Após quase dois anos de trabalhos de requalificação, o emblemático Cine Oriental de Aljustrel voltou a abrir as suas portas ao público em 2014, num espaço totalmente renovado, que além da exibição de filmes permite a realização de diversas outras iniciativas culturais como teatro, dança, concertos ou conferências.
Cine Oriental, Aljustrel
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2025/09/aljustrel-cine-oriental.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2025-09-29 12:04:032025-09-29 12:04:03Aljustrel e os seus auditórios
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
Sociedade Musical de Instrução e Recreio Aljustrelense
Fundada em 1942, por antigos músicos de anteriores filarmónicas, a SMIRA entrou em novo interregno em 1952, após a sua fusão com a Associação de Bombeiros de Aljustrel, numa tentativa de superar as dificuldades em manter o regente. A música foi suspensa numa pausa de mais de vinte anos. Em 1975, surgiu novo fôlego, sendo a SMIRA reorganizada e instalada no Edifício das Escolas Reis, por cedência do presidente da Câmara Municipal de Aljustrel.
Os estatutos aprovados em 1943 foram readoptados. Desde então a SMIRA, tem vindo a promover a ação cultural junto dos seus associados e população do concelho de Aljustrel. Assumindo como principal atividade o ensino e divulgação da música, a SMIRA atualmente com trezentos e dez sócios, assegura a organização e funcionamento de uma escola de música responsável pela iniciação e formação musical de jovens, imprescindível para a manutenção e renovação da sua Banda Filarmónica.
A escola de música tem vinte e um jovens com idades compreendidas entre os 8 e os 15 anos. A banda tem trinta e seis executantes, quinze até aos 20 anos de idade, catorze entre os 20 e os 25 anos de idade, sendo os restantes sete, maiores de 25 anos de idade. Quanto à distribuição por sexo, novamente o sexo feminino é maioritário com vinte e três elementos. No campo da educação musical, é de salientar o protocolo estabelecido entre a SMIRA, a Câmara Municipal de Aljustrel e o Conservatório Regional de Música do Baixo Alentejo, que tem por objetivo o aprofundamento dos estudos e melhoria da capacidade interpretativa dos jovens executantes da banda.
A SMIRA, através da sua banda, tem vindo a participar ativamente em eventos diversos, para além dos tradicionais concertos, arruadas, procissões e touradas. Neste âmbito, destaca-se a participação em projetos organizados pelas autarquias locais, designadamente Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Aljustrel – Concerto de Páscoa, comemorações do 25 de Abril, Feira do Campo, Santos Populares, Quartas à Noite. Privilegiando a divulgação da música e um contacto estreito e regular com as populações do concelho, a SMIRA, numa parceria com as cinco Juntas de Freguesia, tem vindo a levar a efeito o projeto “Primavera Musical”, com a realização de um concerto em cada uma das cinco freguesias do Concelho.
São numerosas as participações em eventos regionais, nacionais e internacionais, dos quais se destaca a participação na Ovibeja, em Concertos realizados na Casa do Alentejo, em Lisboa, e em encontros de bandas congéneres, com especial incidência para o Alentejo e Algarve. Nas participações internacionais, é de salientar a cooperação com Hem, em França que esteve na origem do processo de geminação.
Em 2015, organizou e realizou em Aljustrel o 10º Festival de Bandas “Adolfo Vilhena”, tendo como banda convidada a Sociedade Filarmónica Recreativa Gaeirense”, de Gaeiras.
Sociedade Musical de Instrução e Recreio Aljustrelense
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/aljustrel-smira.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-05-24 20:48:242024-12-05 20:55:20Aljustrel e as suas filarmónicas
a) O “cante”, “património vivo” do Alentejo, é uma expressão genuína da tradição vocal profundamente enraizada na alma do povo alentejano, determinante para a conservação da sua identidade cultural e que constitui simultaneamente uma referência fundamental da região.
b) O modo de cantar e o amor ao “cante” estão intrinsecamente ligados à memória do tempo em que os cantadores tinham uma ligação profunda ao trabalho e ao mundo rural. Mesmo com essa memória e esse tempo a desaparecer, o “cante” mantém intactas as características da sua expressão vocal, a solenidade e a paixão na sua interpretação. Desse modo, o “cante” dificilmente será cantado e interpretado fora do contexto em que nasceu, ou seja, no Alentejo e pelo povo alentejano.
c) Apesar destas características, a sobrevivência do “cante” alentejano obriga a que seja prestada uma atenção permanente a novas formas de sensibilização dos “jovens”, através de grupos corais juvenis, da divulgação e da “aprendizagem” nas escolas bem como objecto de estudo nos conservatórios.
d) Os Grupos Corais estão, de um modo geral, “envelhecidos”, carentes de vozes novas e a exigir renovação. Devem por isso criar condições para atrair cantadores jovens, abrindo-lhes as portas e aceitando-os com entusiasmo e sem quaisquer complexos, disponibilizando-lhes os ensinamentos necessários. (Fonte: www.cantoalentejano.com)
Grupo Coral do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira
Já se cantava nas lavouras do Alentejo quando surgiram os grupos corais organizados, mas o primeiro grupo nasceu no operariado mineiro. O grupo foi fundado em 1926. Dois anos mais tarde adotou o nome que ainda hoje tem, Grupo Coral do Sindicato da Indústria Mineira. “Os Mineiros de Aljustrel” são o mais antigo grupo de cante alentejano. Teve o seu auge no período pós-industrialização, devido ao facto de proliferarem em Aljustrel as chamadas tabernas (escola do cante).
O grupo é composto por elementos dos 16 aos 75 anos, sendo que na faixa dos 20 aos 30 anos temos 5 elementos depois dos 30 aos 50 temos 7 elementos, os restantes estão entre os 50 e 65 anos sendo que apenas temos 3 com idade superior a 70 anos. Na sua maioria são mineiros ou ex-mineiros que, através do seu cante, retratam a vida dura do mineiro. Também cantam o Alentejo de que são um dos grupos mais emblemáticos.
Com o seu traje de mineiro (calça e camisa de cotim, azul escura, capacete e lanterna), são embaixadores de uma classe operária mundial, onde todos os mineiros do mundo respeitam e sentem de forma profunda cada palavra do cancioneiro. Mesmo no período mais difícil da comunidade mineira de Aljustrel, estes homens através do cante, sempre estiveram na linha da frente fazendo da moda alentejana uma arma, contribuindo assim de forma ativa (e com o que podiam), para que hoje a laboração das minas de Aljustrel fosse uma realidade.
No seu currículo, contam-se milhares de atuações em Portugal e no estrangeiro, com uma média de 35 a 40 atuações por ano. Atuaram em televisão, no Festival da Canção de 1989, programa 1,2,3, Cerimónia de entrada de Portugal na CEE, entre outras. Na sua discografia constam 2 discos, 2 cassetes e 2 CD.
Grupo Coral do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira
Largo do Mineiro, nº 15 – 7600 ALJUSTREL
Grupo Coral «Os Cigarras» do Centro Republicano de Aljustrel
Centro Republicano de I. e R. Aljustrelense
R. 5 de Outubro, nº 126 – 7600 ALJUSTREL
Grupo Coral «As Margens do Roxo»
A 30 de agosto de 2013 O Correio do Alentejo noticiou que o Grupo Coral “Margens do Roxo”, de Ervidel, lançava nesse dia novo CD. O álbum é composto por 12 modas, a maioria originais e outras do cancioneiro alentejano. A cerimónia de lançamento do álbum “O eco de quem trabalha” decorreria a partir das 18h30 no Centro Cultural de Ervidel e contaria com a participação do autor dos textos que acompanham o CD do álbum, o antropólogo António Lains Galamba. Segundo a Junta de Freguesia de Ervidel, o lançamento do álbum “é uma forma de valorizar e perpetuar a riqueza do cante alentejano, como património vivo, imaterial”.
R. de Lisboa, nº 11 – 7600 ERVIDEL
Grupo Coral “Rosas de Abril”
Bairro da Escola, nº 5 – 7600-503 RIO DE MOINHOS
Grupo Coral Feminino Flores de Primavera
O Grupo Coral Feminino “Flores da Primavera” foi fundado em 1979, em Ervidel. Canta modas de autoria da presidente e ensaiadora do grupo, Maria Teresa Silva, como “Sou filha do Alentejo”; “Flores de Primavera”; “Se fores a Ervidel”; “Ervidel és minha terra”; “Adegas em Ervidel”. Tem como atual ensaiadora do grupo Maria Teresa Silva. Os “altos” são Maria Teresa Silva; Judite Mata e o “ponto” é Maria Teresa Silva. A presidente em outubro de 2018 é Maria Teresa Silva.
Rua das Eiras de Cima n.º 1 | 7600 ERVIDEL
Grupo Coral da Freguesia de S. João de Negrilhos
GCFSJN
Grupo Coral da Freguesia de S. João de Negrilhos
Montes Velhos – 7600 S. JOÃO DE NEGRILHOS
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/aljustrel-grupo-coral-da-junta-de-freguesia-de-sao-joao-de-negrilhos.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-01-31 13:19:262024-12-05 20:46:53Aljustrel e os seus coros
Tradições, grupos etnográficos e atividades no Concelho
Alentejo (Baixo Alentejo)
Distrito: Beja
04 grupos
Grupo Coral do Sindicato dos Mineiros de Aljustrel
Grupo Coral Os Cigarras
grupo etnográfico de Danças e Cantares “Planície Alentejana”
Rancho Folclórico Verdes Campos de Jungeiros
grupo etnográfico de Danças e Cantares “Planície Alentejana”
O grupo etnográfico de Danças e Cantares “Planície Alentejana” foi fundado em 1996, tendo-se constituído como associação em 22 de dezembro de 1998.
Tem a sua sede no lugar de Montes Velhos, freguesia de São João de Negrilhos. O seu objetivo principal é recolher, preservar e divulgar as danças, cantares, trajes e tradições da sua terra.
Os principais temas do seu reportório, recolhidos em Montes Velhos, são os seguintes: Vai de Centro ao Centro; Andorinha Andar Andou; Valsa Alentejana; Quatro Raparigas; e Ao Passar a Passadeira.
Montes Velhos – 7600
S. JOÃO DE NEGRILHOS
grupo etnográfico de Danças e Cantares “Planície Alentejana”
Rancho Folclórico Verdes Campos de Jungeiros
Sediado em Jungeiros, 7600, S. São João de Negrilhos, o Rancho Folclórico Verdes Campos de Jungeiros surgiu depois de um grupo de pessoas ter participado nas marchas populares e achar que se deveria fazer algo mais pelos usos e costumes da aldeia. O Rancho fez a sua primeira aparição ao público no dia da Padroeira da terra, Senhora da Conceição, 8 de dezembro de 1987. Foi registado com o mesmo nome no Cartório Notarial de Aljustrel no ano seguinte, sendo o 1º Rancho do Concelho. O seu elenco é composto por 44 elementos com idades entre os 2 e os 70 anos. Tem por objetivo recolher, estudar e divulgar os usos, costumes, danças e cantares do povo, bem como ocupar os tempos livres dos jovens.
Os trajes existentes representam algumas das atividades mais importantes na região, ceifeiro, mondadeira, lavadeira, manageiro, boieiro, aguadeira, limpador, padeira, moleiro, criada de servir, azeitoneira, azeitoneiro, pastores de ovelhas e porcos, trajes de trabalhos na eira, noivos e trajes de Domingo,
O rancho tem participado em vários eventos como o Piquenicão em Mafra, Ovibeja, Rural Beja, Feira do Campo, Festas e romarias de Norte a Sul do Pais, Festivais de Folclore. A tocata inclui acordeões, reco, bombo, ferrinhos, pandeiretas.
Jungeiros está situado no coração do Baixo Alentejo a 35 km de Beja, no concelho de Aljustrel, Freguesia de São João de Negrilhos. A freguesia é constituída por três aldeias, com cerca de 2000 habitantes. Está filiado no INATEL, e tem como atividades divulgar o Folclore, cantar as Janeiras e os Reis, tocar o Sábado Aleluia, matança do porco, e a realização do seu Festival, no 1º fim-de-semana de julho.
São suas modas: Ao romper da bela aurora, Saudação da nossa terra, Ceifeiras do Alentejo, Erva Cidreira, Moda dos passinhos, Valsa do Amor, Pavão, Tenho sede lindo amor da-me água, Aljustrel é nosso concelho, Erva loira, Moda da carrasquinha, Papagaio da pena amarela, Ai morena, Vaio ao centro ao meio, Freixeiro, Casaca amarela, Triste viuvinha, vira virando, Alentejo sol e trigo.
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/aljustrel-rancho-folclorico-verdes-campos-de-jungeiros.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-01-31 13:30:252024-12-05 20:47:44Aljustrel e o seu folclore
Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.
Catarina Claro
Catarina claro nasceu em Aljustrel em 1993. Desde cedo revelou interesse pela música. Aos 7 anos ingressou na Banda Filarmónica da SMIRA como clarinetista, função que desempenha até hoje. Foi também no clarinete que fez a sua formação no Conservatório Regional do Baixo Alentejo. Licenciada em Ciências Musicais pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, em 2016, o ensino da Expressão Musical a crianças tornou-se a sua atividade profissional. Do seu contacto com diversos contextos musicais surgiu o gosto pelo fado. Participou em 2022 no Concurso de Fado de Lisboa e tem estado presente em diversas noites de fado pelo país. Em 2014 cantou ao lado da Banda da Força Aérea Portuguesa e participa em vários projetos musicais.
Catarina Claro, fadista, de Aljustrel
Bandas e músicos
4ª Série
música ligeira
Urbanização Coronel Mourão, Lt. 2 / 7600 ERVIDEL
Banda Karisma
música de baile
Travessa dos marcos 7600-131 ALJUSTREL
marROCKhino
rock
Rua Santa Bárbara 71 | 7600-078-ALJUSTREL
Kádaterra
Rua 5 de Outubro, nº 119 7600-054 ALJUSTREL
SoundMakers
Casa do Povo de ERVIDEL
7600-ERVIDEL
The 70’s Volts
ERVIDEL
Grupo Musical d’Novo
música ligeira
7600 ALJUSTREL
Gilberto Godinho
Bairro do Malpique, lote 3 / 7600 ALJUSTREL
Nova Aurora
Encosta da Sra. do Castelo, lote 7-A – 7600 ALJUSTREL
Manuel Alexandre Góis Baião
acordeonista
Rua 1º de Maio nº 7 / 7600 – 503 RIO DE MOINHOS
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/catarina-claro-canto.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-01-22 15:41:172025-03-21 23:00:03Aljustrel e os seus músicos
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