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Tocando acordeão de botões, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe
A tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

A tocata tradicional de uma rancho folclórico é o conjunto de instrumentos que acompanham as danças de um grupo etnográfico.

Acordeão de botões

Tocando acordeão de botões, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Tocando acordeão de botões, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Acordeão de teclas

Tocando acordeão de teclas, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Tocando acordeão de teclas, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Cavaquinho

Tocando cavaquinho, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Tocando cavaquinho, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Ferrinhos (triângulo)

Tocando ferrinhos, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Tocando ferrinhos, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Pandeiro (com soalhas)

Tocando pandeiros de soalhas, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Tocando pandeiros de soalhas, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Tambor

Tocando tambor, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Tocando tambor, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Violino

Tocando violino, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Tocando violino, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Grupo Folclórico de Penafiel
Folclore em Penafiel

Tradições, grupos e atividades no Concelho

Grupos folclóricos

  • Grupo de Danças e Cantares de Cabeça Santa
  • Grupo Etnográfico Cantar é Viver
  • Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa Amigos de Bustelo
  • Grupo Folclórico Zé do Telhado
  • Rancho Folclórico “As Moleirinhas de Guilhufe”
  • Rancho Folclórico de Boelhe
  • Rancho Folclórico de Ordins
  • Rancho Folclórico de Paço de Sousa
  • Rancho Folclórico de Penafiel
  • Rancho Folclórico de São Miguel de Paredes
  • Rancho Folclórico de São Pedro da Bela Vista
  • Rancho Folclórico de São Vicente do Pinheiro
  • Rancho Folclórico do Centro Social e Cultural de Abragão
  • Rancho Folclórico Infantil de Duas Igrejas

Grupos de cantares

  • Associação Cantarias – Grupo de Cantares Populares
  • Associação Rodribina – Grupo Coral de Rio de Moinhos
  • Escola de Música do Rancho Folclórico “As Moleirinhas de Guilhufe”
  • Grupo Coral de São Martinho de Recezinhos
  • Grupo de Cantares de São Miguel de Urrô (Associação de Desenvolvimento de Guilhufe)
  • Grupo de Cantares Flor de Linho de Abragão
  • Grupo Os Amigos do Cavaquinho de Canelas

Grupos instrumentais

  • Grupo de Cavaquinhos da Associação para o Desenvolvimento de Lagares
  • Grupo de Cavaquinhos de São Miguel de Paredes
Rancho Folclórico de Boelhe

O Rancho Folclórico de Boelhe teve a sua origem nos finais da década de 1970, derivado do extinto Grupo de Folclore de Boelhe, integrando na ocasião o Centro Cultural, Recreativo e Paroquial de Boelhe. Inativo durante muito tempo, numa zona essencialmente rural, os seus componentes não esmoreceram e foi através da ação da Associação para o Desenvolvimento da Freguesia de Boelhe que, em maio de 2009, foi retomado o folclore na terra – iniciativa cultural “Pintar Boelhe”.

Desde essa data tem sido desenvolvido um trabalho que permitiu um conhecimento mais profundo dos usos e costumes de Boelhe e das gentes do Tâmega. Honrando o passado, o RFB recorda os dirigentes e impulsionadores de então na ADF Boelhe: Rui Abrantes, Inácio Teixeira, Avelino Silva, Olinda Almeida e Alda Sousa, que muito contribuíram para o sentir e viver do folclore, dos usos e das tradições na terra através do Rancho de Boelhe.

Rancho Folclórico de Ordins

O Rancho Folclórico de Ordins, Associação Cultural é uma pessoa coletiva de direito privado, de base associativa, sem fins lucrativos. Tem como cunho marcadamente cultural que passa por preservar, promover e divulgar o património nacional. São objetivos específicos da Associação:

1. Promover a divulgação, conservação e valorização do nosso folclore, quer a nível interno quer externo, bem como contribuir para o conhecimento e prestígio da nossa freguesia;

2. Fortalecer a cultura local e seus valores históricos, promovendo o intercâmbio cultural com entidades nacionais e ou internacionais que compartilhem de interesses comuns;

3. Dinamização cultural, recreativa, educativa, ambiental e desportiva, desde a realização de espetáculos musicais e culturais, à realização de festividades, quer por iniciativa própria quer de acordo e em articulação com outras entidades;

4. Cooperar com todos os organismos público e privados que possam contribuir para o cumprimento dos seus objetivos, através do trabalho em parceria, tendo como seus principais parceiros: Junta de Freguesia de Lagares; Associação para o Desenvolvimento de Lagares

5. Incentivar o voluntariado nas ações de carácter sócio-cultural.

RFO

Rancho Folclórico de Ordins

Rancho Folclórico de Ordins, Penafiel

Rancho Folclórico de Paço de Sousa
  • Douro Litoral (Tâmega)
  • Distrito: Porto
  • Concelho: Penafiel

Fundado a 16 de Março de 1975, o Rancho Folclórico de Paço de Sousa é um notável embaixador do folclore da região.

Paço de Sousa, ontem mais do que hoje, tinha um ciclo muito rico de vivências rurais. Hoje, e apesar da passagem vertiginosa do tempo, como conjunto de memórias persiste a recordação dos tempos idos – motivo da existência do Centro Cultural Rancho Folclórico de Paço de Sousa.

O inédito e o pitoresco estendem-se de um extremo ao outro da vila, onde a intensidade dos costumes e ritos que respiram as tradições de um povo rural, mistérios e medos simples duma população acolhedora, fazem desta terra um conjunto harmonioso e sugestivo.

É seu principal objetivo recolher, preservar, reconstruir e divulgar os usos, costumes e tradições que fizeram parte da vivência do seu povo e de uma época.

RFPS

Rancho Folclórico de Paço de Sousa

Rancho Folclórico de Paço de Sousa

Os cantares dos campos, as danças dos terreiros ou eiras, as festas têm épocas marcadas. Porque é que o povo canta? Canta para rezar, canta para adormecer a criança, canta para trabalhar e canta para festejar as colheitas. Assim aparecem as chuladas, os malhões, as canas verdes e os viras.

Grupo Folclórico de Penafiel

O Grupo Folclórico de Penafiel foi fundado a 15 de novembro de 1980. Pertence à antiga região de Entre Douro e Minho. Tem atuado em todo o País e estrangeiro.

Grupo Folclórico de Penafiel

Grupo Folclórico de Penafiel

Rancho Folclórico de S. Miguel de Paredes

O Rancho Folclórico de S. Miguel de Paredes foi fundado a 1 de outubro de 1950. Pertence à Região Etnográfica do Douro Litoral. As suas danças tradicionais são: Verdegar, Chula de S. Miguel, Meia volta para a direita, Ó Rosa linda Rosa, Velho, Paredes sempre Paredes, À procura do Amor, Vamos Casar, Cana Verde, Rosinha vamos para a Eira e Malhão de Roda. Os seus trajes são: Lavradeira Rica, Noivos, Ceifeira e Domingueiro.

A tocata é constituída por acordeão, bombo, ferrinhos, violão, a viola, o reque-reque e cavaquinhos. Entre os usos e costumes, destacam-se: Janeiras, Matança do Porco, Magusto e Festival Anual. Tem-se apresentado de Norte a Sul do País.

Rancho Folclórico S. Pedro da Bela Vista

O Rancho Folclórico S. Pedro da Bela Vista foi fundado em 1990. Pertence à Região Etnográfica do Douro Litoral.

As suas danças tradicionais são: Malhão, Vira, Verdegar, Chula, Siga a Rusga, Tirana, Carvoeiro, Farrapeira, Água Leva O Regadinho, Malhão Roubado, Ó Ferreiro Guarda a Filha, Sr. Da Pedra, As Voltas que o Linho Dá. Os seus trajes são: Domingueiro, Ir à Missa, Feira, Trabalho. Da tocata fazem parte: acordeão, concertina, violão, violas, tambor, ferrinhos, roca.

Regista apresentações nacionais de Norte a Sul do País, e internacionais, a França e Espanha.

Rancho Folclórico do Centro Social e Cultural de Abragão

Fundado em 20 março de 1981, o Rancho Folclórico do Centro Social e Cultural de Abragão situa-se na Vila de Abragão, na margem direita do Rio Tâmega, a 12 km da cidade de Penafiel, distrito do Porto. Com cerca de 55 elementos, tem como missão expandir a sua tradição, pelos cantares, danças, e representação de figuras típicas da região, exibindo trajes devidamente elaborados manualmente, promovendo a imagem cultural e turística.

Com diversas participações um pouco por todo o lado, o Rancho de Abragão já marcou presença em festivais como nos Arquipélagos da Madeira e Açores, Espanha, França, Itália, Bélgica, Suíça, Bulgária e Roménia. O Rancho exerce um papel importante na dinamização cultural da vila de Abragão. Entre as atividades organizadas pelo rancho, destacar o evento MaioAbrir, Festival Internacional de Folclore e Festa do Emigrante.

RDCCS

Grupo de Danças e Cantares de Cabeça Santa

Grupo de Danças e Cantares de Cabeça Santa, Penafiel

RFDI

Rancho Folclórico Infantil de Duas Igrejas, Penafiel

Rancho Folclórico Infantil de Duas Igrejas, Penafiel

RFSVP

Rancho Folclórico de São Vicente do Pinheiro, Penafiel

Rancho Folclórico de São Vicente do Pinheiro, Penafiel

FOI NOTÍCIA

Em 2018, o portal do Vale do Sousa noticiou que as coletividades do concelho se juntariam à iniciativa da Câmara Municipal de Penafiel, no dia 7 de janeiro, a partir das 14h00, no Pavilhão de Feiras e Exposições. O tradicional “Encontro de Cantares de Janeiras” contaria com a atuação de 32 grupos de cantares, ranchos folclóricos e associações culturais do concelho. Além dos grupos acima, participaram: Agrupamento de Escuteiros 1361 de São Martinho de Recezinhos, Associação de Solidariedade Social de Vila Cova, Centro Cultural e Recreativo de Rio de Moinhos, Grupo Os Montanheses, Associação de Desenvolvimento da Vila de Paço de Sousa, Associação Cultural e Recreativa de Croca, Centro Social de Recezinhos, Associação dos Antigos Gaiatos e Familiares do Norte, Associação de Pais e Amigos dos Diminuídos Mentais de Penafiel (APADIMP), Associação para o Desenvolvimento da Freguesia da Portela.

Destaque o seu grupo!

Destaque Musorbis

Destaque Musorbis

Para inserir um grupo ou historial em falta, envie para meloteca@meloteca.com: será inserido gratuitamente. A fotografia em destaque neste momento é aleatória. Para ter foto destaque, contactos atualizados e estar no topo durante um ano opte pelo “Destaque Musorbis” (10€).

Banda Musical de Lagares, Penafiel
Filarmónicas de Penafiel

História, bandas de Música e atividades no Concelho.

[ No que se refere às filarmónicas, o projeto Musorbis está apenas a começar, sendo previsível que até ao final do ano todas as bandas possam estar na plataforma. O processo pode ser acelerado com a cooperação dos interessados no que se refere a historiais e fotografias em falta. ]

  • Banda Filarmónica de Sebolido
  • Banda Musical de Lagares
  • Banda Musical de Rio Mau
  • Banda Musical e Cultural da Vila de Rio de Moinhos
  • Banda Musical e Cultural de Paço de Sousa
Banda Filarmónica de Sebolido

A história da Associação Musical BFS Banda Filarmónica de Sebolido (Penafiel) começou a ser escrita a 01 de outubro de 2019, quando um conjunto de pessoas decidiu, em Sebolido, criar uma nova associação musical. Após a definição dos objetivos e linhas de orientação, iniciou-se o trabalho de estruturação da Associação. Após algum tempo, e graças ao empenho de muitos, a mesma passou a ter todos os documentos em dia e a estar devidamente legalizada, assumindo-se como independente de qualquer ideologia (política, económica ou outra).

BFS

Banda Filarmónica de Sebolido, Penafiel

Banda Filarmónica de Sebolido, Penafiel

O objetivo primordial da BFS é primar pela diferença, pelo trabalho, pela conquista de prestígio e pela alegria com que faz música. Para isso, conta, desde o início, com a direção artística do maestro Manuel Costa, que prima pelo profissionalismo e jovialidade, acompanhado de músicos, quer amadores, quer profissionais, maioritariamente naturais de Sebolido, mas também de outras freguesias do Concelho.

Nas diversas valências da coletividade, um reportório variado faz com que todas elas sejam requisitadas para animar romarias, missas, casamentos, festas particulares e outros eventos. Além da música, a coletividade promove eventos de convívio, figuração em teatro e jantares.

Banda Musical de Lagares

A Associação Musical e Recreativa de Lagares é uma instituição de utilidade pública que inclui a Banda Musical de Lagares, fundada em 1900, e a sua Escola de Música. A AMRL, que desempenha uma útil atividade no âmbito da cultura rural, teve origem na Banda Musical de Lagares.

BML

Banda Musical de Lagares, Penafiel

Banda Musical de Lagares, Penafiel

Em 1900, a Banda Musical de Lagares teve a sua manifestação embrionária, sob a orientação do então pároco de Lagares, Padre Manuel Marques Capeleiro. Foi com a preparação da festa da Nossa Senhora da Lapa, em 8 de setembro de 1900, que tudo terá começado. O Padre Capeleiro reuniu à sua volta um grupo de cerca de 12 músicos, dando assim corpo ao que se considera a primeira atividade artística germinadora da Banda Musical de Lagares. Este grupo era constituído por 3 clarinetes, 1 baixo, 2 trombones, 1 cornetim, 1 trompa, 1 flauta, 1 bombardino, 1 bombo e pratos.

A Banda Musical de Lagares desenvolveu-se e reorganizou-se. Vários dirigentes e maestros desenvolveram esforços no sentido de tornar cada vez mais habilitada a corporação de músicos, de modo a não só participar de modo competente, tanto em festas religiosas, como em eventos profanos. A banda é composta por cerca de 63 elementos, na maioria lagarenses. Apesar da sua heterogeneidade etária, académica e profissional, todos partilham o gosto pela música, projetando a cultura e o nome da freguesia, Lagares, Penafiel.

Banda Musical e Cultural de Paço de Sousa

Já em 1880 existia uma Banda de Música, com sede em S. Lourenço, chamada Música do Romualdo. Com a emigração dos filhos para o Brasil, Romualdo Ferreira deixou a banda, tendo muitos músicos ingressado na Música do Machado em Casconha. Mais tarde surgiu o Grupo Musical de Diogo Leite Pereira de Melo, da Casa da Companhia, que segundo a tradição realizou concertos num coreto assente nos ramos de um carvalho secular, ainda hoje existente e situado junto ao muro da quinta defronte ao milenar Mosteiro de Paço de Sousa.

Banda Musical de Paço de Sousa, Penafiel

Banda Musical de Paço de Sousa, Penafiel

Após a morte de Diogo Leite em 1906 foi criada a Orquestra de Paço de Sousa, sendo maestro Alcino Barbosa, farmacêutico, natural do lugar do Assento, Paço de Sousa. Em 1930, foi constituído o Grupo Musical de S. José de Paço de Sousa, que se manteve unido até 1931, altura em que, por dissidência de alguns elementos, surgiu um novo Grupo Musical a que deram o nome de “Os Bons Amigos do Salvador de Paço de Sousa” sendo regente o Sr. José Moreira.

Em 1941, a convite do Dr. Joaquim Leite Pereira de Melo, da Casa da Companhia, reuniram-se os componentes do Grupo do Salvador e alguns elementos do Grupo de S. José com o fim de se unirem e criarem uma Banda de Música, comprometendo-se o Dr. Joaquim Leite a pagar ao Mestre e a dar os instrumentos que pudesse. Em face disso, e com o incentivo Padre Miguel Baptista Lopes, ficou tudo aceite e marcado o primeiro ensaio para o mês de Setembro, sob a regência do Sr. José Moreira.

Em 1951, nas festas do 13º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Paço de Sousa, incorporou-se a Banda de Música no cortejo que se dirigiu à Ponte de Areias para receber festivamente a primeira automaca (ambulância) da corporação. Na sessão solene que se seguiu foram colocados os emblemas da Associação aos componentes da Banda, ficando a designar-se Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Paço de Sousa.

José Moreira, José Ferreira Lourenço, José do Nascimento Martins, António Augusto Pinto Loureiro, Arménio Ribeiro Lourenço, Adriano de Carvalho Soares, foram maestros da Banda. Ricardo Edgar dos Reis Soares, clarinetista da BMCPS desde 1989, assumiu a Direção Artística da Banda em 2005.

Após terem decorrido ensaios em várias instalações, em 1969 foi construída a primeira sede própria da Banda no lugar do Assento, juntamente com a sede da Junta de Freguesia. Em 2004, a Banda inaugurou a nova sede, no lugar de Vale Formoso, em Paço de Sousa. Um edifício construído de raiz para a coletividade e equipado com espaços condignos para a execução e ensino de música e desenvolvimento interpessoal dos jovens de Paço de Sousa (e terras vizinhas).

Em 1978, foi lavrada a escritura notarial e adotada a ainda atual denominação de Banda Musical e Cultural de Paço de Sousa.

A Banda é hoje formada  por 70 elementos, na sua maioria jovens que iniciaram a formação musical na Escola de Música da Banda. Alguns deles seguem paralelamente a sua formação musical em escolas superiores de música, academias ou escolas profissionais. A Escola de Música da Banda tem registado nos últimos anos uma média de 40 alunos/ano, sendo a principal fonte de músicos para a Banda. A Escola apresenta-se anualmente em diversas atuações com a sua Banda Infantil. Em 2013, foi formada a Orquestra Juvenil da Banda de Paço de Sousa, constituída por alguns dos jovens músicos da Banda e da Escola de Música e dirigida por Joaquim Dias.

Banda Musical de Rio Mau

A Banda Musical de Rio Mau (concelho de Penafiel) foi criada em 1920. Na sua origem está a determinação do Padre Padre Manuel Tavares de Sousa que, no ano de 1906, impulsionou a criação do primeiro grupo de Canto Coral, constituído por raparigas riomauenses.
Em 1920 criou uma pequena orquestra constituída por rapazes. o primeiro passo na criação da Banda Musical de Rio Mau.

BMRM

Banda Musical de Rio Mau

Banda Musical de Rio Mau

Em 1928, já com 26 executantes, e sentindo dificuldades em conciliar a sua vida com tão variadas ocupações, escolheu um dos seus alunos para o substituir na direção da Orquestra. A partir de 1935, foram feitos vários recrutamentos de executantes o que permitiu criar um corpo homogéneo. Em 1945, tomou posse o primeiro maestro que, ao proceder à admissão de novos elementos, deu origem ao grupo de características idênticas às atuais. Estava criada a Banda Musical de Rio Mau.

Em 1946, nas festividades de Nossa Senhora de Fátima, em Rio Mau, foi feita a primeira apresentação pública.  Em 1992, a Banda deslocou-se à residência oficial do Primeiro Ministro de Portugal, onde atuou e, em 1993, fez a receção ao Presidente da República de Portugal, em Penafiel. A Associação possui uma Escola de Música, um Grupo Coral, um Grupo de Janeiras, um Grupo de Teatro e uma Orquestra de Jovens.

Banda Musical e Cultural da Vila de Rio de Moinhos

A Banda Musical e Cultural da Vila de Rio de Moinhos foi fundada em 1907. Seu fundador foi Manuel Ferreira Cancela. Em 1928, o seu sobrinho Armando Ferreira Cancela, assumiu a regência e a presidência da Banda, funções que manteve durante 48 anos. Durante o período de transição de 1974 a 1976, tomou posse como maestro Júlio Cunha, contribuindo assim para o desenvolvimento musical da instituição.

Em 1977, a Banda foi reformulada e instituída como Associação, facto que impulsionou o seu desenvolvimento. Altino Augusto Moreira Soares, tornou-se em 1979 maestro e reformulador da escola de música, conduzindo esse ciclo de êxito musical até ao ano 2000. Tendo em vista a melhoria da qualidade artística e estética, a Banda adquiriu em 1987 um novo instrumental (diapasão normal) que tem atualizado.

Em 1996, a instituição recebeu da Câmara Municipal de Penafiel a Medalha de Mérito Municipal Dourada pelos relevantes serviços prestados em prol da Cultura. Em 1998 a Banda atuou pela primeira vez além fronteiras, participando num Festival de Bandas na Galiza – Espanha. Nesse ano, foi condecorada pela Federação das Coletividades do Distrito do Porto com a medalha de Mérito Cultural pelos serviços prestados em prol do Associativismo, da Formação Musical e da Cultura. A Banda participou em Julho de 1999, no Congresso das Coletividades de Cultura e Recreio da região norte sobre o tema “O Associativismo tem futuro “, promovido pela Federação das Coletividades do Distrito do Porto. É Instituição de Utilidade Pública desde 1999. Em 2000, esteve representada no primeiro Fórum da Música da Região Norte, organização da Federação das Coletividades do Distrito do Porto, subordinada ao tema “O Associativismo Musical – que desafios que futuro”.

BMRM

Banda Musical e Cultural da Vila de Rio de Moinhos, Penafiel

Banda Musical e Cultural da Vila de Rio de Moinhos, Penafiel

Em 2000, a Banda foi condecorada pela Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio, pelo excelente trabalho desenvolvido na promoção cultural e recreativa, com a medalha e diploma de valor e exemplo. Dando continuidade ao trabalho desenvolvido ao longo dos anos e com o intento de assegurar o futuro, em 2001 tomou posse como maestro Moisés Augusto Soares de Araújo. No ano de 2005, foi galardoada com o mais alto Galardão pela Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

Anabela Araújo, saxofonista, de Penafiel
Músicos naturais do Concelho de Penafiel

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música do Concelho.

  • Anabela Araújo (saxofonista, professora)
  • Fernando Meireles (construtor de instrumentos musicais, 1959)
  • Hugo Vieira (percussão, direção)
  • João Merino (barítono)
  • João Moreira (clarinete)
  • João Nuno Moreira (percussão)
  • Marco Maia (trompa)
  • Nuno Sousa (clarinete)
  • Sara Moreira (oboé)
  • Sara Araújo (clarinete)
  • Telmo Borges (clarinete/músico militar)

Anabela Araújo

Anabela Araújo, saxofonista, de Penafiel

Anabela Araújo, saxofonista, de Penafiel

Fernando Meireles

Fernando Meireles, violeiro, de Penafiel

Fernando Meireles, violeiro, de Penafiel

João Merino

João Merino, Barítono, de Penafiel

João Merino, Barítono, de Penafiel

João Moreira

João Moreira, clarinete, de Penafiel

João Moreira, clarinete, de Penafiel

Telmo Borges

Telmo Borges, clarinete, Penafiel

Telmo Borges, clarinete, Penafiel

Fontes: Anabela Araújo facultou a informação relativa a João nuno Moreira (percussão), Nuno Sousa (clarinete), Sara Moreira (oboé), Sara Araújo (clarinete), João Moreira (clarinete), João Merino (cantor), Telmo Borges (clarinete/músico militar), Hugo Vieira (percussão, direção), Marco Maia (trompa).

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Destaca-te no Musorbis

Destaca-te no Musorbis

Igreja do Senhor do Calvário
Penafiel [5]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja da Misericórdia de Penafiel

Igreja da Misericórdia de Penafiel

Igreja da Misericórdia de Penafiel

Com existência conhecida desde o século XVI e sediada na capela em frente da matriz, a Misericórdia de Penafiel apenas beneficiou de igreja própria na segunda década do século XVII. As obras tiveram início na década de 1620, estando concluídas, muito possivelmente, em 1631, data que figura numa inscrição patente na capela-mor. “Trata-se de um edifício assumido na sua forma chã, mesclado de elementos eruditos, no qual a gramática clássica se articula segundo uma estética de liberdade”. O frontispício, concebido como um retábulo, inscreve-se nas denominadas fachadas-retábulos. É delimitado por pilastras, nos cunhais, que acentuam a sua verticalidade, sendo que a do lado direito separa o alçado da torre sineira, setecentista, que se eleva bem acima da linha da empena, terminando numa cúpula bolbosa, revestida por azulejos. No interior, a nave única e a capela-mor, alta e bastante profunda, são articuladas pelo arco triunfal, flanqueado por pilastras e encimado por frontão triangular. Na capela-mor, o teto é em caixotões de cantaria, numa composição de linguagem seiscentista, tal como o arcosólio onde se inscreve o túmulo de Amaro Moreira e seus descendentes. O património integrado que hoje podemos observar neste interior é muito posterior, remontando na sua grande maioria ao final do século XVIII e inícios da centúria seguinte, e substituído os originais de época barroca. A linguagem aqui presente é já neoclássica, conhecendo-se os nomes dos entalhadores responsáveis pela execução dos retábulos. De linhas e elementos decorativos rocaille, o alçado desenvolve-se em planta contracurvada, que destacam a composição central formada pela porta, nicho e óculo, flanqueada pelos cunhais onde se abrem os nichos. Ao lado, ergue-se a capela da Senhora da Lapa, de linhas menos eruditas, e edificada em substituição da parte da fachada que ficou por levantar. Da mesma época deverá ser, ainda, a capela do Senhor dos Passos, na cabeceira da igreja.

Fonte: DGPC, RC

Igreja da Misericórdia de Penafiel possui um órgão histórico António José dos Santos, 1882.

Igreja das Freiras

[ do Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição ]

Igreja das Freiras

Igreja das Freiras

A Igreja do Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição é o que resta do antigo Convento das Freiras. A construção do convento foi iniciada nos finais do séc. XVII por Gonçalo Ferreira da Costa, a fim de cumprir a última vontade de sua esposa, Clara de Barros, que faleceu na Quinta das Lages em Milhundos. Por morte de Gonçalo Costa, o convento foi penhorado e posto em praça. Por esse motivo as obras da construção do Convento das Freiras pararam por algum tempo. Entretanto, por testamento lavrado a 8 de fevereiro de 1692, Gonçalo Pinheiro e sua mulher Ana de Castilho fundaram um recolhimento para seis donzelas, que seria instalado nas casas que os fundadores possuíam e habitavam bem de fronte da principal porta da Igreja da Misericórdia de Penafiel.

Fonte: Penafiel, Terra Nossa

Caixa

Órgão da Igreja das Freiras

Órgão da Igreja das Freiras

Igreja Paroquial de Fonte Arcada 

[ Nossa Senhora da Assunção ]

Igreja Matriz de Fonte Arcada 

Igreja Paroquial de Fonte Arcada

A Igreja Paroquial de Fonte Arcada é um edifício de arquitetura religiosa de construção românica de que mantém a estrutura e alguns vestígios exteriores, como várias mísulas, o portal axial com moldura biselada e decorada com friso de pequenas esferas, ladeado por cruzes insculpidas nos muros, que surgem também nas laterais e na posterior, onde forma um Calvário, com acesso por escadas frontais, formando pequeno pódio. É de planta em cruz latina composta por nave, transepto pouco saliente, de duas naves, numa estrutura pouco comum, divididas por duas possantes colunas e a nave não tem a mesma largura, sendo mais larga junto ao portal axial, adaptando-se aos afloramentos rochosos e ao terreno que rodeia o imóvel, tendo capelas adossadas, uma delas marcada exteriormente por pequena sineira e outra por remate em frontão triangular, sendo a mais alta de todas, com acessos interiores por arcos de volta perfeita, dois deles envolvidos por decoração arquitetónica maneirista e com pedra de armas; a terceira capela apresenta vestígios de policromia no arco de acesso, o que também acontece com a pia batismal, com bacia gomeada; capela-mor com sacristia. Fachada principal em empena truncada por dupla sineira, rasgada por pórtico de volta perfeita com a moldura constituída pelas aduelas do arco, apresentando afinidades com o de Lourosa. Fachadas com remates em cornija, rasgada a direita por porta travessa e janelas em capialço, já de feição maneirista. Interior com coro-alto de madeira, sob o qual surge pia batismal no lado do Evangelho, aparecendo, do mesmo lado, o púlpito. Apresenta coberturas de madeira, em masseira na nave e em falsa abóbada de berço em caixotões na capela-mor. São visíveis as marcações dos arcos que constituiriam arcossólios e destaca-se a existência de dois retábulos de talha maneirista, que mantém a decoração pictórica e um deles o dossel e a ilharga com revestimento de azulejo hispano-mourisco. Retábulo-mor de talha dourada do estilo nacional com três eixos definidos por colunas torsas decoradas com pâmpanos que se prolongam em arquivoltas e destaca-se pela perfeição do talhe, ostentando o intradorso dos nichos com baixos-relevos fingindo drapeados.

Pequeno órgão

Órgão da Igreja Paroquial de Fonte Arcada

Órgão da Igreja Paroquial de Fonte Arcada

Igreja do Senhor do Calvário

[ de São Francisco de Assis ]

Igreja do Senhor do Calvário

Igreja do Senhor do Calvário

A Igreja do Senhor do Calvário é um edifício de arquitetura religiosa construída em finais do século XVIII e inícios do século XIX em estilo tardo-rococó. Situada no Lugar do Calvário, tem a tutela da Venerável Ordem Terceira de São Francisco.

Igreja do Convento de Santo António dos Capuchos

[ do Hospital ]

Igreja do Hospital

Igreja do Hospital

A igreja de Santo António dos Capuchos era parte integrante do convento que os Franciscanos Capuchos da província da Soledade ergueram em Penafiel. Obtiveram alvará régio do rei D. Afonso VI, em 1662, que autorizava a criação de um cenóbio, o convento de Santo António dos Capuchos. Apenas se conservando intacta a igreja do convento. A igreja passou para as mãos da Misericórdia em 1836, quando as ruínas do convento lhe foram entregues pelo governo para nelas se instalar o Hospital da Santa Casa. A igreja de Santo António dos capuchos de Penafiel, edificada no século XVII, segue um conjunto de características típicas dos demais templos capuchos seus contemporâneos. Abre por um pequeno alpendre de três arcos sustentados por quatro colunas sobre os quais assenta o pano frontispício da igreja, rematado por um frontão, no qual se rasgam um janelão sob o qual está um nicho com imagem de Santo António, em pedra. É uma igreja de nave única, com capela-mor mais estreita. Tem cobertura em falsa abóbada de berço com molduras simples de granito que enquadram florões de gesso. Tem três altares em talha dourada e policromada da segunda metade do séc. XVIII: o altar da capela-mor e os altares colaterais (adossados ao arco cruzeiro da igreja) de Nossa Senhora das Dores (lado do Evangelho) e de Nossa Senhora da Conceição (lado da epístola). Os altares colaterais são unidos por uma longa composição em talha dourada e policromada que cobre todo o arco cruzeiro, no centro do qual se desenvolvem as armas dos Azevedo e Brito, senhores da Honra de Barbosa e padroeiros do convento. Nos dois nichos do altar-mor, vêem-se do lado do Evangelho, a imagem de S. Francisco de Assis e do outro lado a imagem de Santo António e na tribuna a imagem do Senhor do Hospital, obra escultórica do séc. XVI que teve grande importância. A igreja dos capuchos situa-se no Largo de Santo António dos Capuchos, entre o Hospital da Misericórdia e o Lar de Santo António dos Capuchos.

Fonte: Misericórdia de Penafiel

O órgão foi restaurado por Nuno Rigaud em 2018.

Órgão e tribuna do lado da Epístola

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penafiel

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penafiel

Inauguração

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penafiel

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penafiel