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Casa onde nasceu o maestro Cesário Lagido, em Vila Praia de Âncora

MÚSICA À VISTA

Iconografia Musical do Concelho de Caminha

Casa onde nasceu o maestro Cesário Lagido, em Vila Praia de Âncora

Casa onde nasceu o maestro Cesário Lagido, em Vila Praia de Âncora

Casa onde nasceu o maestro Cesário Lagido, em Vila Praia de Âncora

Músicos do concelho de Caminha

[ Serviço público sem financiamento público, o Musorbis foi lançado em dezembro de 2020. O processo de inserção de dados pode ser acelerado com a cooperação dos músicos no que se refere a currículos e fotografias em falta. ]

  • Amândio José Afonso Martins (músico na Banda da GNR, Lisboa)
  • Anacleto José da Silva (músico na Banda da PSP, Coimbra)
  • Ana Cristina Fernandes Pereira (elemento da Orquestra Metropolitana de Lisboa)
  • António Jorge Lages Mourão (músico nas Bandas da Força Aérea e Armada, Lisboa)
  • António José Rosas Lages (músico na Banda da Força Aérea – Lisboa, elemento do Grupo Metais de Lisboa do Ministério da Cultura e Professor no Conservatório Nacional de Música – Lisboa)
  • António Nascimento da Rocha Ramalhosa (músico na Banda da Força Aérea)
  • António da Rocha (músico na Banda da Guarda Fiscal, Lisboa)
  • Arlete Pereira Oliveira (professora de Acordeão do Ensino Especializado da Música)
  • Armando Alves Viana (músico nas Bandas do Exército “Infantarias 3 de Viana do Castelo e 6 no Porto”, fazendo parte da Orquestras Sinfónicas da Rádio Difusão Portuguesa “Porto e Lisboa”)
  • Arthur Martins Pereira (músico na Banda do Exército “Infantaria 3” – Viana do Castelo)
  • Artur Fão (pedagogo, 1894-1963)
  • Cândido José Vasconcelos (músico na Banda da PSP, Porto)
  • Carlos Lameira de Carvalho (professor de Educação Musical – Viana do Castelo)
  • César Magalhães (pianista, compositor)
  • Cesário Lagido (músico)
  • Emília Fernandes Fão (violinista na Orquestra do Teatro de São Carlos, Lisboa, e professora)
  • Estefânio Ramalhosa Cunha (professor de Música)
  • Filipe Ramalhosa Cunha (Maestro em Barcelos e Professor em Braga);
  • Francisco Emílio Fontainha Presa (maestro do Orfeão de Vila Praia de Âncora)
  • Francisco Fernandes Fão (músico na Banda do Exército “Infantaria 16” – Évora)
  • Jaime Alvarez (professor do Ensino Especializado de Música)
  • Jerónimo Maria Lages (músico na Banda do Exército “Infantaria 3” – Viana do Castelo)
  • João da Costa e Silva (músico condecorado pela Câmara Municipal de Caminha e pelo Ministério da Cultura)
  • Joaquim Fernandes Fão (maestro da Banda da GNR)
  • Joaquim António Lages Mourão (músico n Banda do Exército “Infantaria 6” – Porto)
  • José Fernandes Fão (músico da Banda da GNR)
  • José João Fernandes Pereira (elemento da Orquestra Metropolitana de Lisboa)
  • José Joaquim de Araújo Pereira (maestro da Banda da Armada – Lisboa, condecorado pela Câmara Municipal de Caminha)
  • José Joaquim Gomes Lomba (músico de várias Bandas do Exército, desde Viana do Castelo até Tavira, condecorado “a título póstumo” pela Câmara Municipal de Caminha)
  • José Maria de Castro Fernandes (músico da Banda da Força Aérea)
  • José Paulo Ribeira (professor de Piano no Ensino Especializado de música)
  • José Rocha da Silva (músico da Banda do Exército – Coimbra)
  • Manuel de Jesus Vieira da Silva (músico na Banda da PSP – Coimbra)
  • Manuel João Varanda Covelo (músico na Banda do Exército “Infantaria 6” – Porto)
  • Márcio Daniel Fernandes Pereira (músico na Banda da Armada – Lisboa)
  • Marco André Fernandes Pereira (elemento da Orquestra Metropolitana – Lisboa e já fez parte da Orquestra Rainha Sofia – Espanha)
  • Maria Helena Taxa da Silva Araújo (cantora lírica, professora, condecorada pela Câmara Municipal de Caminha e Academia de Música Fernandes Fão – Vila Praia de Âncora)
  • Paulo Alexandre Dias Franco (professor de Educação Musical – Monção)
  • Quim Barreiros (cantor, 1947)
  • Teófilo de Jesus da Cruz Lages (músico na Banda da Força Aérea – Lisboa)
  • Vítor Hugo Dias Franco (músico na Banda da Armada, fez parte de Orquestras Sinfónicas do Ministério da Cultura e dos Conservatórios de Música)

Fonte: João Franco (exceto Artur Fão, Cesário Lagido, João Lourenço Rebelo, Quim Barreiros)

César Magalhães

Licenciado, com Distinção e Mérito, e Mestre em Ciências Musicais, pela Universidade Nova de Lisboa, onde posteriormente lecionou Filosofia da Música, sob a assistência da pianista Manuela Toscano. Realizou na mesma faculdade a sua segunda licenciatura, em Filosofia, focando os seus estudos como pianista e investigador na obra de piano tardia de Franz Liszt.

Como dramaturgo-compositor, destacam-se as obras publicadas de O Rei de Cristal (2007), A Pítia (2011), ambas vencedoras do Prémio Miguel Rovisco no seu respetivo ano; o Cancioneiro do Concelho de Caminha (2017), para dois solistas, coro e pequena orquestra, dirigido por Liliana Quesado; a ópera Madalena Morreu no Mar (2019), estreada pela soprano Daniela Matos; o ciclo de fados Arrependo-me, estreado por Fernando Santos Kristall no programa Cá por Casa (RTP) e posteriormente também gravado por Nemanya Sekiz.

As canções País Cansado e Figura de Cera inserem-se num ciclo de canções de intervenção, relacionado com o momento crítico atual que o país está a viver. A primeira retrata um Portugal em espera, perdido entre o cansaço e a esperança, em período de confinamento; a segunda será inserida no Dia de Luto Pelas Vítimas de Violência Doméstica, um fenómeno crescente no último ano, em contexto de pandemia e confinamento.

Quim Barreiros

Joaquim de Magalhães Fernandes Barreiros, mais conhecido por Quim Barreiros, (Vila Praia de Âncora, 19 de junho de 1947), é um cantor popular português que toca acordeão. É conhecido pelas suas letras de duplo sentido. É também, desde há décadas, um dos músicos mais bem-sucedidos em termos de popularidade junto do público português e a face mais conhecida da secção brejeira da chamada “música pimba”. Aos 9 anos, já tocava bateria no conjunto de seu pai (Conjunto Alegria). O seu primeiro disco foi lançado em 1971, com o famoso guitarrista Jorge Fontes, quando apenas tocava acordeão e folclore minhoto.

Desde inícios da década de 1990, a presença de Quim Barreiros em festividades académicas (Queima das fitas, Semana Académica, Receção aos caloiros) é extensa e intensa. A sua fama estendeu-se ao Brasil e à Galiza, e já atuou em numerosos países onde existem comunidades de portugueses (Canadá, EUA, Venezuela, Brasil, África do Sul, França, Alemanha, Luxemburgo, Espanha, Inglaterra, Suíça).

Algumas das suas músicas mais conhecidas são “A Garagem da Vizinha” (regravação da música da dupla brasileira Sandro & Gustavo), lançada em 2000, “A Cabritinha”, lançada em 2004, ou “Bacalhau à Portuguesa”, lançada em 1986. A sua discografia, sobretudo a inicial, conta também com diversos álbuns compostos essencialmente por faixas instrumentais de acordeão e desgarradas. Em 2007 lançou o álbum Use Álcool, no qual existe uma faixa (“O Meu Netinho”) em que canta para seu neto, abrindo ao público uma janela para um lado seu mais afetivo e sentimental, raramente visto no artista, dado que as suas músicas de estilo brejeiro são as que fazem maior sucesso.

Quim Barreiros

Quim Barreiros, cantautor, de Caminha

Quim Barreiros, cantautor, de Caminha

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HISTÓRIA DA MÚSICA

Artur Fão

Artur Fernandes Fão nasceu em Gontinhães, freguesia de Vila Praia de Âncora, concelho de Caminha, a 27 de abril de 1894. Matriculou-se no Conservatório de Lisboa, onde foi um aluno distinto e dirigiu por várias vezes a orquestra na execução de obras suas. Terminou o curso superior de violino, em 1917, e o curso superior de Contraponto, Fuga e Composição em 1919, ambos com distinção. Tomou parte como 1º violino nas orquestras sinfónicas e da ópera. Em julho de 1920, após brilhante concurso de provas públicas, foi nomeado Diretor da Banda da Armada.

Escreveu várias obras para canto, com acompanhamento de orquestra e piano, tendo algumas delas sido executadas pelas orquestras sinfónicas de David de Sousa e Pedro Blanch. Dedicou-se a obras de didática musical, publicando um valioso trabalho intitulado «Teoria Musical», que foi aprovado por despacho superior, quer no Conservatório (Secção de Música), quer nos Ministérios da Guerra e da Marinha.

Em 1921, atendendo ao valor das suas obras, foi condecorado com o grau de Cavaleiro da Ordem Militar de S. Tiago da Espada. Recebeu, a 30 de janeiro de 1939, o grau de Oficial da Ordem Militar de Avis. Acompanhou o Presidente da República António José de Almeida, em 1922, ao Rio de Janeiro, por ocasião do Centenário da Independência do Brasil, tendo ali realizado concertos que foram muito aplaudidos. Artur Fão tem uma rua com o seu nome em Vila Praia de Âncora (GPS: 41.812780, -8.854836).

Cesário Lagido

Cesário Lagido foi um músico ancorense (freguesia de Vila Praia de Âncora, concelho de Caminha). Mereceu uma homenagem no dia em que se completaram 100 anos do seu nascimento, com o descerrar de uma lápide na casa onde morou, na Rua do Sol Posto, seguindo-se a deposição de uma coroa de flores no seu jazigo e uma missa na Igreja Paroquial. A iniciativa pertenceu ao Centro Social e Cultural de Vila Praia de Âncora (CSCVPA), sob impulso do associado João Franco, a que se associaram a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora.

Antes de ser descerrada a placa perante alguns familiares daquele que formou centenas de músicos nos concelhos de Caminha e Viana do Castelo, e de outros assistentes ao ato, José Luís Presa, presidente do CSCVPA, teve algumas palavras de admiração pelo antigo músico ancorense que “da janela da sua casa onde viveu durante quase sete décadas depois de ter casado, via todas as manhãs o movimento” desta rua central de Vila Praia de Âncora, onde também ensinou música.

Cesário Lagido, músico e pedagogo

Cesário Lagido, músico e pedagogo

José Luís Presa considerou acertada a associação das duas autarquias a esta ato e teve palavras de agradecimento dirigidas “ao senhor João Franco, um dos impulsionadores desta justa homenagem”. O presidente do CSCVPA destacou ainda a presença de familiares do Cesário Lagido, em particular os seus filhos Manuel Guilherme e Olinda, os quais tiveram também oportunidade de dar o seu testemunho neste ato de gratidão.

“Eu, a minha irmã e minha família sentimo-nos muito honrados com esta iniciativa” levada a cabo pelas três instituições, embora lhe parecesse mais adequado assinalar as pessoas que as representaram naquele momento, Carlos Castro, Miguel Alves e José Luís Presa, particularizando ainda o contributo de João Franco, “uma pessoa com grande amizade a meu pai e admirador da sua obra”.

Manuel Guilherme destacou “a grande humildade e simplicidade” do homenageado, um marceneiro de profissão, mas que dedicou toda a sua vida à música e ao ensino (“e à causa social”), como sucedeu durante muito antes na Escola de Música da Banda de Lanhelas, associação que realizou um vídeo dirigido a esta efeméride, refira-se.

Referiu ainda a quantidade de mensagens de apreço recebidas pela família por motivo desta homenagem, pela admiração do seu talento musical e forma de vida.

Vivência cívica e dedicação à cultura foram duas das referências de Miguel Alves, presidente do Município caminhense, ao falar do homenageado que formou centenas de jovens do nosso concelho na arte da música.

Mestre e executante, “partilhou sempre diversos instrumentos”, participando em diversas orquestras e bandas, mas a sua vocação para o ensino da música acabou por ser o seu ponto mais destacado da sua vida ímpar, vincou o autarca.

Fonte: Caminha 2000

Igreja da Misericórdia 
Órgãos de tubos do concelho de Caminha [2]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja da Misericórdia de Caminha

[ de Santa Rita ]

Igreja da Misericórdia 

Igreja da Misericórdia de Caminha

A Igreja da Misericórdia de Caminha é um edifício de arquitetura religiosa renascentista, de planta retangular composta por nave e capela-mor, mais estreita, com frontispício terminado em frontão, rasgado por portal ricamente esculpido em alfiz. Foi redecorada interiormente no séc. XVIII com talha dourada em estilo barroco e rococó, possuindo tetos de madeira em caixotões, coro-alto de planta em U, várias capelas confrontantes e púlpito no lado do Evangelho. Anexa consistório barroco de planta em L e de 2 pisos, com frontaria rasgada por portal de verga reta encimada por janela de sacada, de vão retangular e cornija reta, enquadrada por brasão real e insígnia da Misericórdia, e “loggia” desenvolvida na fachada lateral NO. Igreja da Misericórdia apresenta nave e capela-mor volumetricamente pouco distintas em altura, com portal axial renascentista com os bustos de São Cosme e São Damião e edícula superior também ricamente lavrada albergando uma Mater Omnium. No interior predomina o estilo barroco, com retábulos colaterais e o mor de estilo nacional, tendo este último belíssimo frontal de altar esculpido, representando ao centro “Visitação”, e teto da capela-mor com caixotões pintados, com decoração simbólica de iconografia mariana, emoldurados a talha policroma. O coro alto apresenta-se como um conjunto de grande qualidade estética pelo trabalho de talha, demonstrando grande riqueza e detalhe, e ainda pelo cadeiral dos mesários e o órgão de 3 castelos sobre mísulas com carrancas. A “loggia” desenvolvida lateralmente, também renascentista, apresenta arcada no 1º piso e varanda alpendrada no 2º, possuindo no pavimento tampas sepulcrais epigrafadas. Na sacristia, forrada a azulejos barrocos de padrão tipo tapete, encontram-se peças de arte sacra de alguma qualidade artística, particularmente as imagens de Santa Margarida de Antioquia e da Senhora da Agonia. O salão do piso superior do consistório apresenta teto em masseira, de madeira, com decoração central em motivo fitomórfico, pintado de branco, tal como os restantes travejamentos, entalhados, transversais e da orla. A fachada principal apresenta brasão real e pedras de armas da Misericórdia. A porta que estabelecia a ligação da sacristia com as instalações do antigo Hospital encontra-se entaipada. A Bandeira de 1583, com a representação da Mater Omnium, já desaparecida, foi feita seguindo o modelo estabelecido pela de Ponte de Lima.

Fonte: Monumentos

Possui órgão histórico de um teclado manual e 16 meios registos [ I; (8+8) ] construído por José António de Souza, em 1775, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 2014, opus 64. O restauro foi co-financiado pelo Programa Operacional Regional do Norte, o Novo Norte ON2, no âmbito do QREN 2007-2013.
O concerto inaugural do órgão restaurado ocorreu a 06 de dezembro de 2014, com a atuação de Filipe Veríssimo ao órgão, e Maria João Matos, soprano.

Órgão, lado do Evangelho

Órgão da Igreja da Misericórdia de Caminha

Órgão da Igreja da Misericórdia de Caminha

Perspetiva lateral

Órgão da Igreja da Misericórdia de Caminha

Órgão da Igreja da Misericórdia de Caminha

Montra

Órgão da Igreja da Misericórdia de Caminha

Órgão da Igreja da Misericórdia de Caminha

Trombetas em chamada

Órgão da Igreja da Misericórdia de Caminha

Órgão da Igreja da Misericórdia de Caminha

Igreja do Convento de Santo António

Igreja de Santo António

Igreja de Santo António

A Igreja do Convento de Santo António é um edifício de arquitetura religiosa, maneirista e rococó. Do antigo convento franciscano capucho subsiste a igreja e uma pequena ala conventual, no lado direito, a primeira de planta maneirista, com nave única, para onde abrem três capelas, duas intercomunicantes, com capela-mor mais estreita e sacristia desenvolvida no lado direito, possuindo coberturas internas diferenciadas em falsas abóbadas de berço, assentes em cornija de cantaria, iluminada unilateralmente, por quatro janelas retilíneas que se rasgam na fachada lateral esquerda e pelas janelas da fachada principal. As fachadas têm cunhais apilastrados, os da principal com silhares almofadados. A fachada principal apresenta remate em empena contracurva, interrompida e com fragmentos de cornija; ao centro galilé em arco abatido, tendo no interior o portal axial e as portas da portaria e da Capela do Senhor dos Passos, encimada pelo janelão do coro-alto, ladeado por dois nichos com imaginária, ambos com molduras recortadas, encimados por óculo lobulado. No lado direito, está campanário de dois registos separados por friso e cornija, o inferior com janelas retilíneas e o superior com uma sineira em arco de volta perfeita e remate simples em friso, cornija e pináculos. O interior tem pavimento em taburnos de madeira com réguas de cantaria e coro alto em arco abatido, assente em pilares toscanos, com guarda torneada, possuindo tribuna lateral, no lado da Epístola, assente em pequena mísula, com órgão barroco, com castelo central e nichos laterais, rematado por espaldar recortado. No mesmo lado, o púlpito setecentista, quadrangular, com guarda vazada torneada e acesso por porta em arco de volta perfeita. As capelas laterais, bastante profundas, possuem arcos de volta perfeita, com coberturas em abóbadas de berço de cantaria, duas delas intercomunicantes, tendo, nos pilares, os confessionários, possuindo, retábulos de talha dourada rococós. O arco triunfal de volta perfeita, assenta em pilastras toscanas, ladeado por nichos de volta perfeita, de acesso à capela-mor, com supedâneo de cantaria, com degraus centrais, onde surge retábulo-mor de cimento, revivalista, neo-rococó. O claustro tinha cinco arcadas no piso inferior e seria arquitravado no superior, com celas nas três alas do piso superior.

Como acontecia em muitos conventos, a Igreja do Convento de Santo António tem o seu órgão histórico, tendo os tubos sido retirados.

Montra, sem tubos

Órgão da Igreja do Convento de Santo António

Órgão da Igreja do Convento de Santo António

Tribuna

Órgão da Igreja do Convento de Santo António

Órgão da Igreja do Convento de Santo António