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Tag Archive for: música em Castelo de Paiva

Castelo de Paiva
Músicas no Concelho

Castelo de Paiva e a sua música

Música em Castelo de Paiva

Musorbis, o portal que põe os concelhos no mapa da música

Acessível ao público enquanto sítio autónomo desde 2020, o Musorbis é o mapa da música em Portugal. O projeto é incrementado sempre que um Município contrata serviços Meloteca, designadamente a Reciclanda, música e reutilização para um mundo melhor.

Conheça o melhor da cultura musical do Concelho:

escolas de música

festivais

filarmónicas

folclore

músicos

órgãos

roteiro

Situado no norte de Portugal, na sub-região do Tâmega e Sousa, o concelho de Castelo de Paiva destaca-se pela sua localização privilegiada na confluência do rio Douro com o rio Paiva, combinando beleza natural, património histórico e tradições seculares.

Património Natural e Paisagístico

A paisagem é fortemente moldada pelos rios Douro, Paiva e Arda. Destacam-se as praias fluviais de Pedorido, Choupal e Castelo, esta última com a emblemática Ilha dos Amores, um refúgio natural de grande valor simbólico e recreativo. A Serra da Pieça e a Serra da Boneca oferecem miradouros panorâmicos e trilhos pedestres de enorme atratividade para amantes da natureza e do turismo ativo.

Património Histórico e Arquitetónico

O concelho conserva vestígios arqueológicos e monumentos significativos:

Fojo do Monte das Mós:

Estrutura histórica ligada à atividade mineira da região.

Marmoiral do Sobrado:

Monumento funerário medieval classificado como Monumento Nacional, raro no património português.

Igreja Matriz do Sobrado:

templo central com elementos arquitetónicos de relevo.

Passadiços e Pontes:

A ligação às margens dos rios e a história das explorações mineiras de Pejão enriquecem a memória industrial local.

Gastronomia e Enoturismo

A identidade gastronómica é um dos pilares turísticos do concelho. O arroz de cabrito assado no forno de lenha, a vitela assada e a rabanada à moda de Castelo de Paiva são ex-libris culinários. Inserido na Região dos Vinhos Verdes, o concelho produz vinhos de excelência, com destaque para a casta Vinhão nos tintos e a casta Pedernã nos brancos, promovendo quintas e provas enoturísticas.

Cultura e Eventos

Eventos locais como a Feira do Vinho Verde, Gastronomia e Artesanato reforçam a atratividade do concelho, atraindo milhares de visitantes anualmente. A hospitalidade das gentes, associada aos desportos náuticos, ao pedestrianismo e ao turismo rural, consolida Castelo de Paiva como um destino multifacetado no Douro Litoral.

Reciclanda

Reciclanda, livros, instalações, formações e oficinas

A Reciclanda tem vindo a criar conteúdos de apoio a Educação para a Cidadania, Educação Ambiental e animação dos recreios. Promove a criação de objetos sonoros, brinquedos, jogos e instrumentos a partir de objetos em fim de ciclo. Desenvolve projetos que destacam a inclusão e a literacia, contribuindo para o sucesso escolar. O livro “Brincar Azul”, editado em 2026, contém 700 ideias de jogos divertidos e sustentáveis. Já a “Semana Azul” é um conceito de instalação promotora do brincar sustentável que envolve escolas de concelhos.

Castelo de Paiva

Castelo de Paiva

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2026/09/castelo-de-paiva.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2026-09-18 12:35:042026-09-18 12:38:33Castelo de Paiva e a sua música
Órgão da igreja de Santa Eulália de Pedorido
Músicas no Concelho

Castelo de Paiva e os seus órgãos de tubos

Órgãos de Castelo de Paiva

Órgãos de tubos e atividade organística no Concelho

2 instrumentos identificados

Igreja de Santa Eulália de Pedorido

Histórico e Especificações do Órgão Karl Lötzerich (1971)

O órgão de tubos da Igreja de Santa Eulália de Pedorido, inaugurado a 8 e benzido a 9 de novembro de 2025, é uma obra da oficina Karl Lötzerich Orgelbau, de Ippinghausen/Kassel (Wolfhagen, Alemanha), construída em 1971.

O órgão foi originalmente instalado na Igreja de São Mateus (St. Matthäus), em Dortmund-Körne, onde permaneceu até ao encerramento daquela paróquia. Após a desativação da igreja, o órgão foi transferido para a Paróquia da Igreja Evangélica de Bottrop, no estado da Renânia do Norte-Vestfália, sendo reinstalado no final da década de 1980, mais precisamente na Igreja de Paul-Gerhardt, em conjunto com a reforma estrutural e estética do templo.

Foi instalado em Pedorido pela OVTAVA REAL.

Trata-se de um instrumento de concepção mecânica moderna, representativo da escola organística alemã da segunda metade do século XX, com 21 registos distribuídos em dois manuais e pedaleira (21/II + P). O órgão apresenta a sonoridade clara e equilibrada característica das construções da oficina Lötzerich, reconhecida por aliar tradição artesanal e soluções técnicas contemporâneas.

Disposição

Manual I (Hauptwerk – HW):

Prinzipal 8′

Koppelflöte 8′

Oktave 4′

Rohrflöte 4′

Quinte 2 2/3′

Waldflöte 2′

Hörnlein 2 fach

Mixtur 4–5 fach

Fagott 8′

Manual II (Schwellwerk – SW):

Holzgedackt 8′

Hohlflöte 4′

Prinzipal 2′

Sifflöte 1 1/3′

Zimbel 3 fach

Krummhorn 8′

Pedal:

Subbaß 16′

Prinzipalbaß 8′

Gedacktbaß 8′

Choralbaß 4′

Rauschwerk 4 fach

Posaune 16′

Este instrumento constitui um valioso exemplo da produção da oficina Karl Lötzerich Orgelbau, destacando-se pela sua solidez construtiva, clareza tímbrica e versatilidade tanto em contexto litúrgico como concertístico.

Órgão da igreja de Santa Eulália de Pedorido

Órgão da igreja de Santa Eulália de Pedorido

Igreja de Santa Marinha de Real

Construída em 1737, a igreja é uma das igrejas mais antigas do concelho de Castelo de Paiva, com um valor artístico incalculável, não só pelo esplendor Barroco do seu interior, mas também pelas seis esculturas de pedra que representam santos apóstolos, localizadas no adro do templo. Em  2023, a Igreja de Santa Marinha de Real foi reclassificada como Monumento de Interesse Público.

A 17 de março de 2026, continuando as obras da Igreja de Santa Marinha de Real, começou a desmontagem do Órgão de Tubos pela Ovtava Real.

Órgão da Igreja de Santa Marinha de Real, Castelo de Paiva

Órgão da Igreja de Santa Marinha de Real, Castelo de Paiva

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2025/11/castelo-de-paiva-orgao-pedorido-2025.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2025-11-11 19:34:012026-07-05 14:56:59Castelo de Paiva e os seus órgãos de tubos
Academia Ibero-Americana do Clarinete
Músicas no Concelho

Castelo de Paiva e os seus festivais

Festivais em Castelo de Paiva

Ciclos, encontros, temporadas, cursos, concursos e festivais de música e dança no Concelho

Academia Ibero-Americana do Clarinete

A AIAC 2022 é um evento organizado pela Academia de Música de Castelo de Paiva.

Castelo de Paiva mantém um encanto especial. Afaga o coração voltar depois do interregno do covid e encontrar o mesmo desvelo dos funcionários da Academia, o nível da bigband e da banda, um novel presidente da câmara com os mesmos propósitos nobres, o professor Agostinho Vieira na sua liderança forte e tranquila e as gentes durienses sempre dignas, educadas e de um carinho familiar. Ali, sinto-me sempre orgulhoso de ser português. Alban Berg dizia que se nem tudo o que brilha é ouro, haverá coisas que são ouro não se vendo o brilho. Há uma jazida em Castelo de Paiva. (António Saiote)

Academia Ibero-Americana do Clarinete

Academia Ibero-Americana do Clarinete

Ciclo de Música ao Luar do Festival Inventa

Sítio: www.festivalinventa.pt

O Ciclo de Música Ao Luar, no âmbito do Festival Inventa, 2021/2022, é um ciclo em que projetos emergentes da música nacional se associam às paisagens naturais nos concelhos de Cabeceiras de Basto, Paredes, Cinfães, Felgueiras, Celorico de Basto, Paços de Ferreira, Resende, Marco de Canaveses, Mondim de Basto, Penafiel, Amarante, Castelo de Paiva, Baião, Lousada. Parques naturais, paisagens protegidas, espaços envolventes a áreas arqueológicas e outras edificações classificadas servem de cenário para concertos intimistas ao luar, para ver, ouvir e sentir.

Ciclo de Música ao Luar do Festival Inventa

Ciclo de Música ao Luar do Festival Inventa, Castelo de Paiva

Croka’s Rock

O Croka’s Rock, no lugar da Croca, Castelo de Paiva, é um festival que teve em 2021 a 9ª edição. Realiza-se nas margens do Rio Arda, tendo como pano de fundo a na beleza natural da Croca do Arda. Em 2021, a programação musical estava distribuída por dois palcos, o Palco Croka’s e o Palco Arda. O festival Croka’s Rock nasceu em 2009 em Oliveira do Arda, Castelo de Paiva, através da Associação Grupo Jovens Esperança.

Com entrada gratuita, o festival não tem fins lucrativos, mas antes procura promover a dinâmica cultural da região. A diversidade é uma das marcas do festival, que ao longo dos anos vem divulgando vários géneros de música feita em Portugal desde o rock ao alternativo, jazz, eletrónica, e atividades paralelas que acontecem no recinto do festival.

Croka's Rock, Castelo de Paiva

Croka’s Rock, Castelo de Paiva

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/11/castelo-de-paiva-academia-ibero-americana-do-clarinete.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-11-06 23:45:072024-11-24 14:03:23Castelo de Paiva e os seus festivais
Conjunto escultórico no centro de Castelo de Paiva em frente da igreja matrizAntónio José Ferreira
Músicas no Concelho

Castelo de Paiva Rota Musical

Rota Musical em Castelo de Paiva

Monumentos e esculturas em torno da Música no Concelho

Conjunto escultórico

Em frente da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção de Sobrado encontra-se um conjunto escultórico que figura um sax alto e um contrabaixo.

Conjunto escultórico no centro de Castelo de Paiva em frente da igreja matriz

Sax alto no centro de Castelo de Paiva em frente da Igreja Matriz, créditos AJF

Conjunto escultórico no centro de Castelo de Paiva em frente da igreja matriz

Conjunto escultórico no centro de Castelo de Paiva em frente da Igreja Matriz

Conjunto escultórico no centro de Castelo de Paiva em frente da igreja matriz

Contrabaixo no centro de Castelo de Paiva em frente da Igreja Matriz, créditos AJF 2022

Coreto

No jardim ao lado da Igreja Matriz encontra-se um coreto de planta hexagonal, com gradeamento de ferro e base em granito, tal como as colunas que sustentam a cobertura em forma de telhado e os cinco degraus de acesso.

Coreto ao lado da igreja matriz de Sobrado, Castelo de Paiva, créditos Pedro Castro

Coreto ao lado da Igreja Matriz de Sobrado, Castelo de Paiva, créditos Pedro Castro

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2022/08/castelo-de-paiva-escultura-contrabaixo-ft-ajf-2022.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2022-08-15 17:25:042024-11-24 14:06:44Castelo de Paiva Rota Musical
Academia de Música de Castelo de Paiva
Músicas no Concelho

Castelo de Paiva e as suas escolas de música

Escolas de Música de Castelo de Paiva

Ensino da Música no Concelho

Academia de Música de Castelo de Paiva

Rua Emídio Navarro, 102

4550-126 Castelo de Paiva

A Academia de Música de Castelo de Paiva é um estabelecimento do ensino especializado de música lecionando cursos básicos e secundários de música de acordo com os normativos em vigor e a autorização concedida pelo Ministério da Educação. Funcionando em regime de paralelismo pedagógico durante vários anos, a Academia viu reconhecido em 2011 o seu mérito artístico e educativo através da atribuição da Autonomia Pedagógica pelo Ministério da Educação e Ciência, aos cursos que leciona. A Academia enquadra-se assim nos objetivos do sistema educativo e, por conseguinte, os estudos que leciona são equiparados aos ministrados nas escolas públicas.

O meio musical paivense teve, ao longo do século passado e no presente, uma vincada raiz popular. Em meados do séc. XIX o fenómeno ligado ao aparecimento das bandas de música no país não passou indiferente aos nossos antepassados que, inteligentemente souberam agarrar a ideia criando, na freguesia de Bairros, a 1ª Filarmónica de Castelo de Paiva.

Em 1909, foi fundada a Banda Marcial de Fornos e em meados do século a Banda dos Mineiros do Pejão que chegou a ser considerada a melhor Banda Civil do país.

Paralelamente a este tipo de organizações, o folclore sempre fez parte das mais profundas vivências culturais das gentes paivenses. O cancioneiro musical, a precisar de ser urgentemente elaborado, é riquíssimo e cresceu intimamente ligado aos trabalhos do campo e às festividades populares e religiosas.

Ao nível do ensino da música saliente-se o esforço das bandas filarmónicas que, de uma forma amadorística e gratuita, criaram escolas e formaram nelas os seus executantes.

Na década de 70, com a democratização social e política, a reforma do ensino atribuiu à Educação Musical um papel importante na formação das crianças e jovens, instituindo a disciplina como curricular, novas perspetivas se abriram para aqueles que sempre sentiram a música como vocação.

Os conservatórios de Música, deixaram de ser exclusivos de determinadas elites, abrindo as portas a todos. A importância dada aos processos relacionados com a cultura e sociedade, resultaram na proliferação, por todo o país, de organizações artístico-culturais nomeadamente na área performativa da música.

Castelo de Paiva não viveu indiferente a este movimento renovador e 1988, por iniciativa da Câmara Municipal, foi inaugurada pelo Presidente da Republica, Mário Soares, a Casa Municipal da Cultura, nela se instalando a Escola de Musica. Funcionando esse ano letivo como ano experimental, foi-lhe concedida, no ano letivo de 1989/1990, pelo Ministério da Educação, autorização provisória de funcionamento.

Sendo gerida pela Câmara Municipal até 1994, por razões de ordem legal e funcional, decidiu-se, por protocolo, “transferir a sua gestão para uma pessoa colectiva, de índole associativa, vocacionada nesta área, salvaguardando a actividade e as funções sociais que a escola hoje desempenha e, também a prestação de colaboração às iniciativas da Câmara Municipal, em troca de apoio que esta anualmente prestará” (in Protocolo de Cooperação celebrado entre a Câmara Municipal e a Academia de Música de Castelo de Paiva, 1994).

A pessoa coletiva acima referida é a Academia de Música de Castelo de Paiva, criada com o objetivo de gerir a Escola de Música, com estatutos e regulamentos próprios. A ligação à Câmara Municipal, não é posta em causa, quer no protocolo, quer no Regulamento Interno aprovado pelos associados.

Ao longo da sua existência, considerando a especificidade do público escolar e a tradição musical do meio, a escola soube introduzir o currículo que melhor se adaptava às necessidades locais. Assim, os cursos propostos, têm procurado dar resposta aos organismos existentes, nomeadamente, bandas de música, coros, grupos etnográficos e ranchos folclóricos a quem a Academia reduziu as propinas e priorizou as matrículas aos alunos propostos por estas entidades, nas condições previstas no regulamento. A Escola rege-se por estatutos devidamente aprovados e por um Regulamento Interno homologado em Assembleia Geral.

Fonte: AMCP

Coro

Academia de Música de Castelo de Paiva, coro

Academia de Música de Castelo de Paiva, coro

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2024/07/castelo-de-paiva-academia-de-musica-de-castelo-de-paiva.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-24 19:49:292024-11-24 14:06:01Castelo de Paiva e as suas escolas de música
Banda Musical de Fornos, Castelo de Paiva
Músicas no Concelho

Castelo de Paiva e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Castelo de Paiva

Bandas de música, história e atividades no Concelho

  • Banda Marcial de Bairros (1810)
  • Banda Musical de Fornos (1909)
  • Banda Musical dos Mineiros do Pejão (1933)
Banda Marcial de Bairros

Fundada em 1810, a Banda Marcial de Bairros recebeu da Câmara Municipal de Castelo de Paiva a Medalha de Ouro de Mérito Cultural a 24 de junho de 2019.

BMB

Banda Marcial de Bairros, Castelo de Paiva

Banda Marcial de Bairros, Castelo de Paiva

Banda Musical de Fornos

Em 1909, António Moura Duarte dispôs-se a organizar uma Banda de Música em Fornos. “Levando avante tal projeto, depressa a nova Banda de Música se constitui e se prepara para actuar. Estreou-se na Vila de Sobrado de Paiva no dia 25 de Abril de 1909” (in Guido de Monterey, Castelo de Paiva, p. 294). Em 2003 adquiriu o estatuto de Entidade de Utilidade Pública.

A Banda é constituída por setenta músicos executantes, com idades entre os 11 e os 46 anos. Participou em 2008 e 2012 no Concurso Internacional de Bandas conseguindo por duas vezes ser premiada com o 2º lugar da segunda categoria e ainda um honroso 3º lugar no Concurso de Tauromaquia. Em 2009, com a comemoração do centenário, a Banda Musical de Fornos realizou um concerto em pleno rio Douro. Em 2014 concorreu à quinta edição do concurso de Bandas no Ateneu Vilafranquense à primeira categoria. Tem como diretor artístico o Professor David Silva docente na Escola Superior de Música Artes e Espetáculo do Porto.

BMF

Banda Musical de Fornos, Castelo de Paiva

Banda Musical de Fornos, Castelo de Paiva

Banda de Música dos Mineiros do Pejão

À data de 1933 criou-se o Grupo Musical de Pedorido (Tuna Musical), dirigido por um devoto da música, padre Francisco Nicolau Moreira, tendo como auxiliares os músicos amadores João de Sousa e Nicolau Barbosa. Em 1947 Jean Tyssen, proprietário da Empresa Carbonífera do Douro e grande: apaixonado da arte musical, apercebendo-se que no Couto Mineiro do Pejão havia grande propensão para a música e ouvidos musicólogos insignes, como por exemplo o violinista Philipe Newman, resolveu transformar aquela Tuna numa Banda Musical, não obstante aquele músico ter chegado a albergar a ideia de com ela fundar uma orquestra sinfónica.

Em 1948, na II Festa da Família Pejão, os alunos das Escolas de Música, entretanto criadas para formar músicos para a Banda, apresentaram-se pela primeira vez. Os alunos executaram um programa dirigido pelo Diretor Artístico, Capitão Lourenço Alves Ribeiro (Maestro da Banda Nacional Republicana) e pelos professores da Escola de Música da Banda, Alberto da Costa Santos, Alberto Ribeiro Gomes e Tertuliano de Moura Monteiro.

Com o encerramento das Minas do Pejão criou-se, em 1995, a Associação Cultural do Couto Mineiro do Pejão, que mantém viva e muito ativa a Banda de Música dos Mineiros do Pejão levando a música a diversas localidades onde tem efetuado festividades ou concertos (Fabero Dei Bierzo – Espanha, Vila Pouca de Aguiar e Gouveia, atuando Brilhantemente nos auditórios locais, em Montluel (França) e nas cidades de Vila do Conde, Amadora, Trota, Fafe, Viana do Castelo, Vila Nova de Cerveira, Santo Tirso, Espinho, Gondomar, Paços de Ferreira, Penafiel, Castelo de Paiva entre outras). A banda dispõe de cerca de 60 elementos sob a regência de Francisco Manuel Sousa Moreira, oriundo das nossas escola e banda. É Pessoa Coletiva de Utilidade Pública.

BMMP

Banda de Música dos Mineiros do Pejão, Castelo de Paiva

Banda de Música dos Mineiros do Pejão, Castelo de Paiva

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/castelo-de-paiva-banda-musical-de-fornos.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-02 15:17:572024-11-24 14:04:33Castelo de Paiva e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico de Nossa Senhora das Amoras, Castelo de Paiva
Músicas no Concelho

Castelo de Paiva e o seu folclore

Folclore em Castelo de Paiva

Grupos folclóricos e tradições do Concelho

  • Douro Litoral (Douro Litoral Sul)
  • Distrito: Aveiro
Grupo de Danças e Cantares do Paraíso

O Grupo de Danças e Cantares do Paraíso tem vindo a demonstrar, desde a sua fundação (1993) os usos e costumes das atividades quotidianas das suas gentes em ações de âmbito cultural e recreativo, como festas e romarias. A divulgação do Grupo tem sido alargada às mais diversas regiões do pais (Minho, Trás-os-Montes, Alto e Baixo Alentejo, Estremadura, Beiras e Ribatejo).

Tem participado em vários encontros e  festivais de Folclore, dando a conhecer as danças e cantares em representação do município de Castelo de Paiva. Representa o folclore do Douro Litoral e apresenta um reportório variado. Os seus trajes são representantes do séc. XIX e princípio do séc. XX. De entre estes, destacam-se os de trabalho, os domingueiros e de festa. Organiza o seu Festival de Folclore (XVI) e Encontro de Concertinas (X).

Rancho Folclórico de Bairros

O Rancho Folclórico de Bairros, uma das nove freguesias do concelho de Castelo de Paiva, pertence à Região Etnográfica Douro Litoral – Sul. Sempre a freguesia foi uma das mais rurais do concelho e, por isso, ainda hoje mantém e vive tradições verdadeiramente populares. Sentindo a necessidade de manter e reviver o riquíssimo património cultural dos antepassados, surgiu o Rancho em 1996. O trabalho de recolha e pesquisa iniciado continua em curso. Baseados nas recolhas feitas junto de idosos e livros históricos, os cantares e as danças mais características da região são, entre outras, rusgas, viras, malhões, quadrilhas. Os trajes mais usados na região eram os de trabalho, romaria ou festa, lavradores ricos.

Rancho Folclórico de Castelo de Paiva

Sediado em Castelo de Paiva, distrito de Aveiro, o Rancho Folclórico de Castelo de Paiva nasceu em abril de 1957. Fez a sua primeira atuação em julho do mesmo ano, nas Festas do Concelho de Castelo de Paiva. Ao longo da sua existência tem sido um fiel intérprete do Folclore da região que é o Douro Litoral, organizando festivais folclóricos nacionais e internacionais, tendo varais atuações na televisão e no estrangeiro destacando-se a participação no 1º Festival Luso-brasileiro realizado no Brasil.

Um dos seus pontos altos na sua história foi ser o melhor rancho no concurso de Trajes e Danças do Distrito de Aveiro no qual foi galardoado por Pedro Homem de Melo em Estarreja. Recebeu a medalha de Ouro de Mérito pela Câmara Municipal de Castelo de Paiva. Está filiado na Federação do Folclore Português desde o dia 06 de junho de 1977. Além de divulgar danças e cantares da região organiza cantares das Janeiras, feiras á moda antiga e várias atividades agrícolas. Os trajes que representa são lavradeira rica; trajes de trabalho; fiadeira, carniceira, moleira, barqueiro, pescador e outros.

Rancho Folclórico de Nossa Senhora das Amoras

O Grupo foi fundado em 1973, por ocasião da romaria com o mesmo nome. A ideia partiu do Pároco da freguesia da Raiva, e de um dinâmico Grupo de Jovens e algumas pessoas da freguesia. O seu fundador foi Joaquim Ferreira Soares e tem na direção técnica Manuel Lopes Pinto. Em 1973, foi iniciado um trabalho de recolha, ensaios e apresentação de espetáculos em festas populares, romarias, feiras nacionais de agricultura e artesanato, festivais de folclore e outras comemorações de carácter social e cultural. Reportando-se aos trajes outrora usados pelos seus antecessores, foram recuperados pelo grupo de trajes de cerimónia, de domingar, ir à feira, o traje de camponês e serrano, o usado pelos barqueiros e o traje dos mineiros.

Entre as danças mais representativas da região, e as que integram o reportório, destacam-se a desgarrada, a chula rabela do douro, o vira da serra, o vira velho e as quadrilhas. Desde 1998, o Grupo realiza todos os anos o seu Festival de Folclore, tendo já passado pela região vários grupos nacionais e estrangeiros. Desde o Brasil à Argentina, Polónia, Republica Checa, Irlanda e Cazaquistão, foram inúmeras as delegações internacionais que atuaram nestes festivais. No que respeita a digressões ao estrangeiro, a mais importante foi ao Rio de Janeiro, Brasil, em 1993.

O Grupo é filiado no INATEL e conta normalmente com apoios desta Instituição, Câmara Municipal de Castelo de Paiva, Junta de Freguesia da Raiva e Governo Civil de Aveiro.

RFNSA

Rancho Folclórico de Nossa Senhora das Amoras, Castelo de Paiva

Rancho Folclórico de Nossa Senhora das Amoras, Castelo de Paiva

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/castelo-de-paiva-rancho-folclorico-de-nossa-senhora-das-amoras.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-26 21:21:322024-11-24 14:03:57Castelo de Paiva e o seu folclore
Fábio Moreira, trombonista, de Castelo de Paiva
Músicas no Concelho

Castelo de Paiva e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Castelo de Paiva

[ Serviço público sem financiamento público, o Musorbis foi lançado em dezembro de 2020. O processo de inserção de dados pode ser acelerado com a cooperação dos músicos no que se refere a currículos e fotografias em falta. ]

  • Bruno Rocha (trompete)
  • Fábio Moreira (trombone)
  • Flávio Oliveira (trompa)
  • Hugo Lopes (saxofone)
  • Jorge Pereira (percussão)
  • Jorge Teixeira (violino)
Fábio Moreira

Fábio Moreira, natural de Castelo de Paiva, iniciou os estudos musicais na Banda Marcial de Bairros aos 10 anos. Em 2007 ingressou na Academia de Música de Castelo de Paiva na classe de Trombone de Pedro Mendes e, no ano seguinte, na classe de David Silva, com quem terminou o curso Secundário de Música em 2014 com classificação máxima na disciplina de Trombone. Nesse mesmo ano, ingressou na ESMAE, na classe dos professores David Silva e Severo Martinez, tendo terminado a licenciatura em 2017.

Ao longo da sua carreira tem colaborado com várias orquestras, entre elas a Orquestra Sinfónica da ESMAE, Orquestra Clássica da FEUP, Orquestra das Instituições Superiores de Ensino, Orquestra Filarmónica Portuguesa, Orquestra Sine Nomine, Orquestra do Atlântico, Orquestra de Guimarães e Orquestra Gulbenkian.

Foi membro do ensemble de metais Massive Brass Attack e colaborou com o grupo Wild Bones Gang, ambos sob a direção artística de Sérgio Carolino.

Fábio Martins

Fábio Moreira, trombonista, de Castelo de Paiva

Fábio Moreira, trombonista, de Castelo de Paiva

Frequentou classes de aperfeiçoamento, cursos e festivais com Stefan Schulz, Ian Bousfield, Nathan Zgonc, Andreas Klein, Jamie Williams, David Brouchez, Bill Thomas, Justin Clark, Hakan Bjorkman, Csaba Wagner, Francisco Rosario Vega, entre outros. Trabalhou com os maestros José Rafael Pascual Vilaplana, Douglas Bostock, Jan Cober, Giancarlo Guerrero, Baldur Brönimann, Pedro Neves, Joana Carneiro, entre outros.

Em 2013 obteve o 2.º prémio no Concurso “Terras de la Salette”, em 2014 o 1.º prémio nas Olimpíadas Musicais na Academia de Música de Castelo de Paiva e em 2018 o 2.º prémio no Concurso Internacional de Trombone em Castelo de Paiva.

Lecionou as disciplinas de Trombone e Classe de Conjunto na Escola de Artes do Norte Alentejano entre 2017 e 2018. Leciona a disciplina de Trombone no Colégio Didálvi, em Barcelos e na Escola de Música da Banda de Música de Cête. É membro do grupo de trombones Slide Bones Symbiosis e colabora regularmente com a Banda Sinfónica Portuguesa.

Flávio Oliveira

Natural de Castelo de Paiva (Feitoria – Bairros), Flávio Oliveira iniciou os estudos musicais em 2007 na Academia de Música de Castelo de Paiva na classe de Trompa com Marco Costa.

Fez os estudos superiores na Escola Superior de Artes Aplicadas com os professores Luís Vieira e Paulo Guerreiro onde terminou em 2021 o Mestrado em ensino da música variante trompa.

Realizou classes de aperfeiçoamento Manolo Ortega, Abel Pereira, Hélder Vales, Froydis Ree Wekre, David Fernandez Alonso, Paulo Guerreiro, Bohdan Sebestik, Flávio Barbosa, Luís Vieira, Nuno Vaz e Ricardo Silva. Participou em estágios de orquestra com os maestros Joel Monteiro, Cesário Costa, José Eduardo Gomes, Maestro Rui Pinheiro, Osvaldo Ferreira, Fuad Ibrahimov, Oksana Lyniv, Fergus McWilliam e Paulo Martins, com as orquestras: Orquestra Académica Portuguesa, Orquetra Sinfónica “Ensemble”, Orquestra de Vigo 403, Orquestra Filarmónica de Braga, Ceuta International Symphony Orchestra, EUYWO, Banda Sinfónica Portuguesa. Tocou com a Orquestra Sem Fronteiras, Deutsch-Skandinavische Jugend-Philharmonie, Internationale Junge Orchesterakademie. Em 2013, participou no Encontro Nacional de Jovens Músicos com o Maestro José Eduardo Gomes. Em 2007 2º Prémio nas Olimpíadas da Academia de Música de Castelo de Paiva.

É professor de instrumento Trompa na Escola de Música da Banda Marcial de Bairros e professor de Expressão Musical e Outras Expressões na Artâmega.

Flávio Oliveira

Flávio Oliveira, trompista, de Castelo de Paiva

Flávio Oliveira, trompista, de Castelo de Paiva

Jorge Pereira

Natural da freguesia de Fornos, concelho de Castelo de Paiva, Jorge Pereira iniciou os estudos musicais aos 5 anos na Banda Musical de Fornos. Prosseguiu os estudos, na Academia de Música de Castelo de Paiva, na classe de piano com os professores Jorge Moreira e Eliana Veríssimo, tendo participado numa classe de aperfeiçoamento de piano com a professora Rosa Gondar. No ano de 2007 transitou para o Conservatório do Vale do Sousa, em Lousada, onde iniciou os  estudos na classe de percussão, com o professor João Cunha. Em 2009 prosseguiu os seus estudos na Escola Profissional de Música de Espinho onde estudou com os professores Joaquim Alves, Pedro Oliveira, Rui Rodrigues e Nuno Aroso.

Em 2012 foi admitido na Escola Superior de Música de Lisboa na classe dos professores Richard Buckley, Jeffery Davis e Pedro Carneiro. Participou em classes de aperfeiçoamento de percussão com Mário Teixeira, Markus Leoson, Rui Sul Gomes, Pedro Carneiro, Paulo Oliveira, Anders Astrand, Daniel Berg, Ney Rosauro, Bart Quartier, Peter Vulperhorst, num masterclass de timbilas Moçambicanas com Matchume Zango e num workshop de Adufe com Rui Silva.

Colaborou com a Orquestra Clássica de Espinho, Orquestra Sinfónica Juvenil, Lisbon Film Orchestra, Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa, Orquestra de Sopros da ESML, Banda Sinfónica de Santa Maria da Feira, Orquestra Nacional de Sopros dos Templários e participou também na orquestra APROARTE, entre outras.

Jorge Pereira

Jorge Pereira, percussionista, de Castelo de Paiva

Jorge Pereira, percussionista, de Castelo de Paiva

Tocou sob a direção de Christopher Bochmann, Délio Gonçalves, Paulo Martins, Alberto Roque, Pedro Neves, Felix Hauswirth, Hardy Mertens, Rui Massena, Jorge Salgueiro, Paulo Lourenço, Vasco Pearce de Azevedo, Andrew Swinnerton, Nuno de Sá, Ernst Schelle, entre outros De 2014 a 2017 pertenceu ao naipe de percussão da Banda Sinfónica do Exército Português. Desde 2017 pertence aos quadros da Guarda Nacional Republicana.

Jorge Teixeira

Natural de Castelo de Paiva, Jorge Teixeira iniciou os estudos musicais com o seu pai, Joaquim Teixeira. Aos onze anos começou a estudar violino, na Escola de Música e Bailado de Linda-a-Velha, onde foi aluno de Vasco Broco e José Ferreira. Em 1987 concluiu o Curso Superior de Violino, na classe de Leonor Prado, no Conservatório Nacional de Lisboa. Licenciou-se em Violino, pela Escola Superior de Música de Lisboa, em 2000.

Jorge Teixeira

Jorge Teixeira, violinista, de Castelo de Paiva

Jorge Teixeira, violinista, de Castelo de Paiva

Integrou várias orquestras juvenis nacionais (foi solista e concertino do Collegium Musicum, da Orquestra Sinfónica Juvenil e da Orquestra das Escolas de Música Particulares), e estrangeiras (Orchestre des Jeunes de la Méditerranée, Orquestra Filarmónica da Europa, Orchestre de l’Académie des Archets e Orchestre des Pays de Savoie). Apresentou-se a solo com a Orquestra Sinfónica da RDP e com a Orquestra D. Pedro V. Desenvolve atividade regular na área da música de câmara, tendo sido violinista do Quarteto Capela.

Foi professor de música de câmara na Orquestra das Escolas de Música Particulares e professor de orquestra na Orquestra Metropolitana. Leciona violino na Escola de Música Nossa Senhora do Cabo, em Linda-a-Velha, e é diretor musical da Orquestra D. Pedro V. Ingressou na Orquestra Gulbenkian em 1991.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

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