Inês Constantino, mezzo-soprano, de Setúbal
Músicos do Concelho de Setúbal

Serviço público sem financiamento público, o Musorbis é uma plataforma em desenvolvimento lançada em dezembro de 2020.

Afonso Malão

Natural de Setúbal, Afonso Malão estudou clarinete e piano, mas optou definitivamente pelo piano. Diplomou-se na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), com 19 valores em piano e completou a licenciatura na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo (ESMAE) do Porto em 2003, com 20 e 18 valores, respectivamente em música de câmara e piano.

Ganhou diversos prémios, entre os quais se contam o 1º Prémio em Piano nos Prémios Jovens Músicos / RDP (1988); 1º Prémio do Júri e do Público em Piano Concurso Maria Campina (1990); 1º Prémio em Música de Câmara no Concurso Helena Sá e Costa (1994).

Foi professor de Música de Câmara na ESML, professor correpetidor e professor de piano em diversas escolas de música em diferentes pontos do País.

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Afonso Malão

Afonso Malão, pianista, de Setúbal

Afonso Malão, pianista, de Setúbal

Celina da Piedade

Celina da Piedade é acordeonista, cantora, e compositora. Começou a estudar música aos 5 anos, e pouco tempo depois já atuava em público. Estudou no Conservatório de Setúbal, onde também deu aulas de acordeão. Licenciou-se em Património Cultural e pós-graduou-se em Estudos de Música Popular. Em 1998 conheceu a Associação PédeXumbo, com quem colaborou desde então e da qual é atualmente Presidente Honorária.

No ano de 2000 integrou o Cinema Ensemble de Rodrigo Leão, com quem ainda trabalha, tocando em todos os concertos e discos do compositor. A esta partilha acrescentam-se outras: Mayra Andrade (com quem tocou e para quem compôs “Mon Carroussel”), Uxia, Ludovico Einaudi, Gaiteiros de Lisboa, António Chainho, Samuel Úria, entre muitos outros.

Participou como artista e compositora em mais de 50 edições discográficas, para além de bandas sonoras para cinema, teatro e dança. Integra o grande coletivo Tais Quais, fazendo parceria com Vitorino, Tim, Sebastião, Serafim, Jorge Palma, Paulo Ribeiro e João Gil.

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Celina da Piedade

Celina da piedade, cantora, de Setúbal

Celina da piedade, cantora, de Setúbal

Inês Constantino

A mezzo-soprano Inês Constantino começou por estudar guitarra clássica, saxofone e canto no Conservatório Regional de Palmela.

Completou a licenciatura em canto na Universidade de Aveiro sob orientação de Isabel Alcobia em 2016.

Nesse mesmo ano ganhou o 2º prémio no Concurso Internacional de Música “Cidade de Almada”.

No teatro Aveirense sob direção de Vassalo Lourenço e encenação de Claudio Hochman, interpretou as personagens Cherubino em “Le nozze di Figaro”, Zita em “Gianni Schicchi” e Suor Zelatrice em “Suor Angelica”. Também participou em musicais como “O feiticeiro de Oz” e “A pequena Sereia”.

Na Universidade Mozarteum em Salzburg, estudou de 2016 a 2018 na classe de ópera do maestro Gernot Sahler e encenador Alexander von Pfeil e na classe de canto de Michèle Crider. Em 2018 ganhou a bolsa de estudos Gianna Szel-Stipendium em Salzburg.

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Inês Madeira Lopes

Nascida em Setúbal, em 1999, Inês Madeira Lopes iniciou o seu percurso musical no Conservatório Regional de Setúbal. Passou pelas classes de Violino e Viola d’arco, e terminou o ensino secundário em Composição, com António Laertes. Encontra-se neste momento a terminar a licenciatura em Composição na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), com Carlos Caires, tendo estudado também com outros compositores como João Madureira, António Pinho Vargas e Luís Tinoco.

Participou em classes de aperfeiçoamento e conferências com compositores de renome como Kaija Saariaho, Thomas Adès, Jaime Reis, John Chowning, Mario Mary, entre outros. Com a bailarina Michele Luceac criou “Jano”, uma obra para multipercussão, para o projeto de investigação “Música para espaço específico”, parceria entre a ESML e a Faculdade de Motricidade Humana.

Inês Madeira Lopes

Inês Madeira Lopes, compositora, de Setúbal

Inês Madeira Lopes, compositora, de Setúbal

Compôs “Primeira sensação de um lugar” para guitarra solo, encomenda do Festival de Música de Setúbal para a inauguração da exposição “Lanzarote, a janela de Saramago” de João Francisco Vilhena. Escreveu a peça para fagote solo “Reminiscências”, para a 34a edição do Prémio Jovens Músicos, encomenda da Antena 2 – RTP. Compôs música, em parceria com a compositora Sara Marita, para o projeto “Vozes abafadas e instrumentos distantes”, encomendada para a “Festa dos Anos de Álvaro de Campos”, iniciativa da Câmara Municipal de Tavira. É uma das compositoras que integra a 4ª edição do programa “Jovens Compositores”, dos Estúdios Victor Córdon.

João Valinho

João Valinho nasceu em Setúbal em 1997. Iniciou os estudos musicais em Clarinete aos 10 anos com David Pinheiro na Escola de Música da Banda Musical de Monção. Ingressou mais tarde no 1º ano do grau médio do Conservatório Profissional de Música de Vigo. Aí finalizou os primeiros estudos oficiais onde lhe foi atribuído o “Premio fim de grau” na especialidade de Clarinete. Posteriormente expandiu os estudos no Conservatório Superior de Música de Vigo com Astério Leiva entre outros.

Realizou classes de aperfeiçoamento com Phillipe Berrod, Hedwig Swimberghe, Valerii Althukov, Nuno Pinto, Ognjen Popovic, Dominique Vidal, Rimvydas Savickas, Justo Sanz, Carlos Alves, Luís Carvalho, Luís Gomes, Pablo Fernandez e Máximo Mazzone. Fez um curso de Jazz com o professor Philippe Leloup. Foi selecionado para o estágio “Buffet Crampon Wind Orchestra” em 2016 com o maestro António Saiote e realizou um curso de direção musical com o maestro Afonso Alves.

Colabora com a Orquestra Clássica de Vigo e em seus grupos de música de câmara como clarinetista. Tocou na Faculdade de Geografia e História de Santiago de Compostela, no auditório García Barbón, Auditório Mar de Vigo, entre outros. É solista da Banda Musical de Monção e prossegue os estudos no Conservatório Superior de Música de Vigo.

Maria Beatriz de Oliveira

Nascida em Setúbal, Maria Beatriz de Oliveira é licenciada em Música – Guitarra Clássica, pela Universidade de Aveiro (UA) e já marcou presença em eventos como os Dias da Música em Belém e o Festival de Música de Setúbal.

Maria Beatriz Oliveira

Maria Beatriz Oliveira, guitarrista, de Setúbal

Maria Beatriz Oliveira, guitarrista, de Setúbal

Em 2005 teve o primeiro contacto com o instrumento e em 2009 ingressou no Conservatório Regional de Setúbal (CRS), na classe de Filipa Pinto Ribeiro. Enquanto aluna do Conservatório foi convidada a participar em projetos como o Grupo de Música Contemporânea e a Orquestra de Guitarras, nos quais desempenhou o papel de solista inúmeras vezes. Nesse âmbito, participou em intercâmbios e colaborações com o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, o compositor Jaime Reis e os alunos da Licenciatura em Música da Universidade de Évora.

Na vertente da Música de Câmara iniciou o seu percurso como membro do Quarteto de Guitarras do CRS e, atualmente, pertence ao Duo SulTasto (com o Guitarrista João Pires) e ao Duo Chiaroscuro (com a Violinista Aurora Miranda). Tocou em salas no Centro Cultural de Belém (Lisboa), Comando Metropolitano de Lisboa da PSP (Lisboa), Fórum Luísa Todi (Setúbal), Casa da Cultura (Setúbal), Auditório Municipal António Chainho (Santiago do Cacém), Cineteatro Alba (Albergaria-a-velha) e é frequentemente contactada para protagonizar momentos musicais em eventos culturais.

Estreou obras de compositores como Jorge Peixinho, Clotilde Rosa e António Laertes, de estudantes de composição como Inês Madeira Lopes e Margarida Gonçalves, e frequentou masterclasses com Dejan Ivanovic (Croácia), Zoran Dukic (Macedónia), Daniel Wolff (Brasil), Juan Almada (Argentina), Redmon O’Toole (Irlanda), Paulo Vaz de Carvalho (Portugal), Miguel Carvalhinho (Portugal), Francisco Morais Franco (Portugal). Frequenta o Mestrado em Ensino da Música na UA, leciona Guitarra Clássica na Academia de Música da Quinta do Picado e Música/Expressão Musical em escolas do Município de Ílhavo.

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Destaca-te na Musorbis

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HISTÓRIA

Luísa Todi

Luísa Todi, uma das maiores artistas líricas do seu tempo, nasceu em Setúbal a 9 de Janeiro de 1753 e faleceu em Lisboa a 1 de Outubro de 1833. Filha de Ana Joaquina de Almeida e do mestre de música Manuel José de Aguiar, recebeu no batismo o nome de Luísa Rosa de Aguiar.

Ainda na sua terra natal, entre 1758 e 1763, Luísa e três dos seus irmãos familiarizam-se com a arte de representação frequentando a residência de uma dama setubalense que organizava espetáculos teatrais em privado. Com dez anos de idade, ingressou no teatro profissional por mão de seu pai.

Por contrato firmado a 6 de Julho de 1763, Manuel José de Aguiar e quatro dos seus filhos mais velhos (Cecília Rosa, António José, Isabel Ifigénia e Luísa Rosa) passavam a integrar a companhia do Teatro do Bairro Alto.

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Luísa Todi

Luísa Todi, cantora lírica, de Setúbal

Luísa Todi, cantora lírica, por Lobão Tello 2009

Madalena Sá Pessoa

Maria Madalena Nunes Pereira de Sá Pessoa nasceu a 5 de Maio de 1920, na freguesia de São Sebastião, em Setúbal, e faleceu em Cascais a 15 de fevereiro de 2020 em Cascais. Iniciou os estudos de música aos 8 anos. Frequentou o Conservatório de Lisboa, onde terminou o Curso Superior de Piano orientado por Jaime Silva, com a nota final de 19 valores.

Aos 21 anos foi para a Covilhã onde começou a dar aulas de piano a particulares. Aos 23 anos casou com o industrial de Lanifícios António de Sá Pessoa, de quem teve 7 filhos Aos 40 anos ficou viúva, deixou a Covilhã e instalou-se com os seus 7 filhos em Carcavelos.

Frequentou o curso de Iniciação Musical, na Fundação Calouste Gulbenkian, regido pelo Professor Edgar Willems, um curso de aperfeiçoamento no Conservatório de Délémont (Suíça), regido por Jacques Chapuis, o curso de Verão de Jos Wytack.

Lecionou na Escola Preparatória Conde de Oeiras, na Academia de Santa Cecília, no Colégio “O Cavalinho” e na Escola de Dança Ana Mangericão. Durante os anos 60 e 70, foi organista na Igreja Paroquial de Carcavelos, voltou nos finais dos anos 90 até 2008.

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Madalena Sá Pessoa

Madalena Sá Pessoa, pedagoga, de Setúbal

Madalena Sá Pessoa, pedagoga, de Setúbal

TOPONÍMIA MUSICAL

Luís Petrolino tem rua com o seu nome em Setúbal, na freguesia de São Sebastião (GPS: 38.522882, -8.896155, 2900-721 Setúbal Zona Industrial da Varzinha).

Luísa Todi tem um monumento e uma avenida com o seu nome em Setúbal, e ruas em Matosinhos, Sesimbra, Gondomar, Lisboa e Cascais.