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Rancho Típico Sambrasense
Folclore em São Brás de Alportel

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Algarve
  • Distrito: Faro
  • Concelho: São Brás de Alportel
Rancho Típico Sambrasense

O Rancho Típico Sambrasense nasceu em São Brás de Alportel em 1993. Após uma pesquisa inicial levada a cabo aquando da criação do grupo, a renovação dos conhecimentos sobre os afazeres de outrora têm sido a principal preocupação das sucessivas direções, com a finalidade de uma melhor representatividade do grupo e das riquíssimas tradições do barrocal e serra algarvia, região onde se integra São Brás de Alportel.

Como se de uma viagem se tratasse, recuando no tempo, os elementos trajam as vestes desses tempos passados, representando: a família serrana, o caçador, o corticeiro, o ferrador, a ceifeira, a caiadeira, a padeira, a lavadeira, as moças da apanha da alfarroba e do figo, o varejador, as meninas da fonte, os casais de lavradores abastados em trajes domingueiros, entre outros.

Desde os infantis aos seniores, o rancho conta com cerca de 50 elementos, que se repartem pelo “balho”, pelo cenário, tocata e canto. A nível musical, o repertório é composto pelos típicos corridinhos e “ balhos” de roda.

O grupo organiza o Festival de Folclore e o Encontro de Tradições. Colabora na organização da Desfolhada, tendo como seu parceiro a Junta de Freguesia de São Brás de Alportel e o Museu do Trajo.

Fez-se já representar em festivais de folclore, por todo o País e em Espanha. Com regularidade, e em especial na época estival, atua em diversos hotéis, restaurantes, e eventos culturais organizados por associações e autarquias.

É filiado no INATEL.

Rancho Típico Sambrasense

Rancho Típico Sambrasense

Banda Filarmónica de São Brás de Alportel
Filarmónicas de São Brás de Alportel

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

Banda Filarmónica de São Brás de Alportel

A Banda Filarmónica de São Brás de Alportel começou por ser uma Banda de Metais, criada em 1996 por proposta do presidente da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de São Brás de Alportel, Armando Filipe Ventura, ao então Presidente da Câmara Municipal, José de Sousa Pires a partir de uma ideia do Capitão Neves, do Exército de Salvação.

Em 2003, por questões legais, desvinculou-se dos Bombeiros e a 5 de junho de 2003, Zeferino Ferreira, com um grupo de amigos, constituiu a Associação Cultural e Recreativa Escola de Música Sambrazense – ACREMS, sendo atualmente o seu presidente honorário.

A 27 de julho de 2006, foi decidido extinguir a Banda de Metais e transformar o grupo na Banda Filarmónica de São Brás de Alportel. Retomou-se assim a tradição na vila, já que tinha existido uma filarmónica até aos anos 1950/60. No dia 25 de março de 2007 (comemoração dos 50 anos do Tratado de Roma), a Filarmónica apresentou-se pela primeira vez em público, sob a regência do maestro Cornelis Ros.

Após a sua saída, foi contactado o professor Albano Neto que se prontificou a assumir a direção musical, a reformular e administrar aulas na escola de música, a partir de outubro de 2007, função que assume até hoje. Atualmente, a banda filarmónica continua em formação e é composta por cerca de 26 músicos, quase todos provenientes da sua escola de música.

Nesta escola são ensinados instrumentos de sopro de metal, madeiras e percussão por quatro professores habilitados e é frequentada por cerca de 40 alunos. As aulas e os ensaios realizam-se na Oficina dos Sons, sendo a banda o grupo residente deste espaço cultural.

Banda Filarmónica de São Brás de Alportel

Banda Filarmónica de São Brás de Alportel

A Banda já se apresentou em várias localidades do Sul e Centro do País e em França, num intercâmbio com o Centre Musical Municipal e a Harmonie des Mineurs de Roche La Molière (Município geminado com São Brás de Alportel). Através da sua escola de música é ainda dinamizado, desde 2009, a tempo parcial e desde 2018, a tempo inteiro, o projeto “A Banda vai à Escola”, uma parceria com o Município e Agrupamento de Escolas.

Currículo facultado pelo maestro Albano Neto, a 24 de fevereiro de 2021

Grupo de Acordeonistas de São Brás de Alportel
Músicos naturais do Concelho de São Brás de Alportel

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

O Grupo Juvenil de Acordeonistas de São Brás de Alportel nasceu a 12 de março de 2004, constituído por 3 dezenas de jovens. O grupo surgiu no seio da Escola de Música da Paróquia de São Brás, pela mão do fundador, o Prior José da Cunha Duarte, onde existira inicialmente um grupo de melódicas da Escola de Música.

Durante os primeiros anos de existência, o Grupo participou em inúmeras iniciativas no Concelho e percorreu o Algarve, levando o Acordeão e a música tradicional portuguesa, em particular a música algarvia, de Norte a Sul do País. O Grupo ultrapassou fronteiras e atuou em Tânger, Marrocos. Em 1992 quando o Padre Cunha deixou São Brás de Alportel, o professor e acordeonista Júlio Pereira deu continuidade ao seu trabalho, orientando e dirigindo o Grupo.

Ao longo dos anos, o Grupo sofreu várias alterações, recebeu novos elementos, viu sair outros, sendo preocupação constante a renovação do grupo e do reportório. Em 1997, o Grupo de Acordeonistas de São Brás atingira o auge da sua atividade com inúmeras atuações. Depois de algum tempo de menor atividade, no dia 1 de outubro de 2003, por ocasião das Comemorações do Dia Mundial da Música, o Grupo de Acordeonistas mostrou-se ao público, renovado, com novos elementos, novo reportório, novos instrumentos, uma outra postura em palco e novas fardas.

Grupo de Acordeonistas de São Brás de Alportel

Grupo de Acordeonistas de São Brás de Alportel