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Rancho Folclórico “As Tricaninhas do Antuã”
Folclore em Estarreja

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Beira Litoral (Beira Litoral Vareira)
  • Distrito: Aveiro
  • Concelho: Estarreja

02 grupos

  • Grupo Etnográfico Danças D’Aldeia de Pardilhó
  • Rancho Folclórico “As Tricaninhas do Antuã”
Rancho Folclórico “As Tricaninhas do Antuã”

O Rancho Folclórico “As Tricaninhas do Antuã” foi fundado em 1982 e divulga os usos e costumes das gentes do Antuã. Foi-lhe dado o nome de “Tricaninhas” em homenagem à “Tricana”, rapariga do campo, que com os seus trajes típicos da região de Aveiro e com a sua beleza, enriqueceu os Concelhos do Distrito.

O coletivo é constituído por 50 elementos. Do seu património fazem parte, entre outros, trajes e alfaias do final do século XIX. Danças em que se lembram a monda do arroz, a desfolhada, o moleiro, a rusga do Antuã são um alto contributo para a salvaguarda do Património Cultural do nosso Povo e Região.

Anualmente promove um Festival de Folclore, participam nas tasquinhas de Santo António e na Semana de Salreu.

Rancho Folclórico “As Tricaninhas do Antuã”

Rancho Folclórico “As Tricaninhas do Antuã”

Fontes do Musorbis Folclore:

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos de modo a facilitar a leitura.

Banda Visconde de Salreu, Estarreja

Filarmónicas de Estarreja

Bandas de música, história e atividades no Concelho

[ No que se refere às filarmónicas, o projeto Musorbis está apenas a começar, sendo previsível que até ao final do ano todas as bandas possam estar na plataforma. O processo pode ser acelerado com a cooperação dos interessados no que se refere a historiais e fotografias em falta. ]

Banda Bingre Canelense

A Banda Bingre Canelense foi fundada a 26 de março de 1865, com o nome de Sociedade Musical União Canelense, que manteve até 1932, passando depois a denominar-se Banda Bingre Canelense, homenageando o poeta Francisco Joaquim Bingre, conhecido por ” O Cisne do Vouga”, nascido em Canelas. A 6 de outubro de 1967, com a aprovação dos seus estatutos, adotou a denominação “Sociedade Recreativa e Musical Bingre Canelense”. Reconhecida como Instituição de Utilidade Pública, vem proporcionando à comunidade de Canelas e do concelho de Estarreja, o ensino da música a todos aqueles que a desejem aprender.

BBC

Banda Bingre Canelense, de Estarreja

Banda Bingre Canelense, de Estarreja

Mantém em funcionamento regular, há mais de 30 anos, a sua escola de música, frequentada por alunos nos vários níveis. A Escola de Música Francisco Bingre prepara e forma novos músicos para a Banda. Das fileiras da Banda de Música saíram elementos que se inseriram em Bandas Militares das Forças Armadas, em orquestras e outras formações musicais de grande relevo no contexto nacional. Outros músicos da Banda Bingre Canelense tornaram-se professores de música em conservatórios, universidades ou maestros. Alguns continuam dedicadamente integrados na “sua” Banda. É a mais antiga coletividade do Concelho de Estarreja e uma das mais antigas do Distrito de Aveiro.

Tem participado em diversos festivais de Bandas, sendo de destacar a sua participação em 2003, no XXI Festival de Bandas da Ilha da Madeira, realizado na Ribeira Brava, assim como a atuação da sua Orquestra Juvenil, em setembro de 2004, em La Riche, França. Organizou pela primeira vez, no ano de 2017, o Festival Internacional de Música Filarmónica Francisco Bingre, certame que conta com um estágio dirigido a jovens músicos e diversos concertos realizados por diversas bandas participantes. O sucesso da 1ª edição do FIMFAB levou a que o projeto tivesse continuidade e se viesse a realizar o FIMFAB 2018, em abril. Conta com seis dezenas de músicos no seu quadro permanente.

Fernando Artur Rainho Valente, maestro

Fernando Artur Rainho Valente, maestro

Fernando Artur Rainho Valente foi Maestro da Banda Bingre Canelense, durante muitos anos. Foi o Professor de uma geração de músicos, na Escola de Música da Banda e no Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian.

Banda Visconde de Salreu

A Banda Visconde de Salreu foi fundada a 1 de outubro de 1925, embora o “sonho” de constituir uma Banda Filarmónica remonte a finais do séc. XIX.  Em maio de 1927, a Banda apresenta-se em público pela primeira vez. Pedro Calado foi seu primeiro regente. Obteve em 1939 e 1958, primeiros prémios em concursos de bandas no Distrito de Aveiro e no Município da Maia, respetivamente. Além das festas religiosas, participa em encontros de bandas de Norte a Sul do país, e em Espanha.

BVS

Banda Visconde de Salreu, Estarreja

Banda Visconde de Salreu, Estarreja

Fora do contexto filarmónico, tem no seu currículo a apresentação de concertos barrocos (integrando a dança e a poesia), um dos quais apresentado na Quinta do Visconde de Salreu, concertos românticos, festivais da canção, tributos ao fado, concertos de variedades, concertos corais, espetáculos com o tenor Carlos Guilherme e musicais, destacando-se a comédia musical “A Padeira de Aljubarrota” estreada no Cine-Teatro de Estarreja e representada no Porto.

Do seu curriculum consta ainda um Concerto Coral Sinfónico apresentado no Parque Municipal do Antuã com 8 corais e com a presença do Grupo de Motards os Samaritanos, envolvendo cerca de 400 pessoas. Todos os arranjos e originais foram compostos pelo maestro Afonso Alves. Em 2015, e a convite da Ordem Soberana e Militar de Malta, executaram-se os hinos propostos para receber, no mosteiro de Leça do Balio, o Príncipe e Grão-Mestre da Ordem Matthew Fating e a maior parte da realeza europeia.

Possui uma Escola de Música com seis dezenas de alunos que ainda não integram a Banda, organizada com 11 monitores.  Tem a Banda sede própria, fruto da generosidade de muitos emigrantes, mas a um estará eternamente grata: ao grande mentor e concretizador da obra: António Zagala. Recebeu a Medalha de Mérito Municipal de Estarreja em 2005. Com uma atividade e projetos culturais inovadores, é seu objetivo atingir patamares de qualidade cada vez mais elevados. O maestro e compositor Afonso Alves é o diretor artístico da BVS e do Orfeão por si fundado em 2011, que conta com 32 coralistas.

Banda Club Pardilhoense

A Banda Club Pardilhoense foi constituída a 4 de novembro de 1874, com o nome de “Filarmónica União Pardilhoense”. Foi o seu principal fundador e grande protetor o Padre António Joaquim Silva Vigário e Matos, conhecido por Padre Cura, auxiliado pelo Mestre Régio Padre José Lopes Ramos e por António Joaquim da Silva Vigário, seu principal instrutor, entre outros. Manuel Almeida, um dos fundadores, foi quem assumiu a regência da banda, mas pouco tempo depois passou o testemunho a Rodrigo António Fidalgo, ficando como contramestre e regente da orquestra. O primeiro local de ensaio foi a residência do Padre Vigário e Matos.

BCP

Banda Clube Pardilhoense, Estarreja

Banda Clube Pardilhoense, Estarreja

Quando, em 1926, a Filarmónica União se integrou no Club Pardilhoense passou a designar-se por “Banda Club Pardilhoense”, sendo mais conhecida por Banda Velha de Pardilhó, uma vez que, entretanto, tinha sido constituída uma outra Banda na freguesia, conhecida por Banda Nova, que já não existe. Foi José Lopes, falecido em 2003, quem procedeu a uma grande renovação e valorização da banda, tendo para tal criado uma Escola de Música, onde são ministradas aulas gratuitas a crianças e jovens que pretendam integrar a Banda Club Pardilhoense. Desde 2009, a Direção Artística da Banda ficou a cargo do Maestro Martinho Rodrigues, natural de Pardilhó, que iniciou a sua formação musical na Banda Club Pardilhoense.

A Escola de Música conta atualmente com cerca de 50 alunos, sendo a sua formação assegurada por elementos da Banda e por professores credenciados. A Escola funciona neste momento em dois módulos, “Iniciação” e “Avançado”, permitindo assim que a partir dos 5 anos de idade os alunos possam já ter contacto com a música. A Banda Club Pardilhoense tem sido convidada a participar em algumas das mais reputadas romarias do país. A gravação do primeiro CD da história da Banda aconteceu em 2014.

A Banda Club Pardilhoense executa os mais diversos números musicais, desde a música clássica, passando pela religiosa e popular, com um vasto reportório. Constituída por 65 elementos, realizam entre 30 a 40 atuações durante o ano. Saíram da Banda Club Pardilhoense grandes músicos, destacando-se o Major Aurélio da Silva e Pinho, antigo Maestro da Banda da Força Aérea.

Fontes:

A informação relativa a Paulo Bandeira, Angelina Rodrigues, Ricardo Silva, Pedro Silva, Samuel Marques, Renata Oliveira, Luzia Vieira, Miguel Valente, Inês Pinto, Ricardo Rosas foi dada por Ricardo Antão.

Músicos naturais do Concelho de Estarreja

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Angelina Rodrigues (flauta)
  • Aurélio da Silva e Pinho (direção)
  • Big Band Estarrejazz
  • Carlos Canhoto (saxofone)
  • Fernando Daniel (voz, 1996)
  • Gabriel Antão (trombone)
  • Inês Pinto (flauta)
  • João Mortágua (saxofone)
  • Luzia Vieira (contrabaixo)
  • Magna Ferreira (soprano)
  • Martinho Rodrigues (direção)
  • Miguel Valente (saxofone jazz)
  • Paulo Bandeira (bateria jazz)
  • Pedro Silva (saxofone)
  • Renata Oliveira (maestrina)
  • Ricardo Antão (eufónio)
  • Ricardo Rosas (saxofone jazz)
  • Ricardo Silva (trompa)
  • Samuel Marques (clarinete)
  • Sandro Andrade (marimba)
  • Tomás Marques (saxofone)
  • Vasco Valente (clarinete, composição)
Big Band Estarrejazz

Composta por jovens músicos de Estarreja e da região, a Orquestra de Jazz de Estarreja é o resultado da vertente formativa do Festival Estarrejazz. Com um crescimento consistente desde 2012, a Big Band Estarrejazz tem vindo a dividir o palco com grandes nomes do panorama musical português.

Fernando Daniel

Fernando Daniel é um cantor e autor português que se tornou conhecido ao participar no Factor X Portugal e ao vencer a 4.ª edição do concurso de talentos The Voice Portugal. Nasceu a 11 de maio de 1996 em Salreu, Estarreja, Portugal. Em 2017, deu início à sua carreira, lançando no dia 11 de julho desse mesmo ano o seu primeiro single, “Espera”. Fernando Daniel tem duas irmãs mais velhas que cantavam num grupo coral. Começou a cantar numa festa de escola e foi dai que num palco de pouca dimensão começou a sonhar em pisar palcos maiores.

Fernando Daniel

Fernando Daniel, cantor, de Estarreja

Fernando Daniel, cantor, de Estarreja

Teve uma banda juntamente com o amigo Fernando Mendoza. Saints of May era o nome da banda que atuava frequentemente em bares. Participou duas vezes no Factor X (Portugal). Ganhou o The Voice Portugal 2016. Concorreu ao Festival RTP da Canção 2017. O seu primeiro álbum foi lançado a 16 de março de 2018.

Gabriel Antão

Gabriel Antão nasceu em Estarreja e na Banda Visconde de Salreu conheceu o trombone. Mais tarde ingressou no Conservatório de Música de Aveiro na classe de Luís Castro. Seguiram-se os estudos na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) com Severo Martinez e na Universidade de Artes de Berlim, na qualidade de Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, com o professor Stefan Schulz.

Com apenas 23 anos é trombone solista na Tonkünstler-Orchester em Viena. Tem colaborado com outras orquestras como a Wiener Philharmoniker, Wiener Staatsoper, Deutsches-Sinfonieorchester Berlin, Rundfunk Sinfonieorchester Berlin, Orchestra of Europe, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Nacional do Porto, Orquesta Ciudad de Granada, entre outras. Trabalhou com maestros como Sir Colin Davis, Herbert Blomstedt, Zubin Mehta, Marek Janowsky, András Schiff, Franz-Welser Möst, Vladimir Fedoseyev, Andrés Orozco-Estrada, Yutaka Sado. Foi galardoado com o Prémio Helena Sá e Costa, o Prémio dos Rotários do Porto, nos concursos Terras de La Salette e Prémio Jovens Músicos.

Gabriel Antão

Gabriel Antão, trombone, de Estarreja

Gabriel Antão, trombone, de Estarreja

Colaborou com diversos agrupamentos, o Ensemble “Les Dissonances”, o grupo de metais da Filarmónica de Viena “PhilBlech”, o ensemble de metais da Orquestra da Rádio de Berlim “RSBrass” e o quarteto de trombones “Trombone Attraction”. Apresentou-se como solista com a Das Sinfonie Orchester Berlin na Philharmonie da mesma cidade e com a Orquestra Sinfonieta da ESMAE e a Banda Sinfónica do Conservatório de Música de Aveiro.

João Mortágua

Saxofonista, compositor e improvisador, natural de Estarreja e residente em Coimbra, João Mortágua (1987-) leciona as disciplinas de Saxofone e Combo no Curso de Jazz do Conservatório de Música da cidade.

Gravou cinco álbuns em nome próprio: “Janela” (2014), “Mirrors”, “AXES” (2017), “Dentro da Janela” (2019) e “MAZAM: Land” (2020), todos através do carimbo Porta Jazz.

João Mortágua

João Mortágua, créditos Paulo Pacheco/CCVF

João Mortágua, saxofonista, de Estarreja, créditos Paulo Pacheco/CCVF

Toca regularmente com Nuno Ferreira, André Fernandes, Carlos Bica, André Santos, Filipe Teixeira, Hugo Raro, Nelson Cascais, Paulo Santo, Bruno Pernadas, Jeffery Davis, Alexandre Coelho, Miguel Calhaz, Gonçalo Moreira e Bernardo Moreira, entre outros. Co-lidera os duos Kintsugi (com Luís Figueiredo, cujo disco foi recentemente lançado) e STAU (com Diogo Alexandre), o trio Quang Ny Lys (com Mané Fernandes e Rita Maria), e o Ensemble Mondego (com Ricardo Formoso). Tem ainda na manga os álbuns de estreia do seu Math Trio (com Diogo Dinis e Pedro Vasconcelos) e do seu projeto a solo – HOLI.

Leia AQUI a biografia completa.

Magna Ferreira

Natural de Estarreja, Magna Ferreira é licenciada em Canto pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo e Mestre em Estudos da Criança, especialização em Educação Musical, pela Universidade do Minho, onde defendeu a tese sobre o tema “Contributos para um Cânone da Ópera Infantil Portuguesa“.

Foi membro do Estúdio de Ópera da Casa da Música onde trabalhou com Peter Harrison (Técnica Vocal), Jeff Cohen, Giuseppe Frigeni, Cornelia Geiser, Graziela Galvanni, Lorna Marshall, entre outros.

Frequentou diversas classes de aperfeiçoamento de Canto (Dalton Baldwin, Rudolf Knoll, Gundula Janowitz), Música Antiga, Direcção Coral e/ou Orquestral (Gerald Kegelman, Ernst Shnell, Jos Vermunt, Cesário Costa). Trabalha regularmente com Jill Feldman, Richard Levitt e Ana Mafalda Castro (Música Antiga).

Apresentou-se em diversos festivais, com destaque para: Festival Internacional de Música de Gaia (2000), Festival Internacional de Coros de Puebla – México (2002), Festival Internacional de Música de Mafra (2002, 2003, 2004), Festival Obra Aberta da Casa da Música (2003), Festival de Paços de Brandão (2004).

Leia AQUI a biografia completa.

Magna Ferreira

Magna Ferreira, soprano, de Estarreja

Magna Ferreira, soprano, de Estarreja

Martinho Rodrigues

Martinho Miguel Matos Rodrigues nasceu em Pardilhó, a 27 de Julho de 1979 onde iniciou, em 1989, os estudos musicais na Banda Club Pardilhoense sendo aluno do Maestro José Lopes. Depois de ter completado o solfejo, em 1991 começou por aprender Clarinete tendo sempre o referido maestro como professor. Em 1996, é admitido na classe de Fagote de Fernando Ribeiro Lopes no Conservatório de Música de Aveiro. Durante o Curso Básico Supletivo frequenta um Seminário de Improvisação sob a orientação de Helena Caspurro e participou na orquestra de Câmara do Conservatório sob a regência de Duarte Neves. Em 2000/2001 terminou o Curso Básico Supletivo com 17 valores. Frequentou duas classes de aperfeiçoamento de Fagote com Pascal Gallois e com o fagotista húngaro Giorgios Lakatos. Fez parte do Octeto de Sopros do Conservatório de Música de Aveiro. Durante o seu percurso no Conservatório de Música de Aveiro participou em audições e projetos musicais. Em 2004/2005 frequentou o 3º Ano do Curso Complementar Supletivo variante de Fagote, tendo alcançado 18 valores no Exame Final de 8º Grau de Instrumento.

Martinho Rodrigues

Martinho Rodrigues, maestro, de Estarreja

Martinho Rodrigues, maestro, de Estarreja

Assumiu em 2002 a direção artística da Orquestra Ligeira Pardilhó Jazz e tornou-se maestro adjunto da Banda Club Pardilhoense, assumindo em 2009 a sua direção artística e a Direção Pedagógica da Escola de Música. Compôs numerosas obras registadas na Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2006, frequentou um curso de direção de bandas Filarmónicas com o Maestro Tenente-Coronel Jacinto Montezo. Em 2012, frequentou novo curso de Direção com o Maestro João Paulo Fernandes, no âmbito da iniciativa BRASSFEST. Tem trabalhado com os maestros Carlos Marques, José Pedro Figueiredo, Vasco Flamino, Luís Cardoso, Duarte Neves, Jacinto Montezo, Valdemar Sequeira, João Paulo Fernandes, José Ribeiro, Francisco Pinto, entre outros.

Em 2014 inicia a Licenciatura em Fagote com Luís Correia na Escola Superior de Música de Lisboa. É elemento da Banda de Música da Guarda Nacional Republicana tendo ingressado nesta força de segurança em 2006 mediante concurso público.

Nelson Manuel Cruz Aguiar

Nelson Aguiar nasceu a 2 de outubro de 1966 em Caracas, Venezuela. Iniciou os estudos musicais na Escola de Música da Banda Bingre Canelense. Aos 13 anos ingressou no Conservatório de Música de Aveiro, onde passou a frequentar o curso de clarinete na classe de Fernando Artur Raínho Valente. Professor do quadro do referido conservatório desde 1989, ali continua a exercer docência musical na classe de Clarinete, tendo sido maestro da sua Banda Sinfónica desde a fundação e até 2014.

Foi diretor pedagógico da Academia de Música de Vale de Cambra onde é docente na classe de Clarinete. Tem orientado classes de aperfeiçoamento em Clarinete e integrado vários júris escolares, regionais e nacionais, em concursos para jovens instrumentistas. Vem frequentando cursos de direção para bandas. Foi fundador e responsável artístico da Orquestra Ligeira do Grupo Desportivo e Cultural de Ribeira de Fráguas, Albergaria-a-Velha.

Nélson Aguiar

Nélson Aguiar, maestro, de Estarreja

Nélson Aguiar, maestro, de Estarreja

Desde 2000 é o maestro da Banda Bingre Canelense, com a qual gravou os CD “Sons Reais” e “Alma de Maestro”. É também o coordenador pedagógico da sua Escola de Música onde formou o “Grupo Jovem” com o qual promoveu o Festival Jovem de Música Filarmónica Francisco Bingre. Foi diretor artístico das duas edições (2017 e 2018) do FIMFAB – Festival Internacional de Música Filarmónica Francisco Bingre.

Ricardo Antão

Ricardo Rodrigues Antão (eufónio) nasceu em março de 1991, em Estarreja. É professor na Universidade de Aveiro, Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) e no Conservatório de Música da Jobra. É membro fundador dos grupos: Ensemble português de tubas “How Low Can You Go?”, Trítono, DualSim, BlindDuo e Dual Soundway. É convidado para orientar classes de aperfeiçoamento um pouco por todo o país, tendo igualmente sido professor convidado no Festival SliderAsia 2017, em Hong Kong, onde também se apresentou como solista. Estreou obras de André M. Santos, Marco Alves, Matthew Murchison, Daniel Moreira, Bruno Ferreira e Samuel Pascoal, encontrando-se atualmente a desenvolver um projeto de eufónio com eletrónica. Iniciou os estudos musicais na Banda Visconde de Salreu, tendo posteriormente ingressado no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian.

Após os estudos na ESMAE, com Sérgio Carolino, rumou à Suíça, onde estudou com Thomas Rüedi na Hochschuleder Künste Bern, onde concluiu o Mestrado em Eufónio. Em seguida retorna a Portugal, e realizou o Mestrado em Música – Interpretação Artística com Severo Martinez (na ESMAE) e paralelamente o Mestrado em Ensino de Música, em Eufónio, na Universidade de Aveiro. Posteriormente ingressou na Universidade de Évora, onde está a concluir o Doutoramento em Música e Musicologia, variante Interpretação.

Ricardo Antão

Ricardo Antão, eufónio, de Estarreja

Ricardo Antão, eufónio, de Estarreja

Colaborou com várias orquestras e formações, entre as quais Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Gulbenkian, Orchestre Philharmonique de Nice, 21st Century Orchestra, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Filarmónica Portuguesa, Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional de Jovens da Holanda, European Union Youth Wind Orchestra, European Youth Brass Band, Camerata Nov’Arte, Tubophonia, Projecto Sonópolis, Mr. SC and the Wild Bones Gang, Big Band de Estarreja, entre outras. Obteve o 3º Prémio no International Tuba and Euphonium Competition, Artist Euphonium Division, em Linz, Áustria, em 2012.

Sandro Andrade

Sandro Andrade (marimba) nasceu em Canelas. Iniciou os estudos musicais aos 9 anos na escola de música da Banda Bingre Canelense. Aos 15 anos foi admitido no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Aveiro na classe de Trompete, orientada por Rui Alves. No ano seguinte é admitido na Escola Profissional de Música de Espinho, na classe de percussão. Mais tarde prosseguiu os estudos na Academia Nacional Superior de Orquestra da Metropolitana onde concluiu o curso de instrumentista de orquestra, especialidade de percussão.

No seu percurso musical contam-se colaborações com as principais orquestras nacionais e maestros mundiais. Foi percussionista fundador do quarteto de clarinetes KBG e do Ensemble Mpmp. Foi membro da orquestra de jovens portuguesa “Momentum Perpetuum”. É timpaneiro da Banda Sinfónica Portuguesa.

Tomás Marques

Tomás Marques (n. 1999) é natural de Estarreja. Iniciou os estudos musicais aos 3 anos na Banda de Música de Loureiro, começando com o piano e requinta posteriormente. Mais tarde mudou-se para a Banda Visconde de Salreu, optando pelo saxofone soprano. Com 9 anos entrou para o Conservatório de Aveiro. Estuda jazz na Escola Superior de Música de Lisboa. Atualmente pertence à Big Band Estarrejazz, onde já trabalhou com músicos como Maria João, Mário Laginha, Carlos Azevedo, José Eduardo; à Orquestra Hot Clube de Portugal, onde também já tocou com Joe Lovano, Miguel Zenón, Julian Argüelles e Perico Sambeat. Integra ainda o sexteto do Bernardo Moreira, Pedro Moreira Sax Ensemble, LAB, Paula Oliveira 5tet, Fanfarra Kaustika e o seu próprio quarteto.

Leia AQUI a biografia completa.

Vasco Valente

Vasco Valente (clarinete) nasceu em Pardilhó, em 1985, e iniciou os estudos musicais em Clarinete, na Banda Club Pardilhoense. Ingressou no Conservatório de Aveiro Calouste Gulbenkian na classe de clarinete de Arménio Pinto. Posteriormente estudou com Luís Carvalho, no Departamento de Música da Universidade de Aveiro, e Rui Martins, na Escola Superior de Música de Lisboa. Em 2009, ingressou nos quadros da Banda da Guarda Nacional Republicana.

Vasco Valente

Vasco Valente, compositor e clarinetista, de Estarreja

Vasco Valente, compositor e clarinetista, de Estarreja

Tem composto obras para diversos tipos de formações, instrumentos a solo, música de câmara, orquestra de cordas e orquestra de sopros, tais como a Banda Sinfónica da G.N.R., Camerata Amicis, Camerata Silva Dionísio, Grupo de Música Contemporânea de Lisboa.

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TRÍtono

TRItono, de Estarreja

TRItono, de Estarreja

COROS

Coral da Associação Cultural de Salreu

Criado há em 1990, o Coral de Salreu conta com cerca de 30 coralistas e ensaia duas vezes por semana. Interpreta obras clássicas, ligeiras e populares, preferencialmente portuguesas, “a capella” ou acompanhadas pela orquestra, sob a orientação do maestro Daniel Sousa.