Artigos

Coro da Academia de Música de Castelo de Paiva
Escolas de Música em Castelo de Paiva

Estabelecimentos do ensino de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

Academia de Música de Castelo de Paiva

Rua Emídio Navarro,102
4550-126 Castelo de Paiva
Sítio: www.amcpaiva.com

O meio musical Paivense teve, ao longo do século passado e no presente, uma vincada raiz popular. Em meados do séc. XIX, ao aparecimento das Bandas de Música no país não foram indiferentes os antepassados que criaram na freguesia de Bairros a primeira Filarmónica de Castelo de Paiva. No inicio de século XX (1909) foi fundada a Banda Marcial de Fornos e em meados do século a Banda dos Mineiros do Pejão.

Paralelamente a este tipo de organizações, o folclore sempre fez parte das mais profundas vivências culturais das gentes paivenses. O cancioneiro musical, a precisar de ser urgentemente elaborado, é riquíssimo e cresceu intimamente ligado aos trabalhos do campo e às festividades populares e religiosas.

Ao nível do ensino da música saliente-se o esforço das Bandas de Musica, que, de uma forma amadorística e gratuita, criaram escolas e formaram nelas os seus executantes.

Na década de 70, com a democratização social e política, a reforma do ensino atribuiu à Educação Musical um papel importante na formação das crianças e jovens, instituindo a disciplina como curricular, novas perspetivas se abriram para aqueles que sempre sentiram a música como vocação.

Os Conservatórios de Música, deixaram de ser exclusivos de determinadas elites, abrindo as suas portas a todos. A importância dada aos processos relacionados com a cultura e sociedade, resultaram na proliferação, por todo o país, de organizações artístico-culturais nomeadamente na área performativa da música.

Castelo de Paiva não viveu indiferente a este movimento renovador e em 1988, por iniciativa da Câmara Municipal, foi inaugurada a Casa Municipal da Cultura, nela se instalando a Escola de Música.

Sendo gerida pela Câmara Municipal até 1994, por razões de ordem legal e funcional, decidiu-se, por protocolo, “transferir a sua gestão para uma pessoa coletiva, de índole associativa, vocacionada nesta área, salvaguardando a atividade e as funções sociais que a escola hoje desempenha e, também a prestação de colaboração às iniciativas da Câmara Municipal, em troca de apoio que esta anualmente prestará”.

A Academia de Música de Castelo de Paiva foi criada com o objetivo de gerir a Escola de Música, com estatutos e regulamentos próprios.  Ao longo da sua existência, considerando a especificidade do público escolar e a tradição musical do meio, a escola soube introduzir o currículo que melhor se adaptava às necessidades locais. Assim, os cursos propostos, têm procurado dar resposta aos organismos existentes, nomeadamente, Bandas de Música, Coros, Grupos Etnográficos e Ranchos Folclóricos a quem a Academia reduziu as propinas e priorizou as matrículas aos alunos propostos por estas entidades, nas condições previstas no regulamento.

Coro da Academia de Música de Castelo de Paiva

Coro da Academia de Música de Castelo de Paiva

Escola de Música BMB – Banda Marcial de Bairros

Largo São Lourenço
4550-043 Bairros

Academia de Música de Castelo de Paiva, coro
Escolas de Música de Castelo de Paiva

Ensino da Música no Concelho

Academia de Música de Castelo de Paiva

A Academia de Música de Castelo de Paiva é um estabelecimento do ensino especializado de música lecionando cursos básicos e secundários de música de acordo com os normativos em vigor e a autorização concedida pelo Ministério da Educação. Funcionando em regime de paralelismo pedagógico durante vários anos, a Academia viu reconhecido em 2011 o seu mérito artístico e educativo através da atribuição da Autonomia Pedagógica pelo Ministério da Educação e Ciência, aos cursos que leciona. A Academia enquadra-se assim nos objetivos do sistema educativo e, por conseguinte, os estudos que leciona são equiparados aos ministrados nas escolas públicas.

O meio musical paivense teve, ao longo do século passado e no presente, uma vincada raiz popular. Em meados do séc. XIX o fenómeno ligado ao aparecimento das bandas de música no país não passou indiferente aos nossos antepassados que, inteligentemente souberam agarrar a ideia criando, na freguesia de Bairros, a 1ª Filarmónica de Castelo de Paiva. Em 1909, foi fundada a Banda Marcial de Fornos e em meados do século a Banda dos Mineiros do Pejão que chegou a ser considerada a melhor Banda Civil do país.

Paralelamente a este tipo de organizações, o folclore sempre fez parte das mais profundas vivências culturais das gentes paivenses. O cancioneiro musical, a precisar de ser urgentemente elaborado, é riquíssimo e cresceu intimamente ligado aos trabalhos do campo e às festividades populares e religiosas.

Ao nível do ensino da música saliente-se o esforço das bandas filarmónicas que, de uma forma amadorística e gratuita, criaram escolas e formaram nelas os seus executantes.

Na década de 70, com a democratização social e política, a reforma do ensino atribuiu à Educação Musical um papel importante na formação das crianças e jovens, instituindo a disciplina como curricular, novas perspetivas se abriram para aqueles que sempre sentiram a música como vocação.

Os conservatórios de Música, deixaram de ser exclusivos de determinadas elites, abrindo as portas a todos. A importância dada aos processos relacionados com a cultura e sociedade, resultaram na proliferação, por todo o país, de organizações artístico-culturais nomeadamente na área performativa da música.

Castelo de Paiva não viveu indiferente a este movimento renovador e 1988, por iniciativa da Câmara Municipal, foi inaugurada pelo Presidente da Republica, Mário Soares, a Casa Municipal da Cultura, nela se instalando a Escola de Musica. Funcionando esse ano letivo como ano experimental, foi-lhe concedida, no ano letivo de 1989/1990, pelo Ministério da Educação, autorização provisória de funcionamento.

Sendo gerida pela Câmara Municipal até 1994, por razões de ordem legal e funcional, decidiu-se, por protocolo, “transferir a sua gestão para uma pessoa colectiva, de índole associativa, vocacionada nesta área, salvaguardando a actividade e as funções sociais que a escola hoje desempenha e, também a prestação de colaboração às iniciativas da Câmara Municipal, em troca de apoio que esta anualmente prestará” (in Protocolo de Cooperação celebrado entre a Câmara Municipal e a Academia de Música de Castelo de Paiva, 1994).

A pessoa coletiva acima referida é a Academia de Música de Castelo de Paiva, criada com o objetivo de gerir a Escola de Música, com estatutos e regulamentos próprios. A ligação à Câmara Municipal, não é posta em causa, quer no protocolo, quer no Regulamento Interno aprovado pelos associados.

Ao longo da sua existência, considerando a especificidade do público escolar e a tradição musical do meio, a escola soube introduzir o currículo que melhor se adaptava às necessidades locais. Assim, os cursos propostos, têm procurado dar resposta aos organismos existentes, nomeadamente, bandas de música, coros, grupos etnográficos e ranchos folclóricos a quem a Academia reduziu as propinas e priorizou as matrículas aos alunos propostos por estas entidades, nas condições previstas no regulamento. A Escola rege-se por estatutos devidamente aprovados e por um Regulamento Interno homologado em Assembleia Geral.

Fonte: AMCP

Coro

Academia de Música de Castelo de Paiva, coro

Academia de Música de Castelo de Paiva, coro

Banda Musical de Fornos, Castelo de Paiva

Filarmónicas de Castelo de Paiva

Bandas de música, história e atividades no Concelho

[ No que se refere às filarmónicas, o projeto Musorbis está apenas a começar, sendo previsível que até ao final do ano todas as bandas possam estar na plataforma. O processo pode ser acelerado com a cooperação dos interessados no que se refere a historiais e fotografias em falta. ]

  • Banda Marcial de Bairros (1810)
  • Banda Musical de Fornos (1909)
  • Banda Musical dos Mineiros do Pejão (1933)
Banda Marcial de Bairros

Fundada em 1810, a Banda Marcial de Bairros recebeu da Câmara Municipal de Castelo de Paiva a Medalha de Ouro de Mérito Cultural a 24 de junho de 2019.

BMB

Banda Marcial de Bairros, Castelo de Paiva

Banda Marcial de Bairros, Castelo de Paiva

Banda Musical de Fornos

Em 1909, António Moura Duarte dispôs-se a organizar uma Banda de Música em Fornos. “Levando avante tal projeto, depressa a nova Banda de Música se constitui e se prepara para actuar. Estreou-se na Vila de Sobrado de Paiva no dia 25 de Abril de 1909” (in Guido de Monterey, Castelo de Paiva, p. 294). Em 2003 adquiriu o estatuto de Entidade de Utilidade Pública.

A Banda é constituída por setenta músicos executantes, com idades entre os 11 e os 46 anos. Participou em 2008 e 2012 no Concurso Internacional de Bandas conseguindo por duas vezes ser premiada com o 2º lugar da segunda categoria e ainda um honroso 3º lugar no Concurso de Tauromaquia. Em 2009, com a comemoração do centenário, a Banda Musical de Fornos realizou um concerto em pleno rio Douro. Em 2014 concorreu à quinta edição do concurso de Bandas no Ateneu Vilafranquense à primeira categoria. Tem como diretor artístico o Professor David Silva docente na Escola Superior de Música Artes e Espetáculo do Porto.

BMF

Banda Musical de Fornos, Castelo de Paiva

Banda Musical de Fornos, Castelo de Paiva

Banda de Música dos Mineiros do Pejão

À data de 1933 criou-se o Grupo Musical de Pedorido (Tuna Musical), dirigido por um devoto da música, padre Francisco Nicolau Moreira, tendo como auxiliares os músicos amadores João de Sousa e Nicolau Barbosa. Em 1947 Jean Tyssen, proprietário da Empresa Carbonífera do Douro e grande: apaixonado da arte musical, apercebendo-se que no Couto Mineiro do Pejão havia grande propensão para a música e ouvidos musicólogos insignes, como por exemplo o violinista Philipe Newman, resolveu transformar aquela Tuna numa Banda Musical, não obstante aquele músico ter chegado a albergar a ideia de com ela fundar uma orquestra sinfónica.

Em 1948, na II Festa da Família Pejão, os alunos das Escolas de Música, entretanto criadas para formar músicos para a Banda, apresentaram-se pela primeira vez. Os alunos executaram um programa dirigido pelo Diretor Artístico, Capitão Lourenço Alves Ribeiro (Maestro da Banda Nacional Republicana) e pelos professores da Escola de Música da Banda, Alberto da Costa Santos, Alberto Ribeiro Gomes e Tertuliano de Moura Monteiro.

Com o encerramento das Minas do Pejão criou-se, em 1995, a Associação Cultural do Couto Mineiro do Pejão, que mantém viva e muito ativa a Banda de Música dos Mineiros do Pejão levando a música a diversas localidades onde tem efetuado festividades ou concertos (Fabero Dei Bierzo – Espanha, Vila Pouca de Aguiar e Gouveia, atuando Brilhantemente nos auditórios locais, em Montluel (França) e nas cidades de Vila do Conde, Amadora, Trota, Fafe, Viana do Castelo, Vila Nova de Cerveira, Santo Tirso, Espinho, Gondomar, Paços de Ferreira, Penafiel, Castelo de Paiva entre outras). A banda dispõe de cerca de 60 elementos sob a regência de Francisco Manuel Sousa Moreira, oriundo das nossas escola e banda. É Pessoa Coletiva de Utilidade Pública.

BMMP

Banda de Música dos Mineiros do Pejão, Castelo de Paiva

Banda de Música dos Mineiros do Pejão, Castelo de Paiva

Rancho Folclórico de Nossa Senhora das Amoras, Castelo de Paiva
Folclore em Castelo de Paiva

Grupos folclóricos e tradições do Concelho

  • Douro Litoral (Douro Litoral Sul)
  • Distrito: Aveiro
Grupo de Danças e Cantares do Paraíso

O Grupo de Danças e Cantares do Paraíso tem vindo a demonstrar, desde a sua fundação (1993) os usos e costumes das atividades quotidianas das suas gentes em ações de âmbito cultural e recreativo, como festas e romarias. A divulgação do Grupo tem sido alargada às mais diversas regiões do pais (Minho, Trás-os-Montes, Alto e Baixo Alentejo, Estremadura, Beiras e Ribatejo).

Tem participado em vários encontros e  festivais de Folclore, dando a conhecer as danças e cantares em representação do município de Castelo de Paiva. Representa o folclore do Douro Litoral e apresenta um reportório variado. Os seus trajes são representantes do séc. XIX e princípio do séc. XX. De entre estes, destacam-se os de trabalho, os domingueiros e de festa. Organiza o seu Festival de Folclore (XVI) e Encontro de Concertinas (X).

Rancho Folclórico de Bairros

O Rancho Folclórico de Bairros, uma das nove freguesias do concelho de Castelo de Paiva, pertence à Região Etnográfica Douro Litoral – Sul. Sempre a freguesia foi uma das mais rurais do concelho e, por isso, ainda hoje mantém e vive tradições verdadeiramente populares. Sentindo a necessidade de manter e reviver o riquíssimo património cultural dos antepassados, surgiu o Rancho em 1996. O trabalho de recolha e pesquisa iniciado continua em curso. Baseados nas recolhas feitas junto de idosos e livros históricos, os cantares e as danças mais características da região são, entre outras, rusgas, viras, malhões, quadrilhas. Os trajes mais usados na região eram os de trabalho, romaria ou festa, lavradores ricos.

Rancho Folclórico de Castelo de Paiva

Sediado em Castelo de Paiva, distrito de Aveiro, o Rancho folclórico de Castelo de Paiva nasceu em abril de 1957. Fez a sua primeira atuação em julho do mesmo ano, nas Festas do Concelho de Castelo de Paiva. Ao longo da sua existência tem sido um fiel intérprete do Folclore da região que é o Douro Litoral, organizando festivais folclóricos nacionais e internacionais, tendo varais atuações na televisão e no estrangeiro destacando-se a participação no 1º Festival Luso-brasileiro realizado no Brasil.

Um dos seus pontos altos na sua história foi ser o melhor rancho no concurso de Trajes e Danças do Distrito de Aveiro no qual foi galardoado por Pedro Homem de Melo em Estarreja. Recebeu a medalha de Ouro de Mérito pela Câmara Municipal de Castelo de Paiva. Está filiado na Federação do Folclore Português desde o dia 06 de junho de 1977. Além de divulgar danças e cantares da região organiza cantares das janeiras, feiras á moda antiga e várias atividades agrícolas. Os trajes que representa são lavradeira rica; trajes de trabalho; fiadeira, carniceira, moleira, barqueiro, pescador e outros.

Rancho Folclórico de Nossa Senhora das Amoras

O Grupo foi fundado em 1973, por ocasião da romaria com o mesmo nome. A ideia partiu do Pároco da freguesia da Raiva, e de um dinâmico Grupo de Jovens e algumas pessoas da freguesia. O seu fundador foi Joaquim Ferreira Soares e tem na direção técnica Manuel Lopes Pinto. Em 1973, foi iniciado um trabalho de recolha, ensaios e apresentação de espetáculos em festas populares, romarias, feiras nacionais de agricultura e artesanato, festivais de folclore e outras comemorações de carácter social e cultural. Reportando-se aos trajes outrora usados pelos seus antecessores, foram recuperados pelo grupo de trajes de cerimónia, de domingar, ir à feira, o traje de camponês e serrano, o usado pelos barqueiros e o traje dos mineiros.

Entre as danças mais representativas da região, e as que integram o reportório, destacam-se a desgarrada, a chula rabela do douro, o vira da serra, o vira velho e as quadrilhas. Desde 1998, o Grupo realiza todos os anos o seu Festival de Folclore, tendo já passado pela região vários grupos nacionais e estrangeiros. Desde o Brasil à Argentina, Polónia, Republica Checa, Irlanda e Cazaquistão, foram inúmeras as delegações internacionais que atuaram nestes festivais. No que respeita a digressões ao estrangeiro, a mais importante foi ao Rio de Janeiro, Brasil, em 1993.

O Grupo é filiado no INATEl e conta normalmente com apoios desta Instituição, Câmara Municipal de Castelo de Paiva, Junta de Freguesia da Raiva e Governo Civil de Aveiro.

RFNSA

Rancho Folclórico de Nossa Senhora das Amoras, Castelo de Paiva

Rancho Folclórico de Nossa Senhora das Amoras, Castelo de Paiva

Fontes do Musorbis Folclore:

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos de modo a facilitar a leitura.

Fábio Moreira, trombonista, de Castelo de Paiva
Músicos naturais do Concelho de Castelo de Paiva

[ Serviço público sem financiamento público, o Musorbis foi lançado em dezembro de 2020. O processo de inserção de dados pode ser acelerado com a cooperação dos músicos no que se refere a currículos e fotografias em falta. ]

  • Fábio Moreira (trombone)
  • Flávio Oliveira (trompa)
  • Jorge Pereira (percussão)
  • Jorge Teixeira (violino)
Fábio Moreira

Fábio Moreira, natural de Castelo de Paiva, iniciou os estudos musicais na Banda Marcial de Bairros aos 10 anos. Em 2007 ingressou na Academia de Música de Castelo de Paiva na classe de Trombone de Pedro Mendes e, no ano seguinte, na classe de David Silva, com quem terminou o curso Secundário de Música em 2014 com classificação máxima na disciplina de Trombone. Nesse mesmo ano, ingressou na ESMAE, na classe dos professores David Silva e Severo Martinez, tendo terminado a licenciatura em 2017.

Ao longo da sua carreira tem colaborado com várias orquestras, entre elas a Orquestra Sinfónica da ESMAE, Orquestra Clássica da FEUP, Orquestra das Instituições Superiores de Ensino, Orquestra Filarmónica Portuguesa, Orquestra Sine Nomine, Orquestra do Atlântico, Orquestra de Guimarães e Orquestra Gulbenkian. Foi membro do ensemble de metais Massive Brass Attack e colaborou com o grupo Wild Bones Gang, ambos sob a direção artística de Sérgio Carolino.

Fábio Martins

Fábio Moreira, trombonista, de Castelo de Paiva

Fábio Moreira, trombonista, de Castelo de Paiva

Frequentou classes de aperfeiçoamento, cursos e festivais com Stefan Schulz, Ian Bousfield, Nathan Zgonc, Andreas Klein, Jamie Williams, David Brouchez, Bill Thomas, Justin Clark, Hakan Bjorkman, Csaba Wagner, Francisco Rosario Vega, entre outros. Trabalhou com os maestros José Rafael Pascual Vilaplana, Douglas Bostock, Jan Cober, Giancarlo Guerrero, Baldur Brönimann, Pedro Neves, Joana Carneiro, entre outros.

Em 2013 obteve o 2.º prémio no Concurso “Terras de la Salette”, em 2014 o 1.º prémio nas Olimpíadas Musicais na Academia de Música de Castelo de Paiva e em 2018 o 2.º prémio no Concurso Internacional de Trombone em Castelo de Paiva.

Lecionou as disciplinas de Trombone e Classe de Conjunto na Escola de Artes do Norte Alentejano entre 2017 e 2018. Leciona a disciplina de Trombone no Colégio Didálvi, em Barcelos e na Escola de Música da Banda de Música de Cête. É membro do grupo de trombones Slide Bones Symbiosis e colabora regularmente com a Banda Sinfónica Portuguesa.

Flávio Oliveira

Natural de Castelo de Paiva (Feitoria – Bairros), Flávio Oliveira iniciou os estudos musicais em 2007 na Academia de Música de Castelo de Paiva na classe de Trompa com Marco Costa. Fez os estudos superiores na Escola Superior de Artes Aplicadas com os professores Luís Vieira e Paulo Guerreiro onde terminou em 2021 o Mestrado em ensino da música variante trompa.

Realizou classes de aperfeiçoamento Manolo Ortega, Abel Pereira, Hélder Vales, Froydis Ree Wekre, David Fernandez Alonso, Paulo Guerreiro, Bohdan Sebestik, Flávio Barbosa, Luís Vieira, Nuno Vaz e Ricardo Silva. Participou em estágios de orquestra com os maestros Joel Monteiro, Cesário Costa, José Eduardo Gomes, Maestro Rui Pinheiro, Osvaldo Ferreira, Fuad Ibrahimov, Oksana Lyniv, Fergus McWilliam e Paulo Martins, com as orquestras: Orquestra Académica Portuguesa, Orquetra Sinfónica “Ensemble”, Orquestra de Vigo 403, Orquestra Filarmónica de Braga, Ceuta International Symphony Orchestra, EUYWO, Banda Sinfónica Portuguesa. Tocou com a Orquestra Sem Fronteiras, Deutsch-Skandinavische Jugend-Philharmonie, Internationale Junge Orchesterakademie. Em 2013, participou no Encontro Nacional de Jovens Músicos com o Maestro José Eduardo Gomes. Em 2007 2º Prémio nas Olimpíadas da Academia de Música de Castelo de Paiva.

É professor de instrumento Trompa na Escola de Música da Banda Marcial de Bairros e professor de Expressão Musical e Outras Expressões na Artâmega.

Flávio Oliveira

Flávio Oliveira, trompista, de Castelo de Paiva

Flávio Oliveira, trompista, de Castelo de Paiva

Jorge Pereira

Natural da freguesia de Fornos, concelho de Castelo de Paiva, Jorge Pereira iniciou os estudos musicais aos 5 anos na Banda Musical de Fornos. Prosseguiu os estudos, na Academia de Música de Castelo de Paiva, na classe de piano com os professores Jorge Moreira e Eliana Veríssimo, tendo participado numa classe de aperfeiçoamento de piano com a professora Rosa Gondar. No ano de 2007 transitou para o Conservatório do Vale do Sousa, em Lousada, onde iniciou os  estudos na classe de percussão, com o professor João Cunha. Em 2009 prosseguiu os seus estudos na Escola Profissional de Música de Espinho onde estudou com os professores Joaquim Alves, Pedro Oliveira, Rui Rodrigues e Nuno Aroso.

Em 2012 foi admitido na Escola Superior de Música de Lisboa na classe dos professores Richard Buckley, Jeffery Davis e Pedro Carneiro. Participou em classes de aperfeiçoamento de percussão com Mário Teixeira, Markus Leoson, Rui Sul Gomes, Pedro Carneiro, Paulo Oliveira, Anders Astrand, Daniel Berg, Ney Rosauro, Bart Quartier, Peter Vulperhorst, num masterclass de timbilas Moçambicanas com Matchume Zango e num workshop de Adufe com Rui Silva.

Colaborou com a Orquestra Clássica de Espinho, Orquestra Sinfónica Juvenil, Lisbon Film Orchestra, Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa, Orquestra de Sopros da ESML, Banda Sinfónica de Santa Maria da Feira, Orquestra Nacional de Sopros dos Templários e participou também na orquestra APROARTE, entre outras.

Jorge Pereira

Jorge Pereira, percussionista, de Castelo de Paiva

Jorge Pereira, percussionista, de Castelo de Paiva

Tocou sob a direção de Christopher Bochmann, Délio Gonçalves, Paulo Martins, Alberto Roque, Pedro Neves, Felix Hauswirth, Hardy Mertens, Rui Massena, Jorge Salgueiro, Paulo Lourenço, Vasco Pearce de Azevedo, Andrew Swinnerton, Nuno de Sá, Ernst Schelle, entre outros De 2014 a 2017 pertenceu ao naipe de percussão da Banda Sinfónica do Exército Português. Desde 2017 pertence aos quadros da Guarda Nacional Republicana.

Jorge Teixeira

Natural de Castelo de Paiva, Jorge Teixeira iniciou os estudos musicais com o seu pai, Joaquim Teixeira. Aos onze anos começou a estudar violino, na Escola de Música e Bailado de Linda-a-Velha, onde foi aluno de Vasco Broco e José Ferreira. Em 1987 concluiu o Curso Superior de Violino, na classe de Leonor Prado, no Conservatório Nacional de Lisboa. Licenciou-se em Violino, pela Escola Superior de Música de Lisboa, em 2000.

Jorge Teixeira

Jorge Teixeira, violinista, de Castelo de Paiva

Jorge Teixeira, violinista, de Castelo de Paiva

Integrou várias orquestras juvenis nacionais (foi solista e concertino do Collegium Musicum, da Orquestra Sinfónica Juvenil e da Orquestra das Escolas de Música Particulares), e estrangeiras (Orchestre des Jeunes de la Méditerranée, Orquestra Filarmónica da Europa, Orchestre de l’Académie des Archets e Orchestre des Pays de Savoie). Apresentou-se a solo com a Orquestra Sinfónica da RDP e com a Orquestra D. Pedro V. Desenvolve atividade regular na área da música de câmara, tendo sido violinista do Quarteto Capela.

Foi professor de música de câmara na Orquestra das Escolas de Música Particulares e professor de orquestra na Orquestra Metropolitana. Leciona violino na Escola de Música Nossa Senhora do Cabo, em Linda-a-Velha, e é diretor musical da Orquestra D. Pedro V. Ingressou na Orquestra Gulbenkian em 1991.

Queres destacar-te? Clica AQUI.

Destaca-te na Musorbis

Destaca-te no Musorbis

ESCOLAS

Academia de Música de Castelo de Paiva

A Academia de Música de Castelo de Paiva é um estabelecimento do ensino especializado de música que leciona cursos básicos e secundários de música de acordo com os normativos em vigor e a autorização concedida pelo ministério da educação. Funcionando em regime de paralelismo pedagógico durante vários anos, a academia viu reconhecido em 2011 o seu mérito artístico e educativo através da atribuição da Autonomia Pedagógica pelo Ministério da Educação e ciência, aos cursos que leciona. Nesta medida, a academia enquadra-se nos objetivos do sistema educativo e, por conseguinte, os estudos que leciona são equiparados aos ministrados nas escolas públicas.

Tem acedido à Academia um número cada vez maior de crianças e jovens, oriundos não só de Castelo de Paiva, mas também de concelhos vizinhos que procuram obter uma formação artística de mérito. Frequentam a Academia mais de 450 alunos, nos mais diversos cursos do currículo e lecionam cerca de 40 docentes devidamente especializados.

O desempenho da academia não se limita à ação educativa. Conforme o Plano Anual de Atividades que elabora, promove inúmeros concertos com os seus alunos, nos mais diversos locais. Salienta-se o elevado nível artístico dos agrupamentos que oferece, nomeadamente a Orquestra de sopros, a Orquestra Clássica, a Orquestra Ligeira, o Ensemble de Clarinetes, o ensemble de metais, o ensemble de guitarras, o ensemble de saxofones e os coros. A Academia celebrou 25 anos em 2013.