Filarmónica União Praiense, de Santa Cruz da Graciosa
Músicos do Concelho de Santa Cruz da Graciosa

(Ilha Graciosa, Açores)

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Catarina Espínola (maestrina)
Catarina Espínola

Natural de Santa Cruz da Graciosa, Catarina Espínola nasceu a 10 de agosto de 1992, tendo iniciado os estudos musicais, com apenas 7 anos, na Filarmónica Recreio dos Artistas. Mais tarde, ingressou a Academia Musical da Ilha Graciosa, onde completou o Curso Suplementar de Música, na área de Canto Lírico. Em 2013 terminou a Licenciatura em Música na Universidade de Évora, sob a orientação de Liliana Bizineche. Em 2014 terminou a Pós-Graduação em Ensino da Música na mesma universidade.

No ano de 2015 deu início ao seu trabalho de docente nas áreas de Formação Musical e Educação Musical na Escola Básica e Secundária da Graciosa. No mesmo ano iniciou também as suas funções como Maestrina no Coro da Matriz de Santa Cruz da Graciosa. Catarina Espínola frequentou, no ano de 2014, o Curso de Direção de Orquestra, na cidade da Covilhã, com o maestro Luís Clemente, onde dirigiu a Orquestra Sinfónica da Covilhã. Mais tarde, em 2016, frequentou também o Curso de Direção de Banda, ministrada pelo Maestro da Banda Militar da Marinha, Délio Gonçalves.

Terminou o Mestrado em Ensino da Música na Universidade Católica do Porto, em 2017, ano que ficou marcado também pela estreia do Coro Juvenil da Matriz de Santa Cruz da Graciosa, onde é diretora artística e maestrina. É professora efetiva do quadro da Escola Básica e Secundária da Graciosa. É maestrina do Coro da Matriz de Santa Cruz da Graciosa, Coro Juvenil da Matriz de Santa Cruz da Graciosa e, agora, também maestrina da Sociedade Filarmónica União Praiense. Pela primeira vez na sua história, a banda filarmónica mais antiga da Graciosa, fundada a 12 de maio de 1889, vai ser dirigida por uma mulher. José Berto Magalhães, António Melo e Luís Aguiar dirigiram a SFUP. A partir de agora a Graciosa tem duas maestrinas nas suas filarmónicas.

Filarmónica Recreio dos Artistas da Vila de Santa Cruz da Graciosa

A Filarmónica Recreio dos Artistas da Vila de Santa Cruz da Graciosa foi fundada em 1913 e desde essa data até 1987 tocou em todas as festas da sua freguesia e nalgumas de outras freguesias da Ilha. Fez digressões por diversas Ilhas dos Açores (em Festas Sanjoaninas, dos Flamengos, das Lajes, dos Baleeiros, do Divino Espírito Santo).

Em 1968 participou num concurso organizado pela FNAT em Angra do Heroísmo e obteve o 1.º lugar. Em 2003 foi à Ilha da Madeira e lá fez três concertos e tocou numa procissão. Em 2005 deslocou-se aos EUA e lá tocou nas Grandes Festas de Fall River, na Festa da Senhora do Loreto na cidade de Lowell, nas Festas da Cidade de Pataca e ainda tocou nas cidades de Peabody e Cambdrig. Em 1990, obteve o Estatuto de Pessoa Coletiva de Utilidade Pública. Está inscrita sob o n.º 3.831 no Centro de Cultura e Desporto do INATEL. É sócia fundadora da Federação de Bandas Filarmónicas dos Açores. Tem Quarteto de Saxofones, uma Orquestra Ligeira e um Conjunto Musical com o intuito de abrilhantar os seus bailes na época carnavalesca. A banda é constituída por 50 executantes. A Maestrina é professora de Educação Musical de Nomeação Definitiva do Quadro de Escola da Escola Básica Integrada/Secundária de Santa Cruz da Graciosa. A Filarmónica tem Escola de Música com 15 alunos, sendo coordenada pela Maestrina da Banda, que conta com a colaboração de alguns executantes em prática de instrumento.

SFUP

Filarmónica União Praiense, de Santa Cruz da Graciosa

Filarmónica União Praiense, de Santa Cruz da Graciosa

Filarmónica União Progresso

A FUP da freguesia de Guadalupe, foi fundada em 1963. A sua génese está ligada ao Clube Central e Recreativo de Guadalupe, que hoje tem o nome de Sporting Clube de Guadalupe. A Banda mantém-se em atividade ininterrupta, desde a sua criação. Aquando da sua fundação, a Filarmónica União Progresso de Guadalupe, teve como maestro Manuel Pires.

Em 1991, a Filarmónica separou-se do Clube que a fundou e foi instalar-se no edifício da Casa do Povo de Guadalupe, onde permanece.  2000, desvincula-se definitivamente do Sporting Club de Guadalupe e constitui-se como Associação, por escritura lavrada no Cartório Notarial do Concelho de Santa Cruz da Graciosa. Atua em festas de carater religioso e profano. Em 2001, gravou em CD parte do seu reportório. Exibiu-se, para além da ilha Graciosa, nas ilhas de S. Jorge (Velas e Calheta), Flores (Santa Cruz), Corvo, Santa Maria, São Miguel (Povoação e Nordeste), Pico (São Roque) e Terceira (Fonte do Bastardo). Deslocou-se, também, à ilha da Madeira e a Lisboa. Em 2015, participou numa arruada, num bodo de leite organizado pela Casa dos Açores do Algarve e atuou num Festival de Bandas organizado pelo INATEL, em Faro.

0 comentários

Deixe um comentário

Quer participar?
Deixe a sua opinião!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *