debussy, em Paris, foi premiado pela melhor interpretação da Première Rhapsodie de Debussy. Venceu a 28.ª edição do Prémio Jovens Músicos – Nível Superior, tendo-lhe sido atribuído o Prémio Maestro Silva Pereira – Jovem Músico do Ano 2014. Venceu o Concurso Internacional J. Pakalnis, em Vilnius, na Lituânia.
Como solista de concerto, tocou com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, a Orquestra XXI, a Orquestra de Cascais e Oeiras, a Filarmonia das Beiras, a Filarmónica Checa, a Musica Humana Orchestra, a Orquestra de Câmara de Colónia e o Novus String Quartet. Além da Europa, apresentou-se nos Estados Unidos da América, no Canadá, no Brasil e na China.
Gravou a obra Submundo, de Sara Claro, para a GDA/RDP. Atuou em vários festivais, incluindo os Festivais de Guimarães, Espinho e Póvoa de Varzim, o Festival Príncipe das Astúrias, o Festival de Clarinetes do Dão, o Cistermusica e o Festival ao Largo.
Rafael Mota
Natural de Santa Comba Dão, Rafael Mósca Mota da Costa, trombonista do quadro da Deutsche Oper Berlin (Ópera Alemã de Berlim), integrou, mais uma vez, nos dias 26, 27 e 28 de fevereiro, a Berliner Philharmoniker uma das mais prestigiadas orquestras sinfónicas do mundo. Entre 27 de março e 6 de abril, volta a integrar a Filarmónica de Berlim no Festival de Páscoa de Salzburgo, na Áustria, um dos mais relevantes eventos internacionais dedicados à música clássica. A digressão termina em 10 de abril, com concerto em Berlim.
Rafael Mota é trombonista permanente da Orquestra da Deutsche Oper Berlin (Ópera Alemã de Berlim).
Iniciou os estudos musicais na Filarmónica de Santa Comba Dão. Em 2011, com 9 anos, ingressou no Conservatório de Música e Artes do Dão, com Ricardo Gonçalves, onde terminou o 5º Grau. Ingressou de seguida na Escola Profissional de Música de Espinho, no ano letivo 2016/2017, onde completou, em 2019, o Curso Profissional de Música, com Daniel Dias.
No final dos estudos na EPME, após audição, foi admitido na UDK, Universität der Künste Berlin, onde estuda com Stefan Schulz, também trombonista da Philharmonie Berlin e membro do Word Trombone Quartet.

Rafael Mota, trombonista, de Santa Comba Dão
Já tocou em orquestras como a Staatskapelle Berlin, Philharmonisches Staatsorchester Hamburg, Konzerthaus Berlin, Komische Oper Berlin, Symphonieorchester der Universität der Künste Berlin, entre muitas outras, e ainda na Orquestra Clássica de Espinho, Orquestra de Jazz de Espinho e Orquestra Filarmonia das Beiras.
É membro do Outslider Trombone Quartet.
Integrou também a Jovem Orquestra Portuguesa, no ano de 2019, e a Orquestra XXI (constituída exclusivamente por músicos portugueses residentes no estrangeiro).
Atualizado a 17 de março de 2026
Fontes:
José Manuel Mota da Costa, Horácio Ferreira facultou a informação relativas a Rafaela Monteiro (canto, The Voice 2020), Maria Gomes (clarinete), Igor Varela (clarinete), Ricardo Monteiro (percussão), António Neves (saxofone), João Neves (clarinete), Mário Cruz (piano/direção), João Sequeira (percussão), José Pedro Morais (composição/percussão), Nuno Figueiredo (composição).
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
Contactos
António José Ferreira
962 942 759










NOTAS SOBRE A MELOTECA E O MUSORBIS
1. Agradecemos a cooperação, imagens e textos, conteúdos que vamos inserindo na medida das possibilidades.
2. Foram solicitadas informações sobre os músicos e o património musical concelhio a todos os municípios do País e só 5% responderam.
3. Lançado há 15 dias, o Musorbis (www.musorbis.com) é uma construção, como se refere em cada página de músicos do concelho.
4. Tendo já a Meloteca milhares de biografias, ambos os sítios se incrementam um ao outro.
5. Qualquer músico profissional pode sugerir o seu próprio nome ou de outros, e gostamos de referir as fontes para manter a credibilidade da obra.
6. Qualquer músico profissional pode constar na Meloteca (www.meloteca.com) o que, na forma simples, não tem custos.
7. Quem desejar ter um lugar de destaque pode também fazê-lo e assim ajudar ambos os projetos a crescerem de forma sustentada.
8. Sendo que existem 308 concelhos em Portugal, cada um terá a sua página de músicos, a sua página de órgãos de tubos, a sua página de iconografia musical, as suas salas de concerto, e outros artigos que ainda estão a ser definidos.
9. A Meloteca e o Musorbis estão a ser desenvolvidos com o meu trabalho, a ajuda do meu filho, a cooperação de voluntários e o dinheiro que eu pago a uma agência digital para a construção e mudanças estruturais.
10. Nem a Meloteca, lançada em 2003, nem o Musorbis, lançado em 2020, recebe qualquer apoio institucional.
11. Meloteca e Musorbis são projetos para anos e décadas, e estou a tentar prepará-los para que me sobrevivam.