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Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro
Filarmónicas de Constância

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro

Fundada na localidade de Montalvo a 24 de Janeiro de 1986, a Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro é uma associação sem fins lucrativos, de duração ilimitada, com sede na freguesia de Montalvo, concelho de Constância.

Tem como objetivo a promoção da educação musical da população e o seu enriquecimento cultural através de atuações musicais ou atividades recreativas realizadas pela Banda Filarmónica ou outros grupos musicais.

De índole pedagógica, a Associação conta com a sua Escola de Música, atualmente composta por cerca de 30 jovens e um corpo docente de excelência, com vasto currículo e experiência. Tendo o principal foco sido as camadas mais jovens, para 2020/2021 a Escola de Música reestruturou o seu plano pedagógico pretende captar o interesse musical de outras faixas etárias, nomeadamente adultos.

A Banda Filarmónica é composta por cerca de 28 executantes cujas idades variam desde os 10 anos de idade até cerca dos 40 anos de idade e desde 2010 é dirigida pelo professor e maestro Miguel Alves.

Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro

Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro

Igreja Matriz de Constância
Órgãos de tubos do concelho de Constância [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de Constância

Igreja Matriz de Constância

Igreja Matriz de Constância

Edificada cerca de 1635, a Igreja de Nossa Senhora dos Mártires veio substituir a pequena capela com o mesmo orago edificada em meados do século XVI por ordem do bispo da Guarda na zona mais alta de Constância, então designada pelo topónimo de Punhete. O templo foi mandado erigir a expensas da Confraria de Nossa Senhora dos Mártires, apresentando uma ampla estrutura de gosto maneirista, que convive harmoniosamente com o programa decorativo rococó, derivado da morosa campanha edificativa, que se arrastou até meados do século XVIII. Em 1755, ainda decorriam as obras de reedificação, a capela quinhentista primitiva foi demolida, estando até então integrada na nova estrutura da igreja. A fachada é marcada por três registos distintos de três panos, que dão a ilusão de espaço interior tripartido. No primeiro registo foram abertas três portas, a do meio mais elevada e de moldura mais elaborada, encimadas por três janelões com molduras de volutas. Em cada um dos panos laterais foram rasgados três janelos e do lado direito foi edificada uma sineira. O conjunto central do frontispício é rematado com frontão contracurvado. O interior, de nave única, apresenta um opulento programa decorativo rococó, repleto de estuques policromados e estátuas de mármore representando doutores da igreja, dispostas sobre os pilares que ladeiam as oito capelas laterais, abertas no registo inferior. O teto que cobre a nave foi pintado por José Malhoa entre 1897 e 1899, representando a Assunção de Nossa Senhora junto aos rios de Constância. A capela-mor, coberta com abóbada de aresta, possui retábulo de mármore policromo, e no programa pictórico destaca-se a tela de Nossa Senhora da Conceição, atribuída a Domingos Sequeira. A Igreja de Nossa Senhora dos Mártires tornou-se matriz da vila de Constância a partir de 1822, depois de as tropas napoleónicas terem destruído a velha matriz de São Julião.

Fonte: DGPC, Catarina Oliveira

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora dos Mártires possui um órgão histórico construído por António Xavier Machado e Cerveira, opus 101, no ano de 1827. Foi restaurado em 2002 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria,

Órgão positivo de armário

Órgão da Igreja Matriz de Constância

Órgão da Igreja Matriz de Constância