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Artave - Escola Profissional Artística do Vale do Ave
Escolas de Música de Santo Tirso
  • Artave – Escola Profissional Artística do Vale do Ave
  • Escola de Música de São Martinho do Campo
  • Escola de Música de São Tomé de Negrelos
  • Estúdio 3 – Rockschool Vale do Ave
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  • Trevo do Sucesso Escola de Dança
Artave – Escola Profissional Artística do Vale do Ave

Criada em 1989, a Artave – Escola Profissional Artística do Vale do Ave é uma instituição pioneira no Ensino Profissional Artístico. Revela-se como um modelo de sucesso no ensino da música em Portugal, com numerosos alunos apresentando resultados ao mais alto nível e com elevada representação de antigos alunos desenvolvendo carreiras profissionais de sucesso. Desde o ingresso na Escola os novos alunos são integrados num ambiente que privilegia a aprendizagem e as atividades em grupo, ajustando-se paralelamente o acompanhamento individual dos trabalhos, de forma a desenvolver as capacidades e o talento de cada um.

Artave - Escola Profissional Artística do Vale do Ave

Artave – Escola Profissional Artística do Vale do Ave

Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto
Folclore de Santo Tirso

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Grupo Folclórico de S. Martinho do Campo
  • Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto
  • Rancho Etnográfico Santa Maria de Negrelos
  • Rancho Folclórico de Santo André de Sobrado (Vila das Aves)
  • Rancho Folclórico de S. Mamede de Negrelos
  • Rancho Folclórico de S. Pedro de Roriz
  • Rancho Folclórico de S. Salvador de Monte Córdova
  • Rancho Folclórico Santa Eulália de Lamelas
  • Rancho Típico de Santa Maria da Reguenga
Rancho Folclórico de Santo André de Sobrado (Vila das Aves)

Sobrado é um lugar de Vila das Aves. No mês de abril de 1955, aquando da organização de um cortejo para angariação fundos para a construção de Patronato (Casa dos Pobres) um grupo de rapazes e raparigas do Lugar de Sobrado encantaram a freguesia com as suas danças e seus cantares. Tal foi o entusiasmo que, em 6 julho de 1956, nasceu o Rancho de Santo André de Sobrado.

Durante uma década, este Rancho, levou a vários cantos de Portugal as danças e cantares do povo de Sobrado, vindo a dar-se um interregno nos anos 60. Na década de 1990, alguns dos elementos fundadores juntaram-se para celebrar o santo padroeiro, Santo André, e darem de novo vida ao Rancho situado na Região de Entre Douro e Minho e detentor de vasto reportório. Tem-se mantendo fiel na recolha dos trajes, danças e cantares da sua região, organizando o seu festival em junho. Tem percorrido Portugal de Norte a Sul. Já se apresentou em Espanha e França.

(Em Valongo existe um rancho com o mesmo nome.)

Grupo Folclórico de S. Martinho do Campo

Associação cultural de natureza etnográfica, o Grupo Folclórico de S. Martinho do Campo foi fundado a 23 de abril de 1957 e tem-se dedicado à conservação do Folclore.

GFSMC

Grupo Folclórico de S. Martinho do Campo

Grupo Folclórico de S. Martinho do Campo

Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto

O Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto foi fundado em 18 de junho de 1977. Pertence à Freguesia que lhe deu o nome, Concelho de Santo Tirso, e está inserido na Região do Baixo Minho/Ave. Fez a sua primeira apresentação ao público em 1978. Desde então, procura apresentar com rigor as danças e cantares, bem como o modo de trajar daqueles que viveram em Santa Cristina do Couto no fim do século XIX e princípio do século XX (1890- 1910).

É membro efetivo da Federação do Folclore Português e sócio fundador da Associação de Folclore e Etnografia de Santo Tirso.

RFSCC

Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto

Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto

De Norte a Sul do País, Açores e Madeira e Estrangeiro, tem participado em festivais nacionais e internacionais de Folclore. Organiza todos os anos o Festival de Folclore, Exposição de Trajes e Utensílios Antigos, Encontro de Cantadores de Janeiras e Reis, além das festas das Rosas e de S. Martinho, também estas com Festival de Folclore.

Rancho Etnográfico Santa Maria de Negrelos

Sócio efetivo da Federação do Folclore Português e do INATEL, o Rancho Etnográfico de Santa Maria de Negrelos foi fundado a 22 de setembro de 1991. Embora pertencendo à freguesia de Roriz optou pela designação de Santa Maria de Negrelos, em memória da extinta freguesia do mesmo nome, anexada em 1575 ao Mosteiro de Roriz. Foi com a intenção de preservar e dar continuidade às raízes culturais dos seus costumes, bem expressos nos seus cantares, nas suas danças e na sua música, que em 1991 se formou o Rancho Etnográfico de Santa Maria de Negrelos.  Organiza anualmente o seu festival e participa em festas e festivais em todo o país e no estrangeiro.

RESMN

Rancho etnográfico de Santa Maria de Negrelos

Rancho etnográfico de Santa Maria de Negrelos

Rancho Folclórico de S. Mamede de Negrelos

O Rancho Folclórico de S. Mamede de Negrelos foi fundado a 2 de março de 1990 e fez a sua primeira atuação em público a 14 de setembro de 1991. Desde então tem percorrido várias regiões do país, efetuou a sua primeira participação televisiva em 1999 no programa praça da alegria da R.T.P., passando também em 2001 pelo programa Lunar da TV Galiza (Espanha).

As suas danças e cantares são da Região de entre Douro e Minho. Tem como principal dança o “Vira da nossa Terra”, em que faz homenagem à padroeira do Rancho, Santa Verónica. O Rancho Folclórico de S. Mamede de Negrelos apresenta-se trajado com as vestes características da sua região.

RFSMN

Rancho Folclórico de S. Mamede de Negrelos

Rancho Folclórico de S. Mamede de Negrelos

Rancho Folclórico de S. Pedro de Roriz

O Rancho Folclórico de S. Pedro de Roriz foi fundado em 1989 e pretende ser o embaixador da sua terra e da sua cultura milenar. Para tal investigou e recolheu elementos que lhe permitem reproduzir com fidelidade as danças, os cantares e os trajes do povo.

A gente de Roriz nasceu à volta do seu mosteiro, de arquitetura românica, e ainda hoje conserva traços bem visíveis do seu passado longínquo. Gente que vivia do amanho das terras, mantém bem vivas as tradições, danças e cantares que nos recordam o ambiente festivo das malhas, das sachas, das desfolhadas ou das vindimas, que amenizavam o peso do trabalho rural.

RFSPR

Rancho Folclórico de S. Pedro de Roriz

Rancho Folclórico de S. Pedro de Roriz

Membro da Federação do Folclore Português e do INATEL, o grupo participou em vários festivais nacionais e internacionais do Folclore, de Norte a Sul do País, . Atuou em Espanha e no México (2001). Esteve no programa “Praça da Alegria” transmitido desde Santo Tirso (2009).

Rancho Folclórico de S. Salvador de Monte Córdova

O Rancho Folclórico de S. Salvador de Monte Córdova é uma associação de natureza etnográfica do concelho de Santo Tirso.

RFSSMC

S. Salvador de Monte Córdova, foto Jornal O Cordovense

Rancho Folclórico de S. Salvador de Monte Córdova

Rancho Folclórico Santa Eulália de Lamelas

O Rancho Folclórico de Lamelas foi fundado 16 de março de 1963. Os trajes correspondem às vestes utilizadas noutros tempos e são os trajes de lavradeira rica, lavradeira pobre, traje domingueiro e traje de linho. Os instrumentos musicais usados pelo Rancho são as concertinas, violas, cavaquinhos, violas braguesas, reco-reco, tambor e ferrinhos. O Rancho Folclórico de Santa Eulália de Lamelas é filiado na Federação Portuguesa de Folclore. Realiza todos os anos o seu festival de folclore.

RFSEL

Rancho Folclórico de Santa Eulália de Lamelas

Rancho Folclórico de Santa Eulália de Lamelas

Rancho Típico de Santa Maria da Reguenga

Fundado em 1956 na freguesia da Reguenga do Concelho de Santo Tirso, o Rancho Típico de Santa Maria da Reguenga é uma das coletividades mais típicas e características da sua Região. Situado no Vale do Leça o seu folclore foi nitidamente influenciado pelo folclore minhoto e maiato.

Mantendo-se inalteráveis ao longo dos anos, os seus trajes remontam aos finais do século XVIII, destacando-se os de galinheira e lavradeira rica. Atuou de Norte a Sul de Portugal, nos Açores e na Madeira. Efetuou digressões por Espanha, França, Alemanha, Inglaterra e Brasil.

Membro fundador da Federação de Folclore Português e organizador de um elevado número de iniciativas de carácter etnográfico e folclórico, o Rancho Típico de Santa Maria da Reguenga tem como primordial objetivo a preservação e divulgação genuína do folclore do Vale do Leça.

RTSMR

Rancho Típico de Santa Maria da Reguenga

Rancho Típico de Santa Maria da Reguenga

António Ferreira dos Santos, padre, compositor, de Santo Tirso
Músicos naturais do Concelho de Santo Tirso

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música do Concelho.

António Ferreira dos Santos

António Ferreira dos Santos, padre, compositor, de Santo Tirso

António Ferreira dos Santos, padre, compositor, de Santo Tirso

Augusto Pires de Lima

Augusto Pires de Lima, etnógrafo, de Santo Tirso

Augusto Pires de Lima, etnógrafo, de Santo Tirso

António Augusto Pires de Lima

Etnógrafo, professor e filólogo, Augusto César Pires de Lima nasceu em Santo Tirso, São Tiago de Areias, a 29 de agosto de 1883 e morreu nas Caldas da Saúde, a 21 de dezembro de 1959). Licenciado em Direito, dedicou-se ao ensino e à investigação histórica e etnográfica, campo em que se destacou.

David Cruz

Natural de Santo Tirso, David Cruz iniciou os estudos musicais na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave. Termina em 1998 o curso de instrumentista de cordas com a classificação máxima. Em 2002 terminou o curso de Instrumentista de Orquestra da Academia Nacional Superior de Orquestra, onde integra a classe de Paulo Gaio Lima. De 2001 a 2003 integrou a Orquestra de Jovens da União Europeia, com a qual atuou em algumas das principais salas europeias e sob a direção de alguns dos mais importantes maestros.

Em 2005 terminou o Mestrado em Música pela Universidade de Indiana (EUA) onde integra as classes de Tsuyoshi Tsutsumi e Janos Starker. Na mesma Universidade, durante o ano de 2005, foi assistente da violoncelista Susan Moses. Em 2005 ganhou o prémio Orrego Salas no Concurso Internacional de Música de Compositores Latino Americanos, organizado pela Universidade de Indiana. Em junho de 2014, concluiu o Doutoramento em Música na Boston University.

Realiza concertos a solo e em música de câmara como violoncelista barroco e gambista com agrupamentos como Boston University Barroque ensemble e masterclasses em Portugal, Espanha e EUA. É professor de Instrumento, Música de Câmara e Didática Instrumental na Universidade de Aveiro e membro do Suggia String Quartet.

Nuno de Vasconcelos

Natural de Santo Tirso, Nuno de Vasconcelos iniciou os estudos musicais com 10 anos na Pauta Musical. Prosseguiu estudos no Centro de Cultura Musical e na Escola Profissional Artística do Vale do Ave (ARTAVE), onde concluiu o Curso de Instrumentista de Cordas em 2007.

Prosseguiu os seus estudos superiores com Augusto Trindade, Alexandra Trindade e Daniel Rowland na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, concluindo Licenciatura, Mestrado de Especialização e Mestrado de Ensino da Música.

Como músico apresentou-se várias vezes em Portugal e no estrangeiro com vários agrupamentos nacionais e internacionais. Como professor, exerceu no Conservatório Regional de Música de Vila Real onde organizou duas edições do Prémio Nacional ESP, e na Academia de Paços de Brandão (Método Suzuki). É professor de Violino na Academia de Música de Alcobaça e na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco.

Vera Dias

Natural de Santo Tirso, Vera Dias iniciou os estudos musicais aos 10 anos, no Centro de Cultura Musical, em Violino, na classe de Isabel Sousa. Em 2005 ingressou na Escola Profissional Artística do Vale do Ave, na classe de Anna Kratochivílová, na qual concluiu o Curso Instrumentista de Cordas e Tecla. Enquanto frequentava a Escola Profissional Artística do Vale do Ave participou como cantora no elenco principal da Ópera “Limpa Chaminés”, de Benjamin Britten (2005) e como violinista na Ópera “A Lenda das Três Árvores” de Allen Pote (2006). Integrou a Orquestra Aproarte Juvenil, Orquestra Sinfónica Aproarte, Orquestra Sinfónica Artave.

Em 2011 ingressou na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto.

Trabalhou com a Orquestra Sinfónica da ESMAE e Orquestra de Câmara NovNorte. Trabalhou sob a direção de maestros de renome nacional e internacional como Jaroslav Mikus, Pedro Neves, Paulo Silva, Luís Machado, António Saiote, Emílio de César, Ernst Schelle, Cesário Costa, Collin Metters, Christophe Millet, Wolfgang Kurz, Christoph König, Michelangelo Galeati, Raf De Keninck, Bart Bouckaert. Frequentou cursos de aperfeiçoamento de técnica instrumental com os professores Radu Ungureanu, Alexei Mijlin, Jela Spitkova, Ani Schnarch, Roberto Muttoni. É membro da Camerata NovNorte. Concluiu a Licenciatura em Música, variante Violino, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, na classe de Radu Ungureanu.

Igreja Matriz de Santo Tirso
Órgãos de tubos do concelho de Santo Tirso [5]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Capela do Mosteiro de Santa Escolástica

O edifício do Mosteiro de Santa Escolástica de Roriz alberga uma Comunidade Religiosa de Santa Escolástica, constituída por freiras, que para além do recolhimento dedicam-se ao fabrico de doçarias. O edifício encontra-se implantado cerca de 200 metros após a Igreja Românica de S. Pedro de Roriz, Monumento Nacional, sendo caracterizado por uma arquitetura tipicamente novecentista. A data da fundação do mosteiro é de 1935, apresentando uma planta quadrangular. Contudo, o edifício, com dois pisos e rés do chão, não se encontra acabado, tendo sido feita a última intervenção na década de 1950. A designação correta é monjas beneditinas da Rainha dos Apóstolos.

A capela possui um “órgão de procedência belga construído por Bernard Pels. “Não obstante as suas pequenas dimensões, é um instrumento bastante versátil, dotado de dois teclados manuais e um de pedal. O órgão foi objeto de uma recente intervenção de desmontagem, limpeza geral, re-harmonização e afinação, realizada pela JMS Organaria, encontrando-se em excelentes condições de uso.” Foi inaugurado por Nuno Mimoso.

Nuno Mimoso ao órgão

Órgão da capela do Mosteiro de Santa Escolástica

Órgão da Capela do Mosteiro de Santa Escolástica

Colégio Nun’Alvres 

Colégio Nun’Alvres 

Colégio Nun’Alvres

O Instituto Nun’Alvres é um colégio da Companhia de Jesus. Iniciou a sua atividade nas Caldas da Saúde (Santo Tirso) em 1932.

A Capela do Instituto Nun’Alvres, na freguesia de Caldas da Saúde, possui um órgão espanhol do século XX, reparado em 1992 por António Simões.

Igreja do Mosteiro de Singeverga

Igreja do mosteiro de Singeverga

Igreja do Mosteiro de Singeverga

A Igreja do Mosteiro de Singeverga, de beneditinos), em Roriz, possui um órgão italiano Ruffati (século XX), reparado em 2006 por António Simões.

Montra

Órgão da Igreja do Mosteiro de Singeverga

Órgão da Igreja do Mosteiro de Singeverga

Igreja de Fontiscos

Igreja Paroquial de Fontiscos possui um órgão construído pela empresa Späth Orgelbau da Suíça para a capela do Hospital de Visp, instalado na Igreja Matriz de Fontiscos em 2017 pela JMS Organaria.

Igreja Matriz de Santo Tirso

Igreja Matriz de Santo Tirso

Igreja Matriz de Santo Tirso

Monumento Nacional desde 1910, o Mosteiro de São Bento está implantado na margem esquerda do rio Ave, na zona baixa da cidade de Santo Tirso. Foi fundado por D. Unisco Godiniz e seu marido Abunazar Lovesendes, primeiro senhor da Maia e ancestral desta família, em 978, conforme documento publicado por D. António Caetano de Sousa. No século XV foi edificada a igreja monástica por benemerência de Martim Gil, conde de Barcelos. Desta igreja restam alguns vestígios arqueológicos. A atual igreja matriz foi construída em 1659 – 79, com projeto de Frei João Turriano, filho de um arquiteto milanês, Leonardo Turriano. Possui planta de cruz latina e é de uma só nave. A fachada tem três nichos em que estão alojadas as esculturas de Santo Tirso ao centro, ladeado por S. Bento e Santa Escolástica. No tímpano encontra-se inscrita a data de 1679 que, hipoteticamente, representa o termo da construção da igreja. Ao mosteiro pertenceram as terras do couto até ao século XIX, quando se deu a expropriação dos bens das ordens religiosas em 1834. Em 11 de maio desse ano, 46 dias após a retirada dos monges de S. Bento, toma posse a Comissão Municipal interina do futuro. Após a secularização o mosteiro foi dividido; uma parte fica para um particular, outra para repartições públicas (Câmara Municipal – nas antigas hospedarias conventuais, Tribunal e Administração do concelho) e o Asilo Agrícola Conde S. Bento, e uma última parte para residência paroquial.

Fonte: CMST

Dedicada a Santa Maria Madalena, a Igreja do antigo Mosteiro de São Bento, possui em tribuna própria, possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Francisco António Solha?, de data desconhecida.

Montra

Órgão da Igreja Matriz de Santo Tirso

Órgão da Igreja Matriz de Santo Tirso

Na nave, a Igreja do Mosteiro de São Bento possui um órgão positivo de armário. O realejo histórico atribuído a Manuel de Sá Couto (c. 1819-1822) foi restaurado pelas empresas JMS Organaria e N_Restauros entre os meses de setembro de 2017 e janeiro de 2018.

Citando a JMS Organaria “esta intervenção devolveu ao instrumento o seu plano fónico original, cuja sonoridade foi potencializada por uma harmonização a condizer com a estética organeira de Sá Couto, bem como o esplendor dos elementos artísticos que decoram a invulgar caixa que abriga esta autêntica joia organeira custodiada pelo concelho.”

Órgão positivo de portadas fechadas

Órgão positivo da Igreja Matriz de Singeverga

Órgão positivo da Igreja Matriz de Singeverga

Órgão positivo de portadas abertas

Órgão positivo da Igreja Matriz de Singeverga

Órgão positivo da Igreja Matriz de Singeverga