Artigos

Associação Banda de Matosinhos-Leça
Filarmónicas de Matosinhos

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

Associação Banda de Matosinhos-Leça

ABML

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Associação Banda de Matosinhos-Leça

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Rancho Paroquial de Guifões
Folclore em Matosinhos

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Associação Grupo Etnográfico Os Pescadores do Castelo
  • Escola Infantil do Rancho Típico de São Mamede de Infesta
  • Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Cruz do Bispo
  • Grupo Folclórico S. Tiago de Custóias
  • Rancho Folclórico de Aldeia Nova – Perafita
  • Rancho Folclórico Os Pescadores de Matosinhos
  • Rancho Paroquial de Guifões
  • Rancho Regional de Guifões
  • Rancho Típico da Amorosa
  • Rancho Típico de Esposade
  • Rancho Típico de S. Mamede de Infesta
Associação Grupo Etnográfico Os Pescadores do Castelo

GEPC

Associação Grupo Etnográfico Os Pescadores do Castelo

Associação Grupo Etnográfico Os Pescadores do Castelo

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Cruz do Bispo

O Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Cruz do Bispo pretende ser um museu vivo dos usos, costumes e tradições da região Maiata nos meados do séc. XIX.

GFCPSCB

Grupo Folclórico S. Tiago de Custóias

GFSTC

Grupo Folclórico S. Tiago de Custóias

Grupo Folclórico S. Tiago de Custóias

Rancho Folclórico de Aldeia Nova – Perafita

O Rancho Folclórico de Aldeia Nova foi fundado a 10-04-89, em Perafita, Matosinhos. Representa as sua gentes, bravas, briosas e trabalhadoras.

RFAN

Rancho Folclórico de Aldeia Nova

Rancho Folclórico de Aldeia Nova

Rancho Folclórico Os Pescadores de Matosinhos

O Rancho Folclórico dos Pescadores de Matosinhos pretende representar da melhor maneira os usos e costumes da cidade de Matosinhos e da classe piscatória. Em 14 de julho de 1998, um grupo de danças e cantares fez renascer as lembranças dos antepassados, ou seja, o ex. Rancho Folclórico da Casa dos Pescadores de Matosinhos. Este grupo recorda todas as tradições das vareiras e pescadores das praias de Matosinhos.

Tem 50 componentes, incluindo tocadores, cantadores, bailarinos e porta-bandeira. Todos os trajes utilizados contêm toda a alegria deixada por eles, pois são trajes que os pescadores e vareiras do início do século XX usavam nas saídas aos domingos, mas também nas tradicionais festas ao Senhor de Matosinhos.

A tocata é constituída por acordeões, concertinas, cavaquinhos, bombo, ferrinhos, reco-reco e a tradicional viola.
O grupo tem atuado no Norte, Centro e Sul do País. Em termos de representações internacionais, atuou em França (Reims), em Espanha (Pontevedra). Apresentou-se em festas de folclore, romarias, atividades culturais, e em festas de solidariedade.

RFPM

Rancho Folclórico Os Pescadores de Matosinhos

Rancho Folclórico Os Pescadores de Matosinhos

As danças e cantares, do Douro Litoral, foram ensinados pelos pais e avós. Tem 32 danças, entre as quais: Ondas do Mar, Arregaça, Vira da Praia, Vira de Matosinhos, Fresca Vivinha, Traineira Nova, Vira do Pescadores, Vira do Mar, Desafio, Fado da Vareira.

Rancho Paroquial de Guifões

O Rancho Paroquial de Guifões tem como objetivo representar a freguesia de Guifões. É membro efetivo da Federação do Folclore Português, sócio da Associação das Coletividades de Matosinhos e sócio do INATEL.

RPG

Rancho Paroquial de Guifões

Rancho Paroquial de Guifões

Rancho Regional de Guifões

Fundado a 10 de janeiro de 1977, com base no sucesso aquando de um cortejo de oferendas, realizado na Freguesia de São Martinho de Guifões. A escritura foi lavrada em 6 de dezembro de 1982, no 5° Cartório Notarial do Porto, publicada no Diário da República de Janeiro de 1983. São seus objetivos a preservação artístico-cultural da sua população, assim como o desenvolvimento do conhecimento etnográfico de seus componentes. Este grupo pertence, etnograficamente, à região maiata. Ao longo da sua vida, tem apresentado e divulgado os seus usos e costumes em diversas regiões de Portugal e em Espanha.

Rancho Típico da Amorosa

RTA

Rancho Típico da Amorosa

Rancho Típico da Amorosa

Rancho Típico de Esposade

O Rancho Típico de Esposade é uma associação etnográfica que recolhe, preserva e divulga a herança rural das suas gentes, desde 1981.

RTE

Rancho Típico de Esposade

Rancho Típico de Esposade

Rancho Típico de São Mamede de Infesta

RTSMI

Rancho Típico de São Mamede de Infesta

Rancho Típico de São Mamede de Infesta

Busto de Guilhermina Suggia, por Helder de Carvalho

MÚSICA À VISTA

Sugestões de património edificado

para uma rota musicoturística no Concelho de Matosinhos

Busto de Guilhermina Suggia, por Helder de Carvalho

Busto de Guilhermina Suggia, por Helder de Carvalho

Busto da grande violoncelista portuense Guilhermina Suggia, de Helder de Carvalho, situado em frente à Igreja Matriz, busto em bronze, com base em granito – obra do escultor Helder de Carvalho (2005).

Músicos naturais do Concelho de Matosinhos

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música do Concelho.

Carla Lopes

Natural de Matosinhos, Carla Lopes iniciou os estudos musicais aos sete anos, sob a orientação de César de Morais (1918-1992). É licenciada na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo,Porto, onde ingressou em 1994 na classe de Canto de José de Oliveira Lopes, continuando posteriormente, a trabalhar sob a orientação de Jorge Vaz de Carvalho.

Frequentou o Curso de Encenação de Ópera da Fundação Calouste Gulbenkian e Teatro Nacional de São Carlos, onde apresentou a ópera La Serva Padrona de Pergolesi.

Como directora de cena, coordenou os seguintes espectáculos: A Donzela Guerreira de Maria de Lourdes Martins, Hansel und Gretel de Humperdinck, A Lenda das Três Arvores de Allen Pote/Tom Long, Nabucco e La Traviata de  Verdi, Tosca de Puccini, O Barbeiro de Sevilha de Rossini, Don Giovanni e  As Bodas de Fígaro de Mozart.

Foi assistente de encenação de Carlos Avilez na ópera Inês de Castro de Giuseppe Persiani, O Barbeiro de Sevilha de Rossini, Don Giovanni de Mozart, O Trovador de Verdi, Tosca de Puccini e La Traviata de Verdi.

Com Tim Coleman, foi assistente de encenação, na ópera La Traviata de Verdi, numa co-produção da Fundação Cupertino de Miranda da Cidade de Famalicão, Associação Norte Cultural/Orquestra do Norte e Associação Amigos do Coliseu do Porto.

Leia AQUI a biografia completa.

Daniela Rego

Natural de Matosinhos, Daniela Rego iniciou os estudos de Canto no Conservatório de Música do Porto, com Emanuel Henriques. Em 2010, licenciou-se em Teatro – Interpretação e Encenação na Escola Superior Artística do Porto. Licenciou-se, em 2016, em Música- Variante Canto, na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, onde trabalhou com as professoras Dora Rodrigues e Elisabete Matos. Está a terminar o mestrado em Ensino da Música.

Em 2005, participou no Concerto “Da Primeira Liberdade”, de pré – inauguração da Casa da Música, sob a direção de Richard Frostick, um ano mais tarde, no coro infanto-juvenil da Casa da Música de “O lobo Diogo e o Mosquito Valentim” de Eurico Carrapatoso, também na Casa da Música. No conservatório, no âmbito de estúdio de ópera, apresentou-se como Condessa em “Bodas de Fígaro” de W.A. Mozart e Pepa em “A Vingança da Cigana” de António Leal Moreira.

Participou, como solista ,no concerto dos Alunos de Órgão dos Conservatórios de Música do Porto e Ourense, na Catedral De Santa Maria de Tui. Frequentou, em 2011, um curso intensivo de verão, em Londres, Abingdon Summer School for Solo Singers, onde teve contacto com vários professores de renome da escola inglesa. Participou como solista nos concertos na de Castelo Branco com as obras de Troisième Leçon à deux voix – Couperin e Salve Regina em Lá menor” de Pergolesi.

Mais recentemente, integrou como coralista nos concertos Rossini Sacro, integrado no Festival de Música Internacional de Música Religiosa de Guimarães (Coro MIVS), Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban Filme – Concerto, Altice Arena e no Concerto À Nossa Terra da Banda Sinfónica Transmontana no de Teatro Vila Real. Participou em vários concursos de conservatório e classes de aperfeiçoamento com Isabel Alcobia, Susan McCulloch , Saioa Hernandez, Patrícia MacMahon, Francesco Pio Galaco, Elisabete Matos, Bárbara Barradas, Cátia Moreso, entre outros, realizando concertos na Ordem dos Médicos, Ateneu Comercial do Porto, Clube Literário do Porto, Palacete dos Viscondes de Balsemão.

Daniela Rego

Daniela Rego, cantora, da Matosinhos

Daniela Rego, cantora, da Matosinhos

Nuno Mimoso

Músico pedagogo, organista, barítono lírico, investigador e colaborador da Meloteca Associação Cultural Educativa, Nuno Mimoso iniciou Estudos Musicais na Academia de Música Óscar da Silva em Matosinhos.

Foi admitido como aluno precoce no Curso de Música Sacra da Escola Diocesana de Ministérios Litúrgicos, Diocese do Porto; ingressou no Curso de Órgão do Conservatório de Música do Porto, na classe do Prof. Paulo Alvim, concluindo com a Admissão ao Curso Superior de Música / Órgão, na Escola Superior de Música de Lisboa; a par estudou Canto Lírico, Técnica Vocal e Reportório Operístico com o barítono Prof. Nuno Vilallonga na Escola de Música do Conservatório Nacional, Lisboa.

Diplomado em Pedagogia Instrumental / Órgão B-Diplom na Hochschule für katholische Kirchenmusik und Musikpädagogik von Regensburg (Escola Superior de Música Sacra e Pedagogia Musical de Ratisbona), como bolseiro da Diocese de Ratisbona. Sendo discípulo do organista da Catedral Prof. Franz Joseph Stoiber, sob a sua tutela concluiu o Estágio pedagógico no Musikgymnasium der Regensburger Domspatzen (Escola de Música dos Domspatzen, Coro da Catedral de Ratisbona), fez recitais de música antiga para órgão, no âmbito da sua Tese: “Die Battaglia in der portugiesischen Orgelmusik des 17. Jahrhunderts” (A Batalha na Música portuguesa de Órgão do séc. XVII) e tocou na Liturgia na Catedral de Ratisbona.

Leia AQUI a biografia completa.

Nuno Mimoso

Nuno Mimoso, organista, de Matosinhos

Nuno Mimoso, organista, de Matosinhos

HISTÓRIA

Álvaro Martins

Álvaro Martins nasceu em 1918, no Padrão da Légua, Matosinhos, filho de Joaquim Martins dos Santos, barbeiro, e de Alzira Rosa Martins, e faleceu a 8 de novembro de 2003 com 85 anos na terra natal. Foi na barbearia do seu pai e localizada no centro do Padrão da Légua, que Álvaro Martins começou a tocar aos 5 anos de idade. Nessa época, nas barbearias era frequente haver uma guitarra portuguesa e uma viola para os clientes e/ou os barbeiros tocarem.

Entretanto, Álvaro Martins começou a tocar em outros estabelecimentos e acompanhar João Gago, tio de 2º grau de Ângelo Jorge, um dos violas que o mais acompanhou.

Aos 12 anos de idade, Álvaro Martins tocou pela primeira na vez na antiga Emissora Nacional.

Nos anos 50 do século passado, José Maria Nóbrega, um dos grandes violas de fado, estabeleceu-se no Padrão da Légua como alfaiate. Nesta zona, José Maria Nóbrega conheceu Álvaro Martins, que o lançou no Fado. Durante cerca de dez anos, ambos tocaram no Tamariz, casa de fados no Fado.

No Tamariz, passaram todos os grandes nomes do Fado da época, havendo um forte intercâmbio entre fadistas de Lisboa e Porto. Quando Moniz Trindade ouviu os dois no Tamariz, convidou a dupla para atuar em Lisboa, durante um mês, no Café Pam-Pam, uma casa de fados que ia abrir perto da Praça do Chile.

Leia AQUI a biografia completa.

Álvaro Martins

Álvaro Martins, guitarrista, de Matosinhos

Álvaro Martins, guitarrista, de Matosinhos

Armando Leça

Armando Leça, pseudónimo do compositor, folclorista e etnomusicólogo Armando Lopes nasceu em Leça da Palmeira a 9 de agosto de 1893 e morreu em Vila Nova de Gaia a 20 de janeiro de 1977.

Estudou no Conservatório Nacional, onde veio a ensinar as disciplinas de Piano e Composição. Com 18 anos publicou valsas para piano e com 19 anos 14 canções líricas, contidas no Cântico das Flores, 1912.

Foi Professor de Canto Coral no Liceu de Rodrigues de Freitas (no Porto), compositor e folclorista. Compôs operetas, música coral, canções e música de piano e de acompanhamento para diversos filmes.

Foi este musicólogo encarregado em 1939, pela Comissão dos Centenários, de efetuar gravações da música que o povo português tocava e cantava na altura, gravações que se destinavam a publicação posterior.

Armando Leça realizou registos sonoros em todas as províncias do território continental, sendo o primeiro levantamento músico-popular no nosso país. Leça ajudou a construir uma verdadeira escola de folclorismo, tornando claro que o efetivo significado da música popular portuguesa estava escondido nas aldeias mais remotas, longe de qualquer influência urbana ou estrangeira, acreditando que cabia aos músicos de formação expurgar de qualquer influência externa os exemplos musicais que encontravam no terreno.

Leia AQUI a biografia completa.

Armando Leça

Armando Leça, musicólogo, de Matosinhos

Armando Leça, musicólogo, de Matosinhos

Igreja Matriz de Matosinhos
Órgãos de tubos do concelho de Matosinhos [3]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Paroquial de Lavra

Igreja paroquial de Lavra, Matosinhos

Igreja Paroquial de Lavra, Matosinhos

A Igreja Paroquial do Divino Salvador de Lavra foi construída no século em 1721. Sem um estilo arquitetónico definido agrega, no altar, o estilo Rococó e o Barroco. A torre sineira é das mais antigas da região.

Fonte: JFL

Igreja Matriz de Matosinhos

A história da freguesia de Matosinhos entronca na do desaparecido Mosteiro de Bouças onde se venerou a imagem do Bom Jesus de Bouças. No séc. XVI, face à ruína do mosteiro, a imagem foi transferida para uma nova igreja que foi construída no lugar de Matosinhos. A sua construção iniciou-se em 1542 por iniciativa da Universidade de Coimbra a quem D. João III tinha concedido o padroado de Matosinhos. No séc. XVIII realizou-se a ampliação da primitiva igreja, que ficou a cargo do arquiteto italiano Nicolau Nasoni e que lhe deu a configuração atual. Destacam-se, no séc. XVIII, as intervenções de Luís Pereira da Costa, famoso entalhador setecentista, a quem se devem as obras de remodelação e acrescento da capela-mor e as de Nicolau Nasoni para o restauro da igreja. São de admirar as duas torres sineiras, o frontão quebrado, a porta principal decorada com medalhão, no qual se insere uma concha de vieira e os dois nichos laterais que contêm as estátuas de S. Pedro e S. Paulo. No espaço interior, dividido em três naves, destaca-se o imponente altar-mor de talha dourada, que integra na parte central um nicho com imagem de Cristo crucificado, atribuída ao século XII. Trata-se de uma escultura em madeira oca, com cerca de dois metros de altura e extremamente curiosa: o olho esquerdo dirige-se para o Céu e o direito para a Terra, numa clara simbiose entre Deus e o Homem.

Fonte: CMM

Igreja Matriz de Matosinhos

Igreja Matriz de Matosinhos

A Igreja Paroquial de São Salvador de Matosinhos, também designada por Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, possui um órgão construído por Miguel Hensberg, em 1685, restaurado em 1992, sendo o opus 2 da Oficina e Escola de Organaria (Esmoriz), de Pedro Guimarães e Beate von Rohden. Tem um teclado manual [ I ; 5 (4+5) ].

Montra do órgão

Órgão da Igreja Matriz de Matosinhos

Órgão da Igreja Matriz de Matosinhos

Igreja Paroquial de Perafita

Igreja Matriz de Perafita, Matosinhos

Igreja Paroquial de Perafita, Matosinhos

A Igreja Paroquial de São Mamede de Perafita foi alvo de uma reforma entre 1758-1760. A fachada ostenta o brasão de armas do Bispo do Porto, D. Jerónimo de Meneses, e é a única, na freguesia, que ainda mantem azulejaria portuguesa. No interior, predomina o estilo barroco. Foi abadia da apresentação do Convento de Moreira.

Fonte: JFP