Artigos

Escola de Música Municipal António de Lima Fragoso
Escolas de Música em Cantanhede

Estabelecimentos do ensino especializado de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

Academia de Música de Ançã

Rua Maestro Artur Salguinho, 28 r/c
3060-028 ANÇÃ
Correio eletrónico: academiamusicanca@gmail.com

Tlm. (+00 351) 919 141 475

Academia de Música de Cantanhede

Rua António da Silva Bronze, 15
3060-140 Cantanhede
Tel. (+00 351) 231 429 699
Sítio: fundacaopiresnegrao.pt
Correio eletrónico: fundacaopiresnegrao@sapo.pt

Escola de Música e Canto da Banda Filarmónica de Covões

Tlm. (+00 351) 966 112 411
Correio eletrónico: bfc.escolademusica@gmail.com

Escola de Música Municipal António de Lima Fragoso

Casa Municipal da Cultura de Cantanhede
Largo Cândido dos Reis, 2
3060-174 Cantanhede
GPS: 40.365981, -8.584877
Sítio: www.cm-cantanhede.pt
Correio eletrónico: casadacultura@cm-cantanhede.pt

Escola de Música Municipal António de Lima Fragoso

Escola de Música Municipal António de Lima Fragoso

A Escola de Música Municipal António de Lima Fraogoso foi fundada em 1997 com o objetivo de colmatar a falta de infraestruturas nesta área. É frequentada por cerca de 100 alunos, com idades entre os 7 e os 19 anos, oriundos das cidades de Cantanhede e lugares limítrofes.

Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede
Folclore em Cantanhede

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Beira Litoral (Gândara, Bairrada e Mondego)
  • Distrito: Coimbra

05 grupos

  • Grupo Etnográfico do Corticeiro de Cima
  • Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede
  • Grupo Folclórico de Sanguinheira
  • Grupo Típico de Ançã
  • Grupo Típico de Cadima
Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede

A região da Gândara e da Bairrada, da qual a Cidade de Cantanhede é o coração, está situada num triângulo que compreende Aveiro – Coimbra – Figueira da Foz. É uma região extremamente conhecida, sobretudo pela famosa pedra de Ançã, os excelentes vinhos da Bairrada e pela batata, milho, forragens e pecuária/sector leiteiro da Gândara, bem como pela mancha florestal da orla marítima que integra a praia da Tocha.

Uma região com um património cultural tão rico, deveria ter um grupo folclórico que preservasse todas as tradições locais. Com este espírito, e depois de um apurado trabalho de pesquisa, recolha e reconstituição, surgiu em 1983 o Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede.

Com um trabalho prestigiado e reconhecido que abarca, com profundidade, campos que vão do trajo à dança, passando pelos cantares religiosos, gastronomia, medicina caseira, artesanato e organizador do festival CIOFF “FOLK Cantanhede – Semana Internacional de Folclore”, o Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede divulga ao público português e estrangeiro as tradições do povo gandarês e bairradino.

Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede

Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede

Fontes do Musorbis Folclore:

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Foram corrigidos erros de português e retirados pormenores redundantes e subjetivos para facilitar a leitura.

Associação Musical da Pocariça
Filarmónicas de Cantanhede

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Associação Musical da Pocariça
  • Filarmónica de Covões
  • Filarmónica Marialva de Cantanhede
  • Phylarmonica Ançanense
Associação Musical da Pocariça

A Associação Musical de Pocariça foi constituída em 1914 com a designação de Associação Musical Recreativa da Pocariça. Nasceu de um Grupo Musical ou Tuna, de instrumentos de cordas, denominado, Grupo ou Sociedade Dramática Pocaricense 14 de julho, provindo esta de um Grupo anteriormente chamado Recreio Artístico.

Começaram por ser utilizados alguns instrumentos da anterior Tuna que foram oferecidos, e, como seriam necessários muitos mais instrumentos, Francisco Ribeiro Fonseca pôs à disposição, a título de empréstimo, sem juros, todo o dinheiro para a sua compra. Assim teve início a Escola de Música que ainda hoje é o suporte da Banda. A sua estreia na Pocariça em 1 de janeiro de 1915, saindo para a Rua em cumprimentos aos seus Benfeitores e à Terra.

Por alvará do Governo Civil de Coimbra de 2 de março de 1937, foram aprovados os seus primeiros Estatutos, passando a Associação a designar-se Associação Musical da Pocariça. Na sua história destaca-se o 1º Prémio nas Festas da Rainha Santa de Coimbra em 1932, e a participação nas Festas de S. João no Porto em 1935, cujo êxito motivou o Presidente da Câmara da Invicta a deslocar-se à Pocariça para condecorar a Banda com a Medalha da Cidade. Em 2007, nos “Concertos Museu da Água de Coimbra, promovido por iniciativa das “Águas de Coimbra EM” e “Orquestra Clássica de Coimbra”, entre 10 Bandas do Distrito de Coimbra, selecionadas pela organização, conquistou o 1º Prémio – Grande Prémio “Museu da Água de Coimbra 2007”. Foi agraciada com a Medalha de Prata do concelho de Cantanhede em 1990. É fundadora da Federação de Filarmónicas do Distrito de Coimbra, tendo participado nos seus seis Encontros Distritais.

Associação Musical da Pocariça

Associação Musical da Pocariça

A direção artística encontra-se a cargo do Maestro António Brito. Evoca-se o ilustre pocaricense António de Lima Fragoso, compositor, “Um génio feito saudade”, como motivo de exemplo e de entusiasmo para a nossa Juventude que encontra na Música e na sua Banda um grande veículo de inspiração e cultura.

Morada:
Rua José Lopes Figueiredo, n.º 30
3060-503 Pocariça

Filarmónica de Covões

A Sociedade Filarmónica de Covões foi fundada em 1868 por Manuel Francisco Miraldo e outros, mantendo uma atividade interrupta. A regência está confiada desde há anos a Fausto Moreira que desde os 19 anos assume a direção artística. Tem agregado a si uma Escola de Música de ensino gratuito, com cerca de meia centena de alunos, e uma Orquestra Juvenil. Todos os anos, e como prémio do seu aproveitamento, jovens músicos são encaminhados para os Conservatórios de Coimbra e Aveiro.

Em 13 de junho de 1993, aquando dos seus 125 anos, como forma de homenagear todos os músicos amadores, foi erguido no Largo de Santo António o Monumento ao Músico, cuja simbologia retrata um velho executante de saxofone que tem a sua frente uma criança a segurar-lhe a partitura. É de salientar a preservação dos ofícios fúnebres tocados por instrumentos de sopro e cantados em latim pelos executantes da Filarmónica que, a par das marchas fúnebres, constituem um espólio impar e valiosíssimo em termos de património cultural, que tem merecido a atenção de inúmeros etnomusicólogos do país e do estrangeiro.

Filarmónica de Covões

Filarmónica de Covões

Morada:
Rua do Cemitério, 220
3060-284 COVÕES

Associação Filarmónica Marialva de Cantanhede (f. 2017)

A Banda Filarmónica Marialva de Cantanhede foi apresentada pela primeira vez em público, em Cantanhede, no dia 21 de setembro de 2017, dia de São Mateus e Patrono eleito da Associação. É das bandas filarmónicas mais jovens de Portugal.

O projeto lançado pelo Capitão Santos, no 18 maio de 2017, tem implementado um dinâmico plano de atividades que assume como principal objetivo reforçar o papel associativo no contexto social, cultural e musical do Concelho de Cantanhede.

A Banda Filarmónica Marialva de Cantanhede já conta com inúmeras participações de norte a sul do país e uma em Espanha.

Atualmente a Associação conta com as seguintes valências: Banda Filarmónica Marialva de Cantanhede, Escola de Música (Pólo em Cantanhede e Pólo em Cordinhã), Marialva BrassBand e Marialva Royal Sax Quartet.

Phylarmonica Ançanense (f. 1879)

A Phylarmonica Ançanense foi fundada em 24 de setembro de 1879 por iniciativa de um grupo de trabalhadores com profissões diversificadas ligadas à terra, apoiados por José de Gouveia de Lucena Beltrão, abastado e influente proprietário de Ançã. A estreia da Phylarmonica Ançanense ocorreu a 1 de outubro de 1879, poucos dias depois da data de registo da escritura de constituição, sob a batuta de Zacharias José da Cruz, mestre de filarmónica, natural de Lisboa, mas os estatutos só viriam a ser aprovados a 5 de fevereiro de 1884, por alvará do Governo Civil de Coimbra.

Phylarmonica Ançanense (f. 1879)

Phylarmonica Ançanense (f. 1879)

A Phylarmonica Ançanense é associada e membro fundador da Federação de Filarmónicas do Distrito de Coimbra e da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio. É também filiada no INATEL, desde 1995. Em 1998 foi reconhecida Pessoa Coletiva de Utilidade Pública.

Phylarmonica Ançanense (f. 1879)

Phylarmonica Ançanense (f. 1879)

Morada:
Terreiro do Paço
3060-057 ANÇÃ

FOI NOTÍCIA

Em 2017, o portal da Câmara Municipal de Cantanhede deu notícia do Triunvirato Filarmónico, concerto que teria lugar no Pavilhão Multiusos de Febres, no dia 14 de outubro. Tratava-se da primeira edição de um evento pioneiro no Concelho, traduzido na atuação conjunta da Phylarmonica Ançanense, da Filarmónica de Covões e da Associação Musical da Pocariça.

Estariam em palco mais de 130 músicos das três bandas centenárias do concelho de Cantanhede, constituindo uma formação alargada dos vários naipes de instrumentos que interpretará o mesmo repertório sob a direção partilhada dos respetivos maestros.

O Triunvirato Filarmónico resulta do desafio lançado pela Câmara Municipal às instituições às instituições que desde há mais de um século têm sido responsáveis pela formação de sucessivas gerações de jovens instrumentistas e que têm desenvolvido assinalável atividade no campo da música. O objetivo deste singular intercâmbio artístico é promover e divulgar a dinâmica associativa do concelho neste domínio, tirando partido da solícita disponibilidade das três bandas filarmónicas em cooperarem na afirmação dos bens e valores da cultura que lhes são comuns.

O programa do espetáculo contemplou a interpretação de composições orquestrais de vários compositores entre as quais, a encerrar, o Hino de Cantanhede, da autoria do Capitão Amílcar Morais e letra de Maria de Lurdes Alves dos Santos.

A atuação conjunta da Phylarmonica Ançanense, da Filarmónica de Covões e da Associação Musical da Pocariça deu sequência ao encontro de bandas que tem vindo a realizar-se desde há vários anos, promovido pela Câmara Municipal.

João Gentil, acordeonista, de Cantanhede
Músicos naturais do Concelho de Cantanhede

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • António Fragoso (pianista, compositor, 1897-1918)
  • Ausenda de Oliveira (atriz cantora, 1888-1960)
  • João Gentil (acordeonista, 1980)
  • José Cascão (violinista)

António Fragoso

António Fragoso, pianista e compositor, de Cantanhede

António Fragoso, pianista e compositor, de Cantanhede

Filho de Viriato de Sá Fragoso e de Maria Isabel de Sá Lima Fragoso, António Fragoso nasceu em 17 de Junho de 1897, na freguesia da Pocariça, concelho de Cantanhede, onde viria a falecer, a 13 de outubro de 1918, vitimado pela gripe pneumónica que nessa época se abateu sobre toda a Europa. A sua vocação para a música foi evidenciada logo aos seis anos, quando começou a aprender a ler pautas e a tocar piano com António dos Santos Tovim, seu tio e médico em Cantanhede, figura com vasta cultura musical que teve uma influência marcante nesses primeiros anos da sua formação musical.

Entre 1907 e 1914 concluiu na cidade do Porto o curso geral dos liceus e os dois primeiros anos do Curso Superior de Comércio, sem nunca ter deixado de aprofundar os seus estudos de piano, agora sob a orientação do Prof. Ernesto Maia.

António Fragoso

António Fragoso, pianista e compositor, de Cantanhede

António Fragoso, pianista e compositor, de Cantanhede

Aos 16 anos publicou e deu a primeira audição da sua primeira composição – “Toadas da Minha Aldeia” – muito aplaudida pela crítica musical. Algumas notas biográficas referem que teve que vencer uma certa resistência dos Pais para se matricular no Conservatório Nacional de Música de Lisboa, que viria a frequentar até 1918, ano em que obteve o diploma do Curso Superior de Piano com 20 valores, a classificação máxima. Ainda como estudante iniciou um percurso artístico amplamente reconhecido nos círculos culturais do País, não apenas como exímio pianista, mas também como compositor, ao ponto de ser considerado pelos críticos da época como “um dos mais poderosos talentos da sua geração”.

Em 2009, os Herdeiros de António Fragoso constituíram a Associação António Fragoso que tem por principal objetivo deixar para as gerações vindouras todo o seu legado, musical e literário, ministrar o ensino musical por todos os meios ao seu alcance e tendo comemorado o “In Memorian de António Fragoso – no Centenário da sua morte” com a dignidade que ele merece.

Ausenda de Oliveira

Ausenda de Oliveira

Ausenda de Oliveira, atriz cantora, de Cantanhede

Ausenda de Oliveira, atriz cantora, de Cantanhede

Ausenda de Oliveira (Pocariça, Cantanhede, 20 de março de 1888 — 1960) foi uma do teatro musicado. A sua estreia realizou-se na cidade de Beja, em 1902. Em junho de 1904, Ausenda fazia a sua estreia oficial no Teatro Avenida, na Companhia Sousa Bastos, com a opereta A Boneca, seguindo-se outras peças. Com a junção da Companhia Sousa Bastos com a do D. Amélia (S. Luís Braga), surgiu um grande reportório de operetas em que Ausenda trabalhou.

Ausenda de Oliveira

Ausenda de Oliveira, atriz cantora, de Cantanhede

Ausenda de Oliveira, atriz cantora, de Cantanhede

Passou depois para o Teatro Avenida (Companhia José Ricardo), entrando nas revistas ABC, Favas Contadas e outras. Contratada pelo empresário Luís Galhardo, seguiu para o Porto tendo desempenhado papéis importantes nas operetas: Viúva Alegre, Sonho de Valsa, Princesa dos Dólares, Conde de Luxemburgo, Casta Susana, Vendedor de Pássaros, Bocáccio, O Rei Danado, O Rei dos Sovietes, Paganini, O Soldado de Chocolate, Enfim, Sós!, Gueisha e nas revistas Dia de Juízo, Ovo de Colombo e Verdades e Mentiras. Na Companhia Armando de Vasconcelos era a estrela, tendo criado papéis nas peças A Leiteira de Entre-Arroios, O Príncipe Orlof, O Milagre da Aldeia, Baiadeira, Benamor, Moreninha e Prima Inglesa.

Todo este repertório representou-o no Brasil durante quatro épocas. Regressando a Portugal, foi contratada pelo empresário Taveira, tendo feito: Amores de Príncipe, O Rei das Montanhas, Eva, Dama Roxa, Sibill, A Lenda das Tarlatanas, J.P.C., Frasquita, Rainha do Cinema, Os Sinos de Corneville, Os Maridos Alegres, Duquesa de Bal Tabarin, As Meninas do Music-Hall, O Posto na Rua e A Rapioca. E assim cantou as óperas Cavalaria Rusticana e Boémia. No Teatro Politeama (empresa Luís Pereira) trabalhou, com Palmira Bastos e Maria Matos, em numerosas peças, entre as quais se destacaram A Rainha de Biarritz e Mamã. Motivos de saúde e a desaparição do género opereta dos palcos portugueses, causaram o brusco eclipse total da actriz.”

Ausenda de Oliveira

Ausenda de Oliveira, atriz cantora, de Cantanhede

Ausenda de Oliveira, atriz cantora, de Cantanhede

Isabel Tainha, a mãe de Ausenda de Oliveira, foi uma popular actriz, nascida na Pocariça (Cantanhede) em 5 de abril de 1867, e morta em Lisboa, em 6 de abril de 1915. Do seu casamento com o ator Henrique de Oliveira, nasceram as atrizes Auzenda, Carmen e Egídia de Oliveira e o violinista Raul de Oliveira. Foram agregados o ator José Vítor, e a cunhada Carmen de Oliveira que, além do teatro, se dedicara a trabalhos de acrobacia. Trabalhou nos Teatros Príncipe Real e Rua dos Condes, nas peças Pera de Satanás e João José. Passando para o Teatro Avenida, contratada por Salvador Marques, trabalhou em revistas, seguindo em várias digressões pela província.

Afastando-se do teatro durante um longo período, reapareceu no palco do Teatro São Luís, com a revista ABC, onde se encontrava, sua filha Auzenda. Convidada pelo actor Artur Duarte, foi à Alemanha gravar discos, mas tendo eclodido a Grande Guerra, viu-se forçada a regressar a Portugal. Henrique de Oliveira, pai de Ausenda de Oliveira, foi ator e empresário, nascido a 30 de abril de 1865 e morto a 4 de fevereiro de 1935. Era filho do empresário Joaquim de Oliveira, palhaço e diretor de um circo ambulante.

Monumento ao Músico, Covões, Cantanhede
MÚSICA À VISTA

Sugestões para uma rota musicoturística no Concelho de Cantanhede

Covões

Monumento ao Músico

Largo de Santo António

Covões

Monumento ao Músico, Covões, Cantanhede

Monumento ao Músico, Covões, Cantanhede

A 13 de junho de 1993, aquando dos 125 anos da Banda Filarmónica de Covões, foi inaugurado no Largo de Santo António, o Monumento ao Músico. Retrata um saxofonista adulto que tem à frente uma criança a segurar-lhe a pauta. A escultura em bronze, de José Berardo, presta homenagem aos músicos e a todos aqueles que estão ligados à Sociedade Filarmónica de Covões.

Monumento ao Músico, Covões, Cantanhede

Monumento ao Músico, Covões, Cantanhede

Pocariça

Casa de António Fragoso

A casa onde viveu António Lima Fragoso, pianista e compositor que morreu precocemente, é um imponente edifício de planta retangular e de dois pisos. É um imóvel particular, não visitável. António Lima Fragoso era filho de Viriato Sá Fragoso e de Maria Isabel de Sá Lima Fragoso, nasceu a 17 de Junho de 1897, na Pocariça.

Casa de António Lima Fragoso
Largo António Lima Fragoso
3060 Pocariça
Cantanhede

Coordenadas: N: 40º21’57, W: 8º35’6

Casa

Casa de António Lima Fragoso

Casa de António Lima Fragoso

Busto, em frente da casa

Casa de António Fragoso, compositor, Pocariça, Cantanhede

Casa de António Fragoso, compositor, Pocariça, Cantanhede

Busto

Casa de António Fragoso, compositor, Pocariça, Cantanhede

Casa de António Fragoso, compositor, Pocariça, Cantanhede

Busto e placa

Busto de António Fragoso, compositor, Pocariça, Cantanhede

Busto de António Fragoso, compositor, Pocariça, Cantanhede

Igreja Matriz de Ançã
Órgãos de tubos do concelho de Cantanhede [4]

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no concelho são os seguintes:

Igreja Matriz da Pocariça

A Igreja Matriz da Pocariça foi construída em 1618, dedicada a S. Tiago. Admite-se que a primitiva construção terá ocorrido em meados do século XVII (1674), tendo depois conhecido profundas obras de remodelação em 1786 e no século XX. O corpo da igreja é particularmente valioso em termos patrimoniais, destacando-se a cobertura apainelada pintada com motivos rococó, o teto da capela-mor com uma abóbada de pedra decorada com quartões octogonais ornamentados, as capelas colaterais, o retábulo principal e os dois anjos barrocos de grandes dimensões.

Igreja Matriz da Pocariça

Igreja Matriz da Pocariça

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Conceição da Pocariça possui um órgão de tubos.

Igreja Matriz de Ançã

Igreja Matriz de Ançã

Igreja Matriz de Ançã

Dedicada a Nossa Senhora do Ó ou da Expectação, a Igreja Matriz de Ançã possui uma fachada de grande imponência, datada de 1812, e rica pelo aspeto arquitetónico e enquadramento paisagístico; arcos de entrada das capelas laterais de grande beleza arquitetónica e decorativa; retábulo principal em pedra de Ançã, raro no seu tempo. Seiscentista é também o corpo da igreja, com três naves separadas por duas arcadas com colunas de ordem dórica. Um coro-alto ocupa o primeiro dos tramos. A cabeceira é formada por capela-mor com abóboda às quartelas e possui um rico retábulo concheado, em pedra, no qual foram colocadas esculturas mais antigas.  No alto do camarim, vê-se uma belíssima imagem da Senhora com o Menino, do século XV, e nos intercolúnios, um S. Pedro e um S. Paulo quinhentistas, estilisticamente próximos das obras de João de Ruão, em meados do século XVI. Possui a igreja um conjunto notável de capelas, quer as colaterais quer as que se abrem nos flancos das naves, obras cujas construções decorreram entre os séculos XVI e XVIII. Abrigam retábulos maneiristas e barrocos. Da imaginária, para além das já citadas, há a salientar um grande calvário seiscentista.

Fonte: CMC

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora do Ó de Ançã possui um órgão de tubos. Esteve incluída no Ciclo Jovens Organistas, promovido pela Associação Musical Pro Organo (AMPO), nas Igrejas da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, Aradas, Vagos, Albergaria-à-Velha, Mafra, Ançã e Museu de Santa Joana de Aveiro.

Igreja Matriz de Murtede

Igreja Matriz de Murtede

Igreja Matriz de Murtede

A Igreja Matriz de Murtede é um edifício de arquitetura religiosa de tipo neoclássico rural com poucos adornos. O interior possui retábulos e esculturas de pedra, e o pavimento é composto por grandes blocos de calcário. Pinturas a fresco representam santos e almas no purgatório. A igreja tem belos vitrais que representam a Cruz Divina, e cinco altares com várias imagens como a de São Martinho, século XVI, Santo António XV, Nossa Senhora da Piedade, século XV, Santo Amaro, São Sebastião, a Virgem com o Menino, Nossa senhora do Rosário, São Francisco, São Martinho Bispo, o menino Jesus de Praga, Sagrado Coração de Jesus, São Jorge e a Rainha Santa Isabel. A Igreja tem um retábulo simples onde se encontra uma glória solar, um importante elemento decorativo do ponto de vista iconográfico.

Fonte: CMC

A Igreja Paroquial de São Martinho de Murtede possui um órgão de tubos.

Igreja Matriz de Covões

Igreja Matriz de Covões

Igreja Matriz de Covões

A Igreja Matriz de Covões é uma construção do século XVIII que substituiu uma anterior edificada na centúria de Quinhentos. No exterior, só o portal e a torre sineira quebram a monotonia das linhas direitas. No interior, destacam-se o colorido e movimento do barroco. Os retábulos seguem o tipo setecentista, embora sejam já do século XIX. No principal, à esquerda, vê-se a magnífica escultura de Santo António, padroeiro, executada por João de Ruão, em 1558. Conserva este templo outras imagens de interesse, nomeadamente as que evocam S. Brás, S. Sebastião e S. João, todas quinhentistas. Do século seguinte, é o retábulo de pedra que foi colocado na capela do flanco esquerdo, com vários quadros alusivos à Vida e Paixão de Cristo.

Fonte: CMC

A Igreja Paroquial de Santo António possui um órgão António Xavier Machado e Cerveira, de um manual [ I; (6+8)], construído em 1795, opus 47, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 2016, opus 69.

FOI NOTÍCIA

Texto AACCC – Associação de Arte e Cultura do Concelho de Cantanhede, Portal da Freguesia de Covões

O órgão de tubos existente na Paróquia de Covões foi construído pelo organeiro António Xavier Machado e Cerveira, no ano de 1795 e com o número de ordem #46.

O mais notável organeiro português e que maior quantidade de trabalho produziu. Era irmão consanguíneo do grande escultor em madeira, Manuel Machado de Castro e filho de outro organeiro e escultor em madeira, Manuel Machado Teixeira ou Manuel Machado Teixeira de Miranda.

Órgão de armário com as portadas abertas

Órgão da Igreja Matriz de Covões

Órgão da Igreja Matriz de Covões

Placa do organeiro

Órgão da Igreja Matriz de Covões

Órgão da Igreja Matriz de Covões