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Tuna Universitária de Beja
Tunas de Beja

Fonteswww.portugaltunas.com, redes sociais e pesquisa em motores de busca

  • ESE’s Tunis – Tuna Académica da Escola Superior de Educação de Beja
  • ESTIGMA TunaTuna Feminina da ESTIG de Beja
  • Ma’ESTIG’Ama TunaTuna Académica Masculina da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Beja
  • Semper Tesus Beja
  • TAEB – Tuna Académica de Enfermagem de Beja
  • Tuna Feminina Universitária de Beja
  • Tuna Moça – Tuna Feminina da Escola Superior Agrária de Beja
  • Tuna Universitária de Beja
Tuna Universitária de Beja

Tuna Universitária de Beja

ESE’s Tunis

Tuna Académica da Escola Superior de Educação de Beja

ESTIGMA Tuna

Tuna Feminina da ESTIG de Beja

ESTIGMA Tuna, Tuna Feminina da ESTIG de Beja

ESTIGMA Tuna, Tuna Feminina da ESTIG de Beja, na Ovibeja, 2018

Ma’ESTIG’Ama Tuna

Tuna Académica Masculina da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Beja

Tlm. (+00 351) 924 201 290
Correio eletrónico: maestigama@gmail.com

Ma’ESTIG’Ama Tuna - Tuna Académica Masculina da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Beja

Ma’ESTIG’Ama TunaTuna Académica Masculina da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Beja

Semper Tesus Beja

Tuna Académica

A Tuna Académica Semper Tesus comemorou 20 anos em 2011 com o FiTAL PAX JVLIA. O Festival de Tunas a 25 de novembro contou com as tunas TAUE, TUALLE, TUSA, DESERTUNA, TAEB e Tuna Moça.

TAEB

Tuna Académica de Enfermagem de Beja

TAEB - Tuna Académica de Enfermagem de Beja

TAEB – Tuna Académica de Enfermagem de Beja

TFUB

Tuna Feminina Universitária de Beja

Em 2015, organizou o I Encontro de Tunas – Solidário, com a presença da ESE’s Tunis (Tuna Académica da Escola Superior de Educação), TAEB, TFUB, MA’ESTIGama Tuna, TUB e SEMPER TESUS.

TUB

Tuna Universitária de Beja

A TUB organizou em 2018 o XIV Festival Internacional de Tunas Universitárias Diogo Venes, com atuações da Tuna de Derecho de Almeria (Espanha), TINTUNA (Tuna Académica de Egas Moniz), TROVANTINA (Tuna Masculina do Instituto Politécnico de Leiria), TAUE (Tuna Académica da Universidade de Évora), TUMA-MUS (Tuna Médica da Universidade da Beira Interior), e TAEB (Tuna Académica de Enfermagem de Beja).

Tlm. (+00 351) 968 354 055
Correio eletrónico: tub.beja@gmail.com

Tuna Universitária de Beja

Tuna Universitária de Beja

Festivais de Tunas
  • Encontro de Tunas – Solidário
  • Festival Internacional de Tunas Universitárias Diogo Venes
  • FiTAL PAX JVLIA
Sociedade Filarmónica Capricho Bejense, de Beja
Filarmónicas de Beja

Bandas de música, história e atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica Capricho Bejense

Sediada na Rua da Moeda, nº 10, na freguesia e concelho de Beja a Sociedade Filarmónica Bejense é uma associação de natureza cultural e recreativa,  constituída a 29 de outubro de 1921, e alteração de estatutos em 2005.

SFCB

Sociedade Filarmónica Capricho Bejense, de Beja

Sociedade Filarmónica Capricho Bejense, de Beja

Grupo Coral Os Bubedanas
Folclore em Beja

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Alentejo (Baixo Alentejo)
  • Distrito: Beja

02 grupos

  • Grupo Coral Cantadores do Desassossego
  • Grupo Coral Os Bubedanas
Grupo Coral Cantadores do Desassossego

A eleição do cante alentejano como Património Cultural Imaterial da Humanidade, em 2014, deu nova força às modas cantadas nos campos durante a ceifa do trigo e nas tabernas, no fim da jornada de trabalho.

Em janeiro de 2015, nasceu em Beja o grupo coral Cantadores do Desassossego, composto por 26 homens a cantar o Alentejo. O grupo começou logo após o cante alentejano ser aclamado como património, com uma reunião de amigos.

Embora se trate de um grupo recente, os Cantadores já mostraram as modas do cancioneiro alentejano em atuações dentro e fora de Portugal, preservando, assim, a identidade sonora da região.

Grupo Coral Cantadores do Desassossego

Grupo Coral Cantadores do Desassossego

Grupo Coral Os Bubedanas

Os Bubedanas nasceram em 2011, em Beja. O grupo é constituído por 20 jovens, entre os 16 e os 23 anos de idade, que se ensaiam sozinhos, e num curto espaço de tempo já conseguiu mostrar que os seus membros também têm “o cante nas veias”.

“Castelo de Beja” é a moda que os Bubedanas cantam em todos os seus concertos e com a qual têm levado o cante mais longe, através das vozes de 20 jovens, que fazem acreditar que esta forma de cantar está bem entregue e preservada.

Grupo Coral Os Bubedanas

Grupo Coral Os Bubedanas, 2014

Grupo Coral Os Bubedanas

Grupo Coral Os Bubedanas

Fontes do Musorbis Folclore:

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

António Zambujo, cantor, de Beja
Música e Músicos do Concelho de Beja

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Abel Viana (folclorista, 1896-1964)
  • Ana Paula Russo (soprano, 1959)
  • António Zambujo (cantor, 1975)
  • Buba Espinho (cantor)
  • Carlos Gonçalves (guitarrista, 1938)
  • João Segurado (organista, 1984)
  • José Domingos Brandão (violoncelista, 1904-1983)
  • Manuel Joaquim Delgado (folclorista, 1910-1910)
  • Tonicha (cantora, 1946)
Ana Paula Russo

Ana Paula Russo nasceu em Beja.

Completou o Curso Superior de Canto do Conservatório Nacional, estudou em Salzburg e Luzern com Elisabeth Grümmer e H. Diez e trabalhou com Gino Becchi, C. Thiolass, Regine Resnick e Marimi del Pozo. Licenciou-se em Canto pela Esc. Superior de Música de Lisboa.

Como solista tem actuado em inúmeros concertos de “Lied”, ópera e oratória, quer em Portugal, quer no estrangeiro (Espanha, França, Bélgica, País de Gales, Itália, Macau, Canadá, Estados Unidos). Destacam-se, nomeadamente, trabalhos para a Fundação Calouste Gulbenkian, RTP, RDP, a Europália-91 (em Bruxelas), espectáculos no âmbito de Lisboa 94 – Capital da Cultura e a participação, entre outros, nos Festivais de Música dos Capuchos, Leiria, Estoril, Algarve, Póvoa de Varzim, Figueira da Foz, Ischia e no Festival Internacional de Macau. Dos muitos concertos e recitais destacam-se obras como “O Livro dos Jardins Suspensos” de A. Schönberg, “Les Noces” de Stravinsky, “Les Illuminations” de Britten, a Cantata op.29 de Webern, obras de A. Chagas Rosa, os “Carmina Burana” de Orff e as Operetas “Monsieur Choufleuri.” e “Bataclan” de Offenbach.

Clique AQUI para ler a biografia completa.

Ana Paula Russo, soprano, de Beja

Ana Paula Russo, soprano, de Beja

António Zambujo

Ainda pequeno, António Zambujo (Beja, 19 de setembro, 1975-) apaixonou-se pelo Fado e pelas vozes de Amália Rodrigues, Maria Teresa de Noronha, Alfredo Marceneiro, João Ferreira Rosa, Max entre muitos outros. Estava habituado a cantar em família e entre amigos, e aos 16 anos chegou mesmo a ganhar um concurso de fado.

Cresceu a ouvir o cante alentejano. A harmonia das vozes, a cadência das frases e o tempo de cada andamento, foram para sempre uma influência. Nascido em Beja, em 1975, António Zambujo começou a estudar clarinete com 8 anos, estreando-se no Conservatório Regional do Baixo Alentejo.

Ainda pequeno, apaixonou-se pelo Fado e pelas vozes de Amália Rodrigues, Maria Teresa de Noronha, Alfredo Marceneiro, João Ferreira Rosa, Max entre muitos outros. Estava habituado a cantar em família e entre amigos, e aos 16 anos chegou mesmo a ganhar um concurso de fado.

Clique AQUI para ler a biografia completa.

António Zambujo, cantor, de Beja

António Zambujo, cantor, de Beja

Buba Espinho

Natural de Beja, Buba Espinho desde cedo vive e sente a música de raiz intensamente, pela mão do pai, também músico, que lhe transmitiu a importante missão de a preservar. A relação entre dois patrimónios culturais imateriais da humanidade, o Cante Alentejano e o Fado, sente-se quando o ouvimos e está bem presente no seu álbum de estreia.

Se o Cante Alentejano surgiu de pequeno com Buba, o Fado apareceu mais tarde, mas de forma natural, como a estética que percebeu que iria cruzar em perfeita harmonia as influências das suas raízes. Jovem, Buba tem já uma longa história na música, primeiro no Cante, onde integrou diversos grupos, os Adiafa, A Moda Mãe, Os Bubedanas, Mestre Cante e Há Lobos Sem Ser na Serra…

Um vasto caminho que chegado a 2016, e assumindo já o seu lugar como fadista, venceu a Grande Noite do Fado no Coliseu dos Recreios, tornando-se numa das mais aguardadas promessas da nova geração fadista. Aí decidiu iniciar uma carreira a solo. Fez os seus primeiros concertos a solo, explorou a composição e as suas primeiras canções foram gravadas. Desde então tem sido convidado regular em espetáculos de grandes nomes da música portuguesa: Rui Veloso, Ana Moura, António Zambujo, Celina da Piedade, Júlio Resende, entre muitos outros.

Buba Espinho, cantor, de Beja

Buba Espinho, cantor, de Beja

De Beja partiu para Lisboa, com passagem pelas mais icónicas casas de Fado da cidade, do Faia a Casa de Linhares, do Clube de Fado à Adega Machado, e daqui para os principais palcos nacionais, com marcantes atuações no Festival NOS Alive, no Coliseu de Lisboa, Coliseu do Porto, Casa da Música, CCB, Ovibeja, e muitos mais. Para além de Portugal, Buba, trilha ainda uma carreira que se prevê também de sucesso internacional, passando já por países como Inglaterra, Timor, Canadá, Espanha, Áustria, Suíça, França…

2020 trouxe o seu primeiro disco de estúdio, e a difícil harmonia entre a juventude e a tradição, entre o interior e o litoral, o legado de gerações da música de raiz portuguesa com a coragem e determinação de arriscar e inovar. O álbum inclui “Roubei-te um Beijo”, o primeiro single, que conta com a participação de António Zambujo no single e no vídeo. Foi escrito por Armando Torrão, cantador e autor do Cancioneiro Modas Populares do Concelho de Serpa.

Buba Espinho e António Zambujo são da mesma terra rural, onde poucos são os que arriscam, e ao ver uma personalidade como o Zambujo, a arriscar e a alcançar o sucesso, as gerações mais novas, vindas do mesmo meio, acreditem em alcançar outros e novos objetivos que não serão possíveis no interior.

Destaque ainda neste álbum para o segundo single “Olhos de Mel” e participações de Tiago Nacarato e Diogo Brito e Faro, no tema “Zefa” e de Raquel Tavares na canção “O Verão, O Alentejo e os Homens”. “Jardim Paraíso”, outra canção deste álbum, tem letra de João Monge e música de António Zambujo.

Carlos Gonçalves
Carlos Gonçalves, de seu nome completo Carlos dos Santos Gonçalves, nasceu em Beja, no dia 3 de junho de 1938. Morreu no dia 23 de março de 2020, com 81 anos, em Lisboa.

Influenciado pelo pai, que tocava bandolim, cedo começou a interessar-se por música tendo para o efeito aprendido solfejo. Chegou mesmo a tocar clarinete na Banda Capricho, em Beja, mas a sua paixão era a guitarra portuguesa, que se habituou a ouvir nos programas emitidos pela Emissora Nacional, através dos mestres José Nunes e Raul Nery, suas referências fundamentais.

Oriundo de uma família modesta, não dispunha de rádio e era numa taberna próxima que, ainda jovem, ia ouvir religiosamente os programas semanais de 20 minutos de fados e guitarradas. Com excelente ouvido e memória musicais, captava os sons que ouvia e, de seguida, corria para casa, pegava na guitarra que lhe haviam emprestado e tentava reproduzir, dentro dos moldes possíveis e à sua maneira, o que ouvira na rádio. Foi desta forma, quase autodidata, que conseguiu aprender a tocar guitarra portuguesa, revelando simultaneamente uma enorme destreza técnica.

Leia AQUI a biografia completa.

João Segurado

João Segurado nasceu em Beja, em 1984. Iniciou os estudos musicais no Conservatório local, onde estudou piano e órgão.

É licenciado em órgão pela Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou sob a orientação de António Esteireiro (órgão e improvisação).

Concluiu o III Curso Nacional de Musica Sacra, na vertente de órgão, realizado em Fátima, entre 2003 e 2006. Frequentou classes de aperfeiçoamento com Franz Josef Stoiber, Hans-Ola Ericsson, João Vaz, José Uriol entre outros.

Participou nos ciclos “Jovens Organistas em Aveiro” e “Jovens Organistas em Lisboa” assim como nos recentes Festivais Internacionais de órgão de Lisboa.

Leia AQUI a biografia completa.

Tonicha

Antónia de Jesus Montes Tonicha Viegas, mais conhecida como Tonicha (Beja, 8 de março de 1946) é uma cantora portuguesa.

Tonicha, cantora, de Beja

Tonicha, cantora, de Beja

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Destaca-te no Musorbis

Destaca-te no Musorbis

Sé de Beja

Órgãos de tubos do concelho de Beja [3]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Museu Regional de Beja

[ Igreja do Convento de Nossa Senhora da Conceição ]

Museu Regional de Beja

Museu Regional de Beja

A Igreja do Convento de Nossa Senhora da Conceição de Beja é um edifício de arquitetura religiosa, gótica, manuelina e revivalista neo-manuelina. É uma igreja conventual com divisão espacial típica de cenóbio feminino, originalmente com duplo coro profundo (posteriormente substituído por coro alto), espaço unificado da nave (inicialmente com cobertura de madeira), capela-mor mais baixa com abóbada de 2 tramos, polinervada estrelada, evidenciando um carácter experimental com nervuras de diferentes perfis. Apresenta estrutura e modinatura do portal principal e platibanda características do período final do gótico, mostrando influência do Mosteiro da Batalha. O portal da Sala do Capítulo é gótico. Ajimezes de arcos em ferradura revelam influências mudejáres. O portal manuelino transferido para a fachada NO é decorado com as armas reais. Tem retábulos de talha dourada barroca nas Capelas de São João Baptista, de São Francisco e de Nossa Senhora do Desterro, no claustro. Destacam-se os azulejos seiscentistas ( 1ª, 2ª e 4ª quadras) e setecentistas (3ª quadra) no claustro, bem como apainelados em talha dourada rococó na Igreja. O convento na sua maioria é reconstrução oitocentista evidenciando o espírito revivalista da mesma, reintegrando elementos vindos de outros locais. O desequilíbrio de proporções do interior da igreja é originado pelo restauro que retirou os 2 coros sobrepostos que ocupavam parte da atual nave. Os azulejos recortados azuis e brancos são atribuídos a Policarpo de Oliveira Bernardes. A janela gradeada exposta no 2º piso do Museu é um ex-Libris do Alentejo que evoca a paixão de Mariana Alcoforado pelo Mestre de Campo Noel Bouton expressa nas suas “Lettres Portugaises”.

Fonte: Monumentos

[ Catedral ] de Beja

[ Igreja de Santiago Maior ]

Sé de Beja

de Beja

A Igreja de São Tiago é um edifício de arquitetura religiosa, maneirista, barroca, revivalista. Igreja paroquial de fundação tardo quinhentista, intervencionada no séc. XVII e após o terramoto de 1755 e profundamente reformulada no 2.º quartel do séc. XX para adaptação a catedral. A estrutura primitiva do templo (que essencialmente se mantém), de três naves e 5 tramos com capelas laterais confrontantes, pouco profundas, capela-mor quadrangular ladeada por dois corpos, e fachadas laterais contrafortadas, sendo os panos rasgados superiormente por óculos, corresponde ao modelo das igrejas-salão muito divulgado na arquitetura maneirista do Baixo Alentejo a partir dos meados do séc. XVVI. A fachada primitiva, maneirista, apresentava, antes das obras do séc. XX, pano único, delimitado por pilastras de cantaria rematadas de pináculos piramidais, com remate em empena com cruz no vértice e rasgada por pórtico central (idêntico ao atual) ladeado por duas portas laterais de verga reta, alteada; axial ao pórtico, óculo de iluminação; a gramática maneirista foi mantida aquando da profunda modificação que sofreu no séc. XX, com a aplicação de frontões triangulares sobre as portas laterais e no janelão central, então aberto a substituir o óculo, frontão triangular denticulado a rematar o corpo central, então criado, colocação de nichos munidos de frontões curvos, colocação de aletas no remate dos corpos laterais e recurso à ordem jónica nos capitéis das pilastras, conferindo-lhe assim maior monumentalidade mas conservando o classicismo do prospeto. O interior mantém a espacialidade quinhentista, ampla e unitária, obedecendo claramente ao modelo característico da arquitetura “chã” alentejana, com naves amplas, cobertas por abóbadas, à mesma altura, de aresta nervurada, descarregando em colunas toscanas, arcadas de volta perfeita nas capelas laterais e arco triunfal idêntico. A decoração interior, fruto da reutilização, durante as obras do séc. XX, de altares, azulejos e outros elementos provenientes de várias igrejas e palácios, sobretudo de Lisboa, é fundamentalmente maneirista e barroca: o retábulo-mor, de planta reta e corpo único, manteve a talha dourada do primitivo, cuja feitura remonta aos finais de Seiscentos, apresentando elementos do barroco nacional, com dupla arquivolta sobre colunas decoradas de pâmpanos; o sotobanco e mesa de altar, de mármores embrechados, oriundos do Convento das Mónicas em Lisboa, são setecentistas; nas capelas laterais, retábulos de talha dourada atípicos, com corpo fundamentalmente maneirista mas banco, sotobanco e mesas de altares barrocos; a capela do Santíssimo apresenta retábulo de mármore da 2.ª metade de setecentos; os painéis de azulejos figurativos, azuis e brancos, são característicos da 1.ª metade do sec. 18, pertencendo ao denominado Ciclo dos Mestres; os silhares de azulejo de padrão, polícromos (brancos, azuis e amarelos) são seiscentistas.

Fonte: Monumentos

Possui um órgão de três teclados manuais e pedaleira com acoplamentos, construído por Egbert Pfaff em 1996.

Montra do órgão

Órgão da Sé de Beja

Órgão da de BejaSeminário Diocesano de Nossa Senhora de Fátima

Seminário Diocesano de Beja

Seminário Diocesano de Beja

O Seminário Diocesano de Beja possui um órgão positivo moderno.

Órgão positivo

Órgão do Seminário Diocesano de Nossa Senhora de Fátima

Órgão do Seminário Diocesano de Nossa Senhora de Fátima