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Filarmónica União Taveirense
Filarmónicas de Coimbra

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Filarmónica União Taveirense

A FUT foi fundada em1869, no que era então uma pequena aldeia rural dos arredores de Coimbra, na margem esquerda do Rio Mondego. Tem pautado por manter-se fiel aos objetivos definidos pelos seus fundadores, Padre João Pessoa Godinho e D. Duarte de Mello (Visconde de Taveiro), “ … o ensino e a divulgação da música e promover e incentivar outras actividades culturais…”.

Foi titulada, no reinado de D. Manuel II, de Real Philarmónica União Taveirense. É desde 1969 membro honorário da Comenda de Ordem de Benemerência (atribuída pela Presidência da República). Recebeu a Medalha de Mérito Cultural da Câmara Municipal de Coimbra (25 Abril 1995). É também desde 1997 reconhecida como Instituição de Utilidade Pública (Presidência do Conselho de Ministros).

Após vários regentes e maestros, Sílvio Rajado (pai), mantendo a Escola de Música em pleno funcionamento, formou os elementos que vieram a rejuvenescer e a valorizar a Banda, nos anos 60, 70 e 80. A FUT tem sido o alfobre de centenas de executantes, que têm prosseguido os estudos em conservatórios e/ou escolas superiores. Estes músicos continuam maioritariamente na banda, sendo alguns Professores de Música e/ou Instrumentistas de prestigiados agrupamentos.

Mais tarde, o Maestro Sílvio Rajado (pai) “passou” o testemunho ao seu filho Sílvio Rajado, que deu uma excelente continuidade ao trabalho feito por seu pai, alargando os horizontes e criando novos objetivos e motivações, conferindo à Banda uma qualidade invejável na Região. O tempo foi decorrendo e novos desafios se colocaram a esta centenária instituição, a criação de uma Orquestra Ligeira; posteriormente de uma Big Band; a formação de uma Banda Juvenil; o aperfeiçoamento do grau de execução dos músicos; a elevação do nível artístico; o melhoramento do repertório e do tipo de apresentações públicas, foram alguns dos pontos que mereceram a atenção das diversas direções, que recorreram a credenciados Maestros, (Sargento Ajudante Agante Ferreira, 1.º Sargento Jorge Pereira e Tenente João Oliveira – Chefe de Banda de Música do Exército), e a novos métodos de trabalho.

Já sob a orientação do Maestro João Paulo Fernandes, em 2005, participou no 1.º Concurso Nacional de Bandas – Cidade de Aveiro, arrebatando o 1.º Lugar.

Em 2005 “nasceu” o primeiro CD intitulado Futsuite, que apresenta uma escolha cuidada de repertório, sendo na sua maioria composto por obras escritas originalmente para este tipo de formação.

“ …É um trabalho bem pensado, com uma estética e uma estruturação rara nas bandas portuguesas.”

“Em relação à qualidade da Banda fiquei muito surpreendido! É excelente para uma banda não profissional. Não tenho dúvidas de que foi o CD de Banda não militar que mais gostei de ouvir” (Jorge Salgueiro, compositor).

“ …O CD da Filarmónica União Taveirense está realmente bem produzido e tem uma apresentação musical excelente.” (Dr James W. Hebert – Maestro e fundador da Pennsylvania Pops Orchestra (EUA) e presidente/director executivo da Music Maestro Please Festivals & Tours.)

Hoje em dia a Banda dispõe de um invejável potencial humano-artístico, com grande formação e currículo musical, maioritariamente jovem, que permite, para além das tradicionais procissões e desfiles, apresentar outro tipo de trabalhos mais elaborados e exigentes. As centenas de atuações, nos mais diversos pontos do país (incluindo Açores e Madeira) e no estrangeiro (Espanha, Luxemburgo, Brasil) com grande aceitação e brio, são a prova da sua qualidade, que muito honra não só a Freguesia, o Concelho e o Distrito mas também o País.

As centenas de atuações, nos mais diversos pontos do país (incluindo Açores e Madeira) e no estrangeiro (Espanha, Luxemburgo, Brasil) com grande aceitação e brio, são a prova da sua qualidade, que muito honra não só a Freguesia, o Concelho e o Distrito mas também o País.

A coletividade tem desenvolvido um trabalho louvável em prol da juventude e da população em geral, não só da freguesia mas também das localidades vizinhas, ocupando e valorizando os tempos livres dos jovens, promovendo vários estágios e classes de aperfeiçoamento; renovando e valorizando constantemente o repertório da Banda e Banda Juvenil; apurando o nível artístico dos seus elementos e sensibilizando as populações para o trabalho meritório e esforçado deste tipo de coletividades

Grupo Folclórico de Coimbra
Folclore em Coimbra

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Grupo Etnográfico da Região de Coimbra (GERC)
  • Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra
  • Grupo Folclórico de Coimbra
  • Rancho Folclórico As Tricanas de Coimbra
  • Rancho Folclórico de Taveiro
  • Rancho Folclórico e Etnográfico de Arzila
Grupo Etnográfico da Região de Coimbra (GERC)

O Grupo Etnográfico da Região de Coimbra (GERC) é uma associação de natureza etnográfica sediada no Pátio do Castilho – Almedina 3000-123 Coimbra.

Grupo Etnográfico da Região de Coimbra (GERC)

Grupo Etnográfico da Região de Coimbra (GERC)

Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra

O Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra (GEFAC) foi fundado como Organismo Autónomo da Academia de Coimbra em 1966. Desde a fundação tem vindo a desenvolver um exaustivo trabalho de recolha, tratamento e divulgação do património imaterial português. A nossa atividade tem-se assim desdobrado em diversas vertentes: recolha e pesquisa, tratamento e divulgação das manifestações tradicionais, formação, e concepção de espetáculos originais.

Utiliza as manifestações populares numa perspetiva criativa, principalmente nos ajustamentos aos aspetos cénicos, que permitem produzir um espetáculo globalizante, não tanto empenhado em demarcar regiões, mas sim em acentuar o sentir que provocou o aparecimento das manifestações.

Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra (GEFAC)

Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra (GEFAC)

A 25 de maio de 2021 o Público noticiou que o Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra foi distinguido com o Prémio Europa Nostra 2021.

Grupo Folclórico de Coimbra

O Grupo Folclórico de Coimbra foi fundado em 8 de Janeiro de 1986. O seu repertório inclui cerca de 150 temas entre cantigas e danças. O seu diretor artístico é o Professor Doutor Nelson Correia Borges.

Grupo Folclórico de Coimbra

Grupo Folclórico de Coimbra, Pedro Miguel Fotografia

Rancho Folclórico As Tricanas de Coimbra

O Rancho Folclórico As Tricanas de Coimbra é uma associação de natureza etnográfica com 8 décadas de existência.

Rancho Folclórico As Tricanas de Coimbra

Rancho Folclórico As Tricanas de Coimbra

Rancho Folclórico de Taveiro

Fundado em 18 de outubro de 1975 com a designação de Rancho Folclórico Juventude de Taveiro, o Grupo Folclórico de Taveiro é uma associação de natureza etnográfica que interpreta as danças e cantares da Região de Coimbra.

Rancho Folclórico de Taveiro

Rancho Folclórico de Taveiro

Rancho Folclórico e Etnográfico de Arzila

Fundado em 24 de fevereiro de 1974, o Grupo Folclórico e Etnográfico de Arzila, procura transmitir as tradições do povo da sua terra e da sua região. A sua ação de defesa do património tem ido desde a recolha de elementos etnográficos, à realização de debates, jornadas culturais, exposições, recuperação de festas, de jogos e outras tradições que estavam a desaparecer. Tem sido também sua preocupação a defesa do artesanato, na qual as “esteiras” de Arzila, assumem papel de destaque. É considerado “Grupo de Interesse Folclórico” pelo Departamento de Cultura da Câmara Municipal de Coimbra, é filiado na Federação do Folclore Português, na Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego e INATEL e foi declarado Coletividade de Utilidade Pública, em 1990. Em 2003, foi-lhe atribuída pela Câmara Municipal de Coimbra, a “medalha de mérito cultural”.

Rancho Folclórico e Etnográfico de Arzila

Rancho Folclórico e Etnográfico de Arzila

Tributo de Almedina à Cidade de Coimbra

MÚSICA À VISTA

Sugestões de património edificado

para uma rota musicoturística no Concelho de Coimbra

Coimbra . Almedina

Tributo à Cidade de Coimbra

Tributo de Almedina à Cidade de Coimbra

Tributo de Almedina à Cidade de Coimbra

Tributo

Tributo de Almedina à Cidade de Coimbra

Tributo de Almedina à Cidade de Coimbra

Tributo

Monumento de Almedina à cidade de Coimbra

Monumento de Almedina à cidade de Coimbra

Junto aos aos Arcos de Almedina, Coimbra, encontra-se o monumento dedicado pela Junta de Freguesia de Almedina à cidade de Coimbra, 18 de julho de 2013.

É uma obra de arte em bronze da autoria do escultor Alves André, também o autor da Tricana de Coimbra, evocativa do Fado de Coimbra ou Canção de Coimbra. É constituído por uma Guitarra de Coimbra em forma estilizada de mulher.

Coimbra . Rua de Quebra Costas 

Localizada na Rua de Quebra Costas, 50-56, 3000-214 Coimbra, a escultura evocativa da Tricana de Coimbra é da autoria de Alves André.  A tricana de Coimbra é a mulher de Coimbra, figura mítica e emblemática da cidade desde os finais do século XIX. A tricana está presente em muito da literatura portuguesa, muitos escritores e poetas descreveram sobre as tricanas nas suas obras, bem como vários fados coimbrões.

Tricana

Tricana de Coimbra

Tricana de Coimbra

Reavivada pelos grupos folclóricos da região, a tricana veste-se com saia preta, um pequeno avental, blusa, lenço na cabeça e traz o xaile traçado ao ombro. A tricana carregava consigo um cântaro de barro ou lata quando ia ao Rio Mondego buscar água.

Coimbra . Parque da Cidade

Coreto

Coreto de Coimbra, Parque Dr. Manuel Braga, Parque da Cidade

Coreto de Coimbra, Parque Dr. Manuel Braga, Parque da Cidade

Cúpula

Coreto de Coimbra, Parque Dr. Manuel Braga, Parque da Cidade, foto Isa Bela

Coreto de Coimbra, Parque Dr. Manuel Braga, Parque da Cidade, foto Isa Bela

Cobertura

Coreto de Coimbra, Parque Dr. Manuel Braga, Parque da Cidade, foto Isa Bela

Coreto de Coimbra, Parque Dr. Manuel Braga, Parque da Cidade, foto Isa Bela

Coimbra Essencial

MÚSICA EDITADA

Edições discográficas da canção de Coimbra

Fado de Coimbra

100 anos de Fados de Coimbra

100 anos de Fados de Coimbra

Fados de Coimbra

Adriano Correia de Oliveira, Fados de Coimbra

Adriano Correia de Oliveira, Fados de Coimbra

Fados de Coimbra

Adriano Correia de Oliveira, Fados de Coimbra

Adriano Correia de Oliveira, Fados de Coimbra

Afluentes

Pardalitos do Mondego, Afluentes

Pardalitos do Mondego, Afluentes

Alma Mater

Grupo de Fados de Coimbra, Alma Mater

Grupo de Fados de Coimbra, Alma Mater

Fado do Mondego

António Igrejas, Fado do Mondego

António Igrejas, Fado do Mondego

Fados de Coimbra

António Menano, Fados de Coimbra

António Menano, Fados de Coimbra

Fado de Coimbra

Fado de Coimbra, Arquivos do Fado

Fado de Coimbra, Arquivos do Fado

Coimbra Encantada

Augusto Camacho, Coimbra Encantada

Augusto Camacho, Coimbra Encantada

Coimbra na Voz

Augusto Camacho, Coimbra na Voz

Augusto Camacho, Coimbra na Voz

Fado do Mondego

Fado do Mondego

Fado do Mondego, Augusto Camacho

Saudades do Choupal

Saudades do Choupal

Saudades do Choupal, Augusto Camacho

Balada do Outono

Balada do Outono

Balada do Outono

Baladas e Canções

Baladas e Canções, Dr. José Afonso

Baladas e Canções, Dr. José Afonso

Fado de Coimbra

Fado de Coimbra

Biografia do Fado de Coimbra

Cordas do Mondego

Cordas do Mondego

Cordas do Mondego

Fados de Coimbra

Correntes de um só rio

Correntes de um só rio

Fados de Coimbra

Doutor Camacho Vieira

Doutor Camacho Vieira

Fados de Coimbra

Coimbra Essencial

Coimbra Essencial

Clássicos do Fado de Coimbra

Fado ao Centro

Fado ao Centro

Fado Corrido de Coimbra

António Bernardino, Fado Corrido de Coimbra

António Bernardino, Fado Corrido de Coimbra

Fado de Coimbra

Fado Corrido de Coimbra

Fado Corrido de Coimbra

Fado de Coimbra

100 Anos de Fado de Coimbra

100 Anos de Fado de Coimbra

Fado de Coimbra

Fado de Coimbra

Fado de Coimbra

Fado de Coimbra

Fado de Coimbra

Fado de Coimbra, Volume 1

Fado

Fado Lisboa-Coimbra

Fado Lisboa-Coimbra

Fados de Coimbra

Fados de Coimbra

Fados de Coimbra

Fados de Coimbra

Fados de Coimbra

Fados de Coimbra

Serenata

Fados de Coimbra Serenata

Fados de Coimbra Serenata

Fados de Coimbra

Fados de Coimbra Terra Amada

Fados de Coimbra Terra Amada

Coimbra tem mais encanto

Fados e Baladas de Coimbra

Fados e Baladas de Coimbra

Fados e Guitarradas

Fados e Guitarradas de Coimbra

Fados e Guitarradas de Coimbra

Fados e Guitarradas

Fados e Guitarradas de Coimbra

Fados e Guitarradas de Coimbra

Coimbra tem mais encanto

Fernando Machado Soares, Coimbra tem mais encanto

Fernando Machado Soares, Coimbra tem mais encanto

The fado of Coimbra

Fernando Machado Soares, Le Fado de Coimbra

Fernando Machado Soares, Le Fado de Coimbra

Serenata

Fernando Machado Soares, Serenata

Fernando Machado Soares, Serenata

Flores para Coimbra

Flores para Coimbra

Flores para Coimbra

Música para guitarra de Coimbra

Francisco Filipe Martins, Música para Guitarra de Coimbra

Francisco Filipe Martins, Música para Guitarra de Coimbra

Fados e Guitarradas de Coimbra

Frederico Vinagre, Fados e Guitarradas de Coimbra

Frederico Vinagre, Fados e Guitarradas de Coimbra

Baladas das Capas Negras

Grupo de Fados Cancioneiro de Coimbra

Grupo de Fados Cancioneiro de Coimbra

Balada da Capa Negra

Grupo de Fados Cancioneiro de Coimbra

Grupo de Fados Cancioneiro de Coimbra

Saudade

InVersus Saudade

InVersus Saudade

Fado de Coimbra

Fado de Coimbra, Fados e Guitarradas

Fado de Coimbra, Fados e Guitarradas

The Old Coimbra Fado

João Queiroz

João Queiroz

Baladas e fados de Coimbra

João Queiroz canta baladas e fados de Coimbra

João Queiroz canta baladas e fados de Coimbra

Fados de Coimbra

Manuel Branquinho, Fados de Coimbra

Manuel Branquinho, Fados de Coimbra

Fados de Coimbra

Manuel Branquinho, Fados de Coimbra

Manuel Branquinho, Fados de Coimbra

Olhar Coimbra

Olhar Coimbra

Olhar Coimbra

Os Clássicos Fados de Coimbra

Os Clássicos do Fado de Coimbra

Os Clássicos do Fado de Coimbra

Fados From Coimbra

Portugal Fados from Coimbra

Portugal Fados from Coimbra, Coimbra Quartet

Coimbra Serenade

Coimbra Serenade

Coimbra Serenade

Serenata de Coimbra

Serenata de Coimbra

Serenata de Coimbra, Coimbra Quintet

Serenata de Coimbra

Serenata de Coimbra

Serenata de Coimbra

Coimbra tem mais encanto

Coimbra tem mais encanto

Coimbra tem mais encanto

Tempos de Coimbra

Tempos de Coimbra

Tempos de Coimbra

Toada Coimbrã

Grupo de Fados de Coimbra, Toada Coimbrã

Grupo de Fados de Coimbra, Toada Coimbrã

Vozes e Sons de Coimbra

Vozes e Sons de Coimbra

Vozes e Sons de Coimbra

Fados e Baladas

José Afonso, Fados e Baladas

José Afonso, Fados e Baladas

Amanhecer em Coimbra

Tertúlia do Fado de Coimbra, Amanhecer em Coimbra

Tertúlia do Fado de Coimbra, Amanhecer em Coimbra

Hélder Bruno, compositor, de Coimbra
Músicos do Concelho de Coimbra

[ Serviço público sem financiamento público, o Musorbis foi lançado em dezembro de 2020. O processo de inserção de dados pode ser acelerado com a cooperação dos músicos no que se refere a currículos e fotografias em falta. ]

Bernardo Santos

Bernardo Santos é um dos pianistas portugueses mais ativos da sua geração. Ao longo dos últimos anos, Bernardo teve a oportunidade de se apresentar em concerto em quatro continentes, em salas como a Casa da Música, Convento de São Francisco, Teatro Aveirense e Teatro Rivoli em Portugal; Sala Cecília Meireles, Teatro Amazonas e Palácio das Artes no Brasil; Fairfield Halls, Royal Albert Hall e St. James Piccadilly Church em Londres, National Concert Hall em Dublin e Tonhalle Düsseldorf, entre muitas outras.

[ Leia AQUI a biografia completa. ]

Bernardo Santos

Bernardo Santos, pianista natural de Coimbra, Portugal

Bernardo Santos, pianista natural de Coimbra

Carla Pais

Natural de Coimbra, Carla Pais iniciou os estudos musicais no Conservatório de Música de Aveiro, onde concluiu o curso de canto na classe de Juracyara Baptista.

É licenciada em Ensino da Musica pela Universidade de Aveiro na classe de canto de António Salgado. Trabalha com Susan Waters (GSMD) Londres, Pós graduada em Ópera na ESMAE, sob a orientação dos professores António Salgado e Rui Taveira.

Trabalhou com Jill Feldman, Ana Ester Neves, Rufus Müller, Maria João Pires, Claire Vangelisti, João Lourenço, Patrízia Morandini e Carleen Graham, Pat MacMahon, Pierre Mack, Laura Sarti, Susan McCulloche, Robin Bowman e Henry Herford.

Leia AQUI a biografia completa.

Clara Sevivas

Nascida em Coimbra, Clara Sevivas viveu e estudou entre Lamego e Viseu, mas é em Castro Daire que tem as suas raízes familiares. Desde muito nova ligada à música e à representação, conta já com uma década de trabalhos profissionais na área do fado. Começou a cantar fado ainda muito nova, aos 7 anos em festivais concertos e festas da escola. Mais tarde, ao ir morar para Lisboa, devido à sua entrada na faculdade, entregou-se verdadeiramente ao fado.

Rapidamente começou a ter convites para cantar nas mais diversas casas típicas de fado em Lisboa e para espetáculos um pouco por todo o país.

Leia AQUI a biografia completa.

Clara Sevivas

Clara Sevivas, fadista, de Coimbra

Clara Sevivas, fadista, de Coimbra

Hélder Bruno

Hélder BrunoMartins nasceu a 15 de dezembro de 1976, na cidade de Coimbra. É especialista externo da Direção Geral das Artes, doutorando em etnomusicologia sob orientação de Susana Sardo e investigador do Instituto de Etnomusicologia – centro de estudos em música e dança e no Centro de Estudos de Jazz da Universidade de Aveiro.

Iniciou os estudos em música e piano no Conservatório de Música de Coimbra, onde concluiu o 8.º grau de Formação Musical. Estudou Jazz e música improvisada na Escola de Jazz do Porto e frequentou diversas workshops com músicos de referência nacional e internacional da música erudita, do jazz e da música improvisada.

Licenciou-se em Educação Musical na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Coimbra, em 1999 e, em 2001, iniciou a sua atividade científica. Em 2005, concluiu o mestrado em ciências musicais na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Em 2006 publicou o seu primeiro livro Jazz em Portugal, 1920-1956 (Almedina, 2006).

Hélder Bruno, compositor, de Coimbra

Hélder Bruno, compositor, de Coimbra

Leia AQUI a biografia completa.

Jorge Oliveira

Jorge Oliveira é licenciado em Saxofone-performance pela Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco (ESART) onde trabalhou em coro com José Carlos Oliveira, Francisco Rodilha e Hernho Park, e em Direção Coral com Gonçalo Lourenço.

É mestrado em Ensino da música – instrumento (saxofone) e classe de conjunto pela ESART.

Jorge Filipe Páscoa Oliveira nasceu em 1991, em Coimbra, onde iniciou os estudos musicais no saxofone aos 7 anos na Escola de Música da Filarmónica Fraternidade Poiarense. Aos 12 anos, foi admitido no Conservatório de Música de Coimbra (CMC) em saxofone, curso concluído em 2012. Nesse mesmo ano, obteve o 1º lugar na Categoria de Música de Câmara na Bélgica-Neerpelt Festival Internacional de Música com o Ensemble de Saxofones do CMC.

Leia AQUI a biografia completa.

Pedro Sequeira

Pedro Sequeira nasceu em Coimbra a 10 de junho de 1991. Iniciou os estudos musicais na Escola de Música de S. Paio de Antas com 8 anos. Aos 10 anos ingressou no Conservatório de Música do Porto na classe de trompete com o professor Manuel Luís e posteriormente com Rui Brito. Fez parte da Orquestra do Conservatório sob a direção do Maestro Kamen Goleminov. Foi membro fundador da Orquestra de Jazz do Conservatório na classe de Paulo de Carvalho. Contribuiu com numerosas Orquestras Ligeiras tais como Let’s Groove Big Band, La Belle Époque, Orquestra Ligeira da Maia, Orquestra Ritmos Ligeiros, Oporto Big Band, Orquestra de Jazz de Matosinhos Júnior, Pedaço de Nós Big Band, Kiko Pereira Big Band, Invicta Big Band.

Pertenceu aos Mariachi de Portugal. Ainda como instrumentista fez parte de bandas filarmónicas como Banda dos Bombeiros Voluntários de Esposende – S. Paio de Antas, Banda Marcial da Foz, Associação Filarmónica Cultural Recreativa e Humanitária de Nagoselo do Douro, e mais recentemente na Sociedade Filarmónica de Vale de Cambra. Trabalhou com vários maestros como Valdemar Sequeira, Paulo Botelho, José Maciel, Fernando Marinho, Joaquim Botelho, Telmo Marques, Pedro Guedes, Carlos Azevedo. Participou no SinfoBrass Fest em Águeda com a participação de Jorge Almeida, Telmo Barbosa, James Morrison, entre outros. Participou no Góis Jazz Intership sendo este coordenado, na seção dos trompetes, por Gileno Santana.

Integra o grupo Roda de Santos como Diretor Musical e instrumentista. Atuou com The Acoustic Foundation. Também participou com Lado Esquerdo em concertos ao vivo e gravações. É ensaiador e arranjador da Tuna Feminina do Isep, Tuna Feminina de Desporto – Desportuna e ainda a Tuna Feminina da Universidade Lusíada do Porto. Integrou o corpo docente na classe de trompete na Escola de Música de S. Paio de Antas como professor de trompete, na Universidade Ser Mais como professor de cavaquinho e pertence atualmente ao corpo docente na classe de Trompete na Escola Musical António Pinho.

Rui Pato

Rui Pato, nome histórico da canção coimbrã, nasceu em Coimbra, no dia 04 de junho de 1946. Aos 16 anos, em 1962, estreou-se com José Afonso (1929-1987), no disco “Baladas de Coimbra”, que inclui canções como “Menino de Oiro”, “Tenho Barcos, Tenho Remos”, “No Lago Do Breu” e “Senhor Poeta”, álbum chave da chamada “geração de viragem” da música de Coimbra. A partir de então, seguiu-se o seu trabalho com o músico de “Cantares do Andarilho” e “Cantigas do Maio”, assim como com Adriano Correia de Oliveira (1942-1982) e outros nomes da canção de Coimbra, como Luiz Goes e Fernando Machado Soares.

Rui Pato acompanhou José Afonso nos álbuns “Baladas de Coimbra”, “Cantares do Andarilho” e “Contos Velhos, Ramos Novos”, de 1969. Em 1970, foi proibido pelas forças da ditadura de se deslocar a Londres, para acompanhar José Afonso na gravação do seu quarto LP, “Traz Outro Amigo Também”.  Colaborou com José Afonso, e também com Adriano Correia de Oliveira, em “O Canto e as Armas” (1969) e em “Cantaremos” (1970). Foi médico pneumologista no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, que chegou a dirigir.

Sérgio Azevedo

Sérgio Azevedo, compositor português, nasceu em Coimbra em 1968. Fez estudos particulares de piano a partir de 1974 e estudos de Guitarra, Formação Musical e Composição na Academia de Amadores de Música, em Lisboa (composição com Fernando Lopes-Graça) entre 1975-1987.

Concluiu o bacharelato em Composição na Escola Superior de Música de Lisboa, em 1990, com 19 valores a Composição (Constança Capdeville) e Licenciatura em Composição em 2000 com 20 valores a Composição (Christopher Bochmann).

Jorge Gomes

Jorge Gomes, guitarrista, natural de Coimbra

Jorge Gomes, guitarrista, natural de Coimbra

Rui Pato

Rui Pato, violista, natural de Coimbra

Rui Pato, violista, natural de Coimbra

HISTÓRIA DA MÚSICA

Carlos de Pontes Leça

Programador musical e musicólogo, Carlos de Pontes Leça dedicou particular atenção ao estudo e divulgação da ópera dos séculos XIX-XX, da estética da música contemporânea, e das relações entre música e cinema. No Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian desempenhou, sucessivamente, as funções de Diretor-Adjunto e de Consultor, tendo tido especialmente a seu cargo a programação de música contemporânea.

Foi diretor Artístico do Festival Música em Leiria e Diretor-Adjunto da revista Colóquio-Artes. Foi autor de textos ensaísticos publicados pelo Teatro Nacional de São Carlos, revista Colóquio-Artes, Cinemateca Portuguesa, Fundação Juan March (Madrid). Desenvolveu intensa atividade como conferencista e comentador de concertos em elevado número de instituições entre as quais Fundação Gulbenkian, Culturgest, Centro Cultural de Belém, Casa da Música, Universidade de Aveiro e Festival de Música de Sintra. Colaborou com a RTP e a RDP-Antena 2 como apresentador de programas de ópera.

Em 2006 e 2007, por ocasião do centenário de Fernando Lopes Graça, deu conferências sobre este compositor na Casa da Música e, em Paris, no Centre Culturel Calouste Gulbenkian e na Salle Gaveau. Desde 2006 dirigiu cursos no âmbito dos Programas Educativos da Fundação Gulbenkian. Quatro destes cursos versaram sobre os temas: “Música em Viena – Do Romantismo final ao Expressionismo”, “Século XX: o Século de todas as Músicas”, “A Música no Cinema” e “O Mito de Fausto na Música”. Estes dois últimos foram repetidos, respetivamente, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e na ESMAE (Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo) do Porto.

Apresentou comunicações nos Simpósios de Música e Cinema organizados pela Universidade de Salamanca em 2006, 2008 e 2010. Em 2012 dirigiu na Cinemateca Portuguesa um curso sobre o cinema musical de Vincente Minnelli. Natural de Coimbra, Carlos de Pontes Leça fez estudos de Piano e Composição no Conservatório daquela cidade e no Conservatório Nacional de Lisboa. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra, e em Comunicação Social pela Universidade de Navarra (Espanha). Concluiu este último curso com uma dissertação sobre “Cinema e cultura cinematográfica em Portugal”.

Carlos de Pontes Leça

Carlos de Pontes Leça, musicólogo, de Coimbra

Carlos de Pontes Leça, musicólogo, de Coimbra

Carlos Paredes

Carlos Paredes  (Coimbra, 16 de fevereiro de 1925 — Lisboa, 23 de julho de 2004) foi um compositor e guitarrista português. Foi um dos principais responsáveis pela divulgação e popularidade da guitarra portuguesa, tendo sido igualmente um grande compositor. É considerado como um dos símbolos ímpares da cultura portuguesa.

Para além das influências dos seus antepassados – pai, avô e tio, tendo sido o pai, Artur Paredes, o grande mestre da guitarra de Coimbra – Paredes manteve um estilo musical coimbrão, a sua guitarra era de Coimbra e a própria afinação era do Fado de Coimbra. A sua vida em Lisboa marcou-o e inspirou-lhe muitos dos seus temas e composições. Ficou conhecido como O mestre da guitarra portuguesa ou O homem dos mil dedos.

Filho do famoso compositor e guitarrista, mestre Artur Paredes, neto e bisneto de guitarristas, Gonçalo Paredes e António Paredes, começou a estudar guitarra portuguesa aos quatro anos com o seu pai, embora a mãe preferisse que o filho se dedicasse ao piano; frequenta o Liceu Passos Manuel, começando também a ter aulas de violino na Academia de Amadores de Música.

Leia AQUI a sua biografia completa.

Carlos Paredes

Carlos Paredes, guitarrista natural de Coimbra

Carlos Paredes, guitarrista natural de Coimbra

José Dória
José Dória, imagem no seu jazigo (Cemitério da Conchada, Coimbra), créditos Mário Torres

José Dória, imagem no seu jazigo (Cemitério da Conchada, Coimbra), créditos Mário Torres

Violista e compositor, José António dos Santos Neves Dória nasceu em Coimbra, a 9 de novembro de 1824. Filho de António Joaquim dos Santos e de António Emília das Neves, teve mais dois irmãos, João e António, sendo que, todos eles cursaram a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Os pais residiam no concelho de Arganil, mas resolvem mudar-se para Coimbra, onde o pai vai exercer funções como professor de latim, no Colégio das Artes. O irmão mais velho, João António de Sousa Dória, ainda nasce em Coja, mas o irmão que se lhe segue, José António, já nascerá em Coimbra, no ano de 1924. Em 1926, viria a nascer o irmão mais novo, António Joaquim dos Santos Neves Dória. Viviam na Rua do Loureiro, frente à Rua do Salvador, numa casa que tinha a maior árvore existente num quintal, em Coimbra. Era conhecida pela casa do Dórias. José Dória casou. Não deixou descendência. Os irmãos casaram e tiveram filhos. Faleceu em Coimbra a 25 de Maio de 1869.

Fonte: Guitarra de Coimbra V (Cithara Conimbrigensis)

Luís Goes

Luís Fernando de Sousa Pires de Goes, conhecido por Luiz Goes, nasceu a 5 de janeiro de 1933 e morreu em Mafra a 18 de setembro 2012. Iniciou-se no fado por influência do tio paterno, Armando Goes, contemporâneo de Edmundo Bettencourt, António Menano, Lucas Junot, Paradela de Oliveira, Almeida d’Eça e Artur Paredes. Licenciou-se em Medicina, tendo exercido a profissão de médico estomatologista em paralelo com a carreira artística.

Luiz Goes

Luiz Goes, cantor de Coimbra

Luiz Goes, cantor de Coimbra

Anjo músico da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, créditos Paulo Bernardino

MÚSICA PARA OS OLHOS

Iconografia Musical do concelho de Coimbra

A música na escultura e na pintura

Anjos músicos

Órgão de tubos portátil

Anjo músico da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, créditos Paulo Bernardino

Anjo músico da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, créditos Paulo Bernardino

Rabel

Anjo músico da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, créditos Paulo Bernardino

Anjo músico da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, créditos Paulo Bernardino

Rabel e órgão de tubos portátil

Anjos músicos da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, créditos Paulo Bernardino

Anjos músicos da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, créditos Paulo Bernardino

Carlos Paredes

Carlos Paredes por António

Carlos Paredes por António

Carlos Paredes, guitarrista e compositor, nasceu em Coimbra a 16 de fevereiro de 1925 e morreu em Lisboa a 23 de julho de 2004.

Sé Nova
Órgãos de tubos do concelho de Coimbra [20]

Cidade com um passado histórico, religioso e cultural riquíssimo, Coimbra é um dos concelhos com mais extenso portefólio de órgãos. De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Capela de São Miguel

Montra

Órgão da Capela da Universidade de Coimbra

Órgão da Capela da Universidade de Coimbra

A Capela de São Miguel da Universidade de Coimbra possui um órgão histórico de tipo ibérico.

Capela do Mosteiro de São Marcos

Capela do Mosteiro de São Marcos

Capela do Mosteiro de São Marcos

A capela do Mosteiro de São Marcos, freguesia de São Silvestre, possui um órgão de tubos histórico de autor desconhecido, do século XIX, restaurado em 1988, a expensas da Universidade de Coimbra.

Igreja da Graça

Igreja de Nossa Senhora da GraçaIgreja de Nossa Senhora da Graça

Igreja de Nossa Senhora da Graça

A Igreja de Nossa Senhora da Graça, também conhecida por Igreja do Colégio da Graça, possui um órgão de tubos.

Igreja da Misericórdia de Coimbra

Igreja da Misericórdia de Coimbra

Igreja da Misericórdia de Coimbra

Montra do órgão

Órgão da Igreja da Misericórdia de Coimbra

Órgão da Igreja da Misericórdia de Coimbra

Igreja da Rainha Santa Isabel

Igreja da Rainha Santa Isabel

Igreja da Rainha Santa Isabel

Igreja de São Salvador

Igreja de São Salvador

Igreja de São Salvador

Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Igreja de Brasfemes

Igreja Matriz de Brasfemes

Igreja Matriz de Brasfemes

A Igreja Paroquial de Brasfemes possui um órgão de tubos.

Igreja de Eiras

Igreja Matriz de Eiras

Igreja Matriz de Eiras

A Igreja Paroquial de Eiras possui um órgão de tubos.

Igreja de Santa Clara

A Igreja Matriz de Santa Clara, ou Igreja do mosteiro de Santa Clara-a-Nova, possui órgãos de tubos no coro alto.

No coro baixo a Igreja de Santa Clara possui dois órgãos positivos Manoel Benito Gomes, 1745 (Tratado 2 de Geometria Practica, de Antonio Pedro de Mello).

Órgão positivo

Órgão do coro baixo da Igreja de Santa Clara

Órgão do coro baixo da Igreja de Santa Clara

Igreja de Santa Cruz

A Igreja Matriz de Santa Cruz, Igreja do antigo mosteiro de Santa Cruz (de crúzios) possui em tribuna própria um órgão [ I ; 3 (26+29) ], de Heitor Lobo / Manuel Benito Gomes (Herrera) construído em 1531/1724, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2008, opus 51.

Órgão em tribuna própria

Órgão da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz

Órgão da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz

Possui outro órgão na balaustrada do coro alto.

Órgãos da tribuna e da balaustrada

Órgão da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz

Órgãos da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz

Veja AQUI o álbum Pinterest.

Igreja de São Bartolomeu

Na balaustrada do coro alto, a Igreja de São Bartolomeu apresenta um órgão ibérico.

Montra

Órgão da Igreja de São Bartolomeu

Órgão da Igreja de São Bartolomeu

Possui também um órgão positivo na nave.

Nova

Sé Nova

Nova

Em tribuna do lado do Evangelho, a Nova de Coimbra dispõe de um órgão histórico de tipo ibérico, restaurado em 2000 por António Simões.

Montra

Órgão da Sé Nova de Coimbra

Órgão da Nova de Coimbra

No lado do Evangelho, possui também um órgão positivo

Seminário Maior de Coimbra

Seminário Maior de Coimbra

Seminário Maior de Coimbra

A Igreja do Seminário Maior de Coimbra, da Sagrada Família, dispõe de um órgão histórico da autoria de João Fontanes Maqueira, construído em 1762, restaurado em 2003 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.

Órgão histórico

Órgão da Igreja do Seminário Maior de Coimbra

Órgão da Igreja do Seminário Maior de Coimbra

O Salão São Tomás de Aquino, Órgão da Escola Diocesana de Música Sacra, dispõe de órgão de um teclado manual e pedaleira com acoplamento construído por Ludwig Frank em 1980, remontado por António Simões em 2004.

Órgão positivo

Órgão da Escola Diocesana de Música Sacra

Órgão da Escola Diocesana de Música Sacra

Dr. J.A. Campos

Para o Dr. J.A. Campos, António Simões construiu em 1989 um órgão.

FOI NOTÍCIA

Do projeto de aquisição de um órgão de tubos para a velha de Coimbra

O Jornal de Notícias, noticiava, a 31 março 2007:

O projecto para “restituir a dignidade à Velha de Coimbra” começa com a aquisição de um órgão de tubos, cujo concurso internacional deverá ser lançado ainda este ano, mas não se fica por aí. João Evangelista, pároco da Velha, admite criar ali uma escola de música e quer ver o templo reconhecido como “santuário de excepção”, no contexto regional e nacional, nomeadamente com a dotação de um guia turístico devidamente credenciado para prestar informações, que vão muito para além das serenatas dos postais, aos 70 mil turistas que anualmente a visitam.

“Somos pressionados por 70 mil turistas e o que damos é muito pouco. É uma vergonha não podermos dar aos turistas um roteiro digno desta casa”, afirmou, à medida que, a par da arquitectura, ia explicando a simbologia, do retábulo, do século XV, aos túmulos de 19 bispos, bem como o do pecador arrependido que quis ficar sepultado à entrada da , redimindo-se ao permitir que o pisem por vários séculos.

João Evangelista quer dar a conhecer os 850 anos de história da Velha a turistas, mas, com a aquisição do órgão de tubos e a elaboração de um projecto dinamizador, pretende também atrair os conimbricenses, que, depois da retirada do estatuto de catedral da cidade, em 1772, se afastaram daquele santuário.

“O problema é haver gente que não sabe que existe uma Velha. Por isso queremos abri-la nos vários domínios. Ela merece ser conhecida, ser integrada na cultura da cidade”, afirmou, pedindo, para isso, apoio de várias entidades.

“A dignificação da catedral de Coimbra é, pois, um serviço à cultura, como a urbanização, os acessos, as placas indicativas, a reparação do claustro, o guarda-vento, o tratamento da pedra e outras pertinentes melhorias que escapam à nossa capacidade de execução, mas exigem a nossa melhor cooperação com as entidades culturais, com os serviços do Estado e camarários”, referiu, sublinhando esperar que, em um ano, o projecto esteja, pelo menos, “totalmente definido”.

Ligação à Universidade

A Velha de Coimbra é, desde 2002, classificada, pela Igreja, como catedral histórica, mas este é um título que, para João Evangelista, não tem sido reconhecido pela cidade e, em particular, pela Universidade de Coimbra (UC). O pároco, que sublinha o acolhimento da “incipiente UC” pela em 1308, lamenta que a própria universidade não estude e divulgue mais “aquela pré-história em que se desenvolveu na base desta casa”. E, no seu entender, esta ligação da UC à Velha seria uma mais-valia no dossiê de candidatura da UC a Património Mundial, que deverá ser apresentado à UNESCO em 2012.

Tânia Moita, Jornal de Notícias, 31 Março 2007