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Estunina - Tuna Feminina da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital
Tunas e estudantinas de Oliveira do Hospital

História, grupos e atividades tunísticas no Concelho

  • Estunina – Tuna Feminina da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital
  • Estotuna D’Espital – Tuna Masculina da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital
Estunina

Tuna Feminina da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital

Correio eletrónico: bdsb1989@gmail.com

Estunina - Tuna Feminina da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital

Estunina – Tuna Feminina da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital

Estotuna D’Espital

Tuna Masculina da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital

Tlm. (+00 351) 935 915 865
Correio eletrónico: estotunadespital@outlook.pt

Foi em 2003 que nasceu a Estotuna D’Espital, fruto do desejo de cerca de 10 estudantes que sentiam necessidade de iniciar, numa escola recente e onde não havia ainda atividade tunante, uma tuna onde pudessem exprimir o seu espírito trovadoresco e conviver de forma mais regular. A data oficial ficaria assinalada em 21 de janeiro de 2004.

Tem como inspiração a bela cidade de Oliveira do Hospital, aos pés da Serra da Estrela. Pauta as suas presenças pela alegria, camaradagem, folia, boémia, espirito académico, amizade, prazer pela música e tradição que transmite, também pelo peso de pertencer ao Instituto Politécnico de Coimbra.

Com esta atitude que temos percorrido Portugal. Participou em diversos festivais e apresentou-se por duas vezes nos Açores e no programa da RTP “Praça da Alegria”.

Ainda com poucos anos de existência, a Estotuna tem já vários originais. Organizou já por três vezes o seu festival de tunas intitulado “Ulveira D’Espital” e tem como objetivo gravar um CD que perpetue a sua existência.

Estotuna D’Espital - Tuna Masculina da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital

Estotuna D’Espital – Tuna Masculina da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital

Festivais de Tunas
  • fesTA.coh
  • Ulveira D’Espital
fesTA.coh

A Junta de Freguesia de Oliveira do Hospital e S. Paio de Gramaços, promoveu no dia 29 de abril, a “VI fesTA.coh – Festival de Tunas Académicas cidade Oliveira do Hospital”, no Auditório da Casa da Cultura “César Oliveira”.

Na sexta edição, o Festival é dedicado às tunas femininas contando com a participação da Egitúnica – Tuna Feminina do Instituto Politécnico da Guarda; Estudantina Feminina de Coimbra; T.F.I.P.C.A. – Tuna Feminina do Instituto Politécnico do Cávado e Ave – Barcelos, e T.F.M.U.C. – Tuna Feminina de Medicina da Universidade de Coimbra.

O Festival conta com oito prémios obrigatórios a concurso: cinco coletivos, “Melhor Tuna”, “Tuna Mais Tuna”, “Melhor Serenata”, “Melhor Instrumental” e “Melhor Passe Calles”, e três individuais: “Melhor Solista”, “Melhor Pandeireta” e “Melhor Porta-Estandarde”. Haverá ainda mais um prémio coletivo de participação facultativa, denominado “Catraia de São Paio Capital do Cobre e Latão”, a atribuir ao “Melhor Original”.

Extraconcurso, e como anfitriãs, subiriam a palco a Estunina e a Estotuna D’Espital, respetivamente tunas feminina e masculina da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital.

O “Passe Calles” teve paragem em oito pontos de restauração da cidade, onde as tunas a concurso seriam avaliadas pela sua animação.

Sendo o “fesTA.coh” um espetáculo com entrada livre, a receita do bar reverteria para a Escolinha de Bombeiros dos B.V.O.H. Com este “evento cultural e lúdico”, a Junta de Freguesia pretendeu contribuir para a promoção da E.S.T.G.O.H. enquanto instituição pública de ensino superior do concelho e região do interior do país, assim como, para um maior envolvimento social da comunidade local com os seus estudantes.

Fonte: Rádio Boa Nova

Ohphicina das Artes - Associação Cultural de Oliveira do Hospital
Escolas de Música em Oliveira do Hospital

Estabelecimentos do ensino de música no Concelho.

Escola de Música do Clube de Caça e Pesca de Oliveira do Hospital

R. Des. A. Vasconcelos
3400-066 Oliveira do Hospital
Tel. (+00 351) 238 084 977
Sítio: www.ccpoh.com
Correio eletrónico: geral@ccpoh.com

Ohphicina das Artes – Associação Cultural de Oliveira do Hospital

R. Colégio, 5
3400-105 Oliveira do Hospital
Tel. (+00 351) 238 691 336
Sítio: ohphicina.pt
Correio eletrónico:  ohphicinadasartes@gmail.com

Ohphicina das Artes - Associação Cultural de Oliveira do Hospital

Ohphicina das Artes – Associação Cultural de Oliveira do Hospital

Pedro Seabra – Atelier de Música

Rua Braz Garcia de Mascarenhas, 3
3400-088 Oliveira do Hospital
Tlm. (+00 351) 962 821 124
Correio eletrónico: ptpseabra@gmail.com

Pedro Seabra - Atelier de Música

Pedro Seabra – Atelier de Música

Sede do Coral de Sant’Ana e Orquestra Cultus Musicae

R. Prof. Dr. Antunes Varela, 7
3400-133 Oliveira do Hospital

Grupo de Cavaquinhos do Clube Caça e Pesca de Oliveira do Hospital
Oliveira do Hospital e os seus cavaquinhos

Grupos de cavaquinhos, festivais, encontros e outros eventos

Grupo de Cavaquinhos do Clube Caça e Pesca de Oliveira do Hospital

O grupo de Cavaquinhos do Clube de Caça e Pesca de Oliveira do Hospital nasceu em 2007 com um projeto da Escola de Música da coletividade. Conta com cerca de 20 elementos permanentes e dedica-se à divulgação do cavaquinho, instrumento musical tipicamente português, tendo como particularidade o facto de não integrar qualquer outro instrumento musical.

O seu reportório, que tem vindo a ser alargado ano após ano, integra essencialmente musica tradicional portuguesa.

Do seu historial constam, anualmente, inúmeras atuações no Concelho de Oliveira do Hospital. Alargou a sua divulgação várias localidades do País (Arganil, Seia, Tábua, Soure, Cantanhede, Alcáçovas, Caramulo, Mangualde, Castelo Branco, entre outras.)

Rua Dr. César de Oliveira, 3, Apar. 89
3400 – 134 Oliveira do Hospital
Tel. (+00 351) 238 084 977
Tlm. (+00 351) 912 090 578 / 914 197 067
Correio eletrónico:  geral@ccpoh.com

Grupo de Cavaquinhos do Clube Caça e Pesca de Oliveira do Hospital

Grupo de Cavaquinhos do Clube Caça e Pesca de Oliveira do Hospital

Grupo de Cavaquinhos do Clube Caça e Pesca de Oliveira do Hospital

Grupo de Cavaquinhos do Clube Caça e Pesca de Oliveira do Hospital

Grupo de Concertinas Os Oliveirenses & Amigos
Grupos de Concertinas de Oliveira do Hospital

Agrupamentos instrumentais do Concelho

Concertinas Raízes da Beira

O grupo Concertinas Raízes da Beira foi criado em 2009.

Concertinas Raízes da Beira

Concertinas Raízes da Beira

Grupo de Concertinas Os Oliveirenses & Amigos

Associação Cultural “Os Oliveirenses e Amigos de Oliveira do Hospital”
Rua do Colégio, n.º 10 C/V Esq.
3400-105 OHP
Tlm. (+00 351) 962 767 687
Correio eletrónico:  oliveirenseseamigos@gmail.com

Grupo de Concertinas Os Oliveirenses & Amigos

Grupo de Concertinas Os Oliveirenses & Amigos

Grupo de Concertinas Estica o Fole

ACRLB – Associação Cultural e Recreativa de Lagares da Beira
Tlm. (+00 351) 922 011 370
Correio eletrónico: ranchofolclorico_acrlb@hotmail.com

Grupo de Concertinas “Montes Hermínios”

Quinta da Conchada, Vilela
3400-504 Nogueira do Cravo
Correio eletrónico:  gcmontesherminios@hotmail.com

Grupo de Concertinas Seixos do Mondego

Tlm. (+00 351) 965 047 662
Correio eletrónico: acf_seixodabeira@hotmail.com

Grupo de Concertinas “Sons da Serra”

O Grupo de Concertinas Sons da Serra está inserido na Associação Cultural e Recreativa “Os Amigos das Concertinas Sons da Serra”, com sede em Cabeçadas – Lourosa, concelho de Oliveira do Hospital. É formado por 11 elementos de várias idades que partilham o mesmo gosto musical numa forma de manter a cultura musical inerente às raízes portuguesas. Com dois CD lançados, leva a sua música a todo o país.

Lugar de Cabeçadas
Estrada Principal, 31
Cabeçadas
3400-401 Lourosa
Correio eletrónico:  concertinas.sons.serra@gmail.com

Grupo de Concertinas “Sons e Tradições do Alva”

Rua do Cabo da Vila, 6
3400-552 Penalva de Alva
Correio eletrónico:  sonsetradicoesdoalva@gmail.com

Grupo de Bombos Pedra e Racha
Grupos de Bombos de Oliveira do Hospital

Bombos, Zés Pereira, grupos e eventos de percussão tradicional no Concelho

Os toques dos bombos são bastante simples sendo ensaiados previamente por cada grupo e tendo na sua força grave e sincopada o maior atrativo.

(Binaural – Associação Cultural de Nodar)

  • Açor Tambor – Trio de Percussão Tradicional da Serra do Açor
  • Grupo de Bombos Pedra e Racha (Nogueira do Cravo)
Açor Tambor

Açor Tambor – Trio de Percussão Tradicional da Serra do Açor é um projeto de percussão tradicional, composto por Luís Antero, Isaac Gonçalves e Samuel Gonçalves, pai e filhos, que combina a percussão tradicional (tambores/bombos) com o cancioneiro de raiz popular e as paisagens sonoras da(s) serra(s).  O sentido de pertença a um território, mais do que a um lugar, marca muito da sua forma e maneira de estar.

O Açor Tambor faz uso das paisagens e marcos sonoros da Serra do Açor (oralidade, património acústico religioso, pastorícia, agricultura…), misturando-as com percussão tradicional. O cancioneiro tradicional da Serra do Açor e Serra da Estrela, principalmente, mas também da Beira Baixa e Trás-os-Montes, fazem parte do seu repertório.

Grupo de Bombos Pedra e Racha

O Grupo de Bombos Pedra e Racha foi constituído em 2005, embora o seu registo apenas se tenha realizado em 2009. Teve a sua génese por motivação, essencialmente, de uma família, que através do seu gosto pelos instrumentos de pele decidiram juntar outras pessoas culminando o seu esforço no alargado grupo que hoje se apresenta. Com o intuito de divulgação da sua cultura e das suas gentes, o grupo sai da “região dos arguinas” para todo o país.

Rua do Salgueiro, 10
3400-483 Nogueira do Cravo OHP
Tlm. (+00 351) 962 775 954 / 938 801 803
Correio eletrónico: bombospedraeracha@gmail.com

Grupo de Bombos Pedra e Racha

Grupo de Bombos Pedra e Racha

Folclore em Oliveira do Hospital

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Beira Litoral (Pinhal Interior Norte)
  • Distrito: Coimbra
  • Concelho: Oliveira do Hospital

07 grupos

  • Grupo Folclórico da Associação Cultural da Freguesia de Seixo da Beira
  • Rancho Folclórico “As Camponesas do Alva”
  • Rancho Folclórico de Santo António do Alva
  • Rancho Folclórico e Cultural de Lagares da Beira
  • Rancho Folclórico “Estrelas da Manhã”
  • Rancho Folclórico Rosas de Vila Franca
  • Rancho Folclórico Sampaense
Grupo Folclórico da Associação Cultural da Freguesia de Seixo da Beira

A Associação Cultural da Freguesia de Seixo da Beira foi fundada em 1981. Tem como objetivo a promoção cultural dos seus associados e a recolha e divulgação do património artístico, cultural e etnográfico da freguesia de Seixo da Beira. Com a finalidade de defender o património cultural da freguesia, o Rancho Folclórico e iniciou a recolha de usos e costumes de todos os lugares da freguesia não apenas nos versos, nas músicas, nas coreografias, mas também nos seus trajes que são, essencialmente, dos finais do século XIX início do século XX. Na confeção dos diversos trajes foram utilizados, entre outros, o serrubeco, a saragoça, a chita, a gorgorina, o riscado e o merino.

O rancho tem participado em festas e festivais de Norte a Sul de Portugal e em Espanha. Com o objetivo da promoção cultural dos seus associados, foi implementada uma escola de música e organizado um grupo de teatro.

Morada
Rua dos Combatentes Grande Guerra, nº4
3405 – 446 Seixo da Beira

Associação Cultural e Recreativa de Lagares da Beira

Com o objetivo de alegrar as festas de Carnaval em Lagares da Beira e nas localidades circunvizinhas, alguns lagarenses fundaram, em 1978, um grupo com o nome Rancho da Mocidade Recreativa. Foi constituído em 1980, sob a designação Associação Cultural e Recreativa de Lagares da Beira. A esta associação pertence um rancho folclórico desde a sua constituição e uma escola de música desde 1992.

Como principais iniciativas tem a Festa do S. João e suas Marchas Populares, um Festival de Folclore, a Desfolhada e a Festa da Castanha, pelo S. Martinho. Participa, ao longo do ano, em diversos festivais e festas para as quais é convidado. O rancho apresenta-se em trajes regionais alusivos a diversas atividades que se exerciam e ainda se exercem em Lagares da Beira, como o camponês, os ceifeiros, o pastor, o pedreiro, a lavadeira, o padeiro, os noivos e a gente fina.

A tocata do rancho é composta por acordeão, concertina, bandolim, bombo, ferrinhos, pandeireta e reco-reco.

Nas danças, cantam-se entre outras: “Priminha vamos à monda”, “Vira dos quatro”, “Doba dobadoura” ou “Meninas ao meio”.

Morada
Rua Dr. Francisco Borges Mendes Cruz, nr.1
3405- 193 Lagares da Beira

Associação Progressiva Santo António do Alva

Fundado em 1978, por altura do Carnaval, inicialmente com a designação Rancho Folclórico Princesas do Alva, foi oficializado sob o nome Rancho Folclórico de Santo António do Alva, em 1982. Em 1987 foi integrado no Departamento Cultural da Associação Progressiva de Santo António do Alva . Em 1996 foi inscrito no Departamento de Etnografia do Inatel – Coimbra.

Os jovens e adultos que constituem o rancho têm particular interesse na recolha de cantares tradicionais, música e danças, utilizadas pelo seu povo. Até os trajes, essencialmente pobres, de cores pálidas, eram de rara beleza, sobressaindo um ou outro ao domingar. Por condição, todos estes trajes eram confecionados com tecidos da época: surrubeco, brocado, cotim, agrim, riscado, chita, linho, estopa, gorgorina, entre outros. As chinelas, as tamancas, os tamancos abertos e fechados e as botas de atanado constituíam o calçado do dia-a-dia na aldeia.

O rancho organiza, anualmente, o seu festival de folclore, sob a designação “Festa do Folclore”.

Morada
Rua da Capela, 1
Santo António do Alva
3400 – 576 Santo António do Alva

Rancho Folclórico As Camponesas do Alva

Supõe-se que foi o primeiro Rancho Folclórico devidamente organizado que apareceu na região. Fundado pelo médico local Dr. Vasco de Campos e pelo funcionário de finanças Sr. Ernesto Caetano Abranches fez a sua estreia em público nas célebres festas de S. Pedro a 29 de Junho de 1936. Com as suas danças e cantares, o Rancho faz reviver os costumes das gentes da lavoura que, quando regressavam dos campos depois de um dia de trabalho, cantavam alegremente.

Aquando da sua fundação os trajos das “Camponesas do Alva” eram uniformes, as mulheres vestiam saias verdes, com barra de cetim preta e avental, as blusas eram brancas debruadas a espiguilha vermelha e xaile. Usavam lenço de caxemira e chapéu de palha de aba larga calçavam meias de algodão arrendadas e chinelas pretas. A pandeireta com muitas fitas de várias cores era o adereço que as mulheres usavam para darem mais brilho e cor nas suas atuações.

Os homens vestiam calças de sarja, camisas brancas e o lenço vermelho ao pescoço. Usavam chapéu preto de aba, facha azul à cintura e calçavam botas. Hoje, são essencialmente trajos de trabalho, retratando a imagem de um povo rural.

No dia 24 de Julho de 1989, o Rancho efetuou o seu primeiro Festival Nacional de Folclore de Avô, uma iniciativa que se tem mantido desde essa altura.

Em 2007 torna-se sócio aderente da Federação do Folclore Português, sendo já efetivo.

Em 2009 tornou-se sócio do INATEL.

Fez a sua primeira estreia em público nas festas de S. Pedro, na Vila de Avô, em 1936.Tanto naquele tempo como nos dias de hoje, o Rancho Folclórico, com as suas danças e cantares, faz reviver os costumes das gentes da lavoura que, quando regressavam dos campos depois de um dia de trabalho, cantavam alegremente. Uma das quadras do seu Hino transmite esse sentir:

Cantai a vossa canção
Cantai, cantai dia a dia
Que sabe melhor o pão
Criado com alegria.

Dessas danças e cantares algumas ficaram na memória passando de geração em geração, e hoje fazem parte do repertório de Rancho.

Os trajes usados são representativos dos usados nos trabalhos da época: agricultores, pescadores e resineiros. Avô sempre foi terra de fidalgos e também os trajes dessas famílias aparecem representados no Rancho.

O Grupo tem participado em inúmeras festas, romarias e festivais nacionais de folclore por todo o País. Conta com algumas deslocações ao estrangeiro nomeadamente: Espanha, França, Alemanha, Luxemburgo, Bélgica e Dinamarca.

Desde 1989 que realiza anualmente o seu Festival de Folclore e organiza, de há uns anos a esta parte, a Feira de Fim de Século XIX e o Encontro de Cantares Natalícios na Igreja Matriz de Avô.

É Membro Efetivo da AFERM (Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego) e Sócio do INATEL. Tornou-se Membro Efetivo da Federação do Folclore Português em 2009.

Morada
Centro Cultural Dr. Vasco de Campos
3400-362 Avô

Rancho Folclórico Cultural de Lagares da Beira

Em 1981, um grupo de lagarenses resolveram retomar a tradição das marchas de S. João, formando o Rancho da Mocidade e Recreativa de Lagares da Beira. Em 1982, já com o nome de Rancho Folclórico e Cultural de Lagares da Beira, organizou o seu 1º Festival Nacional de Folclore. Em 1985 constituiu-se como Rancho Folclórico e Cultural de Lagares da Beira.

Implantado na encosta da Serra da Estrela, representa: o Pastor, o Lagareiro, o Pedreiro, o Domingueiro, os Noivos, as Doceiras, o Lavrador, o Agueiro, o Moleiro, entre outros.

Rancho Folclórico Cultural de Lagares da Beira

Rancho Folclórico Cultural de Lagares da Beira

Morada
Rua Dr. Francisco Borges Mendes Cruz
3400 – 193 Lagares da Beira

Rancho Folclórico “Estrelas da Manhã”

Andorinha é uma pequena aldeia situada entre a Serra da Estrela e a Serra do Caramulo, pertencente ao Concelho de Oliveira do Hospital e Freguesia de Travanca de Lagos. Antigamente vivia do trabalho de campo. O gado que criavam e os produtos que a terra produzia, tais como, o centeio, a cevada, o milho, a batata e o feijão, entre outros, permitiam às famílias a sua sobrevivência.

No ano de 1997, em brincadeiras carnavalescas surgiu a ideia de formar um pequeno rancho com os jovens da terra de Andorinha para desfilar apenas no dia de Carnaval. Assim surgiu em 1997 o Rancho Folclórico Estrelas da Manhã, cujo nome deriva de um rancho do ano de 1953.

Este Rancho tenta preservar os costumes dos antepassados, sendo as músicas e danças recolhidas entre as pessoas idosas da nossa aldeia. Os trajes representam as várias atividades que nesse tempo existiam, como os romeiros, os canastreiros, os apanhadores de azeitona, os vindimadores, os pedreiros, entre outros.

Morada
Largo José Pais – Liga de Melhoramentos Andorinha
3405 – 485 Travanca de Lagos

Rancho Folclórico Rosas de Vila Franca

Vila Franca da Beira situa-se na zona da Cordinha, concelho de Oliveira do Hospital, distrito de Coimbra, embora se encontre na linha de transição entre a Beira Alta e a Beira Litoral. O rancho foi fundado em 1986, pela D. Miquelina Dinis que, de porta em porta, pedia aos miúdos e a músicos para dançarem e cantarem no projeto do rancho folclórico que pretendia formar. Surgiu assim o Rancho Infantil e Juvenil Rosas de Vila Franca da Beira, que durante alguns anos enfrentou várias dificuldades de nível financeiro e logístico.
Só a perseverança e empenho dos colaboradores em não deixar esquecer os usos e costumes da região, fez com que este rancho tivesse continuidade, estando hoje em pleno funcionamento.

Em 1991 organizou o seu 1º Encontro de Folclore e em 1992 o 1º Festival de Folclore, em Vila Franca da Beira.

Evoca e homenageia as diferentes classes sociais e as principais profissões, intimamente ligadas ao clima e geografia da região, nomeadamente: os noivos, os domingueiros e romeiros, fidalgos, tanoeiro, pastores, a queijeira, esposa do pastor, o tecelão e tecedeira, a ceifeira, o aguadeiro ou o resineiro, entre tantos outros.

Nas coreografias contam-se, sobretudo, danças de roda, o “Vira da Cordinha” e “O Pastor”, modas típicas da região.

Ao longo destes anos, o rancho tem participado em inúmeros encontros e festivais de folclore de norte a sul do país, tendo-se deslocado também à Alemanha.

As instalações da União Desportiva e Tuna Vilafranquense são a sede do rancho, que conta com cerca de 35 elementos, com idades entre os 12 e os 75 anos.

Morada
Rua da União, nº. 25
3405 – 625 Vila Franca da Beira

Rancho Folclórico Sampaense

O Rancho Folclórico Sampaense foi fundado em 1976, tendo sido a primeira atuação pública a 14 de Agosto de 1977. Está integrado na Sociedade Recreativa Lealdade Sampaense.

A Beira Alta é das regiões portuguesas com manifestações etnográficas e folclóricas bem diferentes e definidas. Enquanto no vale ou planalto as danças e trajes tocam a essência senhorial, a parte serrana ou pastoril mostra-nos toda a crueza da vida dura da serra. É essa mensagem das gentes habituadas a galgar ladeiras e barrancos que o Rancho Folclórico Sampaense apresenta.

Os seus trajes incluem o dos Mordomos, Romeiros, Pastores, Doceira, Senhora Antiga, Domingueiro, Noivos, Canastreiro e Cesteira, fato de trabalho, Varejadora/Apanhadeira da Azeitona e Pedreiro.

O povo dedicava-se sobretudo ao fabrico artesanal do Queijo Serra da Estrela e aos trabalhos agrícolas, pois o solo apesar de montanhoso, é muito fértil.

Rancho Folclórico Sampaense

Rancho Folclórico Sampaense

O trabalho de pesquisa e recolha de motivos etnográficos relacionados com o folclore prossegue ininterruptamente, sendo numerosas as peças já reunidas, especialmente no que toca a usos e costumes, trajes e utensílios.

Morada
Pavilhão Serafim Marques
Rua Alexandre Rodrigues, n.º6
3400 – 703 – S. Paio de Gramaços

Associação Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez
Filarmónicas de Oliveira do Hospital

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Associação Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez

Fundada em 1856, a Associação Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez é umas das associações mais antigas do Concelho de Oliveira do Hospital. Conta com uma escola de música com dois pólos (Aldeia das Dez e Chão Sobral) e 34 executantes com idades entre os 9 e os 77 anos para alem de um Maestro a tempo inteiro, João Seiroco.

A Filarmónica Fidelidade é a maior atração cultural da Freguesia de Aldeia das Dez e uma das mais representativas do Concelho de Oliveira do Hospital. A Filarmónica comemora a sua existência em 15 Setembro, simultaneamente com os Festejos de Nossa Senhora das Dores a padroeira da Filarmónica.

Associação Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez

Associação Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez

Fátima Santos, acordeonista, de Oliveira do Hospital
Músicos naturais do Concelho de Oliveira do Hospital

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Fátima Santos (acordeonista)
  • Venceslau Pinto (compositor, 1883-1973)

Fátima Santos

Fátima Santos, acordeonista, de Oliveira do Hospital

Fátima Santos, acordeonista, de Oliveira do Hospital

Venceslau Pinto

Venceslau Pinto, compositor, de Oliveira do Hospital

Venceslau Pinto, compositor, de Oliveira do Hospital

Venceslau Pinto

Venceslau Pinto foi um compositor sobretudo de teatro, maestro e professor. Nasceu em Oliveira do Hospital em 1883 e morreu  em Lisboa, 1973. Educado na Casa Pia, tornou-se maestro e compositor com o curso de Contraponto, Composição e de Oboé do Conservatório Nacional, escola onde foi também professor de Composição de 1919 a 1953. Também foi docente da Sociedade de Concertos e Escola de Música, na Rua do Alecrim nº 17, como se pode ver na publicidade da época.

Fez parte da primeira equipa escolar de futebol da Casa Pia e começou a sua carreira musical como primeiro-oboísta nas orquestras de Lambertini, Pedro Blanch, Viana da Mota e David de Sousa, tendo sido um dos sócios fundadores da Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses (SECTP) em 1925, estrutura presidida por Júlio Dantas.

Ao longo da sua carreira teve a função de diretor musical de várias companhias teatrais (como as de Taveira, de Luís Galhardo, de Estêvão Amarante ou de Armando de Vasconcelos), assim como regeu a Orquestra Sinfónica Popular da Emissora Nacional. Venceslau Pinto compôs sinfonias, quartetos, canções para piano e canto, o quadro sinfónico Fandango, o poema sinfónico 1140 ou o auto Nun’Álvares, bem como inúmeras operetas de que se destacam Pérola Negra (1922), Poço do Bispo, Onze Mil Virgens, Flor do Bairro ou El-Rei Soviet. Também musicou comédias e teatro de revista e ainda escreveu música para os seguintes filmes: Mademoiselle Écran (1919), A Revolução de Maio (1937), Viagem de Sua Excelência o Presidente da República a Angola (1939), Feitiço do Império (1940) com Jaime Silva Filho e algumas canções para Rapsódia Portuguesa (1959).

No fado, ainda hoje se recordam êxitos seus, em conjunto com Raúl Portela e Alves Coelho, concebidos para o teatro, como o Fado do Bairro Alto e o Fado das Iscas (1927), criados para a opereta Bairro Alto. Para o Parque Mayer produziu o Fado Culinário, tema de autoria partilhada com Álvaro Santos, António Lopes, Lopo Lauer, Gustavo Matos Sequeira e Lino Ferreira. Venceslau Pinto concebeu ainda três fados que foram grandes sucessos: o Fado Ganga – que esteve proibido de passar na Emissora Nacional -, o Fado Maioral e o Fado Pão de Ló para o vaudeville homónimo.

Colaborou com a Câmara Municipal de Lisboa, particularmente nos anos de 1961 e 1962, em que a edilidade lhe comprou a partitura O Aqueduto das Águas Livres e outros temas relacionados com a cidade e Venceslau Pinto regeu alguns concertos da Orquestra Filarmónica de Lisboa, no Pavilhão dos Desportos.

Venceslau Pinto está, desde 2008, como topónimo da Rua que liga a Rua Maluda à Rua Barata Feyo, na freguesia de Santa Clara, em Lisboa, numa zona em que a toponímia comporta nomes de figuras de diversas artes. A sugestão partiu de António Valdemar, enquanto membro da Comissão Municipal de Toponímia de Lisboa, considerando ser «figura de Lisboa que merece ser assinalada na toponímia da cidade». A concretização nasceu da publicação do Edital Municipal de 3 de julho de 2008 na Rua 5 (projetada ao Bairro das Galinheiras), o mesmo que colocou o guitarrista Jaime Santos na Rua 4 e o maestro Carlos Rocha na Rua 6. Cerca de um ano e 3 meses antes, por Edital de 27 de abril de 2007, já haviam sido dados neste bairro os nomes da fadista Berta Cardoso (à Rua 3), do escultor Barata Feyo (Rua 2) e da pintora Maluda (Rua 1).

Fonte: Toponímia de Lisboa