Artigos

Conservatório de Música da Bairrada
Escolas de Música em Oliveira do Bairro

Estabelecimentos do ensino especializado de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

Conservatório Artes e Comunicação – Filarmónica União de Oliveira do Bairro

R. Dr. Acácio Azevedo
3770-213 Oliveira do Bairro
Tel. (+00 351) 234 737 281

Conservatório Artes e Comunicação - Filarmónica União de Oliveira do Bairro

Conservatório Artes e Comunicação, créditos Notícias de Aveiro

O Conservatório Artes e Comunicação Oliveira do Bairro tem como objetivo principal promover e incentivar o gosto pela Música e Dança, formar as crianças e jovens para que possam integrar as mais diversas modalidades.

Conservatório de Música da Bairrada

Rua Jaime Pato, 8
3770 – 410 Troviscal (OBR)
Tel. (+ 351) 234 752 648
Sítio: escolartes.com

Conservatório de Música da Bairrada

Conservatório de Música da Bairrada

União Filarmónica do Troviscal

R. Prof. José de Oliveira, 31
3770-410 Troviscal

Rancho Folclórico "As Vindimadeiras" da Mamarrosa
Folclore em Oliveira do Bairro

Tradições, grupos e atividades no Concelho

[ No que se refere a ranchos folclóricos, o projeto Musorbis está apenas a começar, sendo previsível que até ao final do ano todas grupos possam estar na plataforma. O processo pode ser acelerado com a cooperação dos interessados no que se refere a historiais e fotografias em falta. ]

Rancho Folclórico “As Vindimadeiras” da Mamarrosa

O Rancho Folclórico “As Vindimadeiras da Mamarrosa”, sediada na Vila da Mamarrosa, Oliveira do Bairro, distrito de Aveiro. Teve origem numa contradança de Carnaval há quatro décadas. Tem muitas deslocações a Espanha (todos os anos 4 a 6), incluindo deslocações a França (Nimes, Bézièrs, 2 a Lamballe, Toulouse e Paris), Luxemburgo e Marrocos (Rabat). Em 2014, teve 60 atuações em 2004, e 43 em 2009.

Os seus trajes (cerca de 50 componentes) mais representativos são o de vindimadeira rica, tricana, enxertador, ceifeira, peixeira, aguadeira, tremoceira, noivos. As suas músicas e danças vêm de recolhas junto dos antepassados, com origem nas fainas agrícolas, essencialmente as vindimas e escarpeladas, mas também a caminho de ou para as romarias.

RFVM

Rancho Folclórico "As Vindimadeiras" da Mamarrosa

Rancho Folclórico “As Vindimadeiras” da Mamarrosa

Rancho Folclórico São simão de Mamarrosa

O Rancho Folclórico São Simão de Mamarrosa deve o seu nome ao Santo padroeiro da Freguesia. Foi fundado a 23 de novembro de 1995 e, no dia 28 de abril de 1996 fez a primeira apresentação ao público. Tem percorrido todo o País participando em festivais, festas e romarias e deslocou-se a Espanha e a França.

Os trajes, danças e cantares são fruto de recolhas efetuadas na freguesia e arredores, sempre dentro da região bairradina. Apresenta a lavradeira rica, a camponesa remediada, traje domingueiro, a ceifeira, a vindimadeira, entre outros. Mantém vivas algumas tradições do povo tendo organizado a Tradicional Matança do Porco onde são servidos o sarrabulho, rojões e broa à moda antiga e a Festa de Final de Vindimas, desfilando tratores antigos devidamente ornamentados e figurinos trajados representando as tradicionais vindimas da Bairrada. A representação da Tradicional Desfolhada conta com 2 edições.

RFSSM

Rancho Folclórico de São Simão da Mamarrosa, Oliveira do Bairro

Rancho Folclórico de São Simão da Mamarrosa, Oliveira do Bairro

Rancho Folclórico Identidade Lusa

Rancho Folclórico Identidade Lusa, de Oliveira do Bairro

Rancho Folclórico Identidade Lusa, de Oliveira do Bairro

A Mamarrosa situa-se no Centro Norte de Portugal, a 20 Km a Sul de Aveiro e 40 Km a Norte de Coimbra, no coração da Bairrada, região conhecida pelo leitão e pelos excelentes vinhos. Há documentos escritos que reconhecem a existência da milenária Mamoa Rasa, hoje Mamarrosa, desde o ano 900. Digna de visita a sua Igreja Matriz com 3 séculos de existência, onde se destaca a torre sineira.

Destaque o seu grupo!

Destaque Musorbis

Destaque Musorbis

Para inserir um grupo ou historial em falta, envie para meloteca@meloteca.com: será inserido gratuitamente. A fotografia em destaque neste momento é aleatória. Para ter foto destaque, contactos atualizados e estar no topo durante um ano opte pelo “Destaque Musorbis” (10€).

Museu de Etnomúsica da Bairrada

MÚSICA À VISTA

Sugestões de património edificado

para uma rota musicoturística no Concelho de Oliveira do Bairro

Troviscal

Museu de Etnomúsica da Bairrada

Inaugurado em 2005, o Museu de Etnomúsica da Bairrada é um projeto da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro que tem por objetivo preservar o património cultural produzido na área da Música, construído e vivido ao longo de gerações por toda a comunidade bairradina. O Museu leva a efeito, durante todo o ano, uma série de iniciativas dirigidas a vários segmentos de públicos, desde as crianças a adultos e população sénior, não só do Concelho de Oliveira do Bairro mas de toda a região bairradina, contribuindo para um crescente conhecimento da música e das raízes culturais do nosso território, eternizando as nossas tradições, a nossa história e a nossa identidade.

O Museu de Etnomúsica da Bairrada é um espaço moderno, dotado de todos os serviços essenciais ao cumprimento das suas funções museológicas, como sejam a Oficina de Restauro, Limpeza e Tratamento de Peças, Centro de Investigação Documental e Zona de Reservas, áreas que podem ser visitadas. Dispõe igualmente de uma sala para a realização de conferências, palestras e outros eventos, bem como de uma área reservada a atividades educativas, vocacionada para o público infantil.

Composto por dois espaços expositivos distintos, este equipamento museológico alberga importantes coleções divididas em Instrumentos Musicais, Documentos Manuscritos (partituras, diários, publicações periódicas e monografias, entre outros), Registos de Imagem, Depoimentos de História Oral, Têxteis (destacando-se o núcleo do traje regional), Equipamento de Gravação, Reprodução, Emissão e Tratamento de Som (gravadores de bobines, gira-discos, grafonolas, gramofones, vitrolas, recetores de rádio, entre outros) e Mobiliário de Armazenamento de Documentação Sonora, todas elas provenientes dos cinco concelhos bairradinos (Águeda, Anadia, Cantanhede, Mealhada e Oliveira do Bairro).

Para além do vasto espólio que possui, o Museu conta ainda com duas exposições abertas ao público. A exposição permanente “A Arte dos Sons”, um conjunto expositivo que descreve uma narrativa introdutória ao papel histórico que a música e o associativismo a ela ligado desempenham na cultura da região da Bairrada, numa viagem feita através de instrumentos musicais e trajes regionais, e a exposição temporária “Banda Filarmónica da Mamarrosa: 100 Anos ao Serviço da Cultura”, inaugurada em 2016, que assenta em documentos e objetos físicos do Museu, celebrando o percurso secular da instituição, desde os tempos do seu fundador, Jaime de Oliveira, até aos dias de hoje.

Museu de Etnomúsica da Bairrada

Museu de Etnomúsica da Bairrada

Morada: Rua Jaime Pato, 3770 – 410 Troviscal Oliveira do Bairro
Telefone: 234 757 005
E-mail: memb@cm-olb.pt
Sítio: http://mmolb.cm-olb.pt

Em 2019, foi anunciado que Museu de Etnomúsica da Bairrada, localizado na vila do Troviscal, promoveria, nos dias 19 e 20 de fevereiro, a iniciativa “Viagem pela música da nossa terra”, destinada ao público sénior. A primeira sessão da iniciativa, que consistia numa “viagem” pela música da região da Bairrada, seria  dedicada à Banda Filarmónica do Troviscal, hoje denominada União Filarmónica do Troviscal.

A atividade começaria com a apresentação da história da banda, acompanhada de imagens, textos, objetos e instrumentos musicais e com a audição de algumas músicas. Os participantes seriam convidados a partilhar as suas memórias e conhecimentos sobre o tema, numa conversa que se estenderia também aos costumes, festas populares, cerimónias religiosas, arraiais e outras diversões, de um tempo em que as bandas filarmónicas tinham uma importância cultural e social de enorme relevo.

Banda Filarmónica da Mamarrosa

Filarmónicas de Oliveira do Bairro

História, bandas de música e atividades no Concelho

[ No que se refere às filarmónicas, o projeto Musorbis está apenas a começar, sendo previsível que até ao final do ano todas as bandas possam estar na plataforma. O processo pode ser acelerado com a cooperação dos interessados no que se refere a historiais e fotografias em falta. ]

Banda Filarmónica da Mamarrosa

Apresentada em público pela primeira vez em 1916, a BFM chamou-se nessa altura Banda Escolar, por ser constituída pelos alunos da Escola Primária onde lecionava o seu maestro fundador, Jayme de Oliveira Pinto de Sousa. Após a morte do maestro fundador, em 1940, passou a Banda a ser dirigida sucessivamente pelos seus filhos José, António e Orlando, até que, por meados da década de 70, culminando um processo lento de degradação provocada pela falta de uma escola de música e falta de renovação dos seus efetivos, a Banda haveria de conhecer um período menos bom da sua existência.

BFM

Banda Filarmónica da Mamarrosa

Banda Filarmónica da Mamarrosa

Um grupo de Mamarrosenses fundou em 1978, a Associação Beneficente, Cultura e Recreio da Mamarrosa com o objetivo primeiro de a revitalizar. É então que, pela mão de dois músicos, Álvaro Ferreira e Armando Vida, principalmente o primeiro – , começaram a entrar para a Banda dezenas de jovens e crianças. Mercê de uma política de promoção em 1988, em que ofereceu concertos em recintos cobertos às populações vizinhas, a Banda conseguiu, em grande medida, despertar novo interesse para este tipo de formação musical e instrumental. Em 1991 a Direção levou a efeito, com pompa e circunstância, as comemorações das Bodas de Diamante.

Em 1992, o sonho de possuir um novo instrumental tornou-se realidade com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura, da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro e da Junta de Freguesia de Mamarrosa e do grande empenhamento de toda a Direção. A Banda Filarmónica da Mamarrosa, possui uma Escola de Música e é regida pelo maestro Fernando Ribeiro Lopes.

Recebeu numerosas solicitações para atuar no Norte e Centro do País, no Minho e Trás-os-Montes. Participou no Festival EDP de Bandas de Musica, no âmbito das comemorações do 8º aniversário da empresa. Em 1999, deslocou-se a França, para actuar em Lamballe – Bretanha –, integrada na geminação de Oliveira do Bairro com Lamballe. Em 2000 e 2001, atuou na RTP 1 no programa Praça da Alegria.

Em 2000 gravou ao vivo o 1º CD”. Participou no Jubileu dos Músicos no Santuário de Fátima. Gravou o 2º CD. Em 2001,  lançou o livro “A música na Batuta do Tempo”, biografia da Banda Filarmónica da Mamarrosa. Foi-lhe atribuída a Medalha de Mérito Cultural, Grau Ouro. Em 2002, deslocou-se a Espanha, para atuar em Valência, integrada num intercâmbio cultural com a Unió Musical d’Alaquàs.

Em  2003 realizou o II Encontro de Bandas, com a participação da Banda Filarmónica da Mamarrosa, Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães, Banda dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo e da Sociedade Filarmónica e Humanitária de Palmela. Gravou o 3º CD e fez tratamento acústico e térmico da sala de ensaios principal da Banda Filarmónica. Atuou, como aconteceria em 2004, nos festejos da Senhora da Agonia em Viana do Castelo.

Em 2004, realizou o III Encontro de Bandas, com a participação da Banda Filarmónica da Mamarrosa, da Banda Musical Flor da Mocidade Junqueirense, da Sociedade Filarmónica da Gançaria – Santarém e da Associação Musical de Freamunde.

Em 2005, realizou o IV Encontro de Bandas, com a participação da Banda Filarmónica da Mamarrosa, da Sociedade Filarmónica União Seixalense, da Banda Musical Castanheirense e da Banda Musical de Melres. Organizou o 1º Curso de Trompete, ministrado por Fernando Ribeiro. Criou 6 novas salas de aulas para a Escola de Música, com tratamento acústico.

Em 2006, realizou o V Encontro de Bandas, que contou com a participação da Banda Filarmónica da Mamarrosa, da Sociedade Filarmónica Fafense Banda de Revelhe e da Banda dos Bombeiros Voluntários de Torres Vedras. Realizou intercâmbio com a Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense, da Ilha do Pico – Açores. Participou no VIII Festival Internacional de Bandas de Cascais. Em 2007, gravou o 4º CD e organizou o 1º Curso de Clarinete, ministrado por António Rosa.

União Filarmónica do Troviscal

A primeira Banda que existiu no Troviscal foi fundada em 1911 por um professor do ensino primário, José de Oliveira Pinto de Sousa, que lecionava durante a manhã as aulas curriculares e música durante a tarde. A Banda Escolar do Troviscal tornou-se nacionalmente famosa devido a sérias disputas que sustentou com a Igreja Católica, que culminaram com a excomunhão da Banda pelo Bispo de Coimbra em 1922. Ganhou reputação e prémios em certames nacionais mas viria a extinguir-se em 1942.

UFT

União Filarmónica do Troviscal

União Filarmónica do Troviscal

Em 1989 um grupo de personalidades juntou-se para convidar o Dr. Silas de Oliveira Granjo, um dos netos de José Oliveira, para que se criasse uma associação musical na Freguesia, que de alguma forma pudesse vir a dar continuidade ao legado da Banda Escolar do Troviscal. O desafio foi aceite e, nesse ano, um grupo de jovens com idades entre os 6 e os 14 anos começou a aprender música. Em dezembro desse ano era já possível ter 23 jovens a tocar 3 melodias de Natal em instrumentos de sopro. Os alicerces estavam lançados e a banda, agora chamada “União Filarmónica do Troviscal” deu início à sua atividade regular.

Em 1998, participou no Festival Internacional para jovens músicos Purmerade 98 em Purmerend na Holanda. Neste festival mereceu do júri da modalidade de “Bandas de Concerto” apreciações de bom e muito bom em todos os parâmetros analisados e ainda uma classificação de 1º lugar com louvor no concurso de solistas. Em 2000 foi reconhecida como Instituição de Utilidade Pública. Em 2001 deslocou-se a França, onde atuou no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, e em Paris. No mesmo ano atuou num festival de Bandas Juvenis em O Rosal, na Galiza, e deslocou-se à região francesa da Bretanha, onde realizou concertos em várias cidades.

Em 2002, pela 2’ª vez no festival de Purmerade na Holanda, conseguiu a qualificação de excelente em todos os parâmetros interpretativos na modalidade de concerto sendo-lhe atribuído o primeiro prémio nesta modalidade e, no concurso de solistas, arrecadou dois 1° classificados com louvor (saxofone e trompete), e dois 1° classificados (flauta e clarinete). Em 2004 representou Portugal no Festival Internacional de Bandas FIJO na cidade Checa de Cheb. Nos anos que se seguiram apresenta-se em diversos festivais e concertos em Portugal e em Espanha e manteve o seu Festival Ibérico de Bandas que organiza desde 2002.

Em 2008 venceu o primeiro prémio da 2ª Secção (bandas até 70 músicos) no “II Certâmen Internacional de Bandas de La Senia”em Espanha. Em 2010 participou na realização de uma edição do programa Câmara Clara da RTP2 dedicado às Bandas Amadoras. Em 2011 realizou uma digressão ao Extremo Oriente atuando em Macau, Hong Kong e Chiayi City (Taiwan) onde participou na 15ª Conferência Internacional da Associação Mundial de Bandas e Ensembles de Sopro (WASBE), participação da qual foi editado um CD e um DVD editados pela produtora americana Mark Records. Mantem a sua própria escola de música. Desde 2001, a direção artística da banda está a cargo de André Filipe Oliveira Granjo.

A Banda Que Tocou fora da Graça de Deus, romance de António Breda Carvalho, editado pela Gradiva em julho de 2019 (ISBN 978-989-616-918-3, 224 páginas, capa brochada/capa mole, 14,7×22,2 cm) é um livro que recria e ficciona a história da Banda do Troviscal, concelho de Oliveira do Bairro. É em simultâneo um retrato da História de Portugal, no período após a implantação da República, quando a Igreja ainda tentava resistir ao domínio republicano de cariz anticlerical. Depois de, em 1922, a banda ter participado num funeral civil foi excomungada pelo bispo de Coimbra e durante anos muitas peripécias ocorreram. Um romance divertido, de um autor com vários livros premiados.

A Banda Que Tocou fora da Graça de Deus

A Banda Que Tocou fora da Graça de Deus

Daniel Canas, trompa, de Oliveira do Bairro
Músicos do Concelho de Oliveira do Bairro

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Bigband da Bairrada
  • Daniel Canas (trompa)
  • Luís Granjo (trompete, 1977)
  • M’RALD (banda)
  • Mafalda Carvalho (flauta transversal, 1991)
  • Vasco Miranda (pianista e compositor)
Mafalda Carvalho

Nascida a 11 de julho de 1991 no Troviscal – Oliveira do Bairro, Mafalda Carvalho é Primeira Flauta na Orquestra Clássica do Centro, membro do Ensemble DME, professora no Conservatório de Música de Seia – Collegium Musicum e na Academia Artística do Município de Tábua.

Na sua atividade enquanto músico de orquestra, exerceu funções de Piccolo, Secção e Assistente de Principal na Orquestra Filarmónica de Jalisco, no México de Setembro de 2017 a julho de 2019 e foi Flauta Principal da Orquestra Clássica da Madeira na temporada de 2016/2017. Foi flautista da Fundação Orquestra Estúdio – Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura e colabora regularmente com a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Gulbenkian e Orquestra Sinfónica da Galiza.

Foi-lhe conferido pela Universidade de Aveiro o Grau de Mestre em Ensino de Música, na classe de Jorge Salgado Correia e pela Escola Superior e Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) o Grau de Mestre em Interpretação Artística em Flauta Transversal da classe de Ana Raquel Lima. Estudos prévios incluem a Licenciatura na ESMAE.

Mafalda Carvalho iniciou os estudos musicais na Escola de Música da União Filarmónica do Troviscal aos seis anos e ingressou no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian em 2000 tendo como docentes de flauta a professora Florbela Gonçalves, José Abreu e Ana Maria Ribeiro. Acabou os estudos de Flauta Transversal nesta instituição com a mais elevada classificação.

Dos prémios que recebeu destacam-se o 1º lugar no Prémio Jovens Músicos de 2016 no nível superior, o Primeiro Prémio na II Edição do Concurso Internacional José Massarrão em 2019 no escalão superior, o Segundo lugar no II Concurso de Internacional de Interpretação EMSCAN/ Lisboa Incomum 2019, o Segundo lugar o Prémio de Interpretação Frederico de Freitas em 2016, o Prémio Honorífico David Russel para Jovens Talentos em Vigo no ano de 2008, o 1º lugar no concurso de La Salette, Oliveira de Azeméis, em 2010, 1º lugar no concurso Paços Premium 2010 e 3º lugar no Prémio Jovens Músicos, nível superior em 2010, 1º lugar Concurso Albertino Lucas – Fafe em 2010 e Menção Honrosa no Prémio Helena Sá e Costa em 2011, 2º lugar no I Concurso Internacional Terras de La Salette em 2012, 1º lugar no Concurso Internacional Terras de La Salette em 2013. Prémio atribuído pelo Rotary Club Veloso &Troca, Lda. por ter sido uma dos três melhores alunos da ESMAE no ano letivo de 2011/2012, para além de prémios com os seus grupos de música de câmara.

Enquanto solista, tocou com a Orquestra Filarmonia das Beiras em 2019, com a Orquestra de Câmara de Colónia em 2017, com a Orquestra de Sopros da Universidade de Aveiro em 2017, com Orquestra Gulbenkian no Festival Jovens Músicos em 2016, com Orquestra Metropolitana de Lisboa na final do Concurso “Jovens flautistas 2012”, Orquestra Sinfonieta da ESMAE também em 2012 e com a Orquestra Clássica da Madeira em 2011.

Foi membro do Quinteto Iberoamerico de Sopros, do Ensemble de Flautas Éolia, do Trio Densité (flauta, clarinete e piano) e do Trio Cadenza (flauta, violoncelo e piano).

Daniel Canas

Daniel Canas, trompa, de Oliveira do Bairro

Daniel Canas, trompa, de Oliveira do Bairro

OUTRAS MÚSICAS

M’RALD

M’RALD, de Oliveira do Bairro

M’RALD, de Oliveira do Bairro

Grupo Raízes da Nossa Terra

Grupo Raízes da Nossa Terra, Oliveira do Bairro

Grupo Raízes da Nossa Terra, Oliveira do Bairro

Orfeão de Bustos

Orfeão de Bustos, Oliveira do Bairro

Orfeão de Bustos, Oliveira do Bairro

Igreja Matriz de Oliveira do Bairro
Órgãos de tubos do concelho de Oliveira do Bairro [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de Oliveira do Bairro

Igreja Matriz de Oliveira do Bairro

Igreja Matriz de Oliveira do Bairro

A construção da Igreja Matriz de Oliveira do Bairro remonta ao século XVII, à exceção da fachada e da torre que são do final do século XIX. No interior destaca-se o barroco dos seus retábulos de madeira em talha dourada e algumas das imagens, S. Miguel Arcanjo, a Virgem do Rosário com o Menino, a Virgem da Assunção e S. Sebastião. Possui também alguns lanços de talha e relevos magníficos.

A Igreja Paroquial de São Miguel de Oliveira do Bairro possui um órgão de tubos da autoria de António Simões, construído em 1989 e aumentado pelo organeiro em 2017.

Montra do órgão

Órgão da Igreja Matriz de Oliveira do Bairro

Órgão da Igreja Matriz de Oliveira do Bairro

Em 2017, depois de um interregno de 4 anos, devido a obras realizadas na Igreja de Oliveira do Bairro e que obrigaram ao seu encerramento temporário, ficaram concluídos em 2017 os trabalhos de ampliação e beneficiação do órgão de tubos da Igreja. O concerto inaugural foi agendada para 29 de setembro de 2017 (Dia de S. Miguel, Padroeiro da Paróquia de Oliveira do Bairro). A inauguração estaria a cargo de António Duarte, organista titular da Patriarcal e professor de Órgão do Conservatório Nacional de Lisboa.