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Banda Filarmónica de Faro
Filarmónicas de Faro

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Filarmónica de Faro

A Associação Filarmónica de Faro, detentora do Estatuto de Utilidade Pública desde 1998, e da Medalha grau Prata da Cidade de Faro no ano de 2003, foi fundada em Junho de 1982 pela Câmara Municipal de Faro como sócio número 1 e por um conjunto de pessoas com gosto pela música, com o objetivo de criar uma Banda Filarmónica ativa e uma escola de música que proporcionasse o ensino e a divulgação da música.

Conta com 280 associados e, pela primeira vez na sua história, uma sede que permite tanto o funcionamento da escola de música num ambiente digno e propício a todo o trabalho desenvolvido, como também congrega numa sala do mesmo edifício os ensaios da Banda Filarmónica.

A Escola de Música tem 60 alunos e nove professores nas diferentes disciplinas individuais de: Iniciação Musical; Sopros Madeiras; Trompete; Trombone; Guitarra Elétrica; Baixo Elétrico, Bateria, Percussão, Piano e nas disciplinas Coletivas de Combos e Teoria Musical são o exemplo prático dessa mudança.

No âmbito da Banda Filarmónica o crescimento tem sido tanto qualitativo como quantitativo, proporcionado tanto pelas condições logísticas como pelo trabalho do nosso Maestro Edward Machado iniciado em 2004 e com a colaboração da maestrina Dawn Woodhurst. Compõem a Banda Filarmónica de Faro 42 músicos, na sua maioria provenientes da nossa escola de música, tantos alunos como professores, e numa pluralidade cultural que envolve sete nacionalidades diferentes.

Banda Filarmónica de Faro

Banda Filarmónica de Faro

Em 2005, participou na Inauguração do Teatro Municipal de Faro, com as congéneres algarvias; e em concertos no Auditório das Gambelas (semana de receção ao caloiro) e no Instituto Português da Juventude em Faro (concerto de Natal),. São de realçar as habituais atuações nas Comemorações Oficiais do 25 de Abril e do Dia da Cidade e, no Natal, em instituições de Solidariedade Social como a Santa Casa da Misericórdia, Casa dos Rapazes e Refúgio Aboim Ascensão. Desde Abril de 2006, as atuações da Banda Filarmónica são uma realidade, salientando os concertos no Teatro Lethes, no Instituto Português da Juventude em Faro, e nas Comemorações do 24º Aniversário da AFF no Palco da Doca em Faro.

O ano de 2006 fica também marcado com a realização da 1ª Edição do Festival de Filarmónicas de Faro “Bandas a Faro” que contou com a presença da maioria das filarmónicas do Algarve.

Grupo Folclórico de Faro
Folclore em Faro

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Grupo Folclórico de Faro
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Conceição de Faro
Grupo Folclórico de Faro

O Grupo Folclórico de Faro é uma associação de natureza etnográfica sediada em Faro.

Grupo Folclórico de Faro

Grupo Folclórico de Faro

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Conceição de Faro

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Conceição de Faro foi fundado em 1958, por iniciativa da Direcção da Casa do Povo e de Mário da Encarnação. Pode-se dizer que o Rancho serviu de apoio á legalização da Casa do Povo porque era necessário existir alguma atividade cultural para dar suporte ao desejo da desagregação da Casa do Povo de Estoi que na Conceição funcionava com uma delegação. O major Mateus Moreno, natural de Conceição de Faro, presidente da Casa do Algarve, em Lisboa, que estava a apoiar na criação da Casa do Povo, tomou a iniciativa de convidar para formar o rancho, o folclorista Henrique Bernardo Ramos que na ocasião por outros afazeres declinou o convite mas indicou o Mário da Encarnação que veio a aceitar o cargo, com o apoio da Direcção da Casa do Povo.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Conceição de Faro

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Conceição de Faro

A primeira atuação publica do Rancho, faz-se no dia 8 de dezembro de 1958, por ocasião das Festas em Honra de Nossa Senhora da Conceição, onde atuou num pequeno palco frontal à igreja. Os seus jovens elementos apresentam-se trajando apenas com blusa ou camisas brancas e saias ou calças pretas, isto é, ainda sem o tradicional traje algarvio que só no ano seguinte passaria a ser usado.

Após algum tempo juntaram-se ao grupo alguns elementos do Grupo Folclórico de Faro e o Henrique Bernardo Ramos que passou a dirigir artisticamente o Rancho. Entretanto com a partida da maioria dos moços para a guerra colonial em África o Rancho ficou desfalcado de elementos masculinos, acabando por parar a sua atividade. Após alguns anos de inatividade tenta reiniciar agora sob a mão de Zeca Barão, antigo elemento juvenil do rancho mas por pouco tempo, voltando a parar.

Algum tempo após o 25 de Abril de 1974, aproveitando o regresso do Zeca Barão que tinha emigrado, a direção da Casa do Povo, convida-o para pôr o Rancho em atividade e ficar com o cargo de ensaiador. Foi também criada uma Comissão de três elementos para dirigir o Rancho.

Com a criação do Grupo Cultural e Desportivo da Casa do Povo, o Rancho passou a ser uma secção desse Grupo e tem durante vários anos o João Manuel Ministro, como seu seccionista responsável. Desenvolveu a sua atividade, funcionando como uma “escola de folclore” para grande número de moços e moças tendo criado o Rancho Infantil e Juvenil.

Atuou por todo o País, tendo-se deslocado a Marrocos, França e ao Parlamento Europeu. Organiza com grande sucesso, durante anos consecutivos, o Festival Anual de Folclore Nacional, de Conceição de Faro. O seu trabalho foi distinguido pela Câmara Municipal de Faro que em 1989 lhe atribui a “Medalha de Mérito Grau Ouro”. Durante muitos anos o Rancho continuou a desenvolver a sua atividade até nova paragem. O Rancho com o seu grupo infantil apresentou-se ao público no dia 8 de dezembro de 2008, 50 anos depois do primeiro e o grupo adulto já no início de 2009. Em 2010 organizou o seu Festival Nacional de Folclore aproveitando para homenagear o seu primeiro ensaiador Mário da Encarnação.

Armando Tavares Belo, maestro, de Faro
Músicos do Concelho de Faro

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música do Concelho.

  • Ema Romero da Câmara Reis (promotora, 1897-1968)
  • Joana Amorim (flautista, 1992)
  • João Nobre (compositor, 1916-2002)
  • Júlio Resende (pianista)
  • Leonel Neves (letrista, 1921-1996)
  • Tavares Belo (diretor de orquestra, 1911-1993)

Joana Amorim

Joana Amorim, flautista, de Faro

Joana Amorim, flautista, de Faro

Armando Tavares Belo

Armando Tavares Belo, maestro, de Faro

Armando Tavares Belo, maestro, de Faro

João Nobre

João Nobre, compositor, de Faro

João Nobre, compositor, de Faro

Ema Reis

Ema Reis, promotora e musicóloga, de Faro

Ema Reis, promotora e musicóloga, de Faro

Escritora, promotora e musicóloga, Ema Romero Santos Fonseca da Câmara Reis nasceu em Faro, a 18 de agosto de 1897, e faleceu em Lisboa, a 24 de agosto de 1968. Era filha de António dos Santos Fonseca, militar, natural de Faro e de D. Marina Romero Santos Fonseca. Casou com o professor, escritor e jornalista Luís da Câmara Reis. Fez estudos musicais com a Senhora de Rangel Baptista e José Henrique dos Santos, e estudou Canto, com D. Eugénia Mantelli. Desde muito nova, deu a conhecer em estreia em Portugal compositores nacionais e estrangeiros.

Órgão da Sé de Faro (tribuna)

MÚSICA À VISTA

Música, iconografia e património musical edificado no Concelho de Faro

Homenagem ao Grupo Folclórico de Faro

Monumento “O Corridinho”, da autoria de Carlos Oliveira, inaugurado a 10 de junho de 2021 pelo presidente da Câmara Municipal de Faro, Rogério Bacalhau Coelho, fotos Grupo Folclórico de Faro

Pares de bailadores

Monumento ao Grupo Folclórico de Faro

Monumento ao Grupo Folclórico de Faro

Pormenor

Monumento ao Grupo Folclórico de Faro

Monumento ao Grupo Folclórico de Faro

Rancho e monumento

Monumento ao Grupo Folclórico de Faro

Placa

Monumento ao Grupo Folclórico de Faro

Monumento ao Grupo Folclórico de Faro

Conservatório Regional do Algarve Maria Campina

Busto

Busto de Maria Campina no Conservatório Regional do Algarve

Busto de Maria Campina no Conservatório Regional do Algarve

O Conservatório Regional do Algarve Maria Campina é uma escola de música localizada Av. Dr. Júlio F. de Almeida Carrapato, Faro. Foi fundada pela pianista Maria Campina e seu marido Pedro Ruivo em 1973.

de Faro

Anjo trombetista

Órgão da Sé de Faro (tribuna)

Órgão da de Faro (tribuna)

Dança

Órgão da Sé de Faro (tribuna)

Órgão da de Faro (tribuna)

Instrumentos de arco

Órgão da Sé de Faro (tribuna)

Órgão da de Faro (tribuna)

Sé de Faro
Órgãos de tubos do concelho de Faro

De acordo com as informações disponíveis, existem no Concelho os seguintes órgãos de tubos.

Igreja do Carmo

Igreja do Carmo, Faro

Igreja do Carmo, Faro

A construção da igreja da Ordem Terceira do Carmo começou em 1713 e ficou concluída em 1719. O projeto inicial coube a um arquiteto carmelita e seguiu o estilo da arquitetura chã. Após o terramoto de 1755 sofreu uma remodelação que incluiu a reconstrução da fachada e da capela-mor segundo o estilo tardo-barroco. Na ornamentação interior da igreja, o destaque vai indiscutivelmente para os altares de talha dourada. Alusão especial ao retábulo da capela-mor, por ser uma verdadeira obra-prima executada pelo mestre Manuel Martins em 1736-37, tendo sido o primeiro exemplar do estilo joanino no Algarve. Os restantes retábulos são igualmente do século XVIII, destacando-se o da Capela de São José, que constitui um bom exemplo da talha rococó no Algarve. As imagens dos diversos altares da igreja também não passam despercebidas. Sobressaem, pela sua excelente qualidade, as imagens de Santa Teresa de Ávila (retábulo de Santa Teresa) e de São José (retábulo de São José). Igualmente interessante é o órgão barroco visível no coro alto, peça recentemente restaurada. Por fim, merece referência a Capela dos Ossos. Situada no quintal anexo à igreja, constitui um motivo de interesse para muitos turistas que visitam a cidade.

Em 1999, o órgão da autoria de João da Cunha construído em 1788, foi restaurado por António Simões.

Fonte: VisitAlgarve

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna e coro alto

Tribuna e órgão histórico

Órgão histórico da igreja do Carmo, Faro

Órgão histórico da igreja do Carmo, Faro

Montra do órgão

Órgão histórico da igreja do Carmo, Faro

Órgão histórico da igreja do Carmo, Faro

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna, balaustrada

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, consola

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna, trombetas

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, transepto

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, transepto

Igreja Matriz de São Pedro

Igreja de São Pedro, Faro

Igreja de São Pedro, Faro

Construída na segunda metade do século XVI, a Igreja de São Pedro possui um interessante pórtico emoldurado por dois pares de colunas jónicas e apresenta um nicho concheado, ladeado por pilastras, com a imagem de São Pedro no interior. É um edifício de arquitetura religiosa de três naves e cabeceira composta por capela-mor e duas capelas laterais abobadadas. A capela-mor tem um retábulo da década de 80 do século XVII, provavelmente um dos primeiros exemplares do Barroco no Algarve. O destaque vai para a Capela do Santíssimo, que apresenta um magnífico retábulo barroco do período joanino e onde é possível apreciar um esplêndido relevo da última ceia. Importante é também a pintura da descida da cruz situada na sacristia, da autoria de Diogo Teixeira, considerada como o melhor exemplo da pintura maneirista no Algarve. Merecem ainda referência a Capela de Nossa Senhora da Vitória, que possui um interessante retábulo rococó, os azulejos da Capela das Almas e o conjunto de esculturas dos séculos XVII e XVIII que preenchem os diversos altares da igreja.

Fonte: VisitAlgarve

A Igreja Paroquial de São Pedro possui um órgão da autoria de João da Cunha, construído em 1784, restaurado por António Simões em 2000.

de Faro

Sé de Faro

de Faro

Construída em estilo gótico após a reconquista da cidade de Faro aos mouros, em 1249, a Catedral de Faro situa-se no local onde anteriormente se ergueram o templo romano e a mesquita muçulmana. Da campanha de obras original sobreviveram vestígios importantes, caso da torre da frontaria e do grande portal ogival que dá entrada ao corpo da igreja. De estilo gótico, mas datadas já do século XV, são as duas capelas laterais do transepto cobertas de abóbadas de arcos cruzados. Em 1577, devido à mudança do bispo do Algarve de Silves para Faro, a igreja passou a ser Catedral. Em 1596 foi saqueada e incendiada pelos corsários do conde de Essex, tendo sofrido danos consideráveis que motivaram uma nova campanha de obras com vista à recuperação. O principal vestígio dessa intervenção são as colunas de ordem dórica sobre as quais assentam os arcos de volta perfeita que separam as três naves da igreja. Nos anos seguintes à Restauração foi construída uma nova capela-mor, coberta por uma abóbada de berço com caixotões e ornamentada com um retábulo maneirista, considerado o melhor exemplar da talha seiscentista do Algarve. Já no século XVIII, algumas das capelas laterais foram revestidas com altares de talha dourada de estilo barroco, sendo de destacar a Capela de Nossa Senhora dos Prazeres e a Capela do Santo Lenho. Por fim, merecem referência os azulejos do final do século XVII que ornam a Capela de Nossa Senhora do Rosário, o conjunto de imagens de culto dos altares (maioritariamente dos séculos XVII e XVIII), o túmulo medieval do cavaleiro Rui Valente. O Museu Catedralício contem um conjunto significativo de paramentos e de alfaias eucarísticas pertencentes aos bispos do Algarve.

Fonte: VisitAlgarve

Localizado em tribuna própria, o grande órgão da (Catedral) de Faro foi construído em 1715-16 por Johann Heinrich Hulenkampf, da oficina alemã de organaria de Arp Schnitger. Foi restaurado em 2006 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.

Montra do órgão da de Faro

Grande órgão da sé de Faro

Montra do grande órgão da de Faro

Órgão da Sé de Faro (tribuna)

Órgão da de Faro (tribuna), consola e tubos

Órgão da Sé de Faro (tribuna)

Órgão da de Faro (tribuna), trombeta

Órgão da Sé de Faro (tribuna)

Órgão da de Faro (tribuna), anj

Órgão da Sé de Faro (tribuna)

Órgão da de Faro (tribuna), anjos

Órgão da Sé de Faro (tribuna)

Órgão da de Faro (tribuna), teclas

Órgão da Sé de Faro (tribuna)

Órgão da de Faro (tribuna), tubos

FOI NOTÍCIA

Localizado em tribuna, o grande órgão da de Faro foi construído em 1715-16 por Johann Heinrich Hulenkampf, da oficina alemã de organaria de Arp Schnitger. O terramoto de 1755 afetou-o consideravelmente e, em 1767, foi remodelado e ampliado pelo genovês Pasquale Gaetano Oldovini, organeiro italiano que tinha oficina em Évora. Nos anos 1973-74 foi restaurado pelo holandês Dirk Andries Flentrop e, em 2006, o organeiro Dinarte Machado efetuou a revisão geral e reposição do sistema de vento.  A talha e a estatuária são ao estilo do barroco hamburguês e o douramento e a decoração em chinoiserie sobre fundo rubro é da autoria do tavirense Francisco Correia da Silva.

A intervenção de Dinarte Machado foi apoiada pelo Ministério da Cultura, através do IGESPAR IP – Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, I. P.

Em 2015 realizou-se o VIII Festival de Órgão de Faro, na e igreja do Carmo. Com a inclusão de órgãos das igrejas de Santiago, Tavira; matriz de Portimão; paroquial de Boliqueime (Loulé), o Festival passaria a ser designado por Festival de Órgão do Algarve.

O Festival de Órgão Algarve ’20, organização da Associação Música XXI, teve em 2020 a 13ª edição.

Órgão da de Faro em CD

Em 2007, Rui Paiva apresentou o CD Dieterich Buxtehude (1637-1707): Órgão da Catedral de Faro”. O concerto de lançamento do CD “Dieterich Buxtehude (1637-1707): Órgão da Caredral de Faro”, pelo organista Rui Paiva, decorreu a 17 de novembro de 2007, na Catedral de Faro, assinalando a passagem do tricentenário do compositor, figura maior do Barroco norte-alemão.

Trata-se de uma edição da Academia de Música de Santa Cecília de Lisboa que conta com o apoio da Direcção Regional de Cultura do Algarve, da Caixa de Crédito Agrícola do Algarve e do Cabido da Catedral.

Rui Paiva, organista e cravista, é professor de Órgão na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa e director da Academia de Música de Santa Cecília. Como intérprete, tem abordado sobretudo o repertório dos séculos XVI a XVIII, em concertos e recitais a solo, integrado em diversos grupos, e em numerosas edições discográficas.

O CD é acompanhado por um livro ilustrado, numa edição especial, com textos de João Pedro d’Alvarenga (Universidade de Évora) e fotografias de Telma Veríssimo. A par do concerto de lançamento do CD, estaria também patente uma exposição fotográfica sobre o órgão.

FONTE

CE/RS Região Sul, 07 novembro 2007

Positivo de armário

Órgão positivo da sé de Faro

Órgão positivo da de Faro

O órgão positivo de armário da de Faro está localizado no transepto.