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Megamúsica Loja de Instrumentos Musicais
Lojas de música de Abrantes

Lojas de música e instrumentos musicais no Concelho. A fotografia em destaque neste momento é aleatória. Para inserir dados de lojas de música, envie, que são inseridos gratuitamente. Para ter foto destaque e estar no topo durante um ano opte pelo “Destaque Musorbis” (10€). As receitas ajudarão a criar o mapa interativo da música em Portugal.

Mega Música Instrumentos Musicais

Morada: Rua de Damão 2, Abrantes
Telemóvel: 963 365 548

Orfeão de Abrantes

Escolas de Música em Abrantes

Ensino de Música e Dança no Concelho. A fotografia em destaque neste momento é aleatória. Para inserir dados de escolas de Abrantes, envie, que são inseridos gratuitamente. Para ter foto destaque e estar no topo durante um ano opte pelo DESTAQUE MUSORBIS (10€). As receitas ajudarão a criar o mapa interativo da música em Portugal.

Escola de Música Orfeão de Abrantes

Morada: Rua São Pedro, Ed. Carneiro
2200-398 ABRANTES
Tel. (+00 351) 241 371 797

Orfeão de Abrantes

Orfeão de Abrantes

Também lhe pode interessar no Distrito de Santarém

Academia de Música de Benavente

Morada: Rua João S. A. Fernandes, nº 14 a 18
2130-059 BENAVENTE
Tel. (+00 351) 263 517 330
Fax (+00 351) 263 517 330
Sítio: www.sfb.pt
Correio eletrónico: sfb1871@hotmail.com

Conservatório de Música Choral Phydellius

Morada: Rua Alexandre Herculano, nº 147
Quinta da Lezíria
Apartado 44
2354-909 TORRES NOVAS
Tel. (+00 351) 249 826 129
Fax (+00 351) 249 826 129
Tlm. (+00 351) 967 090 101
Tlm. (+00 351) 918 986 263

Conservatório de Música de Ourém e Fátima

Sede
Morada: Av. D. Nuno Álvares Pereira, nº 11
2490-483 Ourém
Tel. (+00 351) 249 545 008
Fax: (+00 351) 249 545 008
Correio eletrónico: conservatoriomo@sapo.pt

Conservatório de Música de Ourém e Fátima

Secção
Morada: Av. Beato Nuno, nº 208
2495-401 Fátima
Tel. (+00 351) 249 538 171
Sítio: www.conservatorio-ourem.net
Correio eletrónico: conservatoriomf@sapo.pt

Conservatório de Música de Santarém

Morada: Rua Dr. Joaquim L Martins, nº 16,1º
2000-141 Santarém
Tel. (+00 351) 243 327 070
Sítio: www.conservatoriosantarem.pt

Conservatório Regional de Tomar

Morada: Rua Coronel Garcês Teixeira
2300-461 TOMAR
Tel. (+00 351) 249 311 218

Conservatório Regional de Música da Golegã

Morada: Rua das Laranjeiras Apartado, nº 31
2154-909 GOLEGÃ
Tel. (+00 351) 249 977 448
Fax (+00 351) 249 312 175
Fax (+00 351) 249 976 292
Correio eletrónico: crmgolega@clix.pt

Escola de Música Canto Firme de Tomar

Morada: Canto Firme de Tomar Associação Cultural
Apartado 271
2304 -909 TOMAR
Tel. (+00 351) 249 314 251
Fax (+00 351) 249 323 059
Correio eletrónico: canto.firme@clix.pt
Sítio: www.cantofirmedetomar.com

Escola de Música Jaime Chavinha

Morada: Rua Monsenhor Michel, nº 54
2395-201 MINDE
Tel. (+00 351) 249 840 022
Fax (+00 351) 249 840 022

Ourearte – Escola de Música e Artes de Ourém

Morada: Largo Mouzinho de Albuquerque, nº 11
2490 OURÉM
Tel. (+00 351) 249 541 539
Sítio: www.ourearte.blogspot.com

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego, Abrantes
Folclore em Abrantes

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Ribatejo
  • Distrito: Santarém
  • Concelho: Abrantes

7 grupos

  • Grupo Etnográfico Os Esparteiros de Mouriscas
  • Grupo Folclórico e Etnográfico Os Camponeses de Vale das Mós
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pego
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de São Miguel do Rio Torto
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo do Tramagal
  • Rancho Folclórico e Etnográfico de Casais de Revelhos
  • Rancho Folclórico e Etnográfico Os Peneireiros de Martinchel

RFCPP

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego, Abrantes

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego, Abrantes

RFCPT

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Tramagal, Abrantes

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Tramagal, Abrantes

RFECR

Rancho Folclórico e Etnográfico de Casais de Revelhos, Abrantes

Rancho Folclórico e Etnográfico de Casais de Revelhos, Abrantes

RFEPM

Rancho Folclórico e Etnográfico Os Peneireiros de Martinchel, Abrantes

Rancho Folclórico e Etnográfico Os Peneireiros de Martinchel, Abrantes

Rancho Folclórico da Casa do Povo de São Miguel do Rio Torto

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de São Miguel do Rio Torto foi fundado em 1985. Teve origem numa marcha de São João que teve grande aceitação por parte do público, o que suscitou nos participantes a criação de um rancho folclórico. A partir de então iniciou-se uma sensibilização da população e procedeu-se a uma pesquisa exaustiva e cuidada, de porta em porta, de demonstrações e gravações pelas pessoas mais idosas da aldeia.

Pelos conhecimentos, objetos e trajes adquiridos, chegou-se à conclusão de que São Miguel do Rio Torto tem um património cultural muito rico e possui uma das mais características formas de vida ribatejana, não a das lezírias, mas o Ribatejo bairrista. Devido à sua posição geográfica, sofre influências beirãs e alentejanas. Os trajes e danças tentam reproduzir o mais fielmente possível as suas tradições.

Desde a sua fundação que o Rancho Folclórico da Casa do Povo de São Miguel do Rio Torto continua a sua permanente pesquisa dos usos e costumes, dançar, cantares e tradições da sua terra, tendo já atuado em variados festivais de folclore.

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego

O Grupo Folclórico do Pego nasceu em 1953. Continua a preservar e a divulgar as músicas, as danças e os hábitos. Tem mais de 20 números, alguns conhecidos no Pego “desde sempre”, outros trazidos pelos pegachos migrantes das zonas onde trabalhavam, passando a dança-las na sua terra de acordo com o seu modo de sentir. O Rancho apresenta trajos que são cópias autênticas dos trajos originais pegachos do final do século XIX e princípios do século XX.

Em 2019, o Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego realizou em agosto o seu 41º Festival de Folclore ‘Aldeia das Casas Baixas’. O Festival contou com a atuação do Rancho Folclórico do Baixo Vouga (Eixo, Aveiro); Rancho Folclórico e Etnográfico de S. Pedro de Alva (Penacova); Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Povo de Pontével (Cartaxo); Rancho Típico de Pombal; e o anfitrião, Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego (Abrantes).

Museu “Os Moleiros”

O Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, e o Vereador Luís Dias, acompanhados pelo Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos, Rui André, estiveram na inauguração do Museu “Os Moleiros” da Casa do Povo de Rio de Moinhos, em 11 de outubro de 2020. Manuel Jorge Valamatos felicitou esta iniciativa e destacou a importância das coletividades e do associativismo no desenvolvimento das comunidades.

“Esta é uma Casa verdadeiramente histórica”, salientou o Presidente da Câmara de Abrantes desejando que “este Museu seja uma forma de mostrar o que são as raízes e a história desta Coletividade”. Por sua vez, Rui André, Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos, também destacou a concretização deste Museu, bem como a atual reconstrução do edifício da Sede da Casa do Povo e a dedicação dos voluntários e membros da Direção, a par com o apoio dado pela autarquia de Abrantes ao associativismo.

Neste Museu do Rancho Folclórico “Os Moleiros” da Casa do Povo de Rio de Moinhos, os visitantes podem ver espólios de várias atuações, instrumentos, utensílios, trajes e objetos diversos antigos. “A nossa preocupação foi homenagear as tradições e os nossos antepassados, perpetuar a história pelo presente e pelo futuro”, salientou Liliana Carvalho, Presidente da Direção da Casa do Povo de Rio de Moinhos.

Museu “Os Moleiros”

Museu "Os Moleiros", de Abrantes

Museu “Os Moleiros”, de Abrantes

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Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Riomoinhense
Bandas Filarmónicas no Concelho de Abrantes

História e tradições filarmónicas.

[ No que se refere às filarmónicas, o projeto Musorbis está apenas a começar, sendo previsível que até ao final do ano todas as bandas possam estar na plataforma. O processo pode ser acelerado com a cooperação dos interessados no que se refere a historiais e fotografias em falta. ]

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Banda Filarmónica Mourisquense

A Banda Filarmónica Mourisquense nasceu com a criação de uma Associação a 3 de maio de 1995. Antes da atual denominação chamou-se: Escola e Banda de Música da Casa do Povo de Mouriscas, que abriu com cerca de trinta aprendizes, sob a orientação e regência do maestro Francelino Lopes Pereira de Sardoal, em 1981. No final desse ano a Escola já contava com cerca de cinquenta alunos, com idades compreendidas entre os oito e os sessenta.

BFM

Banda Filarmónica Mourisquense, de Abrantes

Banda Filarmónica Mourisquense, de Abrantes

A Banda da Escola teve então a sua primeira atuação com 25 músicos, no dia 23 de janeiro de 1983, na festa de São Sebastião, padroeiro da freguesia de Mouriscas. No início do ano de 1995 e por alteração do quadro legal das casas do povo, houve necessidade de criar e organizar uma nova associação de apoio à Banda a qual nasceu por escritura, a 3 de maio de 1995.

A Banda Filarmónica Mourisquense é, por certo, a banda mais jovem do concelho de Abrantes, celebrou 25 anos no domingo 3 de maio de 2020. Além disso, é composta por 30 músicos com idades compreendidas entre os 9 e os 22 anos. O aniversário, completando um quarto de século, devido à pandemia de covid-19, seria assinalado de forma diferente. Foi anunciado que no dia 3 de maio, recorrendo às plataformas digitais, os músicos tocarim o hino das Mouriscas, numa sessão conjunta à distância. O momento musical, em vídeo, seria replicado nas redes sociais da Banda Filarmónica.

Banda Filarmónica Alveguense

A Banda Filarmónica Alveguense foi fundada a 1 de janeiro de 1938 pela, agora extinta, Casa do Povo de Alvega. Devido à instabilidade legal e consequente desativação da Casa do Povo, tornou-se necessário pensar no futuro deste agrupamento e, a 20 de junho de 1994, nasceu a Associação sem fins lucrativos denominada Banda Filarmónica Alveguense. A Banda tem atuado em várias localidades do País de norte a sul. Participou em feiras de artesanato, mostras gastronómicas, festivais de bandas de música civis, além de concertos e desfiles em arraiais e festejos populares. Conta com uma deslocação a Espanha.

BFA

Banda Filarmónica Alveguense, de Abrantes

Banda Filarmónica Alveguense, de Abrantes

Tem um admirável espólio, testemunho da sua intensa atividade desenvolvida ao longo dos anos. Mantém uma Escola de Música, suporte artístico do grupo, que possibilita a substituição de músicos. Paulo Manuel Alfaiate Pires é o responsável pela Banda de Música e pela Escola.

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Riomoinhense

A Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Riomoinhense é uma associação sem fins lucrativos da Freguesia de Rio de Moinhos, Concelho de Abrantes. Tem Banda Filarmónica e uma Escola de Música, dividida por vários níveis de aprendizagem, com ensino gratuito. A coletividade terá sido fundada no início do século XIX, com origens a partir do coro da paróquia da Santa Eufémia. Este  foi adquirindo instrumentos musicais e formando, posteriormente, a Banda.

SFEBR

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Riomoinhense

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Riomoinhense

A Filarmónica participa em procissões, arruadas, festas, concertos, dias comemorativos, dias festivos. Tem cerca de 35 executantes, com idades entre os 12 e os 55 anos, quase todos formados na sua Escola de Música, que agora tem 30 aprendizes. Aníbal Lobato é o Maestro da Banda Filarmónica.

BANDAS EXTINTAS

Sociedade Filarmónica Abrunhosense

A Sociedade Filarmónica Bela Mocidade terá sido fundada em 1917 por um conjunto de cidadãos residentes em Abrunhosa do Mato, lugar pertencente à freguesia de Cunha Baixa, no concelho de Mangualde, distrito de Viseu. O seu primeiro maestro foi Manuel Primo, natural de Vila Nova de Tázem. Na sua fundação e desenvolvimento teve particular importância a figura de António Abrantes Almeida, que disponibilizava o seu “sótão” (atualmente designado “cave”) para a realização dos ensaios.

Apenas em 1929 foram comprados os terrenos e construído o “ensaio”, edifício que viria a substituir o “sótão” do senhor António Abrantes Almeida e as várias garagens dos músicos, onde decorriam os ensaios. A banda deslocava-se a pé para os serviços ou de comboio, através da famosa Linha da Beira Alta. A Abrunhosa do Mato sempre foi uma aldeia com bastante emigração, no entanto nos anos 40-70 este fenómeno acaba por ditar o fim desta banda, que é extinta aproximadamente no fim da década de 40. (Margarida Cardoso)

Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes, créditos Júlia Galego, 2008

MÚSICA À VISTA

Música, iconografia e património edificado no Concelho de Abrantes. Abrantes é uma cidade distrito de Santarém, do Ribatejo, região do Centro e sub-região do Médio Tejo, com cerca de 18500 habitantes. Situada junto ao rio Tejo, na margem direita, a cidade de Abrantes é rica em património arquitetónico e organístico. É sede de um município com 714,69 km² de área e 39325 habitantes (2011), subdividido em 13 freguesias. O Concelho é rico em folclore e cioso em preservar as suas tradições e património.

Jardim do Castelo

Coreto

Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes, créditos Júlia Galego, 2008

Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes, créditos Júlia Galego, 2008

Coreto

Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes, créditos Júlia Galego, 2008

Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes, créditos Júlia Galego, 2008

Coreto do Jardim do Castelo

Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes

Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes

Clarinetes e lira, pormenor do coreto do Jardim do Castelo.

Os “Coretos” são conhecidos no Concelho de Abrantes desde 1894, data em que o primeiro foi construído no “Passeio do Castelo”, então Vila de Abrantes. De reconhecido interesse cultural, estes imóveis, símbolo de espaços de alegria, convívio e divertimento popular, associados a Colectividades, pouca ou nenhuma utilização tem tido por aqueles que foram em tempos os seus grandes utilizadores: as “Bandas Filarmónicas”. O Concelho de Abrantes possuía até ao ano de 1956 oito “Coretos”. 

Base de alvenaria, estrutura em ferro, cobertura em chapa, cercadura com elementos decorativos, suportada por colunas verticais e acesso por escada exterior, este “Coreto” de forma octogonal, foi provavelmente inaugurado no final do ano de 1894 ou início de 1895.

Largo Dona Joana Godinho Soares Mendes

Coreto

Coreto, Rossio ao Sul do Tejo, Abrantes, créditos Jornal de Abrantes

Coreto, Rossio ao Sul do Tejo, Abrantes, créditos Jornal de Abrantes

Largo Dona Joana Godinho Soares Mendes
2205-015,Abrantes

Rua Nuno Álvares Pereira

Casa onde nasceu Henrique dos Santos Silva

Rua Nuno Álvares Pereira, casa onde nasceu Henrique dos Santos Silva, maestro

Rua Nuno Álvares Pereira, casa onde nasceu Henrique dos Santos Silva, maestro

Músicos naturais do Concelho de Abrantes

Músicos vivos e falecidos com impacto na música aos níveis do Concelho ou do País.

Henrique dos Santos Silva

Henrique dos Santos Silva, maestro de Abrantes

Henrique dos Santos Silva, maestro de Abrantes

Manuel da Silva Dionísio

Manuel da Silva Dionísio, maestro, de Abrantes

Manuel da Silva Dionísio, maestro, de Abrantes

António Leal Moreira

António Leal Moreira, compositor português, nasceu em Abrantes no dia 30 de junho de 1758. Morreu em Lisboa, a 26 de novembro de 1819. Em junho de 1766, ingressou no Seminário da Patriarcal de Lisboa, onde foi aluno de João de Sousa Carvalho. Em 1775, tornou-se assistente do seu professor e organista. A partir de 1787, foi mestre de capela.

Em maio de 1777, realizara o seu primeiro trabalho sacro, a “Missa do Espírito Santo”, que foi cantada durante a aclamação da rainha D. Maria I de Portugal. Em agosto do mesmo ano, foi admitido como membro da união de músicos de Lisboa, a Irmandade de Santa Cecília. A maior parte da sua música sacra foi composta para a Capela Real e, desde 1782, começou a escrever serenatas, que foram tocadas nos palácios de Queluz e da Ajuda. Em 1790, foi nomeado diretor musical do Teatro da Rua dos Condes, onde estavam a ser representadas óperas italianas. Três anos mais tarde, no palácio do financiador Anselmo José da Cruz Sobral, em Lisboa, estreou o drama “Il natale augusto”. Entre os vários cantores que participaram, salienta-se a mezzo-soprano portuguesa Luísa Todi.

António Leal Moreira tornou-se, em 1793, o primeiro diretor musical do novo Teatro de São Carlos, onde foi representada – com texto em português – a sua obra “A vingança da cigana” (1794). Em 1799, deixou a direção do São Carlos a Marcos Portugal e Francesco Federici. No ano seguinte, a sua produção pasticcio “Il disertore francese” esteve em cena nos palcos do Teatro Carignano em Turim e do Teatro La Scala de Milão. A sua obra teatral e sacra foi fortemente influenciada pelo estilo de Giovanni Paisiello e de Domenico Cimarosa. Depois de António Teixeira, foi o primeiro a compor óperas utilizando o texto em português, embora a maioria das suas obras estejam em italiano.

Henrique Santos Silva

Destinado à profissão de relojoeiro, Maestro Henrique dos Santos Silva nasceu em Abrantes e cedo dedicou a sua mestria às artes, levando a que a “Cidade Florida” fosse conhecida dentro e fora das nossas fronteiras. Filho de Alfredo Alves da Silva, também ele ligado ao “Orfeon Abrantino” e de Delmira da Piedade dos Santos, Henrique dos Santos e Silva, nasceu no dia 18 de setembro de 1910, na freguesia de S. João Batista, Concelho de Abrantes, Portugal.

FOI NOTÍCIA

Depois de tanto ter dado à sua terra (06 janeiro de 1934 até á data da sua morte 30 de janeiro de 1981), passou a ser recordado numa “Sala Museu” que perpetua a sua memória. João Augusto, sabendo o interesse que tenho por velhos papéis, levou-me ao interior da casa que viu nascer o mestre Henrique. No chão, no meio de jornais sem interesse e em velhos baús apodrecidos pelo tempo, envoltos em muito pó, encontrei um pouco mais da história do “Velho Orfeon” e dos seus bastidores. Documentos e objetos pessoais do maestro, óculos, caneta e isqueiro personalizados a centenas de partituras e manuscritos sobre o “Orfeon Pinto Ribeiro”, alguns gracejos políticos da vida Abrantina (escritos e impressos) vividos na época, de tudo um pouco foram encontrados.

Das muitas peças recuperadas ao lixo, destacam-se as operetas: “A Herança do Capitão-mor” e o“Milhafre” que ficaram na memória de quem assistiu e actuou no antigo “Orfeon”. Um “Hino Marcha”, dedicado aos “Combatentes da Grande Guerra de Abrantes” e destinado a realizar fundos para o futuro Monumento aos Mortos da Grande Guerra é outra das peças encontradas. Várias são as partituras especialmente escritas e assinadas pelo Maestro Pinto Ribeiro, em exclusivo para o “Orfeão”.

Programas de espetáculos e recortes de Jornais da época (1929/1936) mostram quanto o Maestro Henrique Santos Silva deu em prol da cultura a esta terra. Num dos livros, onde constam os adereços e material destinado às peças de teatro que se realizavam com assiduidade em Abrantes (Cine Teatro da Misericórdia e Teatro Taborda), fica-se a saber ter existido um cenário com a Praça de Touros de Alferrarede (Quinta do Bom Sucesso), feito pelo pintor Abrantino José Paulo Fernandes Júnior, que provavelmente se encontrava no Teatro Taborda.

Não sendo este espólio de desprezar, muito menos será “uma salva de prata do Orfeão Pinto Ribeiro ao Regente H.S.S. do Grupo Coral 6-XII-51”, “uma batuta inteiramente de prata dos “Antigos Orfeonistas do Maestro H.S.S. na reaparição do Orfeão Abrantino Pinto Ribeiro 6-XI-951”,“uma cigarreira de prata personalizada com o nome Henrique”, “uma cigarreira (porta tabaco) de prata personalizada com o monograma HS”, “um porta batuta e batuta de madeira”, “uma batuta de madeira com o punho de prata com a inscrição H.S.S. 25-XII-935”,“duas batutas normais”, outros instrumentos e um “valioso” violino, com etiqueta original do fabricante Italiano “Nicolaus Amatus – Fecit – In Cremona 1646” (ver caixa). Este, o mais eminente membro da família “Amati” (1596-1684), ao qual consta ter tido como aluno, Antonio Stradivarius (1644-1737), o mais célebre construtor de violinos de todos os tempos. Disperso em três locais diferentes, todo este espólio musical será reunido e doado pelos proprietários, assim haja vontade de disponibilizar um espaço para colocar as peças que foram do Maestro Henrique Santos e Silva.

Devolver à comunidade o espólio do Maestro é tudo quanto se deseja. O discurso preferido pelo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, no dia da Cidade (14 de junho de 2007), estimulou essa velha aspiração. Vinte e seis anos após nos deixar e depois de muitas homenagens, terá a comunidade alguma vez pensado criar uma “Sala Museu” no Convento de S. Domingos, dedicada ao“Orfeão Abrantino”, e nesta colocar uma “VITRINA” com o espólio do Maestro Henrique Santos e Silva? Não tocava um violino Stradivarius, no entanto, a forma como o Maestro fazia eclodir o peculiar som ao seu violino “Nicolaus Amatus – Fecit – In Cremona 1646” é descrito assim por quem com ele conviveu e dele escreveu:

“Henrique Santos e Silva, como violinista era um executante que pedia meças a qualquer bom profissional. Por isso, foi convidado para primeiro violino da então grande Orquestra da Emissora Nacional. Mas quê, sair de Abrantes? Nem pensar. E assim se perdeu um elemento de grande valor.

Alves Coelho (filho), inspirado e famoso compositor, era um pianista espetacular (despia e vestia o casaco a tocar piano), mas não era um pianista clássico para poder acompanhar corretamente o violinista sério que era Henrique Silva e este dizia-me que nunca se sentira tão envergonhado por causa do acompanhamento que tivera” (A. Santos – Jornal de Abrantes, nº 4884, pág. 7 de 28-3-97)

Em Fevereiro de 2008, o “Jornal de Alferrarede” nº 268 de Fevereiro noticiava:

“No dia 24 de janeiro de 2008, a Biblioteca António Botto, na pessoa do seu Director, Francisco Lopes, tomou posse de um importante espólio musical e pessoal, que foi do Maestro do Orfeão Abrantino Pinto Ribeiro, Henrique Santos Silva. De real importância, o espólio agora entregue no Arquivo Histórico de Abrantes e do qual o “Jornal de Alferrarede” fez eco no mês de Agosto de 2007, é composto por documentos e peças únicas. Documentos, peças e objectos, que fizeram parte da vida do distinto maestro Henrique Santos Silva, depois inventariados e catalogados por pessoal especializado do A.H.C.A. serão apresentados em sessão pública.

Além do espólio que o “Jornal de Alferrarede” aludiu no mês de Agosto de 2007, foi ainda oferecido à Biblioteca de Abrantes, uma colecção de bengalas e dois álbuns “orientais”, com fotos e postais raríssimos, com vistas de Macau, que foram pertença do pai do maestro Henrique Santos Silva, senhor Alfredo Alves da Silva, também ele ligado ao “Orfeon Abrantino” como dirigente e coralista durante muitos anos. Álbuns, fotos e postais, referem-se aos anos 1900/1901 e 1905/1907, quando Alfredo Alves da Silva esteve em Macau.”

No dia 24 de Janeiro de 2008, a Biblioteca António Botto, na pessoa do seu Director, Francisco Lopes, tomou posse do espólio musical e pessoal, que foi do Maestro do Orfeão Abrantino Pinto Ribeiro, Henrique Santos Silva. A juntar ao vasto espólio musical , a Biblioteca Municipal António Botto fica ainda com uma das mais importantes bibliotecas de musica clássica conhecidas no Concelho de Abrantes (e quem sabe até do distrito de Santarém), com centenas de discos de vinil+armário e gira discos que foram do Maestro H.S.S., doado pela Srª D. Maria Manuela de Jesus Campos, cunhada do Maestro.

Para inserir um currículo em falta, envie para meloteca@meloteca.com: será inserido gratuitamente. A fotografia em destaque neste momento é aleatória. Para ter foto destacada, contactos atualizados e estar no topo durante um ano opte pelo DESTAQUE MUSORBIS (10€). As receitas ajudarão a criar o mapa interativo da música em Portugal.

Igreja de São João Baptista
Órgãos de tubos do concelho de Abrantes [4]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja da Misericórdia de Abrantes

Igreja da Misericórdia

Igreja da Misericórdia de Abrantes

Erguida no século XVI, por iniciativa do Infante D. Fernando, a Igreja da Misericórdia em Abrantes é constituída por uma única nave, sem transepto, mas com alto-coro sustentado por colunas dóricas. Destacam-se as tábuas quinhentistas da autoria do Mestre de Abrantes, as quais representam as várias fases da vida de Cristo, e o exuberante altar-mor em talha dourada, colocado em 1729, após o restauro da igreja.

Órgão de armário

Órgão da Igreja da Misericórdia de Abrantes

Órgão da Igreja da Misericórdia de Abrantes

Igreja de São João Baptista

Igreja de São João Baptista

Igreja de São João Baptista

A primitiva Igreja de São João Baptista de Abrantes foi fundada pela Rainha Santa Isabel em 1300, em memória da celebração de paz entre D. Dinis e o infante D. Afonso, tornando-se sede de paróquia no ano de 1326. Em 1588 Filipe I mandou fazer o templo de raiz, uma vez que este se encontrava arruinado, começando as obras no ano seguinte, a expensas dos moradores e das Confrarias da igreja. A construção deste segundo templo arrastou-se até 1633, havendo uma nova campanha de obras entre 1660 e 1674, para a edificação dos retábulos das capelas das naves. Apesar de em 1680 o coro ter sido concluído, a igreja ficou inacabada, uma vez que as torres da fachada nunca foram terminadas. De planta composta, com corpo principal retangular e capela-mor quadrangular articulada com absidíolos e sacristia, o espaço interior da Igreja de São João Baptista é dividido em três naves com quatro tramos, definidos por colunas jónicas, e cobertas por teto de madeira. O coro-alto, assente sobre abóbada rebaixada de cruzaria de ogivas, abre para a nave por uma janela de modelo serliano. A capela-mor, atribuída à escola de Jerónimo de Ruão, é iluminada por diversas janelas rasgadas no registo superior, e coberta por abóbada de pedra em caixotões decorados por cartelas com florões, com ábside em meia-laranja no topo coberta por abóbada de canhão. O espaço é revestido por azulejos enxaquetados azuis e brancos, possuindo ao centro retábulo de talha dourada com imagens de São João Baptista e da Rainha Santa Isabel. É ainda decorada por cadeiral de madeira, e do lado da Epístola possui órgão. A fachada do templo, que denuncia influências da arquitetura de São Vicente de Fora, é dividida em três registos, de três panos, separados entre si por pilastras emparelhadas. No primeiro, ao centro, foi rasgado o pórtico, rematado por frontão triangular e delineado lateralmente por pilastras almofadadas. Os panos laterais possuem janelas retangulares. Um friso separa este registo do superior. No segundo registo foram abertas diversas fenestrações retangulares, as do pano murário central encimadas por frontão curvo, ladeando um nicho, a do pano murário direito com frontão triangular. À esquerda foi rasgado uma arco volta perfeita que serve de sineira. No último registo foi colocada uma sineira.

Fonte: DGPC, Catarina Oliveira

Órgão da Igreja de São João

Órgão da Igreja de São João

Igreja de São Vicente

Igreja de São Vicente

Igreja de São Vicente

A Igreja de São Vicente de Abrantes é um edifício de arquitetura religiosa. O atual aspeto da Igreja resulta da reconstrução quase total, no século XVI, de um edifício religioso que já existia em 1224, mas do qual não se conhece a data original da edificação. A fachada principal é maneirista, sendo este também o estilo seguido no interior, constituído por três naves, tetos de abóbada de berço em caixotões, nove altares e revestimento a azulejo padrão azul e amarelo do século XVIII. São dignos de nota os painéis de azulejos com a nau de S. Vicente, a valiosa arte sacra, alguns retábulos seiscentistas e a varanda de balaústres simples.

No lado do Evangelho, a Igreja de São Vicente possui um órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 25, construído em 1790, restaurado em 1989 por António Simões a expensas do IPPC (Instituto Português do Património Cultural)

Montra

Órgão da Igreja de São Vicente

Órgão da Igreja de São Vicente

Tribuna

Órgão da Igreja de São Vicente

Órgão da Igreja de São Vicente

N coro alto a Igreja de São Vicente possui um positivo de armário da autoria de Joaquim António Peres Fontanes, construído no século XVIII, restaurado em 1987 por António Simões a expensas do IPPC (Instituto Português do Património Cultural)

Órgão de armário

Órgão da Igreja de São Vicente

Órgão da Igreja de São Vicente

FOI NOTÍCIA

Sobre os órgãos de Abrantes, cito o Jornal de Alferrarede, em maio 2007, num texto de José Manuel d’Oliveira Vieira.

“Em tantos anos, foi a primeira pessoa a interessar-se por isto…” Carlos Barata Gil – 22/3/07

“Órgão de tubos” – Instrumento musical de teclado, sopro e foles, usado principalmente nas igrejas (com a pressão exercida no teclado os foles comprimem o ar, que, passando por tubos, produz sons).

O encontro inesperado com Carlos Barata Gil, na papelaria “Papirus” em Abrantes, levou a fazer a pergunta que andava para ser feita há muitos meses e que só ele me poderia responder: “Órgão de tubos”.

Pela forma como sorriu e espontaneamente me levou para sua casa, sem saber quem era, fiquei logo a saber que Carlos Barata Gil não me deixaria sair de lá sem saber tudo o que pretendia.

Para que tão importantes e valiosos instrumentos viessem a ser restaurados e postos ao serviço da comunidade e da cultura em Abrantes, Carlos Barata Gil, fez um levantamento dos órgãos de tubos existentes nas paróquias de S. Vicente e S. João Batista, posteriormente utilizado em 1983 pelo Padre Lúcio Alves Nunes, para responder a um Oficio do “Departamento de Musicologia do Instituto do Património Cultural”.

Muito falados na imprensa, mas depressa esquecidos, o dia 23 de Setembro de 1989 trouxe para Abrantes a esperança de um dia todos os órgãos de tubos existentes nesta cidade virem a ser restaurados, como foram os da Igreja de S. Vicente.

Dos apontamentos de Barata Gil, antigo “bibliotecário” da C.M.A. e “organista”, retirei o mais importante que se conhece deste património histórico, de valor incalculável que são os “órgãos de tubos” existentes em Abrantes.

A Igreja de S. Vicente possui dois órgãos de tubos: um fixo, “Grande Órgão” e um outro no coro do Igreja denominado de “Positivo” em forma de “armário amovível”.

Órgão positivo da Igreja de São Vicente, Abrantes

Do órgão fixo que se encontra instalado na capela-mor (lado esquerdo), conhecem-se as características: teclado de 4 oitavas e meia, 18 registos (9 do lado direito e 9 do lado esquerdo). Na parte inferior destinada ao lugar do organista tem pintado a tinta preta os dizeres: “Feito em 26 de Maio de 1791” e “Reedificado em 19-5-1877”. Por cima do teclado tem escrito a lápis o seguinte: “O organista da de Lisboa Júlio Simões tocou cá no dia 3 de Março de 1919 e achou-o em bom estado”.

Este “Grande Órgão” é constituído por cerca de 1.200 tubos e foi o “25º órgão construído pelo mais notável português, fabricante de órgãos, António Xavier Machado e Cerveira”.

Ambos os órgãos (móvel e fixo) da Igreja de S. Vicente foram alvo de reparação pelo “organeiro” de Condeixa-a-Nova, António Simões, nos anos 1987 e 1989 respectivamente. Depois de restaurado, Abrantes assistiu ao concerto inaugural do “Grande Órgão” no dia 23 do mês de Setembro de 1989. O órgão positivo, amovível, do Século XVIII tem como autor Frei Simão (Joaquim António Peres Fontanes).

Na Igreja de S. João, na capela-mor (lado direito), existe um órgão de tubos, com as características: teclado de 4 oitavas, 13 registos (7 do lado esquerdo e 6 do lado direito). Construído por um padre desconhecido, este órgão nunca restaurado e actualmente em muito mau estado, poderá ser o que consta no “livro nº 1 de receita e despesa da fábrica da capela-mor” e do qual se diz: “Despendi com os pedreiros que abriram a parede na capela-mor para se acentar o órgão e cal e área e matereaes 15095 reis” (f. 94 – ano 1747). No entanto, no mesmo livro, ano 1681, aparece uma despesa de cento e setenta reis, referente a: “…e uma macha fêmea (dobradiça) da porta do órgão (f. 12v).

Teria existido um outro órgão na Igreja de S. João em 1681?

Como curiosidade refira-se que alguns tubos de madeira do órgão da Igreja de S. João estão forrados exteriormente com jornais de 1869.

Na Igreja da Misericórdia, encontra-se o quarto órgão de tubos, existente na Cidade de Abrantes. Em muito mau estado, este órgão positivo amovível, singelo, de autor desconhecido, só não foi restaurado em 1989/90 (+ -) pelo organeiro de Condeixa-a-Nova, António Simões, devido aos custos insuportáveis que o mesmo acarretava para a Santa Casa da Misericórdia de Abrantes.

Descritos que foram os órgãos de tubos existentes em Abrantes, sabendo-se a importância que os mesmos representam como património histórico e cultural do Concelho, porque não integrá-los nas actividades culturais da cidade?

(a) Referências fornecidas pelo senhor Barata Gil: Oficio 29 de Abril de 1983 ao Departamento de Musicologia do Instituto do Património Cultura do Arcipreste de Abrantes. Relatório estado órgãos Igrejas S. Vicente e S. João. Informações do livro nº 1 receita e despesa fábrica capela-mor de 1681 a 1747. Elementos retirados do livro nº 1 de Actas da Junta da Paróquia desde 1873 a 1877.

Agradecimentos: Ao Sr. Cónego José da Graça e ao Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes, Sr. Capitão Horácio Mourão de Sousa por nos terem autorizado a ver e a fotografar os “órgãos de tubos” existentes em Abrantes.

NOTA

Pelo estado em que os órgãos da Igreja de S. João e da Misericórdia de Abrantes se encontram, restaurá-los torna-se dispendioso para as respectivas congregações. A recuperação destes órgãos só é possível através de uma candidatura como fez o Município de Cabeceiras de Basto. Neste Município, o Ministério da Cultura, apoiou a recuperação dos órgãos de tubos, “que envolve acções materiais e imateriais, estas com a realização de 2007 a 2009, de um Festival de Música Antiga na região”.

E Abrantes?!…