Artigos

T.U.CHA - Tuna Universitária de Chaves
Tunas e estudantinas de Chaves

História e atividades tunísticas no Concelho

T.U.CHA – Tuna Universitária de Chaves

Tlm. (+00 351) 938 822 704
Correio eletrónico: tunachaves@gmail.com

A Tuna Universitária de Chaves, mais conhecida por T.U.CHA, do Curso de Turismo da UTAD, foi criada em 2000. Além dos encontros de tunas e festivais em que está presente, faz questão de mostrar o seu lado mais solidário. Atua em lares da terceira idade ou mesmo até em campanhas de recolha de fundos para ajudar em qualquer causa social.

Em 2014, organizou I Festival Aquae Flaviae de Tunas Mistas (4 de Abril de 2014), no Auditório do Centro Cultural de Chaves. A concurso participaram Atuna Biracopos, ISECTUNA, K&Batuna, SENATUNA, IN’VINUS TUNA, além da anfitrião, T.U.CHA. O Festival foi programado para a Academia de Artes de Chaves.

T.U.CHA - Tuna Universitária de Chaves

T.U.CHA – Tuna Universitária de Chaves

Festivais de tunas

Festival de Tunas de Chaves (1995)

Festival Aquae Flaviae de Tunas Mistas (1ª edição em 2014)

Coral de Chaves
Coros de Chaves

História, grupos e atividade coral no Concelho

Coral de Chaves

Fundado em 1992, o Coral de Chaves constituiu-se como Associação Cultural sem fins lucrativos em 1994.

Tendo como principal objetivo a divulgação da música coral-polifónica, a sua ação tem-se feito sentir através de um vasto reportório de música sacra, litúrgica e profana, englobando peças de um vasto número de compositores de vários períodos da História da Música.

Teve a sua estreia oficial em 1992. Desde então tem mantido uma presença regular em encontros de coros, tanto em Portugal como em Espanha, e respondido, sempre que possível, às solicitações de entidades e organismos públicos e privados.

Das diversas atividades que desenvolveu até ao momento são de destacar a organização anual de um Encontro de Coros em Chaves; a realização de concertos nas localidades do meio rural da Região; a participação na gravação do CD intitulado Os Melhores Coros Amadores da Região Norte em 1997; a presença na Expo/98, integrando o programa da Santa , em representação da Diocese de Vila Real; a deslocação ao Luxemburgo em  2004, aquando da geminação entre as cidades de Chaves e Differdange; a estreia mundial, no ano 2006, do Oratório Travessia do compositor Joaquim dos Santos, em colaboração com os cantores Inês Villadelprat, Fernando Guimarães e Rui Taveira, a Orquestra do Norte com os maestros Manuel Teixeira e José Ferreira Lobo; apresentações públicas do oratório em Alijó, Chaves, Valpaços, Vila Pouca de Aguiar e Vila Real; em 2007, viagem a Itália para realização do concerto, gravado ao vivo, do oratório Travessia, na igreja do Instituto de Santo António dos Portugueses, com a soprano Inês Villadelprat e o tenor Fernando Guimarães, estando a Orchestra Sinfonica Tiberina sob a direcção do maestro Massimo Scapin, edição do concerto em CD Duplo; o Concerto de Natal de Dezembro de 2007 que contou com a colaboração de uma Orquestra de Câmara e da solista Mónica Fernandes; a estreia da Paixão segundo S. João, de Joaquim dos Santos, no Concerto de Páscoa de 2008, realizado em Chaves, com subsequente apresentação em Sambade (Alfandega da Fé) contando com a colaboração dos cantores José Carlos Miranda, Bruno Nogueira, Ana Santos e Liliana Coelho.

Coral de Chaves

Coral de Chaves

Em 2007 foi-lhe atribuída, pela Câmara Municipal de Chaves, a medalha de mérito municipal – grau prata.  Em 2008, foi galardoado com o Prémio Podium 2007 na categoria Prémio Especial do Júri, instituído pela Rádio Fórum Boticas. Entre 1992 e 2007, o Coral de Chaves foi dirigido pelo Padre Fernando Silva de Matos.

Leia AQUI o currículo completo.

 

Rancho Folclórico dos Ases da Madalena, Chaves
Folclore e música tradicional em Chaves

Tradições, grupos etnográficos e atividades no Concelho

  • Região: Trás-os-Montes e Alto Douro (Trás-os-Montes)
  • Distrito: Vila Real
  • Concelho: Chaves

07 grupos

  • Associação E. R. C. do Rancho Folclórico da Freguesia de Selhariz
  • Grupo de Cavaquinhos de Couto de Ervededo
  • Grupo de Danças e Cantares Regionais de Santo Estêvão
  • Grupo de Folclore Vila Medieval de Santo Estêvão
  • Rancho Folclórico da Associação Desportivo e Cultural Amigos de Vilas Boas
  • Rancho Folclórico do Grupo Cultural da Serra do Brunheiro
  • Rancho Folclórico dos Ases da Madalena
Grupo de Danças e Cantares Regionais de Santo Estêvão

O Grupo de Danças e Cantares Regionais de Santo Estêvão pertence à Região Etnográfica do Alto Tâmega, Trás-Os-Montes. As suas danças tradicionais são: Malhar o Centeio, Desgarrada, Ceifeira, Saia a Rodar, Chula, Mariana e António. Os trajes são: Ceifeira, Domingueiro, Trabalhador, Rico, Noivos, Lavadeira, Fiadeira.

A tocata é constituída por concertina, acordeão, bombo, cavaquinho, reque-reque, tábuas e ferrinhos.

Entre os seus usos e costumes destacam-se: Festival anual de Folclore Nacional e Internacional, Cantar os Reis, Carnaval, Sábado Fiolheiro, Magusto. Do seu currículo constam representações nacionais, de Norte a Sul do País, “Portugal No Coração” – RTP; Festividades S. João – Braga). Na lista de representações internacionais constam deslocações a França (Paris e La Rochelle) e Espanha (Verin e Lugones). O GDCRSE é associado do Inatel e Chaves Viva.

Grupo de Danças e Cantares Regionais de Santo Estêvão, Chaves

Grupo de Danças e Cantares Regionais de Santo Estêvão, Chaves

Grupo de Folclore “Vila Medieval de Santo Estevão

O Grupo de Folclore “Vila Medieval de Santo Estevão foi fundado a 29 de agosto de 1997, na aldeia de Santo Estêvão por Manuel Pires, Hermenegildo Teixeira e Abílio Cruz. Nasceu fruto de convívios entre amigos que partilhavam o fascínio pelo tradicional e popular transmontano. Santo Estevão localiza-se a 8 km a norte da cidade de Chaves, na margem esquerda do rio Tâmega.

A tocata é formada por vários instrumentos como acordeão, concertina, viola, cavaquinhos, tabuinhas, reque-reque, bombo.

Entre as danças tradicionais constam o malhão e as desgarradas transmontanas. As danças e o típico andar de roda mostram bem o espírito transmontano. As danças lentas retratam as décadas de 1910 e 1920, com a participação de portugueses na 1ª Guerra Mundial (tristezas e viuvez) e as danças rápidas a alegria do povo nos seus trabalhos agrícolas. Pertencente à Região Etnográfica do Alto Tâmega, o grupo tem como objetivo divulgar o folclore transmontano nas suas origens. Os seus trajes são: domingueiro, trabalho, rico, geireiro, ceifeira, noivos, lavadeira, fiandeira, viúva e vindimadeira.

RFVMSE

Grupo de Folclore “Vila Medieval de Santo Estevão

Grupo de Folclore “Vila Medieval de Santo Estevão

Rancho Folclórico de Selhariz

O Rancho Folclórico de Selhariz (Associação E. R. C. do Rancho Folclórico da Freguesia de Selhariz) pertence ao Concelho de Chaves e à Região Etnográfica do Alto Tâmega.

RFS

Rancho Folclórico de Selhariz, Chaves

Rancho Folclórico de Selhariz, Chaves

Rancho Folclórico da Associação de Desporto e Cultura dos Amigos de Vilas Boas

O Rancho Folclórico da Associação de Desporto e Cultura dos Amigos de Vilas Boas, no Concelho de Chaves, pertence à Região Etnográfica do Alto Tâmega. A coletividade foi fundada em 2004, e conta atualmente com 194 sócios. O rancho folclórico foi fundado a 21 de janeiro de 2005 e é composto por 60 elementos. A ADCAVB conta ainda com um grupo desportivo fundado a 7 de janeiro de 2007. Possui instalações provisórias, nas quais realiza diversas atividades culturais e desportivas.

Rancho Folclórico do Grupo Cultural da Serra do Brunheiro

O Rancho Folclórico do Grupo Cultural da Serra do Brunheiro surgiu em 1997, como Associação Recreativa e Cultural da Cela. Dedicava-se às tradições da freguesia de Cela mas, com a união de freguesias, começou a dedicar-se também às tradições de toda a Serra do Brunheiro, levando o grupo a alterar o seu nome.

Antes de se constituir como associação, o Rancho da Serra do Brunheiro já tinha realizado diversas recolhas na região. Estas basearam-se em músicas e canções de trabalho, contando com os testemunhos das pessoas mais idosas.

Atualmente o grupo recria serões de trabalho, nos quais transmitem as tradições aos mais jovens. As recriações dizem respeito a todos os trabalhos sazonais da Serra do Brunheiro, de janeiro a dezembro.

RFGCSB

Rancho Folclórico do Grupo Cultural da Serra do Brunheiro

Rancho Folclórico do Grupo Cultural da Serra do Brunheiro

Rancho Folclórico dos Ases da Madalena

O Rancho Folclórico dos Ases da Madalena é uma secção do Grupo Desportivo Recreativo e Cultural dos Ases da Madalena na Freguesia da Madalena/Samaiões na Cidade de Chaves. Pertence à Região Etnográfica do Alto Tâmega.

RFAM

Rancho Folclórico dos Ases da Madalena, Chaves

Rancho Folclórico dos Ases da Madalena, Chaves

Em 2019, o Município de Chaves, com o intuito de animar as noites de verão e dar a conhecer os grupos tradicionais do concelho de Chaves, organizou duas noites de folclore, com os ranchos folclóricos.

Fontes do Musorbis Folclore:

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos de modo a facilitar a leitura.

Banda Flaviense “Os Pardais”
Filarmónicas em Chaves

História, bandas de música e atividades no Concelho

  • Banda Musical Casa de Cultural Popular de Outeiro Seco
  • Banda Musical da Torre de Ervededo
  • Banda Musical de Loivos
  • Banda Musical de Rebordondo
  • Banda Musical de Vila Verde da Raia
  • Banda Musical Flaviense ‘Os Pardais’
  • Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves
Banda Musical Casa de Cultural Popular de Outeiro Seco

No âmbito das atividades promovidas pela Casa de Cultura Popular de Outeiro Seco, no dia 4 de janeiro de 1999, a CCP Outeiro Seco decidiu iniciar um novo projeto, que visava começar a promover a formação musical dos seus associados. Depois das primeiras aulas de formação, para as quais foi contratado o professor Manuel Heitor Reis, o projeto inicial – que pretendia ser uma tuna musical – acabou por ganhar forma em outros moldes, tendo-se então resolvido constituir uma banda filarmónica. Depois de diversos peditórios pela aldeia, adquiriu-se então o primeiro instrumental para a banda e iniciaram-se as primeiras aulas de instrumento.

BMCCPOS

Banda Musical Casa de Cultural Popular de Outeiro Seco, Chaves

Banda Musical Casa de Cultural Popular de Outeiro Seco, Carnaval

Em 2000, apresentou-se pela primeira vez em público, na sua terra, a Banda Musical da Casa de Cultura Popular de Outeiro Seco. Ininterruptamente ativa desde a sua fundação, é seu fundador, maestro e diretor artístico o professor Manuel Heitor Reis. A Casa de Cultura Popular disponibiliza para a banda uma escola de música, onde é fomentada a formação de jovens aprendizes e de seniores. Orientada pelo professor Manuel Heitor Reis, conta ainda com a ajuda do professor Carlos Pires na formação dos instrumentistas de metais. Com um reportório diversificado, a Banda Musical presta serviços típicos das bandas filarmónicas, como arruadas, missas, procissões, concertos e arraiais.

Banda Musical da Torre de Ervededo

A Banda Musical da Torre de Ervededo foi fundada em 1917, foi desativada em 1959 e refundada 70 anos mais tarde, a 14 de maio de 1987, pela mão do saudoso Maestro Laurentino Macedo. A Associação Cultural e Recreativa da Torre de Ervededo relançou, assim, a desaparecida banda com dinheiros provenientes, na sua maior parte dos emigrantes, amigos e habitantes da aldeia.

BMTE

Banda Musical da Torre de Ervededo, Chaves

Banda Musical da Torre de Ervededo, Chaves

Desde 2015, o seu diretor artístico é o Maestro Ricardo Lopes, Maestro “nascido” na Escola de Música. Conta neste momento com cerca de 45 elementos, com idades entre os 10 e os 70 anos. Possui uma Escola de Musica com cerca de 22 alunos. É composta, na sua maioria, por elementos que se reúnem depois dos seus empregos, ou dos seus estudos, e se entregam à música com esforço e dedicação. Alguns dos seus músicos frequentam ou frequentaram escolas profissionais e conservatórios de Música, nomeadamente a Academia de Música de Chaves, conciliando, muitas vezes, os estudos musicais com as atividades letivas ou profissionais.

Na Marcha de Ervededo, Monsenhor Ângelo do Carmo Minhava descreve:

“Desde o vale à serra,
Que beleza encerra
Esta região tão singular!

Já de manhã cedo,
Entre o arvoredo,
Andam passarinhos a cantar!

E a brisa que passa,
Ao ver tua graça,
Leva a todo o lado o nome teu!

Gente de Ervededo
Lugar lindo e ledo
Agradece o dom que Deus te deu.”

Banda Musical de Loivos

Fundada em 1826, a Banda Musical de Loivos tem vindo a desenvolver, ininterruptamente, uma ação promotora da música numa região.  Realiza regularmente concertos na sua região e é uma presença assídua nas festas e romarias. Teve a direção artística dos maestros José Rodrigues “Carriço” (anos 50 e 60), José Maria (anos 80), José Lourenço Costa (anos 90), entre outros.

BML

Banda Musical de Loivos

Banda Musical de Loivos

A BML é composta por cerca de 60 elementos, na sua maioria jovens, que conciliam a sua vida profissional com a atividade musical nesta banda. Embora seja uma banda bastante jovem na sua composição, conta nos seus quadros com jovens músicos em formação no seu instrumento, fruto de uma aposta forte da BML na formação dos seus músicos, através de protocolos com escolas de Ensino Artístico Especializado como através da sua escola de música onde jovens dão os primeiros passos no mundo da música de modo a poderem ingressar mais tarde no corpo da própria banda. Em 1999, gravou um disco cujos temas ilustram o trabalho desenvolvido. Desde 2012, a BML tem como diretor artístico o Maestro Luciano Pereira que iniciou o seu percurso na BML com 11 anos e é natural da aldeia de Loivos.

Banda Musical de Rebordondo

A Banda Musical de Rebordondo é uma coletividade do concelho de Chaves, ao serviço da educação e divulgação cultural na promoção da sua região.

BMR

Banda Musical de Rebordondo, Chaves

Banda Musical de Rebordondo, Chaves

Banda Musical de Vila Verde da Raia

A Associação Banda Musical de Vila Verde da Raia está localizada em Vila Verde da Raia, concelho de Chaves. É uma Associação com personalidade jurídica a partir de 21 de janeiro de 1991 sendo a ultima data de alteração de estatutos em 15 de Maio de 2002. É uma coletividade ao serviço do povo desde 6 de outubro de 1860.

BMVVR

Banda Musical de Vila Verde da Raia, Chaves

Banda Musical de Vila Verde da Raia, Chaves

Segundo António Dias Bento no início do século XX a Banda Musical composta pelo célebre “Grupo dos quatorze”, contava com os seguintes instrumentos: dois clarinetes, um bombardino, dois trombones curtos, um helicon, dois cornetins, um alto, uma flauta, uma tarola, um bombo e um par de pratos turcos. Entre outros regentes da Banda, destacam-se os compositores Jerónimo Bragança, José Joaquim da Silva, o Vila Verdense António Carvalho (O Farinhas) e o Maestro Carlos Emídio Pereira, autor da música da marcha desta aldeia com o titulo “Terra nossa” cujo poema é da autoria da poetisa Maria Nelson. O diretor artístico da Banda é, desde 1999, o professor e compositor Vítor Manuel dos Santos, natural da República Federal da Alemanha.

Banda Flaviense “Os Pardais”

A Banda Flaviense “Os Pardais” foi fundada a 18 de janeiro de 1925 por um grupo de flavienses, com destaque para João Gonçalves, mais conhecido por “João das Pombas”. Como o grupo não tinha disponibilidade financeira para a implementação da Banda, através de uma instituição bancária obteve um empréstimo que, como garantia, foi a hipoteca da própria casa de habitação de João Gonçalves. Por consenso foi-lhe dada a denominação de Banda Flaviense. Por haver uma ave (pardal) muito frequente na região, foi alcunhada de “Os Pardais”, alcunha que mantém.

BFP

Banda Flaviense “Os Pardais”

Banda Flaviense “Os Pardais”

Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves

A Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves foi fundada em 2008 integrada na oferta curricular do Curso Básico de Música da Academia de Artes de Chaves no âmbito da disciplina de Classe de Conjunto. Composta por cerca de 20 alunos, surgiu da necessidade de agregar os alunos oriundos das bandas filarmónicas da região num grupo que lhes permitisse evoluir tanto ao nível das competências específicas para a música de conjunto como da evolução, indireta, das coletividades em que se integravam.

A necessidade de desenvolver um meio musical com dificuldades reconhecidas no acesso ao ensino especializado da música foi o mote que liderou este projeto. Com o  tempo, a Orquestra de Sopros começou a despertar um interesse cada vez maior nos meios musicais da região, tendo admitido alunos de outras instituições de ensino da música da região. Em 2009, a Orquestra de Sopros da AAC apresentou-se a concurso no III Concurso Internacional de Bandas “Ateneu Vilafranquense” em Vila Franca de Xira. Concorrendo na 3ª categoria, a experiência foi encarada como mais um momento de trabalho e evolução de todos. Como resultado do mesmo, a Orquestra de Sopros da AAC foi laureada com o 2º Prémio na dita categoria. Nos tempos que se seguiram, a Orquestra de Sopros da AAC começou a obter um reconhecimento cada vez maior, tendo sido convidada a apresentar-se em diversas salas da região norte do país, para além dos concertos regulares realizados no Auditório Municipal de Chaves.

Destacam-se as participações nas Comemorações do 25 de Abril organizadas pelo Governo Civil de Vila Real (2009), a participação no Festival Musica Viva em Mateus – Vila Real (2010) e a participação no Festival Filarmonia ao Mais Alto Nível em Santa Maria da Feira (2010). Para além destes, a Orquestra de Sopros da AAC tem vindo a apresentar-se regularmente em Chaves e nas localidades circundantes. A Orquestra de Sopros da AAC é composta por cerca de 70 elementos, sendo eles alunos do curso básico na sua maioria, professores da AAC e músicos externos à AAC. Os músicos da Orquestra são oriundos dos concelhos de Chaves, Boticas, Valpaços, Vila Pouca de Aguiar, Mirandela, Vila Real e Alijó. É dirigida, desde a sua fundação, pelo professor Luciano Pereira.

Orquestra de Sopros da Academia de Música e Artes de Chaves

Orquestra de Sopros da Academia de Música e Artes de Chaves

Orquestra de Sopros da Academia de Música e Artes de Chaves
Músicos do Concelho de Chaves
João Valpaços

João Valpaços é natural de Carrazedo de Montenegro, Valpaços, tendo o nascimento ocorrido em Chaves, em 1994.  Começou os estudos musicais em 2006 na ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela na classe de violoncelo de David Cruz e mais tarde na classe de Ricardo Ferreira onde concluiu o curso com a nota máxima na prova final de instrumento.

Em 2012 foi admitido na Hoogschool voor de Kunsten Utrecht na classe do Professor Ran Varon.

Foi membro e primeiro violoncelista em varias orquestra de jovens em Portugal e nos Países Baixos e atua frequentemente com a Orquestra XXI e a Orquestra Gulbenkian trabalhando com vários maestros como Lorenzo Viotti, Hannu Lintu, David Afkham, Lev Markiz, Muahi Tang, Lawrence Foster, Karl-Heinz Steffen.

Durante a carreira a solo obteve em 2011 uma Menção Honrosa no “13º Concurso Santa Cecília” no Porto, em 2013 o 1º prémio na terceira categoria do “Britten Cello Concours” em Zwolle, Holanda e em 2014 o 2º prémio na categoria A do “16 Concurso Internacional Santa Cecília” no Porto. Apresentou-se a solo com orquestra na Holanda interpretando obras de Haydn, Concerto em Dó maior, e Tchaikovsky, Variações Rococo.

Teve a oportunidade de participar em classes de aperfeiçoamento com Gary Hoffman, Amit Peled, Tsuyoshi Tsutsumi, Marc Coppey, Matt Haimovitz, Lluis Claret, Claudio Bohórquez, Gavriel Lipkind, Maria de Macedo entre outros.

Em 2019 finalizou o Mestrado em Performance na classe dos Professores Jeroen den Herder e Dmitry Ferschtman sendo bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.

Bio facultada por João Valpaços, publicada a 20 de fevereiro de 2021

Igreja Matriz de Chaves

Órgãos de tubos do concelho de Chaves [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de Chaves

Igreja Matriz de Chaves

Igreja Matriz de Chaves

Durante o período romano, Chaves era um dos mais importantes núcleos urbanos da península, havendo notícia de que, à época das invasões suevas no noroeste transmontano, a cidade era sede de um bispado cristão. No entanto, o templo primitivo teria sido praticamente arrasado, e na época da ocupação árabe, a diocese foi extinta e o templo designado sede de paróquia. As primeiras referências documentais à Igreja de Santa Maria Maior surgem nas Inquirições Afonsinas de 1259. O templo românico terá sido construído possivelmente no século XII, sobre as fundações da época visigótica. Da estrutura medieval subsistem ainda a torre sineira e o seu portal.

No reinado de D. João III foi feita uma grande reforma edificativa, que integrou na estrutura românica das fachadas dois magníficos portais renascentistas. Os dois apresentam uma estrutura semelhante, de linhas sóbrias inspiradas na tratadística italiana, em que um arco de volta perfeita se rasga ladeado por colunelos e inserido num frontão de remate triangular. O portal lateral, atribuído ao pedreiro-escultor João Noblé, destaca-se pela decoração repleta de motivos de grutesco, possuindo esculpidos no extradorso do arco os bustos de São Pedro e São Paulo. O espaço interior conserva a primitiva estrutura medieval, dividindo-se em três naves marcadas por robustos pilares, cobertas por teto de madeira edificado no século XIX, uma vez que originalmente a cobertura era feita por abóbadas de canhão.

Antecedendo a capela-mor, dispõem-se duas capelas. À direita a Capela do Santíssimo, edificada no século XVI e reconstruída em meados de Setecentos, com teto abobadado rematado por lanternim. No espaço fronteiro, a capela é dedicada a Santa Maria, atrás da qual se situa a sacristia. A capela-mor terá sido reedificada já na segunda metade do século XVI, cerca de 1561. Abrindo com um arco triunfal ogival encimado por painel de azulejos, alusivo à Assunção de Maria, é coberta por abóbada polinervada, apoiada em mísulas.

Fonte: DGPC, Catarina Oliveira

Em tribuna própria existe na igreja um órgão histórico da autoria de Luís Sousa, construído em 1763, reparado por António José dos Santos Júnior em 1873, restaurado novamente em 2005 por António Simões.

Órgão histórico Luís Sousa 1763

Órgão da Igreja Matriz de Chaves

Órgão da Igreja Matriz de Chaves, créditos Teodoro Sousa 2021

Trombetas e tribuna

Órgão de tubos da Igreja Matriz de Chaves

Órgão de tubos da Igreja Matriz de Chaves

Tribuna

Órgão de tubos da Igreja Matriz de Chaves

Órgão de tubos da Igreja Matriz de Chaves

Placa do organeiro

Órgão de tubos da Igreja Matriz de Chaves

Órgão de tubos da Igreja Matriz de Chaves