Músicos do Concelho de Sernancelhe

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Sónia Sobral (acordeão)
Sónia Sobral

Natural de Sarzeda, Sernancelhe, distrito de Viseu, Sónia Valverde Sobral nasceu em 1993 e iniciou o estudo do Acordeão aos sete anos, na Associação de Acordeonistas do Távora e Douro Sul. Estudou no Conservatório Regional de Música em Viseu, sob a docência de Nuno Silva e foi depois admitida, em 2011, na Universidade de Aveiro, no Curso Superior de Música, na classe de Abel Moura.

Estudou posteriormente na Estonian Academy of Music and Theatre em Tallinn, em 2015/2016, com a professora Sirje Mõttus. Terminou o Mestrado em Ensino de Música na UA, em 2017, com o tema “Aplicação de Processos Criativos como Complemento Pedagógico na Construção de Competências Técnico-Performativas no Acordeão” como projeto de investigação, ao qual obteve a classificação de 19 valores.

Estudou também jazz, músicas do mundo e improvisação em 2017/2018, no Curso Creative World Music, na ESTAL em Lisboa, com os Professores Pedro Madaleno e João Frade.

Participou em classes de aperfeiçoamento e workshops orientadas por músicos e professores de renome internacional e obteve alguns prémios em concursos de Acordeão. Integrou a Orquestra de Acordeões de Viseu, projetos como Prana, Fado Jazz e Toques do Caramulo, tocou como solista com a Filarmónica Ressurreição de Mira e integrou The Troublemaker.

Fez uma participação no TEDx em Aveiro em 2015, com o projeto de música de câmara Tangueiros. Participou nas gravações do audiobook de “Mensagem de Fernando Pessoa” (2012) de Guilherme Gomes, e nos discos “Canções de umor” (2014) do Reportório Osório e “Mexe!” dos Toques do Caramulo (2017). Participou também numa residência artística em Venosa, Itália, no laboratório de música Suoni de Pietra, onde integrou a Orquestra Matera 2019, dirigida por Carlo Goldstein.

Dirige, desde 2010, o grupo de música tradicional Teletuna, de Viseu e integra ainda três projetos da d’Orfeu AC: Reportório Osório (desde 2013), Canções Difíceis Fáceis de Saber (desde 2019) e dois,pois (estreado em 2020). Realiza concertos em diversas salas do país e em conceituados festivais de música, passando já pela Ilha de Santiago, em Cabo Verde (em 2015 e 2019), no Brasil, mais especificamente Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul (em 2016), ainda em Porto Alegre (já em 2018), onde integrou também o espetáculo brasileiro Sbornia Kontratacka e mais recentemente, no Mercat de Música Viva de VIC e na Fira Trovam, em Espanha.

É professora de Acordeão na Associação de Acordeonistas do Távora e Douro Sul, no Conservatório de Música de Seia e na Escola Profissional Serra da Estrela.