A CMA aprovou o processo administrativo para lançamento de novo concurso público da empreitada de “Restauro, Reabilitação, Remodelação e Ampliação do edifício do Cineteatro São Pedro”, depois de ter sido decidido, em 2021, a não adjudicação, a extinção e a revogação da decisão de contratar do anterior concurso público, por ter ficado deserto pela ausência de propostas. O preço base para a empreitada foi fixado em 2.850.670,00€, acrescido de IVA, tendo em conta os atuais preços de mercado, em especial do setor da construção, face à escalada dos preços das matérias primas, dos preços da energia e dos custos dos materiais e da mão de obra. O prazo previsto para execução da obra será de 450 dias.
A obra inclui uma ampliação em terreno contíguo, de modo a garantir uma melhor acessibilidade ao edifício, nomeadamente, para cargas e descargas, mais uma saída de emergência e um novo espaço para eventos exteriores. O palco será ampliado. A sala de espetáculos, constituída por plateia e 1º balcão passará a ter 246 lugares e 140 lugares respetivamente, totalizando 386 lugares. Além dos camarins localizados no piso 0, serão construídos novos camarins ao nível do piso menos 1, de forma a criar condições para diversos tipos de espetáculos que não eram possíveis de se realizar. As escadas de acesso à teia serão reconstruídas e irá ser instalado um monta-cargas de apoio ao palco. A plateia será remodelada e terá um novo perfil de inclinação, cadeiras novas e com lugares reservados para pessoas com mobilidade reduzida. O sistema de climatização da sala (AVAC) passará a ser feito pelo pavimento, de modo a ter uma melhor rentabilidade e melhor conforto aos utentes do espaço e incluirá tratamento acústico das paredes e restauro do teto falso. A zona da cafetaria será remodelada e reequipada, incluindo a criação de zona de esplanada no espaço exterior. A régie, sendo fundamental para o controle da qualidade do som da sala, irá ser instalada no piso 2, trazendo a bancada de controlo de som para dentro do auditório, de modo a reunir as melhores condições técnicas. No piso 1, para além do 1º balcão, será criada uma sala polivalente. O edifício será iluminado no seu exterior por projetores.
Entretanto, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) anunciou a aprovação da candidatura da Câmara Municipal apresentada ao Programa Operacional Regional Centro 2020, para requalificação deste equipamento cultural, tendo sido aprovado um apoio de perto de 1.4 ME.
Teatro São Pedro, Abrantes
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2025/09/abrantes-teatro-sao-pedro.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2025-09-29 16:19:472025-09-29 16:19:47Abrantes e os seus auditórios
Musorbis, o portal que põe os concelhos no mapa da música
Acessível ao público enquanto sítio autónomo desde 2020, o Musorbis é o mapa da música em Portugal. O projeto é incrementado sempre que um Município contrata serviços Meloteca, designadamente a Reciclanda, música e reutilização para um mundo melhor.
Estrategicamente posicionada como a “Chave do Tejo”, Abrantes detém uma relevância histórica e turística ímpar, alicerçada na sua fortaleza medieval e no centro histórico que testemunharam séculos de defesa do território nacional. Do ponto de vista cultural e musical, o concelho afirma-se como um polo de dinamismo no Médio Tejo, onde o associativismo centenário de instituições de bandas filarmónicas que coexistem com a modernidade de equipamentos como o CMA — Centro de Exposições de Abrantes e o Cineteatro S. Pedro. Em Abrantes a música é um elemento de coesão social que se manifesta tanto na filarmonia como na preservação do folclore e da música tradicional.
Reciclanda, livros, instalações, formações e oficinas
A Reciclanda tem vindo a criar conteúdos de apoio a Educação para a Cidadania, Educação Ambiental e animação dos recreios. Promove a criação de objetos sonoros, brinquedos, jogos e instrumentos a partir de objetos em fim de ciclo. Desenvolve projetos que destacam a inclusão e a literacia, contribuindo para o sucesso escolar. O livro “Brincar Azul”, editado em 2026, contém 700 ideias de jogos divertidos e sustentáveis. Já a “Semana Azul” é um conceito de instalação promotora do brincar sustentável que envolve escolas de concelhos.
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2026/04/abrantes.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2026-04-03 11:17:462026-04-03 11:26:18Abrantes e a sua música
Associação Cultural (Tuna Mista da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes)
Rua 17 de agosto de 1808
2200-370 Abrantes
Correio eletrónico: estatuna@gmail.com
A ESTATuna é hoje o maior embaixador do academismo abrantino e o fESTA o maior e mais antigo evento académico da cidade, sendo também um dos mais antigos festivais de tunas do País.
Associação Cultural (Tuna Mista da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes)
A 7 de Junho de 2019, o Médio Tejo informava que o fESTA – Festival de Tunas Mistas da Cidade de Abrantes estava de volta com a XX festa marcada 7 e 8 de junho, na Praça Raimundo Soares, em Abrantes. A cidade recebia tunas de todo o país na iniciativa organizada pela ESTATuna – Associação Cultural (Tuna Mista da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes) com o apoio da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes, o Instituto Politécnico de Tomar e o Município de Abrantes.
“20 anos | XX f’ESTAS” foi o tema do festival que contaria com a atuação de cinco tunas: Tuna Médica de Lisboa, Tuna Templária de Tomar, VicenTuna de Lisboa, Real Tuna Infantina do Algarve, Instituna de Leiria e a anfitriã, ESTATuna de Abrantes.
No sábado, seria o desfile das tunas pelas praças da cidade. A Praça Raimundo Soares seria, à noite, palco da atuação das tunas convidadas, seguindo depois a animação com o DJ Amarelo.
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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962 942 759
Festivais de tunas
fESTA – Festival de Tunas Mistas da Cidade de Abrantes
Fontes:
https://www.portugaltunas.com/. Quod Tvnas: Censo de Tunas Académicas em Portugal, 1983-2016, Jean-Pierre Silva, Eduardo Coelho.
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/abrantes-estatuna.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-10-21 22:52:392024-11-08 20:40:14Abrantes e as suas tunas
Lojas de música e instrumentos musicais no Concelho. A fotografia em destaque neste momento é aleatória. Para inserir dados de lojas de música, envie, que são inseridos gratuitamente. Para ter foto destaque e estar no topo durante um ano opte pelo “Destaque Musorbis” (10€). As receitas ajudarão a criar o mapa interativo da música em Portugal.
Mega Música Instrumentos Musicais
Morada: Rua de Damão 2, Abrantes Telemóvel: 963 365 548
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/abrantes-loja-de-musica-megamusica.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-01-28 07:47:532024-11-08 20:40:49Abrantes e as suas lojas de música
Estabelecimentos do ensino especializado de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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Conservatório de Música de Ourém e Fátima
Sede Morada: Av. D. Nuno Álvares Pereira, nº 11
2490-483 Ourém Tel. (+00 351) 249 545 008 Fax: (+00 351) 249 545 008 Correio eletrónico: conservatoriomo@sapo.pt
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/abrantes-orfeao-logo.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-01-28 07:30:152024-11-08 20:37:46Abrantes e as suas escolas de música
O Orfeão de Abrantes foi fundado a 20 de janeiro de 1929. Desenvolve desde então uma actividade musical e artística identificada com as exigências de cada época. Nos anos 30 e 40, por diversas vezes foi embaixador de Abrantes em muitas cidades de Portugal, exercendo através do canto e do teatro, uma profícua sensibilização artística, grande apanágio de então. Contribui assim para a elevação do nível cultural dos portugueses, tendo-lhe sido atribuído em 1984, pelo Ministro da Cultura, a Medalha de Mérito Cultural. Em 1996 foi-lhe atribuído pela Câmara Municipal de Abrantes a Medalha de Mérito Cultural.
Reconhecimento
Comendador da Ordem de Benemerência – Cavaleiro da Ordem Militar de Cristo
Sócio Benemérito da Liga dos Combatentes da Grande Guerra
Medalha de Mérito Cultural – 1984 – Ministério da Cultura
Medalha de Mérito Cultural – 1996 – C. M. de Abrantes
Medalha de 50 anos – Sócio Benemérito da Liga dos Combatentes
Orfeão de Abrantes
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2026/04/orfeao-de-abrantes.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2026-04-29 15:58:262026-04-29 16:01:48Abrantes e os seus coros
Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho
Região etnográfica: Ribatejo
Distrito: Santarém
Concelho: Abrantes
7 grupos
grupo etnográfico Os Esparteiros de Mouriscas
Grupo Folclórico e Etnográfico Os Camponeses de Vale das Mós
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pego
Rancho Folclórico da Casa do Povo de São Miguel do Rio Torto
Rancho Folclórico da Casa do Povo do Tramagal
Rancho Folclórico e Etnográfico de Casais de Revelhos
Rancho Folclórico e Etnográfico Os Peneireiros de Martinchel
RFCPP
Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego, Abrantes
RFCPT
Rancho Folclórico da Casa do Povo do Tramagal, Abrantes
RFECR
Rancho Folclórico e Etnográfico de Casais de Revelhos, Abrantes
RFEPM
Rancho Folclórico e Etnográfico Os Peneireiros de Martinchel, Abrantes
Rancho Folclórico da Casa do Povo de São Miguel do Rio Torto
O Rancho Folclórico da Casa do Povo de São Miguel do Rio Torto foi fundado em 1985. Teve origem numa marcha de São João que teve grande aceitação por parte do público, o que suscitou nos participantes a criação de um Rancho Folclórico.
A partir de então iniciou-se uma sensibilização da população e procedeu-se a uma pesquisa exaustiva e cuidada, de porta em porta, de demonstrações e gravações pelas pessoas mais idosas da aldeia.
Pelos conhecimentos, objetos e trajes adquiridos, chegou-se à conclusão de que São Miguel do Rio Torto tem um património cultural muito rico e possui uma das mais características formas de vida ribatejana, não a das lezírias, mas o Ribatejo bairrista. Devido à sua posição geográfica, sofre influências beirãs e alentejanas. Os trajes e danças tentam reproduzir o mais fielmente possível as suas tradições.
Desde a sua fundação que o Rancho Folclórico da Casa do Povo de São Miguel do Rio Torto continua a sua permanente pesquisa dos usos e costumes, dançar, cantares e tradições da sua terra, tendo já atuado em variados festivais de folclore.
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego
O Grupo Folclórico do Pego nasceu em 1953. Continua a preservar e a divulgar as músicas, as danças e os hábitos. Tem mais de 20 números, alguns conhecidos no Pego “desde sempre”, outros trazidos pelos pegachos migrantes das zonas onde trabalhavam, passando a dança-las na sua terra de acordo com o seu modo de sentir.
Apresenta trajos que são cópias autênticas dos trajos originais pegachos do final do século XIX e princípios do século XX.
Em 2019, o Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego realizou em agosto o seu 41º Festival de Folclore ‘Aldeia das Casas Baixas’. O Festival contou com a atuação do Rancho Folclórico do Baixo Vouga (Eixo, Aveiro); Rancho Folclórico e Etnográfico de S. Pedro de Alva (Penacova); Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Povo de Pontével (Cartaxo); Rancho Típico de Pombal; e o anfitrião, Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego (Abrantes).
Museu “Os Moleiros”
O Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, e o Vereador Luís Dias, acompanhados pelo Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos, Rui André, estiveram na inauguração do Museu “Os Moleiros” da Casa do Povo de Rio de Moinhos, em 11 de outubro de 2020. Manuel Jorge Valamatos felicitou esta iniciativa e destacou a importância das coletividades e do associativismo no desenvolvimento das comunidades.
“Esta é uma Casa verdadeiramente histórica”, salientou o Presidente da Câmara de Abrantes desejando que “este Museu seja uma forma de mostrar o que são as raízes e a história desta Coletividade”. Por sua vez, Rui André, Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos, também destacou a concretização deste Museu, bem como a atual reconstrução do edifício da Sede da Casa do Povo e a dedicação dos voluntários e membros da Direção, a par com o apoio dado pela autarquia de Abrantes ao associativismo.
Neste Museu do Rancho Folclórico “Os Moleiros” da Casa do Povo de Rio de Moinhos, os visitantes podem ver espólios de várias atuações, instrumentos, utensílios, trajes e objetos diversos antigos. “A nossa preocupação foi homenagear as tradições e os nossos antepassados, perpetuar a história pelo presente e pelo futuro”, salientou Liliana Carvalho, Presidente da Direção da Casa do Povo de Rio de Moinhos.
Museu “Os Moleiros”
Museu “Os Moleiros”, de Abrantes
Rancho Folclórico e Etnográfico de Casais de Revelhos
O Rancho Folclórico e Etnográfico de Casais de Revelhos foi fundado a em 1985.
O objetivo deste grupo é a pesquisa, recolha, preservação e divulgação do património cultural (material e imaterial) do concelhos de Abrantes.
Retrata a época final do século XIX princípio do século XX através das modas que eram cantadas e bailadas nos campos, nas eiras, noa largos e nas denominadas “Casas de Fora”, onde se realizavam os bailes.
No que se refere a trajes apresenta três vertentes, os de Domingueiro, Ocasião e Trabalho. Tem uma escola de folclore o Grupo de modinhas, jogos e brincadeiras.
Em 2013 publicou o seu álbum “Modas dos Nossos Avós”.
Em 2014 inaugurou o Núcleo Etnográfico de Casais de Revelhos.
É membro efetivo da Federação do Folclore Português.
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/abrantes-rancho-folclorico-da-casa-do-povo-do-pego-abrantes.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-01-27 22:35:462024-11-08 20:42:39Abrantes e o seu folclore
A Banda Filarmónica Mourisquense nasceu com a criação de uma Associação a 3 de maio de 1995. Antes da atual denominação chamou-se: Escola e Banda de Música da Casa do Povo de Mouriscas, que abriu com cerca de trinta aprendizes, sob a orientação e regência do maestro Francelino Lopes Pereira de Sardoal, em 1981. No final desse ano a Escola já contava com cerca de cinquenta alunos, com idades compreendidas entre os oito e os sessenta.
BFM
Banda Filarmónica Mourisquense, de Abrantes
A Banda da Escola teve então a sua primeira atuação com 25 músicos, no dia 23 de janeiro de 1983, na festa de São Sebastião, padroeiro da freguesia de Mouriscas. No início do ano de 1995 e por alteração do quadro legal das casas do povo, houve necessidade de criar e organizar uma nova associação de apoio à Banda a qual nasceu por escritura, a 3 de maio de 1995.
A Banda Filarmónica Mourisquense é, por certo, a banda mais jovem do concelho de Abrantes, celebrou 25 anos no domingo 3 de maio de 2020. Além disso, é composta por 30 músicos com idades compreendidas entre os 9 e os 22 anos. O aniversário, completando um quarto de século, devido à pandemia de covid-19, seria assinalado de forma diferente. Foi anunciado que no dia 3 de maio, recorrendo às plataformas digitais, os músicos tocarim o hino das Mouriscas, numa sessão conjunta à distância. O momento musical, em vídeo, seria replicado nas redes sociais da Banda Filarmónica.
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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Banda Filarmónica Alveguense
A Banda Filarmónica Alveguense foi fundada a 1 de janeiro de 1938 pela, agora extinta, Casa do Povo de Alvega. Devido à instabilidade legal e consequente desativação da Casa do Povo, tornou-se necessário pensar no futuro deste agrupamento e, a 20 de junho de 1994, nasceu a Associação sem fins lucrativos denominada Banda Filarmónica Alveguense. A Banda tem atuado em várias localidades do País de norte a sul. Participou em feiras de artesanato, mostras gastronómicas, festivais de bandas de música civis, além de concertos e desfiles em arraiais e festejos populares. Conta com uma deslocação a Espanha.
BFA
Banda Filarmónica Alveguense, de Abrantes
Tem um admirável espólio, testemunho da sua intensa atividade desenvolvida ao longo dos anos. Mantém uma Escola de Música, suporte artístico do grupo, que possibilita a substituição de músicos. Paulo Manuel Alfaiate Pires é o responsável pela Banda de Música e pela Escola.
Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Riomoinhense
A Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Riomoinhense é uma associação sem fins lucrativos da Freguesia de Rio de Moinhos, Concelho de Abrantes. Tem Banda Filarmónica e uma Escola de Música, dividida por vários níveis de aprendizagem, com ensino gratuito. A coletividade terá sido fundada no início do século XIX, com origens a partir do coro da paróquia da Santa Eufémia. Este foi adquirindo instrumentos musicais e formando, posteriormente, a Banda.
SFEBR
Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Riomoinhense
A Filarmónica participa em procissões, arruadas, festas, concertos, dias comemorativos, dias festivos. Tem cerca de 35 executantes, com idades entre os 12 e os 55 anos, quase todos formados na sua Escola de Música, que agora tem 30 aprendizes. Aníbal Lobato é o Maestro da Banda Filarmónica.
Sociedade Instrução Musical Rossiense
A Sociedade Instrução Musical Rossiense (SIMR) foi fundada a 10 de novembro de 1915 por um grupo de amantes da música na freguesia do Rossio ao Sul do Tejo, concelho de Abrantes. A sua principal secção, a Banda Filarmónica, teve o primeiro instrumental oferecido por João José Soares Mendes, conhecido industrial criador das Fundições do Rossio de Abrantes. O coreto que ainda hoje existe na povoação foi construído em 1925 por instigação deste notável rossiense para uso da SIMR.
Em 21 de Agosto de 1946 a SIMR foi constituída enquanto associação sem fins lucrativos, dedicada à promoção da cultura musical e artística na região de Abrantes. Após ter dado origem, ao longo das décadas, a vários agrupamentos musicais ― como a Tuna (1926), o Orfeão (1932), o Grupo de Teatro (1932-1973) e várias orquestras como a “Monumental”, “Rossiense”, “Tejo Melody Band”, entre outras ― a SIMR chegou ao século XXI com duas secções: a Banda Filarmónica e a Escola de Música.
A Banda Filarmónica é a secção artística da SIMR e continua hoje a ser a sua espinha dorsal, participando em concertos, arruadas, romagens, procissões e outros actos religiosos, encontros de bandas e espectáculos musicais. Coadjuvando a banda, a Escola de Música é a secção formativa da SIMR e está vocacionada principalmente para formar novos executantes para a banda; na escola ministram-se aulas de iniciação musical e aulas de instrumento.
Sociedade Instrução Musical Rossiense
Praça Dr. João José Luís Damas, N.º 20
Rossio ao Sul do Tejo
2205-018 Abrantes
Correio eletrónico: simr.1915@sapo.pt
Tel. (+351) 241 333 285
Miguel Prôa, presidente da Direcção da SIMR, informou a 02 de abril de 2026 que na cidade de Abrantes propriamente dita houve várias bandas ao longo do século XX, mas nenhuma sobreviveu até hoje, assim como bandas integradas noutras associações (como Casas do Povo) que também não sobreviveram.
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/abrantes-simr.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-01-27 20:14:112026-04-02 20:53:56Abrantes e as suas filarmónicas
Música, Iconografia e património edificado no Concelho de Abrantes. Abrantes é uma cidade distrito de Santarém, do Ribatejo, região do Centro e sub-região do Médio Tejo, com cerca de 18500 habitantes. Situada junto ao rio Tejo, na margem direita, a cidade de Abrantes é rica em património arquitetónico e organístico. É sede de um município com 714,69 km² de área e 39325 habitantes (2011), subdividido em 13 freguesias. O Concelho é rico em folclore e cioso em preservar as suas tradições e património.
Jardim do Castelo
Coreto
Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes, créditos Júlia Galego, 2008
Coreto
Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes, créditos Júlia Galego, 2008
Coreto do Jardim do Castelo
Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes
Clarinetes e lira, pormenor do coreto do Jardim do Castelo.
Os “Coretos” são conhecidos no Concelho de Abrantes desde 1894, data em que o primeiro foi construído no “Passeio do Castelo”, então Vila de Abrantes. De reconhecido interesse cultural, estes imóveis, símbolo de espaços de alegria, convívio e divertimento popular, associados a Colectividades, pouca ou nenhuma utilização tem tido por aqueles que foram em tempos os seus grandes utilizadores: as “Bandas Filarmónicas”. O Concelho de Abrantes possuía até ao ano de 1956 oito “Coretos”.
Base de alvenaria, estrutura em ferro, cobertura em chapa, cercadura com elementos decorativos, suportada por colunas verticais e acesso por escada exterior, este “Coreto” de forma octogonal, foi provavelmente inaugurado no final do ano de 1894 ou início de 1895.
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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Largo Dona Joana Godinho Soares Mendes
Coreto
Coreto, Rossio ao Sul do Tejo, Abrantes, créditos Jornal de Abrantes
Largo Dona Joana Godinho Soares Mendes
2205-015,Abrantes
Rua Nuno Álvares Pereira
Casa onde nasceu Henrique dos Santos Silva
Rua Nuno Álvares Pereira, casa onde nasceu Henrique dos Santos Silva, maestro
António Leal Moreira, compositor português, nasceu em Abrantes no dia 30 de junho de 1758. Morreu em Lisboa, a 26 de novembro de 1819. Em junho de 1766, ingressou no Seminário da Patriarcal de Lisboa, onde foi aluno de João de Sousa Carvalho. Em 1775, tornou-se assistente do seu professor e organista. A partir de 1787, foi mestre de Capela.
Em maio de 1777, realizara o seu primeiro trabalho sacro, a “Missa do Espírito Santo”, que foi cantada durante a aclamação da rainha D. Maria I de Portugal. Em agosto do mesmo ano, foi admitido como membro da união de músicos de Lisboa, a Irmandade de Santa Cecília. A maior parte da sua música sacra foi composta para a Capela Real e, desde 1782, começou a escrever serenatas, que foram tocadas nos palácios de Queluz e da Ajuda. Em 1790, foi nomeado diretor musical do Teatro da Rua dos Condes, onde estavam a ser representadas óperas italianas. Três anos mais tarde, no palácio do financiador Anselmo José da Cruz Sobral, em Lisboa, estreou o drama “Il natale augusto”. Entre os vários cantores que participaram, salienta-se a mezzo-soprano portuguesa Luísa Todi.
António Leal Moreira tornou-se, em 1793, o primeiro diretor musical do novo Teatro de São Carlos, onde foi representada – com texto em português – a sua obra “A vingança da cigana” (1794). Em 1799, deixou a direção do São Carlos a Marcos Portugal e Francesco Federici. No ano seguinte, a sua produção pasticcio “Il disertore francese” esteve em cena nos palcos do Teatro Carignano em Turim e do Teatro La Scala de Milão. A sua obra teatral e sacra foi fortemente influenciada pelo estilo de Giovanni Paisiello e de Domenico Cimarosa. Depois de António Teixeira, foi o primeiro a compor óperas utilizando o texto em português, embora a maioria das suas obras estejam em italiano.
Henrique Santos Silva
Destinado à profissão de relojoeiro, Maestro Henrique dos Santos Silva nasceu em Abrantes e cedo dedicou a sua mestria às artes, levando a que a “Cidade Florida” fosse conhecida dentro e fora das nossas fronteiras. Filho de Alfredo Alves da Silva, também ele ligado ao “Orfeon Abrantino” e de Delmira da Piedade dos Santos, Henrique dos Santos e Silva, nasceu no dia 18 de setembro de 1910, na freguesia de S. João Batista, Concelho de Abrantes, Portugal.
FOI NOTÍCIA
Depois de tanto ter dado à sua terra (06 janeiro de 1934 até á data da sua morte 30 de janeiro de 1981), passou a ser recordado numa “Sala Museu” que perpetua a sua memória. João Augusto, sabendo o interesse que tenho por velhos papéis, levou-me ao interior da casa que viu nascer o mestre Henrique. No chão, no meio de jornais sem interesse e em velhos baús apodrecidos pelo tempo, envoltos em muito pó, encontrei um pouco mais da história do “Velho Orfeon” e dos seus bastidores. Documentos e objetos pessoais do maestro, óculos, caneta e isqueiro personalizados a centenas de partituras e manuscritos sobre o “Orfeon Pinto Ribeiro”, alguns gracejos políticos da vida Abrantina (escritos e impressos) vividos na época, de tudo um pouco foram encontrados.
Das muitas peças recuperadas ao lixo, destacam-se as operetas: “A Herança do Capitão-mor” e o“Milhafre” que ficaram na memória de quem assistiu e actuou no antigo “Orfeon”. Um “Hino Marcha”, dedicado aos “Combatentes da Grande Guerra de Abrantes” e destinado a realizar fundos para o futuro Monumento aos Mortos da Grande Guerra é outra das peças encontradas. Várias são as partituras especialmente escritas e assinadas pelo Maestro Pinto Ribeiro, em exclusivo para o “Orfeão”.
Programas de espetáculos e recortes de Jornais da época (1929/1936) mostram quanto o Maestro Henrique Santos Silva deu em prol da cultura a esta terra. Num dos livros, onde constam os adereços e material destinado às peças de teatro que se realizavam com assiduidade em Abrantes (Cine Teatro da Misericórdia e Teatro Taborda), fica-se a saber ter existido um cenário com a Praça de Touros de Alferrarede (Quinta do Bom Sucesso), feito pelo pintor Abrantino José Paulo Fernandes Júnior, que provavelmente se encontrava no Teatro Taborda.
Não sendo este espólio de desprezar, muito menos será “uma salva de prata do Orfeão Pinto Ribeiro ao regente H.S.S. do Grupo Coral 6-XII-51”, “uma batuta inteiramente de prata dos “Antigos Orfeonistas do Maestro H.S.S. na reaparição do Orfeão Abrantino Pinto Ribeiro 6-XI-951”,“uma cigarreira de prata personalizada com o nome Henrique”, “uma cigarreira (porta tabaco) de prata personalizada com o monograma HS”, “um porta batuta e batuta de madeira”, “uma batuta de madeira com o punho de prata com a inscrição H.S.S. 25-XII-935”,“duas batutas normais”, outros instrumentos e um “valioso” violino, com etiqueta original do fabricante Italiano “Nicolaus Amatus – Fecit – In Cremona 1646” (ver caixa). Este, o mais eminente membro da família “Amati” (1596-1684), ao qual consta ter tido como aluno, Antonio Stradivarius (1644-1737), o mais célebre construtor de violinos de todos os tempos. Disperso em três locais diferentes, todo este espólio musical será reunido e doado pelos proprietários, assim haja vontade de disponibilizar um espaço para colocar as peças que foram do Maestro Henrique Santos e Silva.
Devolver à comunidade o espólio do Maestro é tudo quanto se deseja. O discurso preferido pelo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, no dia da Cidade (14 de junho de 2007), estimulou essa velha aspiração. Vinte e seis anos após nos deixar e depois de muitas homenagens, terá a comunidade alguma vez pensado criar uma “Sala Museu” no Convento de S. Domingos, dedicada ao“Orfeão Abrantino”, e nesta colocar uma “VITRINA” com o espólio do Maestro Henrique Santos e Silva? Não tocava um violino Stradivarius, no entanto, a forma como o Maestro fazia eclodir o peculiar som ao seu violino “Nicolaus Amatus – Fecit – In Cremona 1646” é descrito assim por quem com ele conviveu e dele escreveu:
“Henrique Santos e Silva, como violinista era um executante que pedia meças a qualquer bom profissional. Por isso, foi convidado para primeiro violino da então grande Orquestra da Emissora Nacional. Mas quê, sair de Abrantes? Nem pensar. E assim se perdeu um elemento de grande valor.
Alves Coelho (filho), inspirado e famoso compositor, era um pianista espetacular (despia e vestia o casaco a tocar piano), mas não era um pianista clássico para poder acompanhar corretamente o violinista sério que era Henrique Silva e este dizia-me que nunca se sentira tão envergonhado por causa do acompanhamento que tivera” (A. Santos – Jornal de Abrantes, nº 4884, pág. 7 de 28-3-97)
Em Fevereiro de 2008, o “Jornal de Alferrarede” nº 268 de Fevereiro noticiava:
“No dia 24 de janeiro de 2008, a Biblioteca António Botto, na pessoa do seu Director, Francisco Lopes, tomou posse de um importante espólio musical e pessoal, que foi do Maestro do Orfeão Abrantino Pinto Ribeiro, Henrique Santos Silva. De real importância, o espólio agora entregue no Arquivo Histórico de Abrantes e do qual o “Jornal de Alferrarede” fez eco no mês de Agosto de 2007, é composto por documentos e peças únicas. Documentos, peças e objectos, que fizeram parte da vida do distinto maestro Henrique Santos Silva, depois inventariados e catalogados por pessoal especializado do A.H.C.A. serão apresentados em sessão pública.
Além do espólio que o “Jornal de Alferrarede” aludiu no mês de Agosto de 2007, foi ainda oferecido à Biblioteca de Abrantes, uma colecção de bengalas e dois álbuns “orientais”, com fotos e postais raríssimos, com vistas de Macau, que foram pertença do pai do maestro Henrique Santos Silva, senhor Alfredo Alves da Silva, também ele ligado ao “Orfeon Abrantino” como dirigente e coralista durante muitos anos. Álbuns, fotos e postais, referem-se aos anos 1900/1901 e 1905/1907, quando Alfredo Alves da Silva esteve em Macau.”
No dia 24 de Janeiro de 2008, a Biblioteca António Botto, na pessoa do seu Director, Francisco Lopes, tomou posse do espólio musical e pessoal, que foi do Maestro do Orfeão Abrantino Pinto Ribeiro, Henrique Santos Silva. A juntar ao vasto espólio musical , a Biblioteca Municipal António Botto fica ainda com uma das mais importantes bibliotecas de musica clássica conhecidas no Concelho de Abrantes (e quem sabe até do distrito de Santarém), com centenas de discos de vinil+armário e gira discos que foram do Maestro H.S.S., doado pela Srª D. Maria Manuela de Jesus Campos, cunhada do Maestro.
Rui Martins Picado
Rui Martins Picado foi maestro do Coro Misto do Orfeão de Abrantes desde 1981, cargo que ocupou durante 35 anos até à sua morte em 29 de abril de 2016. Dedicou grande parte da sua vida à musica coral, tendo sido uma figura central na cultura no concelho e na região. Colaborou também como Diretor Artistíssimo do Coral Polifónico de Ponte de Sor.
Reciclanda, livros, instalações, formações e oficinas
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/rui-martins-picado-maestro.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-12-30 09:51:062026-04-29 15:41:57Abrantes e os seus músicos
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