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Rancho Folclórico de Penalva do Castelo
Folclore em Penalva do Castelo

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

Associação Cultural e Recreativa Rancho Folclórico de Penalva do Castelo

Sediado na freguesia de Ínsua no concelho de Penalva do Castelo, o Rancho Folclórico de Penalva do Castelo é uma associação de natureza cultural e etnográfica constituída a 23 de junho de 2000.

Rancho Folclórico de Penalva do Castelo

Rancho Folclórico de Penalva do Castelo

Banda Musical e Recreativa de Penalva do Castelo (f. 1977)
Filarmónicas de Penalva do Castelo

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Musical e Recreativa de Penalva do Castelo (f. 1977)

Em 5 de maio de 1977 foi constituída, por escritura pública, a Banda Musical e Recreativa de Penalva do Castelo , tendo como objetivo a promoção cultural, musical e recreativa dos seus associados. Ao longo dos anos tem vindo a demonstrar o seu valor, sendo muita requisitada para todo o tipo de festividades, desde concertos a manifestações religiosas. Leva o nome de Penalva do Castelo aos mais diversos locais e, inclusivamente, ao estrangeiro.

Conta com cerca de quarenta elementos músicos, entre os catorze e os sessenta anos, tendo atingido o número máximo com quarenta e seis elementos.

Banda Musical e Recreativa de Penalva do Castelo (f. 1977)

Banda Musical e Recreativa de Penalva do Castelo (f. 1977)

Carlos da Silva, clarinetista, de Penalva do Castelo
Músicos naturais do Concelho de Penalva do Castelo

[ Serviço público sem financiamento público, o Musorbis foi lançado em dezembro de 2020. O processo de inserção de dados pode ser acelerado com a cooperação dos músicos no que se refere a currículos e fotografias em falta. ]

  • Augusto Joaquim Claro (organeiro, 1865-1917)
  • Carlos da Silva (clarinete)
  • Francisco Sales (guitarra)
  • Nuno Barreiros (crítico, 1928-2001)
Carlos da Silva

Natural de Penalva do Castelo, o clarinetista Carlos da Silva iniciou os estudos de Música aos 11 anos na Banda Musical e Recreativa de Penalva do Castelo. Foi aluno do Conservatório Regional de Música de Viseu “Dr. Azeredo Perdigão”. É Pós-graduado em Música, variante clarinete pela Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco e Mestre em ensino de música na mesma instituição na classe de Carlos Alves. Participou em classes de aperfeiçoamento orientadas pelos professores: Phillippe Cuper, José Estelles, António Saiote, Luís Silva, Carlos Alves, Bruno Graça, António Rosa, Paulo Gaspar (improvisação), Luís Gomes (clarinete-baixo), Jesus Villa Rojo (Música Contemporânea).

Tendo atuado com a Orquestra Sinfónica da ESART e com a Orquestra Clássica do Centro, teve a oportunidade de trabalhar com os maestros: Omri Hadari, Cesário Costa, Osvaldo Ferreira, Rui Massena, Virgílio Caseiro, Jan Cober, Martin André, Christopher Bochmann, Marc Tardue e Pedro Carneiro. Em 2007 foi concertino da Orquestra de Sopros de Jovens da União Europeia.

É membro fundador do quarteto Indigo. Com este grupo obteve o terceiro prémio no concurso Prémio Jovens Músicos. Atuou em vários festivais de música como: Primavera Musical (Castelo Branco), Festival de Música da Primavera (Viseu), Concertos Promenade do Coliseu do Porto, Festival Síntese, Dias de Música Electroacústica, Música de Agora na Bahia.  Lecionou no Conservatório Regional da Covilhã e Conservatório Regional de Castelo Branco. É professor na Escola Profissional da Serra da Estrela, Conservatório de Música de Seia e Conservatório Regional de Música de Viseu.

Carlos da Silva

Carlos da Silva, clarinetista, de Penalva do Castelo

Carlos da Silva, clarinetista, de Penalva do Castelo

Como membro do Ensemble DME, tem desenvolvido um trabalho muito contributivo para a divulgação do repertório recente para clarinete. Participou no trabalho discográfico “Musique Mixte” com obras do compositor Mario Mary e desenvolveu o trabalho discográfico “On Clarinet” dedicado às diferentes obras para clarinete do compositor João Pedro Oliveira.

Francisco Sales

Francisco Sales é de Penalva do Castelo e como diz nasceu “numa família rodeada de músicos”. “A minha primeira recordação é a de ter a certeza que ia querer ser músico. Tive a sorte de ter nascido com uma guitarra em casa”, refere. Francisco Sales destaca a importância do pai na escolha da música e chegou à conclusão que era o que queria fazer na vida.

Francisco Sales

Francisco Sales, guitarra, de Penalva do Castelo

Francisco Sales, guitarra, de Penalva do Castelo

O músico que se dedica à guitarra explica que sentiu que “para viver só da música teria de se dedicar muito mais” e foi quando decidiu sair de Penalva do Castelo e ir à procura de “novos horizontes”. O destino escolhido foi Londres, onde está há três anos. O penalvense justifica a escolha da capital britânica por ser um sítio onde “te sentes livre para fazeres o que quiseres, para descobrires a tua essência, ninguém te critica, ninguém te julga.”

“Na altura foi a minha vontade de ir à procura do desconhecido e tentar encontrar o caminho que sempre sonhei”, afirma o músico. O tempo “cinzento” da cidade inglesa aborrece Francisco Sales mas como diz “nada é perfeito”. O artista prefere focar-se “nas coisas positivas” que lhe permitiram chegar “onde tinha sempre sonhado”. O guitarrista tem viajado pelo mundo inteiro em digressão com a banda que integra, os Incognito. A solo lançou já o álbum Valediction que fala do momento de transição do músico, em que opta por sair de Portugal para se encontrar com a música. “A minha música fala das minhas vivências e foi um desafio para mim conseguir construir um concerto a solo”, sublinha. Chegar ao coração das pessoas é o objectivo do músico penalvense. “Não interessa que seja em Portugal, nos Estados Unidos ou Tóquio. A arte só faz sentido se for partilhada”, conclui.

Fonte: Jornal do Centro

Nuno Barreiros

Musicógrafo, crítico e profissional de Rádio, Sócio-Fundador n.º 4 das Jeunesse Musicales Portugal, António Nuno Barreiros nasceu em Castendo (atual Penalva do Castelo). Fez estudos de composição, instrumentação, estética e história da música com Luís de Freitas Branco, de quem se tornou incondicional seguidor. Em 1959, ingressou como assistente musical na antiga Emissora Nacional, ali havendo ocupado sucessivamente os cargos de realizador, chefe do setor de música erudita, chefe de programas nacionais e diretor do Programa 2.

Foi crítico musical permanente do Diário Ilustrado, do Diário de Lisboa e do Jornal do Comércio, além de colaborador assíduo noutros periódicos como a Gazeta Musical, Vértice, Boletim da Juventude Musical Portuguesa, Diário de Notícias, O Século e Comércio do Porto. Além de vasta produção escrita, de que se destacam ainda os artigos que escreveu para a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, proferiu inúmeras conferências e palestras sobre música e músicos portugueses.

Nuno Barreiros

Nuno Barreiros, crítico musical, de Penalva do Castelo

Nuno Barreiros, crítico musical, de Penalva do Castelo

MÚSICA À VISTA

Sugestões de património edificado

para uma rota musicoturística no Concelho de Penalva do Castelo

Monumento ao Músico, Penalva do Castelo

Monumento ao Músico, Penalva do Castelo

A escultura de homenagem à Banda Musical e Recreativa de Penalva do Castelo e a todos os músicos penalvenses foi inaugurada a 22 de novembro de 2015.

Veja AQUI mais pormenores.

A escultura homenageia todos os músicos penalvenses e os 190 anos de existência da Banda Musical e Recreativa de Penalva do Castelo. Inserida nas comemorações da padroeira dos músicos, Santa Cecília, o presidente da Câmara Municipal de Penalva do Castelo inaugurou a escultura de um músico na recém-criada rotunda junto à Biblioteca Municipal e à Casa da Banda. A cerimónia, iniciou-se com a bênção da estátua, presidida pelo Sr. Padre José António. De seguida procedeu-se ao descerramento da placa alusiva à “Homenagem ao Músico e à Banda Musical e Recreativa de Penalva do Castelo, pelos 190 Anos ao Serviço do Concelho”, que coube ao Presidente da Câmara, Francisco Carvalho, juntamente com o Presidente da Junta de Freguesia de Ínsua, José António, o Presidente da Banda Musical e Recreativa, Anselmo Sales, e o maestro Rafael Ferreira. A estátua, esculpida em granito, e com o músico virado para o edifício da Câmara Municipal, é da autoria do escultor penalvense Isidro Batista, tendo ainda tido a colaboração de João Fernandes, colaborador do Município.

Monumento ao Músico em Penalva do Castelo

Monumento ao Músico em Penalva do Castelo

Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgãos de tubos do concelho de Penalva do Castelo [2]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Localizada no largo Magalhães Coutinho, a Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo é um imponente edifício (barroco/neoclássico), o elemento visual de maior referência da Vila. O templo é composto por um altar-mor e dois colaterais, e possui um magnífico órgão de tubos construído em 1810. A entrada é feita pela porta lateral. O núcleo museológico localizado no 2º piso da igreja é um espaço de exposição do espólio da Santa Casa da Misericórdia que preserva peças únicas de arte sacra.

Fonte: CMPC

A Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo possui um órgão de tubos construído por Joaquim António Peres Fontanes em 1810(?), restaurado por António Simões.

Órgão Joaquim António Peres Fontanes

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Montra

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Montra com trombetas em chamada

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Montra

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Tribuna do lado do Evvangelho

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Teclado manual

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Registos do lado direito

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Manúbrios do lado esquerdo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Pisante

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Placa do organeiro

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Trombetas

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Pormenor da tribuna

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Mecânica

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Igreja Matriz de Ínsua

[ Igreja Paroquial ]

Igreja Matriz de Ínsua

Igreja Matriz de Ínsua

A Igreja Matriz de Ínsua é um edifício de arquitetura religiosa situado no largo que dá para a entrada da Casa da Ínsua.

Montra

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Pormenor de talha

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Teclado manual

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Registos do lado esquerdo

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Registos do lado direito

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Pisantes

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Alavanca do fole

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua