Artigos

Coro En’Canto, Guimarães, créditos Vítor Ferreira
Coros de Guimarães

Agrupamentos vocais e atividades corais no Concelho

  • BJazz Choir
  • Coro da Academia de Música Valentim Moreira de Sá
  • Coro En’Canto
  • Coro Vilancico
  • Ensemble Cant’Arte
  • Grupo Coral de Azurém
  • Grupo Coral de Pevidém
  • Grupo Coral de Ponte
  • Jovens Cantores de Guimarães
  • Orfeão de Guimarães
BJazz Choir

Tlm. (+00 351) 936 647 863
Correio eletrónico: bjazzchoir.ac@gmail.com

BJazz, coro, de Guimarães

BJazz, coro, de Guimarães

Coro En’Canto

O Coro En’Canto é o coro adulto da Sociedade Musical de Guimarães.

Largo Condessa Juncal
4800 – 159 Guimarães

Coro En’Canto, Guimarães, créditos Vítor Ferreira

Coro En’Canto, Guimarães, créditos Vítor Ferreira

Coro Vilancico

Criado em 2004, no seio da Sociedade Musical de Guimarães – Conservatório de Guimarães, o Coro Vilancico é uma formação à capella que se dedica ao estudo e interpretação de música vocal dos períodos da Idade Média e do Renascimento. Tem realizado, em média, dezena de concertos por ano em diversas localidades do Norte do País e da Galiza. Colaborou em projetos como “Guimarães, Capital Europeia da Cultura”, “ Festival de Música Religiosa de Guimarães”, “Encontros de Música Coral” e “Guimarães Allegro”. É dirigido, desde a sua fundação, por Domingos Salvador.

Grupo Coral de Azurém

Sítio: grupocoralazurem.com
Tlm. (+00 351) 966 819 400
Correio eletrónico: grupocoralazurem@gmail.com

Grupo Coral de Pevidém

Rua do Bairro, 2
4835 -302 Selho (São Jorge)
Tlm. (+00 351) 914455395
Correio eletrónico: albertopereira@live.com.pt

Grupo Coral de Ponte

Travessa da Ponte, 156
4805-303 Ponte
Tlm. (+00 351) 968 817 878
Blogue: grupocoraldeponte.blogspot.com
grupocoraldeponte@gmail.com

O Grupo Coral de Ponte (GCP) nasceu em 1977, com o objetivo inicial de solenizar as Eucaristias dominicais da Vila de Ponte. Em 1989, alargou o seu reportório e começou também a dedicar-se a música clássica polifónica, religiosa e profana, e começou a participar em encontros corais.Além dos concertos anuais de Natal e Páscoa na Vila de Ponte, o protocolo com a Câmara Municipal dá-lhe a oportunidade de atuar em diversos concertos organizados por esta instituição. Mais tarde começou um programa de intercâmbio internacional com três coros de Espanha.  Organizou e deu início ao Encontro de Coros da Zona Pastoral das Taipas. O Grupo Coral de Ponte começou a sua discografia com uma participação no disco “Hinos”, convidado pela Câmara Municipal de Guimarães. Em 2008, outro disco foi lançado “CD-CORDAS & VOZES”, com o Grupo Coral de Azurém e a Orquestra da Câmara Collegia Ensemble. Nunca colocando de lado a sua função como grupo coral religioso, cantou nos santuário do Sameiro, São Bento da Porta Aberta e Fátima, entre outros.

Grupo Coral de Ponte, Guimarães

Grupo Coral de Ponte, Guimarães

Jovens Cantores de Guimarães

Iniciado em 2011 pela Sociedade Musical de Guimarães e dirigido por Janete Costa Ruiz, o grupo Jovens Cantores de Guimarães são um projeto de educação artística com extensão à comunidade que proporciona a jovens entre os 8 e os 18 anos a vivência da música coral como veículo de aprendizagem musical e de expressão e crescimento individual. Promove a criatividade, a excelência artística, a liderança e a camaradagem, contribuindo para o enriquecimento humano de cada coralista, da comunidade e do património musical.

Correio eletrónico: jovenscantoresguimaraes@gmail.com

Jovens Cantores de Guimarães

Jovens Cantores de Guimarães

Orfeão de Guimarães

R. Francisco Agra, 74
4800-157 União das freguesias de Oliveira, São Paio e São Sebastião
Tlm. (+00 351) 966 151 410
Correio eletrónico: orfeaoguimaraes@sapo.pt

O Orfeão de Guimarães nasceu em 1917. Em 8 de junho desse mesmo ano deu o seu primeiro concerto em Guimarães. Era seu Presidente o Padre Gaspar Roriz. Ao longo da sua história teve interrupções da atividade.
O último “renascimento” aconteceu em 1980 graças à iniciativa da Sociedade Musical de Guimarães. A direção artística foi então entregue ao maestro Fernando José Teixeira que lhe incutiu vida nova. Apresentou-se, assim, à cidade e ao concelho de Guimarães disposto a divulgar a música e, através dela, elevar o nível cultural do povo.
Depressa, porém, a sua ação se estendeu a outros pontos do país, sendo de recordar duas atuações na Radiotelevisão Portuguesa e dois memoráveis concertos: um em Leiria, aquando das comemorações do 6º Centenário da Batalha de Aljubarrota, e outro em Grenoble (França) por convite da comunidade de emigrantes portugueses aí radicados.
Em 2004 interrompeu a sua atividade e retomou-a em 2006, sob a orientação do diretor artístico José Carlos Azevedo, natural de Guimarães. Logo surgiram vários concertos na cidade e concelho de Guimarães. Participou, conjuntamente com mais cinco coros de Guimarães e com a Orquestra de Sopros da Academia de Música Valentim Moreira de Sá, também desta cidade, em concertos e na gravação de um CD com os hinos de Guimarães, Nacional e da Europa.

Atualmente integra o Grupo “Musicalis Communio” formado por três coros, todos eles dirigidos por José Carlos Azevedo: Orfeão de Guimarães, Coro Polifónico ASSANES da Vila de Prado – Vila Verde e Coro Litúrgico da Vila de Joane – Vila Nova de Famalicão. Integrado neste Grupo participou em diversos concertos, nomeadamente em Guimarães, Vila de Joane e Vila de Prado, juntamente com a Orquestra de Sopros da Academia de Música Valentim Moreira de Sá. Participou numa homenagem ao Compositor Padre Joaquim dos Santos, na passagem do primeiro aniversário do seu falecimento.

No âmbito do protocolo assinado com a Câmara Municipal de Guimarães, tem dado vários concertos, só ou com outros grupos corais, na cidade e no concelho. Para além do referido protocolo, tem participado nas comemorações de datas importantes da História de Portugal.  Desde há vários anos, no mês de maio, tem vindo a organizar/realizar Concertos Marianos em diversas igrejas da cidade de Guimarães.

Existe no seio do Orfeão de Guimarães um Coro de Câmara denominado Ensemble Cant’Arte, que se apresenta com o Orfeão e muitas vezes a solo.

A 17 de janeiro de 2017 deu início às comemorações do seu centenário com um vasto programa de atividades realizadas ao longo do ano, nomeadamente: três grandes concertos, duas exposições, várias conferências.

Casa dos Bombos Alves, Guimarães
Lojas de música e instrumentos em Guimarães

Pesquisa, edição e publicação no Musorbis a 16 de outubro de 2021

Casa dos Bombos Alves

Polvoreira
Tlm. (+00 351) 962 930 407
Sítio: bombosalves.com
Correio eletrónico: bombosalves@gmail.com

Casa dos Bombos Alves, Guimarães

Casa dos Bombos Alves, GuimarãesA Casa dos Bombos Alves constrói há três segundo as técnicas artesanais e familiares. José Alves seguiu desde muito novo o ofício que lhe foi transmitido pelo seu avô e pelo seu pai. A “Casa dos Bombos Alves” tem 80 décadas é reconhecida em toda a região pela sua qualidade.

Feedback Rock School

Alameda de Rosas Guimarães, 111
4805-121 Caldelas

Feedback Rock School, Guimarães

Feedback Rock School, Guimarães

Musiminho

Rua 19 de Junho Nº246
4805-081 Guimarães
Tlm. (+00 351) 934 273 623
Sítio: musiminho.com
Correio eletrónico: geral@musiminho.pt

Workshop Music

R. da Índia, Bloco 510, Loja 13
4835-061 Salgueiral
Guimarães
Tel. (+00 351) 253 114 516
Sítio: www.workshop-music.pt

Workshop Music, Guimarães

Workshop Music, Guimarães

SPL Estúdio de Gravação, Guimarães
Estúdios de som em Guimarães

Estúdios de som, ensaio, captação, gravação, edição e produção no Concelho

BlackBrown Studios

Fábrica ASA, Estrada Nacional 105
4835-157 Guimarães
Tlm. (+00 351) 939 395 530

BlackBrown Studios, Guimarães

BlackBrown Studios, Guimarães

Estúdio Alfaiate

R. Cmte. José Luis de Pina 583
4810-532 Guimarães
Tlm. (+00 351) 912 606 339

Estúdio Alfaiate, Guimarães

Estúdio Alfaiate, Guimarães

SPL Estúdio de Gravação

R. João Paulo II, 82
4805-027 Brito
Tlm. (+00 351) 910 732 169

SPL Estúdio de Gravação, Guimarães

SPL Estúdio de Gravação, Guimarães

Gravação e produção Musical, estúdio profissional de gravação, mistura e masterização. Produção de temas originais, música e letra.

Pesquisa, edição e publicação no Musorbis a 17 de outubro de 2021, com base em sítios e páginas ativas em redes sociais.

Casa dos Bombos Alves
Grupos de bombos de Guimarães

Zés Pereiras e outos grupos de percussão tradicional no Concelho

Fontes: Fontes: Tocá Rufar, portais municipais, páginas dos grupos

  • Associação Cultural e Recreativa Grupo de Bombos de Santa Maria de Gémeos
  • Associação Os Baketas (Souto, Santa Maria)
  • Grupo de Bombos Família Lopes (Lordelo)
  • Zés Pereiras São Faustino

Fabricante de bombos

  • Casa dos Bombos Alves (Polvoreira)
Casa dos Bombos Alves

Casa dos Bombos Alves

Teatro Jordão, Guimarães
Escolas de Música em Guimarães

Estabelecimentos do ensino de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

Academia de Bailado de Guimarães

Avenida Dom João IV C Com Vila-10-A-cv
4810-532 Guimarães
Tel. (+00 351) 253416884 /
Tlm. (+00 351) 968 518 231
Sítio: www.academiabailadoguimaraes.pt
Correio eletrónico: academia.bailadoguimaraes@gmail.com

Academia de Música Comendador Albano Abreu Coelho Lima

R. Albano Martins Coelho Lima, 334
4835-320 S. Jorge de Selho
Tlm. (+00 351) 913 959 742

Academia de Música Fernando Matos

Banda Musical de Caldas das Taipas
Rua Prof. Manuel José Pereira, S/N
São Clemente de Sande
4805 – 640 São Clemente de Sande
Tlm. (+00 351) 927 236 212
Correio eletrónico: academia.bandadastaipas@gmail.com
Correio eletrónico: info@bandadastaipas.com

Feedback Rock School

Alameda de Rosas Guimarães, 111
4805-121 Caldelas

Feedback Rock School, Guimarães

Feedback Rock School, Guimarães

Sociedade Musical de Guimarães – Conservatório de Guimarães

Largo Condessa do Juncal
4800 Guimarães
Sítio: www.smguimaraes.pt

Sociedade Musical de Guimarães - Conservatório de Guimarães

Sociedade Musical de Guimarães – Conservatório de Guimarães

Pólo do Conservatório em Vieira do Minho – Criado em 2007, em Vieira do Minho, com apoio da Câmara Municipal local, o Polo do Conservatório de Guimarães apoia cultural e pedagogicamente as populações dos concelhos daquela região do Alto Ave (Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso, Terras do Bouro, Cabeceiras de Basto e outros…). Estão inscritos neste polo cerca de centena e meia de alunos e dezena e meia de professores.

O espaço do Teatro Jordão preparou-se para para receber alunos da Universidade do Minho. As previsões da Câmara Municipal vimaranense apontam para que as licenciaturas em Artes Visuais e Teatro da academia minhota possam começar a funcionar no antigo Teatro Jordão e na Garagem Avenida no ano letivo 2021/2022. A inauguração foi prevista para 24 de junho, data em que se comemora o “Dia 1 de Portugal” no concelho.

A vereadora da Educação e da Cultura explicou que o objetivo é que em 2021/22 esteja a funcionar. O edifício do antigo Teatro Jordão e a Garagem Avenida vão acolher o Conservatório de Guimarães, destinado ao ensino básico e secundário, além dos cursos de Teatro e de Artes Visuais da Universidade do Minho.

Adelina Pinto confessou vontade de acolher o Departamento de Música para concentrar todas as áreas culturais da academia minhota em Guimarães. No entanto, este é um processo que depende da Universidade e que depois será negociado.

Teatro Jordão, Guimarães

Teatro Jordão, Guimarães

Banda Musical de Caldas das Taipas
Filarmónicas de Guimarães

História, bandas de música e atividades

  • Banda Musical de Caldas das Taipas
  • Banda Filarmónica de Moreira de Cónegos
  • Sociedade Musical de Pevidém
Banda Musical de Caldas das Taipas

As primeiras referências sobre a criação de uma Philarmónica datam de 1834, segundo velhos canhenhos que constam do arquivo do Paço Episcopal de Braga. Certo é que um grupo musical foi subsistindo aos tempos e a partir do século XX, adquiriu o estatuto de banda musical à medida que ia aumentando em número.

Sob a regência do Maestro José de Sousa conquistou o 3º lugar no 1º Grande Concurso Nacional de Bandas Filarmónicas e Civis (2º categoria), promovido pela F.N.A.T, bem como os dois primeiros lugares conquistados em 1971 e 1972 organizados pela F.N.A.T (sob regência de Ilídio Matos).

Nos anos 1980-81, José Batista de Matos fomentou uma Escola de Música segundo os padrões mais modernos de pedagogia musical e os resultados foram tão evidentes que ao fim de oito anos a banda passou a ser constituída quase exclusivamente por jovens.

Em 1983, sendo Maestro o professor Ilídio Matos, a Banda foi altamente classificado como uma das cinco melhores Bandas que intervieram a nível Nacional no Concurso “Sol de Verão” da R.T.P.

Em 2000, a banda gravou pela primeira vez um CD, sob direção de Paulo Matos.

Em 2013 foi celebrado o contrato de comodato de utilização do edifício do Jardim de Infância de Caldelas sito na Rua Professor Manuel José Pereira pela Banda Musical das Caldas das Taipas, onde foi criada a Academia de Música Fernando Matos, importante projeto educativo para a vila, fornecendo à população um espaço de aprendizagem musical, com professores especializados.

Desde 2016, a Banda Musical das Caldas das Taipas é presidida por Henrique Freitas de Azevedo tendo, também nesta data, assumido a sua regência e direção artística Charles Adrien Piairo Gomes.

Banda Filarmónica de Moreira de Cónegos

A Banda Filarmónica de Moreira de Cónegos nasceu por vontade do Prof. Dr. Gil Lopes Maestro do grupo Coral S. José em Moreira de Cónegos que falou com a diretora do grupo Eva da Conceição. Contactos e reuniões posteriores permitiram que se avançasse com o projeto, e a Banda foi constituída em 2015. Desde essa data, a banda tem como maestro Paulo Silva.

Banda da Sociedade Musical de Pevidém

A Banda da Sociedade Musical de Pevidém foi fundada em 1894 na região de Pevidém. Nesse mesmo ano, Manuel Martins Coelho Lima foi nomeado regente dos 16 executantes fundadores. Ensaiavam, em casa dos próprios, em barracões de alfaias agrícolas, sem condições para um bom desenvolvimento musical.

A Sociedade Musical de Pevidém teve como regentes: Manuel Martins Coelho Lima (1894-1928), Albano Martins Coelho Lima (1929-1931), Arnaldo Ferreira do Vale (1932-1948), António Ribeiro de Castro (1949-1959), Joaquim Martins Coelho Lima (1960-1970), Francisco Ribeiro (1971-2000), Maciel Matos (2001-2007) e Vasco Silva de Faria (desde 2007).

Em 1981 foi inaugurada a nova Sede da Sociedade Musical de Pevidém e foi editada um medalha comemorativa alusiva ao acto; Joaquim Martins Coelho Lima recebeu o 1º Emblema de Ouro concedido pela Sociedade Musical de Pevidém. Em 1984 a Banda Musical de Pevidém conquistou uma honrosa classificação no “Festival de Bandas de Música da E.D.P.”, que lhe permitiu a pontuação necessária para o festival no ano seguinte. Em 1994, por ocasião do 1º Centenário, foi distinguida pela Câmara Municipal de Guimarães com a medalha de Ouro de Mérito Associativo. Em 2001 a Orquestra Juvenil de Pevidém gravou o seu 1º CD intitulado “One Moment in Time”, sob a direção do Maestro Vasco Silva de Faria. Em 2006 e 2007, gravou os CD “Pevidém em Festa” e “Homenagem aos Compositores Portugueses” respetivamente, sob a direção do Maestro Maciel Matos. Em 2012, gravou o CD “Banda Musical de Pevidém em Concerto”, gravado ao vivo no CAE São Mamede em Guimarães, sob a direção do Maestro Vasco Silva de Faria.

Sociedade Musical de Pevidém

Sociedade Musical de Pevidém

A Banda tem participado em vários concertos, no país e no estrangeiro. Realizou várias gravações para a E.N. e R.C.P. Acompanhou os solistas internacionais Pierre Dutot (trompete), Quarteto Vintage (Iva Barbosa, Ricardo Alves, José Eduardo Gomes e João Moreira – clarinete) e Luís Pipa (piano), no âmbito dos “Concertos do Dia de Portugal“ realizados no CAE São Mamede, e que conta já com várias edições, e Bruno Flahou (trombone), Thierry Thibault (tuba), entre outros. É desde 2009 Instituição de Utilidade Pública, “pelos relevantes serviços prestados à comunidade ao fomentar a cultura, através da Escola de Música, da Orquestra Juvenil e da Banda Musical, contribuindo com tudo isto, para a elevação intelectual e artística dos seus sócios e da população em geral”.

Em 2009 apresentou-se pela primeira vez em concerto na Casa da Música no Porto e realizou o “I Pevidém Filarmónico – Certame Internacional de Bandas”. Participou no Espetáculo de Abertura da Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura onde se apresentou com o grupo “La Fura dels Baus”. Ainda neste âmbito realizou um conjunto de oito concertos, denominados de “O Cinema em Concerto”, num projeto em parceria com o Cine Clube de Guimarães e apoiado pela Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura, apresentado nas principais salas do concelho de Guimarães. A Sociedade Musical de Pevidém, apoiada na sua Escola de Música, Orquestra Juvenil e Banda Musical, prossegue a tarefa de serviço público a Pevidém e às suas gentes.

Grupo Folclórico Recreativo de Tabuadelo
Folclore em Guimarães

História, bandas de música e atividades

  • Minho (Baixo Minho)
  • Distrito: Braga
  • Concelho: Guimarães

17 grupos

  • Grupo de Danças e Cantares de Vermil
  • Grupo Folclórico A.C.R. de Conde (S. Martinho)
  • Grupo Folclórico da Casa do Povo de Briteiros
  • Grupo Folclórico da Casa do Povo de Creixomil
  • Grupo Folclórico da Casa do Povo de Fermentões
  • Grupo Folclórico da Corredoura
  • Grupo Folclórico de Polvoreira
  • Grupo Folclórico de Sande São Martinho
  • Grupo Folclórico de São Torcato
  • Grupo Folclórico de Souto
  • Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande
  • Grupo Folclórico Recreativo de Tabuadelo
  • Grupo Regional Folclórico e Agrícola de Pevidém
  • Rancho Folclórico e Recreativo de Candoso S. Martinho
  • Rancho Folclórico S. Cipriano de Tabuadelo
  • Rancho Folclórico do Centro Social, Cultural e Desportivo de Silvares
  • Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos
Grupo de Danças e Cantares de Vermil

O Grupo de Danças e Cantares de Vermil foi fundado a 29 de julho de 1980, em Vermil, freguesia do concelho de Guimarães, distrito de Braga, e está integrado no Centro Cultural e Recreativo de Vermil. Vermil sempre foi terra com enorme tradição cultural e apetência pelo associativismo. Assim, foi com naturalidade que, aproveitando os cortejos e leilões de oferendas para angariação de fundos para obras de restauro da igreja e construção do salão paroquial, nasceu o Grupo.

GDCV

Grupo de Danças e Cantares de Vermil

Grupo de Danças e Cantares de Vermil

Raparigas e rapazes da freguesia movidos pela tradição dos seus antepassados evoluíram de algumas danças para cortejos, para um profundo estudo e recolha dos usos e costumes, constituindo-se como verdadeiros embaixadores do folclore do Baixo Minho. O Grupo de Danças Cantares de Vermil exibe trajos representativos de finais do século XIX e princípios do século XX, nomeadamente domingueiros, mordoma, de trabalho eira e linho e de luxo. As suas danças e tocata ilustram, particularmente, os costumes ligados ao quotidiano agrícola vivido naquela época.

Composto por cerca de 50 elementos, conta com atuações por todo o País, em romarias e festivais. Está inscrito no INATEL, sendo um ativo valioso na perpetuação da cultura de Guimarães. O grande objetivo do Grupo de Danças e Cantares de Vermil é continuar a levar o nome e as tradições da sua terra a todo o país e estrangeiro, reavivando a riqueza de um passado, cada vez mais indispensável para encarar o futuro.

Grupo Folclórico A.C.R. de Conde (S. Martinho)

O Grupo Folclórico A.C.R. de Conde (S. Martinho) é um grupo etnográfico pertencente ao concelho de Guimarães, distrito de Braga, que preserva e divulga os costumes, danças e cantares da região etnográfica do Baixo Minho a que pertence.

Grupo Folclórico A.C.R. de Conde (S. Martinho)

Grupo Folclórico A.C.R. de Conde (S. Martinho)

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Briteiros

O Grupo de Folclórico foi fundado a 30 de março de 1974. É sócio do INATEL, filiado e sócio fundador da Federação do Folclore Português. Representa orgulhosamente a Região do Baixo Minho. Os trajes que o caracterizam são o Traje de Noiva, Traje do Trabalho, Traje Domingueiro, Traje de Menina Rica e Traje de Leiteira. O Grupo é oriundo de Briteiros S. Salvador, aldeia com história e tradições seculares, situada no sopé do monte que alberga a afamada Citânia de Briteiros. Dista da Cidade de Guimarães 12 km e fica a 3 km do Alto do Sameiro.

O GFCPB organiza um dos festivais internacionais que se realizam anualmente em Portugal. Tem percorrido o País de Norte a Sul, com atuações em Festa e Romarias, em festivais nacionais e internacionais. Efetuou algumas saídas ao estrangeiro, nomeadamente Espanha, França, Suíça e Mónaco. Representou o Concelho de Guimarães em vários pontos do País, na Expo98 (Lisboa), na comemoração dos 500 anos da Batalha, no Algarve e na Ilha da Madeira.

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Briteiros

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Briteiros

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Creixomil

O Grupo Folclórico da Casa do Povo preserva e divulga as tradições e a cultura da Cidade de Guimarães com o folclore.

GFCPC

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Creixomil

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Creixomil

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Fermentões

O Grupo Folclórico da Casa do Povo de Fermentões foi criado a 23 de junho de 1973. Tem dado a conhecer de Norte a Sul de Portugal e além fronteiras, os usos, os costumes e as
tradições das gentes de Fermentões.

Fermentões é uma localidade situada a 3 km da cidade de Guimarães, terra de grandes tradições culturais e religiosos, marcada ainda por uma forte componente agrícola.

Chulas, Malhões e Viras são as danças típicas da região que este Grupo Folclórico representa, a região do Baixo – Minho. Os seus trajes, representativos do século XIX, são considerados os mais puros e genuínos da sua região: o traje de noivos, de romaria, luxo, ver a Deus, traje de campo e traje de feira.

Em 1976, foi concretizada a integração do grupo na Federação do Folclore Português. Tem-se apresentado em festivais nacionais e internacionais, e em inúmeras festas e romarias que se realizam de norte a sul do país e ilhas, e também no estrangeiro, nomeadamente, Espanha, França, Bélgica, Brasil, Mónaco.

Organiza o seu festival de folclore em setembro, integrado na Festa do Agricultor, uma das maiores festas etnográficas do norte do país.

GFCPF

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Fermentões

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Fermentões

Grupo Folclórico da Corredoura

Corredoura, localidade da vila de S. Torcato a Norte, e a seis quilómetros da Cidade de Guimarães, terra de grandes tradições culturais e religiosas, marcada ainda por uma forte componente agrícola, onde se pode observar com rara beleza os campos e as searas do milho, linho e centeio, é hoje em dia um dos pólos de maior desenvolvimento sócio-cultural da região, participada por um enorme movimento associativo, e um grande surto de desenvolvimento industrial na área têxtil, calçado e construção.

Tendo como finalidade a ocupação dos tempos livres do povo da Terra, o gosto pela dança, canto e música, foi fundado a 1 de março de 1956 o Grupo Folclórico da Corredoura, que desde desenvolveu um verdadeiro trabalho de pesquisa e de recolha dos usos, costumes e tradições dos seus antepassados. A sua apresentação oficial aconteceu no dia 4 de agosto do ano de 1957 nas Festas da Cidade e Gualterianas. Desde logo obteve os mais rasgados elogios do grande etnógrafo padre Mourinho, pela pureza dos seus cantares, danças e trajos recolhidos na área das terras de Santa Maria.

Os seus trajos representativos de fins do século XVIII e princípios do Século XIX são considerados os mais puros, genuínos e autênticos da região, tendo conquistado diversos prémios e várias distinções. Consciente do valor riquíssimo do património, o Grupo celebrou um protocolo com o Museu Alberto Sampaio para depósito de um conjunto de peças de elevado valor, até que possam ser expostas no museu do Grupo que está a organizar.

Atuou em todos os grandes festivais nacionais e internacionais de Norte a Sul do País e ilha da Madeira, onde já conquistou diversos prémios. Deslocou-se ao estrangeiro (Espanha, França, Itália (incluindo Sicília), Alemanha, Áustria, Hungria, Coreia do Sul. É sócio fundador da Federação do Folclore Português, e do INATEL. Tem seis discos gravados, quatro cassetes, cinco CD. Atuou diversas vezes para as seguintes estações de televisão: RTP1, RTP Internacional, RTP África, SIC, TVI, RTP Madeira, TV Galiza, RAI, TVE, RTF, TVH, TV Globo, TV Bandeirantes e TV Record Internacional do Brasil.

Organiza todos os anos, no primeiro sábado de julho, o Linhal da Corredoura (Festa do Linho), única da região, considerada uma das mais genuínas e expressivas manifestações etno-folclóricas da região Norte.

Como reconhecimento ao enorme contributo que o Grupo Folclórico da Corredoura tem prestado à cultura de matriz popular da região, foi condecorado com a Medalha em Prata de Mérito Associativo pela Câmara Municipal de Guimarães. Pela autenticidade dos seus trajos, pela pureza das suas danças e dos seus cantares, pela preservação dos usos e costumes dos seus antepassados, pela divulgação da música tradicional e popular portuguesa, considerado em 9 de outubro de 1985 o primeiro Grupo Folclórico da região como coletividade de utilidade pública.

Grupo Folclórico da Corredoura

Grupo Folclórico da Corredoura

Grupo Folclórico da Corredoura

Grupo Folclórico de Polvoreira

O GFP foi fundado a 28 de maio de 1982, como Grupo Folclórico Infantil, com elementos a frequentar a catequese na paróquia de Polvoreira. Em julho de 1993, por deixar de ser infantil, tomou como designação Grupo Folclórico de Polvoreira. Foi certificado pelo INATEL (Instituto Nacional para Aproveitamento dos tempos Livres dos Trabalhadores), em 03 de janeiro de 1996. Está filiado na Federação do folclore Português desde 2003, e tem estatutos próprios. O seu objetivo é promover atividades culturais, designadamente: recolher, manter e divulgar as músicas danças e trajes da região de Guimarães.

GFP

Grupo Folclórico de Polvoreira

Grupo Folclórico de Polvoreira

Anualmente organiza a tradicional Festa da Terceira Idade e o seu Festival Folclórico Internacional. Tem participado em festas e romarias, bem como em vários Festivais, por todo o País e estrangeiro. Durante o ano, a Direção organiza várias atividades para os sócios e componentes do Grupo e familiares. Celebra o aniversário, magusto, ceia de Natal e o cantar dos Reis. Nas épocas pascal e natalícia, alguns componentes do Grupo visitam os velhinhos e doentes da freguesia, para levarem uma lembrança.

Neste momento o grupo é composto por cerca de 50 elementos e todos os trajes são património do Grupo. As suas figuras e trajes são: noivos, missa, traje de trabalho, traje de festa, traje feira homem e traje de criado, traje domingueiro. Das danças constam: O Velho, Cana verde, Tirana, Xula, Perim, São Saias, Vare, Vareira Descansada, Vira de Roda, Vira de Cruz, São João, Dobadoira, Xula Batida, Passeamos, Sapatinho. Representou Guimarães em Tenerife, Ilha da Madeira, Ilha do Pico nos Açores, Porto Santo (Madeira), São Miguel Açores, Espanha, França, e em várias localidades de Norte a Sul.

Grupo Folclórico de Sande São Martinho

O Grupo Folclórico de Sande São Martinho é um grupo etnográfico do concelho de Guimarães, distrito de Braga, região etnográfica do Baixo Minho.

GFSSM

Grupo Folclórico de Sande São Martinho

Grupo Folclórico de Sande São Martinho

Grupo Folclórico de São Torcato

O Rancho Folclórico é um grupo etnográfico do concelho de Guimarães, distrito de Braga, região etnográfica do Baixo Minho.

Grupo Folclórico de São Torcato

Grupo Folclórico de São Torcato

Grupo Folclórico de São Torcato

Grupo Folclórico de Souto

O Grupo Folclórico de Souto é um grupo etnográfico do concelho de Guimarães, distrito de Braga, região etnográfica do Baixo Minho.

Grupo Folclórico de Souto

Grupo Folclórico de Souto

Grupo Folclórico de Souto

Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande

O Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande – Guimarães foi fundado em 05 de junho de 1978. Investiu bastante na recolha de factos relacionados com as vivências do povo de Vila Nova de Sande, registando-os e preservando-os de forma a que hoje possa divulgá-los pelo País e no Estrangeiro. Tem pugnado pelo Folclore de raiz da região, quer nos trajes, nas danças, nos cantares e nas músicas, tendo-se afirmado como um dos verdadeiros intérpretes do folclore da região etnográfica do Baixo Minho.

Percorreu o País de Norte a Sul, atuando nos melhores festivais levados a cabo a nível nacional, como o Festival Nacional de Folclore do Algarve em 1986 e em 1996. Atuou na ilha da Madeira. No estrangeiro apresentou-se em vários países: Espanha (Barcelona e Galiza), França (Norte e Centro), Mónaco, Áustria (Viena), Alemanha (Dortmund), Hungria (Debrecen) e Brasil (várias cidades do Rio Grande do Sul).

Organiza anualmente um Festival Internacional de Folclore e participou em diversas exposições de trajes a nível nacional. Os trajes que retrata são: noivos, luxo, domingueiro, namorados, feira, leiteira e ainda de trabalho erva e linho. O Grupo é membro efetivo da Federação do Folclore Português e da Associação de Folclore e Etnografia de Guimarães, e está inscrito no Inatel. Efetuou várias gravações e atuações para a RTP1, RTP Internacional, Rádio e Televisão dos Países Baixos, Televisão Húngara e Televisão RGS Brasil.

GFCSVNS

Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande

Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande

Grupo Folclórico Recreativo de Tabuadelo

O Grupo Folclórico Recreativo de Tabuadelo foi fundado a 13 de novembro de 1995.

RFRT

Grupo Folclórico Recreativo de Tabuadelo

Grupo Folclórico Recreativo de Tabuadelo

Grupo Regional Folclórico e Agrícola de Pevidém

O Grupo Regional Folclórico e Agrícola de Pevidém é um grupo etnográfico do Concelho de Guimarães, distrito de Braga, região etnográfica do Baixo Minho.

Grupo Regional Folclórico e Agrícola de Pevidém

Grupo Regional Folclórico e Agrícola de Pevidém

Rancho Folclórico de Candoso – São Martinho

O Rancho Folclórico de Candoso – São Martinho iniciou a sua atividade em 1994, a partir de algumas iniciativas promovidas pela Associação de Pais de Escola de Candoso. É filiado na Federação de Folclore Português, Sócio do INATEL e Associação de Etnografia de Guimarães. Organiza festivais nacional e internacional, participa em festas e romarias. Digno representante de folclore do Baixo Minho, e atuou em Portugal, França e Espanha.

RFCSM

Rancho Folclórico de Candoso - São Martinho

Rancho Folclórico de Candoso – São Martinho

Rancho Folclórico S. Cipriano de Tabuadelo

O Rancho Folclórico S. Cipriano de Tabuadelo é um grupo etnográfico do concelho de Guimarães, distrito de Braga, região etnográfica do Baixo Minho, que dá a conhecer as tradições e costumes da terra com as suas atuações.

RFSCT

Rancho Folclórico S. Cipriano de Tabuadelo

Rancho Folclórico S. Cipriano de Tabuadelo

Rancho Folclórico do Centro Social Cultural e Desportivo de Silvares

O Rancho Folclórico do Centro Social Cultural e Desportivo de Silvares é um grupo etnográfico do concelho de Guimarães, distrito de Braga, região etnográfica do Baixo Minho. No seu palmarés conta com várias atuações por todo o país, em festas e festivais, bem como no estrangeiro. Organiza anualmente o seu Festival de Folclore e também a sua atividade agrícola, a Segada e Malha do Centeio.

RFCSCDS

Rancho Folclórico do Centro Social Cultural e Desportivo de Silvares

Rancho Folclórico do Centro Social Cultural e Desportivo de Silvares

Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos

O RFCCRMC é um grupo etnográfico sediado em Moreira de Cónegos, concelho de Guimarães, distrito de Braga, região etnográfica do Baixo Minho. Organiza um festival de folclore e dá a conhecer as tradições e costumes com as suas atuações.

RFCCRMC

Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos

Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos

Fontes do Musorbis Folclore:

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

Sofia Escobar, soprano natural de Guimarães
Músicos naturais do concelho de Guimarães

[ Serviço público sem financiamento público, o Musorbis foi lançado em dezembro de 2020. O processo de inserção de dados pode ser acelerado com a cooperação dos músicos no que se refere a currículos e fotografias em falta. ]

Alberto Araújo

Alberto Araújo (Guimarães, Portugal, 1996) iniciou os estudos musicais no Conservatório de Guimarães em Piano e Formação Musical. Em 2016, licenciou-se se Direção Coral e Formação Musical na Escola Superior de Música de Lisboa. Em 2015 estudou no Kodály Institute of the Liszt Academy of Music, em Kecskemét, Hungria, ao abrigo do programa Erasmus, regressando em 2017 para fazer o diploma em Advanced Choral Conducting com o professor Péter Erdei.

Em 2018, lecionou Coro, Formação Musical e Iniciação Musical na Academia Musical dos Amigos das Crianças. Durante o ano de 2019 assumiu o cargo de Music Assistant na St. Julian’s School. Como maestro, foi diretor de coro dos Pequenos Cantores de S. Tomás de Aquino no ano de 2018 e trabalha regularmente com o Eborae Música, Coro Regina Coeli e o Grupo Coral de Queluz. Dirigiu e esteve envolvido na fundação dos “Semínimos”, coro infantil sediado em Mafra Foi membro do World Youth Choir e do Tenso European Chamber Choir em 2017.

Leia AQUI a biografia completa.

Alberto Araújo, direção coral

Alberto Araújo, direção coral

Francisco Pereira Pinto

Francisco Pereira Pinto, maestro, nasceu a 23 de abril de 1964 em Guimarães. Aos 13 anos de idade começou os estudos musicais na filarmónica das Caldas das Taipas. Continuou a desenvolver a sua aprendizagem no Conservatório de Música da Fundação Calouste Gulbenkian em Braga.

Em 1983, fez concurso para admissão na Banda da Guarda Nacional Republicana, onde presentemente tem o posto de sargento-mor.

Concluiu o curso de Clarinete no Conservatório em Lisboa, tendo como professores: António Saiote, Jorge Trindade e Manuel Jerónimo, em Clarinete; Salomé Leal, em Formação Musical; Paulo Brandão, Jorge Peixinho e Eurico Carrapatoso, em Análise e Técnicas de Composição; Francisco Melo, em Acústica; Fernanda Melo, em História da Música e Peres Newton em Música de Câmara.

Frequentou em 1990, em Setúbal um curso de Música de Câmara orientado pela Pianista Olga Prats. Participou em várias orquestras, nomeadamente: Orquestra Sinfónica Juvenil, Orquestra Portuguesa da Juventude, Orquestra das Escolas Particulares e Orquestra “os insólitos”. É membro fundador do Quarteto de Clarinetes Chalumeau, onde já atuou por todo o País e Arquipélago dos Açores onde ministrou cursos de aperfeiçoamento de Clarinetistas. Lecionou ainda Clarinete na Academia Luísa Todi em Setúbal e no Conservatório Silva Marques em Alhandra.

Em 2008, foi condecorado pela Câmara Municipal do Seixal com a medalha de mérito cultural. No campo do ensino da Música em Coletividades, dirigiu a Banda da Sociedade Filarmónica Timbre Seixalense, a Banda da Sociedade Filarmónica da Gançaria, a Banda da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais de Tomar e a Orquestra do Clube Recreativo da Cruz de Pau. Dirige a Banda da Associação Desportiva e Recreativa “o Paraíso”, em Vale do Paraíso, Azambuja, e a Banda Filarmónica da Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense.

João Martinho

Trombone Solista na Philharmonisches Staatsorchester Hamburg, residente em Hamburgo desde 2017, João Martinho teve o primeiro contacto com a música aos 7 anos de idade, na banda musical de Caldas das Taipas, de onde é natural. Em 2001, ingressou no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, onde teve o privilégio de estudar com o professor Zeferino Pinto, terminando em 2009. Nesse mesmo ano, iniciou a licenciatura na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE) na classe do professor Severo Martinez e obteve o contrato de solista B (2°Trombone) na Orquestra Sinfonica do Porto – Casa da Música.

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João Martinho, trombone, de Guimarães

João Martinho, trombone, de Guimarães

Elisabete Matos

Natural de Caldas das Taipas, Elisabete Matos estudou canto e violino no Conservatório de Música de Braga e, como bolseira da Fundação Gulbenkian, completou a sua formação em Espanha com Ángeles Chamorro, Marimí del Pozo, Félix Lavilla e Miguel Zanetti. Estreou-se na Ópera de Hamburgo como Alice Ford (Falstaff) e Donna Elvira (Don Giovanni). Em 1997 participou na inauguração do Teatro Real de Madrid, tendo interpretado Marigaila na estreia mundial de Divinas Palabras, de A. García Abril, ao lado de Plácido Domingo. Foi de imediato convidada pelo célebre tenor para interpretar o papel de Dolly, na Washington Opera, numa nova produção de Sly, de Wolf-Ferrari, com José Carreras.

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Elisabete Matos

Elisabete Matos, soprano, natural de Caldas das Taipas

Elisabete Matos, soprano, de Caldas das Taipas

Ricardo Freitas

Ricardo Freitas, regente de banda, nasceu a 23 de fevereiro de 1977 em Pevidém –Guimarães. Iniciou os estudos musicais na Sociedade Musical de Pevidém.

Licenciou-se pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto na classe de Clarinete de António Saiote.

Participou em classes de aperfeiçoamento com António Saiote, Jorge Trindade, Michel Arrignon, Phillipe Cuper, Carlos Alves, Guy Deplus, Carbonare, Peres Pique, entre outros.

Participou em várias orquestras como: Orquestra Artave, Orquestra das Escolas Particulares 94, Sinfonieta, Remix Ensemble, Remix Orquestra, Orquestra do Norte, Orquestra Invicta de Clarinetes e Nacional de Sopros dos Templários.

Trabalhou com os seguintes maestros: Ernest Schelle, Emílo de César, Juan Trillo, Christophe Millet, Atalaya, Kevin Wauldron, Omri Hadari, António Saiote, Robert Houlihan, Stephen Asbury, entre muitos outros. Apresentou-se a solo com a Orquestra Artave sob a regência dos maestros Roberto Tiribiçá e Ernest Schelle.

Em 1997, foi laureado com o 3º prémio (nível superior) no I Concurso Nacional de Jovens Clarinetistas, e obteve o 2º prémio no mesmo concurso em 1999, assim como o 2º prémio em musica de câmara nível superior – Prémio Jovens Músicos – no respetivo ano. Foi finalista no 1º concurso internacional realizado pelo Clarmeetoporto onde se apresentou a solo na final com a Orquestra Nacional do Porto interpretando o Concerto de Mozart.

Orientou classes de aperfeiçoamento em Oliveira do Bairro, Piaget de Viseu, Conservatório de Vila Real, Paços de Brandão, Pocariça (Cantanhede), Felgueiras e Academia de Música de Paredes.

A convite do Porto 2001 S.A. realizou a ópera “Satyricom” de Bruno Maderna sob a regência do maestro Aldo Brizzi no qual fez o papel de clarinete solo, sobre a mesma identidade realizou a ópera “Cosi Fan Tutti” de Mozart. Com Orquetra Gulbenkian e com o Remix Ensemble estreou a obra Trames de Emanuel Nunes para comemorar os 500 anos da descoberta do Brasil. Gravou para a RTP e RDP.

Frequentou cursos de direção de orquestra e classes de aperfeiçoamento com: Ernest Schelle, António Saiote, Jan Cober, Marcel van Bree, Eugenne Corporon e Douglas Bostock.

A convite da Federação Transmontana e Duriense de Bandas Filarmónica (FTDBF) realizou imensos concertos nas principais cidades do distrito de Vila Real e em Espanha entre 2004 a 2006 encontrando-se estes trabalhos editados em DVD.
Desde 2003 dirige a Banda de Vilela.

Luís Cardoso dedicou-lhe a obra “Freitas” –Fantasia Espanhola para banda, e Ferrer Ferran dedicou as obras “Castelo do Inferno” (encomendada para celebrar os 150 anos da Banda de Vilela – vencedora do concurso de composição Cidade Torrevieja VII) e Vilela (Poema Sinfónico) a José Ricardo e à Banda de Vilela. Entre muita atividade com a Banda de Vilela, destaca-se a cooperação com a prestigiada editora Holandesa Molennar com a qual já gravou 3 CD e um 2º lugar no grande Certâmen de Bandas de Villa de Altea, em 2008. Em 2010, a Banda atuou na Casa da Música na Sala Suggia, encontrando-se este concerto registado em DVD. Já com a Banda de Vilela editou 2 CD, um deles dedicado a compositores portugueses com o título “Simplesmente Nosso”.

Sofia Escobar

Sofia Escobar é natural de Guimarães. Concluiu o curso de canto do Conservatório de Música do Porto, tendo posteriormente viajado para Londres para estudar canto e representação na Guildhall School of Music and Drama. Participou em espetáculos de teatro musical no Teatro Rivoli, no Porto, e no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa. Já em Londres, foi selecionada para representar a personagem principal, Christine Daaé, em O Fantasma da Ópera, de Andrew Lloyd Webber. Interpretou também o papel de Maria na produção comemorativa do 50.º Aniversário de West Side Story, de Leonard Bernstein, no West End de Londres, seguindo-se digressões no Reino Unido, em França, em Itália e na Malásia. Muito elogiada pela crítica londrina, Sofia Escobar recebeu o prémio para “Melhor Atriz num Musical” nos Whatsonstage Theatregoer’s Choice Awards e foi nomeada na mesma categoria para os prémios Laurence Olivier pela sua atuação em West Side Story.

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Sofia Escobar

Sofia Escobar, soprano natural de Guimarães

Sofia Escobar, soprano, de Guimarães

Emanuel Salvador

Nascido em 1981, Emanuel Salvador conta com importantes apresentações como solista e recitalista em conceituadas salas de concerto, tais como St. Martin-in-the-Fields e Southwark Cathedral (Londres), Philharmonic Hall (Uralsk – Casaquistão), Museu Gulbenkian e Auditório do Banco de Portugal (Lisboa), Auditório Príncipe Filipe (Oviedo), Igreja de Sto. António (Roma) e Teatro Manoel (Malta). Foi distinguido com diversos prémios em concursos nacionais e internacionais, tais como 1º prémio nos concursos Isolde Menges (RCM) e Beckenham Festival; Barbirolli Memorial e Wolfson Foundation award; 2º prémio no Concurso Prémio Jovens Músicos (nível médio); 1ª Menção Honrosa no Concurso Internacional Júlio Cardona na Covilhã, entre outros. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian de 2000 a 2003.

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Emanuel Salvador

Emanuel Salvador, violinista natural de Guimarães

Emanuel Salvador, violinista, de Guimarães

Zeferino Pinto

Zeferino Pinto iniciou os estudos musicais na Banda Musical das Caldas das Taipas. Ingressou no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga na classe de Alexandre Fonseca. Concluiu o curso de Trombone no Conservatório Nacional de Lisboa sob a orientação dos professores Hermenegildo Campos e Emídio Coutinho.

Foi membro da Banda da Guarda Nacional Republicana, Orquestra Sinfónica juvenil, Orquestra das Escolas de música Particulares. De 1996 a 2001 colaborou com a Orquestra Nacional do Porto. Colaborou regularmente com as Orquestras da RDP, Teatro Nacional de S. Carlos, Nova Filarmonia Portuguesa, Orquestra das Beiras, Fundação Calouste Gulbenkian, Metropolitana de Lisboa, Sinfónica Portuguesa e Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.

Zeferino Pinto

Zeferino Pinto, trombone, de Guimarães

Zeferino Pinto, trombone, créditos Greenhoe Trombones

Orientou classes de aperfeiçoamento ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela, Instituto Piaget de Mirandela, e na Academia de Música de Lousada com o Quinteto de Metais do Porto, Conservatório de Música do Porto, Conservatório de Música de Vila Real, Academia de Música de Cantanhede, Santa Maria de Feira com os Portuguese Brass, no Conservatório Regional de Ponta Delgada, Academia de Música Fernandes Fão, Academia de Música de Paredes, Escola Profissional de Artes da Beira Interior.

Foi professor da Escola de música Nossa Senhora do Cabo, de Linda-a-Velha, Academia de Música Valentim Moreira de Sá, em Guimarães, Academia de Música José Atalaya em Fafe, Escola Profissional de Artes da Beira interior, Artave – Escola Profissional Artística do Vale do Ave, Conservatório de Música de Barcelos e Instituto Piaget de Mirandela.

Foi júri convidado no Concurso internacional de instrumentos de sopro “Terras de La Salette” – Oliveira de Azeméis, Concurso Internacional de Sopros do Alto Minho, Concurso internacional de Trombone de Castelo de Paiva, CULTIVARTE Jovem no 4º Concurso Nacional de interpretação Música, Júri de exames no Conservatório Regional de Ponta Delgada, Júri de PAP na Escola Profissional de Arte de Mirandela ESPROARTE e Escola Profissional de artes da Beira Interior EPABI.

É professor de Trombone no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, membro fundador do Portuguese Brass Associação de Metais, fundador do Braga Trombone Festival. É artista Greenhoe.

HISTÓRIA DA MÚSICA

Francisco António Solha

Francisco António Solha, notável organeiro português, não nasceu em Guimarães, mas estabeleceu oficina de organaria na cidade. Natural do “reino da Galiza”, Francisco António Solha (c.1720 – 1794) fez parte do grupo de cinco ajudantes que acompanharam Frei Simón Fontanes, na construção dos grandes órgãos da catedral, identificado nas folhas de pagamento pelo nome próprio “Francisco” .

Mesmo subsistindo algumas dúvidas quando à data do seu nascimento, foi ainda com tenra idade que integrou a equipa que veio construir os órgãos da capital minhota, como aprendiz do ofício de organeiro. Um estudo genealógico realizado por Herminio Lado, apresenta-o como sobrinho do mestre Simón Fontanes e primo de João de Fontanes Maqueira, de linhagem oriunda de Santiago de Compostela e de Pontevedra. Numa nota do Tabelião Público de Braga, em 19 de julho de 1737, surge: “Francisco António Solha do reino de Galiza, assistente na cidade de Braga na fábrica dos órgãos”.

Em 1755, recebe o primeiro pagamento para a construção dos órgãos da de Lamego, que conclui em 1757. No someiro deixou o seguinte texto: “P. Honra e Gloria de Deos e de Maria Santissima Senhora N. Mandou fazer este órgão o Ex.mo e Rm.º Snr. D. Fr. Feliciano de N. Snr. E Bispo deste Bispado por mim Francisco Antonio Solha, esto foi no Anno de 1757” (Jordan, 1984: 120). Este parece ter sido o seu primeiro trabalho. Em 1759, estabeleceu oficina em Guimarães, na rua da Fonte Nova, onde casa com Francisca Rosa, em 1771. Um ano antes construiu o órgão para a igreja de São Domingos, da mesma cidade, onde também deixa uma inscrição com o seu nome, alo que parece usual pois, em 1767, faz o mesmo no órgão de São João de Tarouca.

Em 1761, desloca-se a Braga afim de analisar o trabalho de Simão Fernandes Coutinho no órgão de Santa Cruz: “Francisco António Solha, mestre organeiro, da vila de Guimarães, veio por ordem desta mesa examinar o concerto do órgão”. Em 1785, realizou o grande órgão da casa mãe da Ordem Beneditina, Tibães, onde nos é fornecido outro dado interessante. Numa inscrição, dividida em três, na fachada do órgão de Tibães, surge: “Sendo D. Abb.e G.al da Congreg.am o Rev.mo P. M. Dor F. José Joaquim de Sta Teresa / Fes este Orgão no anno de 1785 / D. Francisco António Solha, Vice Consul de Hesp. Por S. Mag. Cath.”. Esta sugere, que o organeiro terá recebido o título de vice-cônsul, o que é interessante pois, em 1762, apresentou um requerimento à Junta do Comércio, identificando-se como “D. Francisco Antonio Solha, Artifice de Orgãos, natural de Galiza, assistente neste Reino há 10 anos”, para obtenção de nacionalidade portuguesa. Outro aspeto interessante em Solha foi o “patrocínio” dos beneditinos, pois foram-lhe confiados os trabalhos das mais importantes Casas da Ordem, no Norte de Portugal. Realizou vários trabalhos a par do beneditino bracarense Frei José de Santo António Vilaça (1731-1809), insigne desenhador da talha, do qual são as caixas dos órgãos de Refoios de Basto, Alpendurada, Tibães, Santa Marinha da Costa, Vilar de Frades, São Francisco de Real e Misericórdia de Guimarães, entre outros.

(José Alberto Rodrigues)

Igreja de Oliveira do Castelo
Órgãos de tubos do concelho de Guimarães [12]

Rica em património cultural e religioso, Guimarães possui 12 órgãos de tubos em igrejas da cidade e do concelho. De Guimarães é o organeiro Luís António de Carvalho (século XIX), que “trabalhou com Francisco António Solha, com quem terá aprendido a arte. Fixou a sua oficina também em Guimarães, na rua de Mata Diabos. É nesta cidade que terá a sua obra mais significativa, o órgão da colegiada da Senhora da Oliveira, executado em 1838, segundo a inscrição no interior do secreto. Realizará trabalhos de reparação dos órgãos da catedral de Lamego, em 1830, e constrói novos os órgãos da capela da Ordem Terceira de S. Francisco (Guimarães) e da igreja de São Pedro de Rates (Póvoa de Varzim). Na cidade de Braga, tem-se a confirmação apenas de dois órgãos, na igreja paroquial de Lamaçães, construído em 1815, como consta numa inscrição no interior do secreto: “Professor Luís António de Carvalho / Guimarães / 1815 / N.º 45” e na capela de Santa Maria Madalena (Convertidas), de 1814 (opus 43).” (José Alberto Rodrigues)

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no Concelho são os seguintes:

Basílica de São Pedro

Órgão positivo de armário

Órgão da Basílica de São Pedro

Órgão da Basílica de São Pedro

Capela da Ordem Terceira de São Francisco

A Capela da Venerável Ordem Terceira de São Francisco possui um órgão da autoria do organeiro vimaranense Luís António de Carvalho (século XIX).

Montra do órgão

Órgão da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco

Órgão da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco

Capela de Nossa Senhora da Conceição

A Capela de Nossa Senhora da Conceição possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Francisco António Solha, construído em 1774.

Igreja da Misericórdia de Guimarães

A Igreja da Misericórdia de Guimarães possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Francisco António Solha, executado em 1780.

Montra do órgão

Órgão da Igreja da Misericórdia de Guimarães

Órgão da Igreja da Misericórdia de Guimarães

Igreja de São Domingos

A Igreja de São Domingos alberga um órgão histórico da autoria de Francisco António Solha, construído em 1758.

Igreja de São Francisco

Igreja de São Sebastião

Igreja de São Sebastião

Igreja de São Sebastião

A Igreja de São Sebastião, do antigo Convento de Santa Rosa de Lima das Freiras Domínicas, possui um órgão histórico no coro alto e outro em tribuna própria.

Montra

Órgão do coro alto da Igreja das Domínicas

Órgão do coro alto da Igreja das Domínicas

Consola

Órgão do coro alto da Igreja das Domínicas

Órgão do coro alto da Igreja das Domínicas

Tribuna

Montra do órgão

Órgão da Igreja das Domínicas

Órgão da Igreja das Domínicas

Igreja de Santo António dos Capuchos

A Igreja do Convento de Santo António dos Capuchos, também designada por Igreja do Hospital, possui órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Francisco António Solha, 1777.

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Santo António dos Capuchos

Órgão da Igreja de Santo António dos Capuchos

Igreja do Carmo

A Igreja do Carmo, do antigo Convento das Carmelitas Calçadas, possui um órgão histórico de tipo ibérico.

Montra do órgão

Órgão da Igreja do Carmo

Órgão da Igreja do Carmo

Igreja dos Santos Passos

A Igreja de Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos possui um órgão de tubos.

Igreja de Santa Marinha da Costa

A Igreja Paroquial de Santa Marinha, do antigo Mosteiro de Santa Marinha da Costa, possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Francisco António Solha, construído em 1778-1782.

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Santa Marinha

Órgão da Igreja de Santa Marinha

Igreja de São Martinho de Sande

A Igreja Paroquial de São Martinho de Sande (da Confraria do Santíssimo Sacramento) possui órgão de tubos.

Igreja de Oliveira do Castelo

Igreja de Oliveira do Castelo

Igreja de Oliveira do Castelo

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Oliveira, ou Igreja da Real e Insigne Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira, possui um órgão histórico de tipo ibérico [ II; (24+27) ] da autoria do organeiro vimaranense Luís António de Carvalho, construído em 1840, restaurado em 2013 pela Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, com oficina em Esmoriz, opus 62.

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Nossa Senhora da Oliveira

Órgão da Igreja de Nossa Senhora da Oliveira

FOI NOTÍCIA

“O órgão da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira é um instrumento da primeira metade do século XIX (1831-1841), executado pelo organeiro vimaranense Luís António de Carvalho Guimarães, e concluído pelo seu oficial José António da Cruz. Luís António foi discípulo de D. Francisco António Solha, reputado mestre galego radicado em Guimarães.

O referido órgão tem como base um flautado de 24 palmos na fachada, apresenta 51 meios registos distribuídos por dois teclados e dispõe de 2229 tubos, 270 dos quais de palheta. A caixa é belamente entalhada ao gosto neoclássico, com elementos dourados sobre um fundo branco pérola. Tanto visualmente como do ponto de vista musical, o conjunto exprime uma certa grandiosidade.

O órgão da Colegiada é, talvez, a derradeira expressão da corrente galaico-portuguesa da organaria ibérica, já adaptada, contudo, às novas tendências musicais da época. Foi encomendado pelos cónegos num momento de renovação arquitectónica e decorativa do interior do templo, integrando um projecto neoclássico global de grande qualidade, de que subsistem apenas elementos isolados.

Na Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira houve sempre uma cultura musical muito forte, intimamente ligada à liturgia, e em que podemos considerar três vectores: o ensino da música; a prática coral, com a existência de um coro permanente; e a prática instrumental, com organista próprio desde o século XV e com uma capela de música até finais do século XIX.

A tradição organística local é, assim, muito antiga. O órgão servia inicialmente de apoio ao grupo coral, quer acompanhando-o, quer dialogando com ele, passando mais tarde a executar independentemente repertório próprio. Chegou a haver na Colegiada dois órgãos em simultâneo, um maior no coro de cima, outro menor junto à capela-mor.

No século XVI o grande organeiro português Heitor Lobo terá feito um órgão para a Colegiada de Guimarães. Em 1786 o também organeiro José António de Sousa realizou uma intervenção muito profunda no instrumento então existente, que já tinha um flautado de 24 na fachada e registos de palheta. Luís António de Carvalho reutilizou certamente algum material anterior.

A acção do tempo e sucessivos consertos no decorrer dos séculos XIX e XX contribuíram para que o órgão chegasse até nós em muito mau estado.

Compreendendo o valor simbólico e patrimonial, histórico e artístico, daquele instrumento, a Colegiada e o seu Prior não se pouparam a esforços para inverter a situação. Em 2010 foi aprovada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte uma candidatura ao programa ON2, o que veio a possibilitar um restauro cuidadoso e profundo, atribuído por concurso público internacional à Oficina e Escola de Organaria Lda., de Esmoriz, dirigida por Beate von Rhoden. O reforço das estruturas do coro alto e o restauro da caixa do órgão foram adjudicados à firma Regra de Ouro, Sociedade de Restauradores, de Tomar, de Luís Ferreira. Os professores Paulo Lourenço e Nuno Mendes, da Universidade do Minho, colaboraram graciosamente com um estudo de avaliação da estabilidade da estrutura do coro. A Direcção Regional da Cultura do Norte acompanhou de forma muito empenhada todo o processo, através da arquitecta Ângela Melo.

Para alegria de todos os amigos dos órgãos e em especial dos vimaranenses, o exemplar oitocentista da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira volta agora a fazer ouvir as suas vozes e a encher de música as naves da igreja.

Manuela de Alcântara Santos, O Conquistador, 19 dezembro 2013, consulta a 18 de março de 2017

O mesmo jornal noticiava, a 20 dezembro 2013:

“Mais de quatrocentas pessoas, que encheram a igreja da Colegiada, assistiram, no passado dia 6, ao concerto de apresentação do órgão de tubos restaurado.

Monika Henking, a organista convidada, encantou com a execução de doze números, em dois dos quais intervieram o Coro Vilancico, e o grupo Coral da Oliveira, sob a direção artística respetivamente de Domingos Salvador e Joaquim Ferreira: o primeiro com a interpretação do Salmo 127(126), uma obra dos arquivos da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira e o segundo com estrofes do hino Ave Maria Stella (II vésperas do ofício comum de Nossa Senhora) acompanhado a órgão intercalado por uma composição de Manuel Rodrigues Coelho (1555-1633).

O dom prior da Colegiada, Monsenhor José Maria Lima de Carvalho, fez o discurso de abertura. Para memória futura aqui ficam as suas palavras Te Deum Laudamus.

Sob a responsabilidade da Direção Geral dos Monumentos Nacionais ocorreu, durante um período de seis anos (1967-1973) o restauro da igreja da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira que, na parte mais relevante, consistiu em apagar o revestimento neoclássico operado no séc. XlX, à exceção da capela-mor e ábsides colaterais. Parte do recheio não foi devidamente contemplado, designadamente os túmulos dos Pinheiros, no piso térreo da torre sineira e, quanto ao órgão monumental, indícios apenas de atenção à máquina que reclamava intervenção profunda, até se chegar ao ponto de abandono total da obra no final da década de oitenta.

A partir de novembro de 1992, não conformados com a situação, iniciámos uma nova etapa junto do Instituto Português do Património Arquitetónico e Arqueológico. Conscientes de que não poderíamos ignorar a realidade, cada vez mais premente aliás, apesar da posição reticente, sobretudo no que respeitava a encargos financeiros, chegámos a 2009 em que nos foi dada a possibilidade de candidatura ao Programa Operacional Regional do Norte o NOVO NORTE (O.N. 2) para o restauro do retábulo-mor e máquina do órgão de tubos da igreja de Nossa Senhora da Oliveira.

Em 15 de Julho de 2010, foi assinado, em Serralves, o contrato de Financiamento pela Comissão Diretiva do O. N. 2 e Fábrica da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Oliveira. Em 16 de Julho de 2011, após estudos , consultas e concurso internacional, foi adjudicada a obra ao Mestre organeiro Pedro Daniel Oliveira Guimarães von Rohden (Pedro Guimarães), da Oficina e Escola de Organaria, L.da, Esmoriz. Entretanto, foi necessário abrir concurso internacional para a recuperação/reforço de estruturas e conservação/restauro de elementos artísticos do coro alto, o qual foi ganho pela firma Regra de Ouro-Sociedade de Restauradores, L.da; outorgou o contrato o sócio gerente Luís Rodrigues Ferreira, em 17 de agosto de 2012. Preponderante, neste processo de restauro, foi o contributo gracioso da Universidade do Minho com o trabalho dos seus ilustres docentes Paulo B. Lourenço e Nuno Mendes: avaliação da estabilidade da estrutura do coro alto: aqui deixamos o nosso público agradecimento.

Foi muito interessante, por vezes complicado, o caminho percorrido. É ocasião, agora, de sublinhar e agradecer a solidariedade efetiva de pessoas e instituições, que tornaram possível a concretização desta compensadora realidade. No arranque, a responsável técnica do Programa Operacional Regional do Norte, Nídia Menezes Alves e o empenho da Direção Regional de Cultura do Norte com destaque para o trabalho verdadeiramente notável da arquiteta Ângela Melo. Antes de tudo isto, porém, é de salientar a colaboração determinante do corpo técnico do museu de Alberto Sampaio, especialmente da, então, diretora, Isabel Maria Fernandes e da estagiária Alexandra Pedro na elaboração da candidatura.

Figura incontornável foi a historiadora, Manuela de Alcântara Santos, conhecedora ao pormenor da vida e património da Colegiada, nomeadamente do órgão de tubos e que tem acompanhado todo o processo de restauro com o seu contributo de estudos feitos e com o seu conselho.

Uma menção especial é devida também à nossa contabilista Adelina Alves: soube, em cada passo do processo, desde a candidatura até ao termo da obra, conformar-se com todas as exigências que um contrato de financiamento, como este, implicava.

O encargo financeiro resultante desta operação foi de 406.303.44 euros (IVA incluído): 364.572,00€ da máquina do órgão e 41.731,44€ da recuperação/reforço de estruturas e conservação/restauro de elementos artísticos do coro alto, financiado em 70% pelo FEDER e os restantes (30%) por fontes nacionais, neste caso a Fábrica da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Oliveira, através da gestão das esmolas e alguns donativos dos fiéis. A todos é devido o nosso muito obrigado e a súplica das bênçãos do Senhor.

No final, num coro de aplausos, foram homenageados os três responsáveis do concerto, atrás referidos, bem como os restauradores do órgão: Pedro Guimarães e Beate Guimarães (máquina do órgão) e Luís Ferreira, da firma Regra de Ouro, (caixa e estruturas do coro) e ainda Isabel Maria Fernandes e Alexandra Pedro pela sua ação preponderante na elaboração da candidatura. Também à arquiteta Ângela Melo, da Direção Regional de Cultura do Norte foi prestado reconhecimento público pelo trabalho incessante e empenhado em todo o processo de restauro.

O senhor arcebispo primaz encerrou o concerto com palavras de reconhecimento e de regozijo pela recuperação do bem patrimonial e cultural em causa. Salientou o papel da música, designadamente a música litúrgica, na criação da harmonia do homem consigo mesmo e com a comunidade. E terminou com a citação da Constituição do Concílio Vaticano II sobre a Sagrada Liturgia (SC n 120): Tenha-se em grande apreço na Igreja latina o órgão de tubos, instrumento musical tradicional e cujo som é capaz de dar às cerimónias do culto um esplendor extraordinário e elevar poderosamente o espírito para Deus.

Lima de Carvalho, O conquistador, 20 dezembro 2013