Artigos

RExA - Real Extudantina dos Açores
Tunas e estudantinas de Angra do Heroísmo

História e atividades no Concelho de Angra (Ilha Terceira, Açores)

  • N.E.P.T.U.N.A. – Nobre Enfermagem Poderosa Tuna Universitária Nos Açores
  • RExA – Real Extudantina dos Açores
  • TAESEAH – Tuna Académica da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo
  • T.U.S.A. – Tuna Universitas Scientiarium Agrariarum
N.E.P.T.U.N.A. -Nobre Enfermagem Poderosa Tuna Universitária nos Açores

Canada dos Melancólicos
9700-878 Angra do Heroísmo
Correio eletrónico: eternamenteneptuno1@gmail.com

A TAESEAH – Tuna Académica da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo nasceu em 1999. N.E.P.T.U.N.A. inspira-se no simbolismo do deus Neptuno, Senhor das Águas e Marés do Atlântico que banham as costas das Ilhas.

RExA – Real Extudantina dos Açores

A RExA – Real Extudantina dos Açores nasceu em 2007. A 24 de janeiro de 2009, apresentou-se ao público pela primeira vez no Auditório do Ramo Grande na Praia da Vitória. Nessa “I Gala da Real Extudantina dos Açores” estiveram presentes todas as tunas académicas da ilha Terceira. Como parte integrante do espetáculo, aconteceu ainda uma homenagem a músicos naturais da Praia da Vitória. No decorrer de 2009, a RExA atuou um pouco por toda a ilha, incluindo as Festas Sanjoaninas, Festas da Praia e os festivais de tunas que aconteceram na ilha (extra-concurso).

Em 2010, a RExA organizou a sua II Gala, no Auditório do Ramo Grande, homenageando, no decorrer da mesma, o músico e compositor Luís Gil Bettencourt. Deslocou-se ao Funchal, ilha da Madeira, para participar no X FESTA – Festival Internacional de Tunas do Atlântico, atuando ao lado de conceituadas tunas portuguesas e espanholas. No mês seguinte participou, a concurso, no festival Noites de Bruma que decorreu no Teatro Angrense.

Em 2011, levou a efeito a sua III Gala. Nesta edição coube a homenagem à intérprete e compositora Susana Coelho. Uma vez mais, participaram tunas académicas da ilha Terceira.

Em 2012, a RExA deslocou-se a Castelo Branco a convite da organização do XIII FITAs – Festival Internacional de Tunas Académicas em Castelo Branco. A partir desse ano, a participação da RExA a concurso em festivais internacionais, em representação da ilha Terceira e dos Açores, tornou-se anual.

Em 2013 participou no X “Terras de Cante” – Festival Internacional de Tunas Universitárias da Cidade de Beja e no ano seguinte (2014) no XV “El Açor” – Festival Internacional de Tunas em Ponta Delgada, assim como no X “Ciclone” – Festival de Tunas Cidade de Angra do Heroísmo, em Angra do Heroísmo.

Em 2015 apresentou-se na Covilhã, no XIII FESTUBI – Festival de Tunas da Universidade da Beira Interior e em 2016 no XVII “El Açor” – Festival Internacional de Tunas em Ponta Delgada e no XIV Festa Ibérica – Festival Internacional de Tunas Universitárias de Trás-os-Montes e Alto Douro na cidade de Vila Real.

Correio eletrónico: real.extudantina.acores@gmail.com

RExA - Real Extudantina dos Açores

RExA – Real Extudantina dos Açores, créditos Antero Ávila

TAESEAH

Tuna Académica da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo

Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo
9700-878 Angra do Heroísmo
Correio eletrónico: taeseah@hotmail.com

A TAESEAH nasceu a 17 de Janeiro de 1993. É constituída por 50 elementos de ambos os sexos, de todos os recantos de Portugal, desde o arquipélago açoriano até ao madeirense, de Faro a Monção. Realizou atuações um pouco por todo o Portugal Continental e Insular. Organiza o Olé Tunas – Festival de Tunas Académicas da Ilha Terceira (nona edição em 2011). 33 tunas e 1200 jovens de todo o País tinham-se apresentado em Angra, em 2011.

TAESEAH - Tuna Académica da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo

TAESEAH – Tuna Académica da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo

T.U.S.A. – Tuna Universitas Scientiarum Agrariarum

Universidade dos Açores, Campus de Angra do Heroísmo
Rua Capitão João d’Ávila
Pico da Urze
9700-042 Angra do Heroísmo
Correio eletrónico: tusa_ua@yahoo.co.uk

A T.U.S.A é a tuna masculina da Faculdade de Ciências Agrárias e do Ambiente de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores. Teve o seu nascimento no dia 1 de março de 2002. Conta com cerca de 25 elementos, todos de sexo masculino. A estreia desta tuna teve lugar no dia 31 de outubro de 2002, na festa da castanha, na Terra-Chã,  apadrinhada pela Tuna Académica Sons do Mar do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.

Organiza anualmente, na data do seu aniversário “O Ciclone”, Festival Internacional de Tunas, que já conta com 4 edições.

A T.U.S.A. orgulha-se de possuir um repertório constituído apenas por temas originais.

T.U.S.A. - Tuna Universitas Scientiarum Agrariarum

T.U.S.A. – Tuna Universitas Scientiarum Agrariarum

Grupo Folclórico e Etnográfico da Ribeirinha Recordar e Conhecer
Folclore em Angra do Heroísmo

Tradições, grupos e atividades no Concelho

  • Região: Região Autónoma dos Açores
  • Ilha: Terceira

06 grupos

  • Grupo de Baile à Antiga do Posto Santo
  • Grupo de Baile da Canção Regional Terceirense
  • Grupo de Balhos e Cantares da Ilha Terceira
  • Grupo Folclórico das Doze Ribeiras
  • Grupo Folclórico e Etnográfico da Ribeirinha Recordar e Conhecer
  • Grupo Folclórico “Os Bravos”
Grupo de Baile da Canção Regional Terceirense

O Grupo de Baile da Canção Regional Terceirense foi fundado na Sociedade Recreio dos Artistas e estreou-se em 16 de julho de 1966. O grupo foi fundado pelo músico Henrique Borba e pela poetisa Maria Francisca Bettencourt. É o mais antigo agrupamento de folclore em atividade na Ilha Terceira.

Em 1979 tornou-se um grupo autónomo e, dois anos mais tarde, despiu as roupas estilizadas, enveredando por uma indumentária representativa do trajar das várias camadas sociais do fina do século XIX até meados do século XX.

Participou em inúmeras atuações em Portugal e no estrangeiro, em festivais de folclore, na rádio e na televisão. O grupo é composto por 12 pares de bailadores, três cantadores, cinco cantadeiras, cinco tocadores de viola da terra e quatro tocadores de violão.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português.

GBCRT

Grupo de Baile da Canção Regional Terceirense

Grupo de Baile da Canção Regional Terceirense

Grupo das Doze Ribeiras

O Grupo das Doze Ribeiras foi fundado a 23 de abril de 1974, Dia de S. Jorge, padroeiro da freguesia das Doze Ribeiras.

GFDR

Grupo Folclórico das Doze Ribeiras

Grupo Folclórico das Doze Ribeiras

GFERRV

Grupo Folclórico e Etnográfico da Ribeirinha Recordar e Conhecer

Grupo Folclórico e Etnográfico da Ribeirinha Recordar e Conhecer

Grupo Folclórico “Os Bravos”

O Grupo Folclórico “Os Bravos” fundado em 15 de Julho de 1979 na Fanfarra Operária Gago Coutinho e Sacadura Cabral, em Angra do Heroísmo.

GFOB

Grupo Folclórico “Os Bravos”

Grupo Folclórico “Os Bravos”

Fontes do Musorbis Folclore:

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

Grupo Filarmónico Nossa Senhora das Mercês da Casa do Povo da Feteira

Filarmónicas de Angra do Heroísmo

História, bandas de música e atividades

Filarmónica do Espírito Santo da Casa do Povo de São Bartolomeu

A Filarmónica do Espírito Santo da Casa do Povo de São Bartolomeu foi fundada oficialmente em 1905. Porém, em 1900 havia já registo de um grupo organizado de músicos que praticavam esta atividade. Do seu curriculum constam as seguintes participações na Ilha terceira, S. Jorge, Pico; 1991, Faial, Flores. Realizou intercâmbios com a Banda Musical Alegretense, Alegrete – cidade de Portalegre, a Filarmónica “Minerva” – ilha de S. Miguel e Banda Maceirense, Maceira Leiria. Em 2005, celebrou e festejou o seu 100.º Aniversário. Participou em desfiles de rua, concertos, marchas de S. João, touradas de praça. Efetuou atuações nas Festas Concelhias da Praia da Vitória – desfiles de rua e marchas de S. João.

Filarmónica do Espírito Santo da Casa do Povo de São Bartolomeu

Filarmónica do Espírito Santo da Casa do Povo de São Bartolomeu

Na ilha do Pico participa nas festas da freguesia, em desfiles, cortejos de abertura de festas, pezinhos, bodos de leite. Atua em procissões e em Coroações realizadas nas Festas do Divino Espírito Santo. Tem cerca de 40 músicos, a maioria jovens. Costuma efetuar uma média de 15 a 20 atuações anuais. É dirigida, desde 2017, pelo maestro Paulo Azevedo, natural da Conceição, Angra do Heroísmo, que frequentou o Conservatório Regional desta cidade, integrou a Banda Lira Açoriana como musico e foi responsável pelo ensino de Música na Fanfarra Gago Coutinho e Sacadura Cabral.

Filarmónica do Sagrado Coração de Jesus

A Filarmónica do Sagrado Coração de Jesus, da freguesia dos Altares, foi fundada em 1879 e possui sede inaugurada em 1949. Mantém escola de música a funcionar regularmente, há cerca de 45 anos, e participa em diverss manifestações culturais da ilha Terceira. Possui cerca de 23 elementos no seu efetivo e, aproximadamente, dezena e meia de alunos. Em 2000, deslocou-se à Ilha das Flores, a fim de participar nas Festas da Semana do Emigrante. De passagem pela ilha do Faial, efetuou um concerto na Praça do Infante da cidade da Horta, primeira atuação fora da ilha Terceira.

Em 2000 recebeu, durante as Festas de Nossa Senhora de Lurdes dos Altares, a Banda Filarmónica de Alvega – concelho de Abrantes – no âmbito dum intercâmbio que continuou no ano de 2001, com a deslocação da Filarmónica do Sagrado Coração de Jesus a Alvega. Em 2004, celebrou 125 anos de existência. Em 2008, deslocou-se à ilha de S. Miguel, freguesia de Faial da Terra, no decorrer das festas de Nossa Senhora da Graça.

Participa nas procissões da freguesia, impérios do Divino Espírito Santo, festa de natal e do dia da freguesia, que tem lugar no mês de julho. Acompanha as tradicionais marchas de S. João e participa nos desfiles de filarmónicas que, habitualmente, ocorrem nas grandes festividades da Ilha – Sanjoaninas e Festas da Praia.

Filarmónica Nossa Senhora do Pilar

A Filarmónica Nossa Senhora do Pilar das Cinco Ribeiras é uma banda jovem, fundada em 1987. tendo como como primeiro regente Tomé Reis, natural da Ilha de São Jorge. Possui uma escola ativa onde é ministrada educação musical a cerca de 25 crianças e jovens. Em 2002, foi inaugurada a sua nova sede. Em 2007, foi composto um novo hino para a filarmónica por Antero Ávila, procedendo-se, deste modo, à substituição do antigo. Organizou o I Festival de Bandas Filarmónicas da Zona Oeste da Ilha Terceira, em 2010. No seu curriculum, conta com deslocações a diversas ilhas açorianas, entre as quais São Jorge, Pico, Flores, Graciosa e, ainda, a Portugal Continental no ano de 2002, a Alpiarça.

FNSPCR

Filarmónica Nossa Senhora do Pilar

Filarmónica Nossa Senhora do Pilar das Cinco Ribeiras, Angra do Heroísmo

Realiza por ano várias tocatas, quer na própria freguesia, quer em redor da ilha, desfiles nas festas Sanjoaninas e Festas da Praia, procissões de quaresma, festas do Espírito Santo e de verão, concertos em diversas festividades, marchas de São João, animação de pezinhos, bodos de  leite, participações em inaugurações e festivais, nomeadamente nos I, II e III Festivais de Bandas do Porto Judeu, realizados desde 2012.

Grupo Filarmónico Nossa Senhora das Mercês da Casa do Povo da Feteira

O Grupo Filarmónico Nossa Senhora das Mercês da Casa do Povo da Feteira foi fundado em 1984, por intervenção direta da Junta de Freguesia da Feteira. A primeira atuação pública desta agremiação musical foi a 27 de julho de 1986, coincidindo com a inauguração da reconstrução da Igreja Paroquial. A banda inicialmente, como presidente Francisco Rocha Pereira que, na altura, era presidente da Junta de Freguesia. Os primeiros maestros foram Fernando Ávila e Durval Festas e o primeiro professor da escola de música foi o José Rocha Toste.

Grupo Filarmónico Nossa Senhora das Mercês da Casa do Povo da Feteira

Grupo Filarmónico Nossa Senhora das Mercês da Casa do Povo da Feteira

O Grupo Filarmónico da Feteira, além de desfiles, tocatas e concertos realizados na ilha Terceira, já efetuou algumas digressões, designadamente, em 1990, na época carnavalesca, acompanhando a Toronto – Canadá, a Dança de Carnaval “Frei Luís de Sousa”. Em 1993, deslocou-se novamente ao Canadá, desta feita, a Montreal, onde foi convidado de honra para participar nas Festas de Hochelaga, em louvor do Divino Espírito Santo. Nesse ano, também participou na Festa do Emigrante, nas Lajes das Flores e nas Festas de São Mateus da Praia da Graciosa.

Em 2015, acompanhou a Marcha “Feteira Continua em Festa” à Ilha Graciosa. Devido ao reduzido número de elementos residentes na freguesia, conta com a ajuda e colaboração de músicos de outras filarmónicas. Possui uma escola de música, na qual são ministrados ensinamentos de iniciação musical e aulas práticas de instrumental de madeiras, palhetas, flautas e bocais/metais.

Sociedade Filarmónica União Católica da Serra da Ribeirinha

A Sociedade Filarmónica União Católica da Serra da Ribeirinha foi fundada em 1904 e tem como padroeiro São Pedro. Porém, festeja o seu aniversário no dia 8 de dezembro, homenageando Nossa Senhora das Graças. Inaugurou a sede em 1965, tendo-a reconstruído no ano de 2004.

SFUCSR

Sociedade Filarmónica União Católica da Serra da Ribeirinha

Sociedade Filarmónica União Católica da Serra da Ribeirinha

Tem realizado diversas atuações, na ilha Terceira e em outras ilhas do arquipélago. Em 2004, efetuou uma digressão pelos EUA e em 2010, deslocou-se ao Canadá. Em 2012, efetuou uma viagem ao continente, à zona da Grande Lisboa e, em 2014, ao distrito de Aveiro. Recebeu, em intercâmbio cultural, uma Banda de S. Jorge, uma de S. Miguel e outra do Continente. Tem a sua Escola de Música e realiza concertos, participa em festivais de bandas e promove oficinas de música, Teatro, Danças e Bailinhos de Carnaval, entre outras atividades de índole sociocultural.

Sociedade Filarmónica Rainha Santa Isabel

A Sociedade Filarmónica Rainha Santa Isabel, da freguesia das Doze Ribeiras, foi fundada em 1988. Possui cerca de meia centena de elementos com idades entre os 7 e os 55 anos e mantém em atividade, na sua dependência, uma escola de música fundada por Manuel Isaac Fagundes, com cerca de dez alunos.

Sociedade Filarmónica Rainha Santa Isabel

Sociedade Filarmónica Rainha Santa Isabel

Executa, anualmente, cerca de 40 serviços. Além de abrilhantar os festejos típicos da freguesia, tem marcado presença na Feira de São João e no Festival de Forcados, bem como nas Sanjoaninas, em Festivais de Bandas e em Organizações de eventos da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo. Em 2009, organizou os Concertos de Outono, uma iniciativa conjunta com a Sociedade Progresso Lajense. Em 2010, realizou o torneio “Músicos Sem Fronteiras”, uma seleção de jogos, com atividades que acompanham várias gerações. No mesmo ano, organizou a Comemoração dos 30 anos de Carreira do Maestro Durval Festa, no Teatro Angrense.

Em 2011, gravou alguns temas para o célebre programa da Antena 1 – Filarmonia e, em Abril do mesmo ano, a Sociedade das Doze Ribeiras foi palco de um espetáculo de fados, marcado pela interação entre músicos da Banda e Fadistas. Os “Fado Madrinho” foram acompanhados pela Banda em três fados orquestrados pelo maestro Durval Festa. Ainda em 2011, a Filarmónica tocou na Praça de Toiros (na Feira de São João) um pasodoble original (da autoria do maestro Durval Festa) escrito em homenagem àquela Instituição. Nesse contexto foi também realizado um Concerto de Homenagem integrado no programa das Festas Sanjoaninas 2011, cujo tema era “Angra, Festa Brava”.

Em 2012, gravou o primeiro CD, apresentado pelo maestro Marco Torre, marcando o início das Comemorações do 25º Aniversário da Banda. Seguiram-se a Semana de Festa em Louvor do Divino Espírito Santo, a apresentação do Grupo de Comédia e Variedades da Filarmónica, a viajem à ilha de S. Jorge e, no final do ano, a Festa de Encerramento das Comemorações, com um fim de semana de atividades, que culminou com a Cerimónia onde se prestou Homenagem a todos os Presidentes das 25 Direções, aos Maestros e aos Músicos Fundadores e foi apresentado novo fardamento.

Entre as deslocações efetuadas contam-se as participações em várias feiras Taurinas de São Jorge e da Graciosa, a presença em Festas da ilha do Pico e o concerto nas Portas do Mar, em São Miguel. No ano transato (2015), a Banda saiu do arquipélago, pela primeira vez, em Intercâmbio com a Banda Recreativa União Pinheirense, Albergaria-a-Velha, tendo realizado um Concerto no Cineteatro Alba.

Músicos naturais do Concelho de Angra do Heroísmo

Angra do Heroísmo é uma cidade açoriana localizada na costa sul da ilha Terceira, com cerca de 10800 habitantes na sua zona central e 21300 habitantes na área urbana, sede de um município com 239 km² de área e 35402 habitantes, subdividido em 19 freguesias.

O Musorbis, em desenvolvimento, tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical do Concelho.

Carlos Alberto Moniz

Carlos Alberto Moniz, cantautor

Carlos Alberto Moniz, cantautor

Miguel Maduro-Dias

Miguel Maduro Dias, baixo-barítono, de Angra do Heroísmo

Miguel Maduro Dias, baixo-barítono, de Angra do Heroísmo © Operar|te/NVstudio

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Destaca-te no Musorbis

Destaca-te no Musorbis

Miguel Maduro-Dias

Miguel Maduro-Dias, baixo-barítono, natural de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, ingressou, em 2009, no Departamento de Música da EBS Tomás de Borba, com Luísa Alcobia Leal (Canto), Antero Ávila (Composição) e José Sousa (Guitarra). No ano letivo de 2013/14, transferiu-se para Aveiro onde prosseguiu os estudos musicais na Universidade de Aveiro com Isabel Alcobia, com quem completa a Licenciatura e o Mestrado em Ensino de Música, vertente Canto.

Procura diversificar a sua actividade entre o Canto a solo, em ensemble e em coro, destacando-se alguns projectos como: Die Zauberflöte e Don Giovanni de W. A. Mozart; a Matthäuspassion e Johannespassion de J. S. Bach; The Creation de J. Haydn; História Trágico-Marítima de Fernando Lopes-Graça.

Através do workshop Preparing Stage Singing (2016), apresentou-se na Fundação Calouste Gulbenkian no papel de Simone na ópera Gianni Schicchi de G. Puccini. Participou na Berlin Opera Academy 2019, onde preparou o papel de Bartolo na ópera Le nozze di Figaro de W. A. Mozart, que já havia interpretado (também como Antonio) no Festival Zêzere Arts 2018. Em colaboração com a all’Opera, apresentou-se como Norton na ópera La cambiale di matrimonio de G. Rossini (2019) e integrou o coro em L’Elisir d’amore de G. Donizetti (2019). É membro fundador e residente da companhia Operar|te desde 2019, com a qual já interpretou o papel de Basilio em Il barbiere di Siviglia de G. Rossini.

Estreou, em 2019: o ciclo de canções Frédéric Chopin no Inverno de Maiorca de Miguel Vasconcelos; a ópera Geraldo e Samira de Amílcar Vasques-Dias (Artes à Rua, Évora); e duas óperas de um ato de Marco Benetti e Nuno Costa em La Biennale di Venezia 2019.

Nos XXVIII Cursos Internacionais de Música da Casa de Mateus, teve a oportunidade de trabalhar com María Cristina Kiehr. Participa também em várias classes de aperfeiçoamento com Pierre Mak, Susan Waters, João Paulo Santos, Helen Lawson e Ulrike Sonntag.

Além de ter interpretado papéis de Teatro Musical, partilha um gosto pelo canto coral, tendo já sido membro do Coro Gulbenkian, e membro fundador dos Moços do Coro e da associação homónima, na qual partilha a direção com Nuno Miguel de Almeida, maestro do ensemble.

HISTÓRIA DA MÚSICA

Pe. Tomás Borba

Tomás Borga, pedagogo e musicógrafo

Tomás Borga, pedagogo e musicógrafo

Órgão da Igreja de Nossa Senhora da Guia (Angra do Heroísmo)

Angra do Heroísmo: Órgão da Igreja de Nossa Senhora da Guia

Órgão da Igreja de Nossa Senhora da Guia

Órgão da Igreja de Nossa Senhora da Guia

O órgão da Igreja Nossa Senhora da Guia foi construído no ano de 1788, por António Xavier Machado e Cerveira, o mais conceituado organeiro português de todos os tempos, que construiu mais de cem instrumentos deste género. Este órgão, que ostenta o n.º 22, é um dos instrumentos mais antigos saídos de suas mãos e, destes, o mais antigo nos Açores, obedecendo a regras de construção muito próprias da escola de organaria portuguesa do Século XVIII, que caracterizam o órgão português e que permitem distingui-lo dos construídos por outras escolas.

A investigação efetuada por Dinarte Machado permite concluir que um número deveras elevado de órgãos foi criado por António Xavier Machado e Cerveira para os conventos franciscanos, destacando-se de entre eles o do convento de São Francisco de Angra do Heroísmo, propositadamente encomendado para este espaço, como testemunham as insígnias do florão sobre o castelo de tubos central.

Trata-se de um instrumento dos mais curiosos do ponto de vista da organização do seu plano tonal, pois a sua composição revela o que era solicitado a um instrumento do género naquela época. A registação proporciona acentuados registos de mutação e a existência de um pisante permite criar planos sonoros diferentes, o que era uma prática exigida pelo modelo da polifonia daquele tempo.

A colocação deste órgão junto ao coro, numa tribuna do lado do Evangelho (lado esquerdo dos fiéis), virado para a nave central, é também de realçar, dado que se trata atualmente do único órgão a permanecer no seu local original. Esta localização, além de permitir que os frades exercessem o seu dever de louvar a Deus pelo canto, sem se misturarem com os leigos ou frades menores, criava igualmente a aparência de um certo “mistério”, escondendo os intervenientes que não deviam aparecer, como é o caso dos foleiros.

A alimentação do vento era feita recorrendo à força humana. Um foleiro acionava três foles cuneiformes de ação suspensa, colocados no exterior do instrumento, num sótão construído para o efeito e localizado mais atrás, escondido da assistência e com acesso a partir de uma antecâmara do coro. Durante o Século XIX, essa plataforma foi desmantelada, colocando-se dois desses três foles, sobrepostos, no interior da caixa, o que implicou sacrificar alguns dos registos existentes, de forma a ganhar espaço para aqueles dispositivos.

FICHA TÉCNICA

Produção
Museu de Angra do Heroísmo
Coordenação
Helena Ormonde
Textos
Ana Lúcia Almeida
Dinarte Machado
Francisco Maduro-Dias

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

um só teclado manual cujo âmbito é: C ——— c3 c#3 ———– e5;
¬ um pisante para anular os registos de cheios e mutação;
¬ dois pisantes para fazer soar os tambores acústicos;
¬ diapasão encontrado e aplicado: 430 Hz;
¬ pressão do vento atual: 68 mm ca;
¬ temperamento desigual, próximo do utilizado na época da construção
do instrumento.

REGISTAÇÃO

MÃO ESQUERDA
¬ Trompa Real
¬ Resímbala de 3 vozes
¬ Símbala de 4 vozes
¬ Compostas de vinte dozena 5 v
¬ Compostas de 19ª de 3 vozes
¬ Dozena
¬ Quinzena
¬ Flautado de 6 tapado
¬ Flautado de 6 aberto
¬ Flautado de 12 tapado
¬ Flautado de 12 aberto

MÃO DIREITA
¬ Clarim
¬ Corneta de 5 vozes
¬ Resímbala de 3 vozes
¬ Símbala de 4 vozes
¬ Compostas de 19ª de 4 vozes
¬ Voz Humana
¬ Flauta em 12
¬ Flautim
¬ Oitava Real e 15ª de 3 vozes
¬ Flautado de 12 tapado
¬ Flautado de 12 aberto

Convento de São Francisco, Angra do Heroísmo, Açores

RUÍNA E RESTAURO

Este instrumento, que já se encontrava em muito mau estado desde os anos sessenta do Século XX, foi atingido, aquando do sismo de 80, pela derrocada parcial de um dos arcos da igreja de N.ª Sr.ª da Guia, sendo desmontado em 1981/2, por Luís Esteves Pereira, não tendo sido encontradas referências de desmontagem, o que levou a que a sua recuperação dentro dos traços originais se convertesse num processo moroso de investigação.

O que mais notabiliza o trabalho executado pelo mestre organeiro Dinarte Machado é a recuperação de 85% dos tubos sonoros originais, que, integrados no instrumento atualmente conservado e restaurado, garantem uma sonoridade muito próxima daquela para que foi construído.

Num universo de 1.174 tubos sonoros, labiais e palhetados, criaram-se apenas todos os tubos para os registos de Corneta de m.d., Símbala de m.e., Trompa Real de m.e. e alguns tubos intercalados, num total de 263 tubos novos.A decoração, a folha de oiro, dos tubos de fachada é a do Século XVIII.

Os dois foles originais existentes foram, também, reutilizados e procurou-se um compromisso para aproximar o mais possível este instrumento histórico das suas características iniciais, dado ter sido decidido que o sistema de sótão com três foles não seria reposto, aquando do restauro. Foram mantidos dentro da caixa, mas lado a lado e mais atrás, de modo a permitir a reposição dos tabuões e conjuntos de tubos dos registos que haviam sido suprimidos no Século XIX, a saber: Trompa Real m.e., parte dos tubos de flautado de 12 aberto m.e. e os tambores acústicos.

A nova disposição destes elementos e a nova colocação dos foles permite dizer que falta apenas o sótão para que todo o conjunto apresente a configuração arquitetónica e sonora originais.

A caixa foi igualmente alvo de intervenção paralela por parte dos técnicos da Direção Regional da Cultura, de modo a consolidá-la e a restitui-la à sua configuração original, retirando-lhe aberturas e funcionalidades introduzidas no Século XIX.

Em termos gerais, o restauro efetuado por Dinarte Machado e a sua equipa logrou recuperar mais de 80% do conteúdo histórico sonoro do instrumento, numa totalidade de mais de 1000 peças.

RELEVÂNCIA DOS AÇORES NA CERTIFICAÇÃO DA ESCOLA PORTUGUESA DE ORGANARIA

É através da ação das ordens monásticas que a música e nomeadamente os órgãos aportam aos Açores. Desde o povoamento que aqueles foram chegando, em forma de positivos ou portativos, pequenos instrumentos que integravam a bagagem dos missionários quer, fossem eles Franciscanos, Jesuítas, ou pertencentes a outras congregações, como é o caso das Clarissas.

A abordagem musical levada a cabo nas diferentes regiões ainda não se tinha particularizado. As solicitações feitas aos instrumentos eram basicamente as mesmas, pelo que estes não apresentavam características que os distinguissem e os constituíssem em escola.

Mais tarde, porém, a particularização das práticas musicais nos vários países vai determinar a construção de instrumentos com aspetos diferenciados, originando um formato cultural identificativo dos mesmos. À criação destas escolas, Dinarte Machado chama regionalização, uma vez que estes instrumentos não só se definem como sendo do país A ou B, mas também se diferenciam por cada região.

Em Portugal, até ao terramoto de 1755, não se faziam ainda sentir estas nuances, nem a nível dos instrumentos nem no modo de musicar, e assim coexistiam instrumentos de escola nórdica, incluindo a flamenga, com outros de origem ibérica. Todavia, por razões de natureza política e de transporte, no Século XVIII, a relação com o Sul de Itália, e
especialmente com Nápoles, estreita-se. Depois do terramoto, são muitos os artistas italianos em Portugal, entre os quais organeiros. Logo em 1756, são encomendados vários órgãos de armário, para colmatarem as faltas existentes. Desta maneira, as liturgias podiam ser musicadas, mesmo sem decorrerem em locais construídos para esse fim, já que, apesar das igrejas estarem na sua grande maioria destruídas, as cerimónias religiosas continuavam a realizar-se.

Com estes instrumentos criam-se modos de musicar, coincidentes com a escola de Roma e com a antiga Patriarcal (seminário) em Lisboa, adaptados aos mesmos, e levando a que os organistas se habituem a eles.

No último quartel do Século XVIII, começa a destacar-se a obra de uma família de organeiros portugueses, nomeadamente Bento Fontanes e Joaquim António Peres Fontanes, ambos filhos de Fontanes de Maquera, natural de Ponte Vedra, autores do antigo órgão grande da de Angra, dos de São Gonçalo e St.ª Bárbara, na ilha Terceira, e dos de S. José e do Carmo, em S. Miguel. Por esta altura, surge também uma outra figura grande da organaria portuguesa, originária do norte de Portugal: Manuel Teixeira de Miranda, escultor e construtor de órgãos como os de Lorvão e Santa Maria de Belém, em Lisboa. O seu filho, António Xavier Machado e Cerveira, e Joaquim António Peres Fontanes são considerados os criadores da escola de organaria portuguesa.

Os dois inventaram um tipo de instrumento muito próprio, cujos aspetos técnicos e artísticos o diferenciam dos que particularizam outras escolas. Muito embora possam ter algumas semelhanças com os órgãos do país vizinho, hoje, perante o conhecimento que se tem destes instrumentos, torna-se errado continuar a generalizar, deixando de especificar as caraterísticas próprias da escola de organaria portuguesa do Século XVIII, que dão resposta e expressão ao gosto e forma de musicar nacionais. São, tal como acontece com este de N.ª Sr.ª da Guia do antigo convento de São Francisco de Angra, órgãos de organaria portuguesa.

A existência desta escola foi apresentada e justificada, internacionalmente, pela primeira vez, em intervenção feita por Dinarte Machado, no Congresso Internacional de Organaria, realizado em Mafra, em 1984. Para a sua certificação, contribuiu de forma decisiva o inusitado número de instrumentos provenientes dessa escola, existente nos Açores, cujas qualidades únicas, sobretudo graças ao restauro de que têm vindo a ser alvo, podem ser, hoje, devidamente apreciadas.

CONCERTO INAUGURAL APÓS O RESTAURO, 24 DE MARÇO DE 2012

Após o acurado trabalho de restauro efetuado por Dinarte Machado, o órgão histórico da igreja de N.ª Sr.ª da Guia voltou a fazer-se ouvir, a 24 de Março de 2012, pelas mãos do exímio organista João Vaz. A programação do recital foi por ele especialmente construída para evidenciar a capacidade, a riqueza e a variedade tímbricas deste instrumento e facultar uma breve panorâmica da produção organística na Europa, nos Séculos XVII e XVIII.

Quanto às particularidades do instrumento, há a assinalar a escolha de peças como Cuatro piezas de clarines (Anónimo, Espanha, Séc. XVII), que, no dizer de João Vaz, “exploram a sonoridade penetrante dos tubos de palheta dispostos horizontalmente na fachada do órgão, uma das características mais marcantes dos órgãos peninsulares seiscentistas e setecentistas”. Por seu turno, a Aria XXII (Giuseppe Paganelli, Nápoles, 1710/ca.1763) foi incluída por fazer “ouvir a sonoridade ondulante do registo de Voz humana, particularidade só encontrada nos órgãos italianos e portugueses do Século XVIII”. O Meio Registo de 2.º tom (Diogo da Conceição, Portugal, Séc. XVII) foi igualmente selecionado por explorar “uma outra característica dos órgãos ibéricos: o teclado partido, (…) sistema que permite a coexistência de dois timbres diferentes num só manual.” Outras obras, como as variações sobre a ária Jesu du bist allzu schöne (Georg Böhm, Alemanha,1661/1733), apresentaram sucessivamente várias sonoridades contrastantes.

“A viagem pela história da produção organística”, ainda segundo João Vaz, incluiu a “audição de um repertório escrito ao longo de dois séculos”. Obras de Francisco Correa de Arauxo (Espanha, 1584/1654), Dietrich Buxtehude (Alemanha, 1637/1707), Joan Cabanilles (Espanha, 1644/1712) e Johann Sebastian Bach (Alemanha, 1685/1750) “testemunharam a diversidade da cultura organística europeia”. À severa estrutura polifónica de Frei Domingos de São José (Portugal, Séc. XVII) seguiu-se a audição de obras de Carlos Seixas (Portugal, 1704/1742) de “linguagem cravística e italianizante” e, finalmente, de Sonata para órgão em Ré maior, de Marcos Portugal (Portugal, 1762/1830), de forma a ilustrar diacronicamente a produção portuguesa para órgão.
Saliente-se que esta última obra “com as suas alternâncias entre o Cheio, Clarins e solos de Flauta, foi concebida tendo em mente o tipo de órgão produzido por Machado e Cerveira e, sendo praticamente contemporânea do instrumento da Igreja do Convento de São Francisco, encontra nele um meio de expressão ideal.”

Informação facultada pelo Museu de Angra do Heroísmo

Igreja da Misericórdia de Angra do Heroísmo
Órgãos de tubos do concelho de Angra do Heroísmo [7]

[ Ilha Terceira ]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja do Colégio

[ Igreja do Palácio dos Capitães Generais ]

Igreja do Colégio

Igreja do Colégio

A Igreja do Colégio possui um órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 56, construído em 1798, restaurado por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, em 1994.

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição

A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição possui um órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 81, construído em 1815, restaurado por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, em 1996.

Igreja da Misericórdia de Angra do Heroísmo

Igreja da Misericórdia de Angra do Heroísmo

Igreja da Misericórdia de Angra do Heroísmo

A Igreja da Misericórdia de Angra do Heroísmo possui um órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 104, construído em 1829, restaurado por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, em 1998.

Positivo de armário com portadas abertas

Órgão da Igreja da Misericórdia de Angra do Heroísmo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Angra do Heroísmo

Igreja Matriz de Santa Bárbara

[ Santa Bárbara de Nicomédia ]

Igreja Matriz de Santa Bárbara

Igreja Matriz de Santa Bárbara

órgão histórico da autoria de Joaquim António Peres Fontanes, 1793.

Igreja do Convento de São Francisco

[ Nossa Senhora da Guia ]

Igreja de São Francisco

Igreja de São Francisco

A Igreja de Nossa Senhora da Guia, anexa ao Edifício de São Francisco, é um edifício de arquitetura religiosa de estilo chão, estilo arquitetónico português marcado pela austeridade das formas. Ergue-se sensivelmente no mesmo local de uma pequena capela mandada construir, ainda no século XV, com o mesmo orago, pelo capitão Afonso Gonçalves de Antona Baldaia, um dos primeiros povoadores da Ilha junto à sua moradia. Lugar-tenente de Álvaro Martins Homem, acompanha-o quando este toma pose da Capitania da Praia, em 1474, doando a casa aos primeiros frades franciscanos que para aqui vieram, tendo a capela passado a servir como igreja conventual.

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Nossa Senhora da Guia

Órgão da Igreja de Nossa Senhora da Guia

A Igreja de Nossa Senhora da Guia possui um órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 22, construído em 1788, restaurado por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, em 2011.

Igreja do Recolhimento de São Gonçalo

[ do antigo Convento de São Gonçalo ]

Igreja do Recolhimento de São Gonçalo

Igreja do Recolhimento de São Gonçalo

A Igreja do Recolhimento de São Gonçalo possui um órgão histórico da autoria de Joaquim António Peres Fontanes, 1793, restaurado por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, em 1996.

Montra do órgão

Órgão da Igreja do Recolhimento de São Gonçalo

Órgão da Igreja do Recolhimento de São Gonçalo

[ Catedral ] de Angra do Heroísmo

[ Igreja do Santíssimo Salvador ]

A de Angra do Heroísmo possui um órgão de três teclados manuais e pedaleira localizado no coro alto, composto de 1 586 tubos sonoros, da autoria de Dinarte Machado Atelier Português de Organaria, 1993, n.º 1.

Montra do grande órgão

Órgão da Sé de Angra do Heroísmo

Órgão da de Angra do Heroísmo