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Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira
Folclore de Santa Maria da Feira

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Centro Cultural e Recreativo Os Malmequeres de Lourosa
  • Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira
  • Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira
  • Grupo Folclórico Danças e Cantares de S. João de Vêr
  • Rancho Folclórico As Florinhas de Caldas de S. Jorge
  • Rancho Folclórico de São Tiago de Lobão
  • Rancho Folclórico e Etnográfico das Terras de Santa Maria
  • Rancho Folclórico Recreativo e Cultural As Florinhas de Rio Meão
  • Rancho Folclórico S. Cristóvão de Nogueira da Regedoura
  • Rancho Regional da Vila de Lobão
  • Rancho Regional de Argoncilhe
  • Rancho Regional de São João de Vêr
Centro Cultural e Recreativo Os Malmequeres de Lourosa

O Centro Cultural e Recreativo Os Malmequeres de Lourosa é uma associação de natureza etnográfica do Concelho de Santa Maria da Feira. Além do Folclore tem danças latinas, salão, medievais; ginástica (zumba, fitness, aeróbica). Realiza eventos culturais, recreativos, de solidariedade. Aluga instalações mediante disponibilidade e condições.

CCRML

Centro Cultural e Recreativo Os Malmequeres de Lourosa

Centro Cultural e Recreativo Os Malmequeres de Lourosa

Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira

O Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira recolhe, salvaguarda e divulga os usos e costumes da Villa da Feira no final do séc. XIX e início do séc. XX

GDCRF

Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira

Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira

Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira

O Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira é um grupo que faz recolha, estudo, salvaguarda e divulgação do património folclórico-etnográfico da região.

Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira

Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira

Catarina Luz, diretora

Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira, Catarina Luz, créditos Abel M. Cunha

Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira, Catarina Luz, créditos Abel M. Cunha

Rancho Folclórico As Florinhas de Caldas de S. Jorge

O Rancho Folclórico “As Florinhas” de Caldas de S. Jorge tem-se dedicado à recolha das danças e cantares, usos e costumes, para além de outras tradições sociais e religiosas. Conta com representações em festivais, encontro de tradições, festas e romarias, no país e estrangeiro. Está filiado no INATEL. É sócio fundador da Federação das Coletividades de Cultura e Recreio de S. Maria da Feira e sócio efetivos da Federação de folclore Português.

RFFCSJ

Rancho Folclórico As Florinhas de Caldas de S. Jorge

Rancho Folclórico As Florinhas de Caldas de S. Jorge

Rancho Folclórico de São Tiago de Lobão

O Rancho Folclórico de São Tiago de Lobão é uma associação de natureza etnográfica do concelho de Santa Maria da Feira.

Rancho Folclórico de São Tiago de Lobão

Rancho Folclórico de São Tiago de Lobão

Rancho Folclórico e Etnográfico das Terras de Santa Maria

O Rancho Folclórico e Etnográfico das Terras de Santa Maria é uma associação de natureza etnográfica sediada em Rio Meão, Santa Maria da Feira.

RFETSM

Rancho Folclórico e Etnográfico das Terras de Santa Maria

Rancho Folclórico e Etnográfico das Terras de Santa Maria

Rancho Folclórico Recreativo e Cultural As Florinhas de Rio Meão

O Rancho Folclórico Recreativo e Cultural As Florinhas de Rio Meão é uma associação de natureza etnográfica sediada em Rio Meão, Santa Maria da Feira.

Rancho Folclórico S. Cristóvão de Nogueira da Regedoura

O Rancho Folclórico S. Cristóvão de Nogueira da Regedoura é uma associação de natureza etnográfica sediada em Nogueira da Regedoura, Santa Maria da Feira.

Rancho Regional da Vila de Lobão

O Rancho Regional da Vila de Lobão é uma associação de natureza etnográfica sediada em Lobão, Santa Maria da Feira.

RRVL

Rancho Regional da Vila de Lobão

Rancho Regional da Vila de Lobão

Rancho Regional de Argoncilhe

O Rancho Regional de Argoncilhe é uma associação de natureza etnográfica sediada em Argoncilhe, Santa Maria da Feira.

RRA

Rancho Regional de Argoncilhe

Rancho Regional de Argoncilhe

Rancho Regional de São João de Vêr

O Rancho Regional de São João de Vêr é uma associação de natureza etnográfica sediada no lugar da Granja, freguesia de São João de Vêr, Concelho de Santa Maria da Feira, constituída a 27 de dezembro de 1984.

RRSJV

Rancho Regional de São João de Vêr

Rancho Regional de São João de Vêr

Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira
Filarmónicas de Santa Maria da Feira

Bandas filarmónicas, história e atividades no Concelho

  • Banda de Música de Arrifana
  • Banda Marcial do Vale
  • Banda Musical de Santiago de Lobão
  • Banda Musical de Souto
  • Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira
Banda de Música de Arrifana

A data oficial para a fundação da Banda de Música de Arrifana é de 19 de janeiro de 1803. Todavia, há um apontamento extraído da Junta de Freguesia de Arrifana, pelo Juiz Manuel Tavares da Costa que diz: «Pago a música de Arrifana, reis 3$00». O documento desapareceu e só existe a sua publicação e data 1770.

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Banda de Música de Arrifana

Banda de Música de Arrifana

O primeiro regente conhecido foi Inácio de Azevedo, nascido em 26 de março de 1754 e falecido em 28 de janeiro de 1836. Na década de 1920, a Banda de Música de Arrifana prosperou e afirmou-se no panorama musical, tanto a nível regional como nacional. Em 1928 foi integrada nos Bombeiros, passando-se a designar por Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Arrifana. Embora integrada nos Bombeiros, as direções são diferentes.

A Banda ensaiou em casas alugadas até 1934, ano em que com o apoio de toda a população começou a construir a sua sede e sala de ensaios, inaugurada a 8 de janeiro de 1935. Em 1936 a banda contava com 32 executantes. Os primeiros estatutos oficiais datam de 25 de janeiro de 1975. Em 1985 a banda foi reconhecida como Instituição de Utilidade Pública. Em 2000, a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira concedeu a antiga Escola Gomes Rebelo, no lugar da Rua, na Vila de Arrifana, como novas instalações para salas de ensaio e escola de música.

De 1976 até 2004 a banda foi dirigida pelo maestro Belmiro Soares Ferreira, sucessor de um grande maestro e pessoa dedicada a esta Instituição de nome Roberto Nunes, que durante cerca de 50 anos esteve ao serviço como músico e maestro. Mais tarde foi dirigida pelo maestro Filipe Oliveira, sendo que atualmente o maestro Marcelo Alves é o responsável por toda a sua atividade artística, contando com um grupo de 60 músicos.

A Banda de Música tem sobre sua alçada uma Orquestra Ligeira, mais conhecida por OLBA, a Escola de Música onde é integrada a Banda Jovem. A Banda de Música de Arrifana, como é conhecida atualmente, tem vindo ao longo destes últimos anos a proporcionar inúmeras atividades de enriquecimento artístico como foi o caso de Cursos de Aperfeiçoamento de Direção que contou com a presença de 40 maestros dividido em duas sessões, orientado pelo maestro José Brito, maestro da Banda da PSP de Lisboa.

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Banda de Música de Arrifana

Banda de Música de Arrifana

Outra das atividades passou pela organização de um curso onde a Banda teve a oportunidade de trabalhar com o maestro Délio Gonçalves, chefe da Banda da Armada Portuguesa. Recebeu num ensaio a presença do Major Jacinto Montezo, que realizou parte do ensaio e transmitiu alguns dos seus saberes ao grupo. Recebeu também na sua sede  Paulo Gaspar, um profissional da área do Jazz que esteve durante alguns dias a transmitir conhecimentos da área, para o desenvolvimento das linguagens musicais que se praticam no seio das bandas filarmónicas com a evolução constante que se tem sentido.

Banda Marcial do Vale

A Banda Marcial do Vale foi fundada em 1913 por António Gomes Oliveira. Foi conhecida como Banda do Leira, Música de Cedofeita, Música de Santa Ovaia, Banda de S. Vicente de Louredo e Banda Marcial do Vale. Todos estes nomes derivaram do lugar onde vivia o seu fundador ou do local em que a banda ensaiava.

Em 1980 foi oficializada com o nome de Associação de Cultura e Recreio da Banda Marcial do Vale – Santa Maria da Feira. O primeiro maestro da Banda foi Rodrigo Gomes de Oliveira (1889-1918), filho do fundador. Muitos outros se lhe seguiram: Sebastião Ferreira da Conceição (1913-1918), os maestros Rocha, Bernardo Pereira dos Reis e Minúncio (1918-1928), David Alves Ferreira (1928-1939), Justino Fernandes (1939-1944), Américo Pereira dos Reis e Sá (1945-1967 e 1978-1980), Maximino Moreira de Azevedo (1967 -1978 e 1983-1985), Tiago Tomáz (1978), Manuel Moreira de Azevedo (1981-1983), Fernando Sousa Alves (1984-2009), José Moreira Borges (2009-2011) e José Miguel da Silva Azevedo (2011-2014). Atualmente a Banda Marcial do Vale tem como maestro Bruno Miguel Paiva de Azevedo.

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Banda Marcial do Vale

Banda Marcial do Vale

A Banda tem sede própria e é constituída por 68 elementos efetivos, alguns dos quais são naturais das freguesias do Vale e Louredo, salientando-se a juventude da maioria dos executantes. Possui  um coro e orquestra que presta serviço religioso. Na vertente da formação, a Associação tem uma Escola de Música, onde nasceram muitos dos atuais elementos da Banda, estando inscritos atualmente 58 alunos. Possui ainda uma Banda Juvenil com 59 elementos, a qual atua tanto em audições internas, como efetua concertos com as mais diversas temáticas, nos mais variados locais. Neste contexto, destacam-se a gravação de três discos (2000, 2002 e 2013) e a participação em 2014 no 5.º Concurso de Bandas “Ateneu Artístico Vilafranquense” onde conquistou o Prémio Tauromaquia na 3.ª Categoria.

Com a Banda Marcial do Vale trabalharam o maestro Frank De Vuyst da “La Armónica” de Buñol, em 2008, o compositor Jan Van Der Roost em 2008 e o trompetista John Aigi Hurn da Orquestra Sinfónica da Galiza participou num ensaio. Em 2013, o Maestro António Saiote realizou uma classe de aperfeiçoamento de Direção e o Maestro José Ignácio Petit realizou um Masterclass de Interpretação.

A Banda participou em diversos festivais: Filarmonia Aveirense, Comemoração dos 175 anos do Governo Civil de Aveiro em 2010 com cerca de 2.000 músicos; IV Edição, 1.º Ciclo e 2.º Ciclo da Filarmonia ao Mais Alto Nível no Europarque, em 2008 e em 2011, respetivamente; em 2012, participou no IV Festival da Sociedade de Instrução e Recreio de Paços da Serra em Gouveia; e participou no I Certamen Internacional de Bandas de Música “Armónico Zamora”, em 2014.

Em ano de centenário, a Direção da Banda Marcial do Vale elaborou um vasto programa com 40 Eventos Culturais, que se realizaram de Janeiro a Dezembro de 2013. As celebrações do centenário abrangeram vários géneros artísticos, destacando-se as presenças das Bandas Militares do Exército e da Força Aérea, Banda de Zamora (Espanha), Bandas Filarmónicas, Bandas Juvenis, Teatro, Tunas Musicais e Académicas, Ranchos Folclóricos, Grupos de Instrumentos, Música Ligeira, Coros e Canto Lírico, Workshops, Cursos de Direção e de Interpretação com figuras reconhecidas nacional e internacionalmente como Hugues Kesteman, António Saiote, Nuno Pinto (clarinete), José Ignácio Petit (Espanha), Capitão Alexandre Lopes Coelho que dirige a Banda Militar do Exército e o Tenente Coronel Élio Murcho que dirige a Banda de Música da Força Aérea. Nesta oferta cultural participaram 60 grupos envolvendo 4.150 artistas, obtendo-se uma assistência de 9.310 espectadores.

Em termos de registos sonoros, a Banda Marcial do Vale gravou o seu primeiro CD em 2008 com o título “Caminhos”.

Em 2015, participou no 2º Concurso Internacional de Bandas Filarmonia D’Ouro, realizado no Europarque, onde obteve o 1º lugar e 1º Prémio na 2ª Categoria da competição. Em 2016, participou no III Certamen Internacional de Bandas de Música “Armónico Toro (Zamora)”, no qual obteve o 2º prémio na 1ª categoria. Em 2016, participou no 3º Concurso de Bandas de Braga onde arrecadou o 5º lugar.

Banda Musical de Santiago de Lobão

A Banda Musical de Santiago de Lobão surgiu em 1916, facto comprovado pelos mais idosos e por vários documentos (diplomas de participação, e mérito). Foi registada em 1978 na Secretaria Notarial da Feira. Em tempos ensaiou em Lourosa, como o nome “Banda da Cadinha” devido à alcunha do mestre que a fundou. Por volta de 1920, sediou-se definitivamente em Lobão, o que originou a atual designação.

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Banda Musical de Santiago de Lobão

Banda Musical de Santiago de Lobão

Sem lugar onde pudesse ensaiar, a Banda esteve quatro anos inativa. Em 1940, por iniciativa de um emigrante no Brasil, foram criadas as condições necessárias para que a Banda iniciasse uma atividade regular. A partir de 1945, fixou-se no lugar da Igreja, numa casa alugada onde permaneceu até 1995, data na qual se transferiu para uma sede própria já com boas condições, o Centro Cultural de Lobão.

Participou em vários certames musicais e culturais, em programas televisivos o radiofónicos, em festivais de música popular da Inatel e nas maiores festas e romarias de Portugal. A Banda é constituída por cerca de 55 elementos, na sua maioria estudantes de Música. Tem uma orquestra de jovens que tocam instrumnão poderem ser utilizados em rua.

Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira

A Orquestra de Jovens de Santa Maria da Feira surgiu em 1994, como uma formação que reunia, anualmente, os jovens músicos de instrumentos de cordas do Concelho, para os então chamados “Estágios de Verão”. Em 1997, a formação adquiriu carácter permanente, resultado do esforço conjunto da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e das escolas oficiais de música do Concelho, nomeadamente a Escola de Música do Coral de Fornos e as academias de Música de Santa Maria da Feira e de Paços de Brandão.

A direção artística deste projeto ficou entregue ao maestro Osvaldo Ferreira que, desde 1997 até 2004, foi o principal responsável pela implementação e desenvolvimento deste projeto musical. Foram convidados para dirigir a Orquestra de Jovens de Santa Maria da Feira maestros de renome nacional e internacional, como: Carlos Fontes, Leonardo Barros, Ivo Cruz, Sokhiev Tugan, Joana Carneiro, Cesário Costa.

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Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira

Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira

Em 1998, dado o elevado número de instrumentistas de sopro interessados num projeto de trabalho em conjunto, sentiu-se a necessidade de criar a Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira. Esta formação funciona em paralelo com a Orquestra de Jovens de Santa Maria da Feira e foi convidado para a direção desta formação o professor Paulo Martins que, desde 1998 até 2004, assumiu também a função de Maestro Assistente da Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira.

Atualmente, o projeto Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira é uma associação cultural, da qual fazem parte a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, a Escola de Música do Coral de Fornos, as academias de Música de Santa Maria da Feira e de Paços de Brandão e as bandas filarmónicas do Concelho. O propósito desta associação é o desenvolvimento da música no Concelho de Santa Maria da Feira e a gestão artística do projeto Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira. A direção artística do projeto é da responsabilidade de Paulo Martins.

A Orquestra e a Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira cumprem objetivos de índole social pedagógica e didática, proporcionando um convívio saudável e a partilha de experiências a todos os jovens executantes. Numa fase determinante da sua formação, os jovens têm a oportunidade de integrar um projeto musical, que poderá marcar definitivamente a sua carreira profissional, despertando o gosto por uma arte que, de outra forma, poderia não se manifestar.

Este projeto proporciona um reforço pedagógico na formação dos jovens músicos, em termos de repertório orquestral, uma vez que fazem parte de uma verdadeira orquestra e têm, permanentemente, ensaios de naipe com professores da especialidade. No final de cada período, os alunos têm a possibilidade de demonstrar os conhecimentos adquiridos, através dos concertos que executam. A Orquestra tem ainda a particularidade de, mediante o repertório escolhido, promover jovens solistas num concelho repleto de grandes talentos.

A atuação da Orquestra em vários pontos do Concelho permite o contacto com alguns nichos populacionais que, de outro modo, não teriam acesso a este tipo de espetáculos, assumindo assim, um papel de grande relevo cultural. A Orquestra atuou em diferentes pontos do País e no estrangeiro: Joué-Les-Turs, França, 1999, Geminação «L’Années Joués; Alicante, Ocãna e Aranjues, Espanha, 2000 – Alessandria, Génova e Asti, Itália, 2001; Valência, Espanha, 2002, 2º Lugar Certamen Internacional de Bandas de Valência; Targovishte, Bulgária, 2002, Geminação; Roma, Pontedera, Itália, 2003, Festival 7Sois 7Luas; Valência, Espanha, 2005, 3º Lugar Certamen Internacional de Bandas de Valência.

Banda Musical de Souto

S. Miguel de Souto, situa-se a Norte da Beira Litoral, Santa Maria da Feira de onde dista 5 km.  Já em 1659, havia em Souto as Charamelas (percursoras das filarmónicas) que animavam as festividades locais e as de terras limítrofes e se incorporavam na procissão. Em 1849 um notável grupo de 15 ilustres soutenses fundou a Banda de Música de Souto. À frente desse grupo destacou-se o Padre Francisco Leite de Andrade, que nasceu em 1823 e faleceu em 1889.

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Banda Musical de Souto

Banda Musical de Souto

A atividade da Banda iniciou-se em 1850, com 16 executantes, tendo como maestro o próprio Padre Francisco. Desde sua fundação, ininterruptamente tem vindo a Banda a prestar inestimáveis serviços à sua terra, quer instruindo musicalmente muitos soutenses, quer levando bem longe o nome de Souto e a qualidade da sua música. Em 1950 comemorou o 1º centenário da sua fundação. Era então, dirigida pelo maestro Manuel Maria dos Santos Reis que para o evento criou uma marcha militar da sua autoria.

Em 1966, teve a Banda de Música uma das suas maiores contrariedades. Em dia de Festa em Maceda, Ovar, um dos carros que transportava alguns músicos, numa passagem de nível em Esmoriz, foi abalroado por um comboio, tendo falecido três músicos e ficado feridos outros três.

Em 1970, construiu a Sede.  Em 1999, celebrou o seu 150º Aniversário, com diversas atividades, entre as quais um ”Encontro de Bandas”, onde participaram sete filarmónicas.

A Banda de Música, atualmente com sessenta executantes, bastante jovens. Um dos grandes orgulhos da Banda, é a Escola de Música que funciona nas salas da sede. A finalidade tem sido mantida e, por isso, tem investido muito no ensino da música e orgulha-se de ter um grande grupo de músicos oriundos da sua Escola.

Em 2004 a Banda Musical de Souto participou nas comemorações dos 150 anos da Banda de Musica de Ribeira Seca, na Ilha de S. Jorge, tendo-nos sido proporcionado visitas com atuações nas Ilha do Pico, Faial e S. Miguel.

Em 2005 participou no “I Concurso Nacional de Bandas Filarmónicas Cidade de Aveiro” tendo conquistado um honroso 2.º lugar. Em 2006 participou no “XIII Certame de Bandas de Música de Galicia” realizado em Boqueixón. No mesmo ano gravou o 1.º CD intitulado “Capricho Varino”. Em 2007, a Banda esteve presente na abertura do Festival Internacional de Marionetas do Porto. Em 2009 participou na 5.ª Edição do “Festival de Bandas Filarmónicas ao mais alto nível”, realizada no Auditório do Europarque.

Em 2010 participou no Encontro de Bandas Filarmónicas, inserido no programa “Verão na Casa”, realizado na Casa da Música. Em 2011 terá sido a primeira banda portuguesa a participar no IX Festival Internacional Bandas de Música “Ciudad de Torrevieja”. No decorrer desse ano, juntamente com os coros da Freguesia de Souto, efetuou pela primeira vez, um concerto coral sinfónico, repetido em várias igrejas.

Em 2012, participou no I Festival Ibérico de Bandas que se realizou no Conservatório de Música do Porto, integrado no programa das comemorações dos 95 anos. No final de 2012, a Banda gravou o seu 2º CD intitulado “ Fidelidade Musical”. Em 2013 a convite da Agrupación Musical Banda de Música de Guardo, participou no I Festival Internacional de Bandas de Música, em Guardo, Palência. Participou também na Filarmonia ao mais alto nível, na 1ª edição do III Ciclo, no Europarque.

Desde 2004, tem como Maestro Manuel Luis Azevedo, que acumula desde 2014 o lugar de Presidente da Direção.

Guitarra Portuguesa em praça de Santa Maria da Feira

MÚSICA À VISTA

Sugestões de património edificado

para uma rota musicoturística no Concelho de Santa Maria da Feira

Guitarra Portuguesa em praça de Santa Maria da Feira

Guitarra Portuguesa em Santa Maria da Feira

Guitarra Portuguesa em praça de Santa Maria da Feira

Paulo Ferreira, tenor natural de Santa Maria da Feira
Músicos naturais do Concelho de Santa Maria da Feira

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Alexandra Trindade

Alexandra Trindade, violinista, nasceu em Mozelos, Santa Maria da Feira. Iniciou os estudos musicais na Academia de Música de Espinho. Prosseguiu na Academia de Música de Paços de Brandão na classe de Carlos Fontes. Com elevada classificação, concluiu, em 2003, a licenciatura em instrumento (violino) na Escola Superior de Música e Ar­tes do Es­pectá­culo do Porto, na classe de Zofia Woycicka. É mestre em ensino de música e pós-graduada em música pela Universidade de Aveiro. É detentora do título de especialista em performance.

Durante a sua formação, foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira. Fre­quen­tou classes de aperfeiçoamento com os professores Gerardo Ribeiro, Vladimir Ovcharek, Angel Gimeno, Daniel Sta­­brawa, Jossif Grinman e em Música Antiga com Richard Gwilt. Frequentou workshops de método Suzuki com Betty Haag.

Foi so­­­lista com várias orquestras desta­cando-se a Orquestra Sinfónica da Universidade Estatal de Campinas (Brasil), Orquestra da Universidade da Extremadura (Espanha), Camerata da Orquestra Filarmónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica da Póvoa de Varzim, Camerata Nov’Arte, Orquestra do Festival Inter­na­ci­o­nal de Música de Lagos, ESART Ensemble, “Sinfonieta” e Orquestra de Música Antiga da Es­cola Superior de Música e das Artes do Espetáculo do Porto, Orquestra de Jovens de Santa Maria da Feira e Ensemble das Terras de Santa Maria. Tocou sob a direção de Osvaldo Ferreira, Ivo Cruz, Marc Tardue, Sir Neville Marriner, Luís Carvalho, Omri Hadari, Francisco Rodilla Léon, Pedro Carneiro, Tugan Sokhiev, Cesário Costa, entre outros. Foi agraciada com vários prémios, nomeadamente de melhor finalista atribuído pela Fun­da­ção Eng. António de Almeida e pelo Rotary Club, 2º lugar no Prémio Jovens Músicos 2001 na categoria de mú­sica de câmara nível superior, Bolsa de Mérito pela Câmara Municipal de Espinho em 1990, Bolsas de Mé­­rito pelo Ins­tituto Politécnico do Porto em 1999 e 2001 e Bolsa de Mérito atribuída pela Univer­si­dade de Aveiro em 2012.

Orientou classes de aperfeiçoamento de violino na Universidade Estatal de Campinas (Brasil), SESI/FIEC (Fortaleza, Brasil), CCM/ARTAVE, Conservatório de Música de Fátima/ Ourém, Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, Conservatório de Música de Coimbra, Conservatório de Música de Braga Calouste Gulbenkian, Academia de Música e Dança do Fundão, Escola de Música do Centro de Cultura Pedro Ál­­vares Cabral em Belmonte, Escola Profissional de Música da Jobra, Academia d’Artes de Cinfães, entre outros. Integrou o corpo docente do Festival Música Júnior que teve lugar em Montalegre em 2012, 2013 e 2014. Foi assistente de concertino e chefe de naipe da Orquestra Sinfónica da Póvoa de Var­zim, entre 2002 e 2010, com a qual gravou para a editora numérica. Gravou igualmente para a RTP e RDP. Foi membro do júri do Concurso Capela, Concurso Internacional Paços’ Premium e Concurso Internacional “Cidade do Fundão”.

É chefe de naipe da Orquestra Filarmónica Portuguesa e da Camerata Nov’Arte. A sua classe conta com alunos premiados em Concursos Nacionais e In­ter­na­cio­nais, destacando-se a Orquestra de Jovens da União Europeia (EUYO), Orquestra Mundial, Orquestra de Jovens do Mediterrâneo, Academia Penderecki, Orquestra J.Futura (Itália), Pa­­ços’ Premium, Concurso Santa Cecília (Porto), Concurso Elisa Pe­dro­so (Vila Real), Orquestra de Câmara Portuguesa, JOP, Concurso de Instrumentos de Arco do Al­to Minho, Prémios de Mérito do IPCB, entre outros. É professora de Violino e presidente da Direção Pedagógica da Academia de Música de Paços de Brandão. É docente na Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco e pertence à Comissão Ci­en­tífica do Mestrado em Música.

Alexandra Trindade

Alexandra Trindade, violinista, de Santa Maria da Feira

Alexandra Trindade, violinista, de Santa Maria da Feira

Alexandre Andrade

Alexandre Andrade é professor auxiliar do I.S.E.I.T-Viseu, Instituto Piaget (Portugal), professor convidado da Universidade Federal de Alagoas e Universidade Federal da Bahia (Brasil) e professor de Flauta no Conservatório de Música da JOBRA (Portugal).

É Licenciado em Ensino de Flauta Transversal (Universidade de Aveiro) em 1995, na classe de Pedro Couto Soares, realizou o Mestrado em Performance na Irlanda (Waterford Institute of Technology) em 1997, tendo estudado música antiga com Rachel Brown.

Doutorou-se em Música (Universidade de Aveiro) em 2005, dedicando a sua tese A PRESENÇA DA FLAUTA TRAVERSA EM PORTUGAL DE 1750 A 1850, seu repertório e performance do traverso na 2ª metade do séc. XVIII e 1ª metade do séc. XIX. Em novembro de 2013, no âmbito do programa Erasmus realizou uma classe de alto aperfeiçoamento e seminário no Real Conervatório Superior de Música de Madrid para as classes de Traverso e Flauta Moderna.

Leia AQUI a biografia completa.

Alexandre Andrade

Alexandre Andrade, flauta, de Santa Maria da Feira

Alexandre Andrade, flauta, de Santa Maria da Feira

António Ribeiro

António J. L. Ribeiro nasceu a 7 de dezembro de 1956 em Souto, Santa Maria da Feira. Deu início ao seu percurso musical aos 8 anos na banda da sua terra natal. Aos 9 anos integrou a Banda de Cucujães, onde tocava seu pai. Aos 13 anos iniciou os estudos musicais na Academia de Música de Santa Maria, em Santa Maria da Feira, na classe de Trompete. Posteriormente estudou Canto, Composição, Piano, e Flauta Transversal na classe de Maurício Dias Noites, tendo concluído o curso deste último instrumento com distinção.

Estudou Piano no Conservatório de Música de Aveiro e Canto na Escola de Campo Alegre no Porto, onde integrou a classe de Oliveira Lopes. Frequentou, na Universidade Católica, o Curso de interpretação de Canto Gregoriano.

Como flautista, em 1986 integrou a Orquestra das Escolas de Música Particulares (ano da sua fundação). Depois de concluído o curso de Flauta Transversal, trabalhou com os professores Olavo Barros e Wendy Quinlan. Frequentou vários cursos de Flauta com Herbert Weisseberg, Jorge Caryebchi, Machtiild Caryebch, Patrick Galoise, entre outros.

Como maestro, dirigiu várias bandas filarmónicas com destaque para a banda da sua terra natal, Banda Musical de Souto da Feira (onde criou a Escola de Música) e a Banda do Pinheiro da Bemposta, última banda que dirigiu. Dirigiu várias orquestras de cordas e de sopros e vários coros.

Estudou Direcção de Banda com os Maestros Alberto Roque, Major Monteso e Paulo Martins. Estudou Direcção de Orquestra com o Maestro Osvaldo Ferreira tendo dirigido a Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Castelo Branco. Estudou Direcção de Coros com os maestros Denis Dupays, Edgar Saramago e Herbert Velten. Com este último, estudou em Fátima, a partir de 1995, no Curso de Direcção Coral de Música Litúrgica, curso que viria a concluir em 1998.

Criou a primeira banda filarmónica de raiz numa escola pública portuguesa, na EB2,3 de S. João da Madeira onde é professor.

É comentador residente no festival de Bandas “Filarmonia ao mais alto nível”.

Em  Composição, venceu vários concursos destacando o prémio mais recente no Concurso Nacional de Composição – Cidade de Aveiro, com a peça “As Montanhas do Mónaco”.

Estudou Composição com os professores F. J. Stoiber e António Mário e Eugénio Amorim entre outros. Frequentou na Universidade Católica, o Curso de Harmonia em Evolução com Zsolt Gardonyi. Algumas das suas composições são apresentadas na antena 2 em rubricas de novos compositores.

Tem vindo a realizar variadíssimos arranjos, por encomenda, para os mais diversos conjuntos instrumentais.
Presentemente, e desde o ano de 2006, estuda Composição e Orquestração, em privado, com Evgueni Zoudilkine e Teodoro Aparício.

Como professor, Exerceu o cargo de diretor pedagógico em várias escolas vocacionais de música. Lecionou a disciplina de Flauta Transversal até ao ano letivo 2004 em várias escolas do país. É professor efetivo do 2º e 3º ciclos no grupo de Educação Musical na Escola EB2/3 de S. João da Madeira.

Tens vários trabalhos de reflexão editados sobre os benefícios da música nas crianças.

É licenciado em Educação Musical.

Diogo Silva

Diogo Santos Silva iniciou os estudos musicais na Academia de Música de Santa Maria da Feira aos seis anos de idade. Frequentou inicialmente o Curso Complementar de Instrumento (Flauta Transversal), tendo posteriormente estudado guitarra como 2º instrumento. Frequentou, na mesma academia, aulas de percussão durante 2 anos. Ingressou o Curso de Física/Matemática Aplicada (Astronomia) na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto no ano 2000, tendo frequentado o 3º ano curricular.

Em 2006, ingressou a licenciatura em Música – Composição, no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, onde estudou composição com o professor Virgílio Melo. Terminou em Julho de 2016 o Mestrado em Ensino de Música, ramo de Composição, com a dissertação “Contraponto em ATC II – Uma abordagem diferente ao curriculum da disciplina”.

É professor de Teoria e Análise Musical e Física do Som na Escola Profissional de Arte de Mirandela.

Fabiana Magalhães

Natural de Fiães, Fabiana Pereira Magalhães iniciou os estudos musicais com 7 anos de idade e aos 11 anos iniciou os estudos oficiais na Academia de Música de Paços de Brandão onde concluiu o 7º grau em 2005, com piano como primeiro instrumento e canto como segundo. Nesse ano, ingressou no Conservatório Superior de Música de Gaia no Curso de Canto Teatral, na classe de Sílvia Mateus.

Fabiana Magalhães

Fabiana Magalhães, soprano, de Santa Maria da Feira

Fabiana Magalhães, soprano, de Santa Maria da Feira

Posteriormente, ingressou no curso de Canto da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, na classe dos professores António Salgado e Sofia Serra, concluindo a licenciatura em 2009. Nesse ano frequentou o Curso de Verão de Música Antiga do Conservatório de Amesterdão onde estudou canto com Johannette Zomer.

Desde 2007, integra o quarteto “Gaudium Vocis” do qual é membro fundador. Entre 2010/12 aprofundou os estudos de canto no Conservatório de Amsterdão com Renée Harp e Pierre Mak. Frequentou várias classes de aperfeiçoamento com vários mestres com destaque para: Ivo Cruz, Constantin Sandu, Fausto Neves, Fernanda Correia e Susan McCulloch. Tem-se dedicado ao repertório antigo incidindo no virtuosismo barroco europeu, o que a levou a apresentar-se em concertos a solo em Portugal, Holanda, Bélgica, França e Itália. A nível coral colabora com o Coro da Casa da Música e é membro fundador do Coro Musicam Sacram. Leciona no Colégio de Música de Fiães do qual é fundadora.

Gil Ferreira

Filho de pais emigrantes, nascido em 1981 na Venezuela, Gil Ferreira é um músico, professor e gestor cultural, atualmente eleito local em funções públicas. Iniciou os  estudos artísticos, em 1997, na Academia de Música de Santa Maria da Feira onde concluiu o 8º grau em guitarra clássica. Paralelamente, entre 1998 e 2004, frequentou a Escola de Jazz do Porto. É licenciado em Música pela Universidade de Aveiro, na variante de Guitarra/Performance, onde trabalhou sob a orientação de mestres como Paulo Vaz de Carvalho, Pedro Rodrigues e António Chagas Rosa. Em 2012, na Universidade de Aveiro, concluiu o Mestrado em Ensino de Música com o tema de investigação “A iniciação à guitarra em videochamada”.

Gil Ferreira

Paralelamente frequentou várias classes e cursos de aperfeiçoamento com professores como Alberto Ponce, Roberto Aussel, Jozef Zsapka, Dejan Ivanovic, Pedro Rodrigues, Paulo Amorim, Paula Marques, Tim Steiner e Sam Manson (abordagens de reportório). Frequentou, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, o curso de Licenciatura em Filosofia. Enquanto professor do ensino artístico especializado, na Academia de Música de Vilar do Paraíso, orientou, de 2009 a 2013, uma classe com um palmarés de alunos laureados em Concursos de Guitarra nacionais e internacionais. Foi fundador e diretor artístico do Festival de Guitarra de Terra de Santa Maria (nas edições de 2008 e 2011) por onde passaram artistas de vulto nacional e internacional tais como Marcin Dylla, Pedro Rodrigues, António Chainho, Fernando Alvim, Paulo Vaz de Carvalho e Augusto Pacheco. Está ligado a projetos de voluntariado cultural desde os 13 anos de idade, tendo sido dirigente associativo entre 2007 e 2013 no Centro de Cultura e Recreio do Orfeão da Feira, período no qual se destacam projetos, sob a sua direção, tais como a Oficina d’Artes, Ciclo de Jazz do Orfeão da Feira (2007 a 2012) e programação celebrativa do centenário da instituição.

Gil Ferreira

Gil Ferreira, guitarrista

Gil Ferreira, guitarrista

É, desde 2013, Vereador do Pelouro da Cultura, Turismo, Biblioteca e Museus no Município de Santa Maria da Feira. Pertence à Comissão Executiva da Viagem Medieval em Terra de Santa Maria e é diretor executivo do Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua e Centro de Criação. Membro dos grupos temáticos de Cultura e Turismo no Eixo Atlântico, membro do Conselho de Vereadores – vertentes de Cultura e Turismo – na Área Metropolitana do Porto. É representante do Município de Santa Maria da Feira no Conselho de Fundadores da Fundação Serralves. É Presidente da Assembleia Geral da empresa municipal Feira-Viva Cultura e Desporto E.M. e presidente da assembleia geral da Sociedade de Turismo de Santa Maria da Feira S.A. Foi considerado a “Personalidade dos Eventos 2016” na 9ª Gala dos Eventos, em Lisboa.

José Brito

José Manuel Ferreira Brito nasceu em Santa Maria da Feira, iniciando os estudos musicais com a idade de 11 anos, na Academia de Música de Paços de Brandão onde concluiu o curso de Complementar de Saxofone. Em janeiro de 1985 ingressou no Serviço Militar, como músico, na Banda da Região Militar Norte. Neste ramo das Forças Armadas, passou ao Quadro Permanente em agosto de 1988, ficando colocado na Banda do Exército como solista em Saxofone Alto. Durante a sua permanência no Exército foi professor das disciplinas de Saxofone, Harmonia, Transcrições Musicais, Instrumentação, Acústica e Organologia aos diversos cursos de promoção da especialidade, incluindo elementos oriundos dos PALOP.

Concluiu a Licenciatura em Direcção de Orquestra, na Academia Nacional Superior de Orquestra, na Classe do Maestro Jean-Marc Burfin, em Julho de 1999.

Durante a frequência do curso dirigiu regularmente a Orquestra Académica Metropolitana em concertos realizados em diversas localidades do país. Frequentou classes de aperfeiçoamento de Direção de Orquestra, com os maestros Luca Pfaff, Jean-Sébastien Béreau e Robert Delcroix. Na Direcção de Banda participou na masterclass promovida pela Universidade Nova de Lisboa e ministrada por Sir David Whitwell, em 2002, constituída por uma sessão prática sobre “Sonoridades das Bandas” e por uma conferência subordinada ao tema “The Role of the Wind Bands in the 21st Century” (“O papel das Bandas no Séc. XXI”). Em 2005 participou, como ouvinte, na Masterclass de Direção de Banda ministrada pelo Maestro norte-americano Dr. Mitchell Fennell que decorreu na Escola de Música do Conservatório Nacional, em Lisboa.

Após ter terminado a sua licenciatura foi convidado para lecionar as disciplinas de Orquestra, História da Música e Saxofone no Conservatório Metropolitano de Lisboa nos anos letivos de 1996-1997 a 2000/2001. Lecionou, também, Saxofone na Escola de Música Leal da Câmara, em Sintra e no Conservatório Regional do Baixo Alentejo, em Beja. Foi membro fundador, Diretor Artístico e Maestro da “Orquestra de Sopros de Sintra” e da Camerata Instrumentalis da Amadora. Fez parte do Corpo Docente dos “Cursos de Aperfeiçoamento de Maestros Amadores” promovidos pelo INATEL. Foi Maestro da Orquestra de Sopros do “I Curso para Jovens Músicos de Leiria” e professor de Música de Câmara do “V Curso para Jovens Músicos de Caldas da Rainha”. Fez parte do Corpo Docente dos “Cursos para Instrumentistas e Regentes” promovidos pelo Conservatório Regional do Baixo Alentejo. Ministrou classes de aperfeiçoamento de Direcção de Banda em Arrifana, Gançaria, Ovar, Madeira e Montalvo, promovidas por Cardoso&Conceição. Foi Maestro convidado da Orquestra Clássica da Madeira, em 2001, efetuando concertos em localidades da ilha da Madeira. Em 2003, foi Maestro convidado para orientar o 11º Estágio da Orquestra Nacional de Sopros dos Templários, que decorreu em Tomar. Em 2009 foi Maestro convidado da Lungegaardens Musikkorps da cidade norueguesa de Bergen, tendo efetuado um concerto no prestigiado Grieg Hall com o patrocínio do Instituto Camões.

No ano letivo de 2010/2011 foi professor de Direção e de Literatura de Orquestra de Sopros do Mestrado em Direção de Orquestra de Sopros do Instituto Piaget de Almada. Neste âmbito foi, também, professor  orientador de uma tese final de mestrado (componente prática). Tem feito parte do Júri em provas finais de mestrado em Direção de Banda/Orquestra de Sopros, de concursos de jovens instrumentistas e de concursos de Bandas Civis. É autor de um “Manual de Instrumentação e Orquestração de Banda” e de “Apontamentos de Acústica e Organologia”, bem como de diversas transcrições, adaptações, arranjos e composições musicais direcionadas para a Banda Sinfónica da PSP e para outros agrupamentos do género. Autor de diversos artigos literários específicos do campo do ensino da Direção de Banda e de artigos sobre a Banda Sinfónica da PSP, alguns publicados em Revistas e periódicos (nacionais e internacionais) da especialidade.

Desde 1996, é membro da IMMS (International Military Music Society). Em maio de 2000 ocupou o cargo de Maestro Assistente da Banda Sinfónica da Polícia de Segurança Pública, tendo ingressado nesta Instituição depois de ter prestado provas e de ter sido aprovado no Concurso Público para preenchimento de uma vaga para o posto de Subcomissário. Foi promovido ao posto de Comissário em 2007 e desempenha funções de Chefe da Banda em Exercício desde Junho de 2009.

Sob a sua direção a Banda Sinfónica da PSP já gravou 6 CD, levando internacionalmente a imagem da Instituição PSP. Tem promovido sessões de formação em várias áreas da vertente musical quer para o pessoal interno quer para pessoal externo, mostrando ao país o trabalho desenvolvido por profissionais da Polícia de Segurança Pública a prestar serviço na Banda Sinfónica da PSP, de realçar a 1ª Semana Académica “Cultura em Segurança”. Sob o seu convite vários Maestros e Solistas de carreira e prestígio internacional têm trabalhado com a Banda Sinfónica da PSP, granjeando os mais calorosos e motivadores comentários sobre o trabalho desenvolvido em prol da cultura portuguesa.

Paulo Ferreira

Paulo Ferreira

Paulo Ferreira, tenor natural de Santa Maria da Feira

Paulo Ferreira, tenor

Ricardo Vieira

Ricardo Vieira

Ricardo Vieira, pianista de Santa Maria da Feira

Ricardo Vieira, pianista de Santa Maria da Feira

Rui Soares

Rui Soares

Rui Soares, organista de Fiães, Feira

Rui Soares, organista de Fiães, Feira

Igreja Matriz de Santa Maria da Feira
Órgãos de tubos do concelho de Santa Maria da Feira [6]

O concelho de Santa Maria da Feira possui seis órgãos de tubos, de acordo com as informações disponíveis, cinco em igrejas de outras tantas paróquias do Concelho e um propriedade do organista Rui Soares, no Colégio de Música de Fiães. Estando todos em boas condições de funcionamento, tornam possível a realização de concertos e ciclos de órgão, para além de permitirem a utilização em contexto litúrgico. Em setembro de 2018, as Artes estiveram em Itinerância pelo Concelho com a primeira edição do Ciclo de Órgão de Tubos de Santa Maria da Feira, que ocorreu nas Igrejas de Mosteirô, Santa Maria da Feira, Nogueira da Regedoura e Santa Maria de Lamas. Este Ciclo de Órgão promovido pela Câmara Municipal pretende resgatar e valorizar parte da memória musical do concelho. Quatro concertos pontuaram os quatro domingos do mês de setembro e permitiram usufruir da diversidade e dos órgãos de tubos que compõem o património religioso concelhio. No comando desta celebração, apresentando um reportório de excelência, esteve o organista feirense Rui Soares, a organista espanhola Esther Ciudad e o organista italiano Matteo Imbruno. Além do património material, o programa permitiu uma valorização do património imaterial, explorando, numa criteriosa escolha, obras dos mais importantes compositores nacionais e estrangeiros. Os concertos foram antecipados por um breve momento de enquadramento histórico e técnico de cada órgão, informando o público sobre a diversidade deste património e das suas possibilidades.

Colégio de Música de Fiães

O Colégio de Música de Fiães possui um órgão positivo moderno Nenninger (Munique) de dois teclados manuais e pedaleira, com 10 registos, construído em 1974. É propriedade de Rui Soares,  organista na Igreja da Senhora da Conceição no Porto e, desde Dezembro de 2015, responsável pelos concertos de órgão diários na Igreja dos Clérigos no Porto. É professor de órgão no Colégio de Música de Fiães. A sua atividade integra festivais e inúmeros concertos em Portugal, Espanha, França, Suíça, Itália, Bélgica e Holanda.

Montra do órgão

Órgão do Colégio de Música de Fiães

Órgão do Colégio de Música de Fiães

Consola

Órgão do Colégio de Música de Fiães

Órgão do Colégio de Música de Fiães

Registação:

Manual I

  • Rohrflöte 8’
  • Principal 4’
  • Schwiegel 2’
  • Mixtur 3f. 1’

Manual II

  • Liebgedack 8’
  • Spitzflöte 4’
  • Principal 2’
  • Larigot 2f. 1 1/3

Pedaleira

  • Subbass 16’
  • Choralbass 4’
Igreja Matriz de Santa Maria da Feira
Igreja Matriz de Santa Maria da Feira

Igreja Matriz de Santa Maria da Feira

A Igreja Paroquial de Santa Maria da Feira é um templo de planta em cruz latina e de nave única e claustro de dois pisos, parte de um convento maneirista. Está situada no centro histórico da cidade. Pelas suas características, insere-se na tipologia das igrejas monumentais seiscentistas de feição classicista e erudita da região portuense. A azulejaria da capela-mor e o transepto são também seiscentistas, e o retábulo-mor barroco, do Estilo Nacional e retábulos laterais barrocos da época de D. Pedro II, na transição dos séculos XVII e XVIII.

Fonte: JFF

O órgão histórico E.F. Walcker [ I+Pa; (2+4) ] foi construído em 1896, catalogado como opus 748,  reparado pela Oficina e Escola de Organaria, em 1996, opus 18.

Montra

Órgão da Igreja Matriz de Santa Maria da Feira

Órgão da Igreja Matriz de Santa Maria da Feira

Base

Órgão da Igreja Matriz de Santa Maria da Feira

Órgão da Igreja Matriz de Santa Maria da Feira

Igreja da Misericórdia de Santa Maria
Igreja da Misericórdia de Santa Maria

Igreja da Misericórdia de Santa Maria

A irmandade da Misericórdia de Santa Maria da Feira foi fundada em 1594, instalando-se na ermida de São Francisco, antiga sede paroquial da vila. Ao longo do século XVII, os irmãos da Misericórdia foram custeando obras de reparação no pequeno templo de São Francisco, e no final da centúria sentiram necessidade de ampliar o espaço da sua igreja-sede. Cerca de 1690 deram início à edificação de um novo templo, no local onde havia existido uma igreja dedicada a São Nicolau. Desconhece-se o autor do projecto, cuja estrutura foi edificada até ao primeiro terço do século XVIII. Este templo apresenta uma planimetria que se desenvolve longitudinalmente, composta pelos volumes da nave e da capela-mor, aos quais foram adossados os espaços da sacristia, Casa do Despacho e um anexo utilitário. Embora o projeto da igreja tenha sido executado já nos últimos anos do século XVII, em plena época barroca, apresenta uma curiosa inspiração de gosto maneirista, que se verifica sobretudo na estrutura decorativa da fachada principal. Disposta simetricamente em três panos, cujo central é flanqueado por duas torres sineiras e apresenta ao centro portal, ladeado por pilastras encimadas por pináculos, e sobre o qual foi aberta uma janela de iluminação do coro-alto, rematada por frontão interrompido por nicho profusamente decorado, numa estrutura que se inspira nas fachadas-retábulo da segunda metade do século XVI. O interior, de nave única, apresenta coro-alto assente sobre arco rebaixado, tribuna da irmandade, aberta na parede do lado da Epístola, e dois arcosólios, fronteiros à tribuna, que albergam os retábulos laterais. O espaço é coberto por abóbada de caixotões de madeira. Abrindo para a capela-mor, o arco triunfal assenta sobre pilastras toscanas. O espaço da capela-mor foi edificado sobre uma plataforma elevada, à qual se acede por quatro degraus, e é coberta por abóbada de madeira, semelhante à da nave, aqui decorada e policromada. O retábulo foi executado no primeiro quartel do século XVIII, em talha barroca dourada. O terramoto de 1755 provocou bastantes estragos no espaço do templo, nomeadamente a queda da abóbada da nave, pelo que esta foi reconstruída na segunda metade do século XVIII. O interior da igreja viria a ser restaurado na década de 80 do século XX.

Fonte: Catarina Oliveira, GIF/IPPAR/2005

A Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Santa Maria da Feira prepara-se para ter órgão de tubos, da autoria do organeiro belga, Jean Bruggman, prevendo-se a sua instalação pela Páscoa de 2021, segundo informação do organista Rui Soares.

Igreja de Mosteirô
Igreja Paroquial de Santo André de Mosteirô

Igreja Paroquial de Santo André de Mosteirô

A Igreja de Santo André de Mosteirô é um edifício de arquitetura religiosa do séc. XVIII, de grandes dimensões, tardo-barroco, que substitui a antiga igreja. É um templo de planta em cruz latina composta por nave, capela-mor, dois anexos adossados e torre sineira. No interior destaque para o coro-alto, capelas do templo e o arco triunfal, todos em cantaria. Os retábulos colaterais são joaninos e os laterais possuem elementos de talha relevada e tabelas do estilo maneirista. A igreja mantém a antiga imaginária e reaproveita estruturas maneiristas nas capelas laterais e barrocas, colocadas nas capelas colaterais e reaproveitadas na composição do retábulo-mor.

O órgão Eisenbarth destinado à capela de um hospital da cidade de Passau, na Alemanha, foi instalado no coro alto da Igreja de Mosteirô e inaugurado a 24 de maio de 2014 um (1966).

Montra

Órgão da Igreja Paroquial de Mosteirô

Órgão da Igreja Paroquial de Mosteirô

Igreja de Nogueira da Regedoura
Igreja Paroquial de Nogueira da Regedoura

Igreja Paroquial de Nogueira da Regedoura

A Igreja Paroquial de Nogueira da Regedoura possui um órgão construído pela firma C. F. Walcker, concebido para a Evangelische Kirchengemeinde de Berlim no ano de 1962, inaugurado na Igreja de Nogueira da Regedoura a 14 de março de 2010.

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Nogueira da Regedoura

Órgão da Igreja de Nogueira da Regedoura

Tubaria

Órgão da Igreja de Nogueira da Regedoura

Órgão da Igreja de Nogueira da Regedoura

Consola

Órgão da Igreja Paroquial de Nogueira da Regedoura

Órgão da Igreja de Nogueira da Regedoura

Igreja de Sanguedo

A Igreja de Sanguedo é de planta longitudinal simples composta por nave, capela-mor e torre sineira adossada à esquerda. A fachada lateral esquerda é aberta por porta travessa. Quatro janelas rasgam o corpo da nave, 2 de cada lado. A fachada principal enquadrada por cunhais apilastrados firmados por pináculos, é aberta por portal de moldura reta sobreposta por friso e cornija sobre o qual se levanta frontão interrompido com enrolamentos entre os quais um nicho contendo imaginária e rematado por frontão triangular, ladeiam o nicho dois janelões do coro. A torre sineira apresenta dois registos separados por cornija, o primeiro elevando-se a nível do vértice da fachada principal, delimitados por cunhais apilastrados, sobre os quais se erguem pináculos e remate em platibanda cega; cobertura piramidal; o primeiro registo abre-se por janelo quadrangular ao centro e a eixo um óculo, junto da cornija; segundo registo aberto por sineiras, com moldura em cantaria e arco pleno; sobre a platibanda um relógio. No interior, apresenta nave única com paredes rebocadas e pintadas e um silhar de azulejos industriais. O coro alto assenta sobre duas colunas, abrindo-se no sub-coro, do lado do evangelho, a capela batismal com pia cavada por fortes gomos, tanto na taça como no pé; do lado da epístola púlpito de bacia em pedra, assente em 3 mísulas agrupadas numa, com guarda plena em madeira dourada decorada com enrolamentos de folharasca encerrando ao centro o relevo de Santa Eulália, que mostra na mão direita a palma e na esquerda um livro aberto com pomba pousada nele, na face direita do anteparo a decoração é feita com folhagem, crianças e querubins; o acesso é feito através de escada de tiro, adossada à parede; dois altares colaterais delimitados por teia, apresentam retábulos barrocos, de planta simples de um eixo com nicho central ladeado por 2 colunas torsas e decoração com pâmpanos, aves e crianças, com remate em frontão contendo pinturas; arco cruzeiro com pilastras toscanas com faces almofadadas, abre-se para a capela-mor separada da nave por teia; retábulo principal neoclássico.

Fonte: Monumentos

A Igreja Paroquial de Santa Eulália de Sanguedo possui um órgão de tubos Sauer de 8 registos, com 1 manual e pedaleira, (pedaleira acoplada e com um 16’), construído em 1996.

Montra do órgão

Órgão da Igreja Paroquial de Sanguedo

Órgão da Igreja Paroquial de Sanguedo

Consola

Órgão da Igreja Paroquial de Sanguedo

Órgão da Igreja Paroquial de Sanguedo

Registação:

Manual

  • Holegedackt 8’
  • Weidenpfeife 8’
  • Prinzipal 4’
  • Rohrflöte 4’
  • Waldflöte 2’
  • Sifflöte 1 1/3
  • Mixtur 3-4 f

Pedaleira

Pommer 16’

(Acoplamento Manual-Pedaleira)

Igreja de Santa Maria de Lamas

Igreja de Santa Maria de Lamas

Igreja de Santa Maria de Lamas

A Igreja de Santa Maria de Lamas é um edifício de arquitetura religiosa construída nos séculos XIX e XX, tendo no interior algum património integrado que transitou da primitiva igreja e outro de aquisição recente, mas quase todo dos séculos XVII e XVIII, ganhando uma grande riqueza decorativa interna. É de planta retangular composta por nave, capela-mor com anexos e torre sineira adossada à fachada principal. O interior tem coberturas em falsas abóbadas de berço, rasgadas por óculos que, com as amplas janelas de volta perfeita, iluminam o espaço uniformemente. A fachada principal é marcada pela torre sineira, que forma um exo-nártex, rasgada por vãos de perfis e decoração neo-góticos, com vários lumes e espelhos vazados. Tem vários retábulos de talha dourada, do estilo maneirista (batistério e sacristia), o retábulo-mor, de excecional entalhe e que foi feito, originalmente, para a Igreja da Ordem Terceira de São Domingos do Porto, é do estilo barroco nacional, sendo os colaterais do barroco joanino, provenientes da Catedral do Porto, e os nichos laterais do estilo rococó. O púlpito, no lado do Evangelho, é de talha dourada barroca. Da antiga igreja, mantém-se a cornija da capela-mor. As sanefas e sanefão apresentam vários estilos de entalhe, destacando-se as do coro-alto, rococós e de grande exuberância. O sanefão do arco triunfal consiste no reaproveitamento e adaptação de peças de talha de uma antiga estrutura.

Fonte: Monumentos

A Igreja de Santa Maria de Lamas possui um órgão Aristide Cavaillé-Coll, de um teclado manual e pedaleira, com cinco meios registos [ I+Pa; (5+5)], construído em 1901, reparado pela Oficina e Escola de Organaria, em 1993, opus 5.

Montra

Órgão da Igreja de Santa Maria de Lamas

Órgão da Igreja de Santa Maria de Lamas

Consola

Órgão da Igreja de Santa Maria de Lamas

Órgão da Igreja de Santa Maria de Lamas

Igreja Matriz de Travanca

Igreja Matriz de Travanca

Igreja Matriz de Travanca

Igreja Paroquial São Mamede possui órgão de um manual e pedaleira com nove registos [ I+P;9] construído pela Oficina e Escola de Organaria,  em 1997, opus 22.

Fontes: CMSMF, Rui Soares