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Banda Velha União Sanjoanense, de Albergaria-a-Velha

Filarmónicas de Albergaria-a-Velha

História, bandas de música e atividades no Concelho

[ No que se refere às filarmónicas, o projeto Musorbis está apenas a começar, sendo previsível que até ao final do ano todas as bandas possam estar na plataforma. O processo pode ser acelerado com a cooperação dos interessados no que se refere a historiais e fotografias em falta. ]

Associação de Instrução e Recreio Angejense

Sob o nome da “Philarmónica Angejense”, a banda foi fundada em 1867. Como primeiro maestro teve o Padre António Santos, da Freguesia. Tendo sido elaborados e aprovados os seus Estatutos em 1909, a Philarmónica Angejense, passou a ser parte integrante Associação de Instrução e Recreio Angejense. Possui uma sede própria desde 1970, a qual foi gentilmente doada pelos Sócios Beneméritos Manuel da Valente e sua Esposa, Judite Rodrigues Martins.

Com cerca de 650 associados, prossegue hoje a sua atividade, mais do que nunca virada para a Banda de Música, Orquestra e Escola de Musica. A Escola de música forma novos músicos, gratuitamente para a manutenção da Banda e ao mesmo tempo é ocupação das crianças e jovens da terra. A Banda de Música é composta por 63 músicos de sopro e de percussão. Efetua concertos em varias localidades de norte a sul. Tem como responsável pela Banda de Musica e Orquestra o Maestro Nuno Santos e como Presidente da Direcção António Portela.

Banda Velha União Sanjoanense

A 1 de janeiro de 1826, foi fundada a Filarmónica de S. João de Loure, da Freguesia do mesmo nome, Concelho de Albergaria-a-Velha, Distrito de Aveiro, por António José de Andrade e os padres Alexandre da Silva e Joaquim Dias. Em 1911, atuou em Lisboa pela primeira vez. Em 1930 ganhou o Primeiro Prémio no Certame Nacional de Filarmónicas em Sernada do Vouga. Em 1934, foram visados os Estatutos no Governo Civil de Aveiro. Em 1972, adquiriu para sede própria um velho “Celeiro” brasonado, que pertenceu à Condessa de Anadia. Em 1981, exibiu-se em Lisboa, a favor da Colónia Balnear Infantil de “O Século”. Em 1986 foram revistos os Estatutos.

BFUS

Banda Velha União Sanjoanense, de Albergaria-a-Velha

Banda Velha União Sanjoanense, de Albergaria-a-Velha

Em 1989, foi renovado todo o instrumental. Em 1995, a Banda recebeu a Medalha de Ouro de Mérito Municipal. Em 1998, o Maestro Arnaldo Moreira da Costa assumiu a direção artística da Banda. Em 1999, foi fundada a Orquestra Juvenil da Banda que se estreou na Festa de Natal.

Em 2000, gravou pela primeira vez em CD e cassete; deu um concerto no Pavillion Joséphine em Estrasburgo, foi recebida no Salão Nobre da Câmara de Erstein e atuou em conjunto com a Filarmónica “Harmonie de Erstein”; desfilou integrada no Cortejo da Festa do Açúcar, em Erstein – Estrasburgo; participou no Jubileu Nacional dos Músicos em Fátima. Em 2001, recebeu a “Harmonie d’Erstein” e a Banda da PSP do Porto.

Em 2002, foram remodelados os Estatutos, gravou duas obras para integrarem o CD duplo intitulado “As melhores Bandas Filarmónicas da Região – Distrito Aveiro-sul”; deslocou-se à Ilha do Pico para atuar nas maiores Festas da Vila da Madalena, acedendo ao convite da Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense, dando assim início a intercâmbio cultural.

Em 2003, filiou-se no Inatel como “Centro de Cultura e Desporto”, foi declarada de Utilidade Pública; aatuou pela primeira vez em conjunto com o Grupo de Cantares Populares da Freguesia de S. João de Loure, interpretando arranjos inéditos de temas tradicionais portugueses.

Em 2004 atuou na Stadthall d’Endingen, Alemanha; participou ativamente na cerimónia oficial de assinatura da Geminação entre S. João de Loure e Erstein, culminando com a atuação em simultâneo das respetivas Bandas; assinou o “Pacto Universal de Amizade” com a “Harmonie d’Erstein”. Em 2005, inscreveu-se na Federação de Associações Musicais do Distrito de Aveiro como sócio efetivo; recebeu em S. João de Loure a Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense, no âmbito de intercâmbio cultural; estreou novo fardamento, na Festa de Nossa Senhora do Livramento; atuou no Europa-Park na Alemanha; deu um concerto no “Pavillion Joséphine” em Estrasburgo, onde lançou o novo CD, “O Moliceiro”, registo de combinação da música popular portuguesa interpretada pela Banda com as vozes do Grupo de Cantares Populares da Freguesia de S. João de Loure; atuou em conjunto com a “Harmonie d’Erstein” durante a cerimónia oficial de inauguração da “Rue de S. João de Loure” em Erstein. À noite, a mesma formação participou no Corso Florido e Iluminado do Festival do Açúcar com grande brilhantismo; animou a celebração litúrgica na Igreja de “Saint Martin” e à tarde a Orquestra Juvenil atuou perante numerosa assistência.

BFUS

Banda Velha União Sanjoanense, de Albergaria-a-Velha

Banda Velha União Sanjoanense, de Albergaria-a-Velha

Grupo Folclórico e Etnográfico de Ribeira de Fráguas, Albergaria-a-Velha
Tradições e grupos folclóricos em Albergaria-a-Velha

Grupo Folclórico e Etnográfico de Albergaria-a-Velha

  • Região: Beira Litoral – Beira Litoral Vouga
  • Distrito: Aveiro
  • Concelho: Albergaria-a-Velha

06 grupos

  • Grupo Folclórico de Danças e Cantares do Fial
  • Grupo Folclórico Cultural e Recreativo de Albergaria-a-Velha
  • Grupo Folclórico e Etnográfico de Albergaria-a-Velha
  • Rancho Folclórico da Ribeira de Fráguas
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo da Vila de Angeja
  • Grupo Folclórico As Lavadeiras do Vouga de Angeja

GFLV

Grupo Folclórico As Lavadeiras do Vouga, de Albergaria-a-Velha

Grupo Folclórico As Lavadeiras do Vouga, de Albergaria-a-Velha

Grupo Folclórico e Etnográfico de Albergaria-a-Velha

O Grupo Folclórico e Etnográfico de Albergaria-a-Velha foi fundado em 1 de janeiro de 1984.

Depois de ter incentivado outros Grupos e Ranchos a seguirem-lhe os passos o Grupo Folclórico e Etnográfico de Albergaria-a-Velha desbravou o melhor que havia para recolher na Região do Baixo Vouga e da Beira Litoral.

Com trajos a sobressaírem em finais do século XIX, o  Grupo foi constituído Instituição de Utilidade Pública em 1992. Recebeu da Camara Municipal a medalha de mérito municipal, grau cobre, bem como da Junta de Freguesia a medalha de mérito Prata Dourada. É membro efetivo da Federação do Folclore Português.

GFCRA

Grupo Folclórico Cultural e Recreativo de Albergaria-a-Velha

Grupo Folclórico Cultural e Recreativo de Albergaria-a-Velha

GFDCF

Grupo Folclórico de Danças e Cantares do Fial, Albergaria-a-Velha

Grupo Folclórico de Danças e Cantares do Fial, Albergaria-a-Velha

GFERF

Grupo Folclórico e Etnográfico de Ribeira de Fráguas, Albergaria-a-Velha

Grupo Folclórico e Etnográfico de Ribeira de Fráguas, Albergaria-a-Velha

GFCPVA

Rancho Folclórico da Cada do Povo da Vila de Angeja, Albergaria-a-Velha

Rancho Folclórico da Cada do Povo da Vila de Angeja, Albergaria-a-Velha

Fontes do Musorbis Folclore:

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

Centro Cultural da Branca, Albergaria-a-Velha
Escolas de Música de Albergaria-a-Velha

Escolas de Música e Dança do Concelho

Conservatório de Música da Jobra

A Jobra nasceu como Movimento de Jovens da Branca em 1969 na Branca, tendo como fim a ocupação dos tempos livres dos jovens mediante a promoção de atividades de índole sociocultural, recreativa e desportiva. Desde cedo se tornou uma organização dinâmica que deu vida a diversas iniciativas e motivações em prol dos jovens e da comunidade. Teatro, Dança, Jornalismo, Música, Coral, Andebol, Futsal, Badminton, Atletismo são exemplos de secções criadas ao longo do tempo, cujo dinamismo e conquistas fizeram evoluir o Movimento de Jovens da Branca para a sua oficialização enquanto Associação de Jovens da Branca, reunindo centenas de associados e tornando-se o grande movimento associativo da Branca.

Atualmente a Jobra tem 6 secções em funcionamento: o Atletismo, o Coral, o Conservatório de Música, a Muda’te, a Made in J e a ART’J, mobilizando milhares de pessoas e realizando mais de 400 atividades anuais.

A Jobra é atualmente uma Associação de referência pelo trabalho que realiza e pela dinâmica socioeconómica que cria no comércio local e na restauração, fruto dos 130 postos de trabalho que oferece e das pessoas, de todo o país, que consegue cativar a participar nas suas secções e a fixarem-se na freguesia da Branca. Fruto da sua atividade, contribui para a criação indireta de emprego de cerca de 30 pessoas, que trabalham na realização das suas atividades e serviços de apoio, nomeadamente transportes e restauração.

A Jobra é uma associação que, num espírito humanista, trabalha para o desenvolvimento de uma sociedade mais crítica, solidária e culturalmente enriquecida. Este trabalho ultrapassou as fronteiras da vila da Branca e projeta a Jobra como uma instituição de especial relevo a nível nacional.

Morada: Centro Cultural da Branca
Apartado 2
3854-908 Branca Albergaria-a-Velha
Tel. (+00 351) 234 541 300
Fax (+00 351) 234 543 476
Sítio: jobra.pt
Correio eletrónico: geral@jobra.pt . comunicacao@jobra.pt

Centro Cultural da Branca, Albergaria-a-Velha

Centro Cultural da Branca, Albergaria-a-Velha

Escola de Música do Clube de Albergaria

Morada: Rua 25 de Abril
3850-004 Albergaria-a-Velha
Telemóvel: 910 769 339
Telefone 234 521 415
Correio eletrónico: academiamusica.ca@gmail.com

O Clube de Albergaria foi fundado em 1890 e tem mais de 125 anos de uma história notável a nível desportivo e cultural. Com a aCAdemia de Música pretende continuar a contribuir de modo renovado para a cultura artística e musical na cidade de Albergaria-a-Velha, no concelho e na região.

A fotografia em destaque neste momento é aleatória. Para inserir dados de escolas de Abrantes, envie, que são inseridos gratuitamente. Para ter foto destaque e estar no topo durante um ano opte pelo DESTAQUE MUSORBIS (10€). As receitas ajudarão a criar o mapa interativo da música em Portugal.

Bruno Martins, maestro, de Albergaria-a-Velha
Músicos naturais do Concelho de Albergaria-a-Velha

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Bruno Martins

Bruno Martins, maestro, de Albergaria-a-Velha

Bruno Martins, maestro, de Albergaria-a-Velha

Miguel Rodrigues

Miguel Rodrigues, canto, de Albergaria-a-Velha

Miguel Rodrigues, canto, de Albergaria-a-Velha

Tiago Bento

Tiago Bento, clarinetista, de Albergaria-a-Velha

Tiago Bento, clarinetista, de Albergaria-a-Velha

Miguel Rodrigues

Nascido em Albergaria-a-Velha, em 1987, Miguel Rodrigues iniciou os estudos musicais aos 6 anos no Conservatório de Música da Jobra. Em 2002, concluiu o curso básico (5º. Grau) de piano com a classificação final de 20 valores. No mesmo ano, iniciou os estudos de canto com Ângela Alves (Soprano). Em 2006 concluiu o curso Complementar de Formação Musical em regime articulado.

Ainda em 2006, foi  admitido na Universidade de Aveiro na Licenciatura em piano e canto. Licenciou-se em Música (área vocacional de canto) na Universidade de Aveiro, e frequenta o mestrado em ensino de música, especialidade de canto com António Salgado.

Foi, desde 2000 até 2008, elemento da direção do Grupo Coral Infantil de Albergaria-a-Velha. Miguel Rodrigues tem participado em recitais e concertos um pouco por todo o país, quer a solo, quer em grupos instrumentais ou vocais. Interpretou a personagem Colas na ópera “Bastien und Bastienne” de W. A. Mozart. Interpretou a personagem Judas na “Paixão segundo S. Mateus” de J. S. Bach. Foi convidado a participar na realização do Requiem de G. Verdi em S. Miguel, Ponta Delgada.

Na área da composição, tem escrito várias peças para grupos instrumentais e/ou vocais, de salientar a oratória de Natal “Porque o Profeta Escreveu” para coro infantil e orquestra, estreada em 2006, em Albergaria-a-Velha, no III Concerto de Natal do Grupo Coral Infantil.

Realizou estudos de piano com os professores e pianistas Isabel Tavares Ramos, Svetlana Mikhaylischeva, Lúcia Rodrigues, Eduardo Resende, Constantin Sandu e Vitali Dotsenko. Na área de canto estudou com Ângela Alves, Fernanda Correia, Alcione Bayer, Pat Macmahon e Laura Sartie. Realizou ainda estudos de Jazz, na área de piano, orientados pelo grupo «Quadratura Jazz»,e ainda com João Martins, Óscar Graça e Mário Laginha, tendo abordado improvisação e harmonia Jazz.

Estudou percussão com Bruno Estima, com quem abordou técnica de bateria, caixa, tímpanos e marimba. Estudou flauta transversal com Alexandre Andrade. Para além da música erudita, integrou diversos grupos de música ligeira e música sacra, como cantor, organista, flautista, teclista e pianista.

Nuno Silva

Nascido em 1986, em S. João de Loure, Albergaria-a-Velha, Nuno Silva  iniciou os estudos musicais em Trompete aos 10 anos. Em 1997 ingressou no Conservatório de Música de Águeda (CMA), onde estudou Trompete. Em 2003 ingressou na Escola Profissional de Música de Espinho (EPME), onde conclui em 2006 o Curso de Prática Orquestral em trompete.

Frequentou classes de aperfeiçoamento de Trompete com John Aigi Hurn, António Quítalo, Alfredo D’Áddona, Leonardo Mendez, Jorge Almeida, Hakan Hardanberger. Tem tocado em várias Orquestras de jovens como: Orquestra de Jovens de Águeda, Orquestra de Sopros do CMA, Banda Sinfónica da Bairrada, Orquestra Clássica da EPME, Estágio Nacional da Orquestra APROARTE. Como freelancer já tocou com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Clássica de Espinho. No seu percurso em Orquestra trabalhou com diversos maestros: Eliahu Inbal, Júlia Jones, Cesário Costa, Ernst Schelle, Pedro Neves, Pawell Przitoki, Vicent Soler Solano, António Saiote. Em 2005 realizou uma digressão ao Brasil com a Orquestra Clássica de Espinho onde tocou nas mais prestigiadas salas do País: Sala Cecília Meireles no Rio de Janeiro, Centro Cultural de São Paulo, Teatro Castro Alves em Salvador, Teatro Nacional em Brasília.

Já tocou em festivais e em palcos de renome nacional, entre eles Festival de Jazz Imaxina Sons em Vigo, Festival Internacional de Música de Espinho, Concerto de solidariedade de vítimas de trauma na Casa da Música, “Sábados à tarde” na Casa da Música, Estágio Nacional de Orquestra APROARTE no Europarque, Concertos Promenade 2005 e 2007 no coliseu do Porto, “40 horas Non-Stop” no Museu de Serralves, na Temporada Sinfónica 2006/2007 do Teatro Nacional São Carlos, integrando a Orquestra Sinfónica Portuguesa tocou a ópera WOZZECK de Alban Berg, e na Temporada 2007/2008 também com a Orquestra Sinfónica Portuguesa tocou a 2ª Sinfonia de Mahler, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

Tem ainda participado em diversos concursos, de salientar os seguintes prémios: 1ª classificado em Trompete no concurso do CMA; 1ª classificado em Formação Musical no concurso do CMA; 3ª Classificado, na categoria sénior em Trompete, no “II Concurso de Música Terras de La Salette” Licenciou-se em Música na Universidade de Aveiro, e frequenta o Mestrado em Ensino de Música, especialidade de trompete com Jorge Almeida.

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Destaca-te no Musorbis

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Igreja Matriz de Albergaria-a-Velha
Órgãos de tubos do concelho de Albergaria-a-Velha

Possuindo dois órgãos de tubos, Albergaria-a-Velha tem condições para a prática do órgão e a realização de concertos. Albergaria esteve incluída no Ciclo Jovens Organistas, promovido pela Associação Musical Pro Organo (AMPO), nas Igrejas da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, Aradas, Vagos, Albergaria-à-Velha, Mafra, Ançã e Museu de Santa Joana de Aveiro.

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no concelho são os seguintes:

Igreja Matriz de Albergaria-a-Velha

[ Igreja Paroquial ] [ Santa Cruz ]

Igreja Matriz de Albergaria-a-Velha

Igreja Matriz de Albergaria-a-Velha

A construção seiscentista foi encetada por ordem de D. Pedro II em 1668. A sua construção teve início apenas no ano de 1692 e em 1695 assinala-se a conclusão da mesma. Em 1759 um violento incêndio, provocado por um foguete mal lançado, destruiu grande parte do templo, escapando apenas as paredes, o altar-mor e algumas imagens. Desde a sua reconstrução em 1760 até aos dias de hoje, sofreu várias obras de conservação e ampliação, as ultimas em 1996.
Na igreja se verificam diversas correntes estéticas e artísticas com destaque para o período barroco. Na capela-mor encontra-se um cenográfico retábulo de talha dourada do séc. XVII-XVIII, que se insere no barroco pleno ou barroco nacional. O estilo rococó também marca a sua presença neste templo.

Capela de Nossa Senhora da Alegria

Montra do órgão

Órgão da Capela de Nossa Senhora da Alegria

Consola

Órgão da Capela de Nossa Senhora da Alegria

Órgão da Capela de Nossa Senhora da Alegria

Enquadramento

Órgão da Capela de Nossa Senhora da Alegria

Órgão da Capela de Nossa Senhora da Alegria

A Capela de Nossa Senhora da Alegria (reconstruída e ampliada há pouco tempo), no lugar de Albergaria-a-Nova, freguesia e paróquia da Branca, concelho de Albergaria-a-Velha, adquiriu um órgão usado no final de 2016, montado pela Oficina e Escola de Organaria (Esmoriz). Trata-se de um instrumento dinamarquês de Jydsk Orgelbygger de 1967. (Pedro Guimarães)