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Rancho Folclórico de Cabeço de Vide
Folclore em Fronteira

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Alentejo (Alto Alentejo)
  • Distrito: Portalegre
Rancho Folclórico de Cabeço de Vide

O Rancho Folclórico de Cabeço de Vide foi fundado em 1979, tendo-se estreado no dia 25 de maio de 1980, quando se deu a conhecer à população da sua terra.

Em 1992 assumiu-se como associação, tendo por objetivo a defesa, preservação e divulgação dos usos e costumes, trajes, danças e cantares da região do Alentejo.

As suas danças mais características são as saias, cantadas e bailadas em diferentes estilos.

Os trajes que apresentam tentam ser uma cópia fiel dos originais utilizados pelos seus antepassados.

O grupo é muito solicitado para participar em festivais de folclore, festas e romarias, no nosso país e também no estrangeiro, tendo já representado as suas gentes e a sua região em França, Espanha e, mais recentemente, na Região Autónoma dos Açores.

É constituído por cerca de 50 elementos, com idades entre os 8 e os 80 anos.

Rancho Folclórico de Cabeço de Vide

Rancho Folclórico de Cabeço de Vide

Fontes do Musorbis Folclore:

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Para o Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos.

Frei Manuel Cardoso, compositor, de Fronteira
Músicos naturais do Concelho de Fronteira

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Manuel Cardoso (compositor, 1566-1650)

Manuel Cardoso, frade carmelita, organista e compositor português do Renascimento, nasceu em Fronteira, a 11 de dezembro de 1566 e morreu em Lisboa, 24 de novembro de 1650. Participou no Colégio dos Moços do Coro, associado à Catedral de Évora, estudando com Manuel Mendes e Cosme Delgado. Em 1588 ingressou na Ordem carmelita, e fez os votos em 1589, no Convento do Carmo, em Lisboa. No início dos anos 1620, residiu no Paço Ducal de Vila Viçosa, onde se tornou amigo do Duque de Barcelos (mais tarde rei D. João IV de Portugal).

Terminou a sua carreira como organista e compositor residente no Convento do Carmo em Lisboa. Muitas das suas obras foram destruídas no Terramoto de 1755. Foi, juntamente com Duarte Lobo, Filipe de Magalhães, e João IV de Portugal, um dos maiores representantes da “era dourada” do Polifonia portuguesa.

Frei Manuel Cardoso

Frei Manuel Cardoso, compositor, de Fronteira

Frei Manuel Cardoso, compositor, de Fronteira