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Nome Novo, Sinfonia nº. 6 de Jorge Salgueiro
Música dedicada a Palmela

O Nome Novo

É Palmela o Nome Novo.
Podia ser Mar,
Pinhal ou Anjo;
Fraternidade, Liberdade, Chuva, Sol ou Beijo.
Nos seus dedos nasceu a música.
Do pó das terras jorrou o vinho.
As serras pariram ovelhas,
o céu um castelo
e o pintor as maçãs.
Máquinas de ferro voam do Pinhal ao firmamento.
Nascem naves novas nas nascentes digitais do Anjo.
Vamos partir
Rumo ao futuro
A nave é
Palmela.

Nome Novo, Sinfonia nº. 6 de Jorge Salgueiro

Nome Novo, Sinfonia nº. 6 de Jorge Salgueiro

Em Palmela, a cultura, e em particular a música, é parte significativa da estratégia do município para o desenvolvimento sustentável do território.

O Município entende a música como lugar de encontro, fator de diferenciação e de afirmação das identidades culturais vigentes. É pela diversidade de expressões musicais e pela dimensão que o ensino e a prática da música têm neste território, que se afina, mas é também na música que encontra a substância que lhe permite criar percursos, gerar relações e caminhar.

Os recursos culturais, como a música, são elementos distintivos numa cidade: qualificam-na, geram emprego, reforçam a cidadania e a coesão social, (re)afirmam as identidades coletivas.

A criatividade, internacionalmente reconhecida como alavanca essencial para o desenvolvimento urbano sustentável, a par com a inovação e com o conhecimento, é um fator de desenvolvimento sustentável no território, que está presente na estratégia de desenvolvimento do município ao longo das últimas décadas. A música tem no território de Palmela um fantástico ecossistema, que tem gerado gerações de músicos. É um concelho com 62.000 habitantes e com 4 filarmónicas centenárias, o que atesta a vocação musical da nossa população, que não se fica pela filarmonia. São muitos os agrupamentos musicais e associações que fazem da música o seu dia-a-dia, do folclore ao jazz, da música popular à mais erudita.

As escolas de música mais informais, acompanham o notável trabalho desenvolvido pelas escolas das filarmónicas que culminam no conservatório regional, onde as aprendizagens se apuram sob a direção de especialistas dos vários instrumentos.

Em Palmela, o ensino da música é de tal forma transversal, que não se fica pelos tradicionais solfejos do ensino clássico e dá lugar às aprendizagens compassadas dos ritmos das percussões tradicionais, ou dos sons seculares das gaitas de fole. A música é razão e pretexto para encontros e festivais, complementa, ilustra e anima romarias e festas populares e cria momentos únicos quando se liga com os vinhos que também caracterizam esta terra.

Palmela é território onde habita o único Museu da Música Mecânica do país.

A cultura viva de Palmela é o seu ponto de equilíbrio. O seu trabalho é criar oportunidades para revelar, desenvolver e potenciar os talentos existentes. É este o desafio que persegue: potenciar a criatividade local, desenvolvendo o ambiente propício à transformação dessa criatividade em produtos culturais.

Fonte: C.M. Palmela

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo
Folclore em Palmela

Grupos etnográficos, tradições e atividades

  • Região: Estremadura – Estremadura Sul
  • Distrito: Setúbal
  • Concelho: Palmela

04 grupos

  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo
  • Grupo Folclórico Danças e Cânticos Olhos de Água
  • Rancho Folclórico Os Fazendeiros das Lagameças
  • Rancho Folclórico Os Rurais Lagoa da Palha e Arredores
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo foi fundado a 15 de dezembro de 1986, com crianças. Dois anos depois foi formado o rancho adulto. Teve entre os fundadores, José Pedro Mestre, músico da SFUA, Sociedade Filarmónica União Agrícola do Pinhal Novo, Rosa Ricardo, Deolinda Polido (ensaiadora, era nesses anos um dos elementos do Rancho Folclórico da Palhota e Venda do Alcaide), o pai Francisco Polido e a própria Elsa Pires, como acordeonista. Contaram posteriormente com o ensaiador Acácio Guerreiro, do Rancho das Praias do Sado. Nesses anos os ensaios realizavam-se na Casa do Povo.

CFCPPN

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo

O rancho tem uma sede e conta com apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia.  É membro da Federação do Folclore Português e sócio da Fundação INATEL. Desde 2019 é ensaiado por Chico da Cana e tem cerca de 35 elementos, divididos pelo grupo de dança, pela tocata (acordeão, bilha, cana, ferrinhos, matráculas e pinhas) e cantadores. Participa anualmente no Mercado Caramelo, em maio e nas Festas Populares de Pinhal Novo, organiza o Encontro de gaita de beiços, o Festival de Folclore (adulto) em Julho ao longo de três dias (sendo o festival ao sábado), organizando nesse âmbito no Polidesportivo de Pinhal Novo “noites de fado” ou “encontros de corais” e o Festival de Folclore Infantil. Com exceção dos convites feitos aos fadistas, em que têm despesas com o guitarrista e o “viola”, os grupos convidados participam nas iniciativas do Rancho em regime de permuta. Predominam os elementos femininos.

Grupo Folclórico Danças e Cânticos de Olhos de Água

O Grupo Folclórico Danças e Cânticos dos Olhos de Água foi fundado em 1983, tendo como objetivo a preservação dos usos e costumes desta região. Pertence a uma região bastante rica em usos e costumes e tradições dada a sua situação geográfica situada na planície do vale do Tejo, ao longo da Serra da Arrábida sendo Palmela sede de Concelho, Vila bastante antiga com tradições históricas, com o seu Castelo, e Chafariz de D. Maria os seus velhos Moinhos de vento, todos com mais de cem anos que se situam ao longo da Serra dos Barris.

Todas as músicas tocadas e cantadas pelo Grupo foram recolhidas através de um trabalho de pesquisa feito junto das pessoas mais idosas da região, que datam dos anos de 1910 a 1925. Considerando que a região é uma zona essencialmente agrícola, as suas danças e cantares eram executadas durante as plantações, ceifas, debulhas, vindimas e outras fainas agrícolas da região, bem como nos bailaricos e arraiais dos festejos da região, num raio de 15 Km.

O Grupo apresenta os seguintes trajes: domingueiro de festa, de rico, de Lavrador, Campino, e vários de trabalho, assim como o traje mais antigo desta região (O Fundador do Cirio dos Olhos de Água), que data de 1854. Apresenta como utensílios de trabalho uma pá da eira, malho, chicote e vara de Campino. É membro efetivo da Federação do Folclore Português.

GFDCOA

Grupo Folclórico Danças e Cânticos de Olhos de Água

Grupo Folclórico Danças e Cânticos de Olhos de Água

Rancho Folclórico Os Fazendeiros das Lagameças

RFFL

Rancho Folclórico Os Fazendeiros das Lagameças

Rancho Folclórico Os Fazendeiros das Lagameças

Rancho Folclórico Os Rurais Lagoa da Palha e Arredores

Rancho Folclórico Os Rurais Lagoa da Palha e Arredores

Rancho Folclórico Os Rurais Lagoa da Palha e Arredores

Rancho Folclórico Os Rurais Lagoa da Palha e Arredores

Museu da Música Mecânica
Museus de Música em Palmela

Espaços museológicos em torno da Música, no Concelho

Museu da Música Mecânica

O Museu da Música Mecânica, com a área de 1.020 m2, consiste numa caixa totalmente fechada, que estabelece certo paralelismo com uma caixa de música. O alçado principal apresenta uma concavidade que traz à memória as campânulas dos fonógrafos e dos gramofones e assinala a entrada do edifício. O visitante terá a oportunidade de entrar nessa grande “caixa de música”, viajar no tempo, explorar e ouvir com grande curiosidade centenas de instrumentos mecânicos, distribuídos por cinco galerias expositivas, dispostas em redor de um pátio central. Uma escadaria e o elevador conduzem-nos à sala documental, ao auditório com 70 lugares ou à sala multiusos.

MMM

Museu da Música Mecânica

Museu da Música Mecânica

Localizado em Palmela, o Museu da Música Mecânica é um projeto do arquiteto Miguel Marcelino. Foi inaugurado a 4 de outubro de 2016 e é um museu privado.

A Câmara Municipal de Palmela aprovou, por unanimidade, na reunião pública de 18 de janeiro de 2017, o Protocolo de Colaboração entre a autarquia e o Museu da Música Mecânica, com o objetivo de dinamizar o seu importante espólio junto da comunidade local e da região, nomeadamente, através de grupos organizados pelo Serviço Educativo do Museu Municipal, e das áreas do Turismo e da Intervenção Social.

Este protocolo reconhece o interesse público municipal do museu e estabelece as condições de acesso da comunidade ao referido equipamento cultural, nomeadamente, com ações didático-pedagógicas para o público escolar sem quaisquer custos para os visitantes ou acessos beneficiados, nomeadamente, no Dia Mundial da Criança e no Dia Internacional do Idoso, apesentando ainda descontos para os portadores do Cartão Municipal Idade Maior e do Palmela Tourist Card.

Inaugurado em outubro de 2016, o Museu da Música Mecânica – instalado em Arraiados, freguesia de Pinhal Novo – constitui a concretização de uma aspiração do seu proprietário, Luís Cangueiro, que remonta a 2005, quando o Município recebeu a exposição “Sons para ver, ouvir e sentir – instrumentos de música mecânica”, na Igreja de Santiago, Castelo de Palmela, iniciativa que constituiu um êxito.

Galeria Nascente

Museu da Música Mecânica, créditos P. Nunes

Museu da Música Mecânica, créditos P. Nunes

Galeria Sul

Museu da Música Mecânica, galeria Sul

Museu da Música Mecânica, galeria Sul

Auditório

Museu da Música Mecânica, auditório

Museu da Música Mecânica, auditório

Coreto da Sociedade Filarmónica União Agrícola de Pinhal Novo
Coretos de Palmela

Pinhal Novo

A primeira pedra, para o coreto, foi lançada a 10 de outubro de 1926, com projeto da autoria de Januário Melícias Corrêa. De formato octogonal, o coreto assenta numa plataforma de pedra lioz (calcário), com as faces almofadadas em mármore e acesso por uma escadaria dupla, cujo patamar apresenta na frente, gravada, a data inaugural «19-6-927». A proteção da escada e do recinto é feita por um gradeamento de ferro forjado que, no remate da escada, apresenta uma lira também em ferro.

Sociedade Filarmónica União Agrícola de Pinhal Novo

Sociedade Filarmónica União Agrícola de Pinhal Novo

Nos ângulos da plataforma, a estrutura é completada por oito colunas de ferro fundido, sobre as quais assenta a cobertura em forma de chapéu arqueado, rematada por uma grelha de ferro fundido com motivos neogóticos, e termina num vértice decorado com enrolamentos de ferro forjado.

A inauguração ocorreu na altura dos santos populares e mobilizou várias entidades e personalidades locais e da região. O imóvel foi apadrinhado pela Sociedade União Setubalense – sendo maestro Ariovisto José Valério -, e fez-se neste contexto uma das primeiras experiências de luz elétrica no concelho de Palmela, facto que suscitou grande curiosidade. Oficialmente, só se inaugurou a iluminação pública elétrica em Pinhal Novo em 1938.

Sociedade Filarmónica Humanitária
Filarmónicas de Palmela

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Sociedade Filarmónica União Agrícola de Pinhal Novo
  • Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”
  • Sociedade Filarmónica Humanitária
  • Sociedade de Instrução Musical da Quinta do Anjo
Sociedade Filarmónica União Agrícola de Pinhal Novo

A Sociedade Filarmónica União Agrícola de Pinhal Novo (S.F.U.A.) foi fundada a 6 de dezembro de 1896.Teve, como primeiro regente, o músico de Palmela Henrique Isidoro da Costa. Nessa época já existiam duas Bandas em Palmela e Moita. Não há documentos sobre a fundação, o que se deve a acontecimentos políticos, com mudanças, reparações e ampliações da sede ou, ainda, com cisões e desentendimentos que empobreceram os arquivos. Entre 1914 e 1917, a vida da coletividade se confunde com a de outra, chamada “Grupo Dramático 1º de Julho”, havendo mesmo um relato de uma fusão em 07/01/1917, de que teria resultado uma nova agremiação chamada “Grupo Dramático União Agrícola”.

Em 16/07/1922, foi estreado um estandarte onde aparece a designação “Sociedade União Agrícola”, designação que subsistiu durante algum tempo. Em 1923, realizou-se uma Assembleia Geral, onde ficam aprovados, provavelmente, os primeiros estatutos e onde surge já a atual denominação “Sociedade Filarmónica União Agrícola”. Os estatutos, ou melhor, esse Regulamento Geral – só seriam, no entanto, aprovados pelo Governo Civil de Lisboa, que na altura tinha autoridade sobre a região, em 1925. Em 1924 deu-se uma cisão de que resultaria uma nova coletividade, a “Sociedade Musical Capricho Popular Pinhalnovense”, que desapareceria poucos anos mais tarde.

Foi convidada pela Sociedade Filarmónica Estrela Moitense para abrilhantar uma corrida de touros em 1925. Consta-se que muitos dos primeiros executantes já seriam músicos experimentados nas bandas dos arredores, e que o seu primeiro Maestro vinha de Palmela a pé, para fazer os ensaios. Um testemunho curioso de um dos mais prestigiados membros da nossa coletividade, Benardino da Cruz Curado, falecido em 1982, garantia que o primeiro instrumental da Banda teria sido oferecido pelo Conde de Burnay a troco de apoio político em eleições que se teriam realizado.

A SFUA foi diplomada pela Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio em 1956, e condecorada com a medalha de prata por esta instituição. Foi ainda declarada instituição de utilidade pública. A Banda têm cerca de 47 elementos com idades entre os 12 e os 70 anos, sendo a maioria abaixo dos trinta. Para dar continuidade a esta Banda existe a Escola de Música com uma regularidade de 20 a 25 alunos, sendo administradas aulas por sete professores, incluindo o seu maestro. Com uma média de 20 a 30 serviços por ano, têm levado o nome da SFUA, da Freguesia do Pinhal Novo, do Concelho de Palmela, e de Portugal, a tantos e tantos locais do estrangeiro, Continente e Ilhas.

Em 1985, com o maestro Juvenal Loureiro Marques, conquistou o maior galardão do seu historial: o 1º lugar no concurso da EDP – Grupo B – Zona Sul. Entre as inúmeras atuações, regista-se, em 1979 em Ayamonte (Espanha) e, em 1999, uma digressão ao Açores. Foram seus maestros, (outros houve sem registo): Henrique Isidoro da Costa (principal organizador da Banda), Cipriano, António Maria de Almeida, Eugénio dos Santos Castro, Dias Montesinho, António Félix Cavaco, Pinto de Sousa, Juvenal Loureiro Marques, José Marquês, Manuel Pancão Cola. É seu maestro, desde 2018, Pedro Almeida.

Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”

A Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros” nasceu em 1852.  Os Loureiros têm-se apresentado na região e por todo o País e, por vezes, no estrangeiro (Espanha, França, Áustria, Holanda, Bélgica).

SFPL

Sociedade Filarmónica Palmelense "Loureiros"

Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”

SFPL

Sociedade Filarmónica Palmelense "Loureiros"

Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”

Sociedade Filarmónica Humanitária

A Banda da Sociedade Filarmónica Humanitária, sediada em Palmela, foi fundada em 1864. Tem-se apresentado em Portugal e no estrangeiro. Do seu palmarés destaca-se o 1º prémio no Concurso das Banda Civis de Portugal (1947); a participação no Dia de Portugal na EXPO’92 em Sevilha; a conquista do 2º e do 3º Prémio no Certame Internacional de Bandas de Música de Valência (1992 e 1993); a participação no 3º Concurso Bandístico Internacional Fliscorne D’Oro em Riva Del Garda (1995), em Itália; a atuação na EXPO’98 em Lisboa na semana do encerramento; o 3º Prémio da 2ª Categoria no 3º Concurso de Bandas do Ateneu Artístico Vilafranquense; e inúmeras participações em encontros de bandas civis e atuações por todo o País. A Banda da Sociedade Filarmónica Humanitária continua a ter uma ação preponderante na vida cultural de Palmela, representando a sociedade e o concelho nos mais diversos pontos do país e da Europa. Conta com cerca de 75 elementos, com a direção artística de João Quítalo.

SFH

Sociedade Filarmónica Humanitária

Sociedade Filarmónica Humanitária

(2015)

Sociedade de Instrução Musical da Quinta do Anjo

A Banda da Sociedade de Instrução Musical (SIM) da Quinta do Anjo, Concelho de Palmela, teve origem num grupo de jovens músicos daquela localidade (Quinta do Anjo), que formaram, em data anterior à implantação da República (1910), um agrupamento musical com instrumentos de cordas, designado de “Solidó”. Com o envolvimento de Portugal na 1ª Guerra Mundial (1914-1918), vários elementos do grupo musical foram mobilizados e o “Solidó” sucumbiu, mas após a 1ª Grande Guerra, uma nova onda de entusiasmo levou à formação em 1919 de um novo grupo, desta vez designado de “Grupo de Instrução Musical” que já dispunha de instrumentos de sopro e de uma vistosa farda.

Em 1921, foi organizada formalmente a coletividade, no dia 24 de junho, com a designação de Sociedade de Instrução Musical, que se mantém. Da atividade da Banda Filarmónica, além das atuações realizadas de Norte a Sul de Portugal, destaca-se a sua participação nos concursos de Bandas Filarmónicas organizados pela FNAT (atual INATEL), onde, sob a batuta do Capitão Pinto Rodrigues, conquistou nos anos de 1960 e 1971, o 1º prémio na 2ª categoria.

Ao longo da sua história, a Sociedade manteve várias atividades recreativas e culturais, paralelamente à Banda Filarmónica, à Orquestra Ligeira e à Banda juvenil designada carinhosamente de “Bandinha” que foi criada no inicio da década de 1980 e que serve de escola de música da Banda.

SIM

Sociedade de Instrução Musical da Quinta do Anjo

Sociedade de Instrução Musical da Quinta do Anjo

Desde o ano 2000, a Banda da SIM é dirigida pelo Maestro Joaquim Fragoso da Silva, que é também o responsável pela escola de música da Sociedade. Em 2001, a Banda deslocou-se ao estrangeiro onde realizou, em Estrasburgo, diversas atuações em representação de Portugal.

Jorge Salgueiro, compositor, de Palmela
Músicos naturais do Concelho de Palmela

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

Abílio Coelho

Abílio Manuel dos Santos Silva Coelho nasceu em Palmela em 1964. Iniciou os estudos musicais aos 9 anos na Sociedade Filarmónica Humanitária com Leonel Camolas. Ingressou na respetiva banda um ano mais tarde, onde se mantêm em atividade até ao presente. Fez parte das extintas Orquestra Humanitária e da Orquestra de Variedades Melodias de Sempre.

Aos 18 anos ingressou na Banda de Música da Força Aérea Portuguesa, onde desempenhou as funções de executante de trompete, chefe de naipe, solista e professor nos cursos de formação de sargentes e praças, tendo passado à situação de reserva em 2019 com o posto de Sargento-Chefe. Ao serviço desta instituição foi condecorado com as Medalhas de Ouro de Comportamento Exemplar e de Mérito Aeronáutico.

Estudou com José Augusto Carneiro, na Academia de Música Luísa Todi e no Conservatório Regional de Setúbal, e Música de Câmara com Bruno Pizamiglo.

Como membro do Grupo de Metais do Seixal participou e organizou classes de aperfeiçoamento com os professores Phillip Legris, Bruno Nouvion, David Taylor, Allen Vizzutti, Philip Myers, Joseph Alessi e Thomas Stevens. (…)

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António Quítalo

António Quítalo nasceu em Palmela em 1974. Iniciou os estudos musicais aos 5 anos com o seu avô na Sociedade Filarmónica Humanitária de Palmela.

Foram seus professores José Augusto Carneiro (Academia Luísa Tody), Kevin Wauldrom (Escola Superior de Música do Porto) e Steve Mason (Escola Superior de Música de Lisboa).

Foi 1º premiado nos mais prestigiados concursos Nacionais – Juventude Musical Portuguesa (1988) e Prémio Jovens Músicos (1989).

Foi bolseiro da Academia de Música e Belas Artes Luísa Tody (Setúbal) de 1989 a 1992, da Fundação Calouste Gulbenkian de 1987 a 1991 e da Fundação Eng. Mesquita de Araújo (Porto) de 1993 a 1995. (…)

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Armando Martins

Armando Martins nasceu em Palmela no ano de 1978. Iniciou os estudos musicais na Sociedade Filarmónica Humanitária (Palmela). Aos 16 anos, ingressou no Conservatório Regional de Música de Setúbal, tendo como professor Adácio Pestana. No ano de 1996 entra na Escola Profissional de Música de Almada, onde estudou sob orientação de Paulo Guerreiro.

Ingressou, em 1999, na Academia Nacional Superior de Orquestra, onde estudou com os professores Bruno Hiron e Abel Pereira, tendo concluído o curso no ano de 2005.

Durante o seu percurso académico apresentou-se a solo com a Orquestra Sinfónica Juvenil e a Orquestra Académica Metropolitana. Participou em diversas masterclasses, Cursos e Workshops, com trompistas e agrupamentos de renome tais como Paulo Guerreiro, Abel Pereira, Sexteto da Orquestra Sinfónica Portuguesa, Philip Myers, André Cazalet, Radovan Vlatkovic e Javier Bonet.

É membro efetivo da Banda Sinfónica da PSP, como Solista. Colabora frequentemente com diversas orquestras, tais como a Orquestra Filarmonia das BeirasOrquestra do Algarve, Orquestra Foco Musical, Orquestra do Tejo, Orquestra Sinfónica de Leiria, Orquestra Sinfonieta de Lisboa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra Sinfónica Portuguesa e com o Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian. (…)

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Armando Martins, trompa, de Palmela

Armando Martins, trompa, de Palmela

Jorge Salgueiro

Jorge Salgueiro, natural de Palmela, compõe desde os 14 anos e conta com uma obra vastíssima, onde se contam óperas, sinfonias, música para orquestra, banda, coro, teatro e cinema. Compositor residente da Banda da Armada Portuguesa entre 2000 e 2010, é, atualmente, compositor residente da Foco Musical e membro da direção artística do Teatro O Bando.

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Jorge Salgueiro, compositor, de Palmela

Jorge Salgueiro, compositor, de Palmela

Raquel Coelho

Natural de Palmela, Ana Raquel Coelho é Licenciada em Música – Ramo Musicologia pela Universidade de Évora e Mestranda em Património na NOVA FCSH, encontrando-se, atualmente, a desenvolver a sua dissertação de Mestrado sobre a Música Militar em Portugal.

Iniciou os estudos musicais no Conservatório Regional de Setúbal e na escola de música da Casa do Povo de Lavre nas classes de Piano e Flauta Transversal dos professores António Toscano e Jorge Nunes, respetivamente.

Frequentou o curso regular de voz da Escola de Jazz Luiz Villas Boas do Hot Clube de Portugal nas classes das professoras Vânia Fernandes e Paula Oliveira.

Estudou, também, com professores como Afonso Pais, Benoît Gibson, César Cardoso, Christopher Bochmann, Claus Nymark, David Cranmer, Filipe Mesquita de Oliveira, João Capinha, Jorge Moniz, Luís Cunha, Marcos Freire dos Santos, Nuno Costa, Rui Vieira Nery e Vanda de Sá.

Participou em classes de aperfeiçoamento e workshops com professores como Cristina Fernandes, Paulo Lourenço, Albert Sanz, Ohad Talmor Trio “Tziour”, Carlos Bica, kari Ikonen, Romain Pilon, Euardo Marson, Perico Sambeat e Seamus Blake.

Foi bolseira do projeto de investigação “História Temática da Música em Portugal e no Brasil” do CESEM – Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical da NOVA FCSH. Colabora com o Projeto “PASEV – Patrimonialização da Paisagem Sonora em Évora” através do CESEM – Pólo da Universidade de Évora.

FOI NOTÍCIA

Em 2016, no âmbito das comemorações do Dia do Concelho, o Cine-teatro S. João foi palco, a 4 de junho, às 22 horas, da “Sinfonia Palmela”, obra musical da autoria de Jorge Salgueiro. Além de procurar refletir a identidade do território, o compositor encontrou, também, inspiração na realidade musical do concelho, marcada pelo grande dinamismo das filarmónicas, e nas características únicas da sala de espetáculos.

Depois de, em 2015, terem sido apresentados os quatro primeiros andamentos – “Do mar até cá”, “Os sinos de Santiago”, “O lugar dos anjos” e “A viagem da máquina de ferro” – este ano, junta-se-lhes o 5.º andamento, dedicado à freguesia de Poceirão. Participaram as bandas da Sociedade Filarmónica Humanitária, da Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”, da Sociedade Filarmónica União Agrícola e da Sociedade de Instrução Musical, a Orquestra Nova de Guitarras e a Orquestra de Cordas do Conservatório Regional de Palmela.

No total, seriam 150 músicos em palco, acompanhados pelas sopranos Isabel Biu e Lucina Morais. O projeto fica concluído em 2017, com a inclusão de coros e a estreia do andamento final. A organização foi da responsabilidade do Município de Palmela, com o apoio das empresas Casa Ermelinda Freitas, Vinhos, lda. e SLEM – Sociedade Luso Espanhola de Metais, Lda., ao abrigo do programa “Mecenas de Palmela”, e da Associação da Rota de Vinhos da Península de Setúbal/Costa Azul.