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Marcos Romão dos Reis Júnior, maestro, de Loures
Acervo Documental do Maestro Marcos Romão dos Reis Jr.

A documentação foi doada à Câmara Municipal de Loures em dezembro de 2000, pelo filho do Maestro – Raúl da Mata Reis. Foi elaborado um inventário para celebração de protocolo e, em maio de 2001, passou a ser parte integrante do acervo documental do Centro de Documentação Anselmo Braamcamp Freire – Museu Municipal de Loures.

Caraterização do espólio:
Tipologias documentais muito diversas.
Documentos pessoais – 2 caixas
Partituras impressas – 3 caixas
Partituras e partes manuscritas – 2 caixas
Folhetos e cartazes – 4 caixas
Periódicos – 11 títulos
Monografias – 187 títulos

Divisão por tipologia documental e por temática:
Apontamentos – Acústica
Harmonia
Teoria da Música
História da Música e dos Instrumentos
Testes e exercícios /alunos
Atuações de Marcos Romão (clarinetista e maestro)
Várias Interpretações da sua obra
Cursos ministrados/ audições de alunos / Júri
Fotografias

Divulgação:
Exposição “Intemporalidades sonoras – O Maestro Marcos Romão dos Reis Júnior”, Esteve patente ao público no Museu Municipal de Loures, até 26 de julho de 2018

Todos os documentos se encontram acessíveis aos utilizadores presenciais no Centro de Documentação Anselmo Braamcamp Freire do Museu Municipal de Loures

Pode também consultar AQUI.

Descrição Bibliográfica de Partituras do Maestro Marcos Romão dos Reis Jr.

1. Para um desfile militar: marcha militar. 1971. 17 páginas. Cópia

2. Pequena suite para quinteto de sopro, partitura. 31 de dezembro 1961. 33 páginas.
Duração 10 minutos. Com uma dedicatória: ao meu amigo Luiz … Boulton, com muita consideração e estima. 1 original e 1 cópia.
a. Composição musical composta por: nº1 Romance (andantino contabile), para
flauta, oboé, clarinete, trompa, fagote; nº2 Fugato (allegro gracioso), para
flauta, oboé, clarinete, trompa, fagote; nº3 Bercuse (expressivo) para flauta,
oboé, clarinete, trompa, fagote; nº4 Rondó (allegro), para flauta, oboé,
clarinete, trompa, fagote.

3. Pequena suite para quinteto de sopro.
Partitura para Fagote: nº1 Romance (andantino contabile); nº2 Fugato (allegro gracioso)
Partitura para Trompa em fá: nº1 Romance (andantino contabile); nº2 Fugato (allegro gracioso); nº3 Bercuse (expressivo); nº4 Rondó (allegro)
Partitura para Flauta: nº1 Romance (andantino contabile); nº2 Fugato (allegro gracioso)
Partitura para Oboé: nº1 Romance (andantino contabile); nº2 Fugato (allegro gracioso); nº3 Bercuse (expressivo); nº4 Rondó (allegro)
Partitura para Clarinete: nº1 Romance (andantino contabile); nº4 Rondó (allegro)

4. Trio para clarinetes (adaptação), partitura. 6 páginas. Original

5. Trio para clarinetes (adaptação), partitura. 10 páginas. Original

6. Gratidão: marcha. 3 páginas. Original
a. Dedicada à banda da minha terra e ao meu primeiro mestre Alfredo Dias, a
quem devo respectivamente o s meus primeiros passos na música e o início da
minha …

7. Sonatina para quinteto de sopro. Novembro de 1979
Flauta; oboé; clarinete; trompa
1º andamento: Allegro gracioso. 16 páginas
2º andamento: andantino contabile. 11 páginas
3º andamento: allegro com spirito. 16 páginas
Encadernado.

8. Sonatina para quinteto de sopro. Cópia
Flauta, 4 páginas; oboé, 5 páginas; clarinete, 4 páginas ; trompa (Fá), 4 páginas

9. Sonatina para quinteto de sopro. 8 páginas
Fagote. Allegro gracioso, andantino contabile, allegro com spirito.

10. Fuga em mi Maior. 1945. 4 páginas
Andantino
À excelente intérprete destas duas fugas oferece, reconhecido, o autor.

11. Fuga em mi Maior. 1945. 4 páginas
Andantino

12. Fuga em mi Maior (andantino). 1945. 4 páginas

13. Fuga em fá menor. 1945. 4 páginas

14. Fuga. 4 páginas. 18 de junho de 1954
Nota: 6 horas de trabalho

15. Oração da criança: coro religioso. Letra do Exmo. Sr. Dr. Ferreira da Cunha, música de
Marcos Romão dos Reis, maio de 1940. 16 páginas.
Contém a letra
Vagaroso – 3º M inferior
Partitura para coro religioso: voz; alto; barítono; tenor; soprano; coro religioso
1 e 2 clarinetes
Primeira composição do Maestro marcos Romão dos reis com letra de Ferreirada Cunha
seu amigo pessoal, provavelmente elemento da direção dos BVL.

16. Trio para clarinetes (adaptação). [s.d.]. 12 páginas
Allegretto

17. Marcha para fanfarra especialmente composta para o centenário dos marinheiros da
Armada. [s.d.]. 10 páginas.
Centenário do Corpo dos Marinheiros

18. Marcha militar (com fanfarra de clarins). [s.d.]. 6 páginas
Corpo de Marinheiros da Armada.

19. Marcha militar nº 2 (com fanfarra de clarins). [s.d.]. 4 páginas
Dia 2 ás 10.15. Corpo de Marinheiros da Armada

20. Marcha militar para banda e fanfarra de clarins. cópia
Contem: nº1 – banda – fanfarra de clarins em mi. 10 páginas
Ericeira a 29.09.1954
Nº2 – Lisboa 18.10.1954, revista em 1973. 11 páginas
Nº3 – Lisboa 12.02.1955. 11 páginas
Nº4 – maio de 1954. Na folha final tem a data de 1957. 16 páginas

21. Infante D. Henrique: marcha solene. 1950. 42 páginas.
Mais uma cópia

22. Suite nº1. Marcha miniatura para metais e percussão. Allegro. 9 páginas

23. Suite nº1. Pequena Valsa para madeiras e percussão.

24. Pequena obra para quinteto de sopro (adapatação).
Contem Partitura para:
Trompa. Allegro vivo. 4 p.
Clarinete. Allegro vivo. 7 p.
Flauta. Allegro vivo. 4 p.
Oboé. Allegro vivo. 4 p.
Fagote. Allegro vivo. 4 p.

25. Quinteto de sopro (adaptação do 24º dueto para clarinetes). Allegro vivo. 10 p.
Contem: Flauta, oboé, clarinete, trompa e fagote.

26. Allegro com grazia. 14 p.

27. As escolas do grupo 2 desfilando. 8 p.

28. Temas (sujeitos) para Fuga. 1 p.

29. Divertimento sobre motivos de sabor popular.
Allegreto.
Contem partituras para: Flauta dó, flautim solo; 1ª trompas; 1º trompete;
1º fliscorne; sax-soprano; 1º clarinete solo; requinta; pratos e bombo; pandeirotriângulo e caixa; timbales; tuba si b; com baixo mi b; 1º bombardino dó; 1º
trombone c

30. Divertimento sobre motivos de sabor popular.
Allegreto.
Contem partituras para: Flauta; 1º requinta; 2º requinta; 1º clarinete; 2º clarinete;
clarinete baixo; 1º sax-alto; 2º sax-alto; 2º sax-tenor; sax-barítono; 1º fagote; 2º fagote;
contrafagote; 2º oboé; corne ingês II – allegro com grazia; 1º fliscorne; 2º fliscorne; 1º
trompete; 2º trompete; 3º trompete; 1º trompa fá; 2º trompa fá; 3º trompa fá; 1º
trombone; 2º trombone; 3º trombone; 1º bombardino; 2ºbombardino; contra-baixo dó;
timbales; pandeiro triângulo, caixa; saxofone baixo.
Nota: falta o II andamento.

31. Divertimento sobre motivos de sabor popular.
Allegreto, adaptação para filarmónicas por José Alberto Belo Cunha. 1992. Cópia
Partitura distribuída pela federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio a todas Bandas do país, solicitando a sua execução no dia mundial da música de 1992.

32. Três improvisos para clarinete solo em si b. Constituem uma obra. Março de 1989.
Dedicatória: Para o I Concurso Nacional de Clarinete, organizado pelo conservatório
Regional de Setúbal.
1º Improviso – Lembrando a Valsa. 4 páginas
2º Improviso – Em ar de passeio. 4 páginas
3º Improviso – Brincando. 4 páginas

33. Três improvisos para clarinete solo em si b e pequeno conjunto de instrumentos de
sopro.
1º Lembrando a Valsa. 8 páginas
2º Em ar de passeio. 4 páginas
3º Brincando. 4 páginas

34. Três improvisos para clarinete solo em si b e pequeno conjunto de instrumentos de
sopro. Fevereiro de 12

36 páginas. Encadernada
Nota: Esta obra foi-me solicitada pela Direção do Conservatório Regional de Setúbal em 1989, para fazer parte do I Concurso Nacional de Clarinete organizada por aquele conservatório. Na sua primeira versão era somente para clarinete solo, mas recentemente fiz uma segunda versão, a actual, juntando-se-lhe um pequeno conjunto de instrumentos de sopro.

É uma versão que alguns instrumentistas da Banda da Armada, sob a Direcção do seu Chefe, 1º Tenente Araújo pereira, vão executar. Trata-se de improvisos mais ou menos pensados, dado que os três obedecem aproximadamente à forma A.B.A., e o seu conteúdo resume-se assim: o primeiro tenta sugerir uma valsa, o segundo um passeio e o terceiro uma brincadeira.

Neste último introduzi-lhe duas cadências, as quais põem mais em evidência a capacidade técnica de solista.
Apraz-me dizer que tenho imenso prazer na execução desta obra, em primeira audição por instrumentalistas da banda da Armada, a qual tive o privilégio de dirigir durante muitos anos, e também do gosto que me dá ter sido professor, no Conservatório, embora por pouco tempo, do solista principal, 1º sargento músico Rui Menino.
1º Lembrando a Valsa.
2º Em ar de passeio.
3º Brincando.
35. Três improvisos para clarinete solo.
1º fagote – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 4 páginas;
1ª trompa – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 4 páginas;
2º fagote – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 4 páginas;
2º clarinete – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 3 páginas;
1º clarinete – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 4 páginas;
2º oboé – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 3 páginas;
Flauta e flautim – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 3 páginas;
1º oboé – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 3 páginas;
Clarinete solo – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 7 páginas.

36. Pequena fantasia popular (para banda). Setembro de 1990. 26 páginas.
1º, 2º e 3º andamento.

37. Pequena fantasia popular (para banda). Setembro de 1990. 45 páginas. Contem uma dedicatória “Com abraço de muita estima para o capitão e maestro Agostinho … e para …conjunto …, a Banda da Força Aérea

38. Pequena fantasia popular.
Contem partitura para: 1º e 2º Bombardinos; Contrabaixo dó – tuba; Timbales Caixa; Pratos e Bombo; 1º Tenor; 2º Tenor; Flautim; Flauta; 1º Oboé; 2º Oboé; 1º e 2ª Requintas; 1º clarinetes; 2º Clarinetes; 3º Clarinetes; Clarinete Baixo; Soprano; 2º Sax alto; Sax Baritono; 1º e 2º fagotes; 1º Fliscornes; 2º Fliscornes; 1º Trompetes; 2ª Trompetes; 3ª Trompetes; 1º e 2º Trompas; 3ª Trompas; 1º Trombone; 2º Trombones.
Todas têm o carimbo da Banda de Música da Força Aérea.

39. Marcha, andante e rondó
Partitura para: 1º trombone. 12 páginas
Tuba (em dó). 6 páginas
1º Trompete. 6 páginas
Trompa. 8 páginas
Andante. 2º Trombone 4 páginas (a 3ª encontra-se rasgada)
Rondó. 2º Trompete. 6 páginas
Partitura para 2º trombone

40. Divertimento nº3. Maio de 1993. 50 páginas.
Allegro moderato.
Contem uma dedicatória para o Maestro – capitão João Monteiro da Silva e sua Banda
da Força Aérea, com um abraço de amizade.

41. Divertimento nº3. 17 páginas.
Allegro moderato.

42. Divertimento nº2 (condutor). 10 páginas.

43. Divertimento para quarteto de saxofones. 1 página.

44. Três miniaturas para quarteto de clarinetes em si b. Allegro moderato, andante com
moto, allegro “scherzando”. Setembro de 1988. 17 páginas.
Clarinete baixo; 1º Clarinete; 2º Clarinete; 3º Clarinete.
Contem uma dedicatória para o Saiote e seu “Ensemble” com …e amizade.

45. Três folhas soltas para banda. (tendo como passado alguns motivos de sabor popular).
Outubro de 1989. 82 Páginas
I- Allegro animato; II- Andante com moto; III- Allegro festivo
Contem uma dedicatória para o Tenente Araújo pereira e sua Banda da Armada, com
um abraço de amizade e consideração.
Mais uma cópia sem a dedicatória

46. Três folhas soltas para banda. (tendo como passado alguns motivos de sabor popular).
Outubro de 1989. Condutor em si b
I- Allegro animato; II- Andante em moto; III- Allegro festivo

47. Sonatina para trio de clarinetes (adapt.). 21 páginas.
I – Andante semplice
II – Allegretto em grazia (ma bem marcato)
III – Allegro scherzando
Contem as partituras para: 1º Clarinete. 13 páginas
2º Clarinete. 12 páginas
3º Clarinete. 14 páginas

48. Sonatina para trio de. 26 páginas.
1º Andamento – Andante semplice – Oboé; Trombone e Violoncelos
2º Andamento – Grazia ma bem marcato – Corne Inglês, Trombone e Violoncelo
3º Andamento – Allegretto scherzando – Oboé, Trombone e Violoncelo
Dedicatória “composta a pedido do Emídio Coutinho para ser executada por ele e seus filhos.”

49. Sonatina para trio de Oboé, Clarinete e Fagote. 8 páginas
1º andamento, allegro vivo

50. Recordando um Festival de Bandas (Marcha).
Contem partituras para: Clarinete Baixo; Sax Tenor; Sax Barítono; Requinta; 1º Sax
Tenor; 2º Oboé; 1º Oboé; Flautim e Flauta; 2º Fliscorne; 1º Fliscorne; 2º Trompete B; 2º
Trompete A; 1º trompete B; 1º Trompete A; 2º Bombardino; 2º Sax Alto; 1º Sax Alto; 3ª
Trompa Fá; 2º Trompa Fá; 1º Trompa Fá; 3º Trombone; 2º Trombone; 1º Trombone; 3º
Clarinete; 2º Clarinete; 1º Clarinete B; 1º Clarinete A; 1º Bombardino; Contra Baixo Dó;
Bateria; Sax Soprano;

51. Sinfonieta para Banda.
Contem partitura para: 1º Clarinete A; 2º Clarinete A; 3º Clarinete C; CLte Baixo; 1º Sax
Alto; 2º Sax Alto; 1º sax Tenor; Sax barítono; Requinta; Corne-Inglês; 1º Oboé; 2º Oboé; Flautim; Flautas; 2º Fagote; 1º Fliscorne; 2º Fliscorne; 1ºs Trompetes; 1ª e 2ª Trompas
Fá; 3ª e 4ª Trompas Fá; 1º Trombone; 3ªs Trombones; 2º Bombardino; C. Baixos Dó;
Bombo e Pratos; Caixa de triângulos; 2ª Trompa.
Nota: todas separadas

52. Sinfonieta para Banda. Nº 646. Outubro de 1982.
I – Allegro moderato. 24 p.
II – Andante com moto. 9 p.
III – Scherzando. 21 p.
IV – Rondó. 26 p.

53. A ver a banda passar. Suite nº1. Setembro de 1996. 16 páginas

54. Hino da Restauração: 1º de dezembro de 1640. Piano. Música de E. R. Monteiro de
Almeida, versos de F. D. d’Almeida e Araujo. 4 páginas

55. Romanza para Trompa e quarteto de sopro. Allegreto. Cópia. 23 páginas

56. Três pequenas peças para conjunto de metais. Junho de 1977. 34 páginas. Com uma dedicatória “Dedicados com o maior prazer ao Grupo de Metais de Lisboa, da direcção de professores Exmo. Sr. Coutinho.
1º Tempo de marcha – para Trompete, Trompa, Trombone e Tuba
2º Andante – para Trompete, Trompa, dois Trombones e Tuba
3º Rondó – para Trompete, Trompa, dois Trombones e Tuba

57. Sonatina para trio de. Outubro de 1986. 21 páginas. Cópia
Dedicatória: Para a família Coutinho com um abraço de muita amizade.
1º Andamento – Andante semplice, Ob.; Tr.; Viol.
2º Andamento – Allegretto em grazia (ma bem marcato); Ob.; Tr.; Viol.
3º Andamento – Allegro scherzando; Ob.; Tr.; Viol.

58. Três “Intermezzos” para Quinteto de Sopro. Marcos Romão dos Reis Jr. Edição e Revisão de João Pereira. Maio de 1977.
1ª audição: Seixal, 23 de abril de 1998.
Dedicatórias: “Obras que consagro a toda a minha família”
“Com a maior consideração e amizada para o autor desta magnífica obra. O Chefe da Banda da Armada José Araújo pereira, CTEN, 31 de maio de 1999.”
Contem: Intermezzo (tempo de valsa), “pensando nos mais idosos, nomeadamente nos meus cunhados Júlia e Herlander, brilhantes dançarinos de outros tempos”.
Intermezzo (Allegro Moderato) “Dedicado aos menos jovens”
Intermezzo (Allegro Vivo) “Destinado aos mais jovens”
Uma partitura. 24 páginas; Clarinete. 8 p.; Trompa. 8 p.; Fagote. 8 p.; Flauta. 8 p. ; Oboé. 8 p.

59. Abertura em Sol. Abril de 1971. 70 páginas.

60. Abertura para banda. Andante com moto. Setembro de 1976.

61. Homenagem ao Maestro marcos Romão. Marcha por Marco Lourenço. Ericeira 1993. Cópia. 25 páginas.

62. Três pequenas peças para banda. Nº 213. Outubro de 1978. Com uma dedicatória “Para a Banda da Armada e seu chefe Tem. Baltazar”.
1º Tempo de marcha. 18 p.
2º Vivo. 30 p.
3º Moderato. 42 p.

63. Fantasia Romântica. Partitura para Banda. Fevereiro de 1988. 60 p.
Andante apassionato
Allegreto gracioso
Allegreto Scherzando

64. Três movimentos para sopro e percussão. Abril de 1980. 54 p.
1º Movimento – Allegro deciso (metais e percussão)
2º Movimento – Andantino Contabile (madeiras)
3º Movimento – Allegro em spirito (madeiras, metais e percussão
Dedicatória à Banda de Música da TAP, Teatro Municipal de S. Luiz, 1981.
Nota: esta …foi tocada em 1ª audição …. Com muito agrado teve de …do concerto do autor que recebeu as felicitações da assistência e do …. Que a dirigiu. (Assinatura ilegível). Acompanha a partitura uma folha manuscrita do maestro Marcos Romão.

65. Três movimentos para sopro e percussão (em si b).
1º Movimento – Allegro deciso (metais e percussão)
2º Movimento – Andantino Contabile (madeiras)
3º Movimento – Allegro em spirito (madeiras, metais e percussão

66. 3 partituras com a indicação Paço do Lumiar DGAFA, 13 de outubro de 1981 a 15 de
outubro de 1981. Agostinho Diniz da Cunha Caineta.
Acervo musical depositado no Museu Municipal de Loures (seleção)

Batuta

Nº Inventário: MML016782
Descrição: Batuta de Regência Madeira nobre -feitio liso e polido- com três montagens de prata (?). Tem estojo em madeira forrado de veludo encarnado. Montagem do meio, gravação de motivo floral e cithara; montagem do cabo com motivo floral e as iniciais MJC.

Doação de 24 de setembro de 2008, de Jorge Valente

Banjo

N.º de Inventário: MML016777
Datação:
Descrição: Instrumento híbrido ( Banjo/Banjolim) com afinação Mi, Lá, Ré, Sol; quatro ordens de cordas metálicas, duplas; caixa de ressonância semelhante a uma pandeireta, com tampo de pele, preso a um caixilho metálico por 30 parafusos; braço de madeira com 17 trastos metálicos; cabeça em voluta onde se prendem as cordas num carrilhão mecânico metálico em forma de leque, com oito cravelhas; estojo em pano, duas palhetas. Datado, eventualmente, de fins século XIX.

Doação de 24 de setembro de 2008, de Jorge Valente

Festival de Música Moderna, Loures
Festivais de música de Loures

Festivais e festas mais importantes

Festival de Orquestras Ligeiras de Loures

20, 21 e 22 de novembro de 2020 (alterna o ano com o Festival Internacional de Bandas Filarmónicas) Conta com as várias orquestras ligeira locais e nacionais no mesmo palco, durante três dias, no pavilhão Paz e Amizade, em Loures.

Festival Internacional de Bandas Filarmónicas

Terceiro fim de semana de novembro (alterna o ano com o Festival de Orquestras Ligeiras de Loures).

Conta com as várias bandas filarmónicas locais, nacionais e internacionais no mesmo palco, durante três dias, no pavilhão Paz e Amizade, em Loures. Em colaboração com as Bandas Filarmónicas e as Orquestras Ligeiras do Concelho, a Câmara Municipal de Loures promove – em sistema bianual – o Festival Internacional de Bandas Filarmónicas de Loures e o Festival de Orquestras Ligeiras de Loures, iniciativas com o objetivo de criar de um espaço privilegiado para a dignificação e promoção desta prática musical num ambiente propício ao convívio e à troca de experiências entre os seus intervenientes, envolvendo os agentes socioculturais locais, e também enquanto estratégia de dinamização e mobilização dos utilizadores dos festivais, sensibilizando e despertando a curiosidade para a prática musical. As nove bandas filarmónicas e as nove orquestras ligeiras existentes em Loures potenciam, entre si, a perpetuação das associações de cultura e recreio e promovem a partilha e o encontro entre diversas gerações, essencialmente através da interpretação da herança musical.

Estas instituições de cultura amadora foram criadoras de políticas educacionais para esta área, hoje referências nacionais. No concelho as bandas são acarinhadas pela população, são fator de enraizamento, uma mais valia que Loures tem o privilégio de acolher. Ciente desta importância o Município apoiou desde sempre estas associações, dando-lhes visibilidade, notoriedade e reconhecendo a importância da prática e difusão musical. Desde o seu aparecimento em meados do século XIX, as bandas filarmónicas sempre tiveram um papel muito importante na formação musical e social das povoações em que se inseriam; durante muito tempo foram, em muitos casos, o único agente cultural a que as populações tinham acesso. As bandas filarmónicas sempre mantiveram uma relação de proximidade com o meio social onde se inserem.

Como entidades amadoras as mesmas eram constituídas por pessoas comuns, com formação básica tanto académica como artística. Este facto fazia com que a comunidade seguisse os passos da filarmónica pelos laços familiares que ligava a população à banda, mas também porque a oferta, sendo pouca, quando a filarmónica atuava era um pretexto para as pessoas confraternizarem.

Em meados do século XX essa relação foi progressivamente degradando-se, fruto do afastamento de ambas as partes, este facto deveu-se a diversos fatores sociológicos que foram alterando gradualmente os hábitos da população portuguesa, tais como: uma maior alfabetização das comunidades, aparecimento outros polos culturais mais atrativos e das novas tecnologias, levando ao mais jovem a direcionar os seus interesses para outras vertentes.

Nos últimos anos tem havido um esforço das bandas filarmónicas em inverter o rumo dos acontecimentos, criando um processo de reabilitação da relação que as mesmas mantêm com o meio que as rodeia. Para isso muito tem contribuído os eventos culturais que, quer ao nível particular ou oficial, têm sido criados ao longo destes últimos anos, como é são exemplo, festivais de bandas filarmónicas, encontros de bandas e concertos.

Com o evoluir do reportório, do instrumental, das mentalidades e com a renovação constante de músicos, também com uma maior e melhor formação dos mesmos e dos seus dirigentes, as filarmónicas cada vez mais podem oferecer qualidade, que pode rivalizar com outras formas de arte, adquirindo assim um espaço cada vez mais seu por mérito próprio.

Assim sendo, as bandas filarmónicas e as orquestras ligeiras desempenham um papel fundamental na sociedade, pois a sua existência pressupõe o cruzamento, a partilha e a conjugação de saberes e experiências e de conhecimento construídos através da transmissão de emoções, que se traduzem num legado eterno e fundamental para a manutenção do património imaterial coletivo.

Festival de Música Moderna

O Festival de Música Moderna é uma iniciativa da Câmara de Loures, à qual podem concorrer todos os projetos coletivos ou individuais, a nível nacional, que ainda não tenham sido alvo de qualquer contrato discográfico com editoras. Tem como objetivos a criação de uma oportunidade para apresentação, promoção do trabalho e criatividade de projetos musicais, a afirmação de novos valores e o alargamento da oferta cultural musical no concelho de Loures.

Festivais dos agentes musicais do concelho de Loures

Festival de bandas da Banda dos Bombeiros de Loures

A Banda da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Loures foi fundada em 12 de novembro de 1897; promove regularmente nesta data festival de Bandas.

Festival de bandas da Banda Recreativa de Bucelas

A Banda Recreativa de Bucelas foi fundada a 21 de junho de 1863, tem desenvolvido, até à data,
um vasto trabalho ao nível da formação musical; realiza no mês de junho o festival de Bandas.

Festival de bandas da Academia Recreativa Musical de Sacavém

A Academia Recreativa Musical de Sacavém e a sua banda de música foram fundadas a 1 de julho de 1927; o festival de bandas filarmónicas decorre no mês de julho.

Festival de Bandas de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Fanhões

Nasceu em 24 de junho de 1891, na sequência de um importante movimento filarmónico do século XIX, que teve início a partir de 1830; o festival decorre anualmente em setembro.

Festival de Bandas da Sociedade Recreativa de Casainhos

A Banda de Música da Sociedade Recreativa de Casainhos foi fundada em 2007; o festival de bandas filarmónicas decorre anualmente em novembro.

Festival de Bandas da Sociedade Recreativa e Cultural de Pinteus

Em 2010 surgiu o projeto para formar a escola de música a primeira audição foi no dia 4 de setembro de 2010 nas festas de Pinteus. O festival e Bandas é promovida no mês de abril

Festival de Bandas da Academia Sons & Harmonia

A Academia Sons & Harmonia é uma associação musical e cultural sem fins lucrativos, com início da atividade no dia 13 de agosto de 2014; o festival de bandas decorre em maio.

Festival da Banda de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Zambujal

Fundada em 3 de junho de 1863, é a Banda mais antiga do Concelho de Loures, mantendo a sua atividade ininterruptamente; o festival de bandas decorre em junho.

Festival de Orquestras do Clube União Recreativo de São Julião do Tojal

Com início de atividade a 8 de novembro de 1993; o festival de orquestras ligeiras decorre no mês de janeiro.

Festival de Orquestras da Sociedade Filarmónica União Pinheirense

A Orquestra da SFUPinheirense surgiu a 23 de março de 2003; o festival de orquestras decorre no mês de março.

Festival da Orquestra Ligeira da Sociedade Recreativa e Musical 1º de Agosto Santa Iriense

Tudo começou em 1986; o festival decorre em dezembro.

Festival Internacional de Percussão – PerCurtir

A 4ª edição ocorreu em 2019, organizada pelo Conservatório D’Artes de Loures. É um festival dedicado ao estudo do instrumento, com masterclasses e workshops diversos para todas as idades.

Festival de Música Moderna, Loures

Festival de Música Moderna, Loures

FOI NOTÍCIA

Mais de 800 músicos passaram, nos dias 22, 23 e 24 de novembro de 2019, pelo palco do Pavilhão Paz e Amizade, em Loures, na edição de 2019 do Festival Internacional de Bandas Filarmónicas. Em três dias dedicados à música, milhares de pessoas assistiram aos concertos das nove bandas filarmónicas do concelho e mais quatro bandas convidadas, entre elas duas bandas da comunidade valenciana, de Espanha.

Na noite de abertura, o presidente da Câmara Municipal de Loures, Bernardino Soares, fez questão de lembrar que este “Festival Internacional de Bandas é um ponto alto da nossa programação cultural, que reflete a importância do trabalho que as bandas filarmónicas desempenham no nosso concelho”, acrescentando que “o apoio às bandas filarmónicas e a outras formações musicais, o empenho que pomos na Academia do Clarinete e no Meeting Internacional de Clarinete, bem como todo o trabalho feito nas bibliotecas, com o Brincar com a Música, ou a programação de qualidade do Música em SI Maior, para além de todo o trabalho que temos hoje nas escolas, em parceria com várias instituições de formação musical, que permitem levar a milhares de crianças o acesso à música, é um trabalho coerente, completo e que tem depois pontos altos de enormíssima qualidade, como os que vamos ter durante todo o fim de semana”, concluiu.

A manhã de domingo foi dedicada aos mais novos com um espetáculo para a infância e famílias, com o tema Os 50 anos da chegada do homem à Lua, interpretado por alunos das escolas de música das bandas, com encenação de grupos de teatro escolar do concelho.

O Festival Internacional de Bandas Filarmónicas encerrou com uma atuação conjunta, dirigida pelo maestro da banda convidada, Diogo Gomes, interpretando a Marcha 4 de Outubro, encomendada especialmente para este Festival.

Ao longo de todo o fim de semana esteve também patente no Pavilhão Paz e Amizade, a exposição Sons em Marcha, que pretende dar a conhecer a sonoridade dos vários instrumentos, a forma como se complementam e a sua importância no conjunto sonoro da banda filarmónica, num projeto concebido e produzido pela Realizasom, que gentilmente a cedeu, para ser apreciada pelos milhares de pessoas que passaram por este Festival Internacional de Bandas Filarmónicas.

Praça Amália Rodrigues, Loures
Toponímia musical de Loures

Ruas e praças do Concelho com nomes de músicos ou entidades musicais

Músicos ou entidades musicais do Concelho de Loures

António Feliciano Bastos

António Feliciano Bastos (n. Loures, 08.05.1892 – m. Loures, 19.01.1987). Escrivão das Execuções Fiscais e aferidos de pesos e medidas do concelho de Loures. Foi bombeiro e executante na Banda de Música da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures.

Praceta António Feliciano Bastos, localizada nas Urmeiras, freguesia de Loures.

António Ferreira da Graça

António Ferreira da Graça, vulgo Maestro Ferreira da Graça. Músico português. Maestro e professor carismático da Academia Recreativa Musical de Sacavém, em cuja Banda ingressou em 1940.

Praceta Maestro Ferreira da Graça, localizada em Sacavém, freguesia de Sacavém e Prior Velho.

Isidoro Machado

Isidoro Machado. Sócio e músico da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões. Em 1960-Fev, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões criou o Prémio Isidoro Machado, em sua homenagem, com o objetivo de desenvolver a música dentro do meio rural.

Rua Isidoro Machado, localizada em Fanhões, freguesia de Fanhões.

Joaquim Domingos Pereira

Joaquim Domingos Pereira (n. 11.11.1900 – m. Fanhões, 22.07.1970). Músico português. Maestro da Banda de Música da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões (1933-1948).

Rua Joaquim Domingos Pereira, localizada em Fanhões, freguesia de Fanhões;

Travessa Joaquim Domingos Pereira, localizada em Fanhões, freguesia de Fanhões.

Marcos Romão dos Reis Júnior

Marcos Romão dos Reis Júnior (n. Loures, 06.03.1917 — m. Loures, 30.10.2000). Músico, maestro, compositor, professor de clarinete e chefe de banda militar português.

Largo Marcos Romão Reis Júnior, localizado em Loures, freguesia de Loures.

Rua Romão dos Reis, localizada na Chamboeira, freguesia de Bucelas.

Michel Giacometti

Michel Giacometti (n. Córsega, França, 08.01.1929 – m. Faro, 24.11.1990). Etnólogo e coletor corso que fez importantes recolhas etno-musicais em Portugal.

Rua Michel Giacometti, localizada na Mealhada, freguesia de Loures

Nelson Pereira das Neves

Nelson Pereira das Neves (m. 1998). Fotógrafo e dirigente associativo português. Reconhecido publicamente pelo seu mérito como executante da Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures.

Rua Nelson Pereira das Neves, localizada no Fanqueiro, freguesia de Loures.

Academia Recreativa e Musical de Sacavém

Academia Recreativa e Musical de Sacavém. Inclui as seguintes valências/atividades: Banda Filarmónica, Escola de Música e Orquestra Ligeira.

Rua Academia Recreativa e Musical de Sacavém, localizada em Sacavém, freguesia de Sacavém e Prior Velho.

Associação dos Amigos da Quinta do Património – AQUIPA

Associação dos Amigos da Quinta do Património – AQUIPA. Inclui as seguintes valências/atividades: Sessões de noites de fados.

Rua da Associação dos Amigos da Quinta do Património, localizada em Sacavém, freguesia de Sacavém e Prior Velho.

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Bucelas

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Bucelas inclui as seguintes valências/atividades: Banda Filarmónica, Escola de Música, Fanfarra e Orquestra Sinfónica. Segundo informação de Hernâni Nabeiro, neste momento só tem fanfarra.

Largo dos Bombeiros Voluntários, localizada em Bucelas, freguesia de Bucelas

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Camarate

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Camarate inclui as seguintes valências/atividades: Fanfarra.

Rua dos Bombeiros Voluntários, localizada na Quinta de São Francisco e na Quinta de Santa Rosa, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua do Campo dos Bombeiros, localizada em Camarate, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rotunda dos Bombeiros Voluntários de Camarate, localizada no Bairro das Loureiras, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação.

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões inclui as seguintes valências/atividades: Banda Filarmónica, Escola de Música e Orquestra Ligeira.

Travessa dos Bombeiros Voluntários, localizada em Fanhões, freguesia de Fanhões;

Rua dos Bombeiros Voluntários, localizada em Fanhões, freguesia de Fanhões;

Beco dos Bombeiros Voluntários, localizada em Fanhões, freguesia de Fanhões.

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures inclui as seguintes valências/atividades: Banda dos Bombeiros de Loures, Orquestra Ligeira dos Bombeiros de Loures e Escola de Música da Banda dos Bombeiros de Loures.

Rua dos Bombeiros Voluntários, localizada em Loures, freguesia de Loures.

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Zambujal

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Zambujal inclui as seguintes valências/atividades: Banda Filarmónica e Escola de Música.

Rua dos Bombeiros Voluntários, localizada no Zambujal, freguesia de Santo Antão e São Julião do Tojal.

Grupo Recreativo de Cabeço de Montachique

O Grupo Recreativo de Cabeço de Montachique inclui as seguintes valências/atividades: Escola de Música e Festas / Espetáculos.

Rua do Grupo Recreativo, localizada no Cabeço de Montachique, freguesia de Lousa.

Sociedade Recreativa de Beneficência Montemorense

Sociedade Recreativa de Beneficência Montemorense (Loures). Inclui as seguintes valências/atividades: Música e Festas regionais.

Rua da Sociedade Recreativa de Beneficência Montemorense, localizada em Montemor, freguesia de Loures.

Sociedade Recreativa de Casaínhos

Sociedade Recreativa de Casaínhos (Fanhões). Inclui as seguintes valências/atividades: Banda Filarmónica e Orquestra Ligeira.

Rua Sociedade Recreativa, localizada em Casaínhos, freguesia de Fanhões.

Sociedade Recreativa Musical 1º de Agosto Santairiense

A Sociedade Recreativa Musical 1º de Agosto Santairiense (Santa Iria de Azóia) inclui as seguintes valências/atividades: Bailes, Danças de Salão, Escola de Música, Grupo Coral e Orquestra Ligeira.

Largo da Sociedade Recreativa Musical 1 de Agosto, localizada em Santa Iria de Azóia, freguesia de Santa Iria de Azóia, São João da Talha e Bobadela.

Músicos ou entidades musicais em geral

Adriano Correia de Oliveira

Adriano Maria Correia Gomes de Oliveira, vulgo Adriano Correia de Oliveira (n. Porto, 09.04.1942 — m. Avintes, 16.10.1982). Músico português, intérprete da canção de Coimbra e cantor de intervenção.

Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada em A-das-Lebres, freguesia de Santo Antão e São Julião do Tojal;

Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada no Zambujal, freguesia de Santo Antão e São Julião do Tojal;

Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada na Quinta da Fonte, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada em Vale de Figueira, freguesia de Santa Iria de Azóia, São João da Talha e Bobadela;

Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada no Bairro Maria Júlia Carvalho e na Quinta de Santa Rosa, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua Projectada à Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada na Quinta de Santa Rosa, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada no Bairro das Coroas, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada em Pintéus, freguesia de Santo Antão e São Julião do Tojal;

Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada na Flamenga, freguesia de Santo António dos Cavaleiros e Frielas.

Alfredo Keil

Alfredo Cristiano Keil, vulgo Alfredo Keil (n. Lisboa, 03.07.1850 — m. Hamburgo, 04.10.1907). Compositor, pintor, poeta, arqueólogo e colecionador de arte português.

Rua Alfredo Keil, localizada no casal do Monte, freguesia de Santo António dos Cavaleiros e Frielas.

Amália Rodrigues

Amália da Piedade Rebordão Rodrigues, vulgo Amália Rodrigues (n. Lisboa, 23.07.1920 – m. Lisboa, 06.10.1999). Cantora, atriz e fadista portuguesa.

Praça Amália Rodrigues, localizada no Alto dos Mealheiros, freguesia de Santa Iria de Azóia, São João da Talha e Bobadela;

Rua Amália Rodrigues, localizada na Quinta da Parreirinha, freguesia de Santa Iria de Azóia, São João da Talha e Bobadela;

Rua Amália Rodrigues, localizada no Bairro da Quinta do Miradouro, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua Amália da Piedade Rodrigues, localizada no Prior Velho, freguesia de Sacavém e Prior Velho.

Praça Amália Rodrigues, Loures

Praça Amália Rodrigues, Loures

Carlos Manuel de Marques Paião

Carlos Manuel de Marques Paião, vulgo Carlos Paião (n. Coimbra, 01,11.1957 — m. Rio Maior, 26.08.1988). Cantor e compositor português.

Rua Carlos Paião, localizada no Bairro Car, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua Carlos Paião, localizada no Bairro do Belo Horizonte, freguesia de Santa Iria de Azóia, São João da Talha e Bobadela.

Carlos Paredes

Carlos Paredes (n. Coimbra, 16.02.1925 — m. Lisboa, 23.07.2004). Compositor e guitarrista português.

Travessa Carlos Paredes, localizada na Parcela 6, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua Carlos Paredes, localizada no Bairro do Olival da Boca, freguesia de Santo Antão e São Julião
do Tojal.

Fernando Lopes-Graça

Fernando Lopes-Graça, vulgo Lopes-Graça (n. Tomar, 17.12.1906 — m. Parede, Cascais, 27.11.1994). Compositor, maestro e musicólogo português.

Rua Maestro Lopes Graça, localizada na Quinta das Pretas, freguesia de Sacavém e Prior Velho;

Rua Maestro Fernando Lopes Graça, localizada no Bairro de Santo António, freguesia de
Camarate, Unhos e Apelação.

Fernando Farinha

Fernando Tavares Farinha, vulgo Fernando Farinha (n. Barreiro, 20.12.1928 – m. 12.02.1988). Cantor português de fado, que ficou conhecido como o Miúdo da Bica.

Rua Fernando Farinha, localizada no Casal dos Machados, freguesia de Camarate, Unhos e
Apelação.

Guilhermina Suggia

Guilhermina Augusta Xavier de Medin Suggia, vulgo Guilhermina Suggia (n. Porto, 27.06.1885 — m. Porto, 30.07.1950). Violoncelista portuguesa.

Rua Guilhermina Suggia, localizada em Loures, freguesia de Loures.

Hermínia Silva

Hermínia Silva Leite Guerreiro, vulgo Hermínia Silva (n. Lisboa, 23.10.1907 — m. Lisboa, 13.06.1993. Fadista portuguesa.

Rua Hermínia Silva, localizada no Bairro Car, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação.

João de Freitas Branco

João Pedro de Freitas Branco, vulgo João de Freitas Branco n. (Lisboa, 10.01.1922 — m. Oeiras, Caxias, 17.11.1989). Musicólogo e matemático português.

Avenida João de Freitas Branco, localizada no Bairro dos Forninhos, freguesia de Santa Iria de Azóia, São João da Talha e Bobadela.

José Afonso

José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos, vulgo Zeca Afonso (n. Aveiro, 02.08.1929 — m. Setúbal, 23.02.1987). Cantor e compositor português.

Rua José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos, localizada na Quinta das Pretas, freguesia de Sacavém e Prior Velho

Rua Zeca Afonso, localizada na Urbanização Alto da Eira, freguesia de Santa Iria de Azóia, São João da Talha e Bobadela

Rua José Afonso, localizada no Bairro do Zambujeiro, freguesia de Santo Antão e São Julião do Tojal

Rua José Afonso, localizada na Bela Vista, freguesia de Santo António dos Cavaleiros e Frielas;

Avenida José Afonso, localizada na Quinta da Fonte, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Praceta José Afonso, localizada na Quinta da Fonte, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua Poeta Cantor José Afonso, localizada no Pinheiro de Loures, freguesia de Loures;

Rua Doutor Zeca Afonso, localizada na Urbanização da Solcasa, freguesia de Bucelas;

Travessa do Poeta Cantor José Afonso, localizada no Pinheiro de Loures, freguesia de Loures;

Rua José Afonso, localizada na Murteira, freguesia de Loures;

Rua José Afonso, localizada no Bairro do Cabeço da Aguieira, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua José Afonso, localizada em São João da Talha, freguesia de Santa Iria de Azóia, São João da Talha e Bobadela;

Rua A Projectada à José Afonso, localizada na Quinta de Santa Rosa, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação.

Luísa Todi

Luísa Rosa de Aguiar, vulgo Luísa Tody (n. Setúbal, 09.01.1753 — m. Lisboa, 01.10.1833). Cantora lírica portuguesa.

Praceta Luísa Tody, localizada no Bairro da Esperança, freguesia de Santa Iria de Azóia, São
João da Talha e Bobadela.

Michel Giacometti

Rua Michel Giacometti
Mealhada (Loures)

Fonte: CML

Grupo Coral da ANALOR – Associação dos Naturais e Amigos da Loriga
Coros de Loures

Grupos e atividade coral no Concelho

CANTICORUM – Associação de Amadores de Música

R. Infante D. Henrique, 6, 5º Drt.
2685-212 Portela LRS
canticorum.aam@gmail.com

Grupo Coral da Sociedade Recreativa e Musical 1.º Agosto Santa Iriense

Largo Luís de Camões, 4
2695-341 Santa Iria de Azóia
soc1agosto@gmail.com

Grupo Coral da Sociedade Filarmónica União Pinheirense

Rua Combatentes da Ultramar, 72 Pinheiro de Loures
2670-506 Loures
chorusup@sfup.org

Grupo Coral da Casa do Povo de Bucelas

Rua Professor Egas Moniz, 4
2670-653 Bucelas
casadopovodebucelas@gmail.com

Grupo Coral da ANALOR – Associação dos Naturais e Amigos da Loriga

Quinta do Património 16
2685-011 Sacavém
direcao@analor.pt

Grupo Coral da ANALOR – Associação dos Naturais e Amigos da Loriga

Grupo Coral da ANALOR – Associação dos Naturais e Amigos da Loriga

Grupo Coral da Liga dos Amigos da Mina de são Domingos

Travessa do Chafariz 6
2685-056 Sacavém
liga.mina@sapo.pt

Conservatório d'Artes de Loures
Escolas de Música de Loures

Estabelecimentos do ensino especializado de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

Academia Artmúsica

R. Arruda Furtado 5B
2670-414 Loures
Tel. (+00 351) 21 984 4669

Academia Sons & Harmonia

Tv. Infante Dom Fernando, 3 b
2670-389 Loures
Tlm. (+00 351) 967 013 079

Artmúsica

Rua Arruda Furtado, 5B
2670-414 Loures
Tel. (+00 351) 219 844 669
Tlm. (+00 351) 929 105 388
Correio eletrónico: geral@artmusica.net

Conservatório d’Artes de Loures

R. Alexandre Herculano
2680-418 Unhos
Tel. (+00 351) 21 824 2417

Escola de Música da Academia Recreativa Musical de Sacavém

Av. James Gilman, 54
2685 – 068 Sacavém
Correio eletrónico: armsacavem@gmail.com

Escola de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Fanhões

Largo José António Simões Fernandes
2670 – 718 Fanhões
Correio eletrónico: bvfanhoes@sapo.pt

Escola de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Loures

Rua Dr. António Carvalho Figueiredo, 38
2670 – 405 Loures
Correio eletrónico: direccao@bv-loures.pt

Escola de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Zambujal

Rua dos Bombeiros Voluntários, nº9 Zambujal
2670 – 864 São Julião do Tojal
Correio eletrónico: ahbvzambujal@gmail.com

Escola de Música da Banda Filarmónica da Freguesia de Lousa

Rua do Grupo Recreativo, Cabeço de Montachique
2670-741 Lousa LRS
Correio eletrónico: grcmontachique@gmail.com

Escola de Música da Banda Recreativa de Bucelas

Rua João Camilo Alves, nº21
2670 – 661 Bucelas
Correio eletrónico: brbucelas@gmail.com

Escola de Música da Portela

Praceta de Santo António, 1
2685-237 Portela
Tlm. (+00 351) 965 815 196

Escola de Música da Sociedade Recreativa de Casainhos

Rua da Sociedade Recreativa, 10
2670-692 Fanhões
Correio eletrónico: geral@srcasainhos.org

Escola de Música da Sociedade Recreativa e Cultural de Pinteus

Rua Maria Amália Vaz Carvalho, Pinteus
2660-186 Santo Antão do Tojal
srcpinteus@gmail.com

Escola de Música da Sociedade Filarmónica União Pinheirense

Rua Combatentes da Ultramar, 72 Pinheiro de Loures
2670-506 Loures
Correio eletrónico: geral@sfup.org

Escola de Música da Sociedade Recreativa e Musical 1.º Agosto Santa Iriense

Largo Luís de Camões, 4
2695 – 341 Santa Iria de Azóia
Correio eletrónico: soc1agosto@gmail.com

Escola de Música do Clube União Recreativo de São Julião do Tojal

Rua Alves Redol, n.º 2
2670-378 São Julião do Tojal
Correio eletrónico: cursjtojal@gmail.com

Escola de Música do Grupo Recreativo e Musical da Bemposta

Rua da Capela – E.N. 115 Bemposta
2670 – 631 Bucelas
Correio eletrónico: gmrbemposta1951@gmail.com

Fort’aplauso Escola de Música

Praceta das Naus, 3, R/C D (atelier)
2685-222 Portela
Sítio: www.fortaplauso.pt

HSchool – Escola de Música

R. Alfredo Vitorino da Costa, 42B
2695-735 São João da Talha
Tlm. (+00 351) 938 051 527

Lamiré Escola de Música

Rua Augusto Freire, 12
2670-644 Bucelas
Sítio: www.escolalamire.pt

Lxma – Lisboa Music Academy, Unipessoal Lda.

R. Vasco da Gama, 27
2670-397 Loures
Tel. (+00 351) 217 741 424

Maestrinho Produções – Escola de Música e Animação Musical

R. Dom Dinis, 282
2620-324 Odivelas
Tlm. (+00 351) 918 077 740

Trovador – Escola de Música Lda

EN 10, 4
2685-005 Sacavém
Tel. (+00 351) 219 425 572

Academia de Clarinete Marcos Romão dos Reis Jr.

A Academia de Clarinete, com direção artística e pedagógica da responsabilidade do maestro António Saiote, pretende promover o desenvolvimento e o aperfeiçoamento técnico e artístico dos agentes musicais locais, proporcionando-lhes experiências de aprendizagem com músicos de mérito nacional e internacional, bem como momentos de partilha com outros jovens músicos.

AC

A Academia de Clarinete Marcos Romão dos Reis Jr. retomou a atividade nos meses de março e abril de 2021, com aulas online através da plataforma Microsoft Teams. Esta iniciativa dirige-se a alunos de escolas de música do movimento associativo, bandas filarmónicas e orquestras ligeiras do concelho, bem como a alunos do conservatório e escolas superiores de música.

ESCOLAS DE DANÇA

com Protocolo com a Câmara Municipal de Loures

Ai!a Dança – Academia de Dança

Correio eletrónico: info@aiadanca.com

Loures I
Pavilhão dos Bombeiros Voluntários de Loures
Rua Guilherme Henrique Soromenho, nº2
2670-430 Loures

Loures II
Pavilhão Paz e Amizade de Loures
Rua da República
2670 Loures

Santa Iria I & II
Rua Guerra Junqueiro (Antigo Jota Vídeo), 2A
2690-344 Santa Iria de Azóia

Fonte: CML

Coreto do Parque
Coretos de Loures

Bucelas

Praça Tomás José Machado
2670-672 Bucelas

Freixial

Largo do Chafariz
GPS: N 38 54.318′ W 009 09.181′

Coreto de Freixial, Loures

Coreto de Freixial, Loures

Fanhões

Largo da Igreja

Situado no Largo da Igreja no chamado Adro do Fogo, primeiro coreto foi inaugurado em 1910 pela Sociedade de Recreio Fanhoense.

Coreto de Fanhões, pintura de M. Tavares, 1950

Coreto de Fanhões, pintura de M. Tavares, 1950

A sua alteração deve-se sobretudo à dificuldade de circulação das camionetas de carreira que levou à sua mudança depois de muitas contendas e discordâncias entre os fanhoenses para a nova localização. Em 1970 foi inaugurado o novo coreto pela Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Fanhões, fundada em 31 de maio de 1928 e que veio a suceder à Sociedade de Recreio Fanhoense. Este monumento do património histórico tem duas placas assinalando a inauguração do primeiro coreto e do segundo coreto de modo a classificar a história. É um lugar com raízes culturais e um ícone da Freguesia de Fanhões que sofreu uma remodelação profunda em 2018 com pintura, mobiliário urbano na envolvente e colocação de iluminação monumental dignificando e requalificando o local.

Coreto de Fanhões, Loures, ft Mapio

Coreto de Fanhões, Loures, ft Mapio

Loures 

Jardim Major Rosa Bastos

Parque

Coreto do Parque

Coreto do Parque

Av. Maj. Rosa Bastos 17, 2670-380 Loures

Sacavém

Jardim de Sacavém

Coreto do Jardim de Sacavém

Coreto do Jardim de Sacavém, ft Wikipédia

São Julião do Tojal

[ Zambujal ]

Largo António Sérgio

A 25 de junho de 2021, a Junta de Freguesia informou que está a desenvolver o projeto de requalificação do largo António Sérgio, com projeto de arquitetura a cargo da arquiteta Joana Casqueiro Conde da Luz.

Coreto de São Julião do Tojal

Coreto de São Julião do Tojal

Fonte geral: CML

Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa
Folclore em Loures

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Estremadura (Estremadura Centro Saloia)
  • Distrito: Lisboa
  • Concelho: Loures

4 grupos

  • Grupo de Danças e Cantares do Catujal
  • Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho
  • Rancho de Folclore e Etnografia Os Ceifeiros da Bemposta
  • Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa
Grupo de Danças e Cantares do Catujal

O Grupo de Danças e Cantares do Catujal foi fundado em 1993, no Catujal, freguesia de Unhos. Composto por cerca de 50 elementos, representa diversos aspetos da cultura popular tradicional saloia, desde os finais do séc. XIX até aos anos 30/40 do séc. XX, e cuja orientação ainda mantêm. Todos os anos leva a efeito um festival de folclore, onde inclui a realização de jogos tradicionais.

Os seus trajes são o resultado de pesquisa no concelho de Loures, e são, essencialmente, trajes de trabalho, de festa, de romaria ou domingueiros, e um ou outro abastado ou rico, representando algumas atividades económicas como a peixeira, pescador, cavador, lavadeira, carroceiro, lavrador, a aguadeira, a ceifeira.

A tocata é constituída pela a viola, o bombo, o reque-reque, os ferrinhos, o acordeão, a concertina, a flauta e a pandeireta.

No seu repertório constam “modas de roda”, viras, verde gaios, bailaricos, entre outras de raiz popular e tradicionais. O grupo é filiado no INATEL.

Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho

No dia 2 de fevereiro de 2020, passaram precisamente 25 anos desde a data da fundação do “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho” – vulgo Verde Minho. O Grupo tem representado o folclore e as tradições do Minho, no concelho de Loures, onde está sediado. Tem-se apresentado pouco por todo o País atuando  nos mais diversos festivais e encontros de folclore.

GFDCVM

Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho

Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho

Rancho de Folclore e Etnografia Os Ceifeiros da Bemposta

Fundado no dia 24 de setembro de 1967, o Rancho de Folclore e Etnografia “Os Ceifeiros da Bemposta” é uma valência cultural do Grupo Musical e Recreativo da Bemposta. Dedica-se a recolhas, estudo e divulgação das mais antigas tradições populares da região saloia, particularmente no que diz respeito a trajes, cantigas, danças, costumes e tradições. Empenha-se em reavivar os costumes que mais marcaram a região no século passado: as adiafas, os bailaricos e as tradicionais praças dos homens.

Os trajes que o rancho enverga são característicos da época que pretende retratar e foram cuidadosamente concebidos de peças originais, fotografias e outras recolhas feitas com a finalidade de representar com a maior exatidão possível o modo de vida do passado.

São entre outros os seguintes: o vindimador, o ceifeiro, a vendedora do caldo da fava rica, a leiteira, o cavador, a lavadeira, despedida de solteiro, traje dos noivos, trajes domingueiros e religiosos.

A Bemposta está situada na Estremadura a cerca de 20 Km de Lisboa, é uma pequena aldeia inserida na freguesia de Bucelas pertencente ao concelho de Loures. O Rancho é o mais antigo do concelho e o primeiro a ser filiado na Federação do Folclore Português. Também é filiado no INATEL e sócio fundador da Associação do Distrito de Lisboa para a Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa.

BMRB

Grupo Musical e Recreativo da Bemposta

Grupo Musical e Recreativo da Bemposta

Tem participado em muitos desfiles folclóricos e etnográficos, em festivais regionais, nacionais e até mesmo internacionais. Organizou o 3º festival de folclore infantil. Possui um vasto núcleo museológico, no qual temos expostas peças raríssimas, que serviram de suporte à elaboração dos nossos trajes, peças doadas com muito carinho e com o intuito de mostrar o que há de mais antigo na região.

Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa

Fundado em 24 de abril de 2005, o Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa representa a vida das lavadeiras, carroceiros, vendedeiras de fruta e hortaliça, ferrador, funileiro, vendedeira de azeitonas, homens que trabalhavam como jornaleiros (ganhavam à jorna, trabalho de um dia). Os saloios ou se dedicavam ao amanho da terra ou à lavagem e transporte da roupa das freguesas de Lisboa.

As características do rancho são puramente saloias, retratando para o início do século XX, até à terceira década do mesmo, as danças, cantares, trajes, usos e costumes do povo saloio.

RFGDL

Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa

Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa

As danças e cantares representam as célebres cantigas ao despique, entre lavadeiras e carroceiros, nos rios, nas galeras, nas carroças a caminho de Lisboa, nos arraiais e bailaricos domingueiros. Também por se deslocarem com frequência à capital, tendo por vezes que pernoitarem por alguns dias, trouxeram para esta região cantigas e danças palacianas, as contradanças, valsas a dois passos, polkas e afandangados, dançando assim, à sua moda.

Saloio deriva da palavra “çalroi”, que em muçulmano significa, trabalhador do campo. Destas origens, ficou o vocábulo “moirejar” e a expressão “trabalhar como um mouro”.

Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures

Filarmónicas de Loures

Bandas de música, história e atividades

  • Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures
  • Banda de Música da Academia Recreativa e Musical de Sacavém
  • Banda Filarmónica da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Zambujal
  • Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões
  • Banda Filarmónica da Freguesia de Lousa
  • Banda Filarmónica da Sociedade Recreativa de Casaínhos
  • Banda Filarmónica da Sociedade Recreativa e Cultural de Pinteus
  • Banda Recreativa de Bucelas
  • Banda da Sociedade Filarmónica União Pinheirense
Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures

A Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures foi fundada em 1897, com a designação de Sociedade Philarmónica Recreio Musical de Loures, sendo seu fundador o primeiro maestro o Sr. Canhão. Em 1935, passou a designar-se Banda do Corpo de Bombeiros Auxiliares de Loures e manteve-se ligada a esta corporação. Teve inúmeros convites para atuar em concertos, festivais, guardas de honra e encontros de bandas,  em Portugal e no estrangeiro.

Em 1981, atuou na Holanda (Kerkrade), oonde obteve um 2º Prémio; em 1983, na Noruega (Hamar) ganhou o 3 º Prémio; em 1986, no  Festival EDP, foi finalista e obteve o 3º lugar em 1ª categoria; em 1987, na Alemanha (Alsfeld), conquistou o 4º Prémio; em 1989, na República Checa (Ostrava) obteve 2º e 3º Prémios; em 1991, na Alemanha (Alsfeld), obteve 1º, 2º e 4º Prémios e Taça de Ouro de vencedor do Festival; em 1992, participou no Monumental Desfile dos Descobrimentos da Expo92 em Sevilha; em 1997, em Valência, participou no Desfile e Concerto no Teatro Capitolio de Godella; em 1998 , na Alemanha, no 10º Euro Musiktage Days (Heikendorf), teve o 1º Prémio em Concerto e 2º lugar na classificação do melhor Maestro; em 1999, nos Açores, deu concertos nas Ilhas do Pico e do Faial; em 2004 e 2005, em Badajoz, participou no XXI e XXII Festival Ibérico de Música de Rua; em 2005, nos Açores, deu concertos no Faial, Lages do Pico, São Mateus e Madalena.

A Banda de Música continua a participar nos inúmeros eventos para os quais é solicitada, tendo sido distinguida (108 anos de existência) com a medalha de Honra do Município de Loures, galardão máximo da autarquia. A formação musical, está a cargo da Escola de Música da Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures, que é o garante da continuidade. Vários maestros dirigiram a Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures, estando desde 2000 sob a direção do maestro Élio Luís Salsinha Murcho.

Banda da AHBVL

Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures

Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures

Banda de Música da Academia Recreativa Musical de Sacavém

A Academia Recreativa Musical de Sacavém, com a sua Banda de Música, foi fundada em 1927. Os mentores da iniciativa contaram com a colaboração da administração da Fábrica de Loiça de Sacavém. A Fábrica, que possuiu uma Banda de Música, extinta em 1918, cedeu graciosamente todo o instrumental, reportório e acessórios. Os três mentores, ex-músicos daquela Banda, fizeram-se acompanhar por mais duas dezenas de elementos, alguns deles também componentes da Banda daquela empresa. Eles constituíram o grupo de fundadores da Academia e da sua Banda de Música.

Deram início aos ensaios em agosto de 1927 na sede da Troupe de Bandolinistas Cerâmicos Sacavenenses que provisoriamente cedeu as instalações. A sua primeira saída e atuação ocorreu no dia 8 de abril de 1928, percorrendo as ruas de Sacavém. Deu um breve concerto e tocou o hino inglês, como agradecimento à Administração da empresa.

Desde 1932, a Academia tem sede própria no local onde ainda hoje se encontra embora em edifício diferente. O seu Hino foi criado em 1927 pelo Maestro João de Sousa Viegas que foi Regente da Banda desde a sua fundação até ao ano de 1982 (55 anos ao serviço da Banda).

É desde 1983 Instituição de Utilidade Pública. Recebeu a Medalha de Ouro e Medalha Municipal de Mérito e Dedicação pela Câmara Municipal de Loures e com a Medalha de Bem Fazer, Medalha de Ouro e Diploma de Generosidade e Filantropia pela Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio.

BMARMS

Banda de Música da Academia Recreativa Musical de Sacavém

Banda de Música da Academia Recreativa Musical de Sacavém

No ano 2000, levou a cabo o 1º Encontro do Milénio de Bandas Filarmónicas Amadoras da Cidade de Sacavém e fez a receção ao Presidente da República aquando da inauguração do Museu da Cerâmica da Cidade. Tem em funcionamento a sua Escola de Música, cujo ensino é gratuito. A Banda é composta por cerca de 58 elementos, sendo 43 deles jovens com idades entre os 8 e os 25 anos. É dirigida pelo Maestro José Manuel Ribeiro que é também o diretor da Escola de Música, da Orquestra Ligeira e da Banda Juvenil.

Banda Filarmónica da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Zambujal

Aquando da construção da linha férrea Lisboa – Carregado, três operários de nomes Cândido, Narciso e Elias Pereira, irmãos entre si, vinham do trabalho pernoitar a Santo Antão do Tojal, numa casa cedida pelo então sacristão da Igreja desta Freguesia. Eram naturais da Freguesia de Santa Isabel, de Lisboa e faziam parte de uma Filarmónica ali existente. Foi então construído o troço Sacavém – Póvoa de Santa Iria. Cedo se constou que os três irmãos e o sacristão sabiam música e que estavam dispostos a ensinar graciosamente. Nessa altura acorreram pessoas de todas as terras vizinhas para aprenderem música – aprendizagem lenta – se considerarmos que mestres e alunos tinham de se deslocar a pé cerca de uma hora, após um dia de trabalho que nesse tempo era de Sol a Sol.

A casa situava-se na Quinta das Cotovias, ainda existente, em Santo Antão do Tojal. Consta que só do Zambujal se deslocavam cerca de 20 pessoas, considerado o maior grupo de uma só localidade. Passados tempos este grupo era o que se mantinha com mais afinco e melhor aproveitamento. Pessoas amigas cederam uma casa para que a escola de música passasse a funcionar no Zambujal onde a maioria residia, arrastando ainda os três irmãos, que viriam a fixar-se na terra, onde casaram com três primas. Um ficou a viver no Zambujal e os outros dois, depois de casados, passaram a viver em Santo Antão do Tojal.

O desejo de cultura musical era muito importante em meados do século passado. Os fidalgos davam-se ao luxo de ter em casa professores de música para os seus filhos, pois quem não soubesse música não era suficientemente culto. Os pais pobres, não podendo pagar aos professores para o ensino dos seus filhos, resolveram formar Sociedades em que, através de uma quota semanal, pudessem pagar entre todos o que individualmente era impossível. Assim, através desses sócios, se formaram as Sociedades de Cultura que chegaram até aos nossos dias.

Em 1863, foi fundada por José Dias de Carvalho a Sociedade Filarmónica Recreio Zambujalense com 17 elementos. O fardamento era composto por umas calças, por uma capa ou opa e por um boné. Em fins do século XIX, a Banda entrou numa manifestação pró-República e os instrumentos e capas foram apreendidos. Mas isto só serviu de incentivo, pois rapidamente se reorganizou para continuar.

Nesse tempo, a Câmara Municipal desta região tinha sede nos Olivais. Por essa altura e a fim de poderem eliminar vários encargos e impostos, foi criada pelos próprios executantes da Filarmónica uma Corporação de Bombeiros, fundada em 7 de agosto de 1931 e aos quais continua ainda hoje ligada. A Sociedade Filarmónica Recreio Zambujalense mudaria então de nome, passando a chamar-se de Banda da Corporação dos Bombeiros Voluntários do Zambujal e mais tarde de Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Zambujal.

Depois de passar por várias casas alugadas ou cedidas, foi construída pelo povo da terra, após vários anos de construção, a primeira sede/quartel própria, cuja data de inauguração se desconhece, sabendo-se que ainda se encontrava em obras quando começou a ter alguma atividade.

Em 1934 foi colocado um telefone no Quartel e que em 1936 foi inaugurada a luz elétrica no Salão de Festas, com baile e uma récita representada pelo grupo dramático da Corporação. É a banda mais antiga do Concelho de Loures, mantendo a sua atividade ininterruptamente desde a sua criação.

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Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Zambujal

Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Zambujal

Desde a sua fundação atuou em inúmeras festas e romarias pelo País e estrangeiro. Participou em vários festivais, Festival “E. D. P.” de Bandas de Música – 1984; Festivais Ibéricos (organizados pela Câmara Municipal de Loures) – 1989 a 2001; Festival de Bandas na cidade de Setúbal (integrado no dia Nacional do Bombeiro), em 1990. Atuou em Troyes, França (integrado na festa de Camões e das Comunidades Portuguesas), em 1996. Em 2001, recebeu de modo protocolar o Presidente da República, na sua visita à vila de Arruda dos Vinhos. Em 2002, deslocou-se à cidade de Zaandam na Holanda a Convite da Banda de Música “Harmonie Intenso”. Recebeu de modo Protocolar o Ministro da Administração Interna por inúmeras vezes.

Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões

A Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões nasceu em 24 de junho de 1891, na sequência do movimento filarmónico do século XIX que que começou a partir de 1830. Naquela altura, muitas eram as Coletividades que possuíam uma Filarmónica e, à semelhança de tantas outras, a Sociedade de Recreio Fanhoense – como então se chamava – possuía igualmente um agrupamento de músicos amadores.

Em 1928, as coletividades de cultura e recreio viram-se a braços com impostos lançados pelo Governo, pelo que se pensou na criação de um Corpo de Bombeiros Voluntários, a fim de poderem usufruir da isenção de tais impostos.

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Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões

Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões

Naquele mesmo ano, em 31 de maio, com a chegada de uma Bomba Braçal, deixa de chamar-se Sociedade de Recreio Fanhoense para passar a chamar-se Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões – Associação detentora de um Corpo de Bombeiros, que tem como objetivo principal a proteção de pessoas e bens e de uma Banda e Escola de Música destinadas a atividades culturais e recreativas.

Banda Filarmónica da Freguesia de Lousa

A Escola de Música e Banda Filarmónica da Freguesia de Lousa partiu de um estudo cientifico mais propriamente uma tese de mestrado, em que se desenvolveu um Projeto Educativo, elaborado na escola de 1º ciclo de Lousa. O projeto educativo foi elaborado em torno da envolvência de uma turma de 1º Ciclo com uma banda filarmónica. Estudou-se e compreendeu-se a estrutura e a composição de uma Banda e houve um concerto final. O projeto teve impacto nos envolvidos e na comunidade ao redor da escola de primeiro ciclo. Dele nasceu uma Escola de Música de Ensino Específico de Instrumento e a criação de um Banda Filarmónica da Freguesia.

A Vontade de ter uma escola de música que visasse o surgimento de uma Banda Filarmónica partiu do Executivo da Junta de Freguesia de Lousa mais propriamente o Presidente Nelson Batista e do Executivo do Grupo Recreativo do Cabeço de Montachique. O GRCM é uma associação sem fins lucrativos, e assumiu o projeto de forma a dar resposta a algo inexistente na Freguesia. A atividade musical teve o  seu início em 2015.

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Banda Filarmónica da Freguesia de Lousa

Banda Filarmónica da Freguesia de Lousa

Apesar de ter sede fiscal no Cabeço de Montachique, Freguesia de Lousa, Conselho de Loures, é em Ponte de Lousa na antiga Escola Primária que mais se desenvolve a sua atividade, nomeadamente, as aulas para o ensino da música e os ensaios da Banda Filarmónica. Esta pretende ser mais do que uma escola de música, devido ao facto de vivermos numa sociedade em constante mudança. Fomenta valores que contribuam para a expressão da verdadeira dimensão humana, conseguindo criar trabalhos de partilha, relação, trabalho interpares, envolvência intergeracionais, respeito mútuo, o saber estar, o saber falar e o saber ouvir. Desta forma, o ensino da música e a aprendizagem especifica do instrumento tornam-se acessíveis a todos, independentemente da etnia, raça ou cor e ainda a sua condição física, financeira ou social.

Mesmo sendo uma Banda Filarmónica muito recente e com a maioria dos participantes de idades muito jovens, já conta no seu historial com várias atuações, dentro das localidades que compõem a Freguesia de Lousa e no Concelho de Loures.

“A arte não pode ser um monopólio de elites, deve ser um direito social, sem distinção de classes ou raças”. (Abreu, Fundador do movimento das Orquestras da Venezuela em 2009).

Banda Filarmónica da Sociedade Recreativa de Casaínhos

A Fundação da Banda e Escola de Música da Sociedade Recreativa de Casaínhos deve-se à iniciativa do seu primeiro Maestro e Professor o 1º Sargento Músico da G. N. R., Luciano Filipe Alves Franco. Em 2007, desenvolveu contactos com um grupo de pessoas, às quais apresentou o projeto. Constituiu-se uma comissão de fundadores e foram dados os passos para a constituição de uma Associação Musical sem fins lucrativos. A Autarquia, para além do apoio manifestado verbalmente, disponibilizou sem contrapartidas, algumas estantes de música, as fotocópias necessárias, um quadro escolar, no qual foram desenhadas pautas musicais, e o espaço que, embora remodelado, foi o local onde a S. R. de Casaínhos teve a sua fundação.

No dia 29 de agosto desse mesmo ano, (data considerada como a da fundação da Escola e da Banda), deram-se as primeiras aulas de Solfejo e Formação Musical a um grupo de 25 crianças com idades entre os 6 e os 16 anos. Com 2 clarinetes comprados pelo Maestro, um Sax-Alto, um Trompete e uma Bateria emprestados, foi possível começar a desenvolver alguma prática instrumental. Não ficando insensível ao interesse manifestado pela Direcção da S. R. Casaínhos, realizaram-se 3 reuniões entre esta comissão e a direção da Coletividade. Esclarecida a forma como esta Secção poderia e deveria funcionar dentro da Coletividade, com a concordância dos pais e alunos, a Banda e Escola de Música da S. R. de Casaínhos são uma realidade.

BFSRC

Banda Filarmónica da Sociedade Recreativa de Casaínhos

Banda Filarmónica da Sociedade Recreativa de Casaínhos

A Escola de Música neste momento tem 38 alunos e tem aulas 2 dias por semana. A Banda de Música tem ensaio 1 vez por semana, e realizou os seguintes serviços. Em 2018, de 17 a 27 de julho, com o apoio da C. M. de Loures e da Junta de Freguesia de Fanhões, recebeu e organizou toda a atividade da Orquestra Bolli-Pop de Berlin – Alemanha. Em 2009 deslocou-se a Berlim, Alemanha, a convite da Orchester Bolli-Pop, para a realização de 4 concertos. Apresentou-se em acompanhamento de procissões, cortejos, festivais de bandas filarmónicas, festas do Concelho de Loures e comemorações oficiais, e deu concertos diversos.

Banda Recreativa de Bucelas

Fundada em 21 de junho de 1863, com sede própria, virada para a cultura musical, a Banda Recreativa de Bucelas tem desenvolvido um trabalho de formação. É a coletividade mais antiga da Freguesia de Bucelas e funcionou sempre sem interrupção. A banda tem a seu cargo uma escola de música de ensino gratuito, supervisionada pelo Maestro Adérito Monteiro. Constituída por cerca de 40 elementos amadores, tem por tradição estar presente em todas as manifestações culturais para que é solicitada. Conquistou o 1º prémio, a nível nacional, na sua categoria, no Festival EDP de bandas de música em 1986.

A convite da Banda Filarmónica Sebastianense, efetuou em 1997, várias atuações por toda a ilha terceira – Açores. É também participante assídua em todos os festivais ibéricos organizados pela Câmara Municipal de Loures.

BRB

Banda Recreativa de Bucelas

Banda Recreativa de Bucelas

Teve atividades como cinema que terminou por volta da década de 80; teatro de variedade durante os anos 90 a 93; bailes temáticos, durante todo o ano, com especial destaque para quadras festivas, como o carnaval; marchas populares. A banda efetua matinés ao domingo, algumas noites de fado e gravou um CD.

Banda Filarmónica da Sociedade Recreativa e Cultural de Pinteus

A Fundação da Banda e Escola de Música da Sociedade Recreativa de Casaínhos deve-se à iniciativa do seu primeiro Maestro e Professor o 1º Sargento Músico da G. N. R., Luciano Filipe Alves Franco. Em 2007, desenvolveu contactos com um grupo de pessoas, às quais apresentou o projeto. Assim se constituiu uma comissão de fundadores, e foram dando os passos para a constituição de uma Associação Musical sem fins lucrativos. A Autarquia, além do apoio manifestado verbalmente, disponibilizou sem contrapartidas, algumas estantes de música, as fotocópias necessárias, um quadro escolar, no qual foram desenhadas pautas musicais, e o espaço que, embora remodelado, foi o local onde curiosamente a S. R. de Casaínhos teve a sua fundação.

A 29 de Agosto desse ano (data considerada como a da fundação da Escola e da Banda), deram-se as primeiras aulas de Solfejo e Formação Musical a um grupo de 25 crianças com idades entre os 6 e os 16 anos. Com 2 clarinetes comprados pelo Maestro, um Sax-Alto, um Trompete e uma Bateria emprestados, foi possível começar a desenvolver alguma prática instrumental. Tendo em conta o interesse manifestado pela Direcção da S. R. Casaínhos, realizaram-se 3 reuniões entre esta Comissão e a Direcção da Colectividade. Esclarecida a forma como esta Secção poderia e deveria funcionar dentro da Colectividade, com a concordância dos pais e alunos, a Banda e Escola de Música da S. R. de Casaínhos são uma realidade.

A Escola de Música neste momento tem 38 alunos e tem aulas 2 dias por semana. A Banda de Música realizou acompanhamentos de procissões, desfiles nas Festas do Concelho e concertos nas festas anuais da S.R. de Casaínhos. De 17 a 27 de Julho, com o apoio da C. M. de Loures e da Junta de Freguesia de Fanhões, recebeu e organizou toda a atividade da Orquestra Bolli-Pop de Berlin – Alemanha que com uma comitiva de 56 pessoas. Organizou em 2008 o seu 1º festival de Bandas Filarmónicas denominado “Sons da Filarmonia” em que contou com a participação da Banda da Escola de Música da Atalaia – Lourinhã e da Banda de Música da A.H. Bombeiros Voluntários do Zambujal – Loures.  Em 2009, com o patrocínio da J. F. de Fanhões, e, integrado nas comemorações do aniversário desta autarquia, organizou o seu 2º festival de Bandas Filarmónicas denominado “Sons da Filarmonia” em que contou com a participação da Banda Recreativa de Bucelas – Loures e da Banda de Música da Associação Musical Nª. Sra. do Livramento – Mafra.

Sociedade Filarmónica União Pinheirense

Até há pouco tempo, a SFUP tinha como data oficial de fundação, 31 de julho de 1923, data em que os estatutos foram reconhecidos pelo Governo Civil de Lisboa. No entanto, através da tradição oral, fala-se do dia 5 de março de 1909 como a verdadeira data. E, de facto, documentos recentemente descobertos ao acaso (bem como por investigações feitas por técnicos do Museu Municipal de Loures), dão-nos a conhecer a atividade da banda filarmónica da SFUP em datas como 1911 e 1915; pelo que o ano de 1909 parece ser então o mais correto para datar o início da História. Em 1927 foi inaugurado o edifício-sede, que na década de 80 atravessou profundas transformações e que ainda hoje é existente.

SFUP

Sociedade Filarmónica União Pinheirense

Sociedade Filarmónica União Pinheirense

O passado foi marcado por grandes realizações musicais, como operetas realizadas com músicos, cantadores e de autores da terra e concertos pela banda de música. Os espetáculos de teatro fizeram parte de uma intensa atividade cultural que cessou na década de sessenta. Emergiu então um novo tipo de espetáculo: o bailarico, animado por agrupamentos contratados. O enorme salão da SFUP tornou-se pequeno nos bailes de Carnaval, da Pinha e outros dias festivos. Já nos finais do século passado, as soirées e matinés dançantes cairam em desuso e, consequentemente, a SFUP cai numa letargia que levou ao seu encerramento durante 3 anos.

Em 1999, um grupo de sócios liderados pelo ainda hoje presidente da Direção, assumiu os destinos da coletividade com o objetivo de lhe devolver o prestígio cultural de outros tempos. Iniciou-se uma escola de música, originando dois anos depois uma orquestra ligeira, a Orquestr’UP. Tem ainda o sexteto Old Friends; dois grupos de teatro, um adulto e outro infantil; um coro e ainda outras atividades como a Ginástica de Manutenção e Taewkondo.

Foi no salão da SFUP que se realizou a antestreia do filme de Chianca Garcia “Aldeia da Roupa Branca”, em 31 de dezembro de 1939, com a presença da protagonista Beatriz Costa e outros atores, para além dos inúmeros figurantes, na sua maioria população de Pinheiro de Loures e arredores

Orquestr’UP – Orquestra Ligeira

A SFUP iniciou um projeto musical há 12 anos com a criação de uma escola de música. Da Escola nasceu, dois anos depois, a Orquestra Juvenil SFUP, a 23 de março de 2003, mês em que foi comemorado o seu aniversário com um encontro de orquestras ligeiras convidadas. Ao longo do tempo a Orquestra da SFUP tem passado por um processo de evolução contínua. Ao completar 10 anos, adotou a designação de Orquestr’UP. A sua constituição é totalmente amadora e congrega cerca de 30 jovens divididos pelos vários naipes instrumentais e vocais. As suas atuações têm passado por todo o território nacional, incluindo as ilhas.

A Orquestra tem como suporte de base uma escola de música que conta com cerca de três dezenas de alunos, cuja aprendizagem tem três níveis: formação musical, formação musical + instrumento e por último, classe de conjunto
Toda a dinâmica é definida e dirigida por uma direção artística composta por elementos da própria orquestra, em articulação com a Direção da SFUP. Os concertos têm uma duração que pode ir até aos 90 minutos e o reportório musical é diversificado e em constante mudança: música ligeira, jazz, rock, popular.

Contactos

Banda Recreativa de Bucelas

Rua João Camilo Alves, nº21 2670 – 661 Bucelas
brbucelas@gmail.com

Banda dos Bombeiros Voluntários de Loures

Rua Dr. António Carvalho Figueiredo, 38 2670 – 405 Loures
direccao@bv-loures.pt

Banda de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Fanhões

Largo José António Simões Fernandes 2670- 718 Fanhões
bvfanhoes@sapo.pt

Banda da Academia Recreativa Musical de Sacavém

Av. James Gilman, 54 2685-068 Sacavém
armsacavem@gmail.com

Banda de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Zambujal

Rua dos Bombeiros Voluntários, nº9 Zambujal, 2670 – 864 São Julião Tojal
ahbvzambujal@gmail.com

Banda da Sociedade Recreativa de Casaínhos

Rua da Sociedade Recreativa, 10 2670-692 Fanhões
geral@srcasainhos.org

Banda Filarmónica da Freguesia de Lousa

Rua do Grupo Recreativo, Cabeço de Montachique 2670-741 Lousa LRS
grcmontachique@gmail.com

Banda de Música da Academia Sons e Harmonia

Travessa Infante Dom Fernando, n.º 3 B 2670-389 Loures
academia.risos@gmail.com

Banda de Música da Sociedade Recreativa e Cultural de Pinteus

Rua Maria Amália Vaz Carvalho, Pinteus 2660-186 Santo Antão do Tojal
srcpinteus@gmail.com

ORQUESTRAS LIGEIRAS DO CONCELHO DE LOURES

Orquestra Ligeira da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Loures

Rua Dr. António Carvalho Figueiredo, 38 2670-405 Loures
direccao@bv-loures.pt

Orquestra Ligeira da Associação Humanitária Bombeiros Voluntários de Fanhões

Largo José António Simões Fernandes 2670-718 Fanhões
bvfanhoes@sapo.pt

Orquestra Ligeira da Academia Recreativa Musical de Sacavém

Av. James Gilman, 54 2685-068 Sacavém
armsacavem@gmail.com

Orquestra Ligeira da Sociedade Filarmónica União Pinheirense

Rua Combatentes da Ultramar, 72 Pinheiro de Loures 2670-506 Loures
geral@sfup.org

Orquestra Ligeira da Sociedade Recreativa e Musical 1.º Agosto Santa Iriense

Largo Luís de Camões, 4 2695-341 Santa Iria de Azóia
Soc1agosto@gmail.com

Orquestra Ligeira do Clube União Recreativo de São Julião do Tojal

Rua Alves Redol, n.º 2 2670-378 São Julião do Tojal
cursjtojal@gmail.com

Orquestra Ligeira da Academia Sons e Harmonia

Travessa Infante Dom Fernando, n.º 3 B 2670-389 Loures LRS
academia.risos@gmail

Orquestra Ligeira da Banda Recreativa de Bucelas

Rua João Camilo Alves, nº21 2670 – 661 Bucelas
brbucelas@gmail.com

FANFARRAS DO CONCELHO DE LOURES

Fanfarra da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Bucelas

Largo dos Bombeiros Voluntários 4, 2670 Bucelas
bvbucelas@gmail.com

Fanfarra da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Camarate

R. dos Bombeiros Voluntários de Camarate, 2685-020 Camarate
bvcamarate@gmail.com

Músicos naturais do Concelho de Loures

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Aldara Medeiros (n. 1994)
  • André Machado (n. 1989)
  • António Saiote (clarinetista, 1960)
  • Beatriz Carvalho (n. 2000)
  • Diogo Vida (n. 1977)
  • Jaime Carriço
  • Luís Gomes (n. 1970)
  • Manuel Mendes (n. 1943 – m. 2009), guitarrista, guitarreiro e compositor
  • Maria Nabeiro (n. 1997)
  • Marina Taipa (n. 1997)
  • Marta Nabeiro (n. 2002)
  • Martim Barbosa (n. 2003)
António Saiote

Nascido em Loures, Portugal, em 1960, António Saiote é um artista e pedagogo reconhecido mundialmente. Terminou o curso do Conservatório Nacional com 20 valores, na classe do professor Marcos Romão.

Foi bolseiro da Fundação Gulbenkian em Paris, com Guy Deplus e Jacques Lancelot, e em Munique com Gerd Starke, onde obteve o “Meisterdiplom” da Hochschule de Munique, com distinção. Fez um curso de pós-graduação de Música Contemporânea, em Espanha, com Artur Tamayo e Repertório Tradicional em Inglaterra, com Georges Hurst.

Concluiu o mestrado em Direção de Orquestra pela Universidade de Sheffield. Tocou com a Orquestra Gulbenkian, Sinfónica Portuguesa, Orquestra Clássica do Porto, Régie Sinfónica, Rádio Lisboa e Porto, São Paulo, Shanghai, Filarmónica das Beiras, Orquestra do Norte, Orquestra Sinfónica do Algarve e Sinfónica de Zurique.

Leia AQUI a biografia completa.

António Saiote

António Saiote, clarinetista e maestro, de Loures

António Saiote, foto Carlos Azevedo

HISTÓRIA DA MÚSICA

João Lourenço Rebelo

João Soares (ou Lourenço) Rebelo (n. Monção 1610 – m. Apelação, Loures 1661) foi um famoso cantor e compositor de música sacra. Inicia a sua formação com um tio em Caminha, mas cedo vai para a Capela Ducal em Vila Viçosa. Fez estudos de música com o futuro rei D. João IV e veio para Lisboa, com a restauração da independência. Casou em 1652 com D. Maria de Macedo, natural de Unhos, proprietária da Quinta do Val de Ameixoeiro (onde o casal passou a habitar) e filha do provedor das lezírias de Santarém. Foi habilitado familiar do Santo Ofício e comendador da Ordem de Cristo. Por estima, o Rei ordenou que as suas obras fossem impressas. João Lourenço Rebelo compôs vilancicos, hinos, salmos, um Teum Deum e várias missas, uma das quais em homenagem ao 39º aniversário do Rei. A sua obra foi influenciada por técnicas e estilos de composição que ganhavam forma noutros locais da Europa, utilizando os coros e retirando ao órgão a exclusividade do acompanhamento musical em detrimento de instrumentos de sopro. Assim, as suas composições musicais combinavam coros, cantores, solistas e instrumentos,
resultando em sonoridades pouco comuns à época.

Manuel Mendes

Manuel Mendes (n. 1943 – m. 2009) foi um guitarrista, guitarreiro e compositor residente no concelho de Loures.

Marcos Romão dos Reis Júnior

Marcos Romão dos Reis Júnior nasceu em Loures, em 1917 e morreu em 2000. Ana e Marcos, seus pais, proporcionaram-lhe uma educação que desde muito cedo o ligou à música. Ainda muito jovem, ingressou na Banda da sua terra – Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures – da qual mais tarde viria a ser regente.

Em 1933, com dezasseis anos, integrou a Banda da Armada como grumete. Aluno do Conservatório Nacional entre os anos 1934 a 1937, concluindo o curso com distinção máxima. Bolseiro pela Fundação Calouste Gulbenkian, estudou entre as elites mundiais do clarinete, no Conservatório de Paris.

Marcos Romão dividia a sua carreira entre músico da Marinha e solista nos muitos recitais em que participava pelo país fora.

Em 1947, destacou-se ao vencer um concurso da Emissora Nacional. Como solista, integrou as antigas Orquestras Sinfónicas de Lisboa, a Orquestra Sinfónica Nacional e a Orquestra Filarmónica de Lisboa. Soprou e dedilhou com mestria nos vários quintetos de sopro por onde passou, explorando a cinética musical em todas as amplitudes e sempre elogiado pela crítica.

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Marcos Romão dos Reis Júnior

Marcos Romão dos Reis Júnior, maestro, de Loures

Marcos Romão dos Reis Júnior, maestro, de Loures