Santarém e o seu folclore

Folclore em Santarém

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Ribatejo
  • Distrito: Santarém
  • Concelho: Santarém

09 grupos

  • Grupo Académico de Danças Ribatejanas
  • Grupo Folclórico do Centro de Convívio de Abitureiras
  • Rancho Folclórico da Ribeira de Santarém
  • Rancho Folclórico da S. R. E. da Romeira
  • Rancho Folclórico de Viegas
  • Rancho Folclórico de Vila Nova do Coito
  • Rancho Folclórico do Bairro de Santarém – Graínho e Fontaínhas
  • Rancho Folclórico do Vale de Santarém
  • Rancho Folclórico de Verdelho
Rancho Folclórico da Ribeira de Santarém
  • Região: Ribatejo – Lezíria do Tejo
  • Distrito: Santarém
  • Concelho: Santarém

O Rancho Folclórico da Ribeira de Santarém foi fundado em 1972, e surgiu como grupo de pesquisa e divulgação, representativa da tradição cultural da zona ribeirinha do concelho de Santarém.

Tendo consciência da necessidade de salvaguardar e valorizar a identidade etnográfica e folclórico da Freguesia de Santa Iria e da zona
ribeirinha dos últimos 120 anos e contribuir de forma pró-ativa para a divulgação do Concelho de Santarém, o Rancho folclórico da Ribeira de Santarém efetuou a árdua tarefa de recolha de danças, cantares, trajes e de objetos de cariz museológico junto da comunidade local.

O acervo obtido junto da população é muito diversificado. Todos os
objetos recolhidos se encontram expostos no seu Museu Etnográfico, recuperando, desta forma, histórias e memórias do modo de vida, das gentes e do passado da Ribeira de Santarém.

Ao longo da sua existência o Rancho Folclórico da Ribeira de Santarém representou a sua freguesia e o concelho de
Santarém nos mais conceituados festivais de folclore, festas e romarias, programas de Rádio e Televisão de grande projeção no país e no estrangeiro.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português, filiado na Federação das Coletividades de Cultura e Recreio de Lisboa, membro efetivo da HOMO TAGANUS – Associação de Estudo e Defesa
da Etnografia e Folclore do Ribatejo.

Rancho Folclórico de Vila Nova do Coito

O Rancho Folclórico de Vila Nova do Coito foi fundado em 1961, data da sua apresentação pública ao povo da sua terra, para no mês seguinte se exibir na Feira do Ribatejo, em Santarém. Deu início a uma intensa ação de pesquisa e recolha etnográfica tendo em vista a representação dos usos e costumes da freguesia de Almoster, o que lhe permite ser considerado um digno embaixador das tradições populares do Bairro Ribatejano. As recolhas efetuadas, em Vila Nova do Coito, proporcionaram a reconstituição de trajes domingueiros e de trabalho, onde estão representadas as principais fainas agrícolas a que outrora se dedicava esta gente, desde a lavoura, à ceifa, à vindima e à apanha da azeitona.

As danças, lentas e elegantes, e as músicas, suaves e harmoniosas, refletem de forma eloquente o carácter desta gente que nutria particular afeição pelos fadinhos, pelos bailaricos, pelas modas a dois passos e pelos verde-gaios, notando-se a circunstância bem particular nesta região ribatejana de se dançar para deleite pessoal, razão por que abundavam aqui exímios bailadores.

O Rancho Folclórico de Vila Nova do Coito organiza anualmente o seu festival de folclore, é membro da Federação do Folclore Português e do Inatel.

Em 2017 foi agraciado com a medalha de mérito pelo Município de Santarém.

Rancho Folclórico de Vila Nova do Coito

Rancho Folclórico de Vila Nova do Coito

Rancho Folclórico de Viegas

Nascido em 1962, o Rancho Folclórico de Viegas representa a zona do Bairro Ribatejano e ostenta no seu estandarte as lembranças de atuações em vários pontos do País e estrangeiro, com deslocações aos Estados Unidos da América, Polónia, Itália e diversas vezes a França e Espanha.

Como em outras atividades, também o Rancho de Viegas sofreu influências da emigração dos seus jovens para a Europa, e na fuga à guerra colonial. Sofrendo então um interregno de 20 anos, reapareceu em 1990, através da Associação Cultural e Recreativa de Viegas.

O seu renascimento resultou de uma profunda e atenta recolha junto da população mais idosa na recuperação das danças e cantares da sua fase mais produtiva.

O grupo enverga trajes que remontam aos finais do século XIX, numa demonstração da forma como vestia o povo de Viegas de então.

É constituído, na sua maioria, por jovens entusiasmados pela descoberta da cultura dos seus antepassados, e a transportam até aos nossos dias através da divulgação, do modo como se cantava e dançava nos momentos mais importantes da comunidade, como seriam as festas e romarias, também nos serões de inverno e durante os trabalhos do campo.

Sendo um grupo rigoroso em todas as componentes da sua apresentação pública, é considerado um bom representante do Bairro Ribatejano, e está inscrito na Federação do Folclore Português.

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